A luz da manhã entrava fraca pelas cortinas quando abri os olhos. Eram 5:10. Meu corpo ainda estava pesado da noite anterior, mas eu precisava ir para a escola. Levantei devagar, passei a mão no rosto e fui primeiro até o quarto dela.
A porta estava entreaberta. Empurrei devagar e entrei.
Minha mãe dormia profundamente, completamente nua, deitada de costas no meio da cama. As pernas estavam bem abertas, quase em posição de V. A buceta inchada e vermelha estava totalmente exposta, lábios grandes ainda entreabertos, clitóris protuberante, entrada dilatada e brilhando com resquícios secos do que eu tinha deixado dentro dela na noite anterior. Um filete branco e ressecado escorria pela fenda e descia até o lençol.
Os seios pesados estavam caídos para os lados, mamilos rosados ainda um pouco inchados. Havia marcas roxas novas nos seios, no pescoço e na parte interna das coxas grossas. A bunda enorme impedia de ver a visão por completo, mas a posição das pernas abertas deixava tudo à mostra.
Eu parei ao lado da cama, olhando fixamente.Meu pau começou a endurecer imediatamente dentro da cueca. Fiquei ali, respirando pesado, relembrando cada detalhe da noite anterior: como eu tinha metido nela de quatro, como a buceta dela estava molhada e aberta, como eu tinha gozado fundo dentro dela enquanto ela gemia inconsciente.
Fiquei ali por quase um minuto inteiro, olhando tudo com fome: a buceta aberta, os seios pesados subindo e descendo, a bunda enorme esparramada na cama, o corpo marcado e usado.
Meu pau estava duro pra caralho, marcando a cueca. Eu queria mais. Queria abrir mais as pernas dela, enfiar de novo, gozar dentro dela mais uma vez antes de ir para a escola. Mas o relógio já marcava 5:25. Eu precisava me arrumar.
Passei a mão em suas penas mas não subi, logo em seguida, afastei a mão com dificuldade, ainda olhando para a buceta inchada dela por mais alguns segundos. Depois me inclinei, dei um beijo leve na cabeça dela e sussurrei:
— Acorda, mãe… já estamos atrasados.
Ela murmurou algo incompreensível, virou pra cima devagar, mas não abriu os olhos. A perna de cima ficou dobrada, deixando a buceta ainda mais exposta.
Eu fiquei mais uns instantes olhando, gravando a imagem na cabeça: minha mãe pelada, pernas abertas, buceta usada e cheia da minha porra da noite anterior.
Finalmente me forcei a sair do quarto. Fui tomar banho rápido, me arrumar e pegar a mochila. Quando passei pela porta do quarto dela de novo, ela ainda dormia na mesma posição, completamente aberta e vulnerável.
Saí de casa sem acordá-la de verdade, o pau ainda meio duro dentro da calça só de lembrar da cena que tinha acabado de ver.
Cheguei na escola um pouco antes das 7h50, ainda com a imagem da minha mãe pelada e aberta na cama gravada na cabeça. O pau tinha finalmente amolecido no caminho, mas o peso no peito continuava lá uma mistura de culpa, tesão residual e uma preocupação que não ia embora.
Allan e Diogo já estavam na porta do prédio conversando, como sempre.
— E aí, filhinho! — Allan me cumprimentou com um soquinho no ombro. — Cara, você tá com cara de quem não dormiu. A Prof Paula melhorou? Ela vai dar aula hoje? Cadê ela?
— Não — respondi seco. — Ela teve uma piora ontem a noite e não conseguiu vir.
Diogo franziu a testa.
— Ontem ela tava estranha, né? Cheia de marca no pescoço. Você viu aquilo?
Allan riu baixo, mas havia curiosidade nos olhos dele.
— Eu vi. Parecia chupão pra caralho. Sua mãe tá namorando alguém e não contou pra gente?
Eu forcei um sorriso torto.
— Sei lá. Ela disse que foi picada de inseto.
Os dois trocaram um olhar, mas não insistiram. Entramos na sala para a primeira aula (Matemática). Sentei na terceira fileira, Allan na frente, Diogo ao lado dele. Tentei prestar atenção, mas minha cabeça voltava o tempo todo para casa: minha mãe deitada de pernas abertas, buceta inchada pingando minha porra, gemendo baixinho enquanto eu a fodia inconsciente.
No intervalo, ficamos na copa. Allan não parava de falar sobre o corpo dela.
— Mano, sério… ontem ela tava gostosa demais. Aquela calça jeans marcando a bunda… e os peitos balançando quando ela andava. Se eu fosse você, eu não deixava ela sair de casa vestida assim.
Diogo riu.
— Relaxa, Allan. A Professora Paula é adulta. Mas é verdade… ela tá diferente ultimamente. Mais… sei lá… solta.
Eu só ficava quieto, sentindo o estômago revirar. Eles não faziam ideia do quanto ela estava “solta”.
A segunda aula foi História. O professor falava sobre a Segunda Guerra, mas eu só conseguia pensar na noite anterior. Meu pau deu sinal de vida dentro da calça algumas vezes. Tive que cruzar as pernas para disfarçar.
No meio da aula Allan ques estava atrás de mim, vriou e insistiu de novo:
-A gente pode ir na tua casa depois da aula? A gente joga um FIFA, pede pizza… sei lá. Tô a fim de um dia com os manos fora daqui da escola.
Eu neguei de novo.
— Hoje não rola. Minha mãe tá passando mal, melhor deixar ela descansar.
Allan fez cara de decepcionado, mas não insistiu.
Quando o sinal final tocou, por volta das 12h00, saímos nos despedimos e já fui para o ponto de ônibus sozinho. Allan e Diogo foram juntos para o carro.
No ônibus de volta, sentei no fundo e fiquei olhando pela janela. Meu celular não tinha nenhuma mensagem dela. Nem “cheguei bem”, nem “tô acordando”. Nada.
Cheguei em casa pouco depois das 13h40. A porta estava destrancada sinal de que ela ainda não tinha saído.Entrei devagar. O apartamento estava silencioso. Fui até o quarto dela e abri a porta com cuidado.
Ela continuava exatamente como eu tinha deixado: completamente pelada, deitada de frente , uma perna esticada, a outra dobrada, deixando a buceta inchada à mostra. Os seios pesados estavam espremidos um contra o outro, mas agora estava semi-coberta até a barriga , havia uma pequena mancha úmida no lençol entre as pernas.
Ela ainda dormia profundamente, respiração pesada, boca entreaberta.
Fiquei parado na porta, olhando para ela por um longo tempo. O tesão voltou forte, mas agora vinha junto com uma tristeza pesada. Eu tinha abusado dela. Tinha gozado dentro da minha própria mãe enquanto ela estava inconsciente.
E o pior: uma parte de mim queria fazer de novo.
Fechei a porta devagar e fui para a cozinha esquentar algo para comer, o peito apertado, o pau latejando de novo dentro da calça.
Eu estava sentado à mesa da cozinha, almoçando quase sem fome. Tinha esquentado arroz, feijão e um pedaço de frango, mas mal conseguia engolir. A cabeça ainda estava no quarto dela —na imagem da buceta inchada, na bunda enorme exposta, na porra que eu tinha deixado dentro dela na noite anterior.
De repente ouvi o barulho de passos descalços no corredor. Ela apareceu na porta da cozinha.
Ela tinha acordado havia pouco. Estava vestida de forma simples, mas ainda carregava todo o peso da noite anterior no corpo. Usava uma camiseta velha minha, cinza, que era grande demais para ela. A barra da camiseta mal chegava ao meio das coxas grossas, deixando as pernas quase inteiras à mostra. Por baixo, dava para perceber que não estava usando nada os bicos dos seios grandes e pesados marcavam o tecido fino, e quando ela se mexia, a camiseta subia um pouco, revelando a curva inferior da bunda enorme e redonda. O cabelo loiro estava uma bagunça total, despenteado e com algumas mechas grudadas na testa por causa do suor da noite. O rosto ainda estava inchado de sono e ressaca: olhos vermelhos, olheiras profundas, batom borrado.
As marcas roxas no pescoço e no colo estavam bem visíveis agora, sem maquiagem para disfarçar. Havia também uma marca nova na parte interna da coxa esquerda um chupão grande e escuro.
Ela parou na entrada da cozinha, esfregou os olhos com as costas da mão e deu um sorriso fraco, voz rouca e arrastada:
— Bom dia… ou boa tarde, né?
Eu olhei para ela por um segundo, sentindo o estômago revirar. A camiseta subiu um pouco quando ela se espreguiçou, revelando que realmente não tinha nada por baixo. A buceta raspada apareceu por um instante antes dela baixar os braços.
— Já é quase duas da tarde — respondi, tentando manter a voz normal. — Fiz almoço. Quer?
Ela balançou a cabeça devagar, aproximando-se da mesa e sentando na cadeira à minha frente. Quando sentou, a camiseta subiu pelas coxas e ficou presa debaixo da bunda, deixando quase toda a parte de baixo exposta. Ela nem pareceu notar ou se importar.
— Tô com fome… mas minha cabeça tá explodindo — murmurou, apoiando os cotovelos na mesa. Os seios pesados pressionaram contra a mesa, os mamilos marcando ainda mais o tecido fino.
Ela pegou o garfo e começou a comer devagar, olhos semicerrados. Ela deu uma garfada pequena, mastigou devagar e depois me olhou.
— Você… dormiu bem? — perguntou ela, voz ainda rouca.
Eu engoli em seco antes de responder.
— Mais ou menos.
Ela assentiu, como se não tivesse energia para insistir. Continuou comendo em silêncio, a camiseta escorregando de um ombro e revelando mais do colo marcado. A cada movimento, a barra da camiseta subia um pouco mais nas coxas, ameaçando mostrar tudo de novo.
Eu continuava sentado ali, almoçando sem gosto nenhum, o pau começando a dar sinal de vida novamente só de olhar para ela daquele jeito desarrumada, marcada, seminua na minha frente, como se nada tivesse acontecido.
Ela comeu muito pouco. Mexeu no arroz e no frango com o garfo, deu umas três ou quatro garfadas e empurrou o prato para o lado, como se o cheiro da comida já a incomodasse.
— Não tô conseguindo comer… meu estômago tá revirado — murmurou ela, levantando devagar da cadeira.
A camiseta larga subiu novamente quando ela se levantou, revelando metade da bunda enorme e redonda. Ela nem se preocupou em puxar o tecido para baixo. Foi direto para o banheiro e tomou outro banho, dessa vez mais rápido.
Quando saiu, uns vinte minutos depois, estava com outra roupa: uma blusa larga de algodão preta e uma calcinha simples branca. O cabelo loiro ainda úmido caía solto nas costas. As marcas roxas no pescoço continuavam bem visíveis.
Ela sentou no sofá da sala com o celular na mão. Eu fiquei na cozinha, lavando a louça, mas prestando atenção em tudo.
Minha mãe discou um número, voz ainda rouca de ressaca:
— Alô? Marli? Oi, sou eu, Paula… Desculpa te ligar agora…
Ela fez uma pausa, pigarreou, tentando soar mais fraca do que realmente estava.
— É que eu acordei muito mal hoje… dor de cabeça forte, febre, enjoo… nem consegui levantar direito de manhã. Acabei não indo dar a aula. Nem consegui avisar antes, me desculpa mesmo. Foi tudo muito repentino.
Do outro lado, a coordenadora Marli respondeu alguma coisa.
Minha mãe continuou no mesmo tom:
— Sim… eu sei que é importante. Eu ia hoje, mas não consegui nem sair de casa. Amanhã eu vejo se consigo ir, mas qualquer coisa vou avisando e pego um atestado, tá? De novo, mil desculpas…
Ela desligou o telefone, soltou um suspiro longo e jogou o celular no sofá ao lado.
Eu não aguentei ficar quieto.
— Mãe… isso não tá certo — falei da cozinha, voz baixa mas firme. — Você faltou ontem sem avisar, hoje também… fingindo que tá doente. Isso é irresponsabilidade. Tem gente contando com você na escola. Os alunos precisam dessas aulas e é um saco ter reposição em horário diferentes.
Ela virou o rosto para mim, expressão cansada. Ficou em silêncio por alguns segundos, depois suspirou novamente.
— Você tem razão… — disse ela, voz baixa. — Eu sei que foi irresponsável. Desculpa.
Eu me aproximei da sala, parando na entrada.
— Então onde você estava ontem à noite? Porque eu vi a foto que você mandou… aquele barzinho com a tal da Jéssica. Você disse que ia ser “coisa rápida”. E chegou em casa às nove e meia, completamente bêbada de novo.
Ela olhou para o chão por um momento, depois voltou os olhos para mim. Tentou sorrir, mas saiu forçado.
— Eu estava com a Jéssica mesmo, filho. A gente foi naquele barzinho que eu te mostrei na foto. Só que… eu me animei demais. A gente começou a conversar, beber, o tempo passou voando. Eu perdi a hora, fiquei mais animada do que deveria. Não era pra você se preocupar. Eu sou adulta, sei o que estou fazendo da minha vida.
Ela falou aquilo com uma naturalidade que me irritou ainda mais. Como se fosse normal chegar destruída duas noites seguidas.
— Sabe o que está fazendo? — repeti, voz subindo um tom. — Chegando em casa de madrugada, vomitando no quarto, cheia de marcas no corpo… e agora mentindo pra coordenadora do curso? O uber te trouxe até em casa porque você não conseguia caminhar, você sabe o quanto isso é perigoso? Isso não parece alguém que “sabe o que está fazendo”.
Ela pegou o celular de novo, como se quisesse encerrar a conversa, e começou a mexer na tela.
Eu fiquei parado ali, olhando para ela , ainda com cheiro de álcool no ar, marcas roxas no corpo, mentindo descaradamente na minha frente.
Ela não respondeu mais nada, simplesmente se fechou. Virou o rosto, pegou o celular com mais força e foi para o quarto sem dizer uma palavra. A porta bateu com um som seco. Não foi forte, mas foi suficiente para marcar o fim da conversa.
O silêncio que ficou na sala era pesado, gelado.
Eu terminei de lavar a louça sozinho, sem pressa, só o barulho da água e dos pratos. Depois guardei tudo, limpei a bancada e fui para o meu quarto. Não trocamos mais nenhuma palavra.
O resto da tarde foi frio e mecânico, como se fôssemos dois estranhos morando na mesma casa.
Ela passou a maior parte do tempo no quarto, porta fechada. De vez em quando eu ouvia o som do celular dela notificações, vídeos curtos, risadas baixas que ela tentava abafar. Em nenhum momento ela saiu para falar comigo ou pedir desculpas.
Eu fiquei na sala, assistindo televisão sem som e no celular , só para ter alguma coisa ocupando o espaço. Mais tarde fiz um lanche rápido pão com queijo e refrigerante e comi sozinho na mesa da cozinha. Não chamei ela. Ela também não veio perguntar se eu queria alguma coisa.
Por volta das 18h, ela saiu do quarto só para pegar uma garrafa de água na geladeira. Estava com a mesma camiseta larga que usou de manhã, cabelo preso num coque bagunçado. Passou por mim na sala sem olhar nos meus olhos, pegou a água e voltou para o quarto. Nem um “oi”, nem um “tudo bem?”. Nada.
Eu também não forcei conversa. Fiquei sentado no sofá, olhando para a TV, sentindo o peito apertado e vazio ao mesmo tempo.
Às 19h30 ela apareceu de novo, já vestida para dormir: uma camisola velha cinza, curta, sem sutiã. Foi até a cozinha, esquentou só um copo de leite no micro-ondas e tomou em pé, encostada na bancada. Eu estava na sala, fingindo mexer no celular. Nossos olhares se primeiro.
— Boa noite — disse ela, voz baixa e neutra, quase automática.
— Boa noite — respondi no mesmo tom.cruzaram por meio segundo. Ela desviou
Ela voltou para o quarto e fechou a porta. Ouvi o clique da fechadura e barulho de como tirasse a chave do trinco e colocasse em alguma superfície. Não era costume dela trancar a porta e ainda mais daquela forma. Hoje trancou.
Fiquei mais uma hora na sala, luz da TV ligada em volume baixo. Depois levantei, apaguei as luzes da sala e da cozinha e fui para o meu quarto.
Fiquei jogando no Play 5 até umas 23h. Era o único jeito de desligar a cabeça matar zumbis, correr em mapas, qualquer coisa que não fosse pensar nela. Quando finalmente desliguei o console, o apartamento estava silencioso. Fui ao banheiro de fininho, fiz xixi, lavei o rosto e voltei pelo corredor escuro.
Ao passar pela porta do quarto dela, parei.
A porta estava fechada, mas o buraco da fechadura , onde deveria entrar a chave , estava vazio. Dava para ver perfeitamente o interior do quarto através daquele pequeno orifício redondo.
A luz do abajur estava acesa, criando uma claridade amarelada. Espiei.
Ela estava deitada na cama, completamente nua, pernas bem abertas e joelhos dobrados de frente para a porta. A buceta dela estava inchada, vermelha e brilhando de lubrificação. Os lábios grandes carnudos estavam abertos, o clitóris protuberante e latejando. Com uma mão ela segurava o celular bem perto do rosto, olhando para a tela com olhos semicerrados e boca entreaberta. Com a outra mão, estava se masturbando de forma intensa e safada.
Ela já tinha quatro dedos enfiados fundo na buceta. Quase a mão inteira. Os dedos entravam e saíam com força, fazendo um barulho molhado e obsceno que chegava até o corredor. Os lábios grossos se esticavam obscenamente ao redor da mão, abrindo-se ao máximo toda vez que ela socava mais fundo. Um fio grosso de lubrificação escorria pelos dedos, pelo pulso, molhando o lençol embaixo dela.
Ela gemia baixo, rouco, voz de puta no cio:
— Isso… mais fundo… me arromba… — sussurrava para o celular, quadril levantando da cama para encontrar os próprios dedos.
Enquanto eu olhava, meu pau endureceu imediatamente. Baixei a bermuda e a cueca até os joelhos e comecei a bater uma devagar, olhos grudados na cena.
Foi então que notei algo brilhando entre as nádegas enormes e abertas dela.
Um plug anal prateado. Uma joia redonda e brilhante na base, encaixada fundo no cuzinho rosado. Toda vez que ela metia os quatro dedos na buceta, a bunda se contraía e o plug reluzia, entrando e saindo levemente com o movimento.
Eu fiquei descreditado.
Minha mãe a mulher que me criou, que sempre foi discreta, que nunca deu sinal de ser safada estava deitada na cama, enfiando quase a mão inteira na buceta melada, gemendo como uma vadia completa, com um plug anal enfiado no cu enquanto olhava algo no celular.
Eu bati mais rápido, punho subindo e descendo no pau duro, pré-gozo escorrendo pelos dedos. Ver ela daquele jeito tão safada, tão puta, com plug no cu, me deixava louco.
Ela arqueou as costas de repente, quadril erguido, enfiando a mão quase até a palma. A buceta pulsou visivelmente, apertando os dedos enquanto ela gozava forte, gemendo rouco e longo, o plug anal brilhando no cuzinho contraído.
Eu gozei quase junto com ela, jatos grossos caindo no chão do corredor, corpo tremendo, olhos fixos na buceta dela que ainda pulsava ao redor dos dedos.
Ela relaxou na cama, mão ainda dentro da buceta, ofegante, olhando para o celular com um sorrisinho satisfeito e safado.
Eu recuei devagar, pernas fracas, pau ainda pingando. Fui no banheiro, peguei um papel para limpar minha sujeira e fui para o meu quarto em silêncio, coração disparado.
Minha mãe não era mais a mesma. E eu não sabia se odiava isso… ou se queria ver mais.