Minha Mãe Se Apaixonou Pelo Meu Pau - PARTE 2

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 3515 palavras
Data: 12/02/2026 10:43:07

Nos dias seguintes, Rafael e a mãe entraram numa rotina. Toda manhã ela o acordava pro banho, e ele fingia estar dormindo o máximo que podia pra poder ver os peitos magníficos dela balançando na camisola. Rafa tinha percebido que as roupas de dormir da mãe deviam ter sido compradas pelo pai, porque todas eram de seda e tinham decotes baixos que mostravam o máximo possível dos peitos dela. A roupa de hoje era vermelha e de renda, caindo particularmente baixa na frente, permitindo que os peitões pesados balançassem livremente enquanto ela o sacudia suavemente pra acordar. Valeu, velho! O coroa tinha muito bom gosto mesmo!

Depois que ele se deliciava com os olhos semi-abertos com os peitos pendentes dela pelo tempo que ousava, ele se levantava e a seguia pro banheiro, sua ereção matinal inevitável liderando o caminho. Ela colocava os sacos plásticos nas mãos dele e o ajudava a entrar no chuveiro. Agora ela o incentivava a mijar no chuveiro se precisasse, obviamente querendo evitar o constrangimento de ter que apontar o pau duro dele pro vaso. Todo dia ele se preparava pro momento em que ela teria que limpar o pau duro dele. A ereção parecia ficar mais dura a cada dia, e hoje estava tão dura que doía, a glande inchada e roxa, as veias saltando na haste do pau. Ela terminou de limpar as costas dele e o virou, ensaboando as pernas e peito, deixando pra lavar o pau por último. As bolas dele estavam pesadas e carregadas de porra e o toque dela era suave enquanto lavava. O pau, por outro lado - ou melhor, na outra mão - estava tão sensível que até o toque gentil dela com a luva ensaboada mandava arrepios por ele.

"Desculpa, filho, tô tentando ser o mais delicada possível."

"De boa, mãe."

Depois de enxaguá-lo e secá-lo, ela o ajudou a se vestir. Ele tinha sugerido que seria mais prático usar só um roupão pela casa enquanto ela estava no trabalho caso ele precisasse ir no banheiro, mas tinha esquecido de mencionar que também era mais confortável do que ter o pau duro preso numa bermuda de moletom. Claro que um roupão era de boa enquanto o pau estava mole; mas quando estava duro, que era praticamente o tempo todo no momento, ficava apontando pra fora que nem um monstro maligno cheio de veias e caolho emergindo através de uma cortina de teatro. No começo, a mãe tentava arrumar o roupão pra cobri-lo; mas simplesmente fazia uma barraca obscena e inevitavelmente o roupão caía conforme o pau balançava. Então, ela passou a tentar ignorar. Depois que ela fazia o café da manhã pros dois e dava os remédios pra dor, ela ia pro trabalho e ele voltava pro quarto onde ficava deitado na cama, o roupão se abrindo e o pauzão pulsante encarando ele de volta enquanto arqueava sobre a barriga, provocando.

Ele acordava no meio da tarde e andava pela casa, esperando a mãe voltar. Ele genuinamente curtia a companhia dela; desde a morte do pai alguns anos atrás eles tinham passado mais tempo juntos e frequentemente se aconchegavam no sofá assistindo um filme e comendo pipoca, ou no caso da mãe, tomando vinho. Apesar de nunca conversarem sobre isso, ele sentia uma grande tristeza nela. Afinal, ela ainda usava a aliança, e muitas vezes quando trocava o uniforme depois do trabalho ela colocava uma das camisetas velhas do pai enquanto fazia o jantar e andava pela casa. Ele imaginava que isso era por razões sentimentais da parte dela, mas também entendia porque o pai gostaria que ela as usasse. No corpo miúdo dela a camiseta descia até o meio da coxa, então ainda deixava uma quantidade generosa de perna à mostra; e apesar de não serem tão reveladoras quanto a roupa de dormir, ainda era óbvio que ela não estava usando sutiã por baixo.

Ele descia e ficava fazendo companhia pra ela enquanto cozinhava, discretamente observando os peitões dela chacoalhando e balançando sob o tecido fino de algodão e roubando olhadas das pernas lindas conforme ela se esticava pra pegar utensílios dos armários da cozinha. Ele geralmente ficava de pau duro se já não estivesse, e o pau se levantava do roupão. Felizmente, a mãe parecia só colocar na conta dos hormônios adolescentes e parecia alheia às olhadas que ele roubava dos encantos generosos dela. No começo ela sugeria colocar a bermuda de moletom quando ele ficava duro, mas ele reclamava que doía e sugeria ir pro quarto em vez disso já que não queria deixá-la constrangida. Ela sorriu e disse pra ele não ser bobo, se era mais confortável ele podia ficar como estava.

Era estranho ficar andando na frente da mãe com o pau duro balançando ao vento, e inicialmente ele ficava constrangido e sentava pra tentar esconder. Mas então começou a cair a ficha que ele tinha recebido licença pra andar por aí com o pau duro balançando na frente da mãe, algo que teria sido impensável alguns dias atrás, e uma onda doentia de excitação passou por ele com o pensamento. Então ele começou a ficar na cozinha com ela e conversando enquanto ela cozinhava, tendo um orgulho exibicionista de ter o pauzão duro e as bolas pesadas cheias de porra em exposição total. Ele achava que a mãe fosse reclamar, mas ao invés disso ela simplesmente tentava o melhor pra ignorar. Essa noite era uma dessas noites e ele se recostou num dos balcões da cozinha, o roupão aberto e o pauzão pulsando ao ar livre. Era um tormento agridoce pra ele, doce porque ficar tão tarado e poder exibir o pau duro na frente da mãe parecia tão sacana e errado mas ao mesmo tempo tão excitante, amargo porque ele não podia fazer nada pra se aliviar.

Essa noite ela estava usando a camiseta velha do Guns & Roses do pai. Tinha sido uma das favoritas do velho já que ele tinha comprado nos anos 80 num show, e apesar de estar surrada e gasta ele tinha se recusado a deixar Alison jogar fora. Isso também significava que o algodão branco estava esticado e fino. Enquanto observava a mãe ele viu ela dar uma olhada no pau dele e desviar o olhar. Ele achou que ela fosse sugerir que ele fosse sentar na sala, mas ao invés disso ela só corou e continuou preparando o jantar. Ela estava picando umas cebolas, e conforme fazia os peitos chacoalhavam embaixo da camiseta fina. Enquanto admirava os peitões dela ele notou que os mamilos pareciam ter ficado duros e estavam saltados através da camiseta. As cebolas estavam fazendo os olhos dela lacrimejarem, então ela se virou e ficou na porta da sala de jantar por alguns momentos. Ao fazer isso ela ficou diretamente na frente da luz do outro cômodo, e por um momento lindamente doloroso a luz brilhou através do tecido fino de algodão silhuetando o corpo dela.

Rafael ofegou ao conseguir ver claramente o contorno dos seios, os peitões pesados se destacando do peito, fazendo a camiseta pender pra baixo da cintura fina. Pareciam ainda maiores do que ele tinha imaginado; ele conseguia até ver os mamilos duros se destacando e apontando levemente pra cima. Ele seguiu as linhas das curvas da parte de baixo dos peitos pesados até a cintura esbelta e a bunda arredondada. O pau dele deu um solavanco, fazendo a pele puxar pra trás sobre a cabeça roxa inchada e brilhante até a coroa.

"Porra, ela é gostosa demais!" ele pensou enquanto devorava ela com os olhos.

Ela se esticou pra pegar um papel toalha pra secar os olhos, e os peitos levantaram e balançaram com o movimento. O pau dele deu outro solavanco e uma gota de líquido pré-seminal emergiu, escorrendo pela cabeça e pela haste. Felizmente ela estava ocupada demais pra notar a situação dele.

"Ai meu Deus!" ela secou os olhos e voltou pra tábua de cortar.

Ele continuou se torturando com visões do corpo dela através da camiseta fina enquanto comiam, depois do que sentaram no sofá pra assistir um filme juntos. Era um filme de terror bem mixuruca que tinha a qualidade redentora de várias atrizes aparecendo de peito de fora. Ele ficou feliz, em parte porque peitos, tipo pizza, são algo que você nunca pode ter demais, e em parte porque dava uma desculpa pro pau duro que insistentemente pulsava durante todo o filme. Conforme a mãe terminava o segundo copo de vinho, ela serviu outro e se aconchegou nele, encostando o peito no braço dele ao fazer isso. Uma das estrelinhas do filme estava correndo sem camisa de novo e ele não conseguia evitar comparar os peitos pequenos e empinados da tela com as ofertas bem mais generosas da mãe, sentindo um certo orgulho que os da mãe eram bem maiores e melhores. O roupão dele tinha se aberto de novo revelando o pau duro curvando pra cima em direção à barriga. Quando ela alcançou o copo, deu uma olhada no pau dele e disse "Parece que alguém tá curtindo o filme!"

"O quê?" Ele não acreditou nos próprios ouvidos.

"Parece que você tá curtindo o filme, ou pelo menos todos os peitos!" ela disse acenando pro pau duro dele.

"Ah é... ééé.. desculpa, quer que eu suba pro quarto?" sem acreditar que a mãe estava sendo tão direta.

"Não, claro que não, querido, só tô zoando."

Ele imaginou que o vinho estava tendo efeito nela já que normalmente ela nunca seria tão franca. Claramente ela estava se sentindo mais relaxada, então ele se recostou um pouco mais no sofá, exibindo o pau e as bolas totalmente. Quando ela se mexeu pra acomodá-lo, o peito dela saltou levemente contra o braço dele antes dela se ajeitar com ele pressionado contra ele de novo. Ele ficou ali, a mãe linda aconchegada contra ele e o pau duro pulsando na luz da TV. Qualquer um vendo eles agora acharia que eram namorados, não mãe e filho, ele pensou. Cara, ele queria que ela fosse a namorada dele e arrancasse a camiseta e deixasse ele se fartar dos peitos nus dela antes de estender a mão e acariciar o pau dele. Ele sabia que gozaria em segundos se ela fizesse isso, mas também sabia que nunca ia acontecer. Não muito depois, a mãe cochilou e ele assistiu o resto do filme em silêncio, com apenas o pau dolorido pra fazer companhia. Eventualmente ela acordou quando os créditos estavam rolando.

"Ai, desculpa, filho, não fui grande companhia essa noite!"

"De boa, mãe, não foi grande coisa o filme, você não perdeu muito."

"Bom, preciso cair na cama, tem uma reunião importante no hospital amanhã que preciso ir. Dr. Williams pediu por mim pessoalmente então pode ser uma grande oportunidade."

Ela deu os remédios pra dor e se despediram conforme ele encerrava mais um dia de frustração dolorosa, pegando no sono inquieto lembrando da imagem do corpo lindo da mãe silhuetado na camiseta fina.

O dia seguinte começou como qualquer outro, com a mãe o sacudindo pra acordar. Mas esse não era um dia como qualquer outro. Tinha um pânico na voz dela e uma urgência que dizia que algo estava errado.

"Rafael, acorda! Acorda!!"

"Quê..."

Ele instintivamente olhou pro decote dela e foi recompensado com a visão espetacular de uma das camisolas de decote mais baixo. Os peitos dela sempre pareciam que iam cair pra fora dessa, e hoje ele achou que realmente iam. Conforme ela o sacudia com as duas mãos, os seios balançavam violentamente no top. Ele bebeu a visão pelo tempo que ousou antes de perguntar sonolentamente "Qual é o problema, mãe?"

"Dormi demais e vou chegar atrasada na reunião de hoje. Anda logo."

Vendo que ele estava acordado, ela se levantou. O topo da camisola era de renda e transparente, e Rafael conseguiu ver parte da aréola onde o peito esquerdo dela tinha quase caído pra fora com a violência do chacoalhar. Ela se virou e foi pro banheiro, deixando ele pra subir cambaleando da cama e seguir ela.

Ele não se dava mais ao trabalho de usar roupa pra dormir, então seguiu ela pelado, o pau durão liderando o caminho.

"Mãe, se você tá correndo atrasada então relaxa com meu banho, pode me deixar."

"Não, Rafael, não é culpa sua que eu dormi demais e você não deveria sofrer por isso."

Ele olhou pro relógio do banheiro meio tonto. "Mas mãe, você tem a reunião importante hoje e nunca vai conseguir."

"Bom, a culpa é minha, vou ter que lidar com isso," ela disse, prendendo os sacos nos pulsos dele, ainda sem perceber que o peito esquerdo estava parcialmente exposto.

"Você podia entrar comigo." Ele não sabia se era tesão crônico ou remédios pra dor que fizeram ele dizer isso, mas não acreditou que as palavras saíram da boca dele.

"Muito engraçado!"

"Tô falando sério" ele disse, um plano começando a se formar na cabeça, "Você não tem tempo de me dar banho e depois tomar o seu, então porque não matar dois coelhos com uma cajadada só?"

"Rafael, não vou entrar no chuveiro com você!"

"Mas você disse que a gente tinha que aprender a ficar menos constrangidos um com o outro."

"Eu quis dizer você, não eu!"

"Bom, vou ficar de costas a maior parte do tempo e vou manter os olhos fechados quando virar, então não vou ver nada." Se as mãos dele não estivessem engessadas, ele teria cruzado os dedos. "Só tô sendo prático, quer dizer se você insiste que eu tome banho, então desse jeito você ainda pode evitar de chegar atrasada."

Ela olhou pro relógio e ele conseguia ver ela pesando as opções. Porra, ele pensou, ela realmente tá considerando!!

"Vem, mãe, prometo que não vou olhar." Por favor não me mate, pelo menos não antes de eu ver a mãe pelada! ele pensou.

Ela o ajudou a entrar no chuveiro, dizendo "Não acredito que tô fazendo isso."

CARALHO!! Ela realmente ia entrar no chuveiro com ele... pelada!

"Agora fica de frente pra parede!"

"Beleza, prometo." Mais dedos mentalmente cruzados conforme o pau duro dele dava um solavanco, um fio de líquido pré-seminal saindo.

Ele ouviu passos atrás dele no box e o som da água corrente mudar; ela estava realmente atrás dele, a alguns metros de distância e pelada. Enquanto ouvia ela se lavando, ele lentamente virou a cabeça olhando pelo canto do olho, com cuidado pra não ser visto. Ela estava de costas pra ele, então ele virou um pouco mais. Ali estava ela, a mãe dele, pelada. Ela estava virada pro outro lado então ele conseguia ver a bundinha redondinha tipo pêssego e as costas, depois conforme ela levantava os braços ele conseguia ver a lateral de um peito magnífico. Ele gemeu e o pau deu outro solavanco, outro fio de líquido pré-seminal escorrendo da cabeça do pau.

"Tá tudo bem, filho?"

"Tá sim, só tô ficando meio com frio."

"Já tô quase terminando."

Ele olhou pro pau. A pele estava puxada completamente pra trás com o tamanho da ereção e líquido pré-seminal escorria da cabeça, descendo pela haste onde formava um fio que pendurava do pau. Ainda bem que ele estava de frente pra parede, imaginou.

"Beleza, agora continua virado pra esse lado e vai pra baixo da água."

Ele sentiu as mãos dela nos ombros enquanto o guiava pra baixo da água quente correndo que misericordiosamente lavou o líquido pré-seminal do pau dele.

"Ai, merda!"

"Qual é o problema?"

"Esqueci a luva de esponja."

Agora ela ia ter que lavar ele com as mãos nuas! O pau dele deu outro solavanco.

Ele sentiu as mãos macias dela lavando as costas e pernas. Ela estava com pressa e falando sobre a reunião, mas ele não estava realmente ouvindo, só pensando que ia ver ela pelada e ter as mãos nuas dela lavando o pau.

"Agora vira. Tô confiando que você vai manter os olhos fechados!"

"Prometo." Vou pro inferno por essa, ele mentiu.

Conforme virou ele manteve os olhos fechados, imaginando que podia dar uma olhadinha em algum momento, mas de repente sentiu o pé escorregando e achou que ia perder o equilíbrio. Ele entrou em pânico, pensando que ia cair em cima dos pulsos quebrados, e os olhos se abriram. Ao fazer isso sentiu as mãos da mãe nos braços dele segurando enquanto tombava em direção a ela. Ele era mais alto e maior que ela, então o momentum carregou ele contra ela enquanto ela lutava pra impedir que caísse. Eles pararam encostados na porta do box pressionados um contra o outro, o pau dele pressionado contra a barriga dela e os peitos esmagados contra o peito dele.

"Desculpa, mãe, escorreguei."

"Tudo bem, filho. Tá bem?"

"É, acho que tô."

Ela tinha consciência do pau dele pressionado contra a barriga. "Beleza, filho, bom, você precisa se afastar agora."

Ele deu um passo pra trás, e ao fazer isso bebeu a visão da mãe. Os seios eram ainda mais lindos do que ele tinha imaginado, grandes, pesados e em formato de pera com aréolas marrom claro e mamilos empinados que pareciam menores do que ele esperava. A cintura era fina e a barriga chapada, com um triângulo bem aparado de pelos escuros marcando a junção entre as pernas. Ele vagamente ouviu ela dizer algo enquanto mais uma vez se maravilhou com os peitões lindos dela.

"Quê..."

"Eu disse que você deveria estar de olhos fechados, não fica aí comendo eu com os olhos!"

"Ai, desculpa, mãe, é que... nunca te vi assim, não percebi que você era tão... linda!"

Ele se forçou a fechar os olhos, pelo menos até achar seguro dar mais uma olhadinha.

"Já basta os caras no trabalho babando em mim o dia todo sem meu próprio filho entrar na fila!"

"Desculpa."

Ela lavou o peito dele antes de se esticar pra lavar o cabelo.

"Abaixa."

Conforme ele fez isso e ela se inclinou pra frente, ele abriu os olhos pra ver os peitões dela balançando a centímetros do rosto enquanto ensaboava o cabelo dele.

"Beleza, levanta."

Ela finalmente ensaboou as mãos e esticou pra pegar as bolas dele, ao mesmo tempo envolvendo a outra mão ao redor do pau. Ela estava claramente com pressa e não se dando ao trabalho de ser tão delicada quanto o normal. Ele estava despreparado pra sensação da mão ensaboada dela no pau e era quase demais pra aguentar conforme uma mão ensaboava as bolas enquanto a outra ensaboava o pau. Ele lutou pra se controlar enquanto ela ensaboava pra cima e pra baixo pela haste algumas vezes antes de segurar a haste com uma mão enquanto a outra ensaboava ao redor da cabeça, a sensação da mãozinha dela ensaboando a glande inchada foi finalmente demais pra ele. Os olhos se abriram, e ele olhou pra baixo pros peitos dela que estavam sendo espremidos juntos entre os braços, fazendo parecerem ainda maiores e mais cheios enquanto ela lavava o pau dele.

Ai merda... ai merda... ai MERDA... "AI MEEERRRDAAA!!"

"Qual é o problema, filho, tá tu..."

As palavras morreram na garganta dela conforme sentiu algo quente espirrando no ombro e pescoço. Ela ficou confusa no começo e levou um momento pra perceber que o líquido quente não estava vindo do chuveiro mas da cabeça do pau do filho. Ela olhou pra baixo pro pedaço enorme de carne pulsando nas mãos enquanto outro jato de porra explodiu, espirrando no peito esquerdo, antes de um terceiro espirrar no vale entre os peitos. Ela ficou paralisada de choque enquanto carga após carga de porra jorrava do pau dele. Finalmente as cargas diminuíram, e Rafael olhou pra mãe, o rosto dela uma máscara de choque. Os ombros e as partes superiores dos peitos estavam marcados de porra, parte da qual escorria pro vale entre os peitos enquanto outra escorria pelos mamilos e pingava da parte de baixo dos peitos. Ela olhou pro pau pulsante dele conforme uns últimos jatos pingavam pela mão dela antes de soltar como se fosse um pedaço de carvão em brasa.

"Ai ai ai!!" ela se virou e freneticamente lavou a porra do peito antes de correr pra pegar uma toalha e se cobrir. Ela então voltou pro chuveiro onde enxaguou o sabão e porra de Rafael.

"Desculpa mãe, não consegui evitar..."

"A gente conversa sobre isso depois. Não consigo..."

Ela saiu correndo pra se vestir e deixou ele atordoado. Eventualmente ele arranjou coragem pra descer. A mãe estava fazendo um smoothie e colocou um canudo pra ele poder beber sozinho. Ele tentou se desculpar de novo conforme ela apressadamente dava os remédios pra dor.

"Não consigo fazer isso agora... a gente conversa depois," ela disse, não deixando dúvida de que haveria um depois.

Ela estava obviamente ainda lutando pra aceitar o que tinha acontecido conforme saiu de casa e ele assistiu ela ir. A imagem dos peitões lindos dela cobertos de porra era uma que ele nunca esqueceria até o dia que morresse. Ele tinha conseguido o desejo de ver a mãe linda pelada e até tinha feito ela acidentalmente fazer ele gozar... mas a que custo?

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Foto de perfil de contradio contradio Contos: 144Seguidores: 214Seguindo: 18Mensagem Sou só um cara comum que escreve contos eróticos por hobby, nos intervalos entre o trabalho de verdade e a vida real. Não sou nenhum daqueles ‘grandes autores’ que se acham donos da sabedoria universal, corrigindo o mundo com lições de vida disfarçadas de sacanagem repetida até enjoar. Escrevo porque gosto do tesão de imaginar cenas quentes, de brincar com palavras que fazem o sangue ferver, sem pretensão de mudar o mundo ou salvar o gênero. Meus textos são o que são: diversão crua, sem aula moral no final, sem aquela pose de quem descobriu a fórmula mágica do prazer e agora desce do pedestal pra ensinar os mortais equivocados. Leio, gozo, escrevo, rio — e pronto. Se alguém curte, ótimo. Se não, vida que segue. Só um amador feliz da vida, sem ego inflado.

Comentários

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Parabéns! O conto está super interessante

,com as coisas acontecendo aos poucos sem pular muitas etapas e parecer mais do mesmo q temos aqui, espero q continue assim, q as coisas possam ir evoluindo devagar, ela aceitando o fato dele precisar gozar e com isso ir criando regras entre eles, masturbando ele aos poucos, depois começar a fazer sexo oral, e por fim N aguentar mais e transar

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