Continuando nossa historia gente…
Minha mae fechou a porta do meu quarto com um clique suave. A luz do abajur ao lado da minha cama era a única iluminação, dourada e quente, exatamente como nas fotos que ela tinha me mandado por engano.
Ela ficou parada por um segundo, completamente nua, as mãos cruzadas na frente do corpo, um gesto tímido que não escondia quase nada. Os seios , ainda arrepiados. A pele brilhava levemente do creme caro que ela passa todas as noites – aquele cheiro doce de baunilha misturado com jasmim invadiu o quarto como uma névoa.
Eu estava sentado na beira da cama, só de cueca boxer preta, o pau ainda duro, marcando o tecido de forma evidente. Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ela conseguia ouvir.
“Mamãe…” minha voz saiu rouca, quase um sussurro.
“Você veio mesmo.”
Ela deu um sorrisinho nervoso, aquele sorriso vaidoso e carinhoso que eu conhecia desde criança, mas agora carregado de algo novo – desejo puro.
“Eu vim, meu filho. Não consegui ficar lá sozinha depois de tudo que a gente falou… e viu.”
Ela deu um passo à frente, os pés descalços silenciosos no chão frio.
“Eu tô tremendo inteira. De vergonha… de medo… e de tesão também. Isso é loucura, né?”
Eu estendi a mão. Ela veio devagar e segurou meus dedos. A pele dela era macia, quente, perfumada. Puxei gentilmente até ela ficar entre as minhas pernas. Nossos rostos ficaram próximos. Eu sentia o calor do corpo dela irradiando.
“É loucura,” concordei, olhando nos olhos castanhos dela. “Mas eu não quero parar. Você é linda demais, mãe. E eu… eu nunca senti nada parecido olhando pra alguém.”
“Você não pode dizer essas coisas pra sua mãe filho…
mas Deus, como é bom ouvir isso… aaiii…
Ela respirou fundo, os seios dela roçaram de leve meu peito.
Sabe filho… Depois que você desligou a câmera, eu fiquei lá no quarto, tocando minha bucetinha pensando em você. Gozei rapidinho só de lembrar da sua voz dizendo que queria me foder. Depois fiquei com medo que você tivesse se arrependido.
Não me arrependi nem por um segundo mãe. Minha mão livre subiu devagar pelo braço dela, sentindo a pele arrepiada. Na verdade, eu tô louco pra te tocar de verdade agora.
Ela fechou os olhos por um instante, soltando um susurrinho.
“Então me toca, Daniel… eu quero sentir cada segundo disso.”
Eu me levantei, fiquei em pé na frente dela. Nossos corpos colados. O pau roçou de leve na barriga macia dela. Dona Regina soltou um gemidinho baixinho quando sentiu ele duro encostando nela.
Deita na minha cama, mãe. De bruços.Ela olhou para mim com uma mistura de surpresa e excitação.
Por quê filho?
Porque você merece uma massagem. Você vive me mimando, fazendo minha comida, me abraçando quando eu chego estressado do trabalho. Hoje eu quero cuidar de você inteira minha deusa… Relaxar esse corpo lindo que você cuida tão bem.
Deita. Confia em mim.
Ela obedeceu. Deitou de bruços no meio da minha cama, o rosto virado de lado no travesseiro, os braços dobrados embaixo da cabeça.
A bunda, empinada, ficou bem à mostra. As pernas levemente abertas. A bucetinha raspada aparecia entre as coxas, brilhando molhadinha. Eu peguei o frasco de creme corporal dela.
Vou usar o seu creme, tá? pra eu sentir seu cheiro o tempo todo. - Você é safado, hein, filho…murmurou ela, sorrindo contra o travesseiro.
Comecei pelos ombros. Minhas mãos espalharam o creme na pele dela. Massageei devagar, carinhoso. Regina soltou um suspiro longo, profundo:
“Ai, filho… que delícia. Suas mãos são tão quentes… tão fortes.”
Desci pelas costas, acompanhando a coluna, sentindo cada curva do seu corpo. Quando cheguei na lombar, ela arqueou de leve, empinando a bunda sem querer.
Relaxa, mamãe. Deixa eu cuidar de você.
Minhas mãos desceram mais. Massageei as laterais da cintura, depois as costelas, roçando de leve a lateral dos seios que estavam espremidos contra a cama.
Então ela soltou um gemidinho mais rouco.
Filho… você tá tocando nos meus peitos…
Estou? fingi inocência, mas continuei, minha mão deslizando bem perto dos mamilos. Desculpa mãe… mas eles são tão macios.
Ela riu baixinho, mas a respiração já estava mais pesada. Continuei descendo. Agora minhas mãos cobriram sua linda bunda. Espalhei o creme generosamente, massageando firme e com movimentos intensos. A bunda dela era perfeita – redonda, empinada, pele sedosa. Meus dedos deslizavam pela fenda, sem invadir ainda, só provocando.
Regina abriu mais as pernas, quase sem perceber.
Daniel filho… deus do céu… isso tá ficando perigoso, sussurrou, mas não havia nenhum tom de parada na voz. Seu corpo dizia o contrario, seu corpo queria mais toque, mais prazer…
Perigoso como? perguntei, enquanto meus dedos desciam pela parte interna das coxas, bem perto da bucetinha, sentindo o calor que vinha dali. Eu estava prestes a tocar e sentir de vez a bucetinha linda de onde eu sai.
Porque eu tô ficando molhada de novo… e você tá massageando a bunda da sua mãe como se eu fosse uma mulher qualquer filho…
Você não é uma mulher qualquer, mãe. Você é a mulher mais gostosa que eu já vi na vida.Minhas mãos subiram de novo, abrindo bem as nádegas. Agora eu via tudo, o seu cuzinho rosado piscando, a bucetinha inchada, os lábios brilhando de tesão.
Olha como você tá molhada maezinha… isso tudo é pra mim? Me fala…
Ela gemeu, bem manhosa… ainnnnn… isssooo…
Tudo, tudo filho… tudo pra você, meu amor. Desde que eu mandei aquelas fotos sem querer… eu não consigo parar de pensar em você me olhando assim, me desejando como um homem faminto por sexo, desejando essa Mulher fogosa e dengosa, carente de sexo, de amor, de carinho, subindo pelas paredes filho…
Eu me inclinei e dei um beijo leve na lombar dela. Depois outro, mais baixo. Regina tremeu inteira.
Vira de frente pra mim agora. Quero massagear a frente também.
Ela virou devagar, dava pra ver nos seus olhos o desejo. Ela tava com uma expressao no rosto que nunca vi em nenhuma mulher… ela necessitava viver esse momento… ela necessitava sentir o proprio filho dentro dela, dentro da buceta de onde ele saiu…
Ao virar, seus seios ficaram soltos e apontando pra cima, duros apontando para o teto. A barriga macia, a buceta completamente exposta, suas pernas abertas e sem pudor nenhum…
Eu coloquei mais creme nas mãos e comecei pelos pés. Fui subindo pelas panturrilhas, joelhos, coxas.
Quando cheguei na parte interna das coxas, meus dedos roçavam de leve os lábios da buceta a cada movimento. Regina arqueava o quadril, buscando mais contato.
Ela segurou sua mao com firmeza na minha… mais sem tirar: filho… ahhhh… voce tocou nela, é errado um filho tocar a buceta da propria mae… para de provocar filho… to no meu limite… e mesmo assim o tom era puro convite.
Não tô provocando mae… Tô massageando. Falei sorrindo, bem safado.
“Mas se você quiser que eu massageie outro lugar…”
Ela mordeu o lábio, os seus olhos ficaram fixos nos meus.
Massageia minha buceta, filho. Por favor. Eu imploro… nao devia… mais imploro, me toca… sente a bucetinha da sua mae filho… ela é sua meu amor… sua… nao para nunca… continua por favor…
Ela soltou minha mão, e então eu toquei novamente, fui acariciando e conhecendo sua bucetinha com meus dedos, sentindo cada pedaço, ela estava tao molhada, que meus dedos deslizavam, formando uma babinha de tanto que eu alisava ela… até que olhando nos olhos dela, peguei meu dedo maior, e fui metendo na bucetinha e fazendo movimentos, ela ficou toda mole e sensivel sentindo meu dedo….
Meu pau deu um salto dentro da cueca. Nao resisti mais e tirei ela de uma vez, ficando completamente nu. O pau balançou, a cabeça brilhando com meu mel.
Regina olhou direto para ele, lambendo os lábios.
Deus… que coisa linda. Ta tao duro… nossa… como voce cresceu filho…
Eu me posicionei entre as pernas dela. Tirei meu dedo da sua bucetinha, levei até minha boca e senti seu gosto… doce, consistente, misturado com seu suor, e com o seu cheiro de fêmea…
Como voce é safado filho… ainnnn… o que achou do gosto da minha bucetinha meu amor??
Muito bom mae… vou ter muito tempo pra beber todo esse mel delicioso que sai da sua bucetinha…
Depois minhas mãos espalharam creme na barriga, subindo até os seios. Comecei a massagear os seios com movimentos lentos, circulares, apertando de leve, roçando os biquinhos. Regina gemeu alto agora, sem vergonha.
Ai, meu filho… assim… aperta mais os peitos da mamãe.
Enquanto massageava os seios, meu pau roçava contra a buceta dela. A cabeça quente deslizava entre os lábios molhados, sem entrar ainda, só provocando e esfregando no grelinho dela…
De repente ela me segurou firme, os olhos cheios de emoção e luxúria…
Daniel filho… eu te amo tanto. Como filho… e agora como homem também. Isso tá tão certo e tão errado ao mesmo tempo. Entra em mim filho… por favor… eu te imploro… preciso sentir voce dentro de mim…
Eu também te amo, mãe. E eu quero te fazer feliz de todos os jeitos. Me inclinei e finalmente a beijei na boca. Pra mim esse momento foi como entrar no paraiso… O beijo começou bem carinhoso – nossos lábios macios se tocando, nossas línguas se encontrando devagar. Depois ficando mais profundo, mais urgente, mais faminto… Nossas bocas se devoravam enquanto minhas mãos continuavam massageando os seios e minha rola deslizava para cima e para baixo na fenda molhada dela.
A dona Regina gemia manhosa dentro da minha boca.
“Enfia devagar, amor… deixa a mamãe sentir cada centímetro do pau do filho dela.”
Então eu Posicionei a cabeça na entrada da buceta quente e molhada e empurrei devagar.
A buceta dela era apertada, quente, encharcada de tesao. Centímetro por centímetro eu entrei, sentindo as paredes da sua bucetinha pulsando e apertando meu pau. Regina jogou a cabeça para trás, gemendo alto, as unhas cravando nas minhas costas.
Aaainnn meu Deus… que pauzão gostoso… tá me enchendo toda, Daniel… vai fundo, filho… me come, me devora, me fode filhoo…
Quando eu estava completamente dentro, parei…
Apenas sentindo o calor dela me envolvendo. Nossos rostos colados, nossa respiração misturada.
Eu tô dentro de você, mamãe,” sussurrei. “Tô fodendo gostoso a minha mãe… e nunca me senti tão bem na vida.
E eu tô deixando meu filho me foder… e tô amando cada segundo.
Comecei a me mover devagar, com estocadas longas e profundas. A massagem tinha virado completamente outra coisa – um ato de amor proibido, intenso, safado e romântico ao mesmo tempo. O som molhado da buceta dela engolindo meu pau enchia o quarto. Seus gemidos carinhosos misturados com palavras safadas:
Assim, meu amor… fode a mamãe gostoso… você é o homem da casa agora… me faz sua.
Eu acelerei um pouco, segurando a cintura dela, batendo mais fundo. Os seios balançavam a cada estocada. Regina cravou as unhas nas minhas costas, puxando meu corpo contra o dela.
Eu vou gozar, Daniel… não para… me fode filho… me fode enquanto eu gozo no seu pau filho!
O orgasmo dela veio forte – a buceta apertando meu pau em espasmos, jorrando um pouco de líquido quente. Ela gritando meu nome, o corpo tremendo inteiro, seus olhos estavam revirando de prazer. Era incrivel ver ela naquele estado, ela tava possuida de amor, prazer, tesao… pelo proprio filho…
Eu segurei o máximo que pude, mas quando ela gozou, eu não resisti. Dei mais algumas estocadas profundas e gozei dentro dela, enchendo a buceta da minha mãe com porra quente, jato após jato.
Caímos abraçados, suados, ofegantes. Eu ainda dentro dela, amolecendo devagar. Regina acariciava minhas costas, beijando meu pescoço, meu rosto, minha boca.
Meu Deus, filho… o que a gente fez… murmurou, mas o tom era feliz, saciado.
Fizemos amor, mãe. E foi perfeito.
Foi. Perfeito é pouco filho… foi incrivel… E eu quero mais. Muito mais.
Filho… Agora que atravessamos essa linha… eu não quero voltar atrás nunca mais…
Ficamos ali, abraçados, com meu pau ainda dentro dela, sentindo as batidas dos corações se acalmando. O cheiro de sexo misturado com baunilha e jasmim. A cumplicidade nova entre nós, mais forte do que nunca.
Continua….