Parte 11. (final da temporada)
Como estávamos só nós três na casa, tomamos banho juntos, e ficamos pelados brincando. Eu me sentia toda ardida e inchada, e não estava mais querendo dar, mesmo com muito tesão, e estava excitada de poder tomar banho junto com o Giles e o Gatito. Deixei eles me acariciarem, beijei os dois. O Giles não mais se importava comigo beijando o tio também. O Gatito falou:
— Nossa, essa putinha fica cada vez mais soltinha. Como eu adoro essa safada! E o corninho também parece bem assumido.
O Giles em vez de reclamar completou:
— Eu também aprendi a gostar dessa safadeza. Agora, fico com muito tesão.
Notei que havia ocorrido uma mudança bem sensível no meu namoradinho. Parecia que a ingenuidade, e insegurança anterior haviam desaparecido. Achei que aquela conversa franca com a mãe, assumindo tudo, tinha sido a gota que faltava para liberar de uma vez seus receios e inseguranças. Ele parecia assumido e totalmente cúmplice.
Depois do banho, fomos para a cama de casal da minha mãe. O Giles já se mostrava completamente à vontade com o tio e me deixava brincar com os dois, beijava, acariciava, enquanto falávamos sobre a conversa que aconteceu com a dona Lourdes.
O Giles disse que se sentia muito melhor depois de ter conseguido que o pai e a mãe tivessem um momento a sós para aparar as arestas do antigo relacionamento.
Eu chupei o pau do Gatito, até que ele gozou na minha boca. Em seguida, beijei meu namoradinho e disse:
— Sente o gostinho da porra do tio na minha boca, amor. Isso não dá um tesão danado? Saber que a sua namoradinha putinha chupou o seu tio e engoliu a gozada dele?
O Giles só gemeu, e me beijava, cheio de tesão. Em seguida eu o chupei também, até ele gozar, engolindo também o gozo do meu namoradinho. Beijei o Gatito com a boca melada, que não ligou para aquilo. Estávamos realmente muito liberados. E ficamos abraçados na cama, relaxando. Até que o sono chegou para os três.
Ficamos muito cansados do excesso de atividades do dia na pousada e relaxamos profundamente. Dormimos muito pesado, eu no meio do tio e do Giles. Os dois abraçados em meu corpo.
Quando acordei, era de madrugada, umas quatro da manhã, senti o pau duro do tio e peguei, começando a acariciar. O tio veio me chupar a bocetinha, que já estava bem mais aliviada. Tinha uma luz acesa na cabeceira que clareava a quarto. Conforme ele chupava eu comecei a gemer, o Giles acordou, e ficou de pau duro, assistindo. Pedi que ele viesse me beijar, e fiquei masturbando seu pau, enquanto o tio me fazia gemer de prazer com aquela boca e língua experientes. Nem lembramos que já ia amanhecer na segunda-feira. Lourdes
De súbito, a porta do quarto se abriu e vi a dona Lourdes e o Lirio assistindo aquela cena. Eu continuei de pernas abertas, não tive reação, com o Gatito me chupando. Ele não viu que haviam chegado, nem o Giles, que estava beijando meus seios enquanto eu o masturbava. Foi quando a dona Lourdes disse:
— Que isso! Estão de safadeza, na minha cama!
O Gatito na mesma hora se virou para ver a cunhada e o irmão, assim como fez o Giles. Eles pareciam surpresos com a aparição dos dois ali na madrugada. Mas o Lirio estava abraçado por trás dela, e disse no ouvido da ex-esposa:
— Olha só que delícia! A Sérvia é tão safada como você mesma, querida! Adora ser putinha de dois.
Notei que o Lirio puxava o vestido da dona Lourdes para cima, e deu para ver que ela estava sem calcinha, com a boceta aparente, com apenas um pequeno tufozinho de pelos em formato de coração sobre o monte de Vênus. Ela nos olhava admirada, e o Gatito falou:
— Seja bem-vinda, cunhada. Pelos vistos, vocês dois mataram a saudade, fizeram as pazes, e você voltou bem mais tranquila, toda liberada.
O Lirio encoxando-a por trás, com uma mão apertava um dos peitos dela e com a outra, segurava a saia do vestido erguida. Ele desceu essa mão e pegou na boceta dela. Ele disse ao ouvido dela, mas deu para ouvir:
— Pronto, minha querida. Agora você já pode relaxar e soltar a putinha que escondia aqui dentro. Assume a sua safadeza para eles.
Conforme ele bolinava a dona Lourdes, ela suspirava, e disse:
— Você e o Gatito são mesmo uma perdição! Onde os dois aparecem a safadeza toma conta.
O Lirio despiu o vestido dela puxando e retirando por cima da cabeça, deixando-a completamente nua. Vi que ela estava completamente arrepiada, muito excitada. O Lirio falou:
— Uma boa oportunidade para você mostrar para o seu filho e para a namoradinha dele, a putinha tesuda que você sempre foi. Agora pode ser você mesma, sem ter que dissimular.
Reparei que o Giles olhava para a mãe, nua, de pé ali diante da cama, completamente admirado, encantado mesmo. Ele disse:
— Mãe, a senhora é gostosa mesmo. Bem que o tio falou. Agora que eu estou vendo, sem aquelas roupas de crente que a senhora usava.
A dona Lourdes disse:
— Ai, filho, nem fala assim, que eu ainda sinto vergonha.
O Lirio fez com que ela se sentasse sobre a cama, e falou:
— Vergonha do quê? Seja você mesma, assume a safadeza, e será mais admirada ainda. Está entre os seus queridos.
— É verdade, mãe. Eu fico muito feliz de saber que vocês estão novamente se entendendo. E adorei ver como está gostosa e liberada. – Respondeu o Giles.
Dona Lourdes, meio ofegante e emocionada, exclamou:
— Ai, querido, obrigada. Você é mesmo filho do seu pai. Não tem limite.
O Lirio se despiu e se sentou também ao lado dela. Estávamos todos sem roupa na mesma cama. Eu continuava ali, de pernas abertas, a bocetinha melada, o Gatito ajoelhado na cama, apoiado num dos meus joelhos, meio virado, observando a cunhada nua ali ao lado. Os seios dela estavam com os mamilos bem empinados e avermelhados de serem chupados pelo Lírio. Ele falou:
— Cunhada, está tesudinha! Que delícia. Saudade dessa putinha safadinha. Olha que peitos mais gostosos.
O Lirio falou:
— Vai, querida, faz o que combinamos. Mostra que já está de bem com tudo. Pode beijar o seu cunhado que você adora, e a norinha safada que já faz parte da família.
Dona Lourdes, vermelha de emoção, revelando que ainda estava um pouco tímida, aceitou o beijo que o Gatito lhe deu na boca, enquanto acariciava um dos seios dela. Ouvi quando ela gemeu e suspirou. A seguir, ele recuou e vi a dona Lourdes se aproximando. O Lirio disse:
— Beija a sua norinha que também é outra safadinha.
Recebi o beijo dela, enquanto sentia uma das mãos dela me acariciando um dos seios. Ela murmurou:
— Você veio de encomenda, putinha. O Lírio me contou tudo, deu para eles logo no primeiro dia.
Nosso beijo que foi se intensificando, com nossas línguas se entrelaçando.
O Lirio, tentando amenizar, falou:
— Eu contei como foi a iniciação do Giles na pousada, e a Lourdes ficou muito excitada, morrendo de tesão. Disse que queria ter estado junto. Então, agora, estamos juntos, e podemos aproveitar.
— Nossa, só vocês mesmo, para tamanha safadeza! – Disse ela.
Depois de me beijar, a dona Lourdes parou e olhou para o filho ali, nu, de pinto duro ao lado, e fazendo uma carícia em sua face, ela falou:
— Querido. Obrigada por me aceitar sem rejeição e sem julgamento. Me desculpe o tempo em que privei você da companhia do seu pai. Eu tentava fazer o melhor. Não sabia que estava prejudicando você.
— Tudo bem, mãe. Está tudo bem agora. Eu amo você, do jeito que for, e mais ainda agora, junto com o pai e o tio. – Respondeu o Giles.
Naquele momento, a mãe pegou na nuca do filho e puxou para dar um beijo na boca. Meu coração ficou acelerado ao ver aquilo. Vi que o Giles estremecia excitadíssimo. Ele não esperava, mas gostou muito. A mãe pegou no pinto dele, acariciou e disse:
— Já tem um pinto bem bonito. Eu também quero ensinar você e a sua namoradinha, filho. Morri de tesão quando seu pai contou como foi o feriado de vocês na pousada.
Depois ela se virou para mim e mostrou a bocetinha:
— Olha aqui, Sérvia. Também voltei toda vermelha e com minha boceta inchada. Esse pau do meu corno é muito gostoso, mas arromba. Sei que você adorou dar para ele, para ensinar meu filho.
Giles parecia eufórico:
— Nossa, mãe, fico muito contente de saber isso!
O Gatito falou:
— Mostra a bocetinha para o corninho. Faz ele sentir como é quente e gostosa.
A mãe pegou a mão do filho, e levou até na boceta. Colocou a mão dele ali e disse:
— Sinta, meu querido. Você nasceu daqui. Minha boceta já levou muita pica esta noite, mas continua firme e inteirinha. E adora ser acariciada. Pode apalpar que eu gosto.
Vi que o Giles estava todo trêmulo, excitado, arrepiado de sentir a boceta estufada e molhada da mãe em sua mão. Ele só gemeu, mal conseguia falar de tão emocionado. Suspirou fundo e conseguiu exclamar:
— Ahh, mãe, que tesão que eu estou sentindo! Sua boceta é quente, igual da Sérvia. Estou quase gozando.
Naquele momento, vi a dona Lourdes segurar a pica do filho, e colocar na boca, sugando com vontade. Ela deu umas chupadas, deu uma parada e pediu:
— Goza querido, goza na minha boca. Estou tesuda, quero sentir o gosto do seu leitinho!
Nossa, naquele momento todos estavam tomados por uma volúpia alucinante. O Giles não resistiu e começou a gozar sendo chupado pela mãe. Ela engolia e gemia como gata no cio. Vi, na sequência, quando o Gatito agarrou na cintura dela e colocou a dona Lourdes de quatro sobre a cama, ficando atrás dela. Começou a pincelar a rola na boceta. Ele falou:
— Ah, cunhada, que putinha tesuda! Eu estava com muita saudade dessa cadelinha safada.
Ele agarrou as ancas dela com as duas mãos, e meteu o pau na boceta. Dona Lourdes ofegou com a enterrada da pica grande de um golpe. Ele começou imediatamente a foder a cunhada na nossa frente, e ela não parava de lamber e chupar o pau do filho, mesmo depois dele ter gozado. Quando o pau do Giles amoleceu, ela foi dar outro beijo nele, e disse:
— Amor, você puxou mesmo o seu pai, meu garoto safado! Agora os dois são putos, meus corninhos que eu amo.
O Lirio, deu a volta e veio se sentar ao meu lado na cama, e me puxou para um beijo. Eu retribuí e nossas línguas se enroscaram. Ambos estávamos também tomados pelo desejo. Peguei no pau grosso do meu sogrinho, e senti que voltava a pulsar, duro como eu gosto.
Ele falou:
— Eu expliquei para a Lourdes tudo como aconteceu com a gente. Ela ficou cheia de tesão e passamos uma noite ótima, fodendo até ela desmaiar de prazer. Acordamos há pouco, e ela continuava tarada. Resolvi chamar para que viéssemos ver como estavam.
Eu também tinha ficado muito tarada e pedi:
— Vem aqui, sogrinho, mete na sua norinha safada, estou com saudade dessa sua rola tesuda me atolando.
O Lirio entrou entre a minhas coxas, e me penetrou num papai-e-mamãe delicioso, na frente da Lourdes que era fodida pelo cunhado, e do filho, que ela beijava. Em pouco tempo estávamos ali, eu sendo fodida pelo pai do meu namorado, gemendo de prazer, a dona Lourdes de quatro na cama, sendo fodida pelo Gatito, também gemendo como uma guariba naquela rola poderosa. Ela beijava o filho, tomada pela volúpia. Exclamou:
— Ah, que saudade que eu senti desta rola gigante, Gatito! Nunca mais dei tão gostoso. Me fode, me come para o meu filho ver como foi que eu aprendi a ser tão putinha, com você, meu macho gostoso.
Não demorou e todos gozavam alucinados. O Giles ficou novamente de pau duro e o Gatito disse:
— Ainda não gozei. Vou deixar a sua mãe cavalgar na minha rola. Vem foder o cuzinho dela, corninho. Já pensou? Provar o cuzinho da sua mãe tesuda? Experimenta, faz uma dupla nessa bunda deliciosa e gulosa da sua mãe. Ela adora...
Nossa! Até eu não acreditei. Mas vi acontecer. Dona Lourdes cavalgando a pica grossa e grande do cunhado, empinando a bunda, e oferecendo o rabo, deixando que o filho fosse meter em seu cuzinho. Confesso que quase tive outro orgasmo. Minha bocetinha pulsava de tesão. Quando ele enfiou o pau duro, ela exclamou:
— Ah, tesão, isso, filho, me fode gostoso, meu querido! Quero gozar gostoso na sua pica também, amor.
Tomados por uma tara incontrolável, todos juntos ali, fodemos como loucos, e nós nos entregamos ao gozo sem nenhum controle. Foi mesmo uma madrugada de orgia alucinante.
Depois que nos recuperamos, minutos depois, tomamos banho, uns ajudando os outros e ficamos completamente pelados na casa, tomando um belo café-da manhã, na copa-cozinha. Eu estava sentada no colo do Lirio e a dona Lourdes no colo do Giles. O Gatito preparava ovos mexidos, torradas com manteiga e café fresquinho passado na hora. Já estava quase dando seis horas da manhã. Passamos aqueles momentos juntos, aproveitando nossa intimidade total. Mas logo, o Lirio e o Gatito se arrumaram e partiram, de volta, pois teriam algumas horas de viagem. Eu, o Giles e dona Lourdes, nos arrumamos e eu segui com meu namoradinho para a escola.
Foi assim que começou o processo de reunião da família novamente. Seu Lírio decidiu que iria abrir uma filial da academia na cidade. Para poder vir sempre que pudesse, e o Giles iria começar a preparar seu corpo para a vida adulta.
Mas essas histórias, dessa nova fase, terei que contar mais adiante.
(fim desta temporada)
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