Rafael passou o resto do dia num transe, os remédios pra dor deixavam ele grogue e cochilava de vez em quando, mas os sonhos eram todos iguais: a mãe pelada, o pau dele explodindo nos peitos dela, aquela expressão de choque no rosto dela. Pior que tudo era a mágoa que ele viu nos olhos dela, o jeito que ela nem conseguiu olhar pra ele no café. Ele ficava imaginando como ela tava, e a culpa comia ele por dentro. Porra, ele tinha transformado a própria mãe em objeto de punheta. Que merda de filho ele era?
Ele acordou cedo, muito antes do normal, sem conseguir mais dormir. Ela ia chegar em algumas horas e ele não fazia ideia do que esperar. A mãe quase nunca perdia a paciência, mas quando perdia... era melhor sair da frente. Parte dele até preferia que ela gritasse, xingasse, qualquer coisa menos aquele silêncio doloroso de antes dela sair pro trabalho.
Lá pelas seis da tarde ele ouviu o carro dela na garagem. Mais tarde que o normal, mas pelo menos chegou. Ele esperou no quarto, achando que ela ia chamar ele pra descer, mas só ouviu armários abrindo e fechando na cozinha. Depois de alguns minutos ele se encheu de coragem, fechou o roupão e desceu.
Encontrou ela na sala de jantar, ainda de uniforme, tomando vinho numa taça grande. Porra, ela nunca bebia tão cedo. E quando ele chegou perto viu que os olhos estavam vermelhos, inchados. Ela tinha chorado.
"Mãe, tá tudo bem? Você demorou, fiquei preocupado."
"Tô sim, filho. Parei num boteco no caminho."
"Num bar? Achei que era só sexta que você saía com as meninas do trabalho."
"Não tava com as meninas. Tava sozinha. Precisava pensar."
Ele puxou uma cadeira e sentou. Nunca tinha visto ela tão pra baixo.
"Mãe, sobre hoje de manhã, desculpa. Eu tentei me segurar mas—"
"Não, Rafael. Você não tem que pedir desculpa. Eu que sou a adulta aqui. Eu que deixei aquilo acontecer." Ela tomou mais um gole, um gole grande. "O que aconteceu hoje... não pode acontecer entre mãe e filho. Não acredito que fui tão idiota."
"Mãe, foi um acidente—"
"Mães não entram peladas no chuveiro com o filho, Rafael!" A voz dela ficou mais alta, tensa. "Se alguém descobre o que a gente fez... eu perco o emprego. Posso até ser presa. E nem é isso o pior. O pior é que é errado, entende? Errado pra caralho. E eu deixei acontecer."
"Mãe..."
"Desculpa, filho. Te decepcionei. Essa ideia de cuidar de você em casa... parecia tão boa, mas eu não pensei direito aonde ia dar. Então decidi... vou te internar de volta. No hospital você vai ter assistência profissional até seus pulsos sararem."
"Mãe, não! Cê não tá falando sério."
"Tô sim. Devia ter feito isso desde o começo."
"E as contas? Você sabe que tá tudo apertado desde que o pai morreu."
"A gente se vira. Sua saúde é mais importante."
"Não é minha saúde física que tá em jogo, é? É outra coisa." Ele respirou fundo. "Olha, mãe, você trabalha num hospital. Com certeza já rolou... acidentes com outros pacientes quando você tá dando banho, não?"
Ela franziu a testa. "O que você quer dizer?"
"Tipo o que aconteceu comigo hoje. Não posso ser o primeiro cara que... que perdeu o controle quando você tava lavando ele."
"Pode ser, mas você é meu filho, Rafael!"
"Mas você também é enfermeira. Se eu fosse um paciente qualquer você não taria se martirizando assim."
"Eu não entro pelada no chuveiro com meus pacientes!"
Ele sentiu uma pontada de tesão com a imagem mas se forçou a continuar. "Aquela foi ideia minha, lembra? Você só tava tentando ser prática. E eu tive um acidente. Como deve rolar direto no hospital."
"Não sei que filme você acha que eu vivo, Rafael, mas hospital não é pornô."
Ela quase sorriu dizendo isso. Era a primeira vez desde que tinha chegado. O vinho tava fazendo efeito.
"Eu sei disso!" ele fingiu indignação, tentando arrancar outro sorriso.
Ela deu uma risadinha fraca antes de voltar a ficar séria.
"Rafael, não posso continuar assim. Isso pode destruir a gente. E você é importante demais pra mim."
"Como é que pode destruir qualquer coisa? Eu te amo, mãe. Você é tudo pra mim. Sempre vai ser. O que rolou não muda nada." Ele se inclinou pra frente. "Esses últimos dias aqui com você... nunca me senti tão próximo. Me fez perceber o quanto você é importante. Por favor, não me afasta por causa de um acidente."
"Não quero te afastar. Você é tudo que eu tenho. Só sinto que falhei com você."
"Você nunca falhou. Vamos tentar de novo? Prometo que vou me controlar melhor."
"Não é sua culpa, meu filho. Você tem dezoito anos, é normal ficar... assim. Eu entendo. Já fui jovem também, sabia?" Outro sorrisinho.
"Você ainda é jovem! Lembra daquela vez que a gente foi comer hambúrguer e a garçonete achou que a gente tava num encontro?"
"Ela só queria gorjeta maior."
"Que nada! As pessoas veem a gente junto e acham que somos... sei lá, irmãos!" Ele quase disse namorados, mas segurou.
"Você é igualzinho seu pai. Charmoso, persuasivo..." Ela passou a mão no ombro dele, apertou de leve. "Tá bom. A gente tenta de novo. Mas se rolar qualquer coisa estranha—"
"Não vai rolar, prometo. Agora deixa eu fazer companhia enquanto você faz o jantar?"
"Beleza."
Ela subiu pra trocar de roupa. Quando voltou tava com uma das camisetas velhas do pai, mas dessa vez tinha colocado legging e ainda tava de sutiã. Rafael não ligou. Depois de ter gozado nela de manhã, e com toda a culpa que sentia, o pau dele finalmente deu uma trégua. Ele relaxou enquanto ela servia mais vinho e conversavam na cozinha.
"O Dr. Oliveira me chamou pra fazer parte do novo centro de planejamento familiar do hospital. Se conseguirem aprovar a verba, eu vou ser gerente assistente."
"Sério? Que foda, mãe! Tô muito orgulhoso."
Conforme ela tomava mais vinho, a tensão foi embora. Eles jantaram conversando, rindo, e depois assistiram um filme antigo que já tinham visto — um policial com o Humphrey Bogart — mas tava valendo só pela companhia.
***
Na manhã seguinte as coisas estavam meio tensas no banheiro. Alison botou um roupão por cima da camisola e Rafael fez força pra pensar em coisas não-sexuais. Funcionou meio termo: ele ficou meio-duro quando ela lavou o pau, mas conseguiu controlar antes de explodir.
Ao longo da semana seguinte ela foi relaxando. O roupão era quente demais pro banheiro cheio de vapor, então ela parou de usar. De novo aqueles peitões balançando no decote da camisola, de novo ele babando. Mas ela sempre usava a luva de esponja agora, e quando chegava no pau duro dela de manhã, tratava aquilo como uma bomba prestes a explodir — todo cuidado era pouco.
À noite ela voltou a usar só a camiseta do pai, sem sutiã, sem legging. Conforto acima de tudo.
E foi aí que o inferno de Rafael recomeçou.
Aquele orgasmo acidental tinha aliviado as bolas, mas não tinha resolvido porra nenhuma. Foi tipo... um orgasmo arruinado. Ele tinha gozado, mas não tinha sentido o alívio de verdade. E agora, vendo a mãe de novo toda gostosa, solta, os peitos chacoalhando dentro da camiseta fina, o pau dele voltou com força total.
Voltou e não saiu mais.
Todo santo dia ele acordava de pau duro. Todo santo dia ela lavava ele com aquele toque delicado. Todo santo dia ele passava o resto do tempo andando pela casa de roupão aberto, o pau apontando pro teto, as bolas pesando que nem pedras. A mãe via, mas não ligava mais.
"É normal, filho. Não fica com vergonha."
Vergonha? Ele tava era enlouquecendo.
***
Essa manhã a mãe tava animadíssima. A clínica nova tava quase saindo do papel e a promoção dela era questão de tempo. Ela acordou ele usando uma camisola branca de seda, tão fina que dava pra ver o contorno das aréolas através do tecido. Os peitos balançavam soltos, livres, magníficos.
"Porra, quanto mais disso eu aguento?" ele gemeu sozinho depois que ela saiu.
Até a lavagem delicada dela, aquela esponja macia roçando no pau latejando e nas bolas inchadas, era tortura pura.
Depois que ela foi trabalhar ele tentou dormir mas não conseguiu. A imagem dos peitos dela não saía da cabeça. Desistiu, levantou, ficou andando pela casa de roupão aberto esperando ela voltar.
Ele até pensou: "Será que não é melhor voltar pro hospital?"
Tinha uma enfermeirinha lá, bonitinha, moreninha, meio tímida mas sempre dava aquele sorrisinho pra ele. Será que ela... será que se ele desse em cima...
O pau dele deu um pulo só de imaginar a mãozinha delicada dela envolta no pauzão duro. Ele gemeu alto, sozinho no corredor.
Foi quando passou pela porta do quarto da mãe. E viu.
Vermelho. Renda. No chão.
Ele entrou. Era o sutiã dela. Ela devia ter tirado na noite passada e esquecido de jogar no cesto.
Tinha algo obscenamente erótico naquela peça largada ali. Ele enfiou o pé por baixo da alça, levantou, deixou cair na cama. Se abaixou pra ver a etiqueta.
**44GG.**
"Caralho..."
Ele pegou a alça com os dentes, levantou. O sutiã ficou pendurado na frente do rosto dele, os bojos enormes balançando. A cabeça do pau dele roçou no interior de um dos bojos.
"Porra... os peitos dela tavam aqui tem algumas horas..."
O pau latejou. Uma gota grossa de líquido pré-seminal escorreu, manchou o tecido vermelho.
Ele esfregou o pau de leve contra o bojo, gemendo baixinho. Depois soltou dos dentes — mas a alça ficou presa na base do pau, e o sutiã ficou ali pendurado, ridículo, obsceno, perfeito.
Ele olhou pro espelho do corredor enquanto ia pro quarto. O reflexo era surreal: ele pelado, pau duro apontando pra cima, o sutiã vermelho de renda da mãe pendurado que nem um enfeite de Natal pornográfico.
Sentou na frente do notebook. Segurou um lápis nos dentes, começou a digitar no teclado, letra por letra, devagar.
**Juliana Paes medidas**
Os resultados apareceram. Ele foi rolando com o lápis no touchpad.
"Porra... 44GG também."
Abriu várias fotos da atriz. Morena, linda, peitões fartos, corpo violão.
Igualzinha à mãe.
Ele ficou ali, o sutiã da mãe pendurado no pau, olhando fotos de uma mulher que podia ser a mãe dele, e percebeu uma coisa:
Ele tava completamente, irremediavelmente, fodidamente perdido.
Porra, ele daria qualquer coisa agora pra ter as mãos funcionando, poder enrolar o sutiã de seda da mãe no pau e bater uma olhando as imagens na tela, imaginando que eram os peitos da mãe. Mas não. Ele só ficou ali sentado na frustração, o olho maligno do pau encarando ele de volta enquanto pulsava contra a barriga.
Olhou pro relógio. Merda, ela ia chegar logo e encontrar ele andando por aí com o sutiã dela pendurado no pau e foto de uma sósia da mãe no notebook ia ser difícil de explicar. Ele saiu pro corredor e se inclinou no corrimão pra ver se ouvia alguma coisa, mas a casa tava em silêncio.
Virou pra voltar pro quarto e quando virou a cabeça do pau bateu no balaústre de madeira. O pau tava tão duro que a sensação até foi boa. Até uma dorzinha era melhor que aquela dor surda permanente que ele sentia nos últimos dias. Ele balançou o quadril e bateu o pau no poste de madeira de novo.
*Toc!*
Caralho, o pau doía tanto que qualquer sensação era melhor que nada, então ele fez de novo, mais forte dessa vez.
*Toc!*
Conforme balançava o pau ele conseguia sentir o material macio do sutiã da mãe balançando contra as bolas pesadas penduradas e as pernas. Ele repetiu o processo balançando o pau mais forte e mais rápido.
*TOC TOC TOC!*
O contraste da madeira dura e inflexível do corrimão contra o pau duro e o tecido macio de renda roçando nas bolas tava deixando ele louco. Porra, mais alguns minutos disso e ele ia gozar de verdade! Ele continuou batendo o pau contra a madeira mais forte e mais rápido, líquido pré-seminal melando a madeira, e imaginou a porra dele espirrando por cima do corrimão, espirrando conforme batia o pau na madeira e respingando no corredor nas escadas e no hall embaixo. Ele sabia que com a quantidade de porra que tinha armazenada agora ia ser uma bagunça do caralho, mas no momento não tava nem aí, ia dizer pra mãe que teve um acidente. Ele pensou na mãe tendo que limpar os jatos grossos de porra do corrimão e do chão e o pau dele deu outro solavanco, ele imaginou os peitões dela balançando conforme esfregava a porra do carpete e o pau latejou, um fio de líquido pré-seminal espirrando contra a madeira. Merda, ele tava quase lá.
*TOC TOC TOC TOC...*
"Cheguei, querido!"
PUTA MERDA!! Ele tinha ficado tão envolvido na punheta improvisada que não ouviu ela chegar. Ele olhou pro pau, segundos de gozar, um fio de líquido pré-seminal conectado ao balaústre de madeira, duro pra caralho e agora roxo da surra que tinha acabado de levar, com o sutiã da mãe balançando embaixo.
Merda, se ela tivesse chegado alguns minutos mais tarde ele teria gozado! Do jeito que tava ela ia subir pra trocar de roupa num instante, então ele correu pro quarto dela, balançou os quadris tentando soltar o sutiã do pau balançando de um lado pro outro mas sem sucesso, então tentou enganchar o dedo do pé na alça pendurada e puxar pra baixo enquanto equilibrava no outro pé. Conforme puxava o sutiã pra baixo com uma alça a outra puxou o pau pra baixo até finalmente a alça se soltar e o pau bater de volta na barriga. Ele cutucou o sutiã de volta mais ou menos onde tinha encontrado e torceu pra ela não perceber as manchas de líquido pré-seminal antes de voltar pro próprio quarto pra fechar as janelas do navegador com as imagens de Juliana Paes. Ele conseguia ouvir a mãe subindo pro quarto pra trocar do uniforme e não ouviu nenhuma reação então imaginou que tinha se safado.
"Rafael, tá acordado?"
"Tô sim, mãe."
"Beleza, vou começar a cozinhar logo, tem aquele filme de terror mixuruca que você queria ver daqui a uma hora, vai descer pra fazer companhia?"
Ela parecia de muito bom humor hoje e ele queria ver ela mas no momento tudo em que conseguia pensar era no pau que doía e tava pingando líquido pré-seminal na barriga definida.
"Claro, mãe, desço já já."
Ele tentou se limpar com o roupão o melhor que podia, não tinha chance nenhuma do pau amolecer tão cedo então desceu tentando manter escondido embaixo do roupão o melhor que conseguia. A mãe tava se mexendo pela cozinha com uma música tocando no rádio.
"Oi, querido, como tá se sentindo hoje?"
"De boa, mãe, e seu dia?"
"Muito bom, valeu. O Dr. Oliveira tem um grande evento de arrecadação marcado pro mês que vem e se der certo a clínica nova vai ser aprovada."
"Que massa!"
Ele tentou prestar atenção na conversa mas tudo que conseguia notar era a camiseta dela, ela tava usando uma preta do Led Zeppelin que era particularmente pequena e grudava nas curvas. Os peitos sem sutiã chacoalhavam e balançavam e a camiseta mal cobria a bunda quando ela se abaixava.
Porra, quanto mais disso ele aguentava? O pau tava desafiando qualquer tentativa de manter escondido então ele simplesmente deixou apontando ao ar livre.
"Que se foda, se ela vai ficar andando meio pelada assim então que aguente eu de pau duro" ele pensou.
O pau tava que nem uma barra de ferro, a cabeça roxa escura e brilhante enquanto as bolas pareciam pesar uma tonelada. Só ter o ar frio do ar-condicionado no pau já aliviava um pouco. A mãe parecia alheia à excitação dele e continuava normal.
Eles comeram e se acomodaram pra assistir o filme, era uma continuação do que tinham visto semana passada e os produtores tinham decidido aumentar a quantidade de minas peladas pra compensar a falta de roteiro ou atuação. A mãe se aconchegou em Rafael e tomou o vinho conforme o filme começava. O filme tinha mal cinco minutos e a primeira atriz já tava correndo pelada por aí e Rafael enfrentava a agonia de mais 90 minutos com a combinação de um monte de minas peladas na TV, uma mãe linda e seminua enroscada do lado dele e um pau dolorido e roxo pra fazer companhia. Ele conseguiu manter o pau coberto com o roupão quando sentou, decidiu que se exibir mais só ia adicionar ao desconforto. Conforme a mãe começava a segunda taça de vinho ela definitivamente começava a relaxar.
"Sério, Rafael, não acredito que esse filme é ainda pior que o último. Acho que você só tá assistindo isso pelas minas peladas!" ela tomou um gole do vinho antes de adicionar "Isso se você consegue ver elas de trás dessa barraca de circo que você tá armando aí!" dando uma olhada no roupão dele.
Ele não sabia mais como reagir aos comentários safadinhos dela, depois dela ter surtado com o incidente do chuveiro ele tomava cuidado pra não forçar a barra demais, mas uma semana e algumas taças de vinho depois parecia que ela tinha finalmente relaxado, então ele decidiu brincar junto.
"Acho que é o que chamam de ovação de pé, mãe."
"Muito engraçadinho!" ela o repreendeu se inclinando pra colocar a taça na mesinha de centro e abrindo o roupão dele sem querer ao fazer isso.
Ela olhou pro pau dele antes de olhar mais de perto.
"Rafael, que marcas são essas no seu pau?"
"Ah... nada não, mãe. Não é nada" ele tentou fechar o roupão mas os braços enfaixados permitiam pouco movimento e o instinto de enfermeira dela já tinha assumido o controle.
"Deixa eu ver, Rafael, parece que você se machucou!"
Ela olhou mais de perto antes de delicadamente levantar o pênis dele pra longe da barriga com o dedo e polegar pra poder examinar completamente.
"Você definitivamente tem uns roxos, Rafael, o que aconteceu, você caiu enquanto eu tava fora?"
"Ééé... tipo isso, mãe, não é nada sério. Tá perdendo o filme."
"O que aconteceu, você se machucou em algum outro lugar?"
"Ééé não, só aí embaixo."
"Bom, deixa eu te examinar caso você tenha feito algum estrago. Por que você não me ligou ou pelo menos me contou quando cheguei?"
"Não é grande coisa, mãe, sério."
Ela ainda tava segurando o pau dele e gentilmente puxou o prepúcio pra trás pra poder examinar a glande antes de se satisfazer que não tinha dano sério e soltar o pau.
"Você machucou as bolas?"
"Não, tão de boa mesmo."
"Tem certeza? Não adianta ficar com vergonha se você se machucou."
"Sério, mãe."
"Tá sentindo alguma dor ou desconforto nelas?"
"Ééé... não, na real não." Tirando o pior caso de bola azul da história ele pensou.
"Bom, se tiver algum desconforto acho que você deveria me deixar verificar, a não ser que você queira que eu te leve pro pronto-socorro?"
"Sério, mãe, tenho certeza que tô bem. Quer dizer, elas só doem um pouquinho."
"Vai me deixar verificar ou a gente vai pro hospital?"
"Beleza, pode ser."
Alison esticou o braço e gentilmente levantou as bolas grandes e pesadas dele uma de cada vez na mão, os dedos delicadamente sentindo por qualquer dano. As bolas dele eram do tamanho de ovos de pata normalmente, no estado atual dele estavam ainda maiores e mais pesadas, cada uma enchendo a palma da mão dela.
"Elas parecem meio inchadas, elas são sempre desse, ééé... tamanho?"
É, quando tão com um litro de porra engarrafada nelas ele pensou, "É, mais ou menos, mãe."
Depois de alguns minutos de cutucação gentil ela pareceu satisfeita.
"Bom, parecem estar bem. Agora conta o que aconteceu." Com isso ela mutou a TV com o controle e esperou por uma explicação.
Ele ficou vermelho e tentou pensar numa explicação convincente mas o que ele podia dizer, que caiu e caiu em cima do pau? No final ele relutantemente contou a verdade, deixando de fora o detalhe sobre o sutiã dela e Juliana Paes.
"O que você tava pensando, Rafael? Você podia ter se machucado sério fazendo isso!"
"Desculpa, mãe, eu só fico tão... sabe... frustrado, e eu só queria fazer a dor ir embora."
"Ai, Rafael, eu sei que deve ser difícil, quer dizer... complicado." corando ao perceber a escolha infeliz de palavras.
"Você acertou da primeira vez," ele pensou "agora eu podia martelar um prego com ele!"
"Se ao menos a Débora ainda tivesse por perto." ela suspirou.
Débora era uma garota que ele ficou por algumas semanas antes da viagem de surfe. Ele conheceu ela quando ela era garçonete numa lanchonete local e ficou impressionado com duas coisas, o charme e personalidade dela, e os peitões enormes! Depois de alguns encontros eles tinham ficado no carro dele e ela deixou ele pôr as mãos nos peitos. Ela tinha o par maior que ele já tinha apalpado, e depois de mais alguns encontros ela deixou ele tirar a blusa e chupar os peitos. Ela esfregou o pau dele por cima da calça enquanto ele fazia isso por alguns encontros antes de finalmente tirar pra fora e bater uma punheta. Nessa altura ele tava tão excitado que quando gozou esporrou mais ou menos meio litro de porra nos peitos e saia dela e ela pirou. Ele viu ela mais algumas vezes depois disso mas ela tava irredutível que não ia deixar ele comer ela porque tava preocupada que o pau dele era grande demais e ia doer e vendo quanta porra ele gozava um boquete também tava fora de questão. Ela bateu mais algumas punhetas desde que ele comprasse roupas novas pra repor as que ele estragava mas nessa altura ele tava começando a ficar entediado com ela e terminou. Nesse momento ele daria quase qualquer coisa por uma daquelas punhetas dela, mas depois que ele terminou com ela ela começou a sair com outro cara e deixou claro que tava dando pra ele. Não era surpresa, considerando que o cara era mal dotado pelo que Rafael tinha ouvido.
O pau dele deu um solavanco e pingou líquido pré-seminal conforme ele lembrou da visão dos peitos da Débora e a sensação da mão dela no pau. Na época ela tinha os melhores peitos que ele já tinha visto, mas isso foi antes de ver os da mãe, claro.
A mãe tinha dito algo mas ele não ouviu.
"Desculpa, o que foi, mãe?"
"Eu disse que é melhor eu passar uma pomada antisséptica nesses arranhões, não quero que infeccionem."
"Ééé... beleza."
Com isso ela pegou a taça de vinho e se levantou voltando alguns momentos depois com um tubo de pomada, umas luvas de borracha e a taça cheia de novo. Ela colocou as luvas antes de gentilmente espremer um pouco da pomada grossa e branca no pau dele. A pomada fria era calmante no pau conforme ela recolocou a tampa no tubo antes de gentilmente espalhar a pomada no prepúcio. Ela segurou o pau pela haste com a mão esquerda levantando pra longe da barriga pra poder aplicar a pomada uniformemente ao redor da cabeça do pau com a mão direita. Os dedos dela, até através das luvas de borracha, eram maravilhosos e conforme ela gentilmente puxava a pele pra trás sobre a cabeça enorme e dura do pau e espalhava a pomada na glande o pau dele tava que nem uma barra de ferro. Depois que ela ficou satisfeita que tinha coberto todos os roxos ela soltou o pau.
"Pronto, isso deve ajudar a aliviar os roxos."
Ele discretamente olhou pros peitos dela e ficou surpreso de ver que os mamilos dela tavam saltados através da camiseta conforme ela removia as luvas antes de tomar um gole grande do vinho.
Ela ligou o som da TV de volta conforme no filme um casal jovem se pegava no banco de trás de um carro. A garota era uma loira peituda e inevitavelmente tava de peito de fora e o pau de Rafael deu um solavanco, líquido pré-seminal misturando com a pomada que a mãe tinha aplicado. Meu Deus ele tava enlouquecendo, como ele podia sobreviver mais um dia, muito menos mais um mês assim? Ele tava pirando!
"Desculpa, filho, infelizmente esse é um problema que não posso ajudar. Você só vai ter que tentar pensar em outras coisas pelas próximas semanas. Agora me promete que não vai tentar fazer nada burro tipo hoje."
Ele murmurou algo e ela respondeu, "O que você disse?"
"Eu disse que nesse momento eu comeria até um ninho de marimbondos de tão tarado que tô." ele soltou.
"Rafael!"
"Desculpa, mãe, não quis xingar, mas tá me deixando louco. Tipo, eu não consegui fazer nada por quase um mês agora e o único alívio que tive foi, bom você sabe, semana passada no chuveiro."
"Aquilo foi um acidente e eu não quero discutir. É algo que nunca pode acontecer de novo."
"Eu queria que acontecesse." ele murmurou.
"O que você disse?"
"Só quis dizer que tô enlouquecendo, semana passada foi a primeira vez que tive uma noite boa de sono ou consegui pensar em qualquer coisa além de, você sabe, ficar tarado."
"Rafael, você não tá falando sério? Eu sou sua mãe, pelo amor de Deus!"
"Eu sei que é, mãe, mas não sei o que mais fazer. Tipo, a Débora não vai voltar e todos meus amigos tão fora no colégio interno."
"Você deve conhecer alguém, com certeza?"
"Mãe, eu só volto aqui nas férias, e a gente se mudou pra cá tem menos de um ano. A Débora é a única garota que conheci aqui e agora ela não mijaria, quer dizer cuspiria em mim se eu tivesse pegando fogo. Você é a única mulher que eu conheço."
"Bom, desculpa mas eu sou sua mãe, Rafael, não posso cuidar de... disso pra você!" ela gesticulou pro pau duro dele.
"Mas se fosse uma perna torcida você massagearia pra mim."
"Não é uma perna torcida, Rafael!"
"Mas dói pra caralho, mãe."
"Rafael, eu não vou te masturbar! O que você tá falando é incesto!"
"Não tô pedindo pra fazer sexo, mãe! Só que foi tão bom semana passada depois do chuveiro, e... bom..." ele parou.
"E você gostaria que eu te masturbasse? É isso?"
Ele ficou em silêncio sentindo a raiva dela.
"Rafael, isso não é algo que mãe e filho deveriam nem estar conversando quanto mais fazer! Nunca! O que aconteceu semana passada foi um acidente e eu me culpo, mas se você acha que significa que eu vou... fazer aquilo pra você de novo, você tá errado. Desculpa, Rafael, eu te amo e faria qualquer coisa por você mas isso é doentio e errado e não acredito que você tá me pedindo isso."
Com isso ela virou a taça e foi pra cozinha voltando alguns minutos depois com outra. Ela voltou e se jogou do lado dele encarando a TV com raiva, até na raiva dela ele não conseguia evitar pensar em como ela era linda e admirar os peitos conforme chacoalhavam e balançavam embaixo da camiseta. O pau dele continuou duro apesar da raiva dela e agora ele tinha o dilema de uma mãe puta da vida e um pau duro. Merda, e agora? Mais um mês de pau duro, bolas azuis e uma mãe que achava que ele era um pervertido doente.
A mãe encarou a TV e, apesar de não dizer nada, ele conseguia sentir a raiva dela irradiando em direção a ele e se odiou por ser tão grosso.
"Mãe... desculpa, por favor não fica brava comigo. Não sei o que deu em mim, eu só fico tão... frustrado às vezes. Não quis te chatear."
Ela conseguia ouvir a mágoa genuína na voz dele, o coração dela derreteu e ela sentiu a raiva ir embora.
"Não tô brava com você, Rafael. Tô fazendo o melhor pra te ajudar e eu sei que é difícil pra você, mas se alguém soubesse o que a gente tava discutindo, ou o que aconteceu no chuveiro, ou até visse a gente sentado aqui assim com seu negócio pra fora desse jeito... eu provavelmente iria presa e você iria pro abrigo."
"Ninguém vai saber, o que acontece entre a gente aqui é privado e não vou contar pra ninguém."
"Mas ainda assim não torna certo, Rafael, somos mãe e filho não marido e mulher, e tô preocupada que se não tomarmos cuidado vamos destruir nosso relacionamento." ela parou pra tomar um gole de vinho antes de continuar baixinho, "Você é tudo que tenho, Rafael, depois que seu pai morreu tinha manhãs que eu me perguntava qual era o sentido de continuar, e então pensava em você e isso me dava força pra continuar. Não posso arriscar te perder, Rafael."
"Mãe, não sabia, por que você não disse nada?"
"Você já tinha coisa suficiente pra lidar, perder seu pai e começar na faculdade, não podia te sobrecarregar com meus problemas. Além disso, só saber que você tava lá era o suficiente."
"Sempre vou estar aqui pra você, mãe, pra sempre. Te amo mais que tudo e nada nunca vai mudar isso."
"Ai, Rafael."
Ela colocou os braços ao redor dele e abraçou, os olhos úmidos de lágrimas. Rafael ficou chocado com a revelação da mãe e desejou poder ajudar ela mais, ao mesmo tempo não conseguia ignorar o par enorme de seios esmagando contra ele através da camiseta fina. Ele amava a mãe mais que tudo mas não conseguia evitar o fato de que ela tinha corpo de capa de revista e aquele corpo tava pressionado contra ele. O pau dele deu outro solavanco e mais líquido pré-seminal escorreu pra misturar com a pomada.
"Sempre vou ser seu filho, mãe, e sempre vou te amar. Nunca se preocupa em me perder."
"Obrigada, Rafael," ela sorriu pra ele e voltaram a assistir o filme, a mãe ficou em silêncio e parecia perdida em pensamento.
Depois de um tempo ele perguntou "Tá tudo bem, mãe?"
"Hum? Tô sim, filho. Só tava pensando."
"Pode falar."
Ela riu, "Bom, tava pensando se eu podia contratar uma... nem sei o termo, garota de programa? Mas não sei por onde começar, e além disso não sei se elas atendem garotos de 18 anos."
"Mãe, você não precisa fazer isso," o pensamento da mãe contratando uma prostituta pra ele o deixou constrangido e além disso ele sabia que ela não podia pagar.
"Até pensei se tinha alguma das minhas amigas que poderia... te ajudar. A Jéssica terminou com o namorado tem um tempo."
Jéssica era uma enfermeira júnior e uma das amigas da mãe do hospital. Ele tinha conhecido ela algumas vezes, ela era uma loirinha bonitinha dos vinte e poucos anos que lembrava uma atriz de comédia romântica e ele sempre achou ela gostosa.
"Mas não posso exatamente só ligar pra ela e falar 'Quer vir aqui depois do trabalho e bater uma pro meu filho?'"
O vocabulário da mãe tava definitivamente ficando mais colorido conforme o vinho a soltava. A imagem da Jéssica acariciando o pau dele antes dele cobrir o rostinho bonito dela com uma carga enorme de porra passou pela cabeça dele e o pau deu um solavanco demente pingando mais líquido pré-seminal.
A mãe pareceu notar e disse, "Ainda tá doendo?" olhando pro pau dele. Levou um momento pra ele perceber que ela tava se referindo aos roxos.
"Um pouquinho."
"Quer que eu passe mais pomada?"
O pau dele deu outro solavanco. "Ééé... é, seria legal, mãe."
Ele não achava que a pomada ia fazer muita diferença mas não ia recusar a chance de ter as mãos da mãe no pau de novo. Ela tomou mais um gole do vinho antes de pegar o tubo de antisséptico, não se dando ao trabalho de usar luvas dessa vez. Ele assistiu dementedly conforme ela desparafusou a tampa antes de segurar a haste do pau dele com a mão esquerda e puxar pra cima pra longe do corpo. Conforme ele olhava pros dedos delgados dela envolvidos ao redor da coluna de carne ele notou a aliança do pai na mão dela, a mão que tava segurando o pau duro dele! O pau pulsou na mão dela conforme um fio de líquido pré-seminal emergiu da cabeça e desceu pela glande até a haste. Ela espremeu um pouco de antisséptico na cabeça do pau, a pomada branca e fria parecendo porra extra grossa, antes de delicadamente esfregar no prepúcio e glande. Não tinha nenhuma tentativa de ser sensual da parte de Alison conforme ela delicadamente aplicava a pomada na cabeça do pau e glande mas a sensação dos dedos dela levemente esfregando pomada ao redor das partes mais sensíveis do pau enquanto a outra mão segurava a haste eram incríveis mesmo assim. O pau dele parecia que ele podia martelar pregos com ele agora e conforme os dedos dela delicadamente trabalhavam ao redor da cabeça roxa o pau pulsou várias vezes nas mãos dela, líquido pré-seminal escorrendo pela cabeça e misturando com a pomada, merda um pouco mais disso e ele ia gozar.
"Pronto, como tá agora?" ela disse soltando o pau.
Teria ficado muito melhor se você tivesse continuado por mais alguns minutos, ele pensou, mas se contentou com "Melhor, valeu."
Ela foi pra cozinha lavar as mãos e aproveitou a oportunidade pra servir outra taça de vinho enquanto tava lá. 'Ela tá mandando ver hoje à noite' ele pensou. Ela voltou e sentou do lado dele tomando a bebida e assistindo o filme, que atualmente envolvia uma cena de chuveiro com várias cheerleaders. Ela olhou pra ele algumas vezes e ele achou que viu ela olhar pro pau dele.
"Rafael, desculpa ter ficado brava, e não gosto de te ver assim, tão frustrado, e se machucando, mas... o que você tá pedindo... é incesto!"
Ela ainda tava pensando em bater uma pra ele! O pau dele deu um solavanco com o pensamento de que ela ainda podia mudar de ideia e ele considerou cuidadosamente antes de responder.
"Mãe, do jeito que eu vejo se famílias fazem coisas sexuais juntas só porque querem, então isso é incesto. Mas se não fosse pelos meus pulsos quebrados eu nunca teria tido um acidente no chuveiro ou estaria tão... excitado. Então se você, fizesse, sabe, alguma coisa, seria só pra me ajudar, não porque você quer, então não é a mesma coisa que incesto."
"Mas Rafael, eu sou sua mãe! Que tipo de mãe bate punheta pro próprio filho?"
'A MELHOR!' ele pensou mas se contentou com, "Não acho que é errado uma mãe ajudar o filho a se sentir melhor, se ele tá com dor e ela tá fazendo isso pra ajudar ele."
Ela tomou mais um gole de vinho e ficou em silêncio por alguns momentos, Rafael ficou quieto e deixou ela pensar, o pau pingando líquido pré-seminal conforme ele percebeu que ela tava realmente pensando em bater uma pra ele.
"Rafael, se eu, fizer o que você quer, você sabe que não tem volta."
"O que você quer dizer?"
"Quero dizer que a gente não pode desfazer, podemos destruir nosso relacionamento. Eu só quero que a gente seja mãe e filho normais, Rafael."
"Mãe, nada nunca poderia destruir nosso relacionamento! Eu te amo e sempre vou amar, se alguma coisa eu me senti mais próximo de você nas últimas semanas do que nunca. Não sei o que é uma mãe normal mas você é melhor que qualquer outra mãe que eu consigo pensar, e nunca vou mudar o jeito que me sinto."
Ele ficou surpreso com a declaração sincera dos sentimentos dele mas percebeu que realmente amava ela, e o coração dele derreteu conforme ela olhou pra ele com lágrimas nos olhos.
"Ai, Rafael, não sei o que faria sem você." ela abraçou ele de novo, de novo os peitões enormes esmagando contra ele. Depois de alguns minutos ela soltou ele e secou os olhos.
"Devo estar um lixo!"
"Você sempre fica linda, mãe!"
"Tão charmoso, igualzinho seu pai!" ela sorriu.
Então silêncio, e ela olhou pro pau dele, pulsando com as batidas do coração, a cabeça roxa escura e brilhante, coberta por uma camada de pomada com um fio de líquido pré-seminal pendurado da cabeça em direção à barriga chapada. A haste era que nem uma barra de ferro, as veias saltando enquanto as bolas grandes tavam presas embaixo do pau.
"Você realmente quer que eu faça isso, Rafael?"
A boca dele tava seca de excitação, ele queria dizer "CARALHO, QUERO!" mas ao invés disso forçou uma resposta medida, "Mãe, se você não quiser você não tem que fazer nada, sua felicidade significa mais pra mim que qualquer coisa."
"Ai, Rafael!"
Ela tomou mais um gole de vinho, ele imaginou que era coragem líquida antes de colocar a taça de lado. Ela então abriu o roupão dele completamente, expondo ele totalmente.
Porra! Ela ia realmente fazer, ela ia realmente bater uma punheta pra ele!
Ele assistiu em silêncio conforme ela colocava a mão na barriga dele, pausando por um momento e respirando fundo, antes de deslizar pra baixo e levemente envolvendo o pau dele, ele inspirou conforme sentiu os dedos frios dela no pau duro, o toque dela era incrível, de alguma forma muito mais sabendo que ela tava segurando não pra examinar ele ou tratar ele mas pra masturbar ele. Ela começou levemente e lentamente passando a mão pra cima e pra baixo pela haste puxando o prepúcio pra cima e pra baixo conforme fazia, a pomada e líquido pré-seminal fazendo barulhinhos molhados conforme a pele rolava pra trás e pra frente sobre a glande. Os movimentos dela eram gentis e ternos, mas eram incríveis mesmo assim. Porra ela tava realmente batendo uma pra ele, o pau dele pulsou e pingou mais líquido pré-seminal adicionando à camada escorregadia que cobria a cabeça do pau e descendo pela haste até onde a mão da mãe tava acariciando ele. Parte dele queria fazer o momento durar o máximo possível caso nunca se repetisse, mas parte dele temia que ela mudasse de ideia a qualquer momento e parasse. Do jeito que tava ele sabia que no estado atual ia gozar antes de muito tempo, mas ele segurou o máximo que podia. Na tela alguma garota tava correndo por uma casa de calcinha e sutiã sendo perseguida por um assassino mas Rafael só tava interessado em assistir a mão delicada da mãe conforme acariciava levemente a coluna de carne que se projetava da barriga dele, os movimentos dela tavam ficando mais ousados agora, os dedos subindo pra acariciar a cabeça do pau antes de descer de volta pra haste de novo.
"Porra, mãe, que gostoso!"
Ela não disse nada mas simplesmente continuou a levemente acariciar o pau duro como ferro dele, a carícia implacável trazendo ele inexoravelmente cada vez mais perto do orgasmo. Os dedos dela tavam escorregadios com o líquido pré-seminal e a pomada e ele sabia que não podia durar muito mais, as bolas tavam apertadas contra a base do pau e a haste tava constantemente pulsando. A carícia firme e implacável dela ia fazer ele gozar, ele nunca tinha ficado tão duro ou tão excitado na vida como tava agora. Ela tava virada pra longe dele mas a lateral de um dos peitos lindos tava apresentado de perfil e balançava levemente com os movimentos conforme ela acariciava o pau dele. O pau dele deu outro solavanco, a porra fervendo nas bolas, mesmo se ela parasse agora ele achava que ia gozar de qualquer jeito, mas ela não parou e continuou gentilmente acariciando o pau duro como pedra dele.
"Vou... gozar!" foi tudo que ele conseguiu arranhar.
Ela não disse nada mas simplesmente continuou acariciando ele conforme o corpo inteiro dele ficou tenso antes de um jato enorme de porra voar por cima do ombro dele e espirrar no sofá. Ela puxou o pau dele pra baixo levemente e a próxima explosão espirrhou na camiseta dela, assim como a próxima e a próxima. Os jatos vinham tão fortes e rápidos que parecia que ele tava mijando branco. Depois de 7 ou 8 cargas enormes terem explodido no peito dela elas começaram a diminuir e as últimas espirraram nas pernas de Alison antes de só pingar do pau dele na mão dela. Conforme o orgasmo diminuía ele abriu os olhos pra ver a mãe gentilmente acariciando o pau dele, a camiseta preta do Led Zeppelin encharcada com listras de porra branca que desciam pra se juntar aos respingos de porra nas pernas dela. Sem dizer palavra ela soltou o pau dele e saiu do sofá antes de ir se limpar. Quando ela voltou Rafael tava dormindo profundamente no sofá, a tensão insone dos últimos dias tinha ido embora substituída por um brilho pós-orgástico. Ela silenciosamente limpou os últimos respingos de esperma do sofá antes de desligar a TV e cobrir ele com o roupão. Ela deixou ele dormir antes de terminar o vinho e ir pra cama atordoada se perguntando o que tinha começado.
Continua.
