Descemos do carro no estacionamento da balada conde minha filha Diana tinha acabado de engolir minha porra como a vadiazinha que ela é e caminhamos até a porta de entrada. Feito todos os tramites entramos e fomos direto para o camarote, sempre ela em minha frente e eu a protegendo, mas Diana chamava atenção usando roupa de puta ou apenas roupa ousada de vadia como usava naquele momento.
O camarote era bem privativo como ela falou e se a porta estivesse fechada, só nos veriam lá de baixo, mas se estivéssemos na grade. No sofá, poderíamos fazer o que quiséssemos. Depois da Ice chegar, tomamos um pouquinho, mas quis a levar para a pista de dança pois ela sempre adorou dançar, então antes dançaria em público e depois em meu colo no camarote.
Era impossível ela não chamar atenção. Como ela existiam muitas garotas com saias curtas no meio das coxas, mas nenhuma tão linda e gostosa como ela e sério, não é o pai falando, eram os olhos de cobiça que diziam isso.
Minha filha estava feliz da vida estando comigo e com seu lado vadio totalmente satisfeito pelo sexo que teve naquela primeira semana de sexo de sua vida. Eu recuperei anos de ter poucos relacionamentos e nenhum com amor envolvido.
Em minha cama agora dormia minha filha, as vezes uma vadia quase insaciável e as vezes uma romântica que ia deixando de ser recatada.
Acho que ficamos umas duas horas dançando e antes de voltarmos para o camarote, Diana quis ir ao banheiro e fui junto para a proteger, mas desta vez a sacanagem seria no camarote, se conseguíssemos.
Quando chegamos lá em cima, pedi privacidade ao garçom e logo ele me entendeu olhando para Diana. Por seu olhar eu não seria o primeiro e nem o último que foderia uma mulher gostosa naqueles camarotes.
Lá dentro, Diana quis ir até a grade e lá se pendurou em meu pescoço dando um beijo voraz se exibindo as pessoas que olhavam lá de baixo, como um dia ela observou um outro casal. Pelo comprimento de sua saia não viam sua calcinha só porque estava bem escuro e ao terminar o beijo, ela foi me empurrando de costas até que minha perna bateu no sofá e caí sentado.
Rindo gostoso ela montou minha pernas, abriu minha calça e a puxou com a cueca só o suficiente para liberar meu pau duro de excitação pôr a observar dançando cheia de meu esperma com tantos homens a cobiçando.
Com ele livre, uma mão o segurou e a outra afastou sua calcinha branca e se levantando com um pé no assento pescou minha glande lá em cima e ensandecida de tesão por onde estávamos e o que faríamos, soltou o peso e se enterrou de uma vez.
Claro que eu já tinha a penetrado em casa pouco mais de uma hora antes no franguinha assada e não foi um problema, mas ainda assim ela gritou em meio aquele barulho da batida da música sem que ninguém a ouvisse. Em 5 segundos ela o tinha inteiro dentro de si novamente, mas não gozou me surpreendendo. Não demorou e ela me explicou o motivo em meu ouvido.
– Quero curtir muito seu pau enorme nesse camarote. Com minha saia por cima escondendo tudo, até gostaria que alguém entrasse, falou safada começando a ir e vir.
– Também quero curtir essa bucetinha com calma a sentindo me apertar e se alguém entrar só precisa parar os movimentos.
Cuidado com o que você deseja, pois depois de uns 10 minutos fodendo deliciosamente com minhas mãos apalpando seus enormes seios por cima da blusinha, a porta se abriu e uma garota bem bonita, mas já bem altinha de bebida ficou olhando para nós. Vadia Diana não se intimidou e continuou seu vai e vem e ficaram olhando uma para a outra esperando as reações.
Quando aquela garota se tocou do que estava acontecendo, sorriu olhando para mim e depois para Diana.
– Você é uma garota de muita sorte. Ele é lindo. Aproveitem. Me desculpem porque errei o camarote, falou saindo e fechando a porta.
Na hora gozamos juntos e muito, muito forte.
– Estou gozaaaaaandoooooo papaiiiiiiiiii.
– Estou gozaaaaaando filha.
Um chamar o outro de pai e filha em nossos ouvidos só deixou o que já era explosivo ainda mais intenso.
Diana ia e vinha em meu pau indisfarçavelmente se alguém abrisse a porta e juntos tivemos um orgasmo delicioso com a ajuda daquela garota.
Quando terminamos, Diana continuou indo e vindo para manter meu pau duro para o que ela queria depois. Ela e eu.
– Fiquei muito excitada com aquela garota olhando e sabendo o que fazíamos, Diana falou.
– Eu também. Só fiquei com receio que ela deixasse outras pessoas assistirem.
– Ela não faria isso. O que achei foi que ela fecharia a porta ficando do lado de dentro. Ela te achou um gato, mas é meu gato, falou feliz, mas enciumada.
– Um gato que estava e está enterrado na gata mais linda do planeta. Você deveria ficar orgulhosa por ela me achar um gato como fico quando te acham linda e gostosa.
– Eu fico, mas também fico com ciúme como você fica. Pena que não dá para você mamar em meus peitos. Sinto falta.
– Pena mesmo, mas eles não tem como esconder se abrirem a porta e não quero que ninguém os veja. São maravilhosos só para meu olhos.
– No hotel, você brinca com eles então. Agora posso pôr em minha bunda?
– Que pergunta. Se você é a mais linda do planeta é também a que tem a bunda mais perfeita e gostosa. Você não pode, deve, falei sorrindo.
De novo Diana colocou o pé no assento do sofá e foi lá em cima até se desencaixar de minha glande, mas segurando meu pau, já o escorregou para seu cuzinho várias vezes o melando. Quando começou a se enterrar, olhou para mim.
– Não acredito que vou dar a bunda na balada e para meu papai, falou sempre em meu ouvido quando queria que eu ouvisse.
– Você tem um pai muito, muito irresponsável, mas muito mais tarado por você.
Segurando em sua deliciosa cintura fina fui a ajudando descer com calma, mas o esperma foi tão eficiente como o gel.
– Pronto papai. Está enterrado até o fim. Nunca me senti mais vadia, falou feliz.
Diferente do vai e vem na buceta Diana subia e descia com seu cuzinho sendo friccionado por meu pau grosso. Não poderia levantar sua camiseta e expor seus seios, mas entrei com as mãos por baixo, depois entrei dentro do decote do sutiã e agarrei aqueles melões quentes, infernalmente deliciosos.
– Ohhh papai, aperta meu seios. Adoro quando você faz isso.
Era excitante para ela, mas ficou melhor quando pesquei seus dois mamilos pequenos e duros e comecei a aperta-los.
– Ahhhh papai, só não estou gozando ainda porque acabei de gozar muito forte. É muito vadio e devasso o que estamos fazendo. Fode minha bunda papai. Ela e tudo o mais é seu.
– Papai vai manter sua vadiazinha satisfeita e feliz para sempre. Ohhhhhhuuuuuu.
– Impossível eu ser mais feliz papai. Impossível. Já, já terei seu esperma por todos os lados. Sua filhinha vadia te pertence. Ahhhhhhmmmmm.
Ficamos alguns minutos curtindo aquela nossa união física e emocional. Minha filha agitada, inquieta, extrovertida, desafiadora e .... vadia, nunca esteve mais sob meu controle do que naquele momento. Um controle que conquistei dando o que ela queria e precisava e não a oprimindo. Eu também nunca estive tão feliz, me dando maravilhosamente bem com minha filha em suas duas personalidades.
Como ninguém ia escutar, me atrevi a largar uma mão de seu seio e a surpreendi dando um tapa em sua bunda por cima da minissaia, pois a calcinha estava empurrada para o outro lado.
Pá.
– Delicia de vadiazinha. Você tira o que há de pior em mim.
Pá.
– Aiiih que delicia. Eu acho que eu tiro o de melhor em você. Por amar sua filha você está dando a ela o que ela precisa e a deixa feliz a mantendo sob controle.
Não imaginava que Diana tinha essa consciência de que eu fazia além do que seria normal para mim, só para a ter sob controle, mas no momento gostei que ele soubesse.
Pá. Pá. Pá. Pá.
– Eu vou gozar filha, vou gozar.
Meu esperma não saiu mais com a mesma potência e nem o mesmo volume sendo o de número 4 da noite, mas Diana sentiu e veio ao orgasmo junto comigo.
– Estou gozaaaaaaaando papai. Bate mais.
Pá. Pá. Pá...... fui batendo cada vez com menos intensidade até que seu orgasmo acabou.
Prostração pós orgasmo era algo que Diana pouco sentia, sempre empolgada para o próximo, bem vadia. Mesmo assim, ela ia tendo a consciência do exagero.
– Ainda bem que não fizemos nada o dia inteiro, ou não teria aguentado e está tudo tão maravilhoso que seria uma pena.
– Com certeza filha. Agora você precisa ir de novo no banheiro se limpar.
– Podemos esperar ele sair por conta, perguntou sorrindo.
– Claro que podemos.
Ficamos conversando e depois de uns 2 minutos meu pau escapou nos fazendo sorrir. De novo a acompanhei até o banheiro e fiquei na fila sob os olhares curiosos das outras garotas, que pareciam me admirar. Quando percebi que ela começou a ficar com ciúme fui até seu ouvido.
– Nem vem ficar com ciúme. Você está com meu esperma por todos os lados enquanto elas só olham para mim como os caras olham para você.
Diana sorriu e depois de se limpar no banheiro, ficamos por mais uma hora, mas decidimos sair antes do som terminar para não pegar muito movimento.
No hotel, o de sempre. Mesmo sendo 5 horas da manhã, os poucos funcionários não tiraram os olhos de Diana. Em mim uma certeza. Se na semana anterior pensavam que ela era um garota de programa, naquele momento todos achavam que era minha namorada, vestida para matar, mas não como uma puta. E Diana não parava de me chamar de meu amor, deixando mais intensa essa percepção de quem estava lá.
Mesmo cansados e com sono a fodi duas vezes para fazer o que não tínhamos feito. A primeira com ela de 4 toda vestida, só levantando a sainha e afastando aquela deliciosa calcinha branca. Depois no banho, eu sentado no chão do box ela sentou em meu colo e me diverti muito com aqueles peitos enquanto ela quicava mais uma vez em meu pau já todo esfolado, como sua buceta nos dando um gozo intenso e relaxante.
Quando terminou, antes de dormir ela quis colocar a lingerie branca dizendo que eu adorava e quase a ataquei de novo, mas estávamos esgotados. Minha filha linda, gostosa e vadia deitou me abraçando muito apertado e após dizer que me amava caiu em um sono profundo e logo a seguir também dormi pesado.
SABADO PELA MANHÃ NO HOTEL
Muito antes do previsto de acordar pelo horário que coloquei em meu despertador para deixar o hotel até as 13 horas, sinto uma movimentação na cama. Quando abri os olhos, por seu olhar meio perdido já me dei conta que era Amanda, sendo uma grande surpresa. Não por ela aparecer, pois em 99% dos casos era após um momento dormindo que a outra aparecia. A surpresa foi pelo modo que estávamos, pois ela nunca tinha acordado assim.
– Papai, onde estamos perguntou olhando ao redor com sua voz mansa e que por si só já me relaxava gostosamente.
– Em um hotel. Hoje é sábado e ontem à noite fui com a Diana a Balada. Eu não queria, mas ela me convenceu, mas já disse que será no máximo uma vez por mês.
Ela olhou bem para sua lingerie branca e depois para mim.
– Vocês fizeram tudo como na primeira vez? Estou me sentindo toda dolorida. E essa lingerie? É bem ousada, mas não de vadia como ela costuma usar.
– Sim filha, fizemos tudo. Ela é muito intensa e demanda muito sexo. Essa lingerie ela comprou e usou só porque ficou sabendo que branco é meu preferido.
– Se tivéssemos o mesmo gosto seria mais fácil e mais barato, mas as coloridas são impossíveis de usar. Essa até que gostei, falou se olhando novamente. É pequena, mas não indecente.
– Eu adorei e continuo adorando em você, falei sorrindo. Mesmo que você não se sinta confortável.
– Tenho sorte porque tenho muitas brancas, falou malandrinha. E para você, não sou mais tão recatada. Acho que mesmo se eu quisesse trocar, não tem outra, tem?
– Não, mas posso ir comprar.
– Nãooooo precisa. Você disse que está gostando. Você está muito cansado?
Logo entendi o que minha tímida filha queria e não iria perder a oportunidade de fazer amor com ela naquela lingerie por nada, pois era um grande passo em direção a ela querer um sexo vadio algum dia.
– Para você, nunca meu amor. Tudo bem você ficar pelo menos uma vez com essa lingerie? Vou adorar fazer amor com você a vestindo, mas se não quiser, vou gostar do mesmo jeito, pois você nua é uma deusa.
Ela sorriu feliz.
– Tudo bem papai. Se fosse daquelas escandalosas e coloridas me sentiria desconfortável, mas com essa não.
Eu estava nu, mas o lençol cobria meu pau duro o demarcando. Me descobri e fui por cima dela em um papai e mamãe. Olhando em seus olhos, afastei a calcinha e quando meu pau correu sua fenda sentiu todo o melado de meu esperma da noite anterior, pois Diana não quis lavar durante o banho e depois ainda gozei com ela em meu colo.
– Está cheia de seu esperma, não é papai? Estranha essa situação de ter seu esperma sem me lembrar.
– Te excita ou te deixa brava, perguntei pincelando sem pressa.
– Me excita por ser seu esperma e me deixa brava por eu não ter participado.
– Mas agora você vai e pela manhã estou cheio de mais esperma. Você quer mais esperma de seu papai em sua bucetinha deliciosa?
– Aaaaaaahmmmmmmm, papai, eu sempre quero, mas ainda me sinto recatada. Como eu disse, é de minha natureza ser discreta e não tem a haver só com sexo.
Encaixei em sua portinha e só dei uma empurradinha para não desencaixar.
– Ainda que você venha gostar e ser menos inibida no sexo, não significa que você não será mais recatada. Você só teve sexo com um homem em sua vida e quer continuar assim. Sabe, aqui entre nós a Diana é vadia, mas lá no fundo ela tem seu recato, pois também é mulher de um homem só.
Dei uma empurradinha e minha glande afundou em meio a todo aquele esperma.
– Ahhhh papai. Coloca rápido. Não me maltrata. Do jeito que você a deixou ontem com a Diana, não vai me machucar.
Atendendo seu pedido fui empurrando sem parar, ajudado pelo esperma escorregadio mesmo tão apertada. Podia não estar machucando como falou, mas sentia dores pela desproporção de meu pau em seu canalzinho estreito.
– Aaaahhhiiiiii, é maravilhoso ter inteiro dentro de mim papai. Tão grande, mas parece o lugar perfeito para ele.
– Você tem toda a razão. Ela é perfeita para ele.
– Se a Diana tem meu recato bem lá escondido, será que tenho meu lado vadia também? Você disse que toda mulher tem.
– Falei no bom sentido. Que todas querem ter prazeres sexuais, mas nem todas conseguem se libertar ficando presas ao que todos esperam delas. Tem muita esposa insatisfeita, porque não se solta.
Devagar comecei o vai e vem naquela bucetinha quente e apertada. Por mais que fossem o mesmo corpo, a sensação com cada uma era diferente, deliciosamente diferente.
– Homens gostam de vadia, né, perguntou já parecendo ter debatido muitas vezes aquele assunto com as amigas recatadas.
– Duvido que algum escolha uma vadia para casar intencionalmente, mas depois de escolherem uma que não é vadia, hipocritamente querem que suas esposas sejam vadias para ele.
Amanda parecia cada vez mais em conflito com sua natureza recatada sabendo que também tinha dentro de si a natureza vadia de Diana, mas eu tinha que conduzi-la sem pressa. Assim que aumentei um pouco a intensidade ela já tremia toda a beira de um orgasmo, certamente por como acordou e pela lingerie que usava, mas também pelo sexo amoroso que fazíamos.
– Aaaahhhhhhhhhhmmmmmmmm papai. Vou gozar.
Foi apressado e até poderia ter gozado junto, mas mesmo sendo um sexo romântico, queria fazer minha garotinha recatada gozar muito naquela manhã depois de ter feito Diana gozar muito como vadia na noite anterior.
– Goza filha, goza. Você sabe que o papai ama te fazer gozar. Ohhuuu.
Foi um longo e tranquilo orgasmo que alimentei indo e vindo com meu pau grande e grosso em sua bucetinha apertada. Quando terminou, continuei minha batida tranquila.
Ela, diferente de Diana, se prostrou no pós-gozo, mas não demorou muito a se recuperar estando descansada após uma noite de sono.
– Você não gozou, porque gozou muito ontem à noite e não está necessitado?
Pulsei meu pau dentro de seu canal, para sentir o quanto eu estava duro.
– Sentiu?
– Senti, respondeu sorrindo.
– Você acha que se eu não tivesse com vontade, um pau tão grande estaria cheio de sangue e duro por você? Só me segurei para te fazer gozar bastante.
– Me desculpe papai. As vezes fico irracional por ciúme. Se você faz mais sexo com a Diana é porque ela demanda mais enquanto sou mais passiva.
– Então você deve demandar mais se quer tanto quanto ela. Para mim uma é o céu e a outra o paraíso, brinquei.
– Você tem razão. Eu gosto de sexo com você. Na verdade, amo sexo com você e faria o tempo todo, então preciso também mostrar isso para você.
– E tomar a iniciativa, emendei. Tomar iniciativa não é ser vadia, principalmente com alguém que você ama e te ama.
– Prometo papai. Então vou tomar a primeira iniciativa. Vai mais forte papai. Me deixe ver como é.
Aumentei só um pouco o ritmo.
– Mais forte. Sei que você está se segurando muito. Enfia esse pau delicioso em sua filha recatada, enfia.
Acelerei mais um pouco, mas ainda usando metade da potência que usava com sua mãe e muito menos do que usava com Diana.
– Você é deliciosa amor. Ohhhuuuuu.
– Me ame papai, me ame. Quero ser muito mais do que apenas a recatada com quem você se casaria.
Inexplicável, mas amava seu modo recatado na mesma intensidade que seu modo vadio e por mim, ela não precisaria mudar, mas por ela sim, para quem sabe se curar de seu transtorno de dupla personalidade.
Fazer amor romântico com aquele corpo escultural e sendo de minha filha era um dos maiores prazeres do universo e curtindo aquela bucetinha calorosa e amada, gozei imensamente naquele primeiro gozo de manhã.
– Estou gozaaando filha e tem muito esperma.
– Ohhhhh papai. Também estou gozandooooo. Estou sentindo. Tão quente.
Com cadencia continuei o vai e vem desaguando toda minha porra no útero de minha filha enquanto ela tinha um gozo muito longo e forte, cravando as unhas em minhas costas e se contorcendo toda.
Ao terminar, curtimos aquele prazer pós-orgasmo abraçados e trocando juras de amor. Curiosa ela quis saber tudo o que fiz com Diana na noite anterior e algo particularmente a interessou.
– Vocês fizeram sexo no camarote e uma garota viu, perguntou incrédula depois que contei por cima.
– Sim, mas ela não viu nada, só os movimentos, porque a Diana estava sentada em meu colo com a saia escondendo tudo.
Amanda se excitou se lembrando do que conversamos dias antes.
– Igual você disse que vai tentar fazer comigo com o vestido qualquer dia. Em um lugar público. É tão excitante imaginar que estarei fazendo amor com meu pai e alguém nos veja, falou tremendo apertada em meu corpo.
– Podem no ver, mas não saberão que somos pai e filha. Como aquela garota ontem à noite.
– Não importa. Eu e você saberemos como você e a Diana souberam ontem. Tenho certeza que o orgasmo foi muito forte.
– Foi muito intenso. Tanto que depois fizemos algo mais safado.
– Já sei. Estou dolorida lá trás. Como foi que fizeram com o risco de alguém entrar, perguntou parecendo mais preocupada do que curiosa.
– Ele só levantou, tirou da frente e colocou atrás. Depois parecia inocentemente sentada em meu colo como antes, brinquei.
– Inocentemente? Sei. Ela deve gostar lá atrás, porque estou sempre dolorida lá. E você também deve gostar muito.
Não era uma pergunta, mas ela queria saber.
– Sim, ela gosta, até demais, sorri. Eu também gosto. O bumbum é maravilhoso e qualquer ato de carinho e união com minha filha, sempre gosto.
Amanda ficou quieta por um tempo.
– Sabe papai. Se a Diana gosta tanto, você gosta e ela já preparou meu corpo para fazer, acho que quero experimentar para saber como é. Quero que você não sinta falta de nada comigo, mesmo se são feitos de modos bem diferentes. Ela de seu jeito vadio e eu de meu jeito amoroso, jeito esposa ou namorada. Só me dê um tempo para acostumar com a ideia, falou sorrindo.
Amanda, imensamente mais romântica do que Diana, se apegava a esses rótulos e ela não deixava de se referir como uma namorada ou esposa e mesmo eu tendo dito antes que ela era muito mais do que isso, não ia a impedir se ela queria substituir sua mãe ao meu lado.
– Todo o tempo que você precisa filha. Não sou eu quem está pedindo, mas você quem quer, então só mesmo quando você estiver preparada.
Mesmo não querendo ainda, só de dizer que queria experimentar anal fez explodirem fogos em minha mente, por perceber suas mudanças e seus desejos cada vez menos recatados. Por mais recatada que fosse, saber o que Diana fazia com seu corpo era um grande estimulo para que ela quisesse experimentar novidades. Aproveitei a conversa para fazer o que eu já estava pensando antes.
– Já que não vou ter seu bumbum lindo hoje, então em deixe o menos admira-lo enquanto fazemos amor de 4, brinquei.
Amanda sorriu feliz.
– Já que você gosta dessa lingerie, quer que eu fique com ela? No colo depois, já que ela vai ser muito vista antes, fico nua, falou deliciosamente oferecida.
– Você realmente faz o que eu quiser?
– Claro papai. Qualquer coisa.
– Então o que eu quero é que você decida como vai ficar de acordo com sua vontade.
Ela me olhou pensativa enquanto eu testava seus limites. Para minha felicidade Amanda respondeu como eu queria.
– Com a lingerie papai. Quero você bem excitado, falou já se levantado e se colocando de 4.
– Nem você, nem eu e nem a Diana jamais vamos descobrir como me excito mais com seu corpo, mas nu em seu esplendor sempre será minha forma preferida.
Fui me colocando ajoelhado atrás dela que me acompanhava com os olhos.
– Você e a mamãe capricharam em meu corpo. Eu o adoro. Só acho que meus seios poderiam ser um pouco menores. Não que eu não goste, eu gosto, mas chamam muito atenção, justamente o que me deixa desconfortável.
Admirando aquela bunda redonda na perfeição, sua bucetinha escorrendo minha porra e seu anelzinho logo acima, não aguentei e após pincelar sua fenda, fui o cutucar de levinho a fazendo tremer toda.
– Não se assuste e nem se sinta pressionada. Nunca faria sem você pedir. É só para você sentir como é.
– Aaaaaahmmmmmmm. É gostoso papai. Sou sensível lá.
Eu sabia, mas não por ela, então não confirmei. Voltei ao assunto.
– Para mim você é absolutamente perfeita. Inclusive seus seios. Eles são grandes, mas diferente do grandes que vi em fotos, ele é muito firme. Incrível.
Era hora de contar mais uma das sacanagens com Diana para a fazer pensar.
– São tão incríveis e grandes que até brinquei fazendo uma espanhola neles com a Diana. Você sabe o que é, perguntei já afundando minha glande naquela bucetinha exposta.
– Ohhhhhmmm. Não. O que é?
– É fazer sexo com os seios. Coloquei meu pau entre eles e com ela os apertando, fiz sexo com eles. Só com uma mulher com seios enormes como o seu é possível. De sua mãe era grande, mas não tanto, só que nunca tive a ideia.
Amanda me olhava por cima do ombro com os olhos vidrados de excitação, até gemendo pensando no que falei. Eu ia entrando devagarinho me deliciando com as sensações de suas paredes macias e aveludadas comprimindo meu pau. Claro que ela ficou curiosa.
– Ahhhhmmmm papai, a Diana é tão vadia. E quando você...... terminou, onde foi parar seu ....
– Meu esperma?
– Sim papai. Aaauuuuuu.
– Alguns jatos ela conseguiu pegar com a boca e outros foram parar no rosto dela.
Amanda deixou de olhar para mim, soltou cabeça pendurada entre seus braços de apoio e tremia de excitação, mas não quis deixar transparecer e a respeitei continuando a ir devagar, mas sentia ela dando leves empurradinhas querendo mais. A natureza recatada de minha filha ia mudando diante meus olhos, o que só me dava a certeza de ir fazendo aquela progressão com cuidado, deixando que ela mesmo quisesse mais, porem eu podia dar uma leve ajudazinha.
Não acelerei a penetração de nosso sexo romântico, mas levei o dedo a seu cuzinho muito melado e devagar coloquei até a primeira junta, certamente ela sentido pouca dor depois de eu ter o arrombado no sofá do camarote na noite anterior.
– Mmmmmmm, minha filha gemeu contida.
– Sua mãe gostava disso, me justifiquei.
– Ummmmmm. Também gosto. Acho que puxei a ela mesmo, só fiquei mais recatada pelo trauma de a perder.
Tinha muita lógica o que ela falou e com o dedo em sua estrelinha e a outra mão segurando sua cinturinha fui devagar até tocar seu útero, sempre ouvindo seus gemidinhos discretos, mas seu corpo tremia de tesão mostrando que ela se continha.
– Ohhhuuuuu filha. Eu amo sua bucetinha. Ela é tão deliciosa.
– E eu amo seu pau papai. É maravilhoso que assim tão grande e gostoso, seja justamente seu, do homem que amo.
Brinquei com ela a provocando quando comecei o vai e vem.
– Você tem muita sorte, não é? Como eu porque a única bucetinha que aguenta todo meu pau e é deliciosa é exatamente de minha filha linda, amada e gostosa. Com essa visão e com meu dedo em seu rabinho, logo vou gozar filha.
– Vai ser um orgasmo tão forte papai. Coloca mais um pouquinho de seu dedo.
Fiz o que Amanda pediu e pôr a ver tão fogosa e excitada, gozei. Gozei forte.
– Estou gozaaaando filha.
– Papaiiiiiiiii, Amanda gozou tremendo toda com meu pau sumindo e desaparecendo em entre seus lábios, meu dedo com duas juntas em seu cuzinho e aquela calcinha branca do lado.
Tive um gozo muito forte e só continuei até ela terminar e se deitar de bruços no colchão. Me deitei ao seu lado, sentindo o cansaço da noite anterior, mas não poderia deixar transparecer.
A olhando de bruços, com a calcinha meio enterrada, meio de lado, me dei conta porque amava foder aquela bunda e mais tempo, menos tempo a foderia pela primeira vez com Amanda pedindo.
Descansamos lado a lado, primeiro quietos e depois conversando, mas o tempo corria e logo teríamos que deixar o hotel. Quando estava recuperado, pensei em mamar seus seios divinos e meu pau começou a tomar vida.
– Agora se dispa para o papai e venha sentar em meu colo.
Amanda reagiu.
– Já te falei que me excita quando você fala assim, não falei? Se eu fosse apenas uma esposa seria daquelas bem dadas e devotadas ao marido. Não por submissão como algumas esposas, mas por gostar mesmo de ser dona de casa e esposa.
Talvez fosse uma indireta, mas não disse nada, pois se o desejável de sua personalidade se fundir com a de Diana acontecesse, a natureza de Diana dentro dela poderia a fazer mudar de ideia, então porque discordar naquele momento.
– As mulheres devem serem livres para escolherem o que querem fazer, inclusive ser dona de casa, falei enquanto ela se despia. Agora vem aqui sentar em meu colo vem. Logo precisamos deixar o hotel.
Amanda montou em meu colo e como era maravilhosa aquela posição na qual, mais do em todas as outras eu podia desfrutar daqueles seios magníficos e adorava dar mordidas neles sentindo sua firmeza.
Depois de mais um orgasmo, fazendo amor gentilmente fomos tomar um banho naquele que é um dos maiores prazeres de minha vida que é ensaboar e enxaguar seu corpo. Desta vez até o interior de sua buceta lavei, para fazer um limpeza profunda do esperma acumulado desde a noite anterior. Ela tinha tremores, mas adorava meu carinho e sentir o quando e tinha prazer no que fazia.
Amanda me levou de volta e foi só quando foi vestir as roupas que pensou que teria que sair do hotel daquele jeito.
– Agora preciso enfrentar os outros olhando para mim, o que não gosto, então vou ficar agarrada em você.
– Falei para a Diana trazer outra roupa para sair, mas me provocou e me fez escolher.
– Que provocação papai?
– Se eu não gostaria de que todos olhassem para ela sabendo que tínhamos feito muito amor, e não posso negar que gosto, mesmo sentindo muito ciúme.
– Então vamos lá realizar seu desejo, mas me proteja.
Desde a saída do quarto, demos as mãos e já no elevador, a puxei sob meus braços por terem outras pessoas olhando para ela. No saguão, o mesmo e apesar de corajosa para realizar meu desejo, era evidente seu desconforto com os olhares de cobiça. Mesmo sem ser roupa de puta, suas roupas eram muitos ousadas e seu corpo deixava impossível de não se olhar. Muitos com cobiça, mas também se percebiam muitos com admiração. E certamente pensavam que fizemos muito sexo durante a estadia.
Na segurança do carro, estava aliviada, mas me surpreendeu.
– Fiquei desconfortável, mas não foi tão horrível quanto pensei que seria. Muito por você estar ao meu lado me protegendo.
– Sempre irei te proteger filha, então se um dia quiser usar uma roupa menos recatada não se intimide. Se você quiser, pois meu ciúme fica mais contido se não quiser, falei em tom de brincadeira tirando qualquer pressão sobre seu modo de se vestir.
Que aliás, eu adorava.
Perto de casa almoçamos em um restaurante uma comida leve e já combinamos que mais tarde iriamos ao shopping para que ela comprasse roupas novas e algumas lingeries. Quando chegamos fomos descansar e Amanda não foi tirar um cochilo e desconfiei que era por receio que Diana voltasse, mas era precipitado, pois geralmente as trocas aconteciam de 2 em 2 dias ou de 3 em 3, e fora isso nunca consegui estabelecer um padrão, nem mesmo relacionar com estresses de Amanda.
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Próximo Capítulo - 11 – Amanda cada vez mais perto de um sexo vadio
Sinopse - Amanda vai se soltando e a cada momento incorpora mais parte da personalidade que criou Diana em sua mente