Namoradinho inocente. (11) (final de temporada)

Categoria: Grupal
Contém 2323 palavras
Data: 17/02/2026 15:46:42
Última revisão: 17/02/2026 18:49:36

Parte 11. (final da temporada)

Como estávamos só nós três na casa, tomamos banho juntos, e ficamos pelados brincando. Eu me sentia toda ardida e inchada, e não estava mais querendo dar, mesmo com muito tesão, e estava excitada de poder tomar banho junto com o Giles e o Gatito. Deixei eles me acariciarem, beijei os dois. O Giles não mais se importava comigo beijando o tio também. O Gatito falou:

— Nossa, essa putinha fica cada vez mais soltinha. Como eu adoro essa safada! E o corninho também parece bem assumido.

O Giles em vez de reclamar completou:

— Eu também aprendi a gostar dessa safadeza. Agora, fico com muito tesão.

Notei que havia ocorrido uma mudança bem sensível no meu namoradinho. Parecia que a ingenuidade, e insegurança anterior haviam desaparecido. Achei que aquela conversa franca com a mãe, assumindo tudo, tinha sido a gota que faltava para liberar de uma vez seus receios e inseguranças. Ele parecia assumido e totalmente cúmplice.

Depois do banho, fomos para a cama de casal da minha mãe. O Giles já se mostrava completamente à vontade com o tio e me deixava brincar com os dois, beijava, acariciava, enquanto falávamos sobre a conversa que aconteceu com a dona Lourdes.

O Giles disse que se sentia muito melhor depois de ter conseguido que o pai e a mãe tivessem um momento a sós para aparar as arestas do antigo relacionamento.

Eu chupei o pau do Gatito, até que ele gozou na minha boca. Em seguida, beijei meu namoradinho e disse:

— Sente o gostinho da porra do tio na minha boca, amor. Isso não dá um tesão danado? Saber que a sua namoradinha putinha chupou o seu tio e engoliu a gozada dele?

O Giles só gemeu, e me beijava, cheio de tesão. Em seguida eu o chupei também, até ele gozar, engolindo também o gozo do meu namoradinho. Beijei o Gatito com a boca melada, que não ligou para aquilo. Estávamos realmente muito liberados. E ficamos abraçados na cama, relaxando. Até que o sono chegou para os três.

Ficamos muito cansados do excesso de atividades do dia na pousada e relaxamos profundamente. Dormimos muito pesado, eu no meio do tio e do Giles. Os dois abraçados em meu corpo.

Quando acordei, era de madrugada, umas quatro da manhã, senti o pau duro do tio e peguei, começando a acariciar. O tio veio me chupar a bocetinha, que já estava bem mais aliviada. Tinha uma luz acesa na cabeceira que clareava a quarto. Conforme ele chupava eu comecei a gemer, o Giles acordou, e ficou de pau duro, assistindo. Pedi que ele viesse me beijar, e fiquei masturbando seu pau, enquanto o tio me fazia gemer de prazer com aquela boca e língua experientes. Nem lembramos que já ia amanhecer na segunda-feira. Lourdes

De súbito, a porta do quarto se abriu e vi a dona Lourdes e o Lirio assistindo aquela cena. Eu continuei de pernas abertas, não tive reação, com o Gatito me chupando. Ele não viu que haviam chegado, nem o Giles, que estava beijando meus seios enquanto eu o masturbava. Foi quando a dona Lourdes disse:

— Que isso! Estão de safadeza, na minha cama!

O Gatito na mesma hora se virou para ver a cunhada e o irmão, assim como fez o Giles. Eles pareciam surpresos com a aparição dos dois ali na madrugada. Mas o Lirio estava abraçado por trás dela, e disse no ouvido da ex-esposa:

— Olha só que delícia! A Sérvia é tão safada como você mesma, querida! Adora ser putinha de dois.

Notei que o Lirio puxava o vestido da dona Lourdes para cima, e deu para ver que ela estava sem calcinha, com a boceta aparente, com apenas um pequeno tufozinho de pelos em formato de coração sobre o monte de Vênus. Ela nos olhava admirada, e o Gatito falou:

— Seja bem-vinda, cunhada. Pelos vistos, vocês dois mataram a saudade, fizeram as pazes, e você voltou bem mais tranquila, toda liberada.

O Lirio encoxando-a por trás, com uma mão apertava um dos peitos dela e com a outra, segurava a saia do vestido erguida. Ele desceu essa mão e pegou na boceta dela. Ele disse ao ouvido dela, mas deu para ouvir:

— Pronto, minha querida. Agora você já pode relaxar e soltar a putinha que escondia aqui dentro. Assume a sua safadeza para eles.

Conforme ele bolinava a dona Lourdes, ela suspirava, e disse:

— Você e o Gatito são mesmo uma perdição! Onde os dois aparecem a safadeza toma conta.

O Lirio despiu o vestido dela puxando e retirando por cima da cabeça, deixando-a completamente nua. Vi que ela estava completamente arrepiada, muito excitada. O Lirio falou:

— Uma boa oportunidade para você mostrar para o seu filho e para a namoradinha dele, a putinha tesuda que você sempre foi. Agora pode ser você mesma, sem ter que dissimular.

Reparei que o Giles olhava para a mãe, nua, de pé ali diante da cama, completamente admirado, encantado mesmo. Ele disse:

— Mãe, a senhora é gostosa mesmo. Bem que o tio falou. Agora que eu estou vendo, sem aquelas roupas de crente que a senhora usava.

A dona Lourdes disse:

— Ai, filho, nem fala assim, que eu ainda sinto vergonha.

O Lirio fez com que ela se sentasse sobre a cama, e falou:

— Vergonha do quê? Seja você mesma, assume a safadeza, e será mais admirada ainda. Está entre os seus queridos.

— É verdade, mãe. Eu fico muito feliz de saber que vocês estão novamente se entendendo. E adorei ver como está gostosa e liberada. – Respondeu o Giles.

Dona Lourdes, meio ofegante e emocionada, exclamou:

— Ai, querido, obrigada. Você é mesmo filho do seu pai. Não tem limite.

O Lirio se despiu e se sentou também ao lado dela. Estávamos todos sem roupa na mesma cama. Eu continuava ali, de pernas abertas, a bocetinha melada, o Gatito ajoelhado na cama, apoiado num dos meus joelhos, meio virado, observando a cunhada nua ali ao lado. Os seios dela estavam com os mamilos bem empinados e avermelhados de serem chupados pelo Lírio. Ele falou:

— Cunhada, está tesudinha! Que delícia. Saudade dessa putinha safadinha. Olha que peitos mais gostosos.

O Lirio falou:

— Vai, querida, faz o que combinamos. Mostra que já está de bem com tudo. Pode beijar o seu cunhado que você adora, e a norinha safada que já faz parte da família.

Dona Lourdes, vermelha de emoção, revelando que ainda estava um pouco tímida, aceitou o beijo que o Gatito lhe deu na boca, enquanto acariciava um dos seios dela. Ouvi quando ela gemeu e suspirou. A seguir, ele recuou e vi a dona Lourdes se aproximando. O Lirio disse:

— Beija a sua norinha que também é outra safadinha.

Recebi o beijo dela, enquanto sentia uma das mãos dela me acariciando um dos seios. Ela murmurou:

— Você veio de encomenda, putinha. O Lírio me contou tudo, deu para eles logo no primeiro dia.

Nosso beijo que foi se intensificando, com nossas línguas se entrelaçando.

O Lirio, tentando amenizar, falou:

— Eu contei como foi a iniciação do Giles na pousada, e a Lourdes ficou muito excitada, morrendo de tesão. Disse que queria ter estado junto. Então, agora, estamos juntos, e podemos aproveitar.

— Nossa, só vocês mesmo, para tamanha safadeza! – Disse ela.

Depois de me beijar, a dona Lourdes parou e olhou para o filho ali, nu, de pinto duro ao lado, e fazendo uma carícia em sua face, ela falou:

— Querido. Obrigada por me aceitar sem rejeição e sem julgamento. Me desculpe o tempo em que privei você da companhia do seu pai. Eu tentava fazer o melhor. Não sabia que estava prejudicando você.

— Tudo bem, mãe. Está tudo bem agora. Eu amo você, do jeito que for, e mais ainda agora, junto com o pai e o tio. – Respondeu o Giles.

Naquele momento, a mãe pegou na nuca do filho e puxou para dar um beijo na boca. Meu coração ficou acelerado ao ver aquilo. Vi que o Giles estremecia excitadíssimo. Ele não esperava, mas gostou muito. A mãe pegou no pinto dele, acariciou e disse:

— Já tem um pinto bem bonito. Eu também quero ensinar você e a sua namoradinha, filho. Morri de tesão quando seu pai contou como foi o feriado de vocês na pousada.

Depois ela se virou para mim e mostrou a bocetinha:

— Olha aqui, Sérvia. Também voltei toda vermelha e com minha boceta inchada. Esse pau do meu corno é muito gostoso, mas arromba. Sei que você adorou dar para ele, para ensinar meu filho.

Giles parecia eufórico:

— Nossa, mãe, fico muito contente de saber isso!

O Gatito falou:

— Mostra a bocetinha para o corninho. Faz ele sentir como é quente e gostosa.

A mãe pegou a mão do filho, e levou até na boceta. Colocou a mão dele ali e disse:

— Sinta, meu querido. Você nasceu daqui. Minha boceta já levou muita pica esta noite, mas continua firme e inteirinha. E adora ser acariciada. Pode apalpar que eu gosto.

Vi que o Giles estava todo trêmulo, excitado, arrepiado de sentir a boceta estufada e molhada da mãe em sua mão. Ele só gemeu, mal conseguia falar de tão emocionado. Suspirou fundo e conseguiu exclamar:

— Ahh, mãe, que tesão que eu estou sentindo! Sua boceta é quente, igual da Sérvia. Estou quase gozando.

Naquele momento, vi a dona Lourdes segurar a pica do filho, e colocar na boca, sugando com vontade. Ela deu umas chupadas, deu uma parada e pediu:

— Goza querido, goza na minha boca. Estou tesuda, quero sentir o gosto do seu leitinho!

Nossa, naquele momento todos estavam tomados por uma volúpia alucinante. O Giles não resistiu e começou a gozar sendo chupado pela mãe. Ela engolia e gemia como gata no cio. Vi, na sequência, quando o Gatito agarrou na cintura dela e colocou a dona Lourdes de quatro sobre a cama, ficando atrás dela. Começou a pincelar a rola na boceta. Ele falou:

— Ah, cunhada, que putinha tesuda! Eu estava com muita saudade dessa cadelinha safada.

Ele agarrou as ancas dela com as duas mãos, e meteu o pau na boceta. Dona Lourdes ofegou com a enterrada da pica grande de um golpe. Ele começou imediatamente a foder a cunhada na nossa frente, e ela não parava de lamber e chupar o pau do filho, mesmo depois dele ter gozado. Quando o pau do Giles amoleceu, ela foi dar outro beijo nele, e disse:

— Amor, você puxou mesmo o seu pai, meu garoto safado! Agora os dois são putos, meus corninhos que eu amo.

O Lirio, deu a volta e veio se sentar ao meu lado na cama, e me puxou para um beijo. Eu retribuí e nossas línguas se enroscaram. Ambos estávamos também tomados pelo desejo. Peguei no pau grosso do meu sogrinho, e senti que voltava a pulsar, duro como eu gosto.

Ele falou:

— Eu expliquei para a Lourdes tudo como aconteceu com a gente. Ela ficou cheia de tesão e passamos uma noite ótima, fodendo até ela desmaiar de prazer. Acordamos há pouco, e ela continuava tarada. Resolvi chamar para que viéssemos ver como estavam.

Eu também tinha ficado muito tarada e pedi:

— Vem aqui, sogrinho, mete na sua norinha safada, estou com saudade dessa sua rola tesuda me atolando.

O Lirio entrou entre a minhas coxas, e me penetrou num papai-e-mamãe delicioso, na frente da Lourdes que era fodida pelo cunhado, e do filho, que ela beijava. Em pouco tempo estávamos ali, eu sendo fodida pelo pai do meu namorado, gemendo de prazer, a dona Lourdes de quatro na cama, sendo fodida pelo Gatito, também gemendo como uma guariba naquela rola poderosa. Ela beijava o filho, tomada pela volúpia. Exclamou:

— Ah, que saudade que eu senti desta rola gigante, Gatito! Nunca mais dei tão gostoso. Me fode, me come para o meu filho ver como foi que eu aprendi a ser tão putinha, com você, meu macho gostoso.

Não demorou e todos gozavam alucinados. O Giles ficou novamente de pau duro e o Gatito disse:

— Ainda não gozei. Vou deixar a sua mãe cavalgar na minha rola. Vem foder o cuzinho dela, corninho. Já pensou? Provar o cuzinho da sua mãe tesuda? Experimenta, faz uma dupla nessa bunda deliciosa e gulosa da sua mãe. Ela adora...

Nossa! Até eu não acreditei. Mas vi acontecer. Dona Lourdes cavalgando a pica grossa e grande do cunhado, empinando a bunda, e oferecendo o rabo, deixando que o filho fosse meter em seu cuzinho. Confesso que quase tive outro orgasmo. Minha bocetinha pulsava de tesão. Quando ele enfiou o pau duro, ela exclamou:

— Ah, tesão, isso, filho, me fode gostoso, meu querido! Quero gozar gostoso na sua pica também, amor.

Tomados por uma tara incontrolável, todos juntos ali, fodemos como loucos, e nós nos entregamos ao gozo sem nenhum controle. Foi mesmo uma madrugada de orgia alucinante.

Depois que nos recuperamos, minutos depois, tomamos banho, uns ajudando os outros e ficamos completamente pelados na casa, tomando um belo café-da manhã, na copa-cozinha. Eu estava sentada no colo do Lirio e a dona Lourdes no colo do Giles. O Gatito preparava ovos mexidos, torradas com manteiga e café fresquinho passado na hora. Já estava quase dando seis horas da manhã. Passamos aqueles momentos juntos, aproveitando nossa intimidade total. Mas logo, o Lirio e o Gatito se arrumaram e partiram, de volta, pois teriam algumas horas de viagem. Eu, o Giles e dona Lourdes, nos arrumamos e eu segui com meu namoradinho para a escola.

Foi assim que começou o processo de reunião da família novamente. Seu Lírio decidiu que iria abrir uma filial da academia na cidade. Para poder vir sempre que pudesse, e o Giles iria começar a preparar seu corpo para a vida adulta.

Mas essas histórias, dessa nova fase, terei que contar mais adiante.

(fim desta temporada)

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 426Seguidores: 947Seguindo: 218Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

Comentários

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Simplesmente deprimente e deplorável!

Este é o clássico exemplo de que é preferível não escrever à escrever merda.

Estava discutindo como Mark sobre o conteúdo geral deste conto e ele fez uma analogia interessante aos personagens: são todos imorais e antiéticos. Com exceção do Giles, ele é só um retardado mesmo, nâo um inocente.

Por que imorais e antiéticos? Porque simplesmente simularam aos olhos do Giles uma mentira como se fosse verdade e o fizeram crer que a mentira era a verdade sem lhe dar direito de questionar.

O pai que subverte a ordem natural de proteger sua cria, submetendo-o a toda a sorte de depravaçôes da qual foi vítima, é imoral e antiético.

O tio que subverte o sobrinho e a namorada é igualmente imoral e antiético.

A namorada que, tendo experiência sexual, se deixa envolver com o sogro e tio do namorado, é imoral e antiética.

E a mãe, a última barreira de proteção ao filho, ao saber do ocorrido, ao invés de agir, se deixou envolver. Imoral e antiética.

Só o Giles, um rapaz de 18 anos, que em tempos de Internet liberada e acesso farto a informações, parece ter sido alienado de conhecimento. Ele nao me pareceu imoral ou antiético, só um retardado mesmo.

Enfim, dos seus contos, foi o pior que já li, nao pela qualidade, mas pelo conteúdo execrável.

Com a sua idade, devia selecionar um pouco melhor o que escreve, ou abandonar de vez a escrita, porque está perdendo a mão, Leon!

Zero estrelas, como todos os outros capítulos desde conto.

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Nanda. Você tem o direito de achar o que quiser. E pelo visto, o Mark me cancelou, mas lê tudo que eu escrevo. Isso que importa. Eu não me sinto obrigado a nada, tenho mente livre, não sigo religião, moralismo puritano, e tenho o direito de escrever o que bem entendo. Eu sei que alguns gostam, outros não. Faz parte. Com a minha idade, não me preocupo com moralismos e defensores de uma ética que repousa no conservadorismo e na moral de base religiosa. No fundo, de perto, nenhum de nos é normal. Agradeço ter comentado.

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Se engana redondamente, Leonzinho. O Mark nunca mais leu um texto seu. Às vezes, eu ainda teimo em fazer isso, comento com ele sobre as histórias e conversamos a respeito. Mas ele, meu caro, deixou de te seguir há tempos.

Quanto a você se sentir ou não obrigado a qualquer coisa, seguir religião, ter mente livre, e o diabo a quatro, pouco importa. O que eu mencionei no meu comentário foi uma análise sobre moral e ética que independe de religião. O certo é o certo sempre, à vista ou às escondidas, e se você não entendeu isso ainda com a idade que tem, então, meu caro, tenho pena de você e de todos que convivam em seu entorno, porque deve ser muito triste conviver com uma pessoa que se acha acima de tudo e todos.

Enfim, a vida é sua e você a enfia onde bem quiser.

Continue a escrever, porque isso você ainda faz bem, embora não esteja sabendo muito bem como fazê-lo.

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Sabe o que eu acho de verdade Nanda? Você fica revoltada com a minha história, provoca seus hormônios, leva você a sair de sua zona de conforte (essa é a função do meu conto) e vem duas vezes seguidas, defender o seu pondo de vista e julgamento, o que revela mais confirmadamente, que você é uma pessoa que JULGA SEMPRE (já lhe disse isso muitas vezes) baseada em seus próprios valores, sem refletir que não é a DONA DA VERDADE nem a detentora das bases da moral e da Ética. Vou lhe dar uma explicação aqui, para você entender: Diferença entre ética e moral:

Moral representa os hábitos e costumes de uma sociedade, enquanto ética é um comportamento moral individual racionalizado e uma espécie de filosofia da moral.

Basicamente, ética é o comportamento individual e refletido de uma pessoa com base em um código de ética ou de conduta que deve ter aplicabilidade geral. É chamado de ética o campo da Filosofia que se dedica a entender e a refletir as ações humanas (ações morais) e a classificá-las enquanto certas ou erradas. Por isso, podemos dizer que ética é uma espécie de “filosofia moral”. Moral é, por sua vez, o costume ou hábito de um povo, de uma sociedade, ou seja, de determinados povos em tempos determinados.

DESTACO: A moral muda constantemente, pois os hábitos sociais são renovados periodicamente e de acordo com o local em que são observados.

Para pensarmos nas diferenças entre ética e moral, devemos analisar:

A moral é uma espécie de conjunto de hábitos e costumes de uma sociedade. A moral, em geral, faz-se de acordo com a cultura de um local em um determinado espaço de tempo. Normalmente, alguns elementos da sociedade influenciam-na, como a religião, o modo de vida da sociedade, o acesso que essa sociedade tem à informação e o uso que as pessoas de determinado recorte social fazem da informação. A moral, normalmente, é exposta sobre preceitos e, muitas vezes, expressa como normas de proibição e permissão.

É comum ouvirmos a frase “fulano atentou contra a moral e os bons costumes”, isso porque a moral é uma espécie de norma de conduta social que indica algo que é certo ou errado naquela sociedade. Devido ao caráter cultural e subjetivo da moral, algo que é permitido em uma determinada moral, pode ser proibido em outra. Apesar de várias normas morais repetirem-se, elas são, muitas vezes, diferentes porque as sociedades construíram diferentes modos de vida. Aquilo que uma sociedade convenciona como moralmente incorreto pode ser classificado como um tabu. EU sou um escritor, e como tal me permito escrever e criar histórias que transgridam os limites do que se considera normal. Mas você fica desesperada pois isso mostra que você vive presa na sua própria teia de valores, enquanto ferve desesperada por outras ansiedades. Permita-se. E permita-me.

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Nossa, quanta fúria. Você diria ao Ken Russell, um grande cineasta, para parar de fazer filmes por causa dos assuntos polêmicos, como no filme "Devils"? Ou Pasolini, por "Teorema"? mais ainda, condenaria Sófocles por ter escrito "Édipo Rei"?Afinal, ele transou com a mãe. Então, um conto onde os personagens transgridem as normas morais e éticas da sociedade pode ser escrito, há quem deteste o assunto, e há quem analise a história, a técnica narrativa, o desenrolar da trama e, mesmo discordando deste ou daquele ponto, reconhece as qualidades do escritor.

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Se você tiver lido o meu comentário acima, terá visto que não critiquei a qualidade da escrita, mas a história sim! O Leon escreve muito bem, mas tem perdido a mão na escolha de bons temas, e isso é lamentável.

Ou você concorda que um pai engane o filho "inocente" (ainda acho que esse Giles era um retardado, não inocente!), trame e transe com a namoradinha dele e ainda use o irmão/tio para "ensinar" os inocentes (coitadinhos!)? Tudo na vida tem limite e enganar os filhos, submetendo-os a toda sorte de depravações não é correto, a meu ver. Sexo para mim, deve ser aprendido entre o casal e se este, o casal, decidir abrir o relacionamento, com quem quiserem partilhar.

Se o pai e tio tivessem pegado o Giles e levado num puteiro, ou contratado uma GP para ensinar o rapaz, eu não teria nada contra. Mas o que eles fizeram foi enganar, abusando da "inocência" (!!!) do rapaz.

Enfim, como disse o Leon, tenho todo o direito de não gostar, e odiei! Imoral e antiético é o mínimo para classificar a conduta de quase todos os personagens.

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É uma história. Ficção. fico imaginando o motivo pelo qual isso mexeu tanto com você, a ponto de fazer um desabafo desse tamanho. Acho que Freud explica, mas não vou ficar fazendo exercícios de psicanálise. São apenas personagens em uma história.

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Você não teria como criticar a escrita. Se tivesse, criticaria. Nisso, você tem que reconhecer, eu não sou o melhor escritor, nem sou tão bom, mas estou um pouco acima do mediano. Você não teve o alcance de entender que meus personagens transgredem propositalmente tudo, justamente porque eles são completamente livres de tabus e preconceitos, e se sentem bem com isso. Essa história mexe com seus critérios de verdade. E você fica indignada. Entendo. Eu sei das suas limitações quando se trata de mente liberal, o discurso é um, mas a prática é outra. Respeito sua forma de ser, mas não preciso achar que você está certa. Nem você precisa concordar comigo.

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Primeiro, claro que é legítimo o direito de criticar, mesmo furiosamente.

Dentro da mesma filosofia, penso legítimo expor meu desconforto ao ler essa opinião. São personagens. De certa forma, espelhos de nosso entorno.

Personagens são assim... diversos. Assim como é diversa e complexa cada uma das escolhas dos nossos próprios personagens... e até aquelas que cada um de nós faz frequentemente.

Muitas delas despertariam fúrias ainda maiores de muita gente por aí. Personagens são assim. Histórias são assim.

Em relação a personagens, lembro que a vilania é parte fundamental para o suporte de muitas obras. Existem até mesmo alguns queridos vilões.

Viva a diferença de opiniões! Viva o direito de escolha.

Só não dou vivas a perdas desnecessárias. Têm certeza que parar de ler é uma boa ?

Saudações respeitosas a todos.

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UM conto que desperta tantas emoções, e questionamentos, é algo que ganha uma certa importância, já que permite que leitores e autores se manifestem e se posicionem. Isso é ótimo.

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Agora é Pasolini. E Ken Russell, acabei de ver um filme dele de 1971. Final surpreendente e provocante. 🌟🌟🌟

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Nossa, com tantas referências eruditas, um simples conto erótico passa a ser visto como um tratado da luxúria e do erotismo. Sim, Pier Paolo Pasolini é um grande mestre. De 1971 deve ser Decameron, se não estou em erro. E de 1975 é as 120 dias de Sodoma.

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Foto de perfil de P.G.Wolff

O filme do Pasolini que lembrei foi Teorema, e do Ken Russel, "Devils" ( um filme que foi sucesso quando foi lançado, mas banido depois. Encontrei em um site, completo e sem cortes. Vou mandar o link pelo email.

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Nossaaaa...

Narrativa alucinante do processo de formação de jovens em especialistas nas safadezas hedonistas e devassas.

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Quando o curso de safadeza é presencial e intensivo, com professores muito experientes, os progressos são evidentes. Hehehe E nessa família, o que nunca faltou foi safadeza. Obrigado.

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