a sexta à tarde o MSN apitou forte no computador velho da sala. Eu tava sozinho em casa de novo, mãe na igreja, pai trabalhando. Abri a janela do MSN e vi o nick dela piscando: “Karem_ungida”.
A mensagem veio curta e direta:
“Vem aqui em casa agora. Meu pai saiu pra pregar num culto em outra cidade, minha mãe tá na igreja com as irmãs, meu irmão saiu com os amigos. Só eu em casa. Traga o capacete vermelho que eu gosto de ver vc com ele. Quero ver você gozar na minha cara enquanto eu te chupo no sofá da sala. Mas tem uma condição: você vai ter que me foder no quarto dos meus pais. Na cama deles. Quero sentir o cheiro do meu pai enquanto você mete no meu cu.”
Meu pau endureceu na hora, mas o estômago virou do avesso. Um frio subiu pela espinha. Aquilo era loucura demais. Ir na casa dela, na cama do casal, com o risco de alguém aparecer? Mas o tesão venceu. Respondi só um “tô indo” e saí correndo. Peguei a Titan 150, enfiei o capacete vermelho na cabeça e voei pra lá.
Cheguei uns 20 minutos depois. A casa tava escura, só uma luz amarelada vazando pela sala. Bati no portão devagar. Ela abriu quase na hora, de camisola curta branca, fina, transparente o suficiente pra ver os bicos dos peitos duros e a sombra da bucetinha sem calcinha. Sem dizer nada, me puxou pra dentro pela camisa, trancou a porta com chave e já caiu de joelhos ali na entrada.
Abriu meu zíper com pressa, tirou meu pau pra fora e engoliu tudo de uma vez. Aquela chupada violenta de sempre: enfiava até a garganta, saía babando, batia na língua, apertava as bolas com força. Gemendo alto, sem medo de vizinho ouvir. “Que pau gostoso... vem gozar na minha cara logo... mas primeiro no sofá.”
Ela me levou pela mão pro sofá da sala. Sentou, abriu as pernas, me mandou ficar de pé na frente dela. Chupou mais uns minutos, babando tudo, olhando pra cima com aqueles olhos castanhos safados. Depois levantou, me puxou pro corredor. “Agora o quarto deles.”
O quarto do casal era grande, cama king size com cabeceira de madeira escura, lençóis azul-claro meio amassados. Cheiro forte: perfume velho de lavanda misturado com suor masculino, cheiro de homem que dorme ali toda noite. Ela deitou de bruços na cama, empinou a bunda alta, abriu as pernas. “Mete sem dó. Quero suar amanhã quando meu pai voltar e deitar aqui sentindo o cheiro de você.”
Eu tirei a roupa rápido, subi na cama. Meu pau tava latejando, babando. Encostei a cabeça no cuzinho dela — ela já tinha passado lubrificante, tava escorregadio. Empurrei devagar, mas ela empurrou pra trás: “Sem dó, porra. Mete tudo!”
Eu meti forte. Entrei inteiro de uma vez. Ela gritou alto, mas de prazer. “Isso... fode meu cu... fode na cama do meu pai... mete mais fundo...”
Eu segurei na cintura dela, metendo ritmado, batendo a pelve na bunda dela. O som ecoava no quarto. Ela gemia rouco: “Mais forte... me arromba... quero ficar dolorida...”
Aí ela começou a falar coisas estranhas, voz baixa, quase sussurrando: “Sabe que meu pai gosta de me ver com outros? Ele assiste escondido às vezes. Quem sabe ele não tá na janela agora?”
Eu parei de repente, pau inteiro dentro dela, coração disparado. Olhei pros lados. A cortina tava entreaberta, luz fraca da rua entrando. “Que porra é essa, Karem?”
Ela riu baixo, rebolando devagar. “Brincadeira... ou não. Continua.”
O suspense apertou meu peito. Voltei a meter, mas mais devagar, ouvindo tudo. De repente ouvi barulho na cozinha. Passos leves. Alguém tinha entrado em casa.
Eu congelei. Pau pulsando dentro do cu dela. “Karem... tem alguém aí.”
Ela sussurrou: “Calma. Continua.”
Eu continuei, mas tremendo. Fechei os olhos, meti fundo, sentindo ela apertar em volta de mim com maestria, como se aguentasse qualquer coisa. Meti mais forte, tentando ignorar o medo. Até que abri os olhos e olhei pra janela.
Lá estava ele.
Seu Adenor. Parado do lado de fora, iluminado pela luz fraca do poste. Olhando direto pra gente. Camisa social aberta, calça jeans, expressão séria, mas com um sorriso torto no canto da boca.
Eu me assustei pra caralho. Tentei sair de dentro dela. “Porra... seu pai!”
Ele só riu baixo, voz rouca do outro lado do vidro: “Continua, seu frouxo. Não para agora.”
Eu fiquei paralisado, pau ainda dentro, coração na garganta. Ele bateu de leve no vidro: “Continua.”
Karem riu, rebolou mais: “Obedece, Murilo. Ele gosta.”
Seu Adenor rodeou a casa devagar. Ouvi a porta da frente abrir. Passos no corredor. Ele entrou no quarto, fechou a porta atrás de si. Tirou o pau pra fora — grande, mas bem menor que o meu, veias grossas, cabeça vermelha. Chegou perto da cama, colocou na boca da filha.
Karem assumiu na hora. Chupou o pau do pai com a mesma violência que usava comigo. Engolia tudo, saía babando, batia na língua, olhava pra cima pros dois. Eu continuei metendo no cu dela, agora com mais força, adrenalina misturada com tesão doentio. O quarto virou um caos de gemidos: ela gemendo com a boca cheia, eu grunhindo enquanto batia fundo, ele gemendo rouco, mão na cabeça dela guiando o ritmo.
“Chupa direito, filha... isso... engole tudo... enquanto esse moleque te arromba...”
Eu metia forte, sentindo o cu dela apertar mais a cada estocada. Ela tirava o pau do pai da boca um segundo, babando: “Isso... os dois... me usam... gozem na minha cara... quero os dois leitinhos juntos...”
Seu Adenor acelerou na boca dela, eu acelerei no cu. Ela gemia abafado, corpo tremendo. “Vai... goza... goza na cara da sua filhinha...”
Eu não aguentei. Tirei do cu dela, subi na cama de joelhos. Bati punheta rápido. Gozei forte: jatos grossos batendo na bochecha esquerda, no nariz, na testa. Seu Adenor gozou logo depois: leite branco grosso caindo na boca aberta dela, na língua, escorrendo pro queixo. Ela lambeu tudo que pôde, olhos fechados, gemendo baixo: “Isso... me sujem... me marquem...”
Depois ele guardou o pau, respirou fundo. Olhou pra mim, sério agora: “Comeu minha filha, comeu minha mulher. Agora tem que casar, moleque.”
Eu pisquei, ainda ofegante, pau melado pingando. “Caso... caso sim...”
Ele riu alto, mas sem maldade. “Relaxa. Ela já tem um casamento marcado. Com o Luis Carlos. Mas eu gosto de você, Murilo. Você tem colhão. E tem pau. Continua vindo aqui quando eu mandar. Quem sabe eu não assisto de novo.”
Ele saiu do quarto sem mais nada. Fechou a porta devagar. Ouvi ele indo pra cozinha, ligando a TV baixo.
Eu fiquei ali, pau ainda melado, olhando pra Karem. Ela pegou uma toalha do criado-mudo, limpou o rosto devagar, rindo baixo. “Viu? Ele gosta. Não mata a gente. Só gosta de ver.”
Eu me sentei na beira da cama, pernas tremendo. O quarto ainda cheirava a sexo, suor, perfume velho. Meu coração batia tão forte que doía no peito. Aquilo era terror puro misturado com o tesão mais doente que eu já senti na vida.
Ela se aproximou, beijou minha boca devagar. “Vai embora antes que minha mãe chegue. Mas volta amanhã. Meu pai vai querer de novo.”
Eu vesti a roupa rápido, peguei o capacete vermelho, saí pela porta da frente sem olhar pra trás. Liguei a moto e voei pra casa, vento frio batendo no rosto, mas sem apagar o fogo que tava dentro de mim.
Eu tava preso. Preso naquela família louca. E o pior: eu queria mais delas.