A luz vermelha baixa do hotel ainda iluminava o quarto quando Paulo acordou, por volta das 6h30 da manhã. O corpo grande e quente dele estava colado entre as duas mulheres que dormiam profundamente, exaustas da noite de putaria intensa. À esquerda, Ana, loira de cabelo longo e liso espalhado no travesseiro branco, respiração calma e ritmada, seios médios subindo e descendo devagar, mamilos rosados com piercings de prata brilhando fracamente sob a luz. À direita, Patrícia, ruiva natural, corpo compacto e explosivo, coxas grossas entrelaçadas nos lençóis amassados, bunda grande e redonda empinada de lado, pés pequenos 34 expostos fora do lençol.
O ar do quarto estava pesado, carregado com o cheiro forte de sexo da noite anterior: porra seca grudada na pele, buceta molhada, suor masculino misturado com perfume doce de mulher e o aroma inconfundível de squirt que tinha jorrado no sofá e nos lençóis. Paulo sentiu o tesão matinal pulsar forte dentro dele. O pau de 19 cm já estava duro como pedra, cabeça inchada latejando contra a barriga chapada, veias grossas pulsando, saco pesado cheio de porra fresca outra vez. Mas o que realmente o deixou insano de desejo foram os pés. Os dois pares perfeitos, branquinhos, delicados, tamanho 34, expostos e vulneráveis.
Primeiro, os pés de Patrícia bem na frente dele: olas rosadas macias, solas claras e quentes do sono, dedos simétricos perfeitos, unhas pintadas de preto brilhante que contrastavam com a pele clara. Depois, os de Ana logo ao lado: solas rosadas ainda mais delicadas e sensíveis, unhas vermelhas impecáveis. Paulo sentiu o coração acelerar forte. O fetiche explodiu na cabeça dele como uma bomba.
Devagar, para não acordá-las ainda, ele se sentou na beira da cama king size. Pegou primeiro o pé direito de Patrícia com as duas mãos pesadas e veiaadas. Acariciou a sola rosada com o polegar grosso, sentindo a pele macia, quente, levemente úmida do calor da noite. Levou o pezinho até o nariz e inspirou fundo cheiro leve e delicioso de pele limpa misturado com o creme hidratante que ela passava toda noite. Beijou a sola inteira devagar, língua grossa lambendo da base do calcanhar até a curva dos dedos, saboreando cada milímetro. Chupou o dedão com vontade, sugando como se fosse um clitóris inchado, saliva escorrendo pela sola, deixando tudo brilhando. Depois passou pro próximo dedinho, babando sem pudor, mordiscando de leve a carne macia, gemendo baixo de prazer puro.
Patrícia soltou um gemidinho, quadril se mexendo de leve, mas ainda não acordou. Paulo ficou mais ousado. Segurou os dois pés dela juntos, juntou as solas rosadas e esfregou elas no pau duro como ferro. A pele macia e quente deslizando pelas veias grossas, apertando os dois lados do pauzão, cabeça inchada roçando os dedinhos. Começou a se masturbar devagar, pau latejando entre as solas perfeitas, pré-gozo transparente pingando na pele clara e escorrendo pelos dedos.
— Porra… esses pezinhos branquinhos, rosados, perfeitos… me deixam doido pra caralho… — grunhiu ele baixinho, voz grossa ecoando no quarto silencioso.
Ana acordou devagar, olhos claros se abrindo preguiçosos. Viu a cena e sentiu a bucetinha contrair forte na hora, mel escorrendo entre as coxas grossas. Seu namorado enorme, dominante, completamente perdido de tesão, esfregando o pau grosso e veiado nos pés da melhor amiga dela como um animal no cio. Ela ficou quietinha, só observando, mão descendo devagar entre as pernas, dedando a própria buceta depilada já encharcada, clitóris inchado pulsando.
Paulo acelerou o movimento. Esfregou mais forte, cabeça inchada roçando os dedinhos de Patrícia. Grunhiu e gozou forte: jatos grossos, quentes e brancos espirrando direto nas solas rosadas, nos dedos, escorrendo entre os pés da ruiva, cobrindo tudo de porra abundante. Alguns fios grossos pingaram no lençol e na coxa dela.
Ana mordeu o lábio inferior com força, gemendo baixinho ao ver o namorado gozando nos pés da amiga. Paulo abriu os olhos, viu que ela estava acordada e sorriu safado, pau ainda pulsando entre os pés melados.
— Acordou, minha corna safada? Vem cá… limpa tudo. Deixa os pezinhos da sua amiga limpinhos pra ela acordar sentindo só o cheiro da minha porra.
Ana se arrastou na cama de quatro, cabelo loiro bagunçado caindo no rosto, e começou a lamber com fome. Língua quente e gulosa passando nas solas rosadas de Patrícia, sugando cada gota grossa de porra do namorado, engolindo o gosto salgado forte misturado com o sabor doce da pele da amiga. Chupou dedinho por dedinho, língua girando em volta das unhas pretas, limpando tudo até ficar brilhando só de saliva. Patrícia acordou no meio, gemendo de prazer ao sentir a língua quente da amiga limpando os pés.
— Caralho… que safados vocês dois são… — murmurou Patrícia, voz de sono e tesão recém-acordado, pés tremendo de prazer.
Paulo assistiu tudo, pau já semi-duro de novo. Depois levantou da cama, corpo nu e musculoso brilhando de suor.
— Vou tomar um banho rápido. Temos pouco tempo antes de eu ir pro trabalho. Quando eu voltar, quero as duas prontas pra mais uma rodada louca e pervertida. Não me decepcionem.
Ele entrou no banheiro, água quente caindo. Ana e Patrícia se olharam, sorriram safadas e molhadas. Mas o tesão não esperou o banho terminar. Quando Paulo saiu do banheiro ainda molhado, toalha na cintura mal cobrindo o pau semi-duro, as duas já estavam se beijando na cama, línguas dançando, mãos explorando seios e bucetas.
Ele puxou Ana primeiro, voz grossa e dominante:
— De quatro, corna. Quero foder você enquanto a ruiva assiste bem de perto e deda a bucetinha dela.
Ana empinou a bunda grande e malhada, buceta depilada brilhando de mel. Paulo meteu de uma vez, socando fundo até o talo, mãos pesadas na cintura fina, estocadas brutas fazendo a cama ranger. Patrícia se ajoelhou ao lado, chupando os seios de Ana, lambendo os piercings com fome enquanto Paulo metia sem piedade.
— Olha como eu fodo sua amiga agora… depois de ter gozado nos seus pés… você é minha corna perfeita, loirinha… toma esse pau no útero enquanto ela chupa seus peitinhos.
Ana gemia alto, rebolando pra trás, gozando rápido só com a putaria toda. Paulo tirou o pau melado, enfiou na boca de Patrícia até a garganta, fodeu a boquinha dela, depois voltou pra buceta de Ana, alternando entre as duas como um animal. Gozou de novo, enchendo a buceta de Ana de porra quente e grossa até transbordar. Depois mandou Patrícia lamber tudo da buceta da amiga enquanto ele se vestia pra trabalhar.
— Agora vou embora. Vocês duas ficam aqui até o check-out. E mandem foto das bucetas meladas quando saírem.
Paulo beijou as duas na boca, língua profunda, e saiu. Ana e Patrícia ficaram na cama, corpos melados de porra fresca e seca da noite. Sentiram o gozo escorrendo quente pelas coxas, grudando na pele. Ana puxou Patrícia pra cima dela.
— Vem, amiga… vamos gozar de novo pensando no pau dele nos seus pés e na minha buceta.
Elas se beijaram com fome selvagem. Ana deitou Patrícia de costas, abriu as pernas grossas e mergulhou a boca na buceta ruiva ainda cheia de resquícios de porra. Lambeu tudo com língua fundo, sugando o mel misturado com o gosto forte de Paulo. Patrícia gemeu alto, mãos cravadas no cabelo loiro de Ana.
— Isso… chupa minha bucetinha cheia da porra do seu namorado… que delícia, Ana… lambe tudo, vadia…
Ana subiu, sentou o rosto na boca de Patrícia. A ruiva chupou a buceta loira com vontade, bebendo a porra fresca que escorria, língua no clitóris inchado. Trocaram posições várias vezes: 69 safado e molhado, dedos enfiados no cu uma da outra, mamilos sendo mordidos e chupados, pés esfregando na cara e na buceta. Gozaram juntas várias vezes, corpos tremendo, gemendo nomes uma da outra e de Paulo como putas no cio.
Depois, deitadas suadas e exaustas, conversaram baixinho, dedos ainda brincando preguiçosamente nas bucetas meladas.
— Foi a melhor noite e manhã da minha vida… — confessou Patrícia.
— Ver você assistindo ele me foder, beber a porra dele direto da minha buceta, e hoje de manhã ele gozando nos meus pés enquanto você limpava tudo com a língua… porra, Ana, você é a corna mais perfeita que existe.
Ana sorriu, olhos claros brilhando de cumplicidade.
— Eu sabia que você ia ser a primeira. E não vai ser a última, amiga. Quero ver ele te foder de novo, no loft, em público, onde ele quiser. Quero mais putaria, mais porra, mais tudo.
Elas riram baixinho, se beijaram mais uma vez e tomaram um banho juntas, ainda sentindo a porra seca grudada na pele, marcando o corpo.
Durante a semana seguinte, Paulo e Ana se viram quase todos os dias. Fodas rápidas e intensas no carro estacionado, no loft à noite, mensagens vulgares com fotos dos pés dela e vídeos curtos dele batendo punheta pensando nela. Ana estava cada vez mais entregue, a fantasia de corna mansa crescendo dentro dela como um vício delicioso.
Na quarta-feira à noite, enquanto Ana preparava o jantar sozinha, o celular tocou. Era Vanessa, a irmã mais velha de 35 anos.
— Ana… eu me separei. Depois de 15 anos de casamento com aquele babaca. Estou indo pra sua casa amanhã de manhã. Preciso de um tempo longe de tudo.
Ana sentiu o coração acelerar forte. Vanessa era muito parecida com ela, mas mais rabuda, mais gostosa, mais curvilínea. 1,58 m, loira natural como Ana, olhos claros, seios maiores e pesados, barriga chapada, bunda enorme e empinada que fazia qualquer homem babar, coxas grossas de quem malhava pesado. Sempre sensual, mesmo casada. Ana já imaginava na cabeça: Paulo devorando a irmã dela. A oportunidade perfeita pra mais uma rodada de corneação safada.
Vanessa chegou na quinta à tarde, mala na mão, olhos inchados de choro mas corpo perfeito num vestido curto preto que marcava cada curva. Ana a abraçou forte na porta do apartamento.
— Vem, mana. Fica o tempo que precisar. Meu namorado vai adorar te conhecer. Ele é… diferente.
No sábado à noite, Ana preparou um jantar especial no loft. Vestiu um vestido preto justo e curto, decote profundo que deixava os seios médios quase escapando, sem sutiã, piercings dos mamilos marcando o tecido fino. Vanessa chegou ainda mais linda: vestido vermelho curto e colado, bunda enorme balançando a cada passo, pernas grossas brilhando, pés pequenos em salto alto, unhas vermelhas iguais às de Ana. Paulo chegou do trabalho às 20h, camisa social preta aberta no peito largo, barba por fazer, 1,90 m de pura masculinidade, pau já marcando levemente na calça.
Vanessa parou na porta quando o viu. Admirou o primeiro namorado que Ana apresentava pra ela. Olhos claros percorreram o porte dele: altura imponente, ombros largos, braços veiados, peito musculoso, voz grossa quando cumprimentou. Ela ficou claramente impressionada, mordendo o lábio inferior sem disfarçar.
— Nossa, Ana… você não mentiu. Seu namorado é… impressionante. Alto pra caralho, forte, cheiro de homem de verdade. Faz tempo que não vejo um macho assim.
Ana sorriu safada, puxando os dois pra mesa posta com vinho tinto caro, velas, luz baixa.
O jantar foi puro fogo lento e sensual, sem pressa nenhuma. Eles sentaram à mesa redonda, pernas se tocando por baixo sem querer (e querendo). Paulo no meio, Ana e Vanessa dos lados. O vinho rolou solto. Primeiro copo: conversa leve sobre o trabalho de Vanessa, a separação. Segundo copo: olhares mais longos. Vanessa não parava de admirar o porte de Paulo — o jeito como ele segurava a taça com mãos grandes e pesadas, a voz rouca contando histórias, o volume na calça que ela fingia não notar.
Ana provocava de propósito, voz melíflua e vulgar:
— Mana, olha o tamanho da mão dele… imagina o que essas mãos fazem na cama. Ele me fode tão bruto que eu gozo só de ele me segurar pela cintura.
Vanessa corou, mas o álcool soltou a língua. Ela cruzou as pernas grossas, roçando de propósito na coxa de Paulo por baixo da mesa.
— Eu imagino… faz 15 anos que não sinto um pau de verdade. Meu ex era… pequeno e rápido. Você parece o tipo que fode por horas, né, Paulo?
Paulo sorriu perigoso, voz grossa e direta, sem filtro:
— Eu fodo até a vadia não conseguir andar. E gosto de buceta apertada, bunda grande como a sua.
O ar ficou elétrico. Mãos começaram a tocar. Paulo colocou a mão pesada na coxa de Vanessa, subindo devagar por baixo do vestido vermelho, dedos roçando a pele quente. Ana assistia, buceta melando, dedando discretamente por baixo da mesa.
— Toca ela, grandão… sente como minha irmã tá molhada só de te olhar. Ela quer seu pau desde que te viu.
Vanessa gemeu baixinho quando os dedos grossos de Paulo roçaram a calcinha fio-dental dela.
— Porra… você é grosso mesmo… e eu tô encharcada. Faz tempo que não sinto tesão assim.
O jantar virou preliminar sem pressa. Eles comeram devagar, vinho descendo, mãos explorando: Paulo apertando a bunda enorme de Vanessa por cima do vestido, Ana beijando o pescoço da irmã, sussurrando vulgaridades.
— Aproveita, mana. Meu namorado tem 19 cm de pau grosso. Ele vai te abrir toda, vai encher sua buceta e seu cuzinho virgem de porra quente. Eu só quero assistir você gozando como nunca.
Vanessa entregou-se completamente. Quando o vinho acabou, Paulo puxou as duas pro sofá. Ana sentou na poltrona ao lado, pernas abertas, dedando a bucetinha devagar, só assistindo.
Paulo beijou Vanessa com fome selvagem, língua invadindo a boca dela, mãos grandes apertando a bunda enorme. Tirou o vestido vermelho devagar, tirou a calcinha fio-dental. Chupou os seios grandes e pesados, mordeu os mamilos com força, desceu lambendo a barriga até a buceta depilada. Vanessa gemia alto, pernas tremendo.
— Porra… que boca gostosa… me chupa, cunhado… me devora…
Ele tirou a calça, pau de 19 cm saltando duro, veias pulsando. Vanessa arregalou os olhos, admirada.
— Meu Deus… nunca vi um pau tão grande e grosso… vai me rasgar toda…
Paulo deitou ela de quatro no sofá, bunda enorme empinada. Meteu na buceta primeiro, devagar, abrindo ela centímetro por centímetro. Vanessa gritou de prazer puro, rebolando pra trás.
— Isso… me fode… me abre toda com esse pauzão…
Ana assistia hipnotizada, dedando forte, gemendo baixo.
Paulo meteu forte, socadas brutas, mãos na cintura dela. Depois cuspiu no cuzinho virgem de Vanessa.
— Relaxa, cunhada… hoje eu vou tomar sua virgindade anal. Vou arrombar esse cuzinho grande e gostoso.
Vanessa gemeu de medo misturado com tesão insano.
— Vai… me arromba… faz o que quiser com minha bunda… eu sou sua agora.
Paulo empurrou devagar. A glande grossa passou o anel apertado. Centímetro por centímetro até meter tudo no cu virgem dela. Vanessa gritou, prazer e dor deliciosa misturados.
— Porra… tá me rasgando… mas que delícia… soca mais fundo…
Paulo socou fundo, saco pesado batendo na buceta dela. Ana assistia, gozando só de ver a irmã sendo devorada pelo namorado.
Paulo acelerou, grunhiu e gozou no cuzinho de Vanessa: jatos grossos e quentes enchendo o cu virgem até transbordar, porra escorrendo pelas coxas grossas dela. Vanessa gozou forte, corpo convulsionando em espasmos violentos, lágrimas de prazer nos olhos.
— Nunca… nunca gozei assim em 15 anos… porra, cunhado… você me destruiu…
Ana se aproximou de joelhos, chupou o pau melado do namorado com fome, limpando cada gota de porra, gozando de novo só com o gosto. Vanessa ficou largada no sofá, cu latejando, porra escorrendo, pernas tremendo em espasmos, completamente satisfeita pela primeira vez em 15 anos de casamento.
Paulo puxou Ana pro colo, beijou devagar, voz grossa e carinhosa.
— Sua corna safada… agora sua irmã também é nossa.
Ana sorriu, olhos brilhando de tesão e cumplicidade.
— E isso é só o começo, grandão. Muito mais por vir.