Meu nome é Sabrina, não interessa quantos anos eu tenho, vamos dizer que eu tenho 18 anos seios médios, bunda grande e um corpo muito bonito. Eu sou bisexual, eu adoro um pau bem grosso fodendo a minha boceta, mas confesso que quando se trata de beijos amassos e carinho tenho uma estranha preferencia por mulheres. Na dúvida entre assumir ou não um lado eu estou muito bem aproveitando os dois. O que eu vou contar aqui aconteceu dois meses atras, num fim de semana que eu passei na casa de praia de uma amiga minha. Eu moro em Curitiba/PR e o litoral é perto daqui.
Eu ja tinha beijado e dado uns amassos com meninas, mas eu nunca havia transado com nenhuma, então não é uma coisa muito simples relatar esse episódio, até mesmo porque ele ainda está muito presente na minha vida, e eu me sinto um pouco culpada por tudo que aconteceu, apesar de ter sido maravilhoso. Numa sexta-feira à tarde essa minha amiga me ligou dizendo que a familia dela estava indo pra praia, seus pais e o namorado dela, e me convidou pra ir junto, passar o fim de semana na casa da praia. Eu não tinha nada pra fazer no fim de semana, e entre não fazer nada aqui em Curitiba e não fazer nada na praia, preferi ir com ela e sair um pouco da cidade.
Foi aí que ele me falou um detalhe. Que a mãe dela estava indo na sexta-feira, e o resto da familia só iria no sábado porque o pai tinha que trabalhar. A minha amiga falou pra mim ir com a mãe dela e no dia seguinte a gente se encontrava todos lá. Tudo bem, eu topei e logo estava na estrada com a mãe dela em direção a praia. Ângela, minha amiga, tem 19 anos e é linda. O pai dela é um coroa enxuto, lá pelos cinquenta anos, e a mãe também deve ter seus quarenta e alguma coisa, e é uma mulher muito bonita, assim como a filha. Eu sempre achei a Ângela uma garota linda, e já até me masturbei algumas vezes pensando nela. Ela nem imagina.
Chegamos na praia perto das 18:00 hs, passamos no mercado e compramos algumas coisas e chegamos na casa já escuro. Ajudei a mãe da Angela a organizar a casa e dar uma limpada báscia. Fizemos um macarrão para o jantar e enquanto cozinhavamos, conversavamos mil coisas bebendo um vinho. Quando sentamos a mesa pra jantar a primeira garrafa já tinha ido. A mãe de angela então abriu outra garrafa e seguimos bebendo. Após o jantar lavamos as louças e a segunda garrafa já tinha se acabado. Abrimos a terceira e nem precisa dizer que estavamos as duas rindo a toa como dua adolescentes bobas. Então a gente se preparou pra dormir.
A mãe de Angela me levou até o meu quartinho, no fundo do corredor, onde mal cabia uma cama e um armário antigo. Ela me disse um boa noite e me deu um abraço e um beijo na bochecha. Eu me arrepiei toda com o contato do corpo dela, senti seus seios macios tocando em mim e o hálito quente no meu rosto próximo a minha orelha, senti uma carga sexual, eu quase virei o rosto pro lado procurando a sua boca, ela então olhou nos meus olhos sorrindo e disse novamente:
- 'Boa Noite!'
- 'Boa Noite!' eu respondi
Ela saiu e eu bem tontinha, comecei a tirar a roupa pra ir dormir. Eu estava de calcinha e sutiã sentada na cama quando, a mãe da Ângela entrou no quarto trazendo um cobertor leve, dizendo que estava esfriando e que eu me cobrisse bem. Ela estava de camisola e dava pra ver que estava sem sutien por baixo. Quando ela me viu de calcinha e sutiã, pediu desculpas, eu disse que não tinha problema, eramos duas meninas. Eu levantei da cama e ela começou a arrumar o cobertor na cama. Quando ela se inclinou um pouco para frente, a camisola curtíssima levantou um pouco e eu pude ver a sua bunda, pude ver que ela usava uma calcinha bem enfiada, deixando à mostra uma bunda perfeita, bem torneada. Naquele momento tive uma sensação estranha, e coisas que eu nunca imaginei passaram voando pela minha cabeça.
Eu sempre achei a mãe da minha amiga um tesão, sempre achei aquela mulher maravilhosa, e na mesma hora fiquei excitada vendo ela com pouquíssima roupa, bem ali na minha frente. Resolvi provocar mais ainda essa minha excitação. Levada pela tontura do vinho eu comecei a tirar o que faltava da minha roupa, começando pelo sutiã e depois a calcinha. Quando a mãe da Ângela se virou para mim eu estava sem sutiã, inclinada com a calcinha no meio das coxas, e antes que ela comentasse qualquer coisa eu tirei minha calcinha pelos tornozelos e disse:
-'Eu tenho o costume de dormir pelada'
Ela me olhou de cima abaixo e disse que não tinha problema. O quarto era muito pequeno e eu passei do lado dela, quase roçando os meus peitos no seu corpo e deitei na cama. Ela ficou me olhando. Vi que ela reparou bem nos meus seios e na minha bunda, e me espantei quando ela disse:
- 'Ahhh como eu queria ter meus 18 anos de novo'. Na mesma hora eu disse
- 'Ahhh mas eu quero mesmo é chegar aos meus quarenta com um corpão igual você!' Ela riu e falou:
- 'Deixa que eu te cubro!'.
Fiquei deitada e ela me cobriu com o lençol, a colcha e o cobertor. Comecei a achar aquela mulher cada vez mais maravilhosa, mesmo sabendo que era uma loucura qualquer pensamento que passasse pela minha cabeça. Quando ela me deu boa noite, eu perguntei se não ganharia um beijo. Ela me olhou por um instante, e em seguida fez um afago na minha cabeça, com um sorriso terno no rosto. Eu fechei os olhos e senti ela me dar um beijo suave na testa. Fiquei arrepiada, e continuei com os olhos fechados. Ela continuou fazendo carinho, deslizando suavemente a mão pelos meus cabelos e pelo meu rosto, sem dizer nada. Depois de alguns segundos ela me deu um novo beijo, agora na bochecha, um pouco mais demorado que o anterior, sem parar o afago.
Quando ela separou os lábios da minha face, eu virei o rosto e beijei os lábios dela, um beijo rápido e desajeitado, um beijo roubado. Ela não parecia assustada, sorrio pra mim e disse
- 'Oque foi isso menina?'
- 'Você é linda, deita aqui comigo'
- 'Não posso'
- 'Só um poquinho, vai' eu insisti
- 'Tá bom, chega pra lá!'
Fui um pouco mais pro canto da cama, e ela deitou ao meu lado, se cobrindo junto comigo e encostando de leve o corpo dela no meu. Deitamos de lado, uma de frente para a outra, bem protegidas do frio embaixo de toda aquelas cobertas. Ficamos um bom tempo sem falar nada, só nos olhando sob o efeito mais que relaxante das várias taças de vinho. Ela levou a mão mais uma vez até o meu rosto e começou a deslizar com delicadeza, dizendo que eu era muito bonita. Fiquei quieta e fechei de novo os olhos, com um pequeno sorriso no rosto. Senti um calafrio percorrer meu corpo e me aproximei mais ainda dela, reclamando do frio. Uns poucos centímetros nos separavam, e nossas pernas encostavam uma na outra. Nesse momento, senti a mão dela encostar na minha barriga, por debaixo das cobertas, e ela dizer com um hálito perfumado:
- 'Você vai sentir frio dormindo sem roupa'.
- 'Não se você me esquentar!'.
A mão dela continuou deslizando pela minha barriga, fazendo movimentos em círculo, me deixando toda arrepiada e excitada ao mesmo tempo. Continuamos assim por um bom tempo. A poucos centímetros uma da outra, sentindo o calor uma da outra, e eu sentindo o toque dela no meu corpo por debaixo das cobertas. Aos poucos a mão dela começou a descer, sempre acariciando meu corpo de uma maneira muito delicada. Passou pelo umbigo e continuou descendo lentamente, enquanto os olhos dela continuavam fixos nos meus. Senti ela encostar nos pêlos da minha xoxota e ficar um tempo por ali. Fechei os olhos novamente e permaneci imóvel, sem arriscar nenhum movimento. E então eu senti toda a sua mão sobre a minha vagina, cobrindo-a completamente, e ao mesmo tempo sendo umedecida com a minha excitação.
Abri os olhos e ela continuava me olhando fixamente. Saí daquele estado imóvel, mas ainda sem me mexer muito, coloquei a minha mão na cintura dela, por baixo das cobertas. Deslizei suavemente pelo seu quadril e cheguei até a bunda, ao mesmo tempo dura e macia, e muito gostosa. Acariciei o bumbum dela com a mesma delicadeza que ela acariciava a minha xoxota, e permanecemos mais alguns minutos nessa deliciosa troca de carinhos. Depois disso, nossos rostos se aproximaram, e nossos lábios se tocaram com a mesma suavidade dos toques carinhosos.
A gente se beijou ao mesmo tempo em que nos abraçamos, tentando preencher ao máximo o corpo de uma com o corpo da outra. E entrelaçamos nossos corpos, puxei ela pra cima de mim, e apertei com força, desejando a mãe da minha amiga mais do que qualquer coisa no mundo. E o beijo não cessou enquanto isso. A gente continuou sempre se beijando, misturando as línguas e a saliva, buscando sentir ao máximo o gosto uma da outra. Nada se compara a beijar uma outra mulher, sendo mulher com outra mulher, gemendo o mesmo gemido feminino de prazer. A mãe da Ângela fez uma brevíssima pausa, de menos de um segundo, para tirar a camisola, atirando ela no chão do quarto, ao lado da cama, e voltou a me beijar, com o corpo em cima do meu.
Senti seus seios tocarem os meus, e apertei ela com força, já completamente apaixonada por aquela mulher maravilhosa. Com as duas mãos alcancei sua calcinha e puxei com força para baixo, até os joelhos, trazendo o corpo dela mais uma vez de encontro ao meu. Coloquei as mãos na sua bunda macia e gostosa, e puxei seu corpo, empurrando o meu, sentindo a xoxota dela roçar na minha. Afastei minhas pernas e ofereci totalmente minha vagina à ela, que veio com vontade, esfregando com força sua xoxota na minha. Procurei os seios dela com a boca, e chupei com prazer cada um deles, enquanto continuava o vai-e-vem gostoso. Nossos gemidos se misturavam e eram idênticos, impossíveis de distinguir. E no calor da transa, ela dizia baixinho coisas como:
- 'Você é muito gostosa! Minha buceta tá pegando fogo!' e eu também falava, delirando de prazer:
- 'Quero sentir essa tua buceta maravilhosa! Me beija'.
E ficávamos, as duas, cada vez mais alucinadas, nos entregando totalmente. Eu já tava mais do que louca com aquilo tudo. A gente tirou todas as cobertas e ficamos só as duas peladas, uma em cima da outra, sem nada pra atrapalhar. Ela ainda se levantou, ficando de pé na cama, e andou até a cabeceira, sentando então no meu rosto e esfregando a buceta na minha cara. E ela dizia entre gemidos:
- 'Chupa! Chupa!'.
E eu me lambuzava e delirava com o cheiro e o gosto dela. Depois disso ela se deitou de novo, só que de bruços, e eu subi em cima dela, esfregando minha buceta na sua bunda, enquanto meus seios roçavam suas costas, e ela virava o rosto para nossas bocas se beijarem, eu comecei a enfiar dois dedos na buceta dela por trás fodendo e sentindo o calor daquele vulcão e a mãe da minha amiga gritava:
- 'Eu sou tua! Me fode! Me fode!'.
E eu já quase explodindo de tanto tesão, sentindo minha vagina incendiar, peguei na mesinha de cabeçeira uma escova de cabelo com o cabo de silicone roliço e comecei a enfiar na xoxota dela, por trás. Ela gemia alto, estavamos sozinhas e ela podia gritar de tesão, não precisava controlar os seus gemidos
- 'Me fode Sabrina! Eu sou tua mulher! Não para de me fuder!',
E o cabo da escova entrava e saía da buceta dela completamente encharcada, as vezes eu trazia até a boca e chupava pra sentir um pouco mais o gosto dela. Nós duas pegávamos fogo, transando na cama do quartinho dos fundos. A mãe da Ângela não parava de gemer, nem implorar que eu enfiasse o objeto nela. Ela dizia:
- 'Eu te quero muito Sabrina! Você é maravilhosa! Enfia essa escova no meu cú!'.
Eu fiquei muito surpresa com aquilo, mas eu estou acostumada a enfiar objetos no meu cu quando eu me masturbo. Eu gosto da sensação de algo enfiado no meu rabo enquanto eu brinco com o vibrador no meu grelo. Então tirei a escova da buceta e empurrei com carinho pra dentro da bunda dela. De repente eu estava ali, na casa de praia da minha amiga, enfiando uma escova no cú da mãe dela. E eu enfiava bem fundo o cabo da escova, e dedilhava a buceta dela com a outra mão.
Naquela noite a gente fez de tudo que se possa imaginar. Era difícil dizer qual das duas estava mais louca. Prova disso aconteceu depois de a gente gozar inúmeras vezes e estar completamente cansadas, ofegando uma ao lado da outra na cama. Eu disse pra ela que estava apertada e tinha que ir ao banheiro, mas ela pediu que eu não saísse dali. Perguntei então
- 'Eu preciso mijar, como é que eu vou fazer?' e ela respondeu:
- 'Vem aqui que eu te mostro!',
E me puxou pra cima dela, encostando a minha buceta na buceta dela e disse:
- 'Pode fazer!'.
- 'Aqui na cama?' eu disse.
- 'Aqui mesmo, em cima de mim. Essa cama tá toda molhada mesmo' ela respondeu
Eu comecei a fazer xixi ali mesmo, esguichando forte direto na xoxota dela e molhando a cama toda, enquanto a gente fazia um pequeno movimento de vai-e-vem, roçando as duas bucetas. E ela dizia:
- 'Ah, que gostoso! Eu queria as nossas bucetas sempre assim bem juntinhas'
E assim terminei de mijar e tivemos que tirar as roupas da cama e botar na maquina de lavar. Eu dormi abraçadinha com a mãe da minha amiga na cama do casal, as duas peladinhas.
Eu acordei de madrugada, umas 6:00hs louca pra mijar e corri para o banheiro da suite. A mãe da minha amiga acordou tambem e veio atras. Quando eu estava mijando no vaso, ela veio e sentou-se em mim, com uma perna de cada lado, de frente pra mim, apertando seus seios nos meus, me abraçando e rindo começou mijar em mim, sobre a minha buceta, no meio das minhas coxas. Eu e ela riamos como duas adolecentes bebadas e aquilo me deu um tesão incrível.
Fomos então pra baixo do chuveiro e nos beijamos e nos agarramos, ensaboamos o corpo uma da outra, enfiando os dedos na xoxota e na bunda uma da outra inúmeras vezes. Cheguei a botar 3 dedos no cu dela e ela no meu. gozamos no chuveiro e fomos novamente pra cama e adormecemos.
Quanto ao resto do fim de semana, posso dizer que não me arrependi, e muito menos ela, e que também ninguém desconfiou. Sempre que a gente ficava sozinhas, aproveitávamos pra trocar carícias e beijos. Teve até momentos de tensão, como quando estava todo mundo reunido na sala, jogando baralho, e eu saí pra ir na cozinha, bem ao lado dali. A mãe da Ângela arrumou uma desculpa pra ir junto comigo, e mal a gente entrou na cozinha, ela levantou minha saia, abaixou minha calcinha, se agachou, e começou a chupar a minha buceta.
Teve até uma vez que foi mais perigoso ainda, mas acho que ninguém desconfiou. Ela estava tomando banho, e todo o resto do pessoal esperava a sua vez, sendo eu a próxima da fila. Lá de dentro do banheiro ela gritou pra que eu entrasse, dizendo que ela já estava se vestindo. Eu entrei, sabendo que teria alguns segundos de prazer com ela, e quando fechei a porta, já do lado de dentro, comecei a me livrar imediatamente das minhas roupas, enquanto ela estava pelada à minha frente, e quando finalmente tirei a calcinha, ficando completamente nua, a gente deu um abraço bem apertado e um beijo bem molhado, aproveitando pra passar a mão uma na outra, e chupar os seios e a buceta uma da outra. Durante um minuto ou dois a gente procurou obter o máximo do prazer, e chegamos até a deitar no chão do banheiro, uma em cima da outra, transando gostoso e até fazendo declarações de amor bem baixinho, como
- 'Eu te amo!' ou 'Não me deixa'.
Foi um fim de semana inesquecível. Sem dúvida, o melhor da minha vida. A mãe de Angela disse que vai sempre arrumar um tempo pra mim visita-la em seu apartamento quando a familia não estiver por perto.