CAÍ NA LABIA DE UM MACHO.

Um conto erótico de totem
Categoria: Homossexual
Contém 1346 palavras
Data: 16/02/2026 00:40:12
Última revisão: 16/02/2026 01:02:18
Assuntos: Gay, Homossexual

Tenho 58 anos, casado, pai de duas filhas e um filho já casados.

Moro só eu e minha mulher de 56 anos.

Em um sábado que a minha mulher saiu cedo para visitar a mãe em outra cidade vizinha, resolvi ir ao centro da cidade comprar algumas bugigangas eletrônicas, depois de tudo resolvido sentei em um bar para comer um lanche e tomar uma cerveja.

Depois de algum tempo percebi que ao lado havia um cinema pornô e um entra e sai de homens.

Terminei as duas cervejas paguei e passei em frente ao tal cinema com certa curiosidade, entrei um pouco no hall onde havia alguns cartazes de putaria aquilo me deu uma animada, e já meio animado pelas cervejas resolvi entrar.

Comprei mais um latão de Skol na ante sala e subi as escadas dando de cara com uma sala bem escura com um telão ao fundo passando uma cena de sexo entre um casal.

Esperei um pouco em pé para as vistas acostumar, e vi que tinha uma outra escada para o andar de cima, abri o latão tomei um gole e fui lá verificar, tinha uma sala menor passando sexo gay. Pensei:

(que pouca vergonha) Na sala tinha uns caras mamando o pau de outros e em uma das cadeiras um cara arreganhado de quatro e outro enterrando a pica.

Fiquei um pouco chocado e desci a escada de volta para o salão de baixo.

Parei atrás de uma mureta que fica no fundo do cinema, acendi um cigarro, dei mais um golão na cerveja e passei a prestar atenção no filme, a mulher cavalgando na pica do ator.

Meu pau estava bem duro, abaixei a frente do shortes de elástico e comecei a tocar uma punhetinha só então percebi que meu pau estava todo babado.

Pensei: será que a cena de viadagem me deixou assim?

Enfim continuei, dei mais um golão na cerveja, um trago no cigarro, quando vi um cara aproximando, guardei meu pau e disfarcei.

Ele me abordou e disse:

• Desculpe a inconveniência amigo, você poderia me arrumar um cigarro?

Respondi:

– Claro.

Passei-lhe a carteira, ele retirou um e me devolveu.

Acendeu o cigarro e apoiou os antebraços na mureta como eu estava, ficamos prestando atenção no filme.

Ele é um cara alto magro, com braços longos e cabelo meio encaracolado, bigode emendado ao cavanhaque.

Um tempo depois pigarreou e me perguntou:

• Você curte tirar um barato com homem?

Respondi:

– Não, não sou viado.

• Eu também não sou, mas gosto de curtir um sarro com macho.

– Tem bastante viado por aí, a sala lá encima teu um monte deles se pegando.

• Não gosto de viado, gosto de macho.

Nesse momento já estava bem do meu lado roçando sua perna na minha, eu não sabia muito o que fazer, estava em silêncio, mas sentia uma sensação estranha, meu pau que tinha amolecido com a sua chegada, estava de novo duro e ele ousadamente começou a passar a mão na minha virilha e logo percebeu a minha excitação e falou bem perto do meu ouvido.

• Relaxa e deixa eu tocar uma punheta pra você, da muito tesão sarrar com outro homem,

Nesse momento já estava com a mão dentro do meu shorts (não uso cueca) agarrado no meu pau tocando uma punheta bem devagar, meu pau estava muito duro e todo babado. Deixei acontecer, estava gostoso.

Fechei os olhos e fiquei curtindo aquela punheta e mal percebi que que ele já tinha arriado meu shorts até o meio das minhas coxas e também alisava minha bunda, e percebi também que ele tinha abaixado sua calça de moletom e estava esfregando a pica na minha perna.

Escorreguei um pouco a mão para o lado para ter certeza e acabei tocando a mão no seu pau o que me causou um susto, pois era um pauzão grande e grosso com veias saltadas, estava todo babado, fechei a mão nele e desci mais um pouco e peguei no sacão pendurado lá em baixo como se fosse um touro e o mais inusitado, totalmente depilado.

Fiquei nessa viagem acariciando suas bolas e ele como um cachorro tentando espetar minha perna, mas uma vez voltei a realidade daquela viagem e senti que ele estava circundando meu cu com o dedo, enquanto eu massageava suas bolas ele recolhia a gosma do seu pau babão e melecava meu cu. Pensei:

– esse filho da puta tá achando que vou me arreganhar como uma puta! Por que ele está melecando meu cu?

E no meio deste turbilhão de dúvidas e sensações ele beijava meu pescoço me tocava uma punheta e estava com o dedo enfiado no meu cu.

Tive um espasmo de sanidade e tentei me afastar, mas ele com um predador encostou em mim novamente só que desta vez um pouco mais de frente para mim encostou aquele auzão rígido no meu e ficou esfregando, a sensação das nossas espadas se roçando quebrou minha resistência, a cabeça do meu pau sensível tocando seu sacão de jumento estava me fazendo perder a linha.

Ele arrancou sua camisa, logo depois arrancou a minha aí arrancou sua calça e colocou encima da muretinha, ficou totalmente pelado, eu instintivamente também tirei meu shorts e fiz o mesmo.

Ele se encostou em mim meio de lado, o toque dos nossos corpos me causou choques, eu estava perdendo a compostura completamente e aos amassos peguei no pauzão babão, depilado com suas bolonas macias.

Aos poucos ele foi escorregando seu corpo para trás de mim sem soltar minha rola, me tocando uma punheta lenta e constante, já sentia seu pau babão escorregando entre as bochechas da minha bunda tentei virar de lado para fugir da investida mas ele apertou meu corpo e encaixou o tarugo visguento entre minhas pernas, senti a cabeça melecada tocar meu saco e a punheta continuava me fazendo mover o quadril para frente e para trás, ele apertava meu corpo, e também movimentava o quadril, até que em uma destas manobra o cabeção melado beijou meu cu, senti um calafrio mas recuei.

Então ele disse no meu ouvido:

Relaxa só estou esfregando, ahhh que bunda gostosa, quero gozar no seu rego.

Fiquei mais tranquilo, com a promessa de que não iria enfiar aquela cobra no meu cu, e até relaxei mais e resolvi curtir o barato e me arreganhei mais um pouco e mais uma vez o cabeção melado beijou meu cu e ficou esfregando para cima e para baixo, meu rego estava totalmente melecando comecei a ficar preocupado porque cada vez que a cabeça passava meu cu se abria um pouco mais e o cara era bom de lábia, lambia o lóbulo da minha orelha, me chamava de gostoso, cheiroso e não parava a punheta eu fui me arrepiando com os olhos fechados e senti meu cu abraçar a cabeçona o anel do meu cu abraçou o gargalo do cacetão, eu senti que estava perdendo a guerra, ele gemendo no meu ouvido foi mexendo devagar e a cada retorno entrava mais um pouco comecei a me movimentar estava vindo um orgasmo avassalador eu me afastei um pouco da mureta e me arreganhei todo e senti suas bolas bater nas minhas coxas eu comecei a gemer, meu cu piscava sem para meu pau começou a jorrar porra, o cara atolou até o saco e urrou enchendo meu cu de porra, me abraçou bem apertado e ficou respirado todo esbaforido e beijado meu pescoço, por alguns minutos até que senti seu pau escorregando para fora e fez ploct.

Aos poucos fomos nos recompondo.

Até que ele quebrou o silêncio:

Foi maravilhoso, será que podemos nos encontrar de novo?

– não sei ainda estou processando o que aconteceu.

Ele então pegou um papel no bolso, me deu, e disse:

Tranquilo, se você quiser me mande uma mensagem que a gente marca.

me deu um beijo no canto da boca e saiu, coloquei o papel no bolso e fui sentar, sentia porra vazando do meu cu então fui no banheiro dar uma limpada e de lá fui embora pensativo, certamente minha vida havia mudado ali.

Continua ….

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Comentários

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Muito bom. Adoro quando batem punheta para mim assim. Moro Em Porto Alegre, mas vou uma vez por mês a São Paulo, sempre passo nos cinemas do Arouche. Acontece muita coisa lá....Me chama no telegran: luispoa

Podemos trocar umas fotos

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Adro estas loucuras, vamos conversar? sou um coroa na casa dos 60 anos e quem quiser falar comigo é só retornar neste email: euamoavida2020@gmail.com

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Delícia, já fui comido assim

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eu vi uma resposta sua, vamos conversar? sou um coroa na casa dos 60 anos e quem quiser falar comigo é só retornar neste email: euamoavida2020@gmail.com

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