Duas semanas depois da noite no motel, Riviane ainda sentia o cu latejar de leve toda vez que sentava. A marquinha de biquíni já tinha desbotado um pouco, mas a lembrança da porra escorrendo pela faixa branca continuava fazendo ela apertar as coxas sem querer. A vida seguia normal: Marcos reclamando do salário, Lucas trancado no quarto jogando, Sofia pedindo dinheiro pro TikTok. Riviane sorria, cozinhava, lavava roupa. Por dentro, queimava.
Naquela sexta-feira chuvosa de março, ela precisou ir ao centro de Recife resolver uma burocracia chata no Detran. O Uber atrasou, o ônibus lotado. Quando finalmente saiu do órgão, o céu desabou. Chuva grossa, quente, daqueles temporais repentinos que transformam as ruas em rio.
Sem guarda-chuva, ela correu para o primeiro abrigo que viu: o vão coberto de um prédio abandonado na Rua do Imperador, daqueles casarões coloniais antigos que estavam em reforma e vazios há meses. O lugar estava deserto por causa da hora e da chuva forte.
Riviane encostou na parede, o vestido leve colado no corpo, os seios marcando o tecido molhado, o cabelo pingando. Respirava fundo quando ouviu uma voz conhecida atrás dela.
— Olha só quem a chuva trouxe…
Ela virou rápido. Carlos estava ali, de camisa social aberta no peito, calça jeans escura, pastinha na mão. Estava só passando pelo centro quando a chuva o pegou.
Os olhos dele desceram direto para o vestido grudado, parando na curva dos quadris e na bunda que ainda carregava a memória das estocadas.
— Carlos… aqui? — sussurrou ela, olhando ao redor. Ninguém perto. A chuva batia forte, abafando tudo.
Ele deu um passo, sorrindo de lado.
— O destino é filho da puta, né? Seis meses te comendo escondido e agora a gente se esbarra assim, no meio da cidade, você toda molhada…
Riviane sentiu o calor subir entre as pernas apesar do medo. O lugar não era seguro. Qualquer um podia passar. Mas o tesão que ele despertava era mais forte.
— Eu tô indo embora. Marcos me espera em casa…
Carlos não respondeu com palavras. Apenas pegou a mão dela e puxou para dentro do prédio abandonado, subindo dois lances de escada até o terceiro andar. Um corredor estreito, luz fraca, portas de salas vazias. No final, uma porta entreaberta: um escritório antigo de contabilidade em reforma, cheio de móveis cobertos por plásticos e poeira.
Ele a empurrou para dentro e trancou a porta por dentro.
— Cinco minutos. Ninguém vai vir aqui com essa chuva.
Riviane abriu a boca para protestar, mas ele já estava colado nela, mão subindo por baixo do vestido molhado, dedos grossos encontrando a calcinha encharcada — e não era só de chuva.
— Olha só… já tá pingando pra mim.
Ele a virou de frente para uma mesa velha, empurrou o tronco dela para baixo. O vestido subiu até a cintura, expondo a bundona morena com a marquinha ainda visível, agora molhada e brilhando. A calcinha fio dental foi puxada para o lado sem cerimônia.
Carlos abriu o zíper, o pau de 29 cm saltou pesado, já babando. Sem preliminares, sem lubrificante extra — só cuspiu na mão, passou rápido na glande e pressionou contra o cu ainda sensível dela.
— Não… aqui não… alguém pode ouvir — gemeu Riviane, mas empinou o rabo mesmo assim.
Ele entrou de uma vez, meio pau de uma vez só. A ardência foi imediata, misturada com aquele prazer sujo que ela já não conseguia negar. Riviane mordeu o próprio braço para não gritar. A mesa rangeu. A chuva lá fora parecia aplaudir.
Carlos segurou os cabelos molhados dela como rédea e começou a foder o cu com estocadas fundas, ritmadas, o som molhado ecoando no escritório vazio. Cada vez que ele metia até o talo, as nádegas tremiam, a marquinha branca se esticando e contraindo como se estivesse viva.
— Essa bundona foi feita pra levar rola no meio da rua, Riviane. Olha pra você… esposa, mãe, correndo pro Detran de dia e tomando no cu de noite.
Ela só gemia, baba escorrendo no plástico da mesa. A buceta pingava no chão, fios grossos de tesão misturados à água da chuva que ainda escorria das pernas. Riviane estava ficando louca. Cada estocada fazia ela sentir mais viciada naquele pau enorme, naquela sensação de ser completamente preenchida e dominada. O cu queimava, doía e ao mesmo tempo pulsava de prazer. Ela já não sabia mais viver sem aquela grossura rasgando ela por dentro.
De repente, passos no corredor.
Os dois congelaram. Carlos manteve o pau enterrado até o fundo, imóvel. Alguém tentou abrir a porta — a maçaneta girou duas vezes. Uma voz masculina resmungou algo sobre “esqueci a chave de novo” e se afastou.
O coração de Riviane quase explodiu. O medo misturado ao perigo fez ela gozar ali mesmo, sem tocar na buceta, só com o pau parado dentro do cu. O corpo tremeu inteiro, as paredes internas apertando ele como um punho.
Carlos grunhiu baixo e voltou a meter, agora mais rápido, mais bruto. O risco tinha deixado ele louco também.
— Vou gozar dentro… e você vai sair daqui com meu leitinho escorrendo pelo cu enquanto pega o ônibus pra casa.
Três estocadas profundas e ele explodiu. A carga foi absurda — jatos quentes, grossos, enchendo o intestino dela até transbordar. Quando ele tirou o pau, um fio grosso de porra branca escorreu do ânus dilatado, descendo pela marquinha de biquíni e pingando no chão empoeirado.
Riviane, ainda ofegante, virou-se, ajoelhou e limpou o pau sujo com a boca, chupando o gosto misturado de cu, porra e chuva. Engoliu tudo o que conseguiu.
Quando se levantaram para sair, a chuva ainda caía forte lá fora. Riviane olhou para Carlos com os olhos brilhando de safadeza, o rosto ainda corado.
— Antes de ir pra casa… eu quero meu leite — disse ela, voz rouca e safada, lambendo os lábios.
Sem esperar resposta, ela se ajoelhou novamente no chão empoeirado do escritório abandonado. Segurou o pau ainda semi-duro com as duas mãos, admirando a grossura que a viciava tanto. Começou devagar, beijando a glande, lambendo toda a extensão com a língua larga e quente, saboreando o próprio gosto misturado ao dele. Depois abriu bem a boca e desceu, engolindo centímetro por centímetro até sentir a cabeça bater no fundo da garganta. Sugou com força, as bochechas afundando, criando uma sucção apertada e molhada enquanto subia e descia a cabeça ritmadamente.
Riviane mamava com fome verdadeira, como se aquele pau fosse a única coisa que importava no mundo. A saliva escorria em fios grossos pelo queixo, pingando nos seios. Ela gemia alto em torno da rola, vibrando o som contra ele, uma mão massageando as bolas pesadas enquanto a outra torcia a base com firmeza. Acelerou o ritmo, chupando mais fundo, engasgando de propósito para sentir a garganta apertar ao redor da glande. Os olhos lacrimejantes subiam até encontrar os dele, cheios de tesão e submissão.
Carlos segurou a cabeça dela com as duas mãos e começou a foder sua boca com estocadas curtas e profundas. Riviane aceitava tudo, babando, engasgando, mas sem tirar o pau da boca nem por um segundo. Ela estava completamente viciada — queria mais, sempre mais daquela rola.
— Porra, Riviane… assim eu não aguento — grunhiu ele.
Ela respondeu sugando ainda mais forte, a língua rodopiando na cabeça a cada subida, até sentir o pau inchar e pulsar violentamente. Carlos gozou com um gemido rouco, enchendo a boca dela com jatos grossos, quentes e doces. Riviane engoliu avidamente, sem desperdiçar uma gota, mamando até o último espasmo, limpando tudo com a língua enquanto olhava para ele com cara de quem ainda queria mais.
Só então ela se levantou, ajeitou o vestido molhado sobre o corpo marcado e sorriu satisfeita.
— Agora sim… posso ir pra casa.
Eles saíram separados. Riviane desceu as escadas com as pernas bambas, o cu latejando, a calcinha encharcada de porra. Na rua, a chuva continuava. Ela pegou o ônibus lotado, sentou no fundo, sentindo o calor viscoso escorrendo devagar enquanto olhava pela janela.
Em casa, Marcos nem notou o brilho estranho nos olhos dela. Só reclamou que o jantar estava atrasado.
Riviane sorriu, serviu o prato e pensou: “Se ele soubesse que acabei de levar uma gozada no cu no centro da cidade… e ainda pedi mais leite antes de voltar…”
O tesão não tinha acabado. Só tinha ficado mais perigoso. Mais viciante.
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