O rangido da cama era alto pra caralho, parecia que ia quebrar a qualquer momento. Em cima dela, Simone, minha esposa, tava de quatro, bundão empinado, buceta escancarada, vermelha e inchada de tanto levar rola. O cara atrás — Lucas — segurava firme na carne da bunda dela, metendo sem dó, socando o pau grosso e até o fundo, o saco pesado batendo com barulho molhado, carne contra carne. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem loucamente pra frente e pra trás, mamilos duros roçando no lençol já encharcado de suor, gosma e porra.
Eu tava pelado na poltrona do canto, mão apertando meu pau mole, batendo devagar, coração na garganta. Uma mistura de ódio, tesão podre e vergonha que me deixava pequeno, patético, inútil. O Lucas sorriu, agarrou o cabelo dela com força, puxou a cabeça pra trás enquanto enfiava mais fundo ainda.
— Tá adorando ver sua esposa ser fodida como cadela no cio, né, seu viadinho? Bate essa punhetinha ridícula enquanto eu arrombo a buceta da sua mulher.
Simone virou o rosto suado pra mim, olhos vidrados de tesão, boca aberta num gemido lento e gostoso.
— É pra você, meu corninho… goza gostoso vendo sua esposinha levando rola, vai…
Ela riu entrecortada, gritou alto quando ele deu outra metida selvagem, esticando ela toda. Meu pau latejava na mão, mas era um tesão doente, que doía no peito, me fazia querer chorar e gozar ao mesmo tempo. Eu via tudo de perto: o pau dele entrando e saindo coberto de creme branco dela, suor escorrendo pelas costas dele, pingando na bunda empinada, o cheiro forte de sexo sujo enchendo o quarto inteiro.
Ele acelerou, metendo como animal, bolas pesadas batendo sem parar.
— Essa buceta agora é minha, sua puta — ele gritou, dando outro tapa forte que fez a carne tremer vermelha. — Vou gozar dentro sempre que quiser, sem camisinha, e o corno do seu marido vai ficar só na punheta.
Simone baixou a cabeça, gemendo mais alto. O Lucas era bom demais, não gozava fácil; ela já tinha gozado uma vez e ele continuava metendo sem tirar. Meu estômago revirava de humilhação, mas eu não parava de bater punheta, o pau doía de tanto ser chacoalhado.
— Toda vez que eu sair da casa da Gabriela, vou passar aqui pra fuder tua esposa, seu corno safado.
Foi aí que eu lembrei: Gabriela, a namorada dele, era sobrinha da Simone, filha do irmão dela. A sobrinha sendo chifrada pela própria tia, e minha esposa sem culpa nenhuma — o safado descobriu nossos segredos e virou a mesa.
— Meu silêncio pela buceta da sua esposa — foi a proposta dele.
Eu podia ter ameaçado contar pra Gabriela, mas qual seria a graça? Aceitei o acordo. Deixei ele comer ela na nossa cama, com a promessa de guardar segredo. E ele tava fazendo bonito, metendo forte e me deixando ali, humilhado e excitado.
— Isso mesmo, seu corno de merda. Sou da família e agora ela é minha puta particular. Você me deixa fuder ela no cru, gozando dentro quantas vezes eu quiser, ou eu abro o bico pra todo mundo — conto que você deixa a mulher dar pra qualquer um enquanto fica olhando feito otário.
Simone não aguentou, gozou de novo, berrando o nome dele, corpo desabando na cama. Ele urrou e encheu ela de porra quente, pulsando fundo, o sêmen grosso escorrendo pelas coxas dela quando ele tirou o pau ainda duro e brilhante. Virou pra mim com sorriso cruel.
— Vem lamber, seu viado.
— Porra nenhuma — respondi, enquanto meu gozo saltava nos meus dedos.
— Ou lambe a buceta dela, ou meu pau. Escolhe.
Simone me encarou com aquele olhar… eu sabia que não tinha escolha. Caminhei devagar, me ajoelhei entre as pernas dela, o nojo revirando o estômago.
— Anda logo, corno, senão vai escorrer e tu vai ter que lamber do chão.
Caí de boca. Lambi tudo, limpando a porra quente que ele tinha deixado dentro dela, engolindo o gosto salgado misturado com o dela. Foi nojento, foi humilhante, foi horrível… e foi gostoso pra caralho. Eu não via a hora dele gozar de novo pra eu ter que limpar ela todinha outra vez.
— Amanhã eu volto, corno. Vou satisfazer sua amada de um jeito que tu nunca deu conta.
Me levantei devagar, pernas moles, sabendo que não tinha escapatória. A traição da família só ia ficar mais suja, mais profunda… e eu ia continuar deixando acontecer.
E se você aí tá com o pau duro lendo isso, imaginando enfiar sem dó nessa buceta gulosa da Simone, manda seu e-mail nos comentários agora.
Ela adora macho de verdade metendo sem camisinha (com segurança. É claro), gozando fundo, enchendo até transbordar — enquanto eu fico olhando, batendo punheta e limpando tudo depois com a língua.
Não enrola: deixa o contato que a gente marca. Quem sabe você não vira o próximo a fazer ela gemer gostoso na nossa cama.