No domingo de manhã, o culto de oração tava lotado como sempre. Eu tava no teclado, tocando suave pros hinos lentos, daqueles que pedem arrependimento e quebração. Karem não tava no palco — disse que tava com dor de cabeça, mas eu sabia que era mentira. Ela tava na casa do namorado, o Luis Carlos, fingindo que era tudo normal. Anderson tava na bateria, batendo ritmado, e o resto da igreja cantando com os olhos fechados.
Depois da oração final, o pastor desceu do púlpito, passou pela galera abençoando uns e outros, e parou do meu lado. Colocou a mão no meu ombro, apertou firme, e falou baixo, só pra mim ouvir:
“Filho... se você tem alguma coisa pra confessar, confessa sozinho na sua casa. Não precisa vir aqui na frente de todo mundo. Mas confessa. Eu tô vendo que não tá normal. Tá com algum problema. Deus tá me mostrando que tem algo pesado no seu coração.”
As palavras dele saíram como uma faca quente enfiada no peito. Eu senti o sangue subir pro rosto, o coração apertar. Ele me olhava nos olhos, como se visse através de mim. Como se soubesse de tudo: a mão da Karem no carro, o cu dela na cama dos pais, a boca da dona Vanusa no banheiro, o pai dela assistindo e gozando na cara da filha. Eu abaixei a cabeça, murmurei um “amém, pastor... vou orar em casa”, e saí rápido pro lado de fora. O ar fresco bateu no rosto, mas não aliviou nada. Aquilo me tocou fundo. Me fez pensar que talvez Deus estivesse mesmo me avisando pra parar.
Mas o corpo não obedecia. A cabeça tava uma bagunça, mas o pau já latejava só de lembrar.
À tarde eu não aguentei. Liguei pro Anderson pra ver se tava tudo bem, ele disse que tava na casa de uma prima. Perguntei pela Karem: “Ela tá na casa do Luis Carlos. Vai ficar o dia todo lá.” Perfeito. Fui pra casa deles mesmo assim. Cheguei no portão, seu Adenor abriu, camisa aberta no peito, calça de moletom, cara de quem tava relaxado no sofá. Dona Vanusa tava na cozinha, lavando louça.
“Entra, Murilo. Karem não tá, mas senta aí.”
Eu entrei. Sentei na sala. Seu Adenor sentou do meu lado, abriu uma cerveja (ele bebia escondido, longe da igreja), ofereceu uma pra mim. Eu recusei. Ele riu: “Tá com cara de quem tá carregando o mundo nas costas, moleque. Relaxa.”
Dona Vanusa apareceu na porta da cozinha, avental sujo de farinha, olhando pros dois. Seu Adenor olhou pra ela: “Vanusa, vem cá. O menino tá precisando de atenção.”
Ela hesitou, mas veio. Sentou no sofá do outro lado. Seu Adenor colocou a mão na coxa dela, subiu devagar por baixo da saia. “Murilo, conta pra ela o que o pastor te falou hoje.”
Eu contei. A voz saiu baixa: “O pastor disse que eu tô com problema. Que eu devia confessar sozinho em casa. Que Deus tá me mostrando que tem algo errado.”
Dona Vanusa baixou os olhos. Seu Adenor riu: “Pastor vê muita coisa, né? Mas ele não vê tudo. Vem cá, Vanusa. Mostra pro menino que não tem nada errado.”
Ele puxou ela pro colo dele. Beijou o pescoço dela, mão já dentro da calcinha. Ela gemeu baixo, tentou resistir um pouco: “Adenor... o menino...”
“Ele já comeu você. Já comeu nossa filha. Agora assiste e aprende.”
Seu Adenor tirou a saia dela, rasgou a calcinha de lado. Abriu as pernas dela no sofá. “Olha aqui, Murilo. Buceta da minha mulher. Molhada só de pensar no que vai rolar.”
Dona Vanusa tava vermelha, humilhada, mas os olhos brilhavam de tesão. Seu Adenor mandou: “Ajoelha, Vanusa. Chupa o pau do menino primeiro. Mostra que você é uma boa puta.”
Ela ajoelhou no chão, entre minhas pernas. Abriu minha calça, tirou meu pau pra fora. Olhou pra cima, olhos úmidos: “Desculpa, filho... mas eu gosto...”
Começou a mamar devagar, delicada como sempre. Língua rodando na cabeça, chupando as veias, lambendo as bolas. Eu gemia baixo, mão na cabeça dela. Seu Adenor assistia, batendo punheta devagar: “Isso... chupa direito... engole tudo... você é safada mesmo, Vanusa. Casada, mãe de família, e aí de joelhos mamando pau de menino da igreja.”
Ela acelerou, babando, gemendo abafado. Seu Adenor levantou, tirou a calça. Colocou o pau na boca dela junto com o meu. Duas cabeças na boca dela. Ela chupava os dois, alternando, lambendo um enquanto batia no outro. “Isso... mama os dois paus... humilhação boa, né? Sua filha faz isso melhor, mas você tá aprendendo.”
Depois ele a levantou, jogou de quatro no sofá. Empinou a bunda dela. “Murilo, mete na buceta dela. Eu pego o cu.”
Eu encostei na entrada molhada, enfiei devagar. Ela gemeu alto: “Ai... que grosso... vai devagar...”
Seu Adenor passou lubrificante (tinha um tubinho na mesinha), encostou no cuzinho dela. Empurrou forte. Ela gritou: “Não... dói... Adenor...”
“Calada. Toma no cu. Você deu pro menino, agora dá pro marido.”
Ele meteu inteiro. Começou a foder forte, batendo na bunda dela. Eu metia na buceta, sentindo o pau dele do outro lado, separado só por uma parede fina. Ela tremia inteira, choramingando de dor e prazer: “Meu Deus... os dois... me arrombando... sou uma puta... uma coroa safada...”
Seu Adenor batia mais forte, puxava o cabelo dela: “Diz que gosta. Diz que quer mais humilhação.”
“Gosto... quero mais... me humilha... me usa... sou sua puta...”
Eu acelerei, metendo fundo. Ela gozou primeiro, corpo convulsionando, apertando os dois paus. “Vai... goza dentro... me enche...”
Seu Adenor gozou no cu dela, gemendo rouco: “Toma leite no cu, vadia...”
Eu gozei na buceta, enchendo tudo. Ela desabou no sofá, ofegante, gozo escorrendo pelas coxas, rosto vermelho de vergonha e satisfação. “Meu Deus... que delícia... mesmo humilhada... eu gostei...”
A gente ficou ali uns minutos, respirando pesado. Depois eu me vesti devagar. Olhei pros dois e falei, voz tremendo:
“Eu preciso parar com isso. Não dá mais. O pastor me falou hoje... eu tô sentindo que isso vai acabar mal. Pra mim, pra vocês, pra igreja. Eu não aguento mais.”
Seu Adenor ficou bravo na hora. Levantou, cara fechada: “Para com essa palhaçada, moleque. Você comeu minha filha, comeu minha mulher, gozou na cara da minha menina na minha frente. Agora quer fugir? Covarde. Se parar, eu conto pro pastor tudo. Ou pro Anderson. Ou pro Luis Carlos. Escolhe.”
Dona Vanusa, ainda nua no sofá, gozo pingando, falou baixo: “Deixa ele, Adenor. O menino tá certo. Isso tá indo longe demais. Eu também tô com medo. O pastor falou com ele... talvez seja sinal de Deus mesmo.”
Seu Adenor olhou feio pra ela: “Você também? Tá do lado dele agora?”
Ela baixou a cabeça: “Eu tô cansada de ser usada. Cansada de ver nossa filha mandar em tudo. Murilo... vai embora. E não volta mais. Pelo bem de todos.”
Seu Adenor bufou, mas não falou mais nada. Só virou de costas, pegou a cerveja e foi pra cozinha.
Eu saí dali tremendo. Andei as quadras pra casa, sol se pondo, vento frio. Cabeça girando. O tesão ainda no corpo, mas o peso no peito maior que nunca.
Eu tinha parado. Pelo menos por enquanto.
Mas eu sabia que aquilo não acabava tão fácil. Karem ia voltar. E quando voltasse, ia querer mais.