O sofá da sala era desconfortável para dois, mas para um sozinho era um deserto. Naquela noite, eu resolvi ficar na sala. O cansaço físico era imenso, mas a mente estava em chamas. Dormi por lá, na verdade, tentei dormir, mas as imagens da foda que eu tinha acabado de ter com minha sogra não saíam de minha cabeça. Era um filme em loop, em alta definição: a lingerie vinho rasgada ao lado, a pele morena, a tatuagem do coração tremendo sob meus olhos, a sensação da buceta dela, os gemidos roucos dela misturados com o nome do marido. Cada detalhe reacendia um fogo diferente dentro de mim.
Eu já estava ficando muito excitado novamente. Era como se a transa tivesse sido apenas o aperitivo, e agora o banquete principal do meu desejo proibido estava sendo servido na minha imaginação. Meu pau super duro precisava sair daquela bermuda apertada. Ele latejava, dolorido, insistente, lembrando-me do que havia acontecido e do que ainda poderia acontecer.
Olhei o relógio do celular. Desde a hora que deixei minha namorada no quarto, acho que já tinha se passado cerca de duas horas. Duas horas de tortura mental. Meus tesões estavam aumentando e meu pau doendo cada vez mais. A racionalidade, a culpa, o medo – tudo isso tinha se dissolvido no suor e no sêmen que secavam no meu corpo. Sobrava apenas a necessidade animal, crua.
Acabei deixando meus instintos falarem mais alto. A luta interna durou menos de um minuto. A decisão estava tomada. Eu não ia conseguir dormir. Eu não ia conseguir me aliviar sozinho naquele sofá, pensando na mãe dela. Precisava de carne. De conexão. De algo real para ancorar a loucura que estava sentindo. E fui direto para o quarto da minha namorada. Eu precisava foder e ela iria me ajudar nisso. Era cínico? Sim. Era injusto? Totalmente. Mas naquele momento, ela era a válvula de escape disponível, a pessoa que eu podia tocar sem que o mundo desabasse.
O quarto da sua mãe continuava com a porta fechada, o que indicava que ela ainda estava dormindo. Um alívio. O quarto ao lado estava em silêncio. Então isso me dava uma certa segurança. A segurança de que a testemunha principal do meu crime estava inconsciente. Abri a porta do quarto de Paula. Ela dormia de lado, coberta até a cintura, os cabelos espalhados no travesseiro. A luz da rua entrava pela janela, pintando-a de azul.
Entrei no quarto da minha namorada, já avançando em cima dela. Não houve delicadeza. Meu peso sobre ela, minhas mãos encontrando seu corpo sob o lençol. Ela acordou com um sobressalto, mas ao invés de se assustar, seus olhos sonolentos se abriram e, ao me reconhecer, brilharam com desejo imediato.
“Você…”, ela murmurou, a voz grossa de sono. “Eu estava sonhando… exatamente com isso que você está fazendo.” Um sorriso lento apareceu em seus lábios. “Parece que você adivinhou o que eu queria.”
O timing era perfeito, quase surreal. A sincronicidade daquilo – eu cheio da mãe, ela sonhando com sexo – apagou qualquer resquício de hesitação. Não era coincidência; era permissão. Foi aí que, como um louco, eu avancei na sua bucetinha. Minhas mãos abriram suas pernas, meus dedos encontraram a umidade quente através da calcinha de algodão. Ela gemeu, um som profundo de aprovação, e arqueou as costas, oferecendo-se.
Cai de boca naquela buceta. Arrastei sua calcinha para o lado com os dentes e me enterrei entre suas pernas. Era igualmente cheirosa e suculenta, igual à da minha sogra. O pensamento foi involuntário, um comparativo imediato e traiçoeiro. O sabor era familiar, doce e salgado, mas havia uma diferença sutil na textura, no jeito que os lábios se abriam. Minha namorada gemia de tesão, suas mãos se enterrando nos meus cabelos, puxando meu rosto contra ela. Enquanto eu caprichava na chupada que eu dava a ela. Minha língua era uma fera faminta, lambendo, sugando, penetrando. Que bucetinha gostosa minha namorada tinha.
Mas a mente é uma traidora. Mais diversas vezes as imagens da minha sogra vinham na minha cabeça. Eu fechava os olhos e via aquele corpo mais maduro, aquela bunda monumental empinada, a lingerie vinho. A língua na buceta da filha, mas a fantasia na mãe. Eu comia minha namorada pensando na minha sogrinha. Era uma dualidade doentia e excitante. Cada gemido de Paula era ecoado na minha memória pelo gemido mais rouco de Sônia. Eu usava o corpo de uma para alimentar o desejo pela outra.
Não estava aguentando mais. A chupada estava me levando ao limite, mas eu queria mais. Queria sentir outra boca. E coloquei o pau para ela chupar. Senti-me saindo de dentro dela e me posicionei de joelhos na cama, meu pau na altura do rosto dela. Ela, como sempre fazia, sem negar nada que eu pedia, deslizou para baixo, deitando de costas, e abriu a boca.
Me dava aquela chupada gostosa. Não chupava igual à mãe, percebi instantaneamente. A técnica da Sônia era mais… experiente. Mais focada, mais controlada, como quem sabe exatamente o que está fazendo há anos. A chupada de Paula era mais entusiástica, mais barulhenta, mais desinibida. Mas era muito gostoso também. Sugava meu pau inteiro, tentando engolir tudo, às vezes engasgando mas não desistindo. Chupava as bolas com devoção, uma de cada vez. Subia e descia por toda a extensão do meu cacete, as mãos dela se juntando à boca, criando um túnel úmido e quente de prazer. Aquilo era incrivelmente gostoso. Fechava os olhos e tentava misturar as sensações, fundindo as duas mulheres na minha mente em uma única entidade devoradora.
Dessa vez meu tesão foi tanto, que eu nem coloquei uma camisinha. O risco, a proibição, a confusão das duas experiências da noite… tudo isso me levou a um estado de imprudência total. Puxei ela para cima de mim. Deitei de costas e a coloquei de costas sobre mim. Fiz ela sentar no meu cacete. Ela guiou-me para dentro, e desceu, engolindo meu pau nu de uma vez.
Fudia aquela bucetinha no pelo. A sensação era direta, brutalmente íntima. Quente e úmida, molhadinha de tesão. Ela começou a cavalgar, lenta no início, depois acelerando, os quadris girando. Os gemidos dela já eram altos – gemidos de prazer puro, sem restrições – e eu nem me preocupava mais com isso. A casa parecia nossa. O mundo era aquele quarto.
No fundo queria que minha sogra visse nós dois fudendo e que ficasse louca de tesão. Era um pensamento perverso, vingativo talvez, ou apenas a extensão da minha fantasia doentia. Queria que ela soubesse, que sentisse o mesmo ciúme ou tesão que eu sentia ao imaginá-la com o marido. Queria que a porta se abrisse e ela ficasse ali, assistindo, com o mesmo olhar ambíguo que teve no corredor. Meti nela por bons minutos naquela posição, minhas mãos agarrando seus quadris, guiando-a, sentindo o atrito úmido e perfeito, enquanto minha mente alimentava o fogo com cenários impossíveis.
Mudei. Não queria mais passividade. Coloquei-a de quatro no meio da cama, na mesma posição que sua mãe tinha ficado horas antes. Fui para trás daquele rabo guloso. Era metade do tamanho do da mãe dela, mais compacto, menos monumental, mas era igualmente delicioso. Tinha a própria beleza, firme, jovial.
Ver meu pau sumindo dentro da sua bucetinha era uma das sensações mais gostosas que eu sentia. A visão nunca falhava. A penetração, a revelação, a posse. Diversas vezes eu comparava a mãe e a filha na mesma posição. A bunda da Sônia, maior, mais madura, balançando com mais peso. A de Paula, mais tensa, mais atlética. Aquilo só fazia eu meter cada vez mais fundo dentro dela. Era como se, ao foder a filha com força, eu estivesse atingindo a mãe por tabela, marcando ambas como minhas de alguma forma retorcida.
Foi nessa posição e puxando o cabelo da minha namorada – algo que ela adorava – que eu senti ela gozar pela primeira vez. Um tremor violento percorreu seu corpo, começando nas coxas e subindo pela espinha. Um grito longo, estridente, quase um uivo, saiu da sua garganta. Gozando alto, nem ela estava ligando para mais nada agora. Seu corpo se contraiu em espasmos úmidos ao redor do meu pau, e eu continuei metendo, prolongando o orgasmo dela, sentindo-a tremer e se contorcer sob meu domínio.
Virei ela de frente na cama, deitada de costas. De pernas abertas para mim. Sua buceta estava inchada, vermelha, brilhando de suor e fluidos. Meti minha pica nela, entrando de uma vez, sem cerimônia. Com a bucetinha ainda nos estertores do primeiro gozo, o aperto era ainda mais intenso, caótico, como um punho que se abre e fecha aleatoriamente. Ela continuou gemendo, mas os gemidos agora eram mais contínuos, ofegantes, de alguém que está sendo levado além do próprio limite. Enquanto eu castigava aquela buceta. Era a palavra certa. Não era mais fazer amor, nem mesmo transar. Era uma descarga. Eu estava despejando toda a tensão, a confusão, o tesão acumulado por duas mulheres, no corpo de uma só. Metia com uma fúria concentrada, cada estocada um baque surdo no colchão, minha respiração um sopro rouco.
Mas foi aí que eu fiquei maluco. No auge da foda, ofegante, ela olhou para mim, os olhos vidrados, e sussurrou, entre gemidos: “Para… para um segundo.”
Eu parei, ofegante. “O que foi?”
“Lubrifica… lubrifica bem o pau”, ela disse, a voz trêmula de excitação. “Com o suco que sai de mim. E… mete no meu cuzinho.”
Uma onda de choque percorreu o meu corpo. O cu da Paula era um território raramente concedido. Era difícil ela me dar aquela bundinha, só quando estava com muito tesão. E aparentemente, a noite de Natal, a embriaguez residual e a foda violenta tinham criado a tempestade perfeita.
Eu não pensei muito. O pedido era a cereja do bolo da depravação da noite. Fiz o que ela mandou. Saí dela, peguei meu pau já encharcado dos fluidos dela e passei mais, coletando da entrada da buceta. E posicionei meu pau na entrada do seu cuzinho. Na mesma posição que ela estava – de pernas abertas, de costas.
Meti aos poucos. A resistência foi imediata, um anel de músculo tenso se opondo à minha entrada. Ela gemeu, um gemido de dor aguda. Eu empurrei, devagar, sentindo aquele músculo ceder milimetricamente. Até quebrar toda a resistência do cuzinho e começar a meter com mais força. A sensação era totalmente diferente. Apertado como um torno, seco, escaldante. Que delícia de rabinho minha namorada tinha. Era uma violação consentida, íntima e proibida de uma maneira nova.
Ela gemia de dor e prazer. Os gemidos eram mais agudos, entrecortados. “Devagar… agora vai”, ela instruía, e eu obedecia, aumentando o ritmo gradualmente. Começou a se masturbar enquanto eu comia aquele rabinho gostoso. Sua mão desapareceu entre as pernas, esfregando o clitóris. A combinação dos estímulos a levou a um novo patamar. Metia feito um louco agora. O cu dela já havia se adaptado, estava mais aberto, ainda apertadíssimo, mas aceitando meu ritmo frenético. A resistência não havia mais. Era só carne quente e contrações involuntárias ao redor do meu pau.
Minha namorada não resistiu muito. Seu corpo se arqueou todo, os dedos da mão livre se enterrando no meu braço. Um gemido abafado, rouco, saiu dela, seguido por um tremor convulsivo ainda mais forte que o primeiro. E com o pau no cuzinho gozou mais intenso do que a primeira vez. Senti as contrações no meu pau, vindas de um lugar ainda mais profundo. Aquilo foi gostoso pra caralho e o meu próprio limite, que eu vinha segurando com unhas e dentes, se rompeu.
E eu acabei não resistindo também. O calor, o aperto, a visão dela se contorcendo em êxtase anal… foi demais.
Levantei rapidamente, meu pau saindo do cu dela com um som úmido. E me masturbei feito louco. Fiquei de pé ao lado da cama, olhando para ela, desgraçada, ofegante, com o rosto virado para mim, os olhos implorando, suplicando pela minha porra.
Gozei feito um touro no rosto dela. Não foi uma gozada, foi uma inundação. Mas foi muita porra mesmo. Jatos grossos e quentes acertaram seu queixo, seus lábios entreabertos, sua testa, escorreram pelo pescoço. Mais porra do que com minha sogra. Parecia que meu corpo tinha guardado tudo, cada gota de tesão e tensão da noite inteira, para aquele momento final com a filha. Ela fechou os olhos e aceitou, lambendo os lábios, provando-me.
Aquilo tinha sido intenso e gostoso. Uma exaustão total, doce e pesada, desceu sobre mim. Eu caí de joelhos de novo, ao lado da cama, olhando para a obra de arte que eu tinha feito no rosto da minha namorada. Aquilo não sairia da minha cabeça nunca mais. Nem a foda com a mãe, nem essa com a filha. Estavam ligadas para sempre, duas faces da mesma moeda proibida.
Quando voltei a mim, depois de alguns segundos de vazio pós-orgasmo, senti um frio na nuca. Uma sensação estranha, de estar sendo observado. Senti um olhar pelas minhas costas. Devagar, ainda ofegante, virei para a porta do quarto, que eu tinha certeza de ter fechado.
Ela estava entreaberta. Uns cinco centímetros. E no vão escuro do corredor, vi uma silhueta saindo de fininho. Um movimento rápido, quase imperceptível, de alguém que se afastava.
Meu coração parou. Não poderia ter certeza, na penumbra, com a visão ainda turva pelo cansaço e pelo prazer. Mas o formato, a altura… tinha alguém ali nos observando. E só poderia ser uma pessoa, minha sogra. A mãe. Que deveria estar dormindo. Que tinha a porta do quarto ao lado.
O prazer deu lugar a um frio gelado no estômago. Será que ela tinha visto? Tudo? A foda violenta, o anal, eu gozando no rosto da filha? Por quanto tempo ela esteve ali?
Tomei um banho com minha namorada, mais para me lavar da paranoia do que do suor. Onde fiz ela gozar pela terceira vez, agora chupando a sua bucetinha debaixo da água quente, quase por reflexo, tentando apagar a cena da porta com uma nova onda de prazer. Mas o gosto agora era diferente. Tinha o sabor amargo da culpa e do medo.
Quando acabamos, já era de manhã. A luz do dia começava a entrar, cruel e reveladora. Resolvi ir embora, já que tinha receio de que minha sogra lembrava de tudo que tinha acontecido naquela noite. Não só o que aconteceu com ela, mas o que ela pode ter visto. Minha namorada reclamou, querendo que eu ficasse para o café da manhã, mas a ideia de sentar à mesa com Sônia, trocar olhares, tentar decifrar seu rosto… era insuportável. Eu resolvi ir mesmo assim.
Me vesti às pressas. Saí de fininho, mas antes de descer as escadas, passei pelo quarto da minha sogra. A porta não estava mais fechada. Estava entreaberta, como a do quarto da Paula horas antes. Espiei.
Ela parecia que tinha tomado um banho. O cabelo estava molhado, preso num rabo de cavalo. Já estava com outra roupa – um roupão de seda, amarrado na cintura. Ela estava sentada na beirada da cama, de costas para a porta, olhando para a janela. Imóvel.
Será que ela realmente tinha visto eu e a filha dela transando? A porta entreaberta, o banho tomado de madrugada, a postura pensativa… tudo indicava que sim. Ou seria só coisa da minha cabeça? Talvez ela só tivesse ido ao banheiro, ouvido uns gemidos, fechado a porta com vergonha e tentado voltar a dormir.
Mas uma coisa era certa: o clima naquela casa tinha mudado para sempre. O Natal tinha acabado, mas as consequências estavam apenas começando a cozinhar em fogo baixo.
Três semanas depois daquele Natal, eu iria descobrir tudo. Descobrir se aquele olhar na porta tinha sido de horror, de julgamento, ou de algo muito mais perigoso e tentador: reconhecimento. E convite.
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