46. O fim (parte 2/2)
Na rede social não estava, mas estava gravando, ele falou que sabia que se não fosse pelos avós ela teria abortado eles, que batia na barriga com força no início da gestação. “Você nunca me quis, nunca me amou, você odeia que eu ame meu pai e ele esteja feliz. Acontece que eu te odeio, e se você se aproximar de mim outra vez você vai foder minha vida, porque eu mato você antes, e depois vou pra cadeia.”
Caio mandou que ela fosse embora, que evitasse se aproximar deles até que os pais dela estivessem ali novamente, ela ia dizer alguma coisa, mas Magali entrou no próprio quarto com meu filho, ele disse que a ameaça era falsa, o ódio não, e chorou. Mas isso eu só soube depois.
“Aqui ninguém morre de tédio, você tá pálido, meu amor, quer dormir comigo?”, concordei com o pedido que Rodrigo fez a Marcos, assim que cheguei de meu encontro com Fernando descobri que André saiu pra beber com o pai que se despediram, Rui deixou uma carta pra mim e dizia que Galvão e ele iriam correr o Brasil de moto, havia o documento de devolução da cota parte na escola e um monte de blá-blá-blá que depois eu iria ler com atenção para todos. E só então a ligação de Renato informando que Levi teve uma parada quando soube da discussão entre Débora e Amós, pensou que ele jamais soubesse dessas coisas, Marcos não sabia.
Dormir com essa bronca era impossível, Marcos estava tendo uma crise de ansiedade. Lana o levou para o sofá e Cecília começou a trabalhar em um boquete, começou pelos testículos e ficou cheirando o pau dele, sem por na boca, passando no rosto enquanto passava o caralho do meu marido no rosto, Lana mostrou os seios e os colocou a meio palmo de distância da boca dele, “Você podia dar chilique com o dedo no meu cuzinho, né? A situação por agora é estável, depois vem outra batalha, mas por agora… agora você podia comer um cuzinho pra relaxar, sentar no colo de tio Benjamin e chupar minhas tetinhas, vai meu lindo, não é pra você relaxar, é pra você não surtar e dificultar as coisas, você vai precisar de sangue frio e agora ele tá quente, canaliza esse sangue todo pra essa piroca e me fode o rabinho, apertando esse pertinho me fodeeeee... Por favoooooor…”
Eles se beijaram e foi isso o que aconteceu ela ficou de quatro com os joelhos dobre o sofá, ele ficou atrás dela, chupando o cuzinho dela, Benjamin falando que era cuzinho mais lindo do mundo, olhou pra mim e disse que o meu era o segundo, mas o meu era mais quentinho, Ceci chupava o pau de Ben onde Marquinhos, ficava alternando. Enquanto isso, Rodrigo, Hélio, Joel e eu decidimos o que fazer, tirando a roupa e deliberando em cochichos se a gente ligaria ou não para Douglas, Hélio resolveu que era o mais correto, a gente nunca viu uma briga de Marcos com a mãe de nossos filhos, mas pelo jeito ele se dilacera e cede, e a gente não ia deixar isso acontecer dessa vez.
Marcos estava colocando o pau na pontinha do cuzinho de Lana, apertava os peitinhos dela, Benjamin sorria a cara mais safada do mundo, “Isso, veadão, como essa putinha, meu machinho comedor, mas vai dar essa bundinha de menina pra esse macho que te adora.”, Marcos deixa de beijar ela e beija ele, “Meu macho gordo, tem tetinha como nossa puta, você vai gozar dentro dela, e depois eu gozo por cima.”, começaram a disputa de quem era mais forte pra gozar por último, Hélio atracou no fim do trenzinho pra deixar os dois com os mesmos estímulos. Cecília estava sentada numa almofada no chão com dois dedos na boceta e outra mão esfregando o pinguelo, eu a segurava pelos cabelos e fodia sua boca que babava e sua saliva lavava minhas bolas, dou espaço para Rodrigo enquanto Joel espera sua vez e me beija. Os outros quatro terminaram pouco antes de nós, prometi o silicone nos peitos de Cecília, mas deixei claro que preferiria desse jeito, pequenininhos, gostosos de beliscar e morder e chupar e dar tapinha, peitinhos de menina-moça como os de Joel, ele gargalhou e beijou a boca da boqueteira antes de lhe macetar o pau no céu de sua boca.
Depois que nós todos gozamos o portão da garagem abre, Rodrigo diz que era Douglas, e era, mas ele veio acompanhado, Fernando viu Ceci com a cara cheia de porra, ela morreu de vergonha, peguei ela pela mão e a beijei na boca, mandei que desse aquele rostinho lindo para Lana limpar depois que ambas deixassem nossas picas e raios bem limpinhos sem sinal de porra, não sei que porra me deu, vontade de humilhar Fernando ou de me mostrar o fodão, falei sem pensar e depois tive que assumir o preço pela minha boca sem censura, “Mulher minha me obedece e gosta de me obedecer, ela lambeu meu pau sorrindo e sugou o buraquinho dele com tanto força que quase doeu, Samuel percebeu minha infantilidade e revirou os olhos. Dr. Douglas ouviu o cliente, ele tinha esse pedido de guarda havia anos e disse que se ela entrasse com uma liminar contra a situação peculiar dessa casa, até a minha guarda de Hassan e Faruk corria risco, apontou para o lado e deitado no sofá tendo o cu lambido por duas garotas Benjamin pergunta: “Como assim?”
Os colchões estavam dispersos pela sala (quartos finalizando a pintura), biblioteca desfeita (decisão de ter um quarto de hóspedes antes da fuga de Rui e Galvão), livros em pilhas em vários cantos, Daniel diz que uma vez que a peça jurídica estava quase finalizada era hora de voltar para casa, a gente começa a se despedir, mas quando eles estavam se encaminhando para a porta Douglas fala, “Eu sei que fui avisado para não pedir para insistir nisso, que Mateus e você são cabeça dura e não fazem… Joel por que eu nunca fui chamado para fazer parte disso, não falo de morar nessa casa, que sonho… mas de… eu soube de aventuras de vocês com outras pessoas… não estou criticando as decisões… mas… Rui foi trazido, as meninas foram convidadas, tidas como parte do… primeiro Samuel e depois Daniel, e se acontecer de Daniel aceitar o convite de morar lá em casa, se essa bagunça com Fernando for pra frente… ele sim não vai ser aceito, por que a gente não? Por que Mateus e você fizeram tanta questão de dizer que a gente não, essa noite lá em casa?”, a resposta foi objetiva, Joel o pegou pelo pescoço e o trouxe para um beijo enquanto sua outra mão fez a mão de Doug se fechar em sua pica.
“Pelos garotos, quanto mais estabilidade aqui, melhor. Deu muito trabalho fazer Galvão achar que a saída dele era uma decisão de uma ideia dele mesmo, foi difícil plantar essa ideia na cabeça dele, ele cantando meu Mateus querendo fazer parecer que era um super macho alternativo… Insegurança, mas porque depois seremos nós quatro que vamos ter de deixar essa casa por alguns meses, seis ou mais, assegurar os olhos da justiça longe do risco de meu Mateus perder a paternidade, isso não pode acontecer, nós quatro vamos ficar bem por seis meses, mas os próximos seis anos até que os menores se tornem de maior… todo cuidado é pouco, equilíbrio delicado, e com vocês aqui… haveria putaria todos os dias, e pra ser honesto, não sei se isso é saudável para as cabeças de meus gurizinhos. Mas isso não fala nada sobre hoje, não fala nada sobre irmos ao seu apartamento.”
Beijar o dono daquele corpo de deus grego foi espetacular. Doug tem um cabelo que cobre os olhos, Joel puxou os cabelos dele para trás e passou a língua em sua garganta, “Vou deixar meu pau descansando aqui dentro.” A putaria ia recomeçar, Helinho me disse ao pé do ouvido que Joel detestava Fernando e que eu o evitasse, nem deixasse as mãos deles tocarem a mim ou a Marcos.
Joel olha nos olhos de Fernando segurando as duas bochechas dele com uma mão só, “Nunca chupou nem comeu boceta, Fernandinho? Titio sabe que não, mas vai tirar o cabaço agora, minhas meninas vão dar um trato em você, vai ter a noite mais disruptiva de sua vida, Fernandinho, tipo um hétero quando dá o cu pela primeira vez.” Ouvíamos a gargalhada de Rodrigo e das meninas sobre a ingenuidade de Fernando que não sabia como segurar um seio.
Fiquei em um canto com Samuel, eu precisava de um apoio calmo e talvez isso estivesse escrito em minha testa, todos podiam ler minha necessidade, ao contrário de Marcos que estava sendo levado à exaustão. Samuel me beijou com gosto, disse que estava louco para comer minha bunda, eu sorri, ele disse que sabia que faríamos isso outro dia, me deitei e ele não se importou em me dar seu pau para que eu brincasse com ele em minha boca, agasalhado ele no fundo da garganta sem mover, sem ser uma foda oral, sem ser uma chupada, era uma espécie de veneração calma a um caralho bonito, só isso, ainda que não fosse meu cacete favorito, era um belo caralho. Enquanto eu chupava as bolas dele notei que eu sentia um tesão enorme nas memórias que eu tinha de Galvão e ainda assim queria nunca mais vê-lo, nunca mais, por mim ele perderia aquela barba enorme, por mim perderia o rosto bonito e seu pau já não me dava tesão.
Eu acho que o tesão agora era parte e não a coisa que move meu desejo, eu acho que preciso pelo menos imaginar a personalidade interessante dos caras que correm para poder sentir prazer em imaginar a pica deles batendo dura na minha cara. “Mateuzinho, quero meter em você.” Samuel me sorriu quando ouvimos esse pedido de Marcos, eu tinha de ir lá, eu tinha medo de perder a guarda não só de dois, mas de quatro de nossos quatro filhos. Queria dar pra Marcos segurança, entretanto dentro de mim era desmoronamento sobre desmoronamento. Ele tava com a mão cheia de gel e foi colocando dedo me lubrificante dentro e ao redor, eu nem estava no clima, mas acendeu, meu pau endureceu na hora que ele tirou a mão de mim, aquela rola envergadura tocou no meu rabo e eu delirei, “Fode, meu amor, fode seu maridinho, fode, fode que a gente pensa na solução, mas hoje o medo não vai detonar a gente não. Aahh, delícia, aahh, que gostoso, me arromba, me arromba, seu puto!”
Ele puxou cabelo, mordeu nuca, bateu na minha bunda e na minha cara, me chamou de veado encaralhado, e eu não faço ideia do que é isso, eu me aproximei mais de seu pau empurrando meu quadril pra trás, era ele fodendo minha bunda e eu fodendo a pica dele, dormimos com o pau dele no meu rabo, cansado sem conseguir gozar e sem desistir, sem tirar quando deitado exausto dormiu com a pica dura no meu cu. Mas agora eu queria, alguns dormiam naqueles quatro colchões, outros terminavam algum carinho, Samuel me ajudou e enfio dentro do meu cuzinho me comeu lento dizendo no ouvido que somos doze, estamos juntos, vamos lutar juntos sempre.
Mas a luta foi estranha. Passei o dia seguinte com meu marido no container de Faruk e Hassan, respirando, meditando e caindo em paranoia, logo no último dia com pintores, no dia da kombi modificada ser entregue, e pior nomeia da entrega do quarto container, felizmente a instalação desse foi previamente arranjada, mas as meninas maravilhosas e sabiam o que nós queríamos, poucas vezes tiraram a mim ou a Marcos de nosso isolamento. No meio da tarde, os funcionários e elas tinham resolvido tudo, tudo, fizeram um bolo de laranja e outro de chocolate, todos eles falaram coisas lindas ao nosso respeito e de como amavam nossos garotos, por fim fizemos um momento de oração.
A documentação com o pedido de guarda foi entregue corretamente, isso era bom para a formalização da prática que acontecia: Amon e Amós estavam sob os cuidados demais desde o nascimento, e os avós maternos deram depoimento a esse favor. O segundo caso foi que Levi acionou Douglas para entrar em contato com Débora para firmar um acordo financeiro para que ela não aparecesse mais nem para importunar os filhos que a detestava, nem para decepcionar os pais outra e outra e outra vez. Mas a melhor coisa aconteceu uns dias depois de meus filhos retornarem, e isso eu já conto.
Eles adoraram as novas cores da casa, o fato de haver quarto de visitas para os filhos de Caio poderem dormir agora, mas ficaram felizes mesmo foi com o novo container, com as cores escolhidas, a confusão porque três queriam o roxo, que alegria, quantos abraços receberam de cada funcionário, de cada um de nós, houve festa, como se fosse aniversário com bolo, salgados e doces. “Pai, e a kombi? O que aquilo? Parece uma salinha, mas é pequena e só tem um emborrachado no chão.”, “Tomara que vocês gostem mais dos cachorros que do canil.”, que felicidade, ser feliz é ver os filhos felizes.
Caio disse bem baixinho que eu era um merda por dar um presente que ele não ia poder replicar no apartamento, com meus irmãos, “Você é um filho, um filho que às vezes chupa meu pau, mas o melhor filho do mundo, seus pais estariam… eles estão muito orgulhosos de você, de você de cada um desses cinco que te acompanham… e as meninas e o universo ao seu redor…”, terminou falando alto e exagerando com as mãos.
Hélio deu a ideia a Joel para ligar para o secretário de educação e pedir umas indicações de nomes para a coordenação da escola, explicou que o anterior fugiu de moto com o namorado, ele riu, perguntou sobre o salário e se ofereceu para o trabalho, disse que não gostava de bajular incompetente e era isso o que o prefeito atual era, (concordo, prefeitos que faz discurso em inauguração de escola particular), conversa vai, convrsa vem, ok, começa na segunda-feira, segunda os dois conversam e Joel conta da guarda de meus filhos e para a grande surpresa: “Só tem uma vara de família na comarca da cidade, o juiz é meu marido, quer conversar com ele?”, “Nem pensar, Joaquim, de jeito nenhum, mas se ele quisesse falar com os garotos depois do jantar…” A sorte, o acaso, Deus… o céu deusa providência e o tal juiz nos mandou deixar de bobagem, o que Douglas disse que era possível de acontecer acontecia, mas não quando o juiz conhecia o caso, tinha tantas informações. Marcos me olhou feliz, Joel e Helinho estavam radiantes, era isso, a saga chegou a um fim.