Como fiz minha esposa evangélica virar puta parte 2

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2705 palavras
Data: 26/03/2026 09:48:19

Entao era Segunda-feira, 08:00 AM

O despertador tocou, mas eu já estava acordado. Observei Natielly se transformar. Ela demorou mais no banheiro. Aplicou um batom vermelho queimado, soltou os cabelos ruivos que brilhavam como fogo e vestiu o vestido vinho com um salto agulha que a deixava com uma postura imponente, apesar da baixa estatura.

Quando ela saiu do quarto, não era apenas a "irmã Natielly". Era uma mulher que carregava uma arma carregada e sabia disso.

— Como eu estou? — ela perguntou, a voz trêmula, mas os olhos azuis brilhando com uma coragem nova.

— Você está perigosa — respondi, sentindo um orgulho possessivo. — Me mande mensagem contando como foi a recepção.

Passei o dia no escritório inquieto. Cada notificação no celular me fazia suar. Por volta das três da tarde, meu celular vibrou. Era uma foto.

Natielly havia tirado uma selfie no espelho do banheiro da universidade. O vestido estava levemente subido, mostrando um pouco mais das coxas. A legenda dizia:

"O coordenador do curso gaguejou quando veio falar comigo no corredor. E um dos alunos do último ano não parou de olhar para as minhas pernas a aula inteira. Paulo... eu me senti... poderosa. E muito suja. Me busque às 18h? Quero que você veja como eles me olham na saída."*

Meu coração disparou. O jogo de exibicionismo estava funcionando melhor do que eu imaginava. A timidez dela estava se transformando no combustível perfeito para a nossa nova realidade.

Eram 17h45 quando estacionei o carro em frente ao bloco de Pedagogia. O movimento de alunos era intenso, uma mistura de jovens apressados e professores com pastas debaixo do braço. Eu estava com as mãos firmes no volante, o coração batendo num ritmo que eu não sentia desde o meu primeiro júri importante.

Fiquei escorado no capô do carro, cruzando os braços e tentando manter a postura de advogado confiante, mas meus olhos não saíam da porta de vidro do prédio.

Foi quando ela apareceu.

Natielly vinha caminhando com uma postura que eu nunca tinha visto. O salto agulha estalava no concreto, e o vestido vinho parecia esculpido no corpo dela sob a luz do entardecer. Ela carregava alguns livros contra o peito, o que empurrava levemente os seios para cima, e o cabelo ruivo balançava livre sobre os ombros.

Mas o que me paralisou não foi apenas ela. Foi o que vinha logo atrás.

Um homem alto, na casa dos 35 anos, vestindo uma camisa polo ajustada que denunciava braços fortes, caminhava ao lado dela. Eu o reconheci: era o professor de Educação Física, um cara que sempre exalava aquela confiança atlética que costuma intimidar homens como eu, com minha "barriguinha de escritório".

Ele falava algo no ouvido dela, inclinando-se levemente. Vi Natielly soltar uma risadinha nervosa, aquela que ela dava quando estava com vergonha, mas ela não se afastou. Pelo contrário, ela inclinou a cabeça, deixando o pescoço exposto.

— Então está combinado, Natielly? — a voz dele era alta o suficiente para eu ouvir enquanto eles se aproximavam do carro. — Aquele material sobre desenvolvimento motor... eu passo na sua sala amanhã cedo para te entregar.

— Claro, Marcos... eu estarei lá — ela respondeu, a voz um pouco mais firme do que o normal.

Quando eles chegaram a dois metros de mim, o tal Marcos parou. Ele me mediu de cima a baixo, um olhar rápido e quase desdenhoso que parou por um segundo na minha barriga antes de voltar para os olhos azuis de Natielly.

— Seu marido? — ele perguntou, sem esconder um sorriso de canto que dizia claramente: "Como esse cara conseguiu uma mulher como você?"

— Sim, este é o Paulo — ela disse, aproximando-se de mim.

— Prazer, Paulo. Você é um homem de sorte. A Natielly... bom, a Natielly hoje foi o assunto da sala dos professores. — Ele deu um tapinha amigável, até demais, no ombro dela. — Até amanhã, "fessora".

Ele se afastou com aquele caminhar de quem sabe o território que pisa. Natielly entrou no carro sem dizer uma palavra. O silêncio dentro do veículo era denso, carregado de uma eletricidade nova.

Eu dei a partida, mas antes de sair, olhei para ela. As bochechas dela estavam vermelhas, e ela evitava meu olhar, mexendo obsessivamente na aliança.

— Ele estava dando em cima de você, Nati. Na minha frente.

Ela finalmente me olhou. Havia um brilho de excitação crua naquelas pupilas azuis.

— Ele não parou o dia todo, Paulo... — ela sussurrou, a voz carregada de uma mistura de culpa e prazer. — Ele entrou na minha sala no intervalo. Disse que esse vestido "não deveria ser permitido" em ambiente acadêmico. E quando ele encostou no meu ombro lá fora... eu senti que ele queria me devorar.

Eu senti meu pau pulsar dentro da calça. A humilhação de ser comparado visualmente com aquele cara era o combustível que eu precisava.

— E o que você sentiu, meu amor? Quando ele te olhou daquele jeito?

Ela mordeu o lábio, a respiração ficando curta.

— Eu me senti... desejada. Como se eu não fosse a "esposa do Paulo" ou a "irmã da igreja". Eu era apenas uma mulher. E sabe o que é pior? — Ela se inclinou para perto de mim, o seu perfume inundando o carro. — Eu imaginei você assistindo se ele tentasse me beijar ali mesmo, no corredor.

O trânsito de fim de tarde estava caótico, mas eu não conseguia me concentrar nas buzinas. Meus olhos alternavam entre o asfalto e as pernas de Natielly, que escapavam generosamente pela fenda do vestido vinho.

Em vez de seguir o caminho habitual para o nosso apartamento, desviei para uma rua lateral, uma zona mais deserta, onde os novos empreendimentos ainda estavam em construção. Parei o carro sob a sombra de uma árvore, longe dos postes de luz que começavam a acender.

O silêncio do motor desligado foi preenchido imediatamente pela respiração pesada dela.

— Paulo? Por que paramos aqui? — ela perguntou, a voz falhando, mas não fazendo menção de sair do carro.

Eu me virei no banco, o cinto de segurança apertando meu peito.

— Eu quero que você me conte tudo, Nati. Bem detalhado. O que o Marcos fez quando entrou na sua sala no intervalo? Como ele te olhou?

Natielly apertou a bolsa contra o colo, desviando o olhar para a janela escura. A timidez dela era uma barreira, mas a excitação que o exibicionismo tinha despertado era algo diferente.

— Ele... ele não bateu na porta, Paulo. Ele só entrou. Eu estava sentada corrigindo umas provas e ele se encostou na mesa. Ficou me olhando de cima, sabe? — Ela fez uma pausa, engolindo em seco. — Ele disse que eu estava "diferente". Que aquele vestido realçava coisas que ele nunca tinha notado em mim.

— E você? O que fez? — Minha mão desceu, apertando o volante com força.

— Eu tentei ser profissional, mas minhas mãos começaram a tremer. Ele percebeu. Ele sorriu, aquele sorriso de quem sabe que está ganhando um jogo. Ele se inclinou e... — ela hesitou, o rosto ficando vermelho — ...ele disse que meu marido era um homem de sorte, mas que um corpo daqueles precisava de "atenção constante" para não desperdiçar.

— Ele disse isso? — Senti um calafrio de prazer misturado com uma pontada de humilhação deliberada. — E ele te tocou?

Natielly soltou a bolsa. As mãos dela agora subiam lentamente pelas próprias coxas, sentindo o tecido do vestido que eu havia escolhido.

— Ele fingiu que ia pegar um papel na mesa... e passou a mão no meu ombro. Mas não foi um esbarrão, Paulo. Ele apertou a alça do meu sutiã por cima do vestido. Ele olhou bem nos meus olhos e sussurrou que eu tinha "cara de quem esconde um vulcão debaixo dessa fachada de santinha".

Eu não aguentei. Tirei o cinto e me aproximei, sentindo o calor que emanava dela.

— E você ficou molhada, não ficou, Nati? Pensando no professor de educação física, aquele homem forte e atlético, te tratando como uma mulher qualquer, e não como a professora da igreja?

Ela fechou os olhos, a cabeça pendendo para trás no encosto do banco.

— Sim... — ela confessou em um sussurro quase inaudível. — Eu fiquei. Eu imaginei ele me prensando contra aquela mesa e levantando esse vestido... enquanto você ficava na porta, olhando tudo, sem poder fazer nada a não ser assistir.

A confissão dela caiu como uma bomba no espaço confinado do carro. A barreira da timidez não tinha apenas rachado; ela tinha desmoronado.

O silêncio que se seguiu à confissão de Natielly foi interrompido apenas pelo estalo metálico do meu cinto de segurança sendo liberado. A atmosfera no carro estava tão saturada que parecia que qualquer faísca iniciaria um incêndio.

Eu a encarei, e pela primeira vez, não vi a mulher que pedia permissão para existir. Vi uma mulher que estava degustando o poder de sua própria corrupção.

— Você quer que eu assista, Nati? — minha voz saiu mais rouca do que eu pretendia. — Você quer que o "Doutor Paulo" fique de canto enquanto um homem como o Marcos tira de você o que eu trato com tanto cuidado?

Ela não respondeu com palavras. Em vez disso, ela levou a mão ao zíper invisível na lateral do vestido vinho. O som do cursor descendo pelo tecido foi como um trovão no silêncio da rua deserta. Ela abriu o suficiente para que o ombro ficasse exposto, revelando a alça daquele sutiã de renda que eu a obriguei a comprar.

— Ele disse que eu parecia uma santa — ela sussurrou, os olhos azuis agora fixos nos meus, nublados pelo desejo. — Mas quando ele me tocou, Paulo... eu não me senti santa. Eu me senti uma posse. Algo que ele queria roubar de você.

Eu segurei o rosto dela com as duas mãos, obrigando-a a manter o contato visual.

— Amanhã você vai aceitar aquele material na sala dele — eu ordenei, sentindo a adrenalina disparar. — E você vai usar a saia de couro. Aquela com abertura.

— Paulo... a sala dele fica no fim do corredor, perto do ginásio. É isolada — ela levantou, o corpo tremendo sob minhas mãos.

— Exatamente. Você vai deixar que ele veja a fenda. Vai deixar que ele sinta o cheiro do seu perfume. E quando ele chegar perto o suficiente para tocar em você novamente... você vai pensar em mim estacionado do lado de fora, imaginando cada centímetro de pele que ele está cobiçando.

Natielly soltou um gemido baixo, uma mistura de angústia e êxtase. Ela avançou o corpo, colando o peito no meu, o vestido aberto deixando o calor da sua pele incendiar minha camisa social.

— E se ele for longe demais? — ela perguntou, os lábios a milímetros dos meus. — E se ele não se contentar apenas em olhar?

— É isso que nos excita, não é? O risco de você perder o controle — respondi, deslizando minha mão pela abertura do vestido, encontrando a pele quente da sua coxa. — Você é minha, Natielly. Mas amanhã, eu quero que você seja o pecado dele.

Eu não esperei que chegássemos em casa. Ali mesmo, naquela rua escura, sob a sombra das construções inacabadas, o "jogo" atingiu um novo patamar. O exibicionismo já não era mais sobre roupas bonitas; era sobre a entrega psicológica de uma mulher que estava descobrindo que a sua maior virtude era, na verdade, a sua capacidade de provocar o abismo.

Quando finalmente liguei o carro para completar o trajeto, Natielly estava encostada na porta, recompondo o vestido com os dedos trêmulos. Ela olhou para o próprio reflexo no retrovisor e limpou um borrão do batom vermelho.

— Paulo? — ela chamou, enquanto entrávamos na garagem do prédio.

— Oi, meu amor.

— O Marcos tem o meu número. Ele pegou no grupo da faculdade. Ele me mandou uma mensagem enquanto saíamos do estacionamento.

Meu coração falhou uma batida. Eu parei o carro na nossa vaga e olhei para ela.

— O que ele escreveu?

Ela desbloqueou o celular e me entregou. Na tela, uma mensagem de um número desconhecido dizia:

"Amanhã, 07:30, na minha sala. Não se atrase, Natielly."

O jogo não era mais apenas nosso. O terceiro jogador tinha acabado de dar o seu primeiro lance.

O visor do celular brilhava entre nós, iluminando o rosto de Natielly, que parecia oscilar entre o pânico e o prazer. Aquela mensagem não era um convite; era uma convocação.

Eu peguei o aparelho da mão dela. Meus dedos roçaram os dela, que estavam gelados.

— Sete e meia — sussurrei, processando a informação. — As aulas só começam às oito. O bloco de Pedagogia vai estar praticamente vazio.

— Paulo... o que eu faço? — Ela me olhou, e pela primeira vez naquela noite, a "irmã Natielly" refletiu por trás da máscara de sedutora. — Se eu responder, eu dou liberdade. Se eu não responder e aparecer lá, eu estou aceitando as regras dele.

— Você não vai responder — eu disse, devolvendo o celular. — Você vai apenas aparecer. Mas não como a professora que ele espera. Você vai como a tentação que ele não consegue controlar.

Subimos para o apartamento em silêncio, mas era um silêncio barulhento, cheio de imagens mentais. No quarto, enquanto ela se despia, eu não a ajudei. Fiquei sentado na poltrona, observando-a tirar o vestido vinho. Ela estava consciente do meu olhar. Cada movimento era calculado, cada peça de roupa que caía no chão era um sacrifício no altar desse novo vício que compartilhávamos.

A noite foi curta. Quase não dormimos. O peso daquele encontro às 07:30 pairava sobre a cama como uma névoa espessa.

Quando o despertador tocou às 06:00, o ritual começou.

Desta vez, eu escolhi a armadura. A saia de couro preta, justa o suficiente para marcar cada curva e com uma fenda lateral que subia perigosamente a cada passo. Uma blusa de seda branca, levemente transparente sob a luz certa, com os dois primeiros botões abertos. Por baixo, nada de sutiã rendado,Apenas a pele nua, e um fio dental que seu bumbum engolia todo bem vulnerável e provocante.

— Ele vai notar, Paulo — ela disse, olhando-se no espelho enquanto passava um perfume mais doce, mais invasivo. — Ele vai notar que eu não estou usando nada por baixo da blusa e só um fiozinho por baixo da saia

— Esse é o objetivo, Nati. Eu quero que ele perca o fôlego quando você se inclinar para pegar aquele "material" na mesa dele.

O sol da manhã estava pálido. O estacionamento tinha poucos carros. O prédio de Pedagogia parecia um gigante adormecido. Parei o carro a uma distância estratégica, onde eu podia ver a entrada lateral que levava ao corredor dos professores.

Natielly estava com a mão na maçaneta. Ela respirava fundo, o peito subindo e descendo, fazendo o tecido da seda roçar nos mamilos que denunciavam o frio e o nervosismo.

— Meu celular vai estar no seu bolso, Paulo? — ela perguntou.

— Sim. Em chamada silenciosa. Eu vou ouvir tudo pelo meu fone de ouvido. Se você disser a palavra "chega", eu saio do carro e entro lá em trinta segundos. Mas se você não disser... eu vou ficar aqui, imaginando cada toque dele.

Ela assentiu, os olhos azuis faiscando. Ela me deu um beijo rápido — um beijo que tinha gosto de perigo — e saiu do carro.

Eu a vi caminhar. O estalar dos saltos no asfalto vazio ecoava. A saia de couro brilhava sob o sol , e a fenda revelava o movimento hipnótico das coxas dela. Ela parou na porta de vidro, olhou para trás uma última vez, e desapareceu no corredor escuro.

Coloquei os fones de ouvido. O silêncio do outro lado era absoluto por alguns segundos, até que ouvi o som de uma porta se abrindo.

— Pontual, Natielly — a voz de Marcos ressoou no meu ouvido, profunda, vibrante. — Eu gosto de mulheres que não me fazem esperar.

Meu coração disparou. Eu fechei os olhos, segurando o volante com tanta força que os nós dos meus dedos ficaram brancos. O jogo tinha começado.

— O material, Marcos... você disse que tinha algo para mim — a voz dela saiu trêmula, mas carregada de uma feminilidade que eu nunca tinha ouvido antes.

— Esqueça o material por um segundo — ouvi o som de passos se aproximando. — Chegue mais perto.

Houve um silêncio angustiante. E então, o som de um suspiro sufocado de Natielly.

— Você está tremendo, professora... — Marcos sussurrou. — Por que está com tanto medo, se veio até aqui sozinha antes de todo mundo chegar?

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Casal hot a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 6Seguidores: 39Seguindo: 19Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários