Capitulo 3 - Cowboy Ruiz Marcando Território

Da série Cowboy Selvagem
Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Gay
Contém 1289 palavras
Data: 02/02/2026 12:02:39
Assuntos: Gay

Neon estava largado na cama, pernas abertas, o livro erótico aberto no peito, a mão distraída roçando a própria virilha por cima da calça de moletom velha enquanto lia a mesma página pela terceira vez. Ele adorava aquela descrição do livro "A enorme vara dura e grossa entrou na boca dela e ela engoliu como se tivesse com sede, implorando por leite..." ele lia novamente a mesma frase "a enorme vara dura e grossa..." e imaginava a cena em sua cabeça, apalpando o seu cacete já duro na calça.

De repente, a janela rangeu. Algo pesado subiu pela janela do quarto. Neon deu um pulo, o coração disparando, e tentou alcançar a pistola na mesinha de cabeceira. O movimento foi desajeitado; o coldre virou, a arma caiu com um baque seco no assoalho de madeira. Antes que ele pudesse se abaixar, uma bota surrada pisou ao lado da pistola.

Ruiz surgiu inteiro na janela, alto, barba cheia mal aparada, cigarro pendurado no canto da boca, o cheiro forte de couro, suor e tabaco invadindo o quarto antes mesmo dele entrar. Ele vestia a mesma jaqueta de couro surrada de sempre, manchada de graxa e poeira da estrada.

— Se eu fosse bandido de verdade, você já tava com a testa furada, garoto — disse ele, voz rouca. Pegou a pistola com dois dedos, como se fosse um brinquedo, e entregou de volta para Neon, empurrando o cano frio contra a palma da mão dele.

— Caralho, Ruiz… o que você tá fazendo aqui? Se meu pai te pega no meu quarto a essa hora…

— O que ele ia pensar, hein? — Ruiz deu um passo à frente, sem tirar os olhos de Neon. — Dois homens trancados num quarto à meia-noite… o que um pai velho e desconfiado ia imaginar de pior?

Ele esticou a mão grande e calejada, passou os dedos grossos pelos braços magros de Neon, subindo devagar até os ombros, apertando com força suficiente pra deixar a pele vermelha. Neon ficou tenso, o corpo inteiro arrepiado.

— Nem quero pensar… ele ia surtar, achar que a gente tá…

— Tá o quê? — Ruiz se aproximou mais, colocando a perna encostada na pequena ereção de Neon. — Tá trepando? Tá chupando? Que o filho favorito dele tá com safadeza com um dos peões da fazenda?

Neon engoliu em seco.

— Eu sei que você meteu numa puta ontem no Saloon— Ruiz continuou, voz baixa, quase rosnando. — Vi você saindo do quarto com ela.

— Quem te contou?

— Ninguém precisou contar. Eu tava lá, encostado no canto, te olhando.

— Tá com ciúme, é isso?

Ruiz riu baixo, soprou a fumaça do cigarro pro lado.

— Ciúme é coisa de moleque. Eu não sinto ciúme. Isso é coisa pra gente tola. Um cowboy como eu não preciso sentir ciume de algo que eu sei que é meu para sempre.

Ele jogou o cigarro no chão e amassou com a sola da bota. Passou a mão aberta pelo peito de Neon, apertando os mamilos por cima da camiseta fina até ele soltar um gemido baixo.

Neon fez dificil e procurou algum motivo pra pode condenar aquilo.

— Eu sei que tu era afim da minha irmã, cowboy. Eu vi o jeito que voce olhava pra ela o dia todo. Eu até acho que tu faz o tipo dela.

Ruiz levantou um pouco da camisa de Neon sentindo aquela barriga dura, vendo o pequeno umbigo, descendo o dedo até a calça onde podia ver alguns sinais de pelos pubianos começando a sair.

— Tem um grande problema nisso... Ela não faz o meu tipo. Ela só tem peitos, alias um belo par de peitos. Mas falta algo nela, falta uma coisa...

— O que?

Ele enfiou os dedos por dentro da calça e segurou o pau já duro, apertando com força, sentindo as veias pulsarem na palma.

— Um belo de um pau!

Beijou Neon com violência, língua invadindo a boca, dentes batendo, chupando a língua dele como se quisesse arrancar. Neon agarrou a nuca de Ruiz, puxando-o mais pra dentro, sentindo o corpo pesado e quente do cowboy se esfregando contra o seu. O cheiro de couro e suor masculino enchia as narinas dele.

Ruiz o empurrou de costas na cama com força, o colchão rangeu alto. Abriu o cinto com um puxão seco, o som da fivela batendo ecoou no quarto. Desabotoou a calça, baixou junto com a cueca boxer surrada e o pau grosso saltou livre, pesado, a cabeça já brilhando de pré-gozo, veias saltadas.

— Vamos matar essa saudade direito, Neon.

— Eu pensei em você o dia inteiro, caralho… toda vez que eu batia uma pensando em você…

— Cala a boca com esse papo meloso — Ruiz rosnou, virando Neon de bruços com facilidade. Puxou a calça e puxou a cueca num movimento bruto e cheirou. Em seguida pois no bolso pra levar recordação.

A bunda pequena e clara ficou exposta. Ruiz deu um tapa forte, o som estalou alto, a pele imediatamente ficou vermelha com a marca dos cinco dedos. Outro tapa, mais forte, Neon mordeu o travesseiro pra não gritar.

— Tá marcando território, é? — Neon murmurou, voz tremendo de tesão.

— Tô marcando o que é meu.

Ruiz cuspiu na mão, passou saliva grossa no pau inteiro, esfregou a cabeça melada no cuzinho apertada de Neon. Segurou o quadril dele com uma mão, a outra puxou o cabelo curto pela nuca, forçando a cabeça dele contra o colchão.

— Relaxa esse cu, senão vai doer pra caralho.

Ele empurrou devagar no começo, só a cabeça entrando, sentindo o anel apertar e resistir. Neon gemeu alto, o corpo todo tenso.

— Porra… tá muito apertado… você nunca deu esse rabo durante esse anos todo que deve fora da fazenda?

— Meu rabo era virgem até chegar na fazenda...

Ruiz grunhiu de satisfação e empurrou mais fundo, num movimento longo e bruto. Neon arqueou as costas, as unhas cravando no lençol.

— Caralho… tá rasgando… — Neon ofegou, mas ao mesmo tempo empurrou o quadril pra trás, querendo mais.

Ruiz começou a bombar com força, o som molhado da pele batendo contra pele preenchendo o quarto. Cada estocada fazia a cama bater na parede. Ele puxava o cabelo de Neon, mordia o ombro, lambia o suor do pescoço, grunhia palavrões baixinho.

— Isso… toma… toma essa rola que você nunca vai esquecer…

No corredor, Bizerra, a empregada da casa, parou de repente. Ouviu primeiro o ranger ritmado da cama, depois os gemidos abafados de Neon, o barulho seco de carne contra carne, o grunhido rouco de Ruiz. Ela encostou a orelha na porta por alguns segundos. Ouviu Neon soltar um “mete com mais força, porra” entrecortado, seguido de um tapa estalado e um gemido longo.

Bizerra recuou rápido, o coração disparado, fingindo que não tinha ouvido nada. Desceu as escadas na ponta dos pés, as pernas moles, o rosto vermelho, tentando convencer a si mesma que era só imaginação. Mas o som ainda ecoava na cabeça dela enquanto atravessava a sala escura.

No quarto, Ruiz acelerou, o suor pingando das costas dele nas costas de Neon. Apertou os quadris dele com força, cravando os dedos na carne.

— Vou gozar dentro… quer? Quer sentir quente escorrendo?

— Goza… enche meu cu… por favor, cowboy…

Ruiz deu mais três estocadas profundas, o corpo todo travado, vendo aquela costas larga, e aquela bundinha empinada na qual segurou firme até liberar e gozou com um grunhido animal, enchendo Neon até transbordar. Ficou parado alguns segundos, ofegante, ainda dentro, sentindo o pau pulsar. Depois saiu devagar, o sêmen grosso escorrendo pelas coxas de Neon, pingando no lençol. Ele deu um último tapa leve na bunda marcada.

Neon virou o rosto, suado, olhos brilhando.

— Volta amanhã?

Neon se virou e não viu mais aquele cowboy. Ele tinha indo embora. Ele continou deitado na cama se recuperando daquela foda.

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