Irmãs Wanda e Wanessa: Amigas da Minha Irmã – Parte 3

Um conto erótico de Pietro Ward
Categoria: Heterossexual
Contém 1809 palavras
Data: 12/02/2026 19:54:59

Wanda, por falta de tempo, raramente aparecia. Já, Wanessa, que adorava Duda e minha irmã, passava mais tempo em minha casa do que na própria, quando não estava cuidando do sobrinho. Em uma dessas visitas, ela me abordou:

— Eu sei que você trepou com minha irmã.

Ela deu grande ênfase à palavra “trepou”. Pelo visto, não escondiam nada uma da outra. Respondi de forma propositalmente grosseira:

— Isso não é da sua conta.

E, de fato, não era.

Para minha surpresa, na manhã seguinte, enquanto eu me vestia apressado para uma entrevista de emprego, bateram à porta. Era Wanessa, segurando algumas sacolas.

— Bom dia. E tchau... Estela não está. — falei, tentando encerrar rápido.

— Eu sei que sua irmã foi levar Duda ao pediatra. Vim justamente porque sabia que você estaria sozinho... e é raridade ficarmos sozinhos.

Mostrando que era mais de agir do que falar, ela entrou, soltou as sacolas no chão e empurrou a porta com o calcanhar. Em seguida avançou, me abraçando forte e beijando sofregamente.

— Você está doida? O Ronaldo... — tentei argumentar, sem muita convicção.

— O Rone não precisa saber! — retrucou, com firmeza.

Com a afirmativa, ela avançou sobre mim sem dar tempo de reação. Eu também não tinha intenção de resistir — afinal, apesar de considerar Ronaldo um amigo, o tesão era soberano.

Empurrado, caí sentado no sofá. Wanessa veio por cima, sentando-se nas minhas coxas e atacando minha boca com um beijo intenso. A loira era gulosa: deslizou pelos meus lábios, mordiscou minhas orelhas e percorreu meu pescoço, enquanto suas mãos quase arrancavam os botões da minha camisa.

— Seu cheiro de shampoo... esse... sabonete... que delícia! Você me enlouquece! — murmurou, beijando meu tórax e chupou meus mamilos, causando cócegas e tesão.

Deixei escapar um gemido abafado, e foi então que percebi: Wanessa estava de saia. Sorri ao notar que a safada viera preparada dessa vez.

— Achei que você preferia calças... — provoquei, lembrando suas próprias palavras sobre a deficiência na perna, algo imperceptível e totalmente irrelevante.

— Hoje eu quis te surpreender — respondeu, com um olhar malicioso, enquanto se acomodava ainda mais.

Ela se movia sobre mim com intensidade, cada beijo mais profundo que o anterior. O calor de sua pele, o perfume doce misturado ao ritmo acelerado da respiração, criavam uma atmosfera impossível de resistir.

— Eu esperei por isso... — sussurrou, mordendo meu lábio inferior.

Minhas mãos exploravam suas curvas, sentindo a firmeza de seu corpo e a entrega em cada gesto. Ela arqueava o dorso, gemendo baixinho, como se cada toque fosse uma provocação irresistível. A calcinha estava úmida, arredei como deu e enfiei dos dedos de uma vez na vulva melada. Retirei os dedos e suguei com prazer até limpá-los, depois tornei a mergulhá-los na buceta e dessa vez coloquei na boca dela, que também lambeu e sugou, com um sorriso.

— Safado! — ela me acusou e nem liguei.

O tempo parecia suspenso. O mundo lá fora não existia — apenas nós dois, devorando-nos em beijos e carícias. Wanessa, ousada, guiava meus movimentos, mostrando que gostava de ser dominadora e eu permitia ser subjugado. Ela deslizou sobre meus joelhos e se ajoelhou no chão, abriu o cinto e a braguilha e a ajudei a arriar minha calça e cueca ao mesmo tempo, libertando o colosso teso, levemente curvado para a esquerda. Ela o apertou com força e começou a punhetar devagar, lamber e sugar minhas bolas ferventes. Quando abocanhou o falo até a metade de uma vez, abafei um gemido que, mesmo assim, escapou alto demais. Ela chupava com força e dava bicotas na sucção da saída da glande apertada pelos lábios.

Passou pela minha cabeça que, talvez por dar por prazer e não por dinheiro, o boquete dela era com mais perícia e bem mais gostoso que o da irmã, profissional. Wanda babava todo o cacete, ela lambia e chupava, engolindo a saliva e o líquido pré gozo, deixando-o limpinho e brilhando.

— Por que ele é assim, torto para a esquerda? ­— ela indagou curiosa, punhetando com força.

— Acho que de tanto bater punheta — respondi sinceramente.

— Hummm… — ela alargou o sorriso. — Já bateu alguma me desejando?

— Tantas que até perdi a conta! — afirmei com veemência e sinceridade.

— Sério??! Agora não precisa mais… — ela quase gritou, enquanto se levantava e voltou a montar nas minhas coxas. — Agora você é meu… seu tortinho é meu… e eu sou sua… minha xaninha é sua!

— É uma troca justa. — respondi a puxando com força para mim.

Uma luz de remorso se acendeu ao lembrar do meu amigo, mas não era hora para sentir nada além de tesão e prazer. Foi a vez de Wanessa arredar a própria calcinha, para dar passagem ao meu pau limpo, que ela guiou com a outra mão. O toque da glande inchada nos grandes lábios me arrancou um gemido, que aumentou proporcionalmente quando ela desceu o peso com destreza e a buceta encharcada agasalhou com valentia de uma só vez todo meu tarugo de carne pulsante. O calor úmido abraçou meu caralho e os músculos da buceta pareciam querer mastigá-lo, me incutindo um prazer indescritível.

A loira começou a subir e descer, sugando a tora por completo e permitindo ela quase sair de novo. Seu olhar era malicioso, mas logo desaparecia quando ela me beijava e meu rosto desaparecia nos seus cabelos fartos. Ela pressionava e esfregava o corpo contra o meu e comecei a lamber e chupar os seios fartos e firmes, mordiscando levemente os mamilos duros.

A tensão crescia e os gemidos mútuos brotavam abafados. Logo Wanessa levou a mão direita ao clítoris, esfregando-o com força e rapidez. Daí a nada começou a estremecer convulsivamente e falar palavrões, anunciando que estava gozando copiosamente. Com meu mastro atolado até as bolas, a apertei com força contra meu peito e fiquei segurando, enquanto sentia as paredes macias da buceta apertando e os espasmos do corpo iam diminuindo.

— Mulher, que delícia de orgasmo! — comentei, realmente admirado.

— Isso é só o começo, meu amor! — ela respondeu com o habitual sorriso safado.

Para que minha amante descansasse, fiz com que ficasse ajoelhada no sofá, segurando com ambas as mãos no encosto. Foi minha vez de ajoelhar no chão, levantar sua saia curta até as costas e tirar a calcinha vermelha, jogando-a debaixo do sofá. Comecei a lamber o líquido que escorria no interior das coxas grossas, causando novos tremores e ruídos. A visão da buceta encharcada com os grandes lábios entreabertos, o rosa contrastando com o cuzinho escuro, entre as nádegas fartas era surreal. Me afastei um pouco para admirar a visão, e comentei:

— Esquecemos a camisinha!

— Eu não me esqueci, apenas não quis usar — ela confessou. — Eu sou saudável e você também, quis sentir sua tora torta no pelo mesmo. Tomo anticoncepcional e…

A frase foi interrompida e substituída por gemidos, quando caí de boca na buceta suculenta, esfregando a língua, chupando e sorvendo, revesando entre a fenda, clítoris e cuzinho. Chupar bucetas é uma das minhas paixões e sempre que o faço, meu pau começa a latejar, acelerando a aproximação do orgasmo. Sentindo que logo gozaria, levantei-me e, após algumas pinceladas da glande nos lábios avantajados, enfiei o tarugo até o talo de uma estocada. Wanessa soltou um gritinho de prazer e comecei a bombar com força e rapidez, segurando firme ora na cintura fina ora nos cabelos fartos, como rédeas para dominar a potranca.

— As-assim v-vou go-gozarrr de novo… — ela dizia, de forma entrecortada das sacudidas violentas.

— G-goza, m-meu amor… m-as qu-quero esse c-cú lindo t-ambém!

— É s-seu, se trat-tá-lo com ca-carinho.

Quase não acreditei no que acabara de ouvir, pois cobiçava o buraquinho desde que minha língua o tocou. Como Wanda, mesmo sendo garota de programa, não quis liberar o dela, temi que a irmã fizesse o mesmo. Mas que sorte a minha!

Cada gesto, cada solavanco, nos levava mais fundo naquela entrega e, temendo gozar logo, tirei o pau da gruta molhada e comecei a trabalhar o cuzinho com os dedos e a língua. O sofá se tornava palco da peleja e tanto rangia quanto batia na parede com baques surdos. A menina voltou a dedilhar o clítoris

Tornei a me levantar e apontei o pau pulsante para o buraco apertado. Wanessa afundou o rosto em uma almofada e arregaçou as nádegas com as próprias mãos, ajudando na penetração. Com o auxílio do polegar, apertei a glande para dentro. Bem lubrificadas, as pregas cederam e entrou a cabeça. Ouvi entre gemidos que “estava doendo, mas gostoso”. Empurrei mais cerca de dois centímetros e parei, dando um tempo para o orifício se acostumar com o invasor e relaxar. Senti um relaxamento e empurrei mais um pouco; Wanessa gemia e dava gritinhos enquanto voltava a esfregar o relo inchado, relaxando totalmente e aceitando meu cacete. As piscadas do cu eram mais fortes que os espasmos da buceta e logo senti o gozo se aproximando.

A loira gozava pela segunda vez e juntou as pernas num arranco, fazendo meu colosso escorregar para fora. Segurei as ancas em convulsão e daquela vez o pau entrou facilmente. Wanessa gemia, estremecia, xingava e gozava. Com uma das mão na cintura e outra nos cabelos, reiniciei o movimento de vai e vem. Meu pau ardia, como se estivesse sendo esfolado, e numa última e vigorosa estocada, mantive todo lá dentro. Logo a porra começou a jorrar com abundância, me levando ao paraíso e outros lugares que nem sei dizer.

Depois dos gemidos e espasmos cessarem, senti as pernas bambas e abracei minha amante por trás, erguendo-a da poltrona e me sentando, com ela no colo. Com o movimento o pau escapou do cuzinho e Wanessa percebeu um filete de sangue no meu pau, que começava a desinflar. Passamos para o tapete e deitamos de conchinha, esperando as respirações se acalmarem e o suor secar. O cheiro de sexo impregnava toda a sala. A moça virou o rosto e beijou meus lábios. Perguntei se estava tudo bem e ela disse que ardia um pouco, mas logo passaria.

— Eu não estava brincando quando disse que tudo em você é meu e tudo em mim é seu.

— Eu amei tudo que ganhei hoje. — Retruquei, com a imagem do meu amigo na cabeça e um princípio de remorso.

— Você não se livrará de mim, meu tortinho gostoso.

Sorri e tomei dela a calcinha vermelha que tinha puxado com o pé de debaixo do sofá, cheirei-a longamente e disse:

— Essa é minha, guardarei de lembrança.

Ela sorriu também e se aninhou em meus braços, fazendo planos para nos reencontrarmos a noite.

Não houve espaço para dúvidas ou arrependimentos. O que começou como um impulso proibido se transformou em uma explosão de prazeres, gravada na memória como uma experiência única e fadada a se repetir. E ali, entre o silêncio cúmplice e os corpos entrelaçados, percebi que aquele capítulo não seria o último — apenas a sequência de uma história marcada por tesão e segredos.

CONTINUA…

pietroward@gmail.com

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