Eu me deito, ela vai até o interruptor, e o quarto escurece.
E fica escuro o quarto. Eu me viro sentindo parede e acabo dormindo rapidamente. Até que durante a madrugada sinto alguém me cutucando no braço. Eu abro o olho e antes de eu falar para parar, eu escuto:
- Delicia.
Eu me virei rápido e o barulho de alguém se mexendo parou na cama ao lado. Fiquei quietinho, tentando ouvir o que acontecia, quando senti a mão da Michelle apertar minha coxa. A mão dela escorregou até o meu pau, que ainda estava mole, e ela começou a apertar bem devagar com os dedos. E ouço novamente:
— Para, Léo. Podem ouvir.
Depois disso, o quarto ficou em silêncio. Mas a Michelle não parou; ela continuou mexendo no meu pau até ficar com o rosto colado no meu. Dava para sentir a respiração dela ficando mais forte. Ela apertava cada vez mais, e meu pau começou a endurecer. O tesão subiu e eu só conseguia pensar em comer a minha irmã.
Ficamos assim uns 5 minutos. Tomei coragem, virei e dei um abraço nela. Minha mão já foi direto na bunda dela, apertando de leve, e eu senti aquele frio na barriga.
E eu ouço novamente:
— Para, Léo.
Eu já nem ligava mais para a cama ao lado. A Michelle tirou a mão do meu pau por um segundo e segurou minha cintura. Eu deitei de costas novamente e ela já meteu a mão por dentro do meu short, começando uma punheta bem devagar para não fazer barulho. Depois de um tempo, ela pegou a minha mão, deu uma lambida nos meus dedos para molhar e levou até a boceta dela.
Ela estava sem calcinha. Enfiei os dedos e senti que ela estava totalmente encharcada. Comecei a fazer movimentos circulares ali na bocetinha dela, até que ela falou:
- Shiiiiiu.
Na hora eu tirei a mão e um barulho do elástico da roupa bate em sua pele. Gelei de medo da Patrícia ou do Léo terem ouvido. Passou dois minutos e nada. Aí a Michelle voltou a apertar meu pau com a mão esquerda e eu ouvi claramente na outra cama:
— Cai de boca.
Ali eu saquei que o Léo ia comer a Patrícia. Pensei em parar, mas o clima com a Michelle estava bom demais. Ela também ouviu e começou a me punhetar com mais força. O barulho de líquido começou a aparecer porque meu pau já estava bem molhado.
Do lado, comecei a ouvir barulho de beijo e a cama balançando. Me empolguei, virei e passei a língua na boca da Michelle. Ela travou, mas continuou a punheta.
Ao lado a Patrícia falou mais alto:
— Gostoso.
E o Léo respondeu:
— Safada.
Aí a situação descontrolou. Michelle subiu em cima de mim com todo o tesão do mundo e a gente começou a se beijar de língua, daquelas bem molhadas. Enfiando as mãos na calça dela, apertei a bunda dela com vontade, com meu pau duro batendo direto na sua pepeka.
Na cama ao lado, ouvi o barulho de roupas caindo no chão. E então a Michelle disse:
— Safado.
Falou em tom normal mesmo. Voltei a beijar, levantei a camiseta dela e tirei. Depois tirei a minha e o meu short, ficando pelado.
— Cai de boca, gostosa — ouvi o Léo falar do lado.
Logo veio o barulho de chupada. A Patrícia estava pagando um boquete pro irmão dela. Eu estava em choque com o barulho, e nem percebi que a Michelle subiu um pouco o corpo. O bico do peito dela bateu no meu nariz e eu comecei a lamber. Fiquei brincando com os mamilos dela com a língua, e ela soltou:
— Shiiiiu... ai...
Nessa hora, eu comecei a tirar a calça dela de vez.
Ao lado, o barulho do boquete parou um pouco e voltaram os sons de beijos. Naquela altura, ninguém mais estava ligando em esconder nada. Meu pau latejava de tesão e a vontade de foder a Michelle me fazia quase explodir. Ela foi se abaixando, já sem a calça, beijou minha boca, meu pescoço, passou pela barriga e chegou no meu pau. Ela o segurou com uma mão, deu um beijo na cabeça e colocou tudo na boca.
Começou a fazer um boquete bem guloso. Eu nem acreditava que minha irmã estava me chupando daquele jeito. O jeito dela era totalmente diferente do da Patrícia: ela fazia um "parafuso" bem molhado. Lambia a cabeça vermelha, afundava a garganta e subia e descia girando. Às vezes, ela revezava com lambidas e chupadas nas bolas. Estava tão gostoso que quase gozei na boca dela. Quando senti que não ia aguentar, a puxei para cima; voltamos a nos beijar e senti o gosto do meu próprio pau em seus lábios.
— Aiiin... assim, Léo. Chupa meu grelinho, chupa? — Ouvi a Patricia pedir em um tom normal.
Ouvi a cama ao lado ranger e o barulho de chupadas aumentar. Na mesma hora, deitei a Michelle na cama, me levantei e a puxei para a beirada. Abri bem as pernas dela e caí de língua no seu grelinho. Comecei passando a língua pelos lábios da vagina até chegar no clitóris, brincando com ele. A boceta dela tinha um cheiro bom, e eu me acabei ali naquele calor úmido. A Michelle estava louca de tesão, segurando minha cabeça contra ela e rebolando. Fiquei me deliciando ali por uns cinco minutos.
Nisso, ouvi o Léo na outra cama: — Vem, vamos fazer um 69. Quero chupar mais essa boceta. A cama rangeu de novo e o som de chupadas ficou ainda mais alto.
Aproveitei e coloquei a Michelle de quatro. Ela empinou bem aquela bunda magra e gostosa. A ideia era foder logo, mas não resisti: abri as nádegas dela e caí de boca no seu cuzinho. Foi a primeira vez que passei a língua em um. A Michelle soltou um:
— Puta que pariu!
Ela empinou ainda mais. Eu passava a língua em volta do buraquinho enquanto enfiava um dedo na boceta ensopada. O dedo entrava como se fosse manteiga. Logo coloquei o segundo dedo, e o barulho de dedada começou a ecoar no quarto, que já estava com cheiro de sexo. A Michelle mordia o travesseiro de tanto tesão.
Na cama ao lado, a Patrícia gemeu:
— Gostoso... fode minha boceta, fode!
Ouvi o movimento e, em seguida, o som de "plaft", "plaft", "plaft" bem devagar. O Léo estava comendo a minha esposa e sua irmã.
Fui para o meio da cama e deitei. A Michelle veio por cima e me deu um beijo, esfregando o grelinho por todo o meu pau, me deixando maluco. Ela ficou uns dois minutos só roçando ali, até que eu a abracei e ela se ajeitou. Minha rola foi escorregando para dentro daquela boceta apertada e quente, entrando aos poucos até o fim.
Comecei a foder a minha irmã. Eu sentia o calor do canal dela a cada movimento.
— Aiimmm... — ela gemia.
Voltamos a nos beijar. Meu pau deslizava como se estivesse lubrificado com manteiga. Aos poucos, ela começou a rebolar devagar. Ao lado, a Patrícia começou a falar mais alto:
— Tá gostando da minha boceta, tá? Gostoso... aiiin!
Até que a Michelle encostou no meu ouvido e sussurrou bem baixinho:
— Me come de ladinho?
Coloquei minha irmã de lado, ela se ajeitou e eu enfiei meu pau, começando a bombar devagar.
— Assim... delícia — ela dizia.
O quarto estava completamente escuro. Não dava para enxergar nada, apenas sentir. Nossos corpos já estavam suados. Minha rola escorregava dentro dela e eu sentia o calor lá de dentro. Minha mão direita começou a brincar com o bico do peito dela enquanto eu continuava o movimento.
— Isso, bem devagarinho... - Dizia a Michelle.
De repente, ouvi ao lado: "Plaft", "plaft", "plaft", "plaft" muito alto! Era a Patrícia sentando com força no irmão. O barulho estava alto e ela já nem tentava mais esconder a voz:
— Aiiin, que delícia! Tá gostoso, tá?
— Que delícia... — o Léo respondia.
— Shiiiu... ah, fode vai!
— Que pau enorme!
As duas camas começam a fazer barulho de "nhac" nhac" "nhac". Nesse momento, puxei a Michelle para cima do meu corpo. Ela se ajeitou e eu continuei metendo naquela boceta deliciosa. Cheguei no ouvido dela e sussurrei:
— Tô louco pra comer seu cuzinho.
— Se você quiser, eu dou pra você — ela respondeu, acabando com o que restava do meu juízo.
Aquela resposta me deu um gás absurdo. Eu já estava pronto para realizar meu fetiche e comer aquele cu gostoso, quando de repente: Toc, toc!
O silêncio no quarto foi imediato. E logo em seguida, o barulho de novo na porta. Me preparei para levantar, Michelle saiu de cima de mim, mas vi alguém atendendo a porta. Era a Patrícia. Ela foi até a porta de lençol, abriu só uma frestinha, e eu via a bunda dela para fora do tecido.
— Oi, tudo bem? — ela perguntou.
— Oi, senhora. Desculpa incomodar, mas muita gente está ligando no balcão reclamando do barulho. Estamos tentando ligar aqui no quarto faz cinco minutos e ninguém atende. - Diz um recepcionista.
— Nossa, moço, desculpa. Vamos parar agora.
— Tudo bem. Vou avisar os outros hóspedes. Boa noite.
Ela fechou a porta, voltou para a cama e já foi avisando:
— Léo, para. Passamos do limite. Veste a roupa logo. Não era para ter acontecido isso.
Michelle também já estava se vestindo. Um sentimento de culpa pesado começou a aparecer. Eu me virei para a parede, pensando na merda que a gente tinha feito. Ninguém deu mais um pio o resto da noite.
Acordei às 10h e não tinha ninguém no quarto. Quando desci, vi os três tomando café. Cheguei na mesa e mandei a real:
— Gente, melhor a gente conversar sobre o que rolou essa madrugada.
A Patrícia me cortou na hora: — Não, Paulo. Não vamos falar nada. Não era para ter acontecido, a gente passou do limite. Já dei a pílula do dia seguinte para a Mi e eu também tomei uma. Combinamos de nunca mais tocar nesse assunto.
Fiquei parado, sem reação. Só peguei meu pão e meu café e sentei em silêncio. Depois a Amanda chegou com o namorado e a irmã, e a gente curtiu o show como se nada tivesse acontecido. Voltamos para São Paulo e colocamos uma pedra em cima de tudo.
Mas a minha relação com a minha irmã deu uma balançada. Ela ficou três meses fugindo de mim. Quando eu ia na casa dos nossos pais, ela ficava trancado no quarto. A relação só voltou ao normal quando Patrícia falou com ela e disse que foi um erro e que não iria se repetir, e que era para voltar ao normal, pois nossos pais poderiam suspeitar da gente.
E isso durou um ano, até que eu caso na igreja com Patrícia...