BRILHO Parte 6 = Na Noite de Natal

Da série Brilho
Um conto erótico de Priscila
Categoria: Trans
Contém 3942 palavras
Data: 26/03/2026 09:20:44
Última revisão: 26/03/2026 09:25:29

Devido a conversa com a minha mãe a Terça-Feira foi um dia esquisito, meu tio já falou logo cedo que queria ir no mercado, ele tentou ir só comigo, mas o Padre não deixou, sempre muito atento, os olhos que parecem ver os pecados, eu estava toda sapinho, de jeans camiseta e cueca, não estava dando chance para que meu tio se sentisse tentado, ao mesmo tempo ficava conversando com o Júlio, ele é tão… Tão.. kkkk.

O Padre toda hora dava indireta para o meu tio, era até diferente, coisas como “Cuidado com o pecado Luiz.”, ou simplesmente, falava algo baixo perto dele, meu tio estava impaciente, mas o que ele poderia fazer? E eu esquecida no meu cantinho, estava super delicada e feminina, mesmo sem poder, porque quanto mais eu falava com o Júlio, mais era impossível não me sentir Priscila.

Suelen, foi quem percebeu primeiro, sinalizou algo quando eu falei de mim no feminino, aí reparei minha mãe reparando em mim, depois minha irmã, mas ela só acariciou meus cabelos e me lançou um sorriso cúmplice, já que ela já estava movendo os planos dela, querendo ou não, esse seria meu último fim de ano como Paulo, minha família aceitando ou não e todos pareciam sentir isso, eu sentia a casa como uma panela de pressão, prestes a explodir e foi no Natal que as coisas começaram a se mover fora do meu controle nesse sentido..

… … … … … … … … …

O natal havia chegado… Era dia 24 finalmente, a família toda estava atarefada, fazendo receitas, preparando playlists, à tarde com a churrasqueira já esquentando a piscina era o ambiente da família. Estava a Suelen de biquíni pretinho, a Valéria de biquíni azul, eu não queria ficar de sunga sem camisa, eu estava de shortinho curto de exercícios e regata, de calcinha, então o short ficava mais no meu bumbum que de costume.

“Paulo esse short não está muito curto não?”, minha mãe já perguntando, “Não mãe ele está normal.”, “Para de implicar dona Luisa deixa ele conversar com as meninas.”, minha irmã já cortou na hora e ficou por isso mesmo… Apesar de eu saber que tinha marcado esse short para o desaparecimento, ou algum acidente de máquina de lavar.

Mas realmente, não estava me importando para falar a verdade, eu estava tão menina, que não me importava mais nada, quando as meninas me puxaram para a água eu só me joguei, de roupa o que me deixou ainda mais feminina com o shortinho marcando mais enquanto a gente se divertia na água.

“Ai Suelen seu pai não para de olhar!”, a Valéria reclama e eu reparo também, nós duas somos alvos do Sr. Luiz, minha prima fica indignada, mas eu sei que comprar briga com o pai ela não pode e não adiantaria, “É um velho babão Valéria, nem dá bola.”, ela deu risada, a Suelen também riu, “Desculpa gente, ele só me faz passar vergonha.”, Suelen diz e agora rimos as três… Mas logo relaxamos curtindo a piscina nadando, sem se importar com o velho babão.

Quando saímos da piscina sorrindo a Valéria me agarrou por trás em uma brincadeira que eu não entendi e dei risada, olhando para ela, minha mãe olhava com uma cara, estranha, mas visivelmente satisfeita que eu estava me dando bem com uma garota, meu tio, olhava para mim meio boquiaberto e o padre também olhava, um tanto estranho quando ela sussurrou no meu ouvido.

“Pri seu short está marcando a calcinha.”, eu fiquei em choque de boca aberta, olhando sem saber o que fazer foi a Suelen quem deu a ideia, já falando em voz alta, para despistar todos, “Vamos correr para casa gente, preciso de um banho e quero ouvir música!”, nós duas concordamos, a Valéria atrás de mim, por tempo suficiente para eu baixar mais a camiseta molhada. “Ok vamos.”.

Saímos correndo…

Como a tarde estava acabando e a festa de verdade estava para começar era hora de se arrumar de verdade, após o banho as meninas ficaram lindas, a Suelen com um vestido branco soltinho, de alcinha, a Valéria com um justinho também branco, eu não poderia usar vestido, mas… Minha irmã tinha me dado uma calça branca, feminina, mas não dava para saber, já que as minhas também são justas.

Eu coloquei a calcinha fio dental, para não marcar nada, como estava de calcinha a calça feminina, encaixou perfeitamente no meu quadril, me dando uma silhueta totalmente feminina, no espelho, eu amei olhando, sorrindo, dando uma voltinha, vendo como ela seguia a volta da minha bunda, marcando direitinho, como na frente ficava justa e não se via nada.

Coloquei uma camiseta, me olhei, dei uma voltinha, tirei uma foto e mandei para o Júlio que mandou emojis fofinhos… 😍😍😏🤤 Eu já me considerava a namoradinha desse garoto e era como nos tratamos no Discord. Apesar de que namoro mesmo, ainda não tínhamos falado, talvez, quando voltar para SP, eu sei que estava toda apaixonadinha por ele.

Estávamos as três ouvindo música, quando o Padre entra na sala me vê dançando com elas, o tempo parece parar por alguns segundos, o peso do seu olhar, “Paulo quero falar com você.”, eu olho para as meninas, a tensão se tornando física, eu faço que sim com a cabeça, nem uma de nós podia impedir, então sigo o Padre para a varanda, afastados das meninas e dos outros da casa.

Eu fico parada quietinha, não quero falar, minha barriga está um frio intenso, me segurando para não tremer de medo, mas percebo que estou tremendo, meus lábios estão. “Paulo… Você é homossexual?”, eu sinto o medo profundo, sinto a cor fugir da minha face, eu não posso mentir para um padre, “Não senhor, eu sou trans.”, eu respondo de uma vez, tremendo dos pés a cabeça, “Você é homossexual então?”, eu abro a boca, mas baixo a cabeça.

“Para ser trans você precisa de um diagnóstico.”, eu sinalizo que sim com a cabeça, aceito o que ele quer dizer para não discutir, “Paulo, você sabe que isso não é pecado certo?”, eu faço que sim com a cabeça, “Mas você sabe que transar com outro garoto é né?”, “Sim senhor.”, ele se senta e me convida para sentar, eu me sento, estremecendo de leve, “Acho que você então já sabe o que é preciso fazer para não cair da graça de Deus.”.

Faço que sim com a cabeça, mas olho para ele, porque se essa conversa tivesse sido dias antes, eu aceitaria isso, mas estou apaixonada, de verdade, não é só tesão, é… Outra coisa… “Mas e se eu gostar de alguém?”, “Paulo…”, ele começa e pára de falar, “Paula, melhor sofrer por amor que queimar no fogo do inferno. Você sabe o que acontece com os pecadores, não é?”, faço que sim com a cabeça.

“Sua mãe sabe da sua condição?”, faço que não com a cabeça, “Mais um pecado, ela deveria saber.”, “Mas ela não entende.”, “Mas ela é sua mãe, respeitar as opiniões dela, também é sua obrigação.”, “Mas qual a diferença se não vou namorar ninguém de qualquer forma, só vai trazer confusão.”, ele olha para mim, estremeci dos pés a cabeça com bastante medo, “Paula, mentir, se esconder, usar calcinha escondido, querer beijar garotos, transar com o seu tio, acha que esse é o comportamento de uma boa cristã?”.

Eu baixei a cabeça, sem jeito, querendo chorar, o peso no meu peito é enorme, eu quero ser uma boa cristã, mas isso significa viver minha vida em um inferno, comprar briga abertamente com a minha mãe para ser aceita e aceitar as sanções dela por respeito, não namorar, não beijar garotos, esquecer aquele orgasmo que eu tive, é tudo tão cruel, que eu mal consigo entender porque Deus é tão cruel.

“Eu vou tentar.”, “Espero que tente mesmo, porque se vocẽ não abrir isso para a família, até eu ir embora na primeira semana do ano, eu mesmo vou contar para todos.”, eu olho para ele, assustada de olhos arregalados, “Mas Padre eu não… Eu tenho o direito de decidir isso.”, consigo me impor pela primeira vez na minha vida, só para ver minha tentativa ser reduzida a nada, “Eu também sou da família Paulinha e isso também têm haver comigo, ou você fala, ou eu falo.”, ele se levanta e começa a sair…

Ele parou na porta, olhando para mim completamente em pânico e respira fundo… “É para sua proteção… Eu não posso impedir seu tio de ficar sozinho com você e vocês pecarem de novo, há menos que sua mãe tenha motivos para entender que algo assim possa acontecer, me ajuda a te ajudar.”, eu faço que sim com a cabeça, entendendo o que ele quer dizer.

“Confia em Deus paulinha.”, diz isso e finalmente se vai, me deixando com meus pensamentos obscuros, sobre um Deus para o qual minha felicidade não significa nada…

Eu me levantei e andei até as árvores, depois dei a volta cheguei no campinho andei até perto de um dos gols, me sentei no chão chorando, as pernas de lado, meu corpo todo molinho, minha mente, em choque, trabalhando com a possibilidade, de não ser amada por Deus, ao mesmo tempo, minha mente voltava para a mulher de Samara, alguém pode viver das migalhas do amor de Deus?

Na minha cabeça, as migalhas do amor divino, eram melhores do que amor nem um, “Deus sabe de todas as coisas.”, é o que me diziam desde criança, mas isso significa que ele também sabe que eu preciso ser amada, então posso viver das migalhas do amor de Deus, mas isso me impediria de receber a hóstia… Será que Deus ainda olhará para mim, para que mesmo as migalhas, sejam dadas.

Foi a Suelen quem me encontrou, eu vi ela de longe, ela pareceu mexer no celular, antes de vir falar comigo, “Pri você está bem.”, faço que não com a cabeça, não consigo parar de chorar, um choro silencioso e sentido. Logo estão Valéria, Patrícia e Danilo do meu lado, enquanto eu conto para eles o que o Padre falou.

“Ele não pode fazer isso.”, quem diz é a Valéria, “Padres não têm que guardar segredos?”, minha irmã ri, “Só de confissão.”, minha irmã respira fundo, “Pri o que tiver que ser que seja, eu vou estar do seu lado, independente do que a mãe falar, você vai morar lá em casa.”, eu faço que sim com a cabeça, sentindo que essa é realmente uma solução.

Ficam os quatro comigo até eu me acalmar e o escuro da noite já estava chegando, “Acho melhor irmos para a festa.”, minha irmã fala alisando meus cabelos, “Acho que vocês três devem aproveitar a noite.”, Eu sorrio, triste mas começando a ficar animada.

Apesar do começo horrível da noite consegui relaxar breve já estava me divertindo com as meninas, a gente deixava os ‘adultos’ conversando e saímos para nos divertir e curtir na varanda no terreno, a noite acabou sendo gostosa e estrelada a meia noite o padre obrigou a família inteira a rezar antes de comer.

Fizemos a reza durante a ceia, eu de fio dental e calça feminina senti um peso na minha barriga com isso, me sentia errada e suja, mas, ao mesmo tempo livre e em paz, terminamos a oração eu estava com lágrimas nos olhos, mas consegui disfarçar, essa sombra durou pouco, eu já estava conversando com as meninas completamente animada na varanda, olhando para as árvores e as estrelas.

Meu tio Luiz estava realmente exagerando na bebida e a minha camiseta já não cobria tanto a minha bunda quanto quando eu vesti. “Tah com uma bundinha linda em Paulo?”, quem fala é meu primo André, minha mãe que já estava incomodada resolveu falar, “Paulo acho que essa calça está muito estranha não quer trocar não?”, minha irmã responde antes, “É Natal mãe e ele está em casa, não acho que vale a pena, fazer ele ser o único com roupa velha no Natal.”, as duas se olham, minha mãe se desarma.

Mas aí meu tio sustenta a brincadeira do meu primo, “Mas tah com uma bundinha que parece até de menina de tão redonda…”, fazendo cara de safado, olho em volta com o queixo caído, a verdade, é que só eu e as meninas, levamos a sério. Meu tio e André riram, meu cunhado e o Padre preferiram fingir que não ouviram, minha irmã fuzilou meu tio com o olhar.

Veja é só uma brincadeira de um tio para com o sobrinho homem, totalmente irrelevante, se fosse com a Valéria, seria um escândalo brutal, o comentário só incomodou quem sabia que eu não era um garoto e principalmente quem sabia que para ele, esse era exatamente o ponto, “Tah gostando de bunda de menino agora tio?”, foi minha irmã quem resolveu perguntar, eu olho para ela, totalmente surpresa, “Porra Patrícia está me estranhando é?”, “O Patrícia, manera com o meu pai vai, seu irmão está parecendo uma menina.”..

Meu cunhado muda de postura, ele realmente é bem defensivo com a Patricia, ela ri, “Não discordo, está uma gracinha.”, eu sorrio olhando para ela, o Padre olha de olhos arregalados, percebendo que mais gente sabe. “Mas… Acho que têm que maneirar a piadinha né?”, “Ok Patrícia, desculpa, exagerei falando da bunda do Paulo.”, disse por fim o André, percebendo como assunto escalou.

Eu e as meninas resolvemos sair para fora…

Ficamos nos divertindo até elas começarem a ficar com sono, eu ainda estava elétrica e com uma boa quantidade de vinho na cabeça, entramos e todo mundo já tinha se retirado, minha mãe dormia, meus tios, meu primo e a esposa, minha irmã e cunhado, só ficamos nós pelo excesso de energia… kkkk… Levei as meninas até o quarto e deixei elas no quarto, elas como sempre trancaram a porta assim que entraram, eu respirei fundo, mas ainda não queria dormir, resolvi sair para o terreno mais uma vez.

Estava andando por entre as árvores, olhando o céu estrelado, sinto uma mão me virar e me pressionar contra uma árvore, “Paulinha você está uma graça garota.”, meu tio, seu hálito de álcool, estremeço, sentindo meu corpo tremendo de medo, “O que você quer?”, ele se afasta olhando para mim, vendo que eu fiquei com medo, “Nada neném e o que você quer?”, “Ir para casa.”, eu me viro, ele segura minha mão, sem força, mas segura, eu olho para trás.

“Não sentiu saudades do tio Paulinha, de gozar daquele jeito de novo.”, ele fala isso me olhando encarando todo o meu corpo com o olhar de homem faminto… Eu e Júlio embora, conversando, não tínhamos oficializado nada e eu não sou de ferro, como falei em outro conto, meu tio é bonitão forte, loiro, alto, o meu medo, era por ele ter sido bruto e ter falado o nome da minha irmã enquanto me fodia, porque eu realmente gozei, foi a primeira vez que gozei.

“Talvez, mas não quero.”, ele dá um sorrisinho sacana, quase uma risadinha, “Não quer porquê Paulinha? Eu vejo nos seus olhos…”, “Eu quero mas não com você.”, “Por causa do Padre?”, faço que não com a cabeça, “Porque você não sabe fazer.”, ele literalmente toma um choque quando digo isso, foi quase como se tivesse recebido um soco, talvez, ele preferisse um soco, eu não sabia na época, como um homem fica ferido, quando você diz que ele não sabe dar prazer para uma parceira, ou parceiro.

“Então me ensina Paulinha? Deixa eu aprender com você?”, a pergunta dele me desconcerta inteira, eu fico toda vermelha, me sinto arrepiar inteira, pensando nas possibilidades, tremendo e arrepiada, confusa e excitada, um homem com o olhar de um lobo para uma menina no meio das árvores, ele sente minha confusão e se aproxima e beija minha boca…

Mas não foi como da primeira vez, dessa vez eu correspondi e isso fez total diferença, eu percebo os lábios dele, recuar de leve, ele me deixa guiar o ritmo, não é uma invasão, como a primeira vez, nem é o beijo mágico com o Júlio, é um beijo de tesão, ele quer me comer de novo, eu estou excitada com a ideia de dar para ele de novo, mas ele me deixar guiar o beijo, me fez estremecer de prazer, me arrepiou inteira e quando ele percebeu isso ele me abraçou.

O abraço dele transformou o beijo que começou como uma invasão e foi para um beijo de tesão em um beijo de posse, de domínio, eu me sinto dominada, eu me sinto uma jovenzinha com um homem mais velho, que é exatamente o que somos e eu percebo nos atos dele, de como me segura pela cintura e me puxa para ele, que ele também percebeu, ele está começando a entender que não sou gay, que sou realmente uma mulher jovem e precisa me tratar como tal se quiser que não fale mais que ele não sabe fazer…

O que começou entre as árvores os beijos e as carícias, logo já estávamos na churrasqueira na área da piscina, ainda se beijando e se acariciando, eu estava arrepiada, trêmula, desejosa pelo contato, talvez tenha sido o alcool, embora ele estivesse mais flagrantemente bêbado, eu também estava um pouco, ou a carência de sexo, o novo prazer descoberto pelo meu corpo que só consigo com outra pessoa, mas eu me entreguei.

“Garota você usa umas calcinhas que enlouquecem qualquer um.”, foi a reação dele ao ver meu fio dental amarelinho quando eu removo o jeans branquinho ficando só de camiseta e calcinha, ele me beija, me acaricia, dessa vez, ele beija todo meu corpo, me arrepia, chupa meus mamilos, me fazendo suspirar e gemer baixinho, ele me leva para a cadeira de praia da piscina, eu sorrio…

Debruçada sobre a cadeira de praia, com a bundinha empinada, ele mostra que veio preparado ao me mostrar uma bisnaga de lubrificante intimo de verdade e não qualquer coisa de improviso, seus dedos começam a trabalhar no meu cuzinho, lubrificando, invadindo, incômodo vira gostoso, dorzinha, vira prazer e logo estou louca para ser fodida, quase implorando, rebolando nos dois dedos que se movem com força dentro de mim.

Ele se ajeita na entradinha, eu olho para trás, “Eu vou gritar.”, ele entende e tapa a minha boca, “Tudo bem assim?”, faço que sim com a cabeça, com a mão dele na minha boca para não chamar atenção de quem está na casa, ele empurra e eu grito com a mão na boca, estico meus braços para cima e tento fugir, subindo pela cadeira, a gravidade fazendo eu descer de volta de encontro a virilha dele.

Deitada de bruços, pernas abertas, segurando a borda de cima da cadeira, o céu começando a clarear, ele começa a me foder, só gritei quando entrou então ele tira a mão me deixando gemer, primeiro de dor, depois dor e prazer, logo puro prazer, rapidamente, indo de um espectro para o outro, debruçada sobre a cadeira, com os braços para cima, segurando a cabeceira da cadeira, as pernas abertas, sentindo ele socar com força suficiente para ouvir o impacto da pele com pele, a virilha dele contra a minha bunda.

Tremendo toda, babando e chorando de prazer, toda arrepiada, ele soca com vontade, até que por fim goza e quando ele goza acontece de novo, dou um gritinho me contorcendo toda, sentindo meu corpo todo ter um espasmo violento, revirando os olhos tremendo, só não caí da cadeira porque ele estava em cima de mim, me segurando com o pau enterrado no meu cu.

“Céus como senti vontade de ver esse orgasmo de novo.”, eu olho para ele, para trás, “Eu não sei como acontece.”, minha voz sai surrada, sem forças, meus olhos ainda lacrimejando, “Eu sei que eu gosto.”, ele fala, eu sorrio, ele tira eu solto um gemido manhoso e dolorido… “Vem com o tio.”, eu dou a mão para ele e sigo ele, que me leva para o banheiro do vestiário da piscina, onde têm um chuveiro para tirar o cloro do corpo, ou equiparar a temperatura da água e do corpo.

No banho ele me trata como uma princesa, me dando banho e carícias, enquanto faço o mesmo com ele, vendo o pau dele, reagindo, ficando duro de novo, eu sorrio, ele me faz ajoelhar, olhando para cima para o rosto dele, ele dá uma punhetadinha, só para ficar bem duro e me oferece, eu começo a lamber, beijar e depois coloco na boca, devagar, deixando ele foder meus lábios, com calma e cuidado, acariciando meu rosto e meus cabelos, comigo tremendo toda arrepiada.

Ele me percebe toda entregue olhando para cima com o pau dele na boca e sorri acariciando meu rosto, “Você é muito passivinha né?”, eu fico sem saber o que dizer, mas ele tira o pau da minha boca e me levanta, “Eu..”, não consigo explicar, porque ele me pega pela cintura, como se eu não pesasse nada, logo minhas coxas, estão ao redor da cintura dele, nossos lábios se encontram de novo, minhas costas encontram a parede e o pau dele encontra o caminho para meu cu mais uma vez.

Ele entra e eu dou um gritinho a boca aberta, a respiração acelerada, tremendo, minhas unhas arranham os ombros dele, “Cuidado gatinha, sua tia…”, eu tento não arranhar, só passo os dedos com força, enquanto ele me fode o cu nessa posição, no coloco dele, colada contra uma parede, o pau dele entrando e saindo, não muito rápido, mas bem forte, me fazendo tremer dos pés a cabeça de dor e prazer, toda esfoladinha, sentindo meu corpo todo reagir, como se fosse excessivo, começando a chorar denovo, mas do mais puro prazer.

Gozei super rápido, com ele me fodendo, sentindo molhar a barriga dele toda, depois gozei de novo, dessa vez sem ejacular e aí tive um dos meus orgasmos que me tiram do ar e me tiram as forças de novo, com ele olhando no meu rosto, vendo acontecer, vendo a baba escorrendo da minha boca, os olhos que lacrimejam revirando nas órbitas até quase ficar só o branco, as costas arqueando com tanta força, que ele precisa me prensar contra a parede para eu não cair, enquanto segura minhas coxas para eu não me debater e só aí ele goza, quando me sente relaxar inteira, depois de um mega orgasmo.

Ele me deixa ir para o chão, eu olho para ele toda perdida… Depois fomos buscar nossas roupas, eu ainda estou aérea, “Você está bem?”, ele me pergunta, eu olho para ele, um pouco confusa e faço que sim com a cabeça, “Acho que só estou esgotada.”, eu respondo no feminino mesmo, nem tenho forças para mais nada, ele sorri, espera eu me vestir, ficando admirando meu corpo de calcinha como da outra vez e essa é ainda mais atrevida, depois a calça que molda meu quadril, minha bunda, minhas pernas, ele me leva para casa.

Chego em casa vou direto para o quarto que divido com a minha mãe, onde me deito toda vestida na cama e adormeço, tendo um black out completo até bem tarde, depois dessa foda que eu não consigo classificar, principalmente por que tudo isso em plena madrugada de Natal, minha mente, estava feliz, mas confusa, muito confusa, mas muito feliz, eu estava me descobrindo cada vez mais mulher e a felicidade disso era muito intensa.

=== === === … … … FIM … … … === === ===

É isso povo, mais um capítulo da Priscila se descobrindo, encontrando seu caminho para se tornar a mulher que ela sabe que sempre foi, espero que gostem desse episódio, ele é um pouco tenso, mas também bastante erótico.

Se gostaram, votem e comentem, façam uma autora feliz.

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Foto de perfil de Dani Pimentinha CDDani Pimentinha CDContos: 37Seguidores: 97Seguindo: 22Mensagem Sou cd sou trans, sou queer, não consigo mais me definir por rótulos, sou ela, dela para ela, por escolha e preferência, não sou operada, não sei se faria, mas sou feminina, delicada, ousada, dane-se o mundo, dane-se o que pensam de mim, sou Dani.

Comentários

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Como o Tito falou e eu concordo, sua escrita tem evoluído.

Eu sou ignorante, no sentido original da palavra, ou seja eu não tenho conhecimento sobre essa questão da sexualidade, de ser trans.

Eu tinha ideia de q trans era um " super gay", e muita gente pensa isso. Mas agora entendi que homossexualidade é uma coisa e trans é outra.

Uma dúvida, então para ser considerado trans precisa de um diagnóstico então?

Existem diferentes tipos de trans ? A CD, a que faz uso de hormônio e a operada?

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A resposta a primeira pergunta é não e sim...

Não precisa de diagnóstico para ser considerada, porque é uma questão de identidade autoafirmativa.

Precisa de diagnóstico, para por lei, mudar de nome e fazer os tratamentos hormonais de mudança de sexo. Além do acompanhamento psicólógico que a essa altura, você já deve ter percebido a necessidade.

Sim mais ou menos... Algumas CD são trans, outras não, é uma questão mais de fetiche de inversão e roupas do sexo oposto, Uso de hormônios e operação, dependem do diagnóstico do seu terapeuta.

Algumas pessoas trans, não se identificam com o seu gênero, mas também ao contrário da Priscila, não têm repulsa por seu corpo atual... A mudança corporal, dentro da plástica, sempre passa por uma questão do paciente poder rejeitar a nova aparência.

Isso é uma questão de qualquer procedimento "Estético", sendo assim, o tratamento com hormônios e a cirurgia de ressignificação sexual, precisam de um acompanhamento próximo com a paciente, para ela ir se ajustando a sua nova aparência.

Algumas simplesmete não fazem, porque começam a achar que já foi suficiente até o passo tal e etc... Então vai variar de pessoa para pessoa dentro do seu próprio processo interno.

Por fim é interessante dizer que embora, Travesti seja considerado trans na maior parte do mundo, isso é um pouco errôneo.

Travesti é uma identidade sexual, puramente latino-americana, não existindo em lugar algum do mundo, considerada sua própria identidade.

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Travesti é uma identidade sexual puramente latino americana. Não sabia disso.

Uma outra questão, vc comentou q voltou a morar no Brasil recentemente. Como é a questão do preconceito no Brasil comparado com outros países?

Agora uma questão q não tem nada a ver com o conto. Vi que o Eduardo prometeu a alguns dias atras post próprio para o desafio 3, e até agora nada. Fico me perguntando o q será q aconteceu para ele não fazer o post ainda.

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Sim é sim...

https://pt.wikipedia.org/wiki/Travesti_(identidade_de_g%C3%AAnero)

Olha posso falar só de Brasil e Argentina... A principal diferença na Argentina é que as pessoas reagem quando alguém sofre preconceito, no Brasil há uma normalização do preconceito, lá existe um certo respeito a sua vida particular, que inclui sua identidade de gênero, de uma forma que geralmente, você fica mais protegida.

Claro, isso Buenos Aires, já ouvi dizer que têm cidades e cidades quando você vai para o interior... Da mesma forma o atual presidente Milei, abriu uma caixa de pandora conservadora e as demonstrações públicas de preconceito aumentaram, em níveis que o Argentino médio considera alarmante.

Acho que o Eduardo só está super-ocupado como sempre, mas breve eu devo postar o meu conto do desafio.

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