O dia em que minha tia me ajudou a comer a minha mãe. Epílogo – Noites que viraram rotina

Um conto erótico de Afonso
Categoria: Heterossexual
Contém 703 palavras
Data: 25/03/2026 11:17:02

Duas semanas depois.

Meu pai viajou de novo — dessa vez pra uma conferência de três dias em Brasília. A casa ficou silenciosa, só o som do ar-condicionado e o tique-taque do relógio na sala. Mas o silêncio era mentiroso. Porque, desde aquela noite no quintal, a casa nunca mais foi a mesma.

Eu estava no quarto quando ouvi os passos leves no corredor. A porta se abriu devagar. Mamãe entrou, vestindo só uma camisola curta de algodão branco, fina o suficiente pra mostrar os contornos do corpo. Sem sutiã, os seios médios e firmes marcavam o tecido, mamilos já endurecidos pelo ar fresco da noite. O cabelo curto bagunçado de um jeito que me deixava louco. Ela trancou a porta atrás de si, encostou nas costas e me olhou com aquele sorriso tímido que agora carregava uma safadeza assumida.

— Seu pai ligou dizendo que o voo atrasou... chega só amanhã à noite — disse ela, a voz baixa, quase sussurrando.

Eu me levantei da cama, o pau já endurecendo só de vê-la ali.

— Então a gente tem tempo.

Ela caminhou devagar até mim, parou bem na frente. Colocou as mãos no meu peito, subindo devagar até o pescoço.

— Eu pensei em você o dia inteiro... no trabalho, na academia. Toda hora imaginando isso.

Eu a puxei pela cintura, colando nossos corpos. Beijei ela devagar, língua explorando a boca quente. Minhas mãos desceram pelas costas, apertando a bunda redonda por baixo da camisola. Ela gemeu na minha boca, empurrando os quadris contra o meu pau duro.

— Deita na cama... de costas — pedi, a voz rouca.

Ela obedeceu, deitando de costas, a camisola subindo até a barriga, expondo a buceta depilada já brilhando de umidade. Eu subi em cima dela, beijando o pescoço, descendo pelo colo. Cheguei aos seios. Levantei a camisola devagar, revelando os mamilos rosados e duros. Segurei um deles com a mão, apertando de leve, enquanto levava a boca pro outro.

Chupei devagar no começo, língua circulando o mamilo, lambendo a aréola. Ela arqueou as costas, gemendo baixo.

— Isso... chupa os peitos da mamãe... assim... mais forte...

Eu obedeci. Chupei mais forte, puxando o mamilo com os lábios, mordiscando de leve. A outra mão apertava o seio oposto, massageando, sentindo a firmeza que ainda desafiava a idade dela. Ela enfiou os dedos no meu cabelo curto, puxando minha cabeça contra o peito.

— Ah... Afonso... sua boca... tá me deixando louca... chupa mais... mama com fome...

Eu alternei entre os dois seios, chupando um enquanto apertava o outro, lambendo, sugando, deixando marcas leves de dentes. Ela gemia cada vez mais alto, as coxas se abrindo sozinhas, convidando.

— Me fode... agora... não aguento mais...

Eu me posicionei entre as pernas dela, o pau duro roçando a entrada molhada. Entrei devagar, sentindo ela apertar ao meu redor, quente e úmida. Comecei a meter ritmado, fundo, enquanto voltava a chupar os seios. Um mamilo na boca, a outra mão apertando o outro.

Ela envolveu minhas costas com as pernas, puxando mais fundo.

— Isso... mete na sua mãe... chupa enquanto me fode... ahn... eu amo isso... amo você assim...

Acelerei. A cama rangia baixo, os gemidos dela enchendo o quarto. Ela gozou primeiro, apertando forte ao meu redor, tremendo inteira, gemendo meu nome entre suspiros.

— Goza dentro... enche a mamãe... por favor...

Eu meti fundo algumas vezes e gozei forte, enchendo ela de novo, gemendo rouco contra o seio dela, ainda chupando o mamilo enquanto o prazer me atravessava.

Ficamos colados depois, ofegantes. Ela acariciou meu rosto, beijou minha testa.

— Isso virou nossa rotina... né? — sussurrou ela.

Eu sorri, ainda dentro dela.

— Toda vez que ele viajar... ou até quando ele estiver em casa, se a gente for esperto.

Ela riu baixo, apertando os seios contra meu peito.

— E eu vou continuar usando esse hidratante de frutas vermelhas... só pra te deixar louco.

Eu beijei ela devagar.

— Continua. Porque eu nunca vou cansar de você.

A noite seguiu assim: mais uma mamada nos seios dela, mais uma foda lenta e carinhosa na cama que era do meu pai. Sem culpa. Sem pressa. Só nós dois, finalmente livres pra viver o que sempre quisemos.

E a casa... bem, a casa agora guardava segredos que ninguém mais precisava saber.

Fim.

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