Rafael acordou algumas horas depois no sofá e foi pra cama, os eventos da noite anterior pareciam de alguma forma irreais pra ele, mas não tinha como negar que a dor surda constante na virilha tinha ido embora e tinha um pouco de porra seca na coxa que era prova do que tinha acontecido. A mãe realmente tinha batido uma punheta pra ele e deixado ele soltar uma carga enorme, a maior parte da qual tinha terminado nela. Ele se perguntava como ela ia reagir a isso amanhã, depois do surto dela com o chuveiro ela ia pirar de novo e mandar ele de volta pro hospital?
Ele cochilou inquieto, lembrando da sensação da mão dela no pau conforme acariciava, a pomada e líquido pré-seminal lubrificando a glande e prepúcio inchados conforme os dedos ternos dela coaxavam a porra das bolas. Não que precisasse de muito convencimento ele refletiu. Isso ia ser uma oferta única ele se perguntou? Um momento de fraqueza depois de algumas taças de vinho a mais? Meu Deus, ele esperava que não. Era mais que só a frustração de não poder bater punheta, ultimamente ele fantasiava com a mãe constantemente e procurava modelos na internet que lembravam ela.
Conforme relembrava ele pensou nas garotas que tinha ficado no passado e percebeu que todas lembravam a mãe de alguma forma, ou o rosto dela, ou o cabelo ou o corpo, apesar de nenhuma delas realmente chegar perto dela em perfeição. Agora que ele tinha visto ela pelada e ela tinha batido uma pra ele era tipo ter soltado um gênio da lâmpada, e não tinha jeito de colocar de volta.
Ele finalmente conseguiu pegar no sono e acordou pra ver uma mãe muito de ressaca acordando ele pro banho. Ela tava usando só a roupa de dormir o que ele imaginou que era um bom sinal mas claramente tava se sentindo mal depois de todo o vinho que tinha bebido na noite anterior. O pau dele ficou meio-pau durante o banho exceto quando ela limpou, o toque dela era mais familiar dessa vez, e apesar dela não estar tentando ser sensual conforme lavava o pau dele ele ainda assim ficou totalmente ereto. Ela não comentou mas simplesmente continuou lavando antes de enxaguar ele. Obviamente nenhum final feliz tava na agenda essa manhã e ele decidiu não forçar a barra.
Ela ficou quieta no café da manhã tomando só alguns cafés pretos e torrada.
"Tá bem, mãe?"
"Tô sim, querido, só bebi demais ontem à noite."
"Não, quero dizer sobre o que aconteceu, tipo, tá tudo de boa entre a gente né?"
"Ah entendi, desculpa, Rafael, sim tá tudo bem. Minha cabeça tá girando agora mas a gente conversa sobre isso mais tarde."
Ela sorriu pra ele e ele imaginou que ela tava bem tranquila então esperançosamente as coisas estavam bem. O que ele realmente queria perguntar era se ela ia bater uma pra ele de novo, e se sim quando, mas não era o tipo de assunto que você trazia na mesa de café da família.
O dia foi como qualquer outro, Rafael cochilou a maior parte da manhã, lembrando da sensação da mão da mãe no pau e a visão do corpo pelado dela no chuveiro e desejando poder bater punheta enquanto pensava nelas. Mas aí se ele pudesse bater punheta ele nunca teria conseguido ver ela pelada ou ela bater uma pra ele ontem à noite.
Eventualmente ele acordou e andou pela casa se encontrando no quarto dela de novo. Ele esperava que ela tivesse deixado mais lingerie por aí mas sem sorte, ao invés disso ele notou uma foto na penteadeira da mãe e do pai no baile de formatura deles. Eles se conheceram na faculdade e casaram logo depois, ela parecia tão feliz e linda, não que tivesse mudado muito além da tristeza nos olhos desde que perdeu o pai. O pai parecia o típico universitário brasileiro, charmoso, bonito e sorrindo. Conforme Rafael estudava a foto ele notou o próprio reflexo nela e ficou impressionado com a semelhança com o pai que só podia ter uns dois anos a mais que Rafael tinha agora quando a foto foi tirada. A imagem dos pais jovens de Rafael sorrindo e o reflexo fantasmagórico de Rafael entre eles era surreal, quase como se Rafael tivesse substituindo o pai.
Era quase sete da noite quando a mãe chegou em casa, ele tinha ficado preocupado até lembrar que era sexta à noite e a mãe normalmente saía com as amigas depois do trabalho. Ela subiu as escadas e entrou no quarto conforme Rafael saía do dele.
"Oi, mãe, se divertiu com as meninas?"
"Me diverti sim, Rafael, a Janete vai casar então demos uma despedida pra ela."
Janete era uma garota bonitinha e muito gente boa. A mãe obviamente tava feliz por ela.
"Eles vão pra Cancún na lua de mel, tomara que o tempo fique bom pra eles."
"Duvido que vão ver muito do tempo, mãe!"
"Rafael!" ela o repreendeu de brincadeira.
Ele notou que ela tinha deixado a porta do quarto entreaberta e não resistiu a espiar enquanto ela conversava. Inicialmente ele não conseguia ver nada mas então ouviu a voz dela se mexendo e de repente viu ela de costas conforme andava pelo quarto só de calcinha. Ele ofegou conforme viu a lateral de um peito magnífico e a bunda redondinha por um momento passageiro antes dela sair do campo de visão. Ele se afastou da porta não querendo ser pego espiando mas o pau dele tinha ido de 0 a pau duro em uns 5 segundos. Merda, ela é tão gostosa, como o pai conseguiu trabalhar algum dia sendo casado com alguém tão porra de sexy, ele se perguntou.
Ele foi pra baixo e arrumou o roupão pra cobrir a ereção o melhor que podia. Eventualmente ele ouviu ela descendo as escadas.
"Tô cansada demais pra cozinhar hoje, que tal a gente pedir pizza e alugar um filme?"
"Ah beleza, mãe, é..."
Ele virou a cabeça pra olhar pra ela e as palavras morreram na boca. Ela tava usando uma camiseta da banda, uma ironicamente mostrando uma cantora só de camiseta. Rafael lembrou do pai contando que um dos parceiros dele tinha falado que foi num show onde ela tava usando só uma camiseta e nada por baixo.
"Meu parceiro disse que os caras na frente da plateia tiveram uma visão privilegiada, se é que você me entende?" O pai tinha contado com uma piscada cúmplice. "Não conta pra sua mãe que te contei isso!" ele tinha sorrido.
Agora a mãe tava descendo as escadas na mesma camiseta e Rafael quase conseguia ver por dentro da frente. A mãe enchia a camiseta muito mais que a cantora e os peitos da mãe tavam constantemente se mexendo conforme balançavam e chacoalhavam embaixo da camiseta.
"O que você disse, Rafael?"
"Ééé... ia ser massa, mãe!"
"Beleza, aqui tá o cardápio da pizzaria, dá uma olhada e decide o que você quer enquanto eu pego uma bebida."
A mãe tava mandando ver na bebida esses dias, mas ela parecia bem animada então ele não ia negar um pouquinho de felicidade pra ela.
A mãe tava ocupada conversando sobre o trabalho e parecia animada, ela obviamente tinha curtido o tempo com as amigas e tinha tomado umas bebidas enquanto tava lá. Ela se jogou do lado dele no sofá, os peitos balançando deliciosamente.
"O que você quer, querido?"
Você acariciando meu pau latejando até eu gozar pra caralho nos seus peitos lindos, mãe!
"Ééé, calabresa parece bom, valeu, mãe."
A mãe pediu as pizzas e então eles passaram pelo canal de filmes pra ver o que tava disponível, Rafael sentiu que ela tava evitando o elefante na sala e não queria discutir o que tinha acontecido. Ela parecia bem com ele mas quando o assunto de punheta surgia ele nunca tinha certeza de como ela reagiria, mas aí não era normalmente algo que mães e filhos discutiam ele imaginou. A mãe tava olhando pra tela mas Rafael tava mais interessado nas pernas lindas dela e nos tesouros gêmeos que pareciam ter vida própria embaixo da camiseta. O pau dele tava pulsando embaixo do roupão e ele queria só deixar abrir e balançar o pau duro pra ela mas imaginou que não era a melhor abordagem.
"Mãe..."
"Sim, Rafael?"
"Sobre ontem à noite, só queria dizer que não muda como me sinto, você ainda é minha mãe e ainda te amo."
Ela ficou em silêncio por alguns momentos. Ai meu Deus, por favor não pira ou começa a chorar.
"Rafael, ia conversar com você sobre isso mais tarde. Olha... a gente não pode mudar o que aconteceu, e eu sempre vou te amar, mas daqui pra frente..."
Ela pausou. O quê? Daqui pra frente sem mais punheta? De volta pro hospital? Vou bater punheta pra você quando quiser? O quê?
DING DONG!
"Ah deve ser as pizzas!"
Merda!! Não quero pizza, quero você acariciando meu pau dolorido!
"Entra, só coloca ali na mesa enquanto pego minha carteira."
O entregador de pizza seguiu a mãe pra dentro do cômodo com os olhos grudados na bunda mal coberta dela. Ele notou Rafael sentado no sofá e deu um aceno constrangido, Rafael imaginou que o cara não era muito mais velho que ele. Ele colocou as caixas na mesinha de centro e a mãe voltou com a carteira, os peitões dançando embaixo da camiseta. Os olhos do entregador tavam praticamente saltando conforme ela procurava dinheiro na carteira.
"Aqui, fica com o troco."
"Valeu."
Se ele tava agradecendo pela gorjeta ou pela vista não tava claro, mas conforme virou pra ir ele deu um sorriso conspiratório pro Rafael. Rafael corou com a implicação de que ele era o namorado da mãe e o fato de que o entregador claramente invejava ele. Ele ficou puto de ver a mãe sendo comida com os olhos daquele jeito, mas ao mesmo tempo tava orgulhoso que ela era tão gostosa.
Eles se acomodaram pra comer a pizza e assistir o filme mas Rafael não conseguia relaxar se perguntando o que ela tinha decidido, ele queria perguntar mas como você encontra o momento certo pra dizer 'Mãe, você vai bater uma punheta pra mim de novo?' Ao longo do filme a mãe serviu outra taça de vinho e Rafael se perguntou se ela tava arranjando coragem.
Conforme o filme terminou e os créditos rolaram Alison mutou a TV e virou pra ele.
"Rafael, sobre ontem à noite... ainda te amo e sempre vou amar, e sempre vou ser sua mãe. Não posso mudar o que aconteceu, então qualquer estrago que foi feito, foi feito..."
Ela pausou pra tomar um gole de vinho e Rafael esperou com a respiração presa e um pau pulsante.
"Rafael... olha, eu sei o quão difícil é pra você, e aceito que tornei as coisas mais difíceis..."
Mãe você não tem ideia de quão duro você tá me deixando agora!
"O que tô tentando dizer, é que se você precisar de ajuda enquanto suas mãos tão sarando, com, bom... você sabe, então vou tentar melhorar as coisas pra você."
Ele ouviu certo? Ela tava dizendo que ia bater punheta pra ele?
"Mãe, você quer dizer que vai, me ajudar, tipo ontem à noite?"
Ela ficou em silêncio por alguns momentos e então disse, mal audivelmente, "Sim, Rafael."
Ela então virou pra ele e olhou nos olhos dele.
"Mas é até aqui que as coisas vão. Sempre. Entendeu?"
"Entendi, mãe."
Porra, ela ia continuar fazendo! Ele sentiu alívio inundar por ele e se recostou no sofá, conforme fez isso o roupão se abriu e revelou o pauzão duro se levantando.
Ela olhou pro pau dele e sorriu. "Devo entender que você gostaria de uma ajuda agora?"
"Ééé... ia ser massa demais, mãe!"
Ela sorriu de novo e colocou a taça de volta na mesa antes de abrir o roupão dele e esfregar a barriga chapada com a mão fria. Ela então passou a mão pra baixo e envolveu a haste enorme do pau, Rafael gemeu com a sensação dos dedos dela na carne. Ela começou lentamente acariciando a haste, puxando o prepúcio pra trás e pra frente sobre a cabeça do pau por alguns minutos enquanto ele se recostava e se deliciava com as sensações emanando do pau. Ela então ficou mais ousada, passando os dedos pra cima ao redor da cabeça do pau, fazendo cócegas na parte de baixo e passando ao redor da coroa. O pau dele tava pingando líquido pré-seminal agora e ela espalhou pela glande formando uma camada sobre a cabeça roxa. Ele tinha pensado que ela ia só bater uma punheta o mais rápido que pudesse pra acabar logo mas ao invés disso ela provocou e acariciou, os dedos dela dando sensações que ele nunca tinha acreditado possíveis. As namoradas dele no passado tinham só batido punheta com movimentos mecânicos mas a mãe era tipo uma artista conforme acariciava o pau dele.
Ela lentamente aumentou o ritmo das carícias, coaxando a porra das bolas dele com as mãos delicadas. Ele lutou pra segurar a porra, querendo preservar o momento pelo máximo de tempo que pudesse mas era uma competição desigual, numa batalha entre os dedos mágicos da mãe e o pau duro dele era conclusão certa quem ia ganhar. Constantemente ele sentiu a porra começando a subir, as bolas apertando com a perspectiva de alívio. Eventualmente ele não conseguiu mais segurar, a mãe pareceu sentir que ele tava perto do fim e as carícias no pau dele ficaram mais rápidas. Ele olhou pra baixo pro pauzão com a mão delicada dela acariciando e pros peitos balançando conforme os peitos da mãe pulavam embaixo da camiseta e sentiu as bolas subirem embaixo do pau e a porra subindo pela haste.
"Aaah! Vou gozar, mãe!"
Ela continuou puxando o pau dele conforme ele virou pra ela e explodiu por toda a camiseta, carga após carga após carga espirraram do pau dele encharcando a camiseta de modo que grudou nos peitos. Eventualmente o orgasmo diminuiu e ele olhou pra camiseta dela, agora quase invisível sob um mar de porra e os mamilos da mãe parcialmente visíveis através do tecido encharcado.
"Meu Deus do céu... pareço que acabei de entrar num concurso de camiseta molhada!"
O pau dele deu um solavanco com o pensamento da mãe desfilando na frente de um bar cheio de caras tarados, e o fato de que ela provavelmente ganharia!
"Desculpa, mãe!"
"Bom, acho que essa camiseta já era."
Ela saiu correndo pro quarto e ele assistiu a bundinha dela chacoalhando conforme subia as escadas. Puta merda, punheta liberada pelo próximo mês! Ele quase desejava poder quebrar os pulsos de novo! E que punhetas! Isso não era tipo só ser punhetado, era tipo o pau dele ser um instrumento sendo tocado por uma musicista de orquestra. Ele nunca tinha tido um orgasmo assim antes, a mãe tinha estragado ele pras outras garotas agora, nenhuma das outras namoradas tinha chegado perto de fazer ele se sentir tão bem. E ela ia bater punheta pra ele quando ele precisasse!
O pau dele tinha ficado duro depois que gozou e conforme pensava na mãe batendo punheta pra ele pelo próximo mês ele sentiu a excitação voltando. Ele se perguntou se ela ia bater uma pra ele de novo essa noite, e o pau deu um solavanco com o pensamento. A mãe voltou com uma camiseta limpa e pegou outra taça de vinho antes de sentar do lado dele e notar a ereção, não que ela pudesse exatamente perder já que a coluna enorme de carne curvava pro alto pulsando.
"Rafael, você ainda tá duro!"
"Ééé... é."
"Mas eu acabei de... quer dizer você acabou de..."
"Ééé... é, desculpa, mãe."
"Você quer dizer, você quer que eu... de novo!?"
"Bom... ééé, é, seria... quer dizer se tiver de boa?"
"Já?? Rafael, quantas vezes por dia você normalmente... quer dizer você fazia, antes do acidente... com que frequência você se masturbava?"
"Umas 3 ou 4 vezes por dia, acho."
"3 ou 4??!! Vou ficar sem camiseta numa semana nesse ritmo!"
"Tira então."
"Muito engraçado, Rafael!"
"Tô falando sério, tipo você disse que vai ficar sem camiseta senão."
"Rafael, não vou tirar minha camiseta! Não tô de sutiã!"
Não me diga!
"Bom, não é como se eu não tivesse visto antes."
"Você quer dizer no chuveiro quando você prometeu que ia ficar de olhos fechados???"
"Ééé... é, desculpa, entrei em pânico quando caí."
"E agora você gostaria de ver de novo, é isso???"
"Hum, não, mãe, só tô tentando ser prático."
"Parece que toda vez que você tá sendo prático envolve eu ficando pelada!"
O pau dele deu um solavanco com o pensamento mas ela ou não notou ou ignorou.
"Bom, essa é uma das camisetas favoritas do pai."
Ele mentalmente cruzou os dedos já que isso era mentira total, era uma camiseta velha do Bob Marley e ele nunca lembrava do pai usando. Mesmo assim não parecia certo cobrir o Bob de porra!
A mãe olhou pra camiseta e ele conseguia ver os mamilos dela salientes através do material. Engraçado o ar-condicionado nem tava tão frio assim.
Ele cantarolou a melodia de 'No Woman No Cry' e a mãe brincalhona bateu no ombro dele.
"Ai! Sou um paciente, lembra, mãe?"
"Hmmm" ela pausou e ele conseguia ver ela pesando na mente.
"Ah tá bom! Não acredito que tô fazendo isso!"
Ele assistiu em câmera lenta conforme ela esticou pra baixo e levantou a camiseta, revelando primeiro a calcinha e a barriga chapada depois conforme a camiseta continuava subindo ele conseguia ver a parte de baixo dos seios magníficos antes dos mamilos e o peito inteiro ser revelado.
"Pronto! Feliz?!"
Ela sentou com os braços dos lados sem tentar se cobrir conforme ele babava nela. Os seios eram ainda mais lindos do que ele lembrava, enormes e em formato de pera com aréolas ovais bem pequenas e mamilos duros. Eram gloriosos!
Ela disse algo mas ele não ouviu.
"Desculpa, mãe?"
"Eu disse que um pouco de contato visual seria legal!"
"Ah, desculpa."
"Não sei porque você é tão obcecado com meus peitos velhos!"
"Mãe, você tem os peitos mais lindos que já vi! São perfeitos!"
"Hmm. Melhores que todas aquelas cheerleaders empinadinhas que você ficou?"
"Mãe, aqueles eram só peitos de garota, esses são como os seios de uma mulher de verdade devem ser! São incríveis! São tão grandes, e tão lindos, e..."
"Tá bom, Rafael, entendi a ideia, você gosta deles!"
Apesar de ter repreendido ele notou que ela parecia estar sentando um pouco mais ereta e empurrando os peitos em direção a ele. Também parecia que os mamilos dela estavam se possível mais duros.
Ela esticou pra baixo e agarrou o pau dele e segurou pra olhar.
"Bom, você certamente puxou seu pai num aspecto."
"O que você quer dizer?"
"Quero dizer que você tem um pênis muito grande."
"Tipo o do pai?"
"Maior." ela murmurou.
"O quê?"
"Eu disse que o seu é ainda maior que o do seu pai! E aquele era o maior que já tinha visto."
O pau dele inchou de orgulho conforme ela segurava na mão e olhava. A mão que ainda tinha a aliança do marido. O pau dele deu outro solavanco doentio. Tinha porra ainda escorrendo do pau dele do último orgasmo e conforme a mãe segurava a haste com uma mão ela usou os dedos da outra mão pra esfregar a porra pela cabeça do pau e haste como lubrificante antes de começar a acariciar. Ele não conseguia decidir o que olhar, as tetas magníficas ou as mãos fazendo mágica no pau dele. Ele decidiu pelos peitos, os peitões lindos balançando suavemente no ritmo das carícias. Conforme encarava eles decidiu que realmente eram o par mais lindo que já tinha visto, tão cheios e redondos. Não as tetas falsas desafiando a gravidade de uma pornstar com silicone, ou os peitinhos empinados de uma adolescente. Eram cheios e pesados, arredondados e lindos.
Os dedos dela estavam provocando e acariciando a cabeça do pau coberta de porra, a glande tão inchada e dura quanto a haste. Ela então começou gentilmente puxando o prepúcio pra cima e pra baixo sobre a cabeça do pau, lentamente construindo a excitação. A técnica da mãe era muito mais sutil do que ele tinha experimentado antes, parecia que ela tava sendo tão gentil que ia levar séculos pra ele gozar, mas o toque leve era enganoso. Fazia ele ficar tão sensível e excitado que as carícias delicadas traziam o orgasmo borbulhando mais perto mais rápido do que ele esperava. Ele tava determinado a segurar dessa vez, querendo fazer o êxtase durar o máximo possível.
As carícias dela na cabeça do pau continuavam uma puxada sutil e implacável que ele conseguia sentir puxando ele constantemente mais e mais perto do orgasmo. Ele lutou contra a porra subindo nas bolas conforme os minutos passavam mas não era páreo pras manipulações habilidosas da mãe. Caralho, não é à toa que o pai casou com ela!
Mas conforme finalmente sentiu começando a perder o controle e tendo que admitir derrota, a mãe pareceu sentir isso e desacelerou as carícias antes de passar os dedos pelo pau pra gentilmente brincar com as bolas pesadas dele enquanto o orgasmo diminuía. Depois de um ou dois minutos ela começou levemente acariciando a haste de novo, puxando o prepúcio pra trás e pra frente sobre a cabeça. O toque dela na haste menos sensível significava que ele conseguia segurar mais tempo dessa vez, a sensação dos dedos dela ao redor do pau e a pele deslizando pra cima e pra baixo na cabeça era leve e estimulante mas mesmo assim depois de mais alguns minutos das carícias implacáveis dela as bolas tavam começando a apertar e a porra começando a subir.
Justo quando ele achou que não aguentava mais, ela parou de acariciar e simplesmente passou as pontas dos dedos pela parte de baixo do pau e gentilmente brincou com as bolas de novo. Porra, a mãe tava provocando ele, chegando perto e depois parando. Caralho, isso tava deixando ele louco mas ele amava!
Ela começou gentilmente acariciando a cabeça do pau com os dedos agora, o líquido pré-seminal e a porra cobrindo a cabeça roxa numa camada brilhante. O toque dela era leve e suave conforme gentilmente coaxava o pau em direção ao orgasmo, acariciando e brincando com a coluna de carne dura como se estivesse venerando. Ai meu Deus, o pau dele tava tão duro e as bolas tão cheias que ele sentia que iam explodir se não gozasse logo. Ela começou levemente acariciando a cabeça de novo, o pau dele agora totalmente no poder dela, todos pensamentos de segurar tinham ido embora, o único pensamento era alívio. Com cada carícia leve no pau a porra fervia mais e ele chegava mais perto do orgasmo, agora com certeza ela não ia parar. Ela tinha que fazer ele gozar.
"Aaaaaahhhhh... vou gozaaaaaaar!!"
Ela manteve as carícias puxando o pau em direção a ela. A primeira explosão de porra foi tão violenta que espirrhou no rosto e cabelo dela mas ela mirou o resto mais embaixo, carga após carga após carga de porra espirrando nos peitões nus dela. Ele tinha lido que os franceses chamavam o orgasmo de 'petite mort' ou pequena morte e entendia o porquê agora. O corpo dele ficou tenso da cabeça aos pés e ele mal conseguia focar os olhos conforme o pau convulsionava de novo e de novo. Finalmente o orgasmo diminuiu e ele virou pra olhar pra mãe. Porra tava pingando do rosto lindo dela e os peitos tavam encharcados com listras de esperma que salpicavam as partes superiores e pingavam das partes de baixo.
Ela gentilmente soltou o pau dele e olhou pra baixo pra si mesma antes de olhar pro Rafael.
"Melhor agora?"
Ele acenou com a cabeça sem conseguir falar.
"Bom, vou tomar um banho e ir dormir, boa noite, Rafael." Ela sorriu.
"Noite." ele arranhou.
Ela pegou a camiseta e foi pro quarto.
Ele ficou largado no sofá, o pau finalmente amolecendo, conforme assistia a mãe linda, pelada exceto por uma calcinha, rebolando escada acima pro quarto, a bundinha gostosa balançando conforme andava.
Conforme ela desapareceu da vista ele olhou pro pau meio-duro descansando na coxa, porra pingando na perna. Parecia surreal que alguns minutos atrás a mãe tinha as mãos nele e batido uma punheta. A própria mãe tinha acabado de dar os dois melhores orgasmos que ele já tinha tido na vida. Um deles de peito de fora! Porra! Punheta de peito de fora quando quisesse da mãe linda, gostosa e peituda pelo próximo mês! A vida tinha acabado de ficar muito melhor pra Rafael Santos!
***
Continua!
