O dia em que minha tia me ajudou a comer a minha mãe. Ato 2 – O segredo do primo Horácio

Um conto erótico de Afonso
Categoria: Heterossexual
Contém 1048 palavras
Data: 23/03/2026 14:20:16

Era domingo à tarde, daqueles preguiçosos em que o sol bate forte no quintal e o ar fica pesado de calor. Meu pai tinha viajado a trabalho de novo, então a casa era só nossa — minha e de mamãe. Meu primo, Horácio, chegou por volta das duas, trazendo uma mochila com controles extras e um pacote de salgadinho, como sempre. Subimos direto pro meu quarto, ligamos o videogame e começamos uma partida de FIFA, mas minha cabeça não estava no jogo.

A janela do meu quarto dava direto pro quintal dos fundos. E lá estavam elas.

Mamãe e tia Irene (mãe de Horácio) tinham resolvido tomar sol juntas. As duas de biquíni, deitadas nas espreguiçadeiras, conversando e rindo baixo. Mamãe usava um biquíni azul-escuro simples, mas que parecia feito pra torturar: o top triangular mal cobria os seios médios e firmes, e a calcinha alta marcava a curva perfeita da bunda redonda. A pele branca dela brilhava com o protetor solar, e o cabelo curto estava bagunçado de um jeito que me fazia imaginar minhas mãos passando por ali.

Tia Irene, ao lado dela, era o oposto: biquíni vermelho minúsculo, o top lutando pra conter aqueles peitos enormes que transbordavam pros lados toda vez que ela se mexia. As coxas grossas abertas sem pudor, a bunda saliente empinada quando ela se virava de bruços. Ela ria alto de alguma coisa que mamãe dizia, e o som chegava até nós pela janela entreaberta.

Horácio parou o jogo de repente, o controle ainda na mão.

— Porra, cara... olha isso aí — murmurou ele, inclinando a cabeça pra janela. — Sua mãe tá um absurdo hoje. Esse biquíni... caralho.

Eu engoli em seco, fingindo que estava concentrado na tela pausada.

— É... normal — respondi, a voz saindo fraca.

Ele riu baixo, daqueles risos safados dele.

— Normal? Tá de sacanagem? Olha os peitos dela, Afonso. Firmes pra caralho pra uma mulher de 43. E a bunda... puta merda, eu meteria a cara ali agora mesmo.

Meu pau deu um pulo na bermuda só de ouvir ele falar aquilo. Eu tentei disfarçar, mas Horácio já tinha percebido.

— Relaxa, véi. Eu sei que você também olha. Não vem com essa de “normal”. — Ele se aproximou da janela, espiando melhor. — E a minha mãe... olha os peitos dessa mulher. Eu juro que já gozei pensando neles mais vezes do que consigo contar. Ela sabe que eu olho, cara. Outro dia ela passou por mim de camisola e disse “tá gostando da vista, filho?” com aquela voz rouca. Quase gozei na hora.

Eu senti o rosto queimar. Mas ao mesmo tempo... uma onda de alívio estranho. Alguém mais entendia. Alguém mais sentia isso.

— Você... você já... com sua mãe? — perguntei, assustado e quase sussurrando.

Horácio virou pra mim, sorrindo como quem ganhou na loteria.

— Ainda não fodi ela, mas já rolou umas coisas. Ela me pegou me punhetando no banheiro uma vez e só riu, disse “continua, não para por minha causa”. Depois disso ela começou a provocar mais. Me deixa louco, véi. E você? Não me diz que nunca pensou em meter na sua.

Eu fiquei em silêncio por uns segundos. Meu coração batia tão forte que eu achava que ele ia ouvir.

— Todo dia — confessei finalmente, a voz baixa. — Todo santo dia. O cheiro dela depois do treino... o jeito que ela me abraça... eu fico duro na hora. Ontem mesmo eu... me masterbei pensando nela me chupando.

Horácio arregalou os olhos, depois deu um tapa no meu ombro.

— Porra, isso aí! Finalmente! — Ele baixou a voz. — Sabe o que eu imagino com a minha? Ela de quatro, aqueles peitos balançando enquanto eu meto por trás. E com a tua mãe... eu imagino ela de joelhos, olhando pra cima com aquele rosto lindo, engolindo tudo. Aposto que ela tem uma boca quentinha. — Ele completou sorrindo.

Eu não aguentei. Meu pau já estava duro pra caralho, marcando na bermuda. Horácio olhou pra baixo e riu.

— Olha aí o menino excitado. Vamos fazer uma coisa: a gente fica aqui olhando elas, e cada um fala o que quer fazer. E... a gente se punheta junto. Sem frescura. Só entre a gente.

Eu hesitei uns dois segundos. Mas o tesão venceu.

— Tá bom.

Nos posicionamos lado a lado na janela, meio escondidos pela cortina. Lá embaixo, mamãe se virou de bruços, a bunda empinada pro céu, e tia Irene passou protetor nas costas dela, as mãos descendo devagar, quase na curva da bunda.

Horácio baixou a bermuda primeiro. O pau dele pulou pra fora — grosso e maior que o meu sem dúvida. Ele segurou firme e começou devagar.

— Imagina meter nessa bunda da tia Fernanda... devagar no começo, sentindo ela apertar. Ela gemendo baixinho “isso, Afonso... mete mais fundo...”

Eu baixei minha bermuda também. Meu pau latejava, babando na cabeça. Comecei a me masturbar no mesmo ritmo dele, os olhos fixos nas duas.

— Eu imagino a tia Irene cavalgando — continuei, a voz rouca. — Aqueles peitos enormes balançando na sua cara, ela falando sacanagem: “Goza dentro da sua mamãe, Horácio... enche minha buceta...”

Horácio gemeu baixo.

— Caralho... e se a gente trocasse? Eu fodo a tia Fernanda enquanto você fode a minha mãe. Elas gemendo nossos nomes...

A cena lá embaixo continuou: tia Irene deitou de lado, o corpo voluptuoso brilhando ao sol, e mamãe riu de algo, virando o rosto pro nosso lado por um segundo. Meu pau pulsou mais forte.

Acelerei a punheta. Horácio também. O som molhado das mãos nos paus enchendo o quarto.

— Vai gozar olhando pra ela, Afonso? — ele provocou.

— Sim... porra...

Mamãe se levantou pra ajustar a espreguiçadeira, o corpo todo exposto por um instante: seios firmes, barriga lisa, bunda redonda. Foi o suficiente.

Gozei forte, jatos quentes batendo na parede abaixo da janela, escorrendo devagar. Horácio veio logo depois, gemendo baixo, o sêmen grosso pingando no chão.

Ficamos ali ofegantes, olhando as duas lá embaixo, alheias a tudo.

Horácio limpou a mão na camiseta e me deu um soquinho no braço.

— Isso foi só o começo, véi. Agora a gente sabe que os dois querem a mesma coisa. E eu aposto que cedo ou tarde... a gente vai conseguir.

Eu não respondi. Só fiquei olhando pra minha mãe, o coração ainda disparado, sabendo que ele estava certo.

E que o desejo só ia piorar.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Yan a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários