A Filha do Prefeito

Da série Contos Antigos
Um conto erótico de Freud Sinceero
Categoria: Heterossexual
Contém 4367 palavras
Data: 24/03/2026 07:19:46
Última revisão: 24/03/2026 09:20:04

Imagine a cena: uma cidade pequena, uma mulher estonteante e a descoberta de que o pai dela, o prefeito, encomendou sua surra. O tesão pelo proibido fala mais alto que o medo?

Essa é uma daquelas histórias que moldaram quem eu sou. Faz parte de uma seleção especial de clássicos do meu acervo, as aventuras que vivi antes de conhecer Martha e que estou compartilhando com vocês aqui. Pense nisso como uma página arrancada do meu diário mais antigo.

Alessandra era um furacão de mulher, e o perigo só tornava tudo mais excitante. Mergulhe comigo nessa lembrança arriscada, onde cada beijo era um desafio e cada encontro, uma aposta.

______________________________

Eu trabalhei em uma empresa de ônibus, que operava rotas entre Mato Grosso e Rondônia. No final dos anos oitenta, uma das minhas responsabilidades era visitar unidades da empresa ao longo da rota, para checar se as coisas estavam funcionando bem e fazer os eventuais ajustes.

Uma dessas unidades era um posto de combustíveis, que servia como base de apoio para os ônibus. Ali havia troca de motoristas e abastecimento dos ônibus. A cidade mais próxima estava a vinte quilômetros dali e era muito pequena à época.

Em Dezembro e Janeiro o movimento de passageiros era mais intenso. Precisei visitar o posto para uma atividade de uma semana. Na pauta, checagem dos processos e treinamento para um novo serviço.

Longe da cidade, o posto recebia energia elétrica de uma pequena central hidrelétrica construída pela empresa às margens da rodovia. A represa da usina era uma das atrações da região e ficava exatamente no meio do caminho, entre o posto e a cidade.

A viagem até o posto levou a noite toda. Cheguei com o dia amanhecendo. Fui recebido pelo Leopoldo, que era o gerente do posto. Após um café e as boas vindas, me indicou um quarto no alojamento dos motoristas. Era um dos dois quartos duplos, reservados para a equipe da empresa. Para minha sorte, naquela semana eu não dividiria o quarto com ninguém.

Depois de um banho, montei o cronograma de atividades com o Leopoldo. Começaríamos após o almoço. Almoçamos juntos e ele me contou um pouco mais sobre a cidade, que estava em franco crescimento, mas ainda era muito pequena. Era uma das fronteiras agrícolas do estado.

Durante a conversa, Leopoldo destacou a amizade dele com o prefeito. Segundo ele, isso era bom para o desenvolvimento da empresa e do posto. Mas que também mantinha uma distância saudável, pois o prefeito era um fazendeiro muito conhecido na região e tinha fama de violento.

-Quer conhecer o prefeito, Freud?! Posso apresentá-lo à você.

-Não é minha prioridade, Leopoldo. Mas se houver a oportunidade, tudo bem.

Terminamos o almoço e iniciei as atividades de checagem dos processos, que eram todos manuais à época. Encerrei o trabalho no final do dia, jantei no restaurante dos motoristas, interagi com eles e fui dormir cedo. Era a rotina de uma unidade praticamente no meio do nada.

O segundo dia de trabalho transcorreu como planejado. Encontrei pequenos problemas nos processos e os enderecei com Leopoldo. Com muita coisa para fazer, o dia passou rápido. Encerrei as atividades no mesmo horário que Leopoldo. Ele iria para casa, na cidade.

-Freud, quer jantar na cidade? Tem uma pizzaria lá. Nada muito especial, mas é melhor do que a comida aqui do refeitório.

-Leopoldo, é uma boa ideia. Janta comigo?

-Te dou carona e te deixo lá. Já tenho compromisso com a esposa e as crianças.

-Ah, tudo bem. Vou sim, mas preciso de um banho. Pode esperar.

-Claro.

O trajeto entre o posto e a cidade foi feito em menos de vinte minutos. Quando passamos pela usina, a iluminação da queda d’água se destacava na escuridão. Uma bela imagem. Me chamou a atenção.

-Uau, Leopoldo. Ficou bem legal essa iluminação, né?!

-Sim, ficou. E ajuda o caseiro a vigiar. Era comum visitarem a represa à noite. Escuridão, uma represa desse tamanho e álcool não é uma combinação muito boa. Já tivemos algumas ocorrências aqui.

-De que tipo?

-Vixe, de todo tipo. Casais de namorados nadando pelados, pessoas bêbadas se afogando, brigas… todo tipo de confusão. Com a iluminação, isso diminuiu bastante. Agora o caseiro consegue vigiar a entrada.

Até chegarmos na pizzaria, Leopoldo me conta algumas das histórias e explica que o caseiro mora lá sozinho. É funcionário da empresa. Ele me deixa na porta da pizzaria.

-Freud, fique atento ao horário, para pegar um ônibus de volta para o posto. Tem às oito, às nove e às dez e meia. Depois, só de madrugada.

-Certo. Obrigado, Leopoldo. Até amanhã.

A pizzaria é pequena e familiar. A pizza chega logo e é bem feita. Peço a garçonete para agradecer ao pizzaiolo.

-Ah, que bom que gostou. Vou falar sim. Mas é pizzaiola. E é minha mãe.

-Bem, dê meus parabéns à sua mãe. E vou voltar.

Pago a conta e deixo uma gorjeta. Simpática, a garçonete agradece.

-Muito obrigada. Espero você de novo, tá?!

-Voltarei. Qual o seu nome?

Ela estende a mão e me cumprimenta.

-Sou a Carolina.

-Sou o Freud.

Me levanto e deixo a pizzaria. Passa alguns minutos da nove e apresso o passo para chegar ao terminal rodoviário, na quadra de trás da pizzaria. Caminhando, vejo o ônibus se afastar. Em frente ao terminal, a praça está iluminada. Sem outra opção, decido esperar ali, sentado em um dos bancos. A praça está praticamente vazia. Tiro um livro da mochila e me ponho a ler, para passar o tempo.

Meia hora depois, minha leitura é interrompida por uma voz conhecida.

-Oi Freud, perdeu o ônibus?

Levanto os olhos e vejo Carolina na minha frente.

-Perdi. Como sabe?

-Ah, a cidade é pequena e vi você chegando com o Leopoldo. Imaginei que você trabalha com ele e está lá no posto, não é isso?

-Isso mesmo. Mas tem outro ônibus às dez e meia. Vai dar tudo certo.

Carolina é muito simpática e engatamos uma conversa sobre a cidade. Ela me conta que faz faculdade em Vilhena e que passa as férias de fim de ano ajudando os pais na pizzaria. Enquanto estamos conversando, uma camionete para e desce de lá uma bela morena. Carolina a reconhece.

-Alessandra!

-Carol!

As duas se abraçam e Carolina me apresenta.

-Freud, essa é a Alessandra.

Cumprimento e acompanho as duas colocarem o papo em dia. Entendo que Alessandra chegou naquele dia na cidade para passar as férias escolares. Faz faculdade em São Paulo. Após as dúvidas iniciais, Alessandra quer saber mais sobre mim.

-E quem é esse, Carol?! Não conheço…

-Conheci há pouco, Alessandra. Freud, conta aí, quem é você?

Rimos. E eu explico o que faço na empresa. Conto que moro em Cuiabá e que também faço faculdade lá. Alessandra corta o assunto, com uma pergunta que mostra o seu interesse:

-Você veio sozinho ou com a namorada?

-Sozinho…

Ela me olha com um sorriso e morde o canto dos lábios. Carolina percebe.

-Bem, vou deixar vocês dois continuarem essa conversa…

-Tá bom, amiga. Amanhã eu passo lá na sua casa.

Carolina se afasta e Alessandra se aproxima de mim. Não há o que dizer. Nos beijamos.

Que beijo gostoso! Sentamos no banco da praça e dividimos o tempo entre beijos e histórias. Alessandra me conta da vida em São Paulo e quer saber da minha vida em Cuiabá. O tempo passa rápido e vejo o ônibus parando no terminal rodoviário.

-Alessandra, tenho que ir. É o último ônibus e preciso voltar ao posto.

Sem pestanejar, ela me faz uma proposta irrecusável.

-Eu te levo lá. Vamos!

Entramos na camionete nova em folha. Ela dirige com habilidade e velocidade. Ao me ver assustado, me acalma.

-Fique tranquilo, Freud. Sou boa motorista.

Tento disfarçar meu medo, mas não tenho sucesso.

-Eu estou tranquilo…

-É?! E essa cara de assustado?!

Ela ri de meu desespero, enquanto acelera pela rodovia. De longe, avistamos as luzes da usina. Ela faz a segunda proposta irrecusável da noite.

-Já nadou pelado, Freud?!

Sem esperar minha resposta, ela entra no pequeno estacionamento ao lado da queda d’água. Se mostrando conhecedora do local, contorna a casa do caseiro e pega uma estradinha que acompanha a margem da represa. Em alguns minutos, estamos longe da área iluminada. Alessandra desliga o carro e desce.

-Venha, Freud. A água deve estar uma delícia.

Com a porta aberta, ela tira a roupa e coloca sobre o banco da camionete. Faço o mesmo, mas ela é mais rápida. Sai correndo para a água.

-Venha, Freud! A água está ótima!

É verdade. O calor do dia esquentou a lâmina d’água. Entro pelado, com as mãos à frente do corpo. Já totalmente dentro d’água, só com a cabeça para fora, ela percebe.

-Está com vergonha de mim, Freud?!

Dou um sorriso e mergulho, emergindo ao lado dela. Nos abraçamos e voltamos a nos beijar. Agora, com mais intensidade. Ela leva uma das mãos ao meu cacete, que está duro.

-Hummm… tem alguém feliz em me ver, é?!

Aperto sua bunda, beijo seu pescoço e puxo seu cabelo. De frente para mim, Alessandra enlaça minha cintura com suas pernas. Seguro sua bunda com as duas mãos. Com uma das mãos, ela ajeita meu pau na entrada de sua buceta.

-Me come, Freud! Vai!

A transa é intensa e rápida. Ela geme alto! Morde meu ombro. Puxa meus cabelos. Com dificuldade, mantenho o equilíbrio e vejo ela chegar ao orgasmo.

-Puta que pariu! Eu vou gozar nesse cacete! Me come!! Me fode!!! Tô gozando!! Caralho!!

Ela relaxa em meus braços, com meu cacete ainda dentro dela, sem nos mexermos. Ela desce e segura no meu pau.

-Vamos ali no raso. Quero que goze na minha boca.

Ela me puxa pelo cacete. Se ajoelha e me chupa. Com vontade! Que boca gostosa! Não demoro a atender o pedido que ela me fez.

-Puta que pariu! Que delícia! Eu vou gozar! Tô gozando!!

Ela engole tudo. E me olhando nos olhos, limpa o que sobrou de porra no meu pau. Ela encerra a brincadeira.

-Venha, vamos logo que o caseiro daqui a pouco vem aqui.

Voltamos para a camionete. Ela pega uma toalha, se enxuga e me passa. Me enxugo, nos vestimos e logo estamos saindo pelo caminho que entramos. Um pouco à frente, cruzamos com o caseiro que caminhava até onde estávamos. Alessandra mostra que não era a primeira vez que fazia aquilo.

-Ele sempre demora uns quinze minutos…

Voltamos para a rodovia e logo chegamos ao posto. Ela me deixa próximo do alojamento. Nos despedimos.

-Durma bem, Freud. Amanhã eu te procuro.

No dia seguinte, acordo cedo, tomo café e fico relembrando do inusitado que foi a noite anterior. Alessandra foi uma surpresa maravilhosa! E torço para que ela cumpra a promessa e me encontre. Conversamos bastante, mas não sei praticamente nada sobre ela. Se não aparecer, espero que a Carolina possa me passar o telefone dela.

O trabalho é intenso. Várias reuniões com Leopoldo e sua equipe. Ajustamos algumas coisas e alinhamos outras. Ele faz um bom trabalho. Logo após o almoço, terminamos a agenda do dia e começo a adiantar coisas do dia seguinte. Nesse ritmo, vou conseguir concluir antes do esperado.

No meio da tarde, um dos frentistas entra no escritório.

-Sr. Freud, a Dra. Alessandra quer falar com o senhor.

Olho pela janela e ela está na camionete, parada ao lado de uma das bombas. Aceno para ela e ela me chama, fazendo um sinal com as mãos. Fecho o escritório e vou até lá.

-Oi Alessandra. Aliás, Doutora Alessandra…

Ela dá uma gargalhada.

-Ele que te chamou de senhor. Eu só entrei no jogo…

A equipe do posto assiste à cena com curiosidade. Alessandra quer sair dali.

-Entre aqui. Vamos dar uma volta.

Sem pensar muito, aceito o convite dela. Ela deixa o posto acelerando e pega a rodovia, no sentido oposto ao da cidade. Sem tirar os olhos da estrada, ela explica seu plano.

-Tem um riacho aqui perto que eu adoro. E vi que você gostou do banho de ontem. Quero te mostrar esse lugar.

-Sim, o banho foi ótimo! Vamos lá conhecer esse riacho.

Alessandra entra em uma estradinha de terra e logo chegamos a beira de um riacho. Ela para a camionete à sombra de uma árvore. Descemos.

-Me ajude aqui.

Ela abre a caçamba e me entrega um isopor. Enquanto carrego aquilo, ela retira mais coisas da camionete. Andamos um pouco e paramos à beira do riacho. Ela estende uma toalha e duas ou três almofadas. Abre o isopor e tira duas latas de cerveja. Abrimos e brindamos.

-Aos nossos banhos, Freud!

-Aos nossos banhos, Doutora!

Ela toma um gole de cerveja, coloca a latinha no isopor e começa a se despir.

-Vai ficar só olhando, é?!

Dou um sorriso. À luz do dia, seu corpo é ainda mais bonito. Seios grandes e firmes. Barriga lisinha, buceta com pelos bem aparados e uma bunda redondinha. Tudo isso emoldurado pelos longos cabelos pretos. Alessandra é um mulherão!

Ela não perde tempo e entra no riacho. Tiro a minha roupa e a acompanho. Nos abraçamos dentro d’água. Ela fala da temperatura da água.

-Esse riacho é mais gelado!

A abraço com mais força. Aliso seu corpo, puxando a de encontro a mim. Nos beijamos. Um beijo mais calmo, dessa vez. Aperto sua bunda com as mãos. Ela geme.

-Gostou da minha bunda, né?!

-Gostei! É linda…

-Só linda?! Achei que ia falar que era gostosa…

-Eu acho que é, mas preciso provar, para confirmar isso.

Ela dá um sorriso que me deixa animado.

-Safado…

Mais um pouco ali e ela quer sair.

-Está frio. Venha, vamos nos enxugar.

Dessa vez ela trouxe duas toalhas. Nos enxugamos e ela estende a toalha dela ao lado do nosso piquenique. Deita-se, apoia sua cabeça em uma das almofadas e faz outro convite irrecusável, enquanto arqueia as pernas e toca sua buceta com os dedos.

-Venha me mostrar do que sua língua é capaz, Freud…

Me deito sobre ela, beijo seus seios, sua barriga e desço até as coxas. Depois volto. Encontro uma bucetinha linda, com poucos pelos, bem aparados. Toco seu clitóris com a ponta da língua. Ela reage.

-Ui! Que gostoso!

Suas mãos acariciam meus cabelos. Capricho na chupada, uso a língua e os dedos. Ela rebola lentamente. Com as mãos, me ajuda e achar o seu ritmo. Chupo com calma. Sua buceta é doce, quente e está muito molhada. Deliciosa! Quero dar um orgasmo a ela. E ele chega.

-Isso! Assim! Não para… ui! Que delícia! Vou gozar, Freud! Continue! Ai, caralho! Tô gozando! Tô gozando!

Ela pressiona minha cabeça com suas pernas e mãos. Quase me sufoco ali, com o rosto enterrado em sua buceta. Me levanto todo lambuzado e deito ao seu lado.

-Eu estava precisando de uma boa chupada…

-Eu também estou…

-Você ganho uma ontem.

-Ontem foi ontem…

-Safado!

Ela segura meu pau e atende meu pedido. Sua chupada, agora, é calma e delicada, diferente de ontem. Ela passa a língua da base até a cabeça do meu pau. Engole. Alisa as bolas com as mãos. Eu a incentivo.

-Que boca gostosa! Safada! Isso, assim! Chupa meu cacete! Putinha!

Quando meus gemidos aumentam a intensidade, ela para. Abro os olhos e a vejo de pé, procurando alguma coisa no isopor. Nem acredito quando a vejo com um lubrificante nas mãos. Ela me entrega e se deita de lado.

-Vem comer minha bunda! Mas com cuidado. Seu pau é grosso!

Quase gozo ouvindo essa frase. Me concentro para a brincadeira não terminar antes de começar. Coloco uma porção generosa de lubrificante no meu cacete e espalho bem. Aproveito a mão lambuzada e espalho um pouco na sua bunda. Me ajeito atrás dela. Com uma das mãos, ela segura o meu cacete e o leva até seu cuzinho.

-Deixa que eu controlo.

Fico parado. Ela esfrega o cacete em seu rabo, para cima e para baixo. Encaixa a ponta no seu cuzinho. Relaxa. Sinto a cabeça abrindo caminho.

-Caralho! Que pau grosso da porra!!

Minha vontade é enfiar tudo! Me controlo. Deixo ela comandar. Ela empurra a bunda, devagar. Com a mão, controla o tanto de cacete que adentra seu rabo. Coloca e tira várias vezes. Aos poucos, repete esse movimento com mais velocidade. Tira a mão e deixa entrar tudo.

-Puta que pariu! Entrou tudo!

Fico parado. Ela também. Ela rebola. Devagar. Aumenta o rebolado. Coloco minha mão na sua cintura e assumo o entra e sai.

-Devagar…

Obedeço. Vou tirando e enfiando. Bem devagarinho. Seu rebolado mostra que já se acostumou. Ela se deita de bruços, me puxando por cima dela.

-Vem, pode meter.

Apoio minhas mãos ao lado do corpo. Ela arrebita a bunda. Eu evito olhar, para não gozar. Acelero os movimentos. Ela mostra que está à vontade.

-Isso, assim! Soca esse cacete no meu rabo! Não queria minha bunda?! Fode! Mete tudo! Caralho, que cacete gostoso!

-Que bunda gostosa! Puta que pariu! Safada! Que cuzinho apertado!

Ela leva uma das mãos à sua buceta e se toca. E não para de falar.

-Ai, caralho! Que pau gostoso! Come o meu rabo! Me arromba, caralho! Me fode! Eu vou gozar com seu pau no meu rabo! Caralho! Tô gozando!!

Eu não resisto.

-Eu vou gozar também!

-Goza! Enche meu cu de porra! Puta que pariu! Que gostoso!

Gozamos os dois! Ela se joga na toalha. Eu tiro meu cacete de dentro do rabo dela e me deito ao seu lado. Faço carinhos em seu rosto. Estamos suados.

-Você acabou comigo, Freud!

-Você também acabou comigo, Doutora.

Passamos o resto da tarde ali na beira do riacho. Conversamos. Rimos. Tomamos banho. E transamos mais duas vezes. Já era noite, quando ela me deixou no posto.

-Durma bem, Freud.

-Você também, Alessandra.

No dia seguinte, à pedido de Leopoldo, agilizo os trabalhos. Ele marcou um almoço com o prefeito na cidade. Chegamos no restaurante do terminal rodoviário, o único aberto para almoço, um pouco antes do meio-dia.

Leopoldo diz que marcou com o prefeito à uma da tarde. Ele vai buscar os filhos na escola. Me convida para ir junto. Eu prefiro esperar no restaurante.

Entro no salão e vejo Carolina sentada em uma mesa, sozinha. Ela me vê e acena, sorridente.

-Freud! Que boa surpresa! Sente aqui comigo.

Nos cumprimentamos e sento à mesa com ela.

-Está sozinho?

-Vou almoçar com o Leopoldo, mas ele foi buscar os filhos na escola antes.

-Ah, entendi. E aí?! Gostando da cidade?!

-Sim, a cidade é ótima!

-Também, com a Alessandra de guia turística, né?!

Fico sem saber como responder. Carolina me tranquiliza.

-Ela me contou dos banhos que vocês tomaram na represa e no riacho…

-Pois é…

-Ela gostou de você, Freud.

-Eu também gostei dela, Carolina.

Ela me olha com carinho. E faz um comentário que parece mais um alerta.

-Alessandra é muito intensa. Às vezes, isso é bom, às vezes, é ruim… tome cuidado…

Faço cara de quem entendeu, mas a verdade é que não sei qual é a mensagem de Carolina. Ela muda de conversa e me pergunta sobre a empresa. Logo depois, Leopoldo entra no salão. Ela me avisa.

-Seu convidado chegou. Depois nos falamos…

Me despeço de Carolina e vou ao encontro de Leopoldo. Ele se dirige para uma mesa grande, no fundo do salão. Sentamos. Logo depois, o prefeito chega. Leopoldo faz as apresentações.

-Doutor, esse é o Freud. Ele trabalha lá na matriz.

Cumprimento o prefeito. Ele senta-se conosco. Bom de papo, como qualquer político. Fala do que faz pela cidade e se coloca à disposição para ajudar. Almoçamos. Pedimos um café. Já com a mesa limpa, um homem se aproxima do prefeito. Sentado ao seu lado, ouço o homem dizer.

-Doutor, ainda não sei quem é o rapaz. Mas vou descobrir.

O prefeito acena com a cabeça. O homem se afasta. O prefeito esclarece.

-É meu segurança. Parece que tem um rapaz na cidade se metendo com a minha filha.

E com a tranquilidade que só a impunidade prolongada proporciona, complementa.

-Pedi ao segurança para dar um cacete nesse atrevido.

Eu e Leopoldo sorrimos. Hora de encerrar o almoço. Agradecemos e nos despedimos. Quando estamos de saída, Carolina se aproxima. Ela fala baixinho, para ninguém ouvir.

-Freud, a Alessandra pediu para você encontrar com ela amanhã à noite, na usina.

Voltamos para o posto. Aceleramos o trabalho no resto do dia. No dia seguinte, idem. Quando o relógio marca cinco da tarde, encerramos. Todo o cronograma foi cumprido.

-Leopoldo, terminamos.

-Que bom, Freud! Já pode voltar para a civilização.

-Ah, verdade. Mas acho que vou só amanhã mesmo…

-Bem, fique à vontade. Eu vou para casa.

-Pode me deixar na usina? Quero nadar na represa…

-Claro, mas como vai voltar depois?!

-Ah, eu dou um jeito…

Acostumado a não fazer perguntas, Leopoldo apenas acena com a cabeça. Tomo um banho e ele me deixa na usina. Me apresenta ao caseiro.

-Esse é o Senhor Freud. Ele é da matriz. Vai nadar um pouco.

Homem simples e de poucas palavras, o caseiro apenas faz um aceno com a cabeça. Leopoldo se vai. O caseiro acende as luzes. Aproveito para admirar de perto a queda d’água. É pequena, mas muito bonita. E forma um poço, que fica parcialmente iluminado. O caseiro já sumiu de vista.

Do poço, o curso d’água segue seu caminho. Uma pequena ponte permite que a água cruze a rodovia. Examino e há uma calçada por ali. Atravesso e vou até o outro lado da rodovia. De lá, observo a queda d’água iluminada. O silêncio só é interrompido pelo barulho da água batendo nas pedras.

A escuridão só é quebrada pela iluminação da queda d’água. Retomo o caminho para atravessar e vejo a camionete de Alessandra entrando no estacionamento. Quando estou debaixo da ponte, ouço outro carro passando devagar. De onde estou, vejo Alessandra dirigindo a camionete pelo caminho que já conhece. E o outro carro parado no acostamento.

Retorno por baixo da ponte. Pelo outro lado da rodovia, consigo chegar perto sem ser visto. É o segurança do prefeito. Cai a ficha. Alessandra é a filha do prefeito. E eu sou o rapaz com a surra encomendada!

O segurança desliga o carro e permanece dentro dele. Fico ali por alguns minutos. Ele não desce do carro. Atravesso de volta e chego até a usina, fugindo da iluminação. Desligo as luzes. Saio por trás da casa de força e pego o caminho que passa atrás da casa. O caseiro me vê. Faço um sinal de silêncio e ele retorna para dentro.

Dali até onde Alessandra estacionou, levo uns cinco minutos. Meu coração parece que vai sair pela boca. A encontro na boleia da camionete. Ao me ver, ela abre o sorriso.

-Oi gostosão! Achei que ia me dar o bolo!

Ela desce do carro e vem ao meu encontro. A luz da boleia nos ilumina.

-Alessandra, o segurança do seu pai te seguiu e está lá na rodovia. E eu ouvi seu pai dizendo a ele para me dar uma surra.

Eu falo isso de supetão. Assustado. Ela sorri. Claramente já passou por isso antes.

-Típico deles.

-Então vá embora. Eu não quero apanhar.

Ela me acalma.

-Faz o seguinte: siga mais um pouco pela margem da represa. Vai encontrar uma estradinha de terra. Me espere lá.

Ela diz isso e entra na camionete. Eu sigo o caminho que ela indicou. Ouço a camionete se afastar. Alguns minutos depois, caminhando no escuro, chego à estradinha de terra. E espero ali, agachado atrás de uma árvore.

Uns vinte minutos se passam. Meu coração está acelerado. Ouço um carro se aproximando, com as luzes apagadas. Já acostumado com a escuridão, com as luzes das estrelas e da lua, identifico a camionete de Alessandra.

Ela estaciona. Eu espero um pouco, para me certificar que está sozinha. Vou até ela. Ela desce da boleia e vem ao meu encontro. Nos abraçamos.

-Eu consegui distraí-lo. Temos uns dez minutos.

Ante meu olhar de assustado, ela sorri.

-Come minha bunda!

Ela abaixa a saia e a calcinha. Se apoia no banco da camionete, com a porta aberta. Insiste.

-Vem logo! Não temos muito tempo.

O tesão é maior do que o medo. Tiro meu pau para fora e vou ao encontro de sua bunda. Ela pega e aponta para o seu cuzinho. E empurra a bunda para trás, com força!

-Caralho! Isso dói! Vai, me come! Rápido! Me arromba!

A transa é animalesca. Gemidos, gritos, urros! Gozamos logo e juntos!

-Que cu gostoso! Vou gozar!

-Enche meu cu de porra! Vou gozar também!

Tiro meu pau do rabo dela ao mesmo tempo que ouço um carro chegando. Ela sobe a saia.

-Foi uma delícia, Freud. Tchau!

Subo minha calça e me afasto, em direção à mata. Alessandra entra na camionete e volta por onde veio. Vejo ela cruzar o carro do segurança. Ele para. Ela segue. Ele faz a manobra e a segue. Fico escondido por quase uma hora. Silêncio.

Saio de meu esconderijo e sigo a pé pela estrada. Logo alcanço a rodovia. Dali, até o posto, são dez quilômetros. Percorro em duas horas. Chego no posto, faço minhas malas e pego o próximo ônibus para Cuiabá.

Cansado. Com medo. E com uma bela história para contar.

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Cansado, com medo e com uma bela história pra contar... Foi exatamente assim que aquela noite terminou. Adrenalina pura, não é? O perigo sempre foi um dos meus fetiches favoritos.

Essa aventura com a Alessandra é um dos pilares da minha jornada, um 'clássico' que guardo com carinho. Aqui na Casa dos Contos, eu decidi compartilhar esses momentos especiais, essa seleção de favoritos do meu passado. Mas a história completa, o diário com a cronologia de como tudo aconteceu, desde essas loucuras antigas até as centenas de aventuras que vivo hoje com a Martha, eu mantenho no nosso cantinho oficial. É uma decisão de intimidade, um jeito de preservar nosso diário completo e sem filtros.

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Foto de perfil de Freud SinceroFreud SinceroContos: 43Seguidores: 8Seguindo: 27Mensagem O Freud Sincero. Autor do blog Aventuras de Freud e Martha. Aqui na Casa dos Contos, publico uma Seleção Especial dos nossos clássicos e rapidinhas. O Diário Oficial, com a cronologia completa, centenas de aventuras e os relatos inéditos da semana (sem censura), é exclusivo do nosso site. Acesse aventurasdefreudemartha.com/casa para destravar a coleção total gratuitamente.

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