Molestado no ponto de ônibus

Um conto erótico de Lucas Fonpores
Categoria: Gay
Contém 1519 palavras
Data: 16/02/2026 18:39:13
Assuntos: Boquete, Gay

Meu nome é Breno. Tenho 21 anos. Pardo, corpo magro e levemente definido, cabelo raspado e o sucesso entre a mulherada.

Numa noite de domingo, durante a chuva lá estava eu me preparando pra ir embora do mercado em que eu trabalho quando o gerente me pede pra ficar até às 22 horas pra ajudar na frente de caixa, em troca de 150 reais de dobra. Aceitei!

Queria comer umas gatinhas e nada melhor que já ter o dinheiro da camisinha e do Uber de alguma. Mal sabia eu o problema que isso ia me causar.

Terminando o expediente, a chuva passou. Me despedi de todo mundo e passei na farmácia pra comprar camisinha. De quebra também já garanti um tadala. Olho no relógio e já são cerca de 22:45. Ligo meu celular e vejo no aplicativo que o próximo ônibus só passaria às 23:30. O Uber estava dando 34 reais, então optei por esperar.

Indo em direção ao ponto de ônibus, vejo de longe um homem alto e barbudo fumando cigarro, ele usava umas roupas maltrapilhas. De início achei que era um morador de rua ou flanelinha, talvez estivesse certo. Fiquei com receio dele achar que estava sendo preconceituoso em ir na outra calçada, então fui na mesma que a dele, apenas ignorando.

-Aí cara, espera! -diz ele

-Pois não? -respondo

-Sabe se o próximo ônibus vai pro Terminal Castanheiras?

-Não sei mano, eu tô indo pro GK

Continuo andando e chego no ponto de ônibus, espreguiço um pouco e fico aguardando. Antes que percebesse o cara tinha sumido do local que eu estava vendo ele de longe.

Me acalmei e olhei pra todo o lado, as ruas todas desertas. Frio, somente um pitdog aberto na avenida de cima. Coisa de meio quilômetro. Dava pra ver de longe, mas só isso.

Em instantes sinto uma barba encostando no meu pescoço, viro pra trás assustado e vejo o tal homem. Ele chegou por trás sem eu perceber, pulou a parte espaçosa do assento do ponto e se sentou do meu lado. Tentei me afastar, mas ele me abraçou de lado e me segurou.

-Posso esperar junto com você? -ele pergunta

-Pode mano, mas se afasta um pouco.

Ele aperta meu braço e começa a morder meu pescoço. Eu não entendia o que estava acontecendo, não passava pela minha cabeça estar sendo assediado. Sou muito machão e viril, mas naquele momento eu não conseguia me mexer, estava em choque.

-Meu nome é Lucas, e o seu? Qual é? -pergunta ele passando a mão por dentro da minha blusa e apertando meu mamilos.

-Me chamo Breno

-Nome bonito

-Cara, para por favor.

Lucas levanta minha camisa e passa a lamber meus peitos, segurando meu pescoço com força.

Eu não conseguia resistir, estava totalmente sem forças. Era loucura pra mim, um homem hétero estar sendo molestado de madrugada.

-Não grita!

Ele passa a mão por dentro da minha cueca e apalpa minha bunda, ao mesmo tempo puxa meu rosto e começa a me beijar, eu só consegui ficar com a boca fechada como forma de resistência.

1 viatura passa na hora e ele para, não tive coragem de chamá-la. Seria muito vergonhoso, 1 homem do meu tamanho estar passando por isso. Assim que os policiais passaram pra outra rua ele continuou.

Com a mão no meu pau, ele começa a me masturbar, tento impedir a mão dele, mas ele não deixa.

Antes que eu percebesse estava completamente duro.

-Cara, para por favor

Freneticamente ele continua, cospe na mão e volta a me punhetar.

Meu pescoço já estava com vários chupões. Lucas começou a me encoxar e eu sentia aquele pau duro pulsando na minha perna.

Tento me afastar, mas Lucas segue se aproveitando de mim, passando a mão pelo meu corpo.

-Para mano, se você continuar não vou aguentar segurar. -implorei.

-Pode deixar sair. -responde ele

Mesmo me segurando não consegui impedir, em mais 10 estocadas gozei várias vezes. Lucas continuava a punheta mesmo depois de eu ejacular, abaixou a cabeça e foi tomando toda a minha porra. Lambeu minha pica o quanto quis. Tentei impedí-lo por conta da minha cabecinha estar sensível, mas não consegui. Me tremia todo. Ele só parou de me chupar quando ficou satisfeito.

-Que pica bonita em moleque, rosinha.

-Tá bom cara, me deixa em paz agora. Teve o que você quis.

Lucas se levantou, tirou a minha camisa e me puxou pra longe do ponto de ônibus, me levou a uma rua atrás. De lá ainda conseguia ver o ponto do ônibus, mas certamente eu perderia ele.

Chegando lá, tinha um carro preto. Ele me puxou e me jogou dentro.

-Deixa eu ir embora cara.

-Te fiz leitar e não desperdicei uma gota e você não vai nem retribuir?

Tirou minha calça, rasgou minha cueca no dente e me colocou no banco de trás.

Tirou as roupas que ele estava usando e disse algo que me fez repensar minhas atitudes.

-Na verdade eu tenho dinheiro e sou médico, sabia Breno? Me vesti daquela forma porque gosto de foder pessoas boas. Todo mundo quando me via, ia pra outra calçada. Você não se importou e ainda foi gentil comigo.

Ali eu entendi, se eu tivesse seguido meus instintos e seguido pelo outro caminho não estaria sendo feito de puta agora.

Lucas tira a cueca, sua última peça de roupa, mostrando uma pica de no mínimo 21cm. Era grossa e veiuda e estava com muito pré-gozo. Ali eu já sabia o que ia acontecer.

Tentei abrir a porta do carro pra fugir, mas em vão. Lucas pega 2 algemas e me prende com as mãos pra trás das costas. Pega um vidro de lubrificante e passa todinho na mão e depois na minha bunda.

Em seguida, ele puxou meu corpo pra perto dele e me fez empinar.

-Ora ora. O que temos aqui? -Lucas abre o bolso da minha calça e acha as camisinhas.

-Me deixa ir embora por favor, eu não conto pra ninguém.

-Se quer com camisinha, vamos fazer com então.

Ele coloca 4 dedos na minha bunda, enfiando de 1 por 1 até chegar em todos.

Eu gemia de dor, mas meu corpo não me obedecia. Meu pau ficou ereto de novo e eu só conseguia chorar.

-Tô entrando.

Ele enfia o pau em mim e começa a bombar, eu urrava de dor. Porém, também sentia muito prazer. Estocadas é mais estocadas, ele começou devagar, mas em minutos já ia freneticamente.

Com 1 mão segurava meus braços e com a outra ele me masturbava.

Pelo vidro do carro eu enxerguei o ônibus passando, minha ida pra casa tinha acabado ali.

Lucas me trocou de posição, deixando-me de frente pra ele.

-Você é uma delícia, sabia? Melhor que comer qualquer mulher.

Ele continuava me beijando no pescoço e apertando meu peito. Tapas e mais tapas na minha bunda me deixando todo vermelho.

Não conseguia parar de gemer, antes que notasse lá estava eu gozando de novo e novo. Era impossível parar, ele acertava meu ponto e o prazer era maior do que eu jamais tinha sentido.

Lucas puxa minha perna e tira minhas meias, lambendo e cheirando meus pés.

-Que cheiro de trabalhador você tem em. Tirei a sorte grande.

Ele já tinha tocado em todas as partes do meu corpo e feito o que queria com elas, não me sentiria mais humilhado e abusado do que nesse dia.

Passados 50 minutos de foda, ele força a língua na minha boca por 2 minutos e me beija vorazmente, mal conseguia respirar.

-Vai querer porra no cu ou na boca?

-Não goza em mim, por favor.

-Tá brincando, né? Tu esporrou o banco do meu carro todo. Tem que pagar. Eu escolho então, vai ser na boca.

Ele me deita no banco e segura meu pescoço.

Coloca o pau na minha boca e dá mais 2 estocadas, nem precisou se masturbar. No que minha língua pegou na rola do Lucas, ele já estava soltando jatos e jatos.

-Se deixar cair uma gota, eu te mato.

Fiz o possível pra não deixar nada escapar, temendo pela minha vida. Engoli tudo. Era salgado e grosso, nunca tinha provado nada igual.

Lucas se acalmou, acendeu mais um cigarro e ficou lambendo meus pés e passando a mão no meu corpo até terminar de fumar. Depois se deitou em cima de mim e masturbou nossos paus juntos. Aquela deve ter sido minha sétima gozada.

Exausto eu já não sabia o que fazer, imaginei que ele me mataria. Porém, não.

Me vestiu com um sobretudo, tirou minhas algemas, beijou minha boca mais 1 vez.

-Me fala onde você mora moleque. Vou chamar teu Uber.

-Eu...

-Que foi? Tá com medo de eu saber onde você mora. Se eu quisesse te matar já tinha feito isso.

-Coloca "Quiosque da Lucinda". Fica 1 rua da minha casa.

Enquanto esperávamos o Uber ele ficou dedando meu cu e fazendo mais chupões no meu pescoço.

Chegando em casa, tomei um banho e chorei muito. Fiquei impotente e fui aproveitado de todas as formas possíveis. Nunca mais eu fico até mais tarde no trabalho

FIM

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