Amanda, a personalidade recatada de minha filha tinha surpreendentemente me pedido ter uma experiencia como vadia para saber como se sentiria, já que sua outra personalidade criada em sua mente, Diana adorava ser vadia.
Aproveitando o momento tentado a fazer gostar tanto que não precisasse mais de Diana e fundissem suas personalidades coloquei a condição de que ela não poderia recusar nada se era para experimentar e ela aceitou, mesmo eu tendo colocado tudo o que poderia acontecer.
Depois de dar a ela a roupa de puta que Diana usou em nossa primeira noite eu a esperava na sala naquela sexta-feira a noite com a certeza de que se ela não desistisse eu faria tudo o que fiz de mais vadio com Diana na primeira vez.
Estava pronto a esperando na sala após ter levado uma toalha e água para o carro, porque faria Amanda me chupar e ir até o fim engolindo meu esperma o que ela ainda não tinha conseguido fazer, mas por seu nojo poderia até vomitar e precisávamos estar preparados.
Quando chegou toda tímida e a vi vestida como uma puta como Diana naquela noite, minha excitação explodiu na maior excitação de minha vida na mesma intensidade que tive com Diana na primeira vez por estar por fazer o mesmo sexo devasso também com Amanda.
A vendo tão tímida, foi inevitável me preocupar e fazer o que tinha que fazer.
– Quer desistir? Parece que você não está se sentindo bem.
– Não papai. É só um desconforto inicial. Acho que não é pelo que faremos, mas por saber que todo mundo vai olhar para mim e você sabe que odeio isso. Estou me sentindo nua com essa saia tão curta, essa calcinha tão pequena e sem sutiã expondo meus mamilos pelo tecido.
– Eu sei, mas se você quer saber como é, tem que ter a experiencia completa e estarei a seu lado.
– Eu sei. Vou me acostumar durante a noite. E se preciso ter a experiencia completa, então o que preciso agora é te pedir para me foder, perguntou tímida, mas sorrindo tentando entrar no clima.
Me levantei e fui até ela parando em sua frente olhando todo seu corpo dos pés à cabeça várias vezes o admirando. Não foi à toa que Diana me seduziu aquela noite, porque Amanda como ela, era a garota de programa mais linda e gostosa do mundo.
– Se tem algo que você não vai precisar essa noite é me pedir para te foder, mas mesmo assim quero que você esteja livre para pedir toda vez que quiser. Sério, eu nunca estive tão tarado em minha vida, tanto quanto naquela noite com Diana quando tirei sua virgindade e fiz sexo com minha filha pela primeira vez. O fato de você estar abrindo mão de seu recato para ter essa experiencia, me deixou muito excitado.
– Só pelo que você falou, já valeu a pena papai. Eu amo que você me deseje dessa forma e não posso negar que amei ainda mais você confessar que está tão tarado por mim quanto que já esteve pela Diana. Imaginei que isso nunca seria possível.
– De agora em diante vou fazer com você tudo que fiz com Diana naquela noite, talvez até mais por meu tesão. Em sua experimentação quero te deixar tão tarada que me diga por você mesma que se sente uma vadia e que peça para te foder e peça meu esperma. A Diana diz que vadias adoram pau, ainda mais se for grande como o meu e também amam esperma.
Sob seu olhar surpreso nem a deixei responder e já a abracei dando um beijo extremamente rude como nunca tinha dado em Amanda. Pega de surpresa se chocou e demorou a reagir, mas logo a sinto se pendurando me meu pescoço tentando me beijar da mesma fora.
Aproveitando sua entrega devagar fui nos levando até que a encostei de costas na parede no mesmo lugar onde fodi Diana pela primeira vez. Como não era a primeira vez que fazia sexo com Amanda abreviei não apalpando seus seios e nem espalmando sua buceta e já fui para sua calcinha roxa indecente já a sentindo encharcada e de tão estreita na virilha não tive nenhuma dificuldade de a afastar do caminho.
Abri a calça, a abaixei com a cueca e empunhando meu pau o esfreguei em sua racha o melando. Ao encaixar já tinha tomado a decisão de ser mais intenso do que sempre fui com ela. Se em Diana a fiz sentir dor para a domar e até a maltratar um pouco por ter me deixado bravo dizendo que iria foder outro, com Amanda a intenção era que ela se sentisse vadia como Diana não precisando mais da outra personalidade. Além do mais, sua buceta não era mais virgem e estava moldada a meu pau.
Desdobrando os joelhos fui invadindo e arregaçando aquela bucetinha com uma virilidade jamais usada com ela e nem tinha ido tão rápido. Como seus gemidos delirantes abafados pelo beijo em 5 segundos eu já tinha enterrado tudo a arrombando sem dó. Mesmo com a dor dilacerante Amanda explodiu em um gozo incontrolável com seu corpo todo tremulo preso por mim contra a parede.
Comecei a estocar de baixo para cima com toda minha energia a levantado do chão a cada penetração intensa. Toda vez que minha glande tocava seu colo de útero ela gemia abafado em minha boca parecendo ter o orgasmo aumentado.
A excitação por minha filha recatada estar se entregando a mim como uma vadia e a chance de a curar me animavam e me levavam mais perto do orgasmo chegando à parte mais difícil daquela noite, a tratar verbalmente como vadia como fazia com Diana. Tomei folego e fiz o que precisava, interrompendo o beijo a deixando gozando enquanto a fodia sem dó.
– Goza minha vadiazinha, goza. Você adora meu pau grande, não é? Essa noite ele vai te foder até não aguentarmos mais e você terá minha porra dentro de você a noite toda porque não vou te deixar limpar como uma vadia que você é. Vou te expor em público toda vazando mostrando a todos que essa vadia pertence ao papai dela. Estou gozaaaaaaandooooooooooooo, gritei jorrando uma mar de esperma acumulado em seu útero.
Amanda me olhou estranho e tendo um gozo ainda mais forte convulsionando seu corpo, simplesmente apagou depois de alguns segundos tendo que me fazer a segurar prensada na parede para que não escorregasse enquanto eu ainda gozava.
Assim que terminei, me desencaixei e puxando meio sem jeito sua calcinha ao lugar e minha cueca para cima, a peguei no colo e a levei até o sofá a deitando, colocando umas almofadas por baixo de suas pernas. Enquanto ela não voltava, enfim arrumei melhor minha cueca e subi e fechei a calça. Logo depois ela abriu os olhos um pouco perdida.
Em minha mente a preocupação de ter exagerado na intensidade de meus golpes e principalmente na forma que falei com minha filha recatada. Fiquei ajoelhado a seu lado acariciando seu rosto e cabelo, até que a senti mais consciente.
– Me perdoe filha. Acho que fui muito rápido e exagerei logo na primeira na força e no que falei.
Amanda ainda demorou para conseguir responder até que conseguiu.
– Você está me pedindo perdão por ter me dando um orgasmo tão forte e tão bom que me fez desmaiar papai? Você exagerou sim, mas foi o que me excitou tanto. Fora me dizer tudo o que vai fazer e me expor essa noite. Como é que a Diana fala de você quanto está com ela? Devasso? Adorei você devasso papai. Nunca me senti tão desejada, falou sorrindo.
– Desejo por você é que não falta filha. Já que você desmaiou quer deixar o resto para outro dia?
Amanda sorriu de uma forma que me fez lembrar Diana como se ela tivesse voltado.
– Eu te pedi essa noite e agora de pouco você me fez um monte de promessas safadas e quero que cumpra todas elas. Esse corpo já está acostumado e devagar minha mente vai se acostumar. Só vou dar um jeito em meu rosto e cabelo e poderemos ir, falou já se levantando.
Se era o que Amanda queria, eu tinha que continuar lhe dando.
– Não vá limpar a buceta, falei impositivo.
– Você sabe que essa calcinha não segura nada, né papai?
– Sei muito bem e se vazar vai para dentro do cano da bota. Onde vamos vai estar escuro e ninguém vai ver e no hotel, se virem saberão que você é minha vadia e te fodi muito antes e vou te foder ainda mais no quarto.
Em pé seu corpo deu uma tremida mostrando excitação.
– Ahhh papai, então vamos logo. Estou com muito tesão.
Amanda ainda não disse se sentir vadia, mas não parecia longe e eu precisava a fazer se sentir e mais do que sentir, revelar a si mesma que era uma vadia.
Depois de uns 10 minutos já estávamos no carro em direção a balada e assim que pegamos a estrada minha mão foi para a pele aparente de sua coxa entre a bota e a calcinha.
Depois de uns 30 minutos de estrada já recuperados e faltando o mesmo tempo para chegar, era o momento do teste final para saber se Amanda poderia mesmo ser tão vadia como Diana. Ela teria que fazer o que nunca tinha feito que era engolir meu esperma. Poderia esperar o estacionamento sendo mais seguro, mas nada seria mais vadio do que ela me chupar e engolir meu esperma enquanto eu dirigia.
Diferente do que fiz com Diana, espalmei sua bucetinha por cima da calcinha que pouco escondia e desta vez afundei meu dedo tocando seu clitóris e o esfregando.
– Ahhhhhhh papaiiiiiiiii, não acredito que já estou tão excitada novamente.
– É porque você é uma vadia e vadias adoram fazer seus homens gozarem, mesmo que não gozem, não é mesmo?
– Acho que sim papai. Essa é minha primeira vez como vadia. Ahhhmmmm.
– Então para ter certeza, você agora vai fazer o papai gozar nessa boquinha gostosa.
Na penumbra do carro ela me olhou tarada e depois para minha mão abrindo minha calça, o zíper e a empurrava para baixo liberando meu pau. A seguir levei minha mão para sua nunca e a puxei para vir por cima do console que aceitou meu comando e se deitou sobre ele. Amanda o pegou na mão diante seus olhos.
– Ahhhhh papai. Fazer isso com você dirigindo é tão safado.
– É muito vadio Amanda. Só uma vadia faz isso, falei a puxando até que o colocou na boca o chupando com avidez.
Usei seu nome para destacar para ela mesma que era Amanda a vadia naquela hora e não Diana. Deixei minha mão em sua nuca enquanto ela controlava o movimento o tirando da boca e o chupando ainda com nossos fluidos, o que ela nunca tinha feito.
– Está gozando de nosso sabor misturado? Você nunca tinha feito isso.
– Estou adorando papai. Não sei porque nunca tinha feito isso, falou me dando esperanças.
Ela alternava entre lamber e chupar e isso ela já tinha feito muitas vezes. Eu pensava se devia ou não a fazer se engasgar um pouco se sentindo vadia, mas antes precisava a fazer decidir por si só se era uma vadia.
– Ahhhh filha, você está fazendo isso melhor do que nunca. Quase como uma vadia, mas para ter certeza mesmo se é minha vadia, preciso encher seu 3 buraquinhos de esperma e ver se você gosta, pois a vadias adoram esperma em todos lugares de seus corpo. Na buceta, você já tem e na bunda terá no hotel.
Nem precisei dizer que deveria receber também em seu estomago, porque Amanda é inteligente e logo soube. Sabendo ela começou a fazer o que eu faria, tentando o enfiar mais para dentro se engasgando várias vezes e mesmo que não engasgasse a grossura não permitiria mais.
Para a fazer se sentir vadia, a segurei pela nuca uns 4 segundos quando ela engoliu tudo o que conseguia se engasgando. Quando soltei ela se afastou um pouco não se intimidando e voltou a se engasgar se segurando lá esperando que eu a segurasse e a segurei mais uns 4 segundos.
Por Amanda se mostrar ainda mais safada do que Diana naquele ato, talvez tentando a vencer, meu tesão explodiu e não tinha mais como segurar. Esticando o braço para o banco de trás peguei a toalha e joguei em minha coxa livre a fazendo ver se quisesse poderia a usar.
– Eu vou gozar filha. Vou gozar. Isso é muito bommmmmm.
Amanda acelerou as engolidas não dando nenhum sinal de que iria tirar me fazendo ter um tesão incrível e logo meu esperma abundante começou a jorrar em sua boca.
– Estou gozannnnnddooooooo.
Como Diana ela não daria conta de engolir conforme fosse recebendo cada jato então deixou só a glande e foi deixando se acumular o que não conseguia engolir. Mesmo sendo o segundo gozo da noite foi muito esperma e não acreditei quando a vi engolir o ultimo gole.
Achei que com nojo do que ficou em sua boca, ela logo o tiraria e pegaria a toalha e pediria a água, mas o que aconteceu me deixou desnorteado, pois Amanda continuou o chupando e lambendo como se quisesse mais e eu não a interrompi.
Uns 2 minutos depois, ela enfim o deixou e se levantou se acomodando em seu banco, mas de frente para mim, com um sorriso feliz.
– Você me excitou demais com a história de encher meus 3 buracos de esperma, agora só falta o bum... minha bunda, falou quase como Diana.
– Você nunca tinha feito isso, falei mostrando meu espanto.
– Não, mas já queria experimentar há algum tempo. O nojo era só uma desculpa porque esse era o último resquício daquele meu recato infantil e eu não queria me desfazer dele. Sei que muitas mulheres odeiam, mas muitas adoram como pesquisei. Eu adorei, mas pode ser que seja porque você é meu pai e temos uma ligação que outros casais não tem. Adorei também te fazer gozar sem gozar junto. Será que sou uma vadia por gostar papai, perguntou sorrindo.
– Isso é você quem terá que sentir de você mesmo. Teremos a noite toda para que você descubra.
No entanto Amanda já parecia estar a caminho de se sentir vadia, se preparando para me fazer essa revelação se acontecesse.
– Mesmo que eu me sinta uma vadia e goste, não será como a Diana em tempo integral. Seria só em alguns momentos especiais quando estivermos bem tarados, afinal você já tem a Diana para te dar esse sexo.
Eu precisava abrir sua mente não se limitando.
– Se você descobrir que gosta e quer não precisa se limitar só porque faço isso com a Diana. Mesmo estando fazendo a mesma coisa, é bem diferente com cada uma.
– Diferente como?
Era hora de a fazer saber que eu a preferia. Enquanto ela retocava sua maquiagem pesada e seu batom olhando para o espelho a fiz saber.
– A Diana no sexo é de uma natureza totalmente vadia. Um vulcão sexual. Até fizemos sexo romântico como faço com você e não foi nada ruim, mas não é o que ela prefere. Com você, se você gostar desse sexo vadio, como você disse, não seria o tempo todo e podemos fazer também o sexo romântico que nós dois adoramos. Seria uma relação mais completa e mais satisfatória. Uma mulher as vezes romântica, as vezes safadinha e as vezes vadia.
Ela deixou de olhar para o espelho e olhou para mim sorrindo.
– Você está dizendo que prefere a mim ao invés da Diana?
– Evidentemente que sim, mas não se esqueça que ela está dentro de você.
– Ahhhh papai, esse foi o acontecimento mais maravilhoso da noite, mesmo sem ainda ter terminado e olha que sei que tudo será maravilhoso. Você é mesmo especial me dando a liberdade de ser quem eu quero ser. Eu te amo.
– Também te amo filha.
Continuamos a conversa pelos próximos 15 minutos quando chegamos no estacionamento da balada. Já tinha voltado outras vezes lá com Diana e sabia que sempre tinham as vagas daqueles que tinham ido embora antes. Ficar mais perto da entrada, não a faria caminhar tanto com aquela bota, mas mais longe era mais seguro para a foder de novo.
Estacionei em um lugar onde não havia ninguém e apaguei as luzes do interior antes de descermos o que surpreendeu Amanda.
– Sei que você deve estar tarada por não ter gozado quando me chupou e como foi uma boa vadiazinha do papai, vou te fazer gozar antes de entrarmos. Vem sentar aqui em meu pau, vem. Como lá no Parque, mas diferente.
Não deu para ver como ela reagiu pois naquela penumbra não dava para ver direito seu rosto. Enquanto coloquei o banco para trás ela foi tão ágil como Diana e logo estava sentada em minhas pernas já nuas porque tinha abaixado a calça e a cueca até os joelhos.
– Você quer meu pau?
– Quero muito papai.
– Como eu te disse que uma vadiazinha tem que pedir quando quer meu pau?
– Me fode papai. Fode sua vadiazinha. Estou tão tarada e preciso tanto de seu pau grande.
Sorri no escuro porque ela foi perfeita como vadia, mas mesmo assim seu tom de voz continuava diferente do de Diana. Não tão mais diferente, mas ainda diferente.
– Se eu te der o que você quer, vou gozar e você vai entrar naquela balada vazando esperma pelas coxas.
– Não me importo papai. Na verdade, vou adorar. Eu sou sua vadia. Eu me sinto vadia e como vadia adoro seu pau enorme e seu esperma.
Meu coração, mão, meu corpo todo começou a tremer de euforia desmedida. Amanda tinha se entregue a seu lado vadio ocupado por sua outra personalidade Diana. Eu ainda não sabia se daria certo, mas faria tudo naquela noite para que ela não precisasse mais de Diana, não só no sexo, mas principalmente nele.
Doloridamente empurrei meu pau para a frente o deixando na horizontal e com a outra mãos puxei seu corpo escorregando em minhas coxas até que se encontraram e logo achou sua abertura dando um leve encaixe.
– Se é vadia se comporte como uma daqui para a frente, falei a deixando que se penetrasse.
Amanda segurou em cada ombro meu e se puxou com toda a força escorregando em minhas coxas nuas e se enterrando de uma vez, como fiz em casa hora antes.
– Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii papai, dói tanto, mas agora gosto de dor. Só dessa dor.
– E eu gosto desses peitões enormes e deliciosos, falei enquanto levantava sua blusinha sem sutiã os agarrando e apertando mais forte do que jamais apertei quando fazia amor com ela.
Fui com a boca e antes de chegar aqueles mamilos pequenos, mas eriçados parecendo a borracha de um lápis, mordia e lambia por tudo enquanto as mãos continuavam a apertar as carnes firmes dos dois.
Com aquela bucetinha muito apertada, mas melada com nossos fluidos lá de casa, Amanda ia e vinha em fúria em meu pau atropelando todos seus limites. Minha filha justificava o porquê tinha outra personalidade toda vadia dentro dela. Ficamos alguns minutos curtindo, mas minha filha não mais recatada precisava gozar por não ter gozando desde casa.
– Papai, adoro seu pau grandão arrombando minha bucetinha. Mama em meus peitos e me faça gozar. Eles são seus. Ahhhuuuuu.
Me lembrei de quando Diana me fez explodir de tesão falando de gravidez e faria o mesmo com Amanda, então parei um pouco o que fazia.
– Meus e de nossos filhos quando tivermos. Eles vão adorar mamar nesse peitões da mamãe cheios de leite e eu também, falei indo direto a seu mamilo e o sugando com uma força que nunca usei com Amanda sendo certamente dolorido enquanto o outro era torcido por meus dedos.
– Aaaaahhhhhhuuuuuuuuuu papai. Você é muito devasso. Estou gozaaaaaandooooooo, gritou no silencio do estacionamento levando as duas mãos a minha nuca me segurando mamando enquanto tinha um outro orgasmo gigantesco depois daquele mais cedo em que desmaiou.
Na hora um gozo arrebatador me tomou pensando novamente na possibilidade de um dia engravidar minha filha e se tudo desse certo e ela realmente se curasse, não tinha dúvidas que faria isso.
– Goza em mim papai. Tão quenteeeeee. Sua vadia adora seu espermaaaaaaa.
Eu temia que Amanda pudesse forçar a situação de se comportar como vadia para se igualar a Diana, mas não era nada forçado o que ela expressava. Era seu lado vadio que também se apresentava enquanto ela era Amanda.
Quando terminamos ela se deixou encaixada com meu pau mais fundo que poderia ficar naquela buceta perfeita para ele.
– Só fui umas duas vezes a balada e você sabe que não gostei e por isso nunca mais fui. Nessa nunca vim e agora você vai me levar lá e me exibir assim vestida de puta e escorrendo seu esperma pelas coxas, me provocou.
– Podemos ir para o hotel, ou te foderei lá dentro também depois de te exibir, retruquei sua provocação.
– Sem chance papai. Adoro que você me foda em lugares arriscados. Lá no Parque, agora aqui no estacionamento e depois lá dentro. Fora que vai me excitar muito estar vazando seu esperma na frente dos outros.
Amanda se desencaixou levando sua calcinha inútil cobrindo sua fenda, mas não retendo nada pelas laterais e por seu tecido de rendas roxas permeável.
Por falta de pratica em saltos muito altos ela teve ainda mais dificuldade que Amanda para irmos até a entrada, onde ela sentiu o verdadeiro poder de seu corpo delicioso com todos olhando para ela e a cobiçando
Eu a mantive sob meu abraço a protegendo e logo antes de entrarmos após comprar o ingresso ela me revelou seus sentimentos.
– Não me sinto mais tão mal que olhem para mim, mas mesmo assim não gosto, ainda mais com essa roupa. Só que nesse momento estou gostando porque eles estão olhando para o que é seu, o homem que amo.
– Deixe que olhem. Você é linda, inigualável.
Amanda relaxou e entramos na balada, eu a protegendo e já tinha certeza que muitos a conheciam pois ela usava a mesma roupa inesquecível de semanas antes. Não só as roupas inesquecíveis, mas aquele corpo sinuoso e aqueles peitos gigantes sem sutiã que se mantinham orgulhosamente olhando para o alto.
Fomos ao bar só para termos algo na mão como todos aqueles jovens, pois eu não queria beber e Amanda não gostava, mas uma Ice gelada desceria bem. Arrumamos um canto onde ficamos abraçados e eu dava uns amassos descarados com ela sorrindo excitada. Ela me puxou para ficar com o ouvido perto de sua boca.
– Com você não tem mais nenhum lugar que eu não goste de ir. Pode me levar do mais sofisticado ao mais simples e barulhento, pois o que me importa é a companhia.
Me lembrei dela com aquele vestido preto todo sofisticado a comparando com aquela roupa de puta e nas duas vezes ela fez meu tesão explodir.
– E fico com tesão por você, também de qualquer jeito. Tanto naquele dia com o vestido preto, com suas roupas românticas ou assim de puta, meu tesão fica incontrolável.
– Bom saber que agrado meu maridinho de todos os jeitos porque agora vou variar entre elas para você. Só preciso comprar umas roupas de vadia exclusivas para mim, falou safadinha me dando a certeza que Amanda já agia como Diana.
O que restava era esperar ver se não precisaria mais dela.
Amanda, como eu, nunca foi muito de dançar e precisei fazer um esforço para irmos para a pista de dança onde ela seria mais exibida com meu esperma. Ela foi continuando a não me negar nada como a esposa devotada que se prontificou a ser por vontade própria.
Lá na pista ficamos trocando beijos e dançando e em seu ouvido a provocava a lembrando estar cheia de esperma o que pareceu a fazer se soltar e dançar mais sensualmente para mim, mas que todos viam.
Minha filha Amanda liberando seu lado vadia me emocionava e me excitava com a chance de se curar e minha maior preocupação era se as memórias das duas se unificariam e seriam mantidas.
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Próximo e Último Capítulo - 13 – Recatada e vadia na mesma filha gostosa, o melhor dos mundos – Final
Gostando de também ter momentos de sexo vadio, Amanda não precisa mais de sua outra personalidade, mas Diana vai embora?