Meu macho do Axé

Um conto erótico de Miguel
Categoria: Gay
Contém 1979 palavras
Data: 02/02/2026 16:42:08

Deixa eu me apresentar primeiro. Me chamo Miguel, tenho 27 anos e trabalho com massagem. Moro no Rio de Janeiro, tenho 1,70 m, peso 70 kg, sou moreno, cabelo preto estilo indígena da cidade grande, corpo normal… só que minha bunda e minhas coxas chamam atenção, e eu sei disso, porque homem olha mesmo.

O que eu vou contar aconteceu ano passado.

O Gabriel já era um cara que já faz parte da minha vida faz tempo, e a verdade é que sempre teve uma vontade ali, aquela coisa meio engasgada, que nunca se encaixava direito pra acontecer. Só que naquele dia… encaixou. E encaixou rápido. Antes, apresentar ele. Gabriel é um cara de 35 anos, do candomblé (meu fetiche), tem cabelo cacheado estilo anjo. Seu corpo é normal, tem uma pequena barriga de quem adora uma cerveja, mas nada muito grande e um corpo de homem bruto, que não tem nojo de nada e é isso que torna ele o homem perfeito. Dono de um pau de 18cm e absurdamente grosso, que você não consegue por na boca de tão absurdo que é (o mais grosso que já mamei).

Neste dia, eu provoquei pelo WhatsApp. Não foi indireta, não foi “oi sumido”, não foi joguinho bobo. Eu mandei uma foto minha de 4 no espelho do jeito que ele AMA, e ele respondeu na hora, com aquela vontade doida de me comer. Ele escreveu que sempre quis me usar, me dominar, me fazer servir ele do jeito mais baixo possível.

E o jeito que ele escreveu… foi como se ele estivesse me encostando só com as palavras.

Não deu nem tempo de eu pensar direito.

Eu disse para ele passar de moto aqui. E passou.

Foi rápido demais. Rápido do tipo que te deixa ansioso, elétrico, sem saber se você ri ou se você se esconde. Eu já sabia que ele tinha um pau grosso, grosso de verdade, e isso por si só já me deixava em alerta. Na minha cabeça eu pensava “vou aguentar?” ao mesmo tempo que meu corpo já respondia “eu quero”.

Tomei banho, me perfumei, arrumei a casa numa pressa que nem fazia sentido, acendi incenso… pra chamar atenção dele.

Quando ele avisou que tava chegando, eu desci pra abrir o portão.

Ele não veio todo carinhoso, não. Foi seco, direto, do jeito dele. Apertou minha mão como se já soubesse que eu ia obedecer, e eu só fiz sinal pra ele subir. No caminho pela escada, eu já tava sentindo meu coração batendo mais alto que o normal, e minha cabeça repetindo a mesma frase:

“Meu Deus… agora chegou a hora.”

Aqui em casa eu tentei bancar o normal. Ofereci água, fiz o social de dois segundos, fui pra cozinha com o copo vazio… e foi aí que ele mostrou que não tinha vindo pra conversar.

Ele grudou por atrás de mim como se a casa fosse dele, como se eu já fosse dele naquele momento. Me agarrou pela cintura, colou o corpo no meu e beijou meu pescoço sem pedir. Um beijo pesado, com pressa e intenção. Eu senti a respiração dele perto do meu ouvido e a mão dele descendo por dentro do meu short, me segurando firme e acariciando minha bunda e a portinha do meu cu com aquele dedo grosso de mão de macho viril… e provocando onde ele sabia que eu ia tremer.

Eu travei por um segundo, não por falta de vontade, mas porque eu tava nervoso e tímido, daquele nervoso gostoso que dá medo e tesão junto. Ele foi beijando meu pescoço, demorando onde sabia que ia me amolecer, e a mão dele fazia provocação com calma… como se estivesse testando até onde eu aguentava sem pedir.

E eu não aguentei muito.

Ele soltou uma frase baixa, bem do jeito “macho” que ele gosta de passar, e que me desmonta:

“Porra… tô doido pra te pegar, moleque.”

Aquilo me atravessou.

Eu tentei responder com cara de quem tava no controle, mas meu corpo já tinha entregue tudo. Eu só conseguia pensar “é agora… é agora mesmo.”

A gente saiu da cozinha e foi pro quarto.

Ele deitou primeiro, como quem dita o ritmo sem nem precisar falar, e eu fui pra cima. Sentei por cima dele, beijando ele, sentindo a mão dele me puxar, me encaixar. E eu senti o quanto ele tava pronto, pressionando em mim de um jeito que me fez perder o ar no beijo.

Eu beijava rebolando nele e ao mesmo tempo parecia que eu tava testando meu próprio limite, como se eu dissesse “tá… então vem”, mas ainda com aquele nervoso grudado no peito. Só que o Gabriel não tinha nada de indeciso. Ele segurou minha cintura com firmeza, me puxou contra ele como se eu fosse feito pra encaixar ali, e o jeito que ele apertava… não era carinho bobo. Era posse. Respeitosa, mas posse.

Os beijos ficaram mais brutos. Ele não beijava “bonito”, ele beijava com fome. Mordia com vontade, puxava meu lábio, prendia minha nuca e me conduzia. Eu tentava manter o controle por estar por cima, mas era só ilusão, ele dominava tudo sem nem precisar levantar o tom de voz.

E quando eu dei por mim, eu tava gemendo.

Não era gemido fingido, era aquele som que escapa quando o corpo já decidiu por você.

Ele deu um tapa forte, daqueles que estalam e deixam a pele quente na hora, e eu arrepiei inteiro. Foi um choque bom, que me fez reagir instintivamente, como se eu pedisse mais sem precisar falar. A mão dele marcava o ritmo do jeito que ele queria, e eu sentia meu coração batendo na garganta.

Aí ele falou, baixo, com a boca colada no meu ouvido:

“Eu quero te comer, viadinho.”

Eu fiquei duro só de ouvir. Minha vergonha virou tesão na mesma hora. Eu olhei pra ele tentando fazer cara de “tanto faz”, mas a minha voz saiu traindo tudo:

“Então… vem.”

Ele me segurou mais firme, como se estivesse decidido a me deixar pronto e no ponto. E o que me pegava era isso: ele era mandão, dominava tudo… mas com respeito. Ele percebia minhas reações, ia no meu tempo, e ainda assim fazia parecer que eu tava totalmente na mão dele.

O começo foi lento. Lento de propósito.

Tiramos a roupa e continuamos nos beijando e nos punhetando deitados, um do lado do outro. Ele provocava com paciência, daquela que te faz pedir sem querer. Eu tentava controlar a respiração, tentava segurar o gemido, tentava manter alguma dignidade… e ele ia desmontando tudo com calma, como se estivesse me ensinando a aguentar ele.

Naquele momento eu fui pra cima dele e fiquei sentindo aquela pica roçando aquela jeba grossa no meu rabo que estava com uma sede daquela piroca. Fiquei ali sentindo cada detalhe daquele pau e dos beijos que ele me dava enquanto me segurava.

Peguei um cuspe, passei no meu cu enfiando meu dedo pra lubrificar a entrada e ele foi pegando cuspe também e passando naquela rola, que sinceramente ele precisaria de uma caixa d’água pra lubrificar aquela rola toda. E fui aos poucos colocando aquela cabeça no meu cu que estava apertado porque eu não dava fazia um tempo.

“Assim… bem devagar.”

Eu obedeci sem perceber que tava obedecendo.

Eu tava com medo de não aguentar, mas ao mesmo tempo eu tava doido nele. No jeito dele, na postura, naquela cara de quem sabe exatamente o que tá fazendo. E quando entrou tudo, eu senti ele me tomar de um jeito mais completo, mais intenso, eu perdi o ar de vez. Foi aquele choque que te deixa vulnerável, que faz teu corpo travar e depois derreter.

Naquele momento eu deixei a pica dele dentro de mim por um tempo e meu cu ardia e latejava sozinho de tanto que estava largo e com tesao misturado. Fui dando leves rebolados naquela pica e ele também e gemendo, louco pra chega a hora que ele iria me arregaçar.

Eu gemi alto sem querer, um gemido feio, sincero.

Ele gostou. Gostou tanto que segurou minha cintura e ficou ali por um instante, sem pressa nenhuma, me deixando sentir… como se ele quisesse que eu implorasse.

E eu implorei.

Ele começou a meter devagar pro meu cu acostumar (que acostumou rápido) mas eu sentia ainda muita dor. Eu não consegui sustentar por muito tempo por cima. Meu corpo pediu outra coisa, uma posição que eu aguentasse melhor, e ele entendeu na hora, não com delicadeza, mas com atenção. Me virou do jeito dele, me encaixou de lado, colado, como se fosse pra eu não ter pra onde fugir nem se eu quisesse.

Aí sim ele começou a me provocar do jeito que ele ama: forte, rápido, controlando o ritmo pra me deixar louco, me fazendo pedir mais e mais, como se quisesse que eu esquecesse qualquer orgulho.

E teve um momento que me desmontou.

Ele foi mais fundo e ficou parado por um segundo, firme, pulsando, como se estivesse me marcando só com a presença. Eu não sabia o que fazer com aquela sensação. Eu só fiquei ofegando, tremendo, tentando manter algum controle… e a minha voz virou pedido.

“Porra…”

Ele encostou a boca no meu ouvido e soltou, com prazer na voz, como se tivesse orgulho de me ver daquele jeito:

“Tu é muito safadinho… muito putinha.”

Eu fechei os olhos.

Porque ouvir isso dele me deixava pior do que qualquer tapa.

E o mais absurdo: nem eu nem ele tava com pressa. A graça parecia ser justamente essa… me deixar no limite, me fazer achar que eu ia perder o controle a qualquer segundo, e aí ele diminuía, provocava, segurava… pra eu pedir de novo.

E eu pedia.

Até que ele chegou naquele ponto e perguntou, do jeito mais baixo e sujo possível, como se quisesse me ouvir dizer:

“E aí… quer tomar leite a onde viadinho?”

Eu nem pensei duas vezes. Eu só queria sentir ele terminar comigo sem quebrar o ritmo.

“Eu quero dentro, quero que você deposite seu DNA em mim, esse DNA de macho, faz o que sua putinha quer.”

A mão dele fechou na minha cintura na hora, firme, quase como um “agora aguenta”. E aí o ritmo mudou. O que era provocação virou urgência. Ele começou a ir mais forte e mais bruto, bruto de fome, não de machucar.

Meu corpo reagiu inteiro: respiração curta, gemido escapando, tudo ficando quente demais, e eu sentia a cama mexer junto com a força que ele colocava. O Gabriel foi perdendo o controle com orgulho, soltando uns sons mais graves, quase um “urro” preso… e cada vez que ele apertava minha cintura eu sentia que ele tava me mantendo exatamente onde ele queria.

E quando ele finalmente chegou… ele não disfarçou. Meteu aquela piroca o mais fundo que ele conseguiu, se prendeu em mim, forte, segurando no meu pescoço, como se quisesse me marcar na memória e no corpo ao mesmo tempo.

Depois, aos poucos, eu fui sentindo o pau dele amolecendo dentro de mim e eu não queria sair dali e nem que o pau dele saísse de dentro de mim.

A gente ficou deitado, ainda quente, respirando devagar, como se o corpo estivesse tentando voltar pro normal, mas sem conseguir, porque a cabeça ainda tava presa no que tinha acabado de acontecer.

Ele passou a mão em mim como quem confere um “trabalho bem feito”, soltou uma risadinha curta e falou com aquela provocação que ele adora:

“Até que enfim rolou, né… viadinho.”

Eu ri baixo, meio sem acreditar, meio com vontade de pedir tudo de novo.

E foi aí que eu percebi uma coisa: eu esperei esse dia achando que eu ia matar a curiosidade…

Só que do jeito que ele me olhou, eu entendi que pra ele aquilo não tinha sido “uma vez”.

Tinha sido o começo.

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