Formações e Transformações - Quarto Capítulo

Um conto erótico de Astrogildo Kabeça
Categoria: Heterossexual
Contém 2890 palavras
Data: 20/03/2026 16:53:30

Nos últimos meses daquele ano, Helena estava de volta ao escritório, após um ano e meio em home-office. Estava em fim de expediente quando recebe uma chamada. Era Marcelo.

- Oi, Helena. Tudo bem com você? É Marcelo

- Marcelo... Oi, Marcelo! Puxa, minha nossa! Há quanto tempo não nos falamos.

Helena não havia esquecido completamente de Marcelo, mas mais uma vez ela não ligou muito o nome imediatamente à pessoa. Já se passaram mais de dois anos quando se falaram pela última vez, ali mesmo naquele escritório.

- Pois é... como foi você de pandemia?

- Ainda não acabou, né, ainda sinto que vem mais coisa por aí, mas tô vacinada, finalmente.

- Pois então... lembra que quando estive aí falei da situação da minha esposa? Ela se recuperou, tá praticamente curada, os exames estão excelentes.

- Nossa, que notícia boa, orei por ela! Realmente é muito gratificante para todos alguém com a saúde restabelecida.

- Sim, sim... porém, a vítima depois foi eu. Logo no início da pandemia, tive que trabalhar duro, e aí... acabei contraindo o tal do coronavírus... e fiquei entubado dez dias.

- Meu Deus, Marcelo...

- Foi barra. Tive que ficar semanas internado até melhorar a saturação. Tive que fazer fisioterapia. Ai foi a vez da minha esposa estar do meu lado.

- Nossa, vocês passaram por tantos sustos... imagino como seus filhos não ficaram.

- Eles sofreram bastante... bem, no fim do ano passado eu já estava bem e aí fomos levando. Só que aí já não era mais doença... o convívio conjugal já estava deteriorado... assinamos o divórcio há dois meses.

- Nossa, Marcelo... é só baque, sinto muito, de verdade.

- Dessa vez, acho que o martírio passou. Levei o mês passado inteiro viajando. Tirei férias e fui pra Austrália com meus filhos. Minha filha quer fazer intercâmbio, para o ano ela faz 18 e quer passar um tempo fora. Vai ser bom pra cabeça dela estar longe, conhecendo gente nova.

- Sim, sim... que bom, então. Fora o divórcio, sei que é sempre difícil, parece que as coisas vão se ajeitando, né?

- Por isso liguei. Queria... lhe convidar pra gente jantar, bater um papo, iniciarmos uma amizade, ou algo do tipo...

- Hum... seria bom, Marcelo, mas... passei um longo tempo fora e estou reorganizando as coisas por aqui na Receita... algumas pendências... Não me sinto disponível... eu preferiria que as coisas ficassem pro ano que vem, este já está bem próximo de encerrar.

- Ah, tranquilo! Tudo a seu tempo. Eu aguardo sim.

- Mas sou eu quem vai te ligar. Prometo que entro em contato quando me achar mais desapegada...

- ok, Helena... prazer falar contigo.

- Prazer foi meu. Se cuida tá? E aguarde meu retorno.

- Aguardarei ansioso. Tchau.

O coração de Helena palpitou. Ela realmente ficou interessada por Marcelo, mas não nutria grandes esperanças, embora notasse o nítido interesse dele. Era recíproco.

O ano terminou, veio 2022, nova cepa, mais uma onda de COVID, dessa vez um pouco menos letal. Lucas estava na reta final do curso, TCC já iniciado. Foco total no estágio e na conclusão. Pouco espaço pra namoros e demais lazeres. A fase festiva universitária tinha ficado pra trás.

Para Helena, não. Após o carnaval, ela ligou pra Marcelo. Enfim, marcaram um encontro. Jantaram, conversaram um monte, dançaram, enfim, uma noite e tanto. Na hora de irem embora, estava nítido que a noite ia continuar bombando. No bom sentido...

- Gostaria de ir pra um lugar mais calmo, Helena?

- Na minha casa não dá...

- Na minha também não, filhos estão lá. Que tal...

Não precisou complementar a frase. Helena sorriu concordando e de lá foram pro motel.

No quarto, Helena ficou um pouco receosa. Era uma mulher de poucas relações, apenas encontros casuais nos últimos anos, sem nenhuma perspectiva de algo além, inclusive com homens casados. Agora estava ali, a um passo de transar no primeiro encontro. Tinha algo de diferente dessa vez. Marcelo não era qualquer um. Ela realmente tinha gostado dele na primeira impressão, prestativo, aguardou o fim do casamento para chamá-la, após graves situações. Médico, divorciado, pai de família, apenas dois anos mais velho, amigo de um casal o qual ela havia se aproximado antes da pavorosa pandemia que deixou todos afastados. Não era um encontro às cegas, havia histórico ali. Então, hora de deixar de melindres e não resistir. Com quase 43 anos batendo no lombo, não dá pra ficar cheia de charme.Se entrega logo, era a vontade de ambos.

Deitou-se na cama ao lado de Marcelo que perguntou se estava tudo bem. Resposta positiva, começaram a se beijar. Mão pra lá, mão pra cá, ela notou que Marcelo já estava de cueca (estavam cobertos com lençol). Nessas passadas de mão, checou o volumão que se formava. Com o coração aos pulos, foi apalapando e sentindo que Marcelo não era qualquerCaramba, Marcelo! Que pintão é esse????

- Descubra, Helena... a noite vai ser longa, não deixarei você na mão.

Curiosíssima, Helena continuou passando a mão, não acreditando no tamanho da coisa. Marcelo a beijou sofregamente, pegando na mão dela e fazendo o pau sair da toca. Ao acariciar o membro, gelou. Marcelo era muito bem dotado. Calculou 20 a 22 cm.

- Gente de céu! É enorme!

- Helena, não estou me valendo do meu dote, mas prometo que a noite é nossa, vamos juntos curtir nossa transa que não vou lhe machucar em momento algum.

O jeito com que falou isso fez Helena derreter e finalmente se envolver com o que viria. Beijos estalados, começou a punhetar seu doutor, enquanto ele mamava os fartos seios da servidora pública. Helena era do tipo voluptuosa, com coxas grossas, e quadris largos. Tinha aquele corpo meio rechonchudo, mas na medida, chamativo pra quem gosta de formosura.

Marcelo foi beijando todo o corpo, descendo, até chegar na bucetinha. Helena consentia tudo, queria sentir todas as vibrações de uma foda esperada há mais de dois anos. Marcelo foi chupando, lambendo cada parte, com calma, apreciando como se fosse um prato raro.

- Assim, Marcelo, ahhhh... delícia, como ansiava por isso, ohhhh...

Marcelo então acelerou um pouco o oral e arrancou orgasmos da sua bela.

- Ohhhhhhhhhhh... que prazer imenso, ahhhhhhhhhhh

Castigando ainda aquela buça, ele passou a dedilhar o clitóris e chupar ao mesmo tempo, fazendo com que emitisse os sons do prazer. Depois de mais uma gozada, se beijaram gostoso. Daí, foi a vez de Helena explorar o corpo do garanhão até chegar onde mais esperava.

- Caramba, estou fascinada... o maior que eu tive, Vou me esbaldar...

Apesar de não ter a prática do oral, tudo ali vertia para uma noite diferente, tesuda, intensa. Helena experimentaria tudo, sem limites. Lambeu a glande, foi descendo por todo o pau, sua língua trabalhando muito. Depois de alguns minutos, chupava bem, esforçando para retribuir o prazer que recebera. Marcelo incentivando cada lambida, cada mamada.

- Isso, Helena... capricha aí, ahhhhh, tesão... isso, suga, muito bem!!

Helena estava de quatro, seu corpo se movimentando ante aquele tesão que brotava por todos seus poros. Tudo era inspirador. Não era a primeira vez que fazia aquilo, mas com certeza era a primeira vez que se dedicava mesmo, com esmero. Mamava, punhetava, fazia caras e bocas, lambendo e sugando aquele cacete com fervor.

Após vários minutos naquela chupança, voltaram a se beijar, ela foi deitando de costas e Marcelo foi pincelando, em pé, enquanto ela pedia.

- Por favor, Marcelo, estou em brasa, mas vá devagar... estou desacostumada...

- Pode deixar, Helena, conheço meu pau e tenho a prática...

Após diversas pinceladas, Helena estava nervosa, aguardando aquela penetração. Com algumas roçadas, Marcelo enfim introduzia sua tromba. Cada investida, um gemido de dor de Helena, misturado com a sensação de preenchimento. Batendo lá no fundo, voltaram a se beijar, enquanto mantinha o pau parado, fazendo com que ela se acostumasse com o volume. Daí, começou a movimentação, estocando, estocando, estocando, aumentando a velocidade... até a foda ter início de fato. Helena estava arreganhada, sentido aquele pau socar com vontade.

- Ohhhhhhh...ahhhhhhhhhhh... meu... ohhhhhhhhhh... ah,ah...ahhhhhhhhhh

Marcelo cadenciava, ora ia mais lento, ora mais rápido, afim de proporcionar variações que pudessem deixar Helena no comando

- Ohhh, mais forte... oh, mais devagar, está incomodando... oh, mais rápido, vai, vem forte!

Os quadris de Marcelo pareciam ter vida própria, iam pra frente e pra trás como se fosse involuntário, tamanha o ritmo frenético que aquela trepada ganhava. Helena gozou forte, se desencaixou e deu um beijo de cinema no novo namorado e caiu de boca naquele pau babado. Chupou, chupou, chupou, lambeu, cuspiu, agradecida pelo prazer proporcionado. Ela se postou de quatro pra receber o tarugo e uivar naquela pica.

- Uhhhhhh, vai Marcelo, me dá prazer! Soca esse pauzão, soca!!

Segurando naquela anca farta, ele metia que suava, fazendo com que o barulho das enfiadas naquela xota melada soasse por todo quarto. Segurou os cabelos e tome vara! A foda aumentava, o suor escorria, muita meteção, corpos vibrando a cada choque.

Os dois deitaram e de ladinho começou a socar. Estavam de conchinha, Helena com perna levantada levando intensas socadas. Ele apertava os peitos dela, estavam loucos de tesão um pelo outro.

- Vai, Marcelo, soca forte, me mata de prazer, seu roludo gostoso!

Mais beijos lascivos, Helena montou em seu garanhão e começou a pular, com seus seios fartos balançando eroticamente. O pau já arrombava sem freios, Helena montava, quicava, Marcelo segurando os quadris e empurrando vara adentro. Beijos, linguadas, muito suor escorrendo e gozos duradouros. Até que num gostoso orgasmo de Helena naquela montaria toda, Marcelo sentiu que ia ejacular, a deitou e esporrou três fortes jatos no corpo de sua amada, principalmente barriga e seios, sobrando algumas gotas no queixo. Os dois riram felizes, se deitaram, cochilaram um tempo e foram pra Jacuzzi se banhar e namorar com mais calma. Voltaram pra cama e dormiram. Foi uma foda só, mais suficiente.

Nos dias seguintes, promessas de um longo amor, telefonemas duradouros, e novos encontros marcados. Já estavam oficialmente interligados.

Um mês depois daquilo, Helena estava se preparando para uma reunião no meio da tarde, quando se deu conta que esqueceu um importante documento em casa. Saiu correndo desabalada, quando recebeu um telefonema do amado.

- Oi, amor, agora não dá, estou indo pra casa, esqueci um relatório técnico para repassar ao Tribunal de Contas!

- Indo pra casa? Estou aqui na porta de seu trabalho. Tô no carro. Venha que adianto seu lado.

Ela saiu e foi logo avistando Marcelo. Entrou no carro e deram a partida. Lá chegando, foi no seu quarto e deu sorte. Não levou muito tempo e encontrou logo o que precisava.

- Nossa, não achei que ia ser tão rápido, tinha esquecido completamente desse documento. Esse negócio de alternar escritório e casa dá nisso!

- Bem, eu ia lhe convidar pra almoçarmos. Não sabia que você tinha essa reunião.

- É, até que daria, se não fosse esse imprevisto. Perdi até a fome.

- Mas estou aqui faminto... fome de você...

- Nossa, homem, não vai dar tempo...

- Aqui agora? Uma rapidinha?

- Lucas pode chegar! Tá louco?

- Agora? Ele costuma vir esse horário?

- Não, não costuma, deve estar no estágio, só chega no fim da tarde, mas vai que...

- Nada, relaxa... vai ser bem rapidinho...

Helena achou aquilo “fofo”, uma arte típica de quem está numa relação recente. Não perdeu tempo. Agarrou seu amado e partiram pra tal rapidinha...

Acontece que uma queda de energia causou um apagão no prédio onde Lucas estagiava, sendo liberado mais cedo. Sem aulas no decorrer do dia, resolveu que comeria em casa mesmo e adiantaria algo do TCC no seu quarto. Assim se dirigiu pra sua casa.

Nesse exato momento, sua prezada mãe mamava um pauzão em plena sala de sua residência. Punhetava, lambia, chupava seu garanhão. Lambia as bolas olhando pra ele com olhar sexy, deixando-o em ponto de bala. O ônibus se locomovia sem trãnsito, vazio, Lucas ouvindo um sonzinho no fone... e sua mãe de quatro, já na cama, levando socadas preciosas de seu namorado ortopedista.

- Vai, amor, me come gostoso, me fode, mata sua fome de bucetinha...

- Ah, isso, que buça gostosa, apertadinha, vou meter mesmo, ahhhhhhh

Ele montava, se apoiava nas costas arqueadas da mulher que vibrava, gemendo gostoso, início de tarde de uma terça-feira qualquer. Faltavam dois pontos pra Lucas descer. Tirou o fone, guardou, se preparando. Helena já estava deitada de lado, colchão balançando como um pula-pula, Marcelo ajoelhado mandando ver.

- Ohhh, ahhhh, que travessura gostosa... ohhh, vaiiiiiiii

- Ah, Helena, que delícia, acelera, por favor, ahhhhhhhhhh

- Isso, iss... ahhhhhh, vou gozaaaaaaaaaaaaaaarrrr, ohhhhhhhhhhhhhh

Sinal fechado. Falta um ponto pra ele descer. Se levanta e vai direcionando até a porta. Sinal abre. Está se aproximando.

- Vai, porra, goza logo, uhhhhhhhhh... ai, Marcelo, vem...

- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ohhhhhhhhhhhhh

Uma esguichada acerta a bundona, o resto cai no lençol.

- Putz... vou deixar pra trocar quando voltar. Vai se veste logo, tenho que retornar.

Foi ao banheiro a fim de se vestir e passar uma toalha úmida, afim de secar o suor pegajoso. O ar estava ligado, a foda foi rápida, mas era importante eliminar sinais de vestígio. Havia reunião importante!

Lucas desceu do ônibus e vinha caminhando na boa pela rua. Abriu o portão, passou pela garagem, entrou em casa... e viu Marcelo sentado se preparando pra se levantar. Deu de cara com Lucas.

- Pronto, Marcelo, já estou...

Helena apareceu na sala, vinda do quarto, e viu Lucas parado, parecendo se dar conta de que porra estava acontecendo ali.

- Lucas! Já por aqui???

- É, tive problemas no estágio, falta de energia, vim mais cedo... mas... o que a senhora está fazendo por aqui nesse horário???

- Ah, nem lhe falo. Esqueci um documento e vim correndo pegar. Ah, lembra do Marcelo? Da festa de Natal na casa de Karina? Pois é, tem tantos anos... ele quem nos trouxe pra casa, lembra?

- Ah... ah, sim... diga aí, beleza?

- Tudo bem, Lucas. Fui na Receita, estou tendo um monte de pendengas que sua mãe está me orientando...

- Bem, filho, vou indo... Já encontrei. Vamos, Marcelo?

- Vamos... prazer revê-lo, Lucas. Ótima semana!

- Valeu...

Lucas ficou meio desconfiado daquele cara ali, mas sua mãe parecia esbaforida, então a história parecia correta. Mas... aquele cara deu carona a ela naquele momento? Pendengas? Mãe ajudando? Bom, se ela quisesse explicar isso melhor depois... ele foi tomar banho, sem ficar criando caso com aquele cenário encontrado...

Lá fora, os dois entraram no carro. Pareciam que tinham acabado de assaltar um banco.

- Meu Deus! O Lucas chegou mais cedo! Se ele chega ainda MAIS CEDO...

- Puxa, Helena, quase lhe coloco numa sinuca de bico... fui inventar de fazer aquilo na sua casa, correndo riscos... puxa, me desculpe. Foi bem arriscado.

Helena olhou pra ele como se fosse dar uma bronca, um “não faça mais isso”, mas o rosto dela foi se alterando até soltar uma sonora gargalhada.

- kkkkkkkkkkkkkkkkk... meu Deus, que loucura foi essa!!! kkkkkkkkk

Não restou a Marcelo mais nada a não ser acompanha-la no humor. Que situação... Os dois foram o caminho inteiro fazendo piadas sobre o ocorrido.

- Caramba, isso foi perigoso... mas ao mesmo tempo tão... apoteótico! Kkkkkkkkkkkk...

- Ia sair no jornal: “filho flagra mãe aos berros, entra no quarto para salvá-la e se dá conta que o ladrão já tinha dado várias ‘rajadas’, hehehehehe...

- kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk... em depoimento, ela disse: “o maior susto foi pelo calibre da arma”, kkkkkkkkkkkkk...

Ao retornar pra casa, o papo foi sério.

- Lucas, você chegou e viu uma situação meio esquisita. Deixa eu explicar... de fato, eu esqueci um documento importante e vim buscá-lo. De fato, Marcelo estava na porta do prédio me aguardando, pois marcamos de almoçar juntos. Ele me trouxe, procurei o documento enquanto ele me aguardava. Foi quando você chegou. Bem, o que eu ia te contar, em um melhor momento é que... Estamos namorando. Depois daquela festa, não entramos em contato, mas ele esteve lá pra resolver algumas coisas mesmo. Daí, voltamos a nos falar ano passado quando ele se divorciou. Saímos há um mês, pra nos conhecermos, e desde então temos nos falado. Só tivemos dois encontros. Ia convidá-lo pra jantar aqui e lhe dar a notícia pessoalmente. Hoje, foi um desacerto. Não queria que você soubesse dessa forma.

- Ah, mãe, legal. Ele parece boa pessoa. Tudo bem, não precisa ficar me dando satisfação, fico feliz pelo namoro.

- Ah, filhão, depois de anos, finalmente encontrei uma pessoa, tinha que dividir isso com você sim.

Helena esclareceu os pontos e, realmente, era desnecessário falar que transaram rapidinho antes dele chegar. Não tinha porque revelar isso. Semanas depois, Marcelo foi jantar, conversou bastante com Lucas e a partir dai não tinham mais segredos.

Meses depois, Marcelo entrou em contato com Ângela e Ferdinando contando sobre o divórcio e querendo reencontrar os amigos. Eles então o convidaram para uma festa junina que aconteceria na casa deles.

- Opa, festa é com vocês mesmo, inclusive, vou levar minha nova namorada.

- Hum, olha só, o moço mal se separou já está comprometido! Nem curtiu a recém solteirice!

- Ah, ela é especial. E já me divorciei tem quase um ano, que negócio é esse de “recém solteiro”? ahahahahahahaha...

- Estamos aguardando! Queremos conhecer a bela moça que enlaçou o doutor Marcelo!

Dias depois comentou com Helena.

- Falei com Ângela e Ferdinando. Eles me convidaram pra uma festa junina na casa deles. Qual não vai ser a surpresa quando descobrirem minha nova namorada!

- Nossa, vão cair pra trás! Tem tempo que não falo com eles, essa pandemia afastou todo mundo. Gostaria muito de revê-los!

(continua...)

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Comentários

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poxa fique feliz para caramba pelo o novo casal helena e marcelo.

ela merecia finalmente encontar um cara legal depois de tanto tempo.

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tinha comentado no segundo capitulo a gritante falta de evolução do lucas perante seus amigos. legal que ele chegou a epifania que de fato parou no tempo e isso é uma coisa boa. infelizmente querendo ou não, isso machuca o ego, trazendo um sentimento amargo.

vai ser pior ainda quando ele descrobrir que todo seu ciclo social estão caindo em surubas. karina,luan, zequinha e até sua "irmã" michele. e ele completamemte de fora, chupando o dedo.

contudo esse sentimento pode ser usado como motivação para se desenvenvolver.

para ele que encontra-se no final da curso, no meio do TCC. temos que reconhecer que não tem jeito. nessa condição não há opção nenhuma a não ser concluir essa porra. depois disso pode ficar mais fácil para cair no mundo.

torço para ele tenha seu baita upgrade na aparencia e comece a ter suas experiencias amorosas/sexuaias e não caia na amargurada sobre karina e luan. Lucas já teve suas memorias com ela, está na hora de criar outras. A vida pode aguardar muitas coisas boas pela frente.

reitero,

excelente conto Astrogildo

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