Essa história que estou prestes a contar aconteceu há cerca de 5 anos atrás. Eu tinha 28 anos na época. Meu nome é Bruna e sou casada com o Rique, que tem a mesma idade. Estamos casados há 10 anos e temos dois filhos.
Vou contar um pouco sobre o Rique e eu antes de começarmos. Não sou nenhuma atriz de cinema ou modelo internacional. Sou apenas uma dona de casa branca comum. Tenho olhos castanho-esverdeados e cabelo loiro cortado curto. Tenho 1,60m de altura e minhas medidas sãoNão sou maconheira nem bebo muito, mas tomo uma de vez em quando, só que bem pouco.
Agora, o Rique tem quase 1,83m de altura e se mantém em ótima forma. Ver o corpo nu dele ainda me excita, mesmo depois de quinze anos de casamento.
O Rique vive me dizendo como sou gostosa e que eu deveria usar roupas mais reveladoras. Eu me arrumo sexy para ele em casa, de portas fechadas. Tenho todas aquelas cintas-ligas e babydolls sensuais que uso para ele. Quase todas as coisas sexy que tenho foram o Rique quem comprou. Eu uso muitas calcinhas e sutiãs sexy da Victoria's Secret. Uma das regras do Rique é que não posso usar aquelas calcinhas velhas de vó, como ele chama. Ele adora quando uso meias sete-oitavos por baixo de vestidos ou saias. E eu uso isso para ele. Ah sim, o Rique tem essa fixação por calcinhas tradicionais. Ele não gosta de fio dental. Ele me diz que adora ver minha bunda, ou a bunda de qualquer mulher, balançar e se mexer dentro de calcinhas normais. Ele ama o jeito que ela balança e rebola e sobe e desce quando você está andando, e os fios dentais tiram muito disso. Deve ser coisa de homem!
Beleza, agora vamos à história.
Há cerca de 6 anos atrás, o Rique começou a falar sobre fazer um safári africano de um mês. Ele é fissurado nessas paradas de leões, tigres e elefantes. Desde o dia em que nos conhecemos ele falava sobre fazer isso um dia. E agora que ele tem bastante tempo de empresa e muitas férias acumuladas, estava pronto para realmente fazer.
Eu disse a ele que minha ideia de férias era um cruzeiro longe das crianças. Não uma viagem para o mato ou selva, vivendo em cabanas e barracas. Mas sendo a boa esposa que sou, cedi e disse para ele planejar a viagem e eu ia dar um jeito de alguém ficar com as crianças.
O Rique organizou toda a viagem pela Internet. Conseguimos duas noites de hotel antes do safári começar. Depois seria viajando em veículos 4x4 até os últimos 16 quilômetros. Os últimos 16 quilômetros eram selva fechada e tinham que ser percorridos a pé.
Tudo o que eu pensava era em insetos enormes, cobras, aranhas e todas as coisas que odeio. E o preço desse safári, porra, poderíamos ter ido em um cruzeiro ao redor do mundo pelo preço dessa viagem de acampamento. Mas mordi a língua e topei o tal sonho de férias do Rique.
Não tinha certeza de como fazer as malas para esse tipo de viagem. Botas de trilha, capas de chuva, roupa de banho e o que quer que o Rique dissesse que eu precisaria. A pior parte ia ser que não teríamos eletricidade, então nada de chapinha ou secador.
A viagem começou como um inferno. Saímos de São Paulo para Londres. Mudamos de avião e fomos para Dar Es Salaam na Tanzânia, África. Depois mudamos de avião de novo para voar para Dodoma. Não fiquem putos se eu errar os nomes desses lugares. Enfim, levamos 25 horas para chegar lá. E quando chegamos no hotel em Dodoma eu quase morri. O lugar era uma merda. Sem ar-condicionado, sem piscina, só uma cama de casal num quartinho porco. Porco ou não, nós dois caímos na cama e apagamos pela noite.
No dia seguinte conhecemos nosso guia de safári cujo nome era Jameraka. Era um homem negro grande que não parecia ter perdido uma refeição na vida. Ele falava português bem e nos contou muito sobre como o safári ia ser. Ele também disse que conseguia falar a língua de qualquer tribo que encontrássemos. Fiquei tão aliviada ao ouvir que nenhuma das tribos eram caçadoras de cabeças ou comiam pessoas. Íamos viajar apenas durante o dia e às vezes montaríamos acampamento com barracas à noite. E outras vezes estaríamos em alguma aldeia de tribo em cabanas de sapé. O plano era para estarmos no aeroporto de Dodoma no dia seguinte com nossas bagagens. Íamos pegar um helicóptero até alguma aldeia para encontrar o Jameraka e todos os seus ajudantes e caminhões para começar o safári.
Na última noite no quarto do hotel tomei um banho de banheira, sim, de banheira, não tínhamos chuveiro. Estava penteando meu cabelo e me arrumando para a cama enquanto o Rique tomava banho. Graças a Deus o quarto tinha um ventilador de teto para movimentar um pouco o ar quente e úmido.
Vesti um babydoll sexy de renda rosa. Estava pensando que essa podia ser nossa última noite numa cama e minha última chance de usar uma roupa sexy para o Rique. Sabia que ele ia adorar me ver vestida assim, deitada no meio da cama quando saísse do banheiro. Enquanto tomava banho, tinha aproveitado para depilar completamente minha buceta e pernas bem lisinhas. Já tinha me depilado completamente antes e nunca deixava de deixar o Rique doido.
Enquanto estava deitada na cama esperando o Rique, comecei a pensar naquele cara gostoso que tinha visto no aeroporto de Londres ontem. Comecei a massagear meu mamilo coberto de renda fazendo ele ficar bem duro. Depois apertei os dois seios e comecei a brincar com meus dois mamilos agora bem duros. Fechei os olhos e estava imaginando que esse cara estava beijando meus mamilos e estava descendo pela minha barriga. Minha mão esquerda brincava com meu seio direito e mamilo enquanto minha mão direita descia pelo meu corpo. Meus dedos fizeram o caminho até minha calcinha de renda. Quando chegaram à virilha, comecei devagar a esfregar minha buceta por cima da calcinha. Senti minha calcinha ficando molhada quando deslizei os dedos por baixo do elástico da calcinha. Meu monte estava tão lisinho enquanto meus dedos lentamente faziam o caminho até meus lábios molhados. Gemi e balancei meus quadris contra meus dedos quando enfiei dois deles dentro de mim. Tirei meus dedos molhados e devagar comecei a esfregar meus sucos pelo meu clitóris duro.
Hmmmmm abri minhas pernas mais ainda enquanto esfregava meu grelo ficando bem perto de ter um orgasmo poderoso. Apertando meu mamilo gemi de novo, hmmmmmmm.
"Parece que alguém está pronta para tomar rola dura".
Quase pulei de susto quando olhei para cima e vi o Rique me observando me tocar. Tirei minha mão da calcinha e disse: hmmm amor, estava só me aquecendo para você.
"Não para querida, deixa eu te ver gozar".
Olhei para o Rique e disse: hmmm nem pensar, isso é seu trabalho, vem aqui.
O Rique entrou na cama do meu lado e colocou meu mamilo duro na boca por cima do babydoll de renda. A mão dele foi direto entre minhas pernas para sentir o meio da minha calcinha molhada.
Hmmmmm gemi enquanto os dedos do Rique trabalhavam na minha buceta quente e molhada. Ele então puxou o meio da minha calcinha rosa para o lado e afundou dois dedos bem fundo dentro de mim.
"Ahhh caralho parece que alguém acabou de te comer, você está encharcada".
Dei um tapa nele e disse não, ninguém acabou de me comer mas espero que alguém vá fazer isso.
O Rique então começou a beijar descendo pela minha barriga. Puxando minha calcinha ainda mais para o lado enquanto descia.
"Olha só isso, você depilou essa xaninha lisinha para mim". Ele então beijou meu monte e passou a língua pela minha fenda de baixo para cima.
Hmmm sim isso é tão gostoso, gemi enquanto empurrava minha buceta quente para a língua investigadora do Rique.
O Rique começou a lamber e chupar toda minha buceta. Parando para chupar e beijar meus lábios e clitóris. Eu estava enlouquecendo e sabia que não ia demorar muito até eu ter um orgasmo incrível. O Rique nunca falha em me deixar louca quando me chupa.
"Ahh amor sua buceta tem um gosto tão bom, eu podia te chupar por uma semana". Então ele começou a chupar forte no meu grelo. "Vamos amor, goza para mim, goza para eu poder enfiar meu pau duro dentro de você".
Bem, não precisou de muito mais da chupada do Rique para me levar ao limite. Ele tinha meu babydoll rosa aberto completamente enquanto beliscava meus mamilos super duros. Eu tinha minha bunda uns 10 ou 12 centímetros para cima da cama empurrando minha xana na língua do Rique. Continuei gemendo cada vez mais enquanto meu orgasmo começou a percorrer meu corpo.
"Isso, isso mesmo amor, goza para mim, deixa eu ouvir você gritar que está gozando".
E gritei sim, gritei AHH SIMMMMMM CARALHO SIMMMMMM EU TÔ GOZANDOOOOOO. Agarrei a cabeça do Rique e pressionei contra minha buceta gozando. Estava balançando minha fenda de um jeito que mantinha o nariz do Rique esfregando meu clitóris enquanto continuava gozando e gozando, AHH SIMMMMMMMMM gritei. Podia sentir e ouvir a língua do Rique lambendo minha buceta enquanto eu gozava na língua dele.
Quando meu orgasmo chegou ao fim, deixei minha bunda cair de volta na cama e gemi hmmm caralho que delícia. Então olhei para baixo entre minhas pernas e vi que o rosto do Rique estava coberto com o melado da minha buceta.
"NOSSA, você está com tesão ou o quê? Acho que todo mundo no hotel agora sabe que você acabou de gozar feito uma louca. Nunca te ouvi gritar que está gozando tão alto antes. Mas eu gosto, continua gritando assim. Me deixa saber que fiz um bom trabalho te fazendo gozar. Agora vamos ver se conseguimos te fazer gozar de novo?"
Tenho certeza que não sou só eu, mas tem algo em fazer sexo numa cama de hotel que traz a vadia para fora em mim. Simplesmente não é a mesma coisa que sexo em casa.
Enfim, olhei para baixo e vi o Rique subindo engatinhando por entre minhas pernas, ficando por cima de mim. O pau dele estava duro como pedra, apontando para o próprio umbigo. Ele parou para beijar e chupar cada um dos meus mamilos duros enquanto subia pelo meu corpo. Quando ele ficou cara a cara comigo, começamos um beijo longo e quente. Eu podia sentir o gosto da minha própria buceta nos lábios dele enquanto nos beijávamos. Não era a primeira vez que eu sentia o gosto dos meus próprios sucos, e isso não fez nada além de me deixar com ainda mais tesão na rola dura do Rique.
Com minha calcinha sexy rosa ainda no corpo, o Rique apenas a puxou para o lado novamente e começou a esfregar seu pau quente e duro para cima e para baixo nos lábios molhados da minha xana. Ele fez questão de esfregar bem no meu clitóris duro. Assim que ele cobriu o pau com o melado da minha buceta, ele o alinhou na minha entrada. Eu estava tão molhada que ele simplesmente afundou dentro de mim com facilidade.
— Caralho, Bruna, sua xereca tá pegando fogo ou o quê? Meu Deus, você tá tão gostosa e molhada, hmmmm, vamos ver se a gente consegue gozar junto?
O Rique começou a bombear a rola dentro de mim, bem devagar e gostoso. Ele empurrava o mais fundo que podia e depois puxava até quase sair tudo de dentro de mim. Depois, metia tudo de novo até o talo. O Rique sabe exatamente como eu gosto. Ele foi aumentando a velocidade bem devagar, e isso estava me deixando louca. Prendi minhas pernas nas costas dele e gemi hmmmm sim enquanto nos beijávamos.
— Vamos, amor, não tem criança nenhuma para ouvir a gente, me fala o que você quer.
O Rique adorava que eu implorasse para ele me comer. E a verdade é que, de novo, num quarto de hotel, eu adoro ficar safada na cama. Parece tão excitante e sujo implorar para seu homem te foder com força.
— Hmmmmmm sua buceta é tão boa, caralho, eu vou encher você de porra quente. Você gosta da sua buceta cheia de porra?
Ai meu Deus, o pau duro dele estava tão bom, eu estava totalmente entregue agora. AHHHHHH SIMMMMMM ME FODE. ME FODE COM FORÇAAAAAAAA. Ah amor, sim, me faz gozar de novo. Me dá toda a sua porra, sim, sim, AH ME FODEEEEE.
A gente estava transando a todo vapor agora. O Rique deslizou a mão entre nós e ficou brincando com meu clitóris duro e molhado. Isso estava me enlouquecendo e eu sabia que ia gozar de novo muito em breve.
Agora eu estava gritando, AI ME FODEEEEE, ME FODEEEEE... AI MEU DEUS EU VOU GOZARRRRRRRRRR, NÃO PARA, AHHHHHH ME FODEEEEE.
Eu podia sentir o pau do Rique começando a pulsar, ficando maior dentro de mim e sabia que ele estava prestes a gozar também. Ele agora estava martelando dentro de mim feito um louco.
— AHHHHH eu vou gozar dentro de você, amor, tá pronta?
Eu só consegui soltar um AI MEU DEUS SIMMMMMM, quando o Rique empurrou fundo dentro de mim e começou a bombear, me enchendo com seu esperma quente.
— Ah, sim, eu tô gozando.
Os solavancos do pau do Rique me detonaram também. Eu empurrei contra ele e gritei, AHHHHHH MEU DEUS SIM, EU TÔ GOZANDOOOOOO TAMBÉMMMMMMM. Eu estava ordenhando todo o esperma dele com as paredes da minha buceta enquanto gozávamos juntos. AH, ME DÁ SEU LEITE QUENTE, AMOR, ME ENCHE TODA. Essa foi a última coisa que consegui falar antes do Rique desabar em cima de mim.
Depois que recuperamos o fôlego, nos beijamos e o Rique rolou para o lado, saindo de cima de mim. Deixando um rastro de esperma pela minha perna vindo do pau dele que estava amolecendo. Eu podia sentir toda a porra que ele tinha bombeado em mim escorrendo agora para fora da minha buceta, descendo pelo meu cuzinho e indo para o lençol.
— Caramba Bruna, você deve ser a melhor foda do mundo. Cara, eu amo quando você fica selvagem e começa a gritar desse jeito. Queria que a gente pudesse transar assim em casa.
Sorrindo, saí da cama e disse obrigada, fico feliz que tenha gostado. Também fico feliz que você tenha feito vasectomia, Deus do céu, olha a bagunça que você fez na minha xereca. Você estava guardando isso? Dava para ter feito gêmeos aí. Eu tinha esperma escorrendo pelas minhas duas coxas e pingando no chão.
— Bom, parece que vamos ter que ir para a banheira de novo, minha cara está coberta de suco de buceta.
Eu sorri e disse é, você tem razão, "PRIMEIRO!", e saí correndo para o banheiro, deixando o Rique sentado lá com a cara e o pau grudentos.
Na manhã seguinte, o Rique me dedilhou até eu ter um orgasmo gostoso antes de irmos para o aeroporto.
Vesti um short e uma camisa de botão de manga curta para o nosso primeiro dia. Eu gostaria de ter usado minhas Havaianas, mas estava com minhas botas de trilha.
Assim que pousamos naquela pequena aldeia e encontramos o Jameraka, comecei a repensar essa viagem. Uma coisa era o jeito que o Jameraka estava me medindo de cima a baixo. Era como se eu fosse a primeira fêmea que ele via na vida. Ele nunca olhava para o meu rosto, só para os meus peitos, minha virilha e minhas pernas. E a segunda coisa eram todos os trabalhadores negros. Tinha talvez uns 10 ou 15 trabalhadores locais de todas as idades. O Rique e eu éramos os únicos brancos no grupo. Não que eu tenha algo contra negros, é só que eles não falavam nada de português e eu não sabia o que eles estavam dizendo uns para os outros. Eu sentia que eles estavam falando de mim e do Rique enquanto conversavam. De qualquer forma, eu estava presa ali e teria que tirar o melhor proveito disso.
O Jameraka ajudou a carregar nossas coisas num dos caminhões. Ele então nos disse que não precisávamos fazer nada. Os trabalhadores dele carregariam e descarregariam nossas coisas todo dia. Eles dirigiriam, montariam nossas barracas, cozinhariam toda a comida, tudo que você imaginar eles fariam. Tudo o que tínhamos que fazer era tirar fotos e curtir o Safári.
Assim que tudo estava carregado e pronto, Rique e eu entramos num daqueles jipões 4x4 tipo Hummer com um garoto negro jovem dirigindo. Parecia o Rio de Janeiro no meio de janeiro, muito quente e úmido, um calor da porra. E não é que, para piorar, nenhum dos veículos tinha ar-condicionado.
Nosso comboio saiu da aldeia naquela velha estrada de terra esburacada. O Safári tinha começado, para onde estávamos indo eu não fazia a menor ideia.
Viajamos por aquela estrada poeireta o dia todo, parando algumas vezes para beber algo e pausas para banheiro. É, pausas para banheiro. Tive que mijar atrás de uma moita e torcer para todos aqueles caras não estarem me olhando.
No final do dia, encostamos numa clareira perto de um rio para montar acampamento. Tenho que dizer que era um lugar lindo; parecia um cartão postal. Os caras montaram as barracas, fizeram uma fogueira e botaram comida para cozinhar num instante. De novo tive que usar uma moita para ir ao banheiro.
Tivemos um jantar mais ou menos e estávamos sentados ao redor da fogueira curtindo o fim do dia. Ainda estava claro e perguntei ao Jameraka onde eu podia tomar um banho.
— Banho? O único banho que você vai ter é se cair um toró. E acho que vamos pegar chuva no final da semana.
Olhei para o Rique e depois para o Jameraka e disse: você tá de sacanagem com a minha cara? Eu tenho que ficar aqui no meio do mato e fedendo até chover? Sem banheiro, sem chuveiro, essa merda de safári é uma palhaçada.
O Jameraka se pronunciou assim que viu que eu estava puta.
— Não, não, moça sexy, você pode se banhar o quanto quiser. É por isso que paramos aqui. Está vendo todos os meus ajudantes lá embaixo no rio se banhando? É só pegar seu sabonete e toalha, descer lá e pular na água. Mas por favor, certifique-se de que um da minha equipe esteja com você de olho. Isso é a selva e tem animais selvagens aqui fora que vão te comer.
— Ah, isso é simplesmente maravilhoso, puta que pariu — eu disse enquanto levantava e ia para nossa barraca.
O Rique me seguiu para dentro da barraca. A barraca era grande, não aquelas barraquinhas de camping mixurucas. Dava para ficar em pé e andar lá dentro. Tínhamos duas camas de campanha, uma cadeira e uma mesinha, um lampião pendurado no teto. Nossas malas estavam num canto.
— Como diabos eu vou tomar banho nessa viagem com todos esses caras me olhando? — perguntei ao Rique.
— Relaxa, é só colocar seu biquíni e eu vou com você, não é nada demais — o Rique respondeu.
— Nada demais? Seu escroto, eu tenho que mijar e cagar no mato feito um bicho do mato qualquer. Não sei como deixei você me convencer a entrar nessa merda. Fecha a porra da lona da porta para eu poder me trocar.
O Rique sabia que eu estava puta da vida e não disse um pio enquanto eu ficava nua. Cavei minha mala atrás do meu único biquíni. Não era o tipo de biquíni que uma mulher casada deveria usar perto de todos esses homens. Era um biquíni de cortininha branco minúsculo com bolinhas pretas. A parte de cima não cobria muito dos meus seios; sorte que não sou tão peituda. Deixava as laterais deles expostas e não tinha bojo, então dava para ver o carocinho que meus mamilos faziam no tecido. A parte de baixo cobria minha bunda com só um vezinho na frente. Não me pergunte por que, mas de alguma forma eu tinha esquecido qualquer outro traje de banho. Amarrei ele no lugar e peguei sabonete, shampoo e uma toalha.
— Vixe Maria, os caras vão adorar ver essa roupinha. Caramba, amor, você tá gostosa demais.
— Vai se foder, eu tô é com calor, com calor e fedendo. Você vem comigo ou não?
O Rique pulou para dentro do calção de banho dele e começamos a descer para o rio. O Jameraka agora estava realmente me secando de cima a baixo quando passamos por ele. Podia sentir os olhos dele queimando um buraco na minha bunda enquanto passávamos.
Ele então gritou:
— Não demorem, crianças, o sol está se pondo, não precisamos de ninguém sendo devorado no primeiro dia.
Quando chegamos na beira da água, vi uns nove ou dez trabalhadores nadando e brincando na água. Todos pararam e me assistiram entrar na água. A água estava bem fresca e fiquei surpresa ao descobrir que o fundo era todo de areia e não lama. Caminhamos até a água bater na cintura e começamos a nos ensaboar.
Olhei para o barranco e vi três dos trabalhadores com água até o joelho. Todos os três estavam totalmente nus e olhando na minha direção.
— Ai meu Deus, Rique, aqueles caras ali estão pelados.
— É, com certeza estão — foi a única resposta dele enquanto começava a lavar o cabelo.
Olhei de volta para eles, dessa vez baixando meus olhos para as rolas pretas deles. As picas dos três estavam penduradas apontando para a água. Essa era a primeira vez que eu via um pau de um homem negro.
Não conseguia acreditar no quanto aquilo descia. As rolas iam até mais ou menos o meio das coxas deles. A vida toda me disseram que negão era bem dotado, mas eu não tinha ideia de que era tão verdade assim. Comecei a pensar: "Meu Deus, qual o tamanho disso quando fica duro? Como as mulheres negras aguentam tudo isso? Fico imaginando como seria sentir um desse comprimento." Não conseguia acreditar que estava me deixando cheia de tesão olhando para esses caras enquanto esfregava o sabonete nos meus seios e mamilos cobertos pelo biquíni.
— Amor, você tá encarando... ei Bruna, tá me ouvindo? Alô, ei Bruna, é melhor parar com essa lavagem de teta aí, você tá deixando os caras de pau duro.
De repente ouvi o Rique e saí do meu transe, só para ver que o garoto na ponta estava ficando excitado agora. O pau dele estava apontando direto para mim. A mão dele foi direto para a ferramenta e ele começou a se tocar enquanto olhava para mim.
— Ai meu Deus. — Virei de costas para ele só para ver o Rique sorrindo de orelha a orelha.
— Acho que ele gosta do que vê, não acha?
— Ai meu Deus, isso é tão doentio. Ele ainda está fazendo o que eu acho que está fazendo?
Sorrindo, o Rique disse:
— É, você deixou o moleque com tesão e agora ele tá batendo uma punheta.
Comecei a olhar em volta só para descobrir que todo homem ali nadando estava pelado. O Rique e eu éramos os únicos com roupa de banho.
— Ele ainda está fazendo isso? — perguntei.
— Ah sim, acho que ele está prestes a gozar na água. Vira e dá uma olhada.
— Nem fodendo, isso é tão nojento, batendo punheta na frente de todo mundo.
— Amor, isso aqui não é o Brasil. Esse povo vive aqui no meio da selva. Isso é normal para eles. Ai meu Deus, lá vem, ele tá gozando, dá uma olhada.
— Nem a pau. — Senti vontade de olhar, mas não conseguia me virar.
Depois que o cara gozou na água, ele voltou para o acampamento. O Rique me ajudou a lavar meu cabelo e depois voltamos para o acampamento também. Eu estava tão excitada que mal podia esperar para ficar sozinha com o Rique na barraca. Minha cabeça estava a mil pensando naquelas rolas de negão. Agora estava me chutando por não ter me virado para assistir esse cara se tocar. Essa era uma coisa que nunca tinha visto um homem fazer e adoraria assistir. Aliás, nem mesmo o Rique fez isso na minha frente.
De volta ao acampamento, o Jameraka disse que gostaria de falar conosco sobre as atividades do dia seguinte antes de irmos dormir.
Uma vez na barraca, vesti uma calcinha de renda azul bebê e uma camiseta grande que sempre uso como camisola.
Pendurei meu biquíni molhado e a toalha naquele varal ao lado do calção molhado do Rique e sentei de frente para o Jameraka enquanto penteava meu cabelo. Agora estava escuro lá fora e você não conseguia ver nada além da luz da fogueira.
O Jameraka nos contou como o próximo dia seria. Seria mais ou menos igual ao de hoje. Íamos montar acampamento no final do dia de novo. Ele também disse que dois de seus homens ficariam acordados a noite toda vigiando o acampamento para que pudéssemos dormir sem preocupações. Ele então disse que era melhor descansarmos, que o próximo dia seria longo e quente. Então, pouco tempo depois, demos boa noite e fomos para nossa barraca.
Uma vez na barraca, o Rique tirou tudo ficando só de cueca e eu fiquei só na minha calcinha azul de renda.
— Belo showzinho que você deu para o Jameraka lá fora.
— Do que você está falando, que show?
— Sentada lá penteando seu cabelo com as pernas bem abertas mostrando essas calcinhas sexy, é disso que estou falando.
— Eu não estava, estava? Ele não podia ver nada, estava escuro demais.
— Sei. Eu estava sentado bem do lado dele e dava para ver quase perfeitamente aquela bucetinha linda sua, direto através daquela calcinha de renda.
— Você está brincando, dava para ver tudo isso?
O Rique então me pegou nos braços e disse:
— É, dava sim. E você fica se perguntando por que ele fica te encarando. Porra, garota, se você ficasse me mostrando essa buceta assim, eu também ficaria encarando. Não posso culpar o cara por ficar secando minha esposa gostosa.
O Rique então começou a me beijar enquanto suas mãos desciam para minhas nádegas cobertas pela calcinha e começou a apalpá-las. Gemi na boca dele enquanto nos movíamos para uma das camas de campanha. Em segundos estávamos deitados lado a lado na cama. O Rique estava brincando com meus seios enquanto continuávamos nos beijando. Em um minuto ou mais, senti a mão do Rique deslizando para dentro da frente da minha calcinha. Gemi na boca dele de novo quando os dedos dele começaram a tatear minha xana molhada e lentamente deslizaram para dentro.
— Hmmmmm alguém está bem molhadinha essa noite. Você gostou de mostrar sua calcinha para o Jameraka?
— Não, eu realmente não sabia que estava mostrando nada para ele.
— Bom, alguma coisa deixou essa bucetinha sua pegando fogo. Foi ver todas aquelas rolas de negão?
A essa altura minha xereca estava encharcada e precisava de um pau duro. Eu estava rebolando meus quadris contra a mão do Rique enquanto ele continuava esfregando meu grelinho quente.
— Hmmmmm nunca vi tantos paus na minha vida, e não sabia que podiam ficar tão compridos, você sabia?
Rindo, o Rique respondeu:
— Muitos desses africanos amarram pedras e coisas com cordas nas partes do corpo para mudar a aparência delas. Não, nunca vi um cara com uma rola que descia até os joelhos antes. Então é isso que te deixou toda molhadinha — enquanto apertava meu grelinho durinho.
— Hmmmmm talvez eu tenha que amarrar uma corda no seu pau e ver se funciona.
Os dedos do Rique me fodendo estavam quase me levando ao orgasmo quando ele disse:
— Então minha esposa gostaria de experimentar uma daquelas rolas pretas compridas, é isso que você está dizendo?
— Eu não disse isso! Ai Deus, isso é tão bom, hmmmmm aí mesmo, não para.
O Rique estava cem por cento certo, ver todos aqueles paus hoje me deixou tão excitada que não aguentava. Tudo o que eu ficava pensando era como seria sentir um pau daquele tamanho me comendo.
— Você não precisa dizer nada, sua buceta está dizendo tudo. Sua buceta está dizendo enfie uma rola preta grande e dura dentro de mim!
Ouvir suas palavras safadas me fez gozar na hora:
— Ah simmmmm, simmmmm, eu tô gozando — gemi enquanto empurrava contra os dedos dele.
— Isso, goza para mim. Fecha os olhos e imagina que uma daquelas rolas pretas compridas está dentro de você te fazendo gozar agora.
Fiz o que o Rique disse e gemi:
— Hmmmmm, meu Deuuuuus, ahhhhhh simmmmm, esse pau comprido é tão gostosooooooo.
Meus quadris agora estavam pulando para cima e para baixo contra a mão e dedos do Rique enquanto meu orgasmo continuava percorrendo meu corpo.
— Ahhhhhhh simmmmm eu tô gozandooooooo.
O Rique estava chupando com força cada um dos meus mamilos duros enquanto meu orgasmo começava a diminuir. Ele então puxou a mão para fora da minha calcinha azul de renda e me empurrou de costas enquanto subia entre minhas pernas por cima de mim.
Puxando o meio molhado da minha calcinha para o lado, ele começou a esfregar a cabeça do pau duro dele para cima e para baixo na minha fenda molhada. Uma vez que estava todo molhado com meus sucos, o Rique disse:
— Desculpa, amor, tudo o que você vai receber hoje à noite é esse pauzinho branco — enquanto começava a afundar dentro da minha buceta super molhada.
Prendi minhas pernas em volta dele e gemi:
— Hmmmmm sim, seu pau tá ótimo, amor.
Mas ainda fixado na minha mente estavam aqueles paus de negão compridos que eu tinha visto.
— Ai meu Deus, sua buceta é tão gostosa — o Rique gemeu no meu ouvido enquanto começava a bombear o pau duro dele para dentro e para fora de mim.
Eu ainda estava pensando em uma daquelas rolas pretas compridas quando prendi minhas pernas em volta das costas do Rique e gemi:
— Hmmmmm Deus, me fode com esse pau comprido.
O Rique então começou a me bombear a toda velocidade. Eu simplesmente não conseguia tirar aquelas rolas pretas compridas da cabeça. Então, em muito pouco tempo, estava gemendo que estava gozando. Esperava que os outros homens no acampamento não ouvissem meu orgasmo com meu marido. Que primeira noite maravilhosa. Adormeci naquela noite ainda pensando em pau de negão.
Conforme o tempo passou, cada dia era praticamente igual. Viajávamos o dia todo. Parando às vezes para conferir animais selvagens pelo caminho. Montávamos acampamento à noite perto de um lago ou rio. E tomávamos banho com os ajudantes, os ajudantes pelados.
Então, alguns dias depois, uma das alcinhas do meu biquíni quebrou e me deixou numa situação complicada. Como eu só tinha aquele único biquíni e a loja mais próxima ficava a centenas de quilômetros de distância, o Rique me convenceu a tomar banho de sutiã e calcinha. No começo fiquei meio relutante em fazer isso. Quantas esposas você conhece que desfilam por aí em roupas íntimas sexys na frente de uns 15 homens e garotos estranhos? E como eu disse no início dessa história, não tenho nenhuma calcinha ou sutiã sem graça. Todos os meus são meio sexys, de renda e transparentes. De qualquer forma, depois de alguns dias mostrando minhas roupas íntimas sexy para todos os caras, comecei a me sentir um pouco mais à vontade com isso.
Conforme o tempo passou e o que parecia um mês, chegamos a essa aldeiazinha no meio da selva. A aldeia tinha muitas cabanas de sapé, fogueiras e gente cozinhando. O povo tribal estava todo trabalhando fazendo coisas e fazendo o que esse povo faz. Era como se tivéssemos entrado num filme do Tarzan. Ah sim, tinha mulheres lá, eu não era mais a única fêmea no grupo. Eu era a única branca, mas não mais a única. Estavam todas de peito de fora e o Rique estava adorando esse showzinho que estava recebendo. Todas olhavam para o Rique e para mim e falavam coisas uma para a outra que não conseguíamos entender. O Jameraka nos levou e nos apresentou ao Cacique da tribo. O nome dele era Cacique Zoomama e, como os outros, não falava um pingo de português. Ele apertou nossas mãos enquanto falava com o Jameraka. O Cacique então apontou para uma das cabanas de sapé. O Jameraka então nos disse que o Cacique tinha nos dado aquela cabana ali para ficar. Estava longe de ser um Ibis, mas tanto o Rique quanto eu apertamos a mão do Cacique de novo e agradecemos.
O Jameraka então nos levou para mostrar o interior. Estou pensando: "Foda-se esse lugar." Moradores de rua no Brasil vivem melhor do que isso. Mas fiquei de boca fechada enquanto olhávamos pela porta. O Jameraka então disse aos trabalhadores para colocarem nossas coisas na cabana. Então, uma vez que nos mudamos, não era tão ruim assim. Bom, era melhor que a barraca de qualquer forma. Podíamos fazer uma fogueirinha lá dentro, mas não tinha ventilação muito boa. Tinha que tomar cuidado; se deixasse a fogueira muito grande, você se sufocava com a fumaça ou incendiava o lugar.
O Jameraka apontou onde ficava o rio para tomar banho. E disse que era seguro aqui para tomar banho praticamente a qualquer hora. Ele também nos disse que a tribo ia fazer um banquete e uma dança para nós pouco antes de escurecer.
Depois que todas as nossas coisas foram colocadas na nossa cabana, o Rique e eu entramos para organizar e nos preparar para descer ao rio. Vesti uma calcinha de renda preta e um sutiã branco transparente. O Rique só vestiu a cueca. Pegamos nossas toalhas e sabonete e saímos. Uma vez no rio, fiquei em choque. Era lindo. Era uma piscina grande no pé de uma cachoeira grande. Era um chuveiro feito por Deus que era incrível. A água estava perfeita, nem um pouco fria. Nos ensaboamos e entramos embaixo da queda d'água para enxaguar. Essa foi a melhor coisa da viagem até agora. Bom, a segunda melhor coisa, ver todas as rolas que eu vi foi a primeira melhor coisa.
Depois do nosso banho maravilhoso, estávamos voltando para a aldeia quando o Rique disse:
— Cara, os caras da tribo vão adorar esse sutiã que você está usando essa noite!
Olhando para baixo para meus seios, pude ver do que ele estava falando. Meu sutiã transparente tinha ficado completamente see-through uma vez molhado. Não escondia nada, dava para ver todos os meus mamilos através dele e até a pintinha que tenho na parte de baixo do meu seio direito. Sorri e respondi:
— Você acha que eles vão gostar desse visual?
— Porra, sim; eu sei que vão — o Rique respondeu de volta.
De volta à aldeia, vi que o Jameraka foi o primeiro a reparar nos meus mamilos agora bem duros saltando. E eu estava ficando excitada sabendo que ele estava me secando. Então vi que o Cacique e muitos dos outros homens e garotos estavam comendo com os olhos meus seios balançando com mamilos duros no meu sutiã transparente enquanto caminhávamos para nossa cabana.
Uma vez dentro da cabana, eu ataquei o Rique ali mesmo. Essa coisa de ficar me exibindo com roupas íntimas sexy estava mexendo comigo. Eu estava me transformando em algo que nunca soube que poderia ser. Estava começando a gostar de provocar todos esses homens e garotos. E o engraçado era que quanto mais eu provocava, mais isso deixava o Rique excitado. Nunca soube que meu marido curtia ver outros homens me secando. A cama na nossa pequena cabana não era nada mais que uma esteira de bambu em cima de um pouco de capim e folhas. Fiquei realmente surpresa que não era dura demais. Na verdade, até que era meio macia. Nada como a minha cama em casa, claro! Mas era um pouco melhor que as camas de campanha em que vínhamos dormindo.
Empurrei o Rique para trás na esteira, deitado de costas, ainda vestido com a cueca molhada.
Olhando para ele, eu disse:
— Essa exibição toda me deixou com um tesão do caralho, é melhor você tirar essa cueca molhada.
Enquanto o Rique tirava a cueca molhada, comecei a tirar meu sutiã transparente branco, molhado e sexy.
O Rique gemeu:
— Hmmmmmm seus mamilos duros estão dizendo tudo. Sua buceta está molhada?
Jogando meu sutiãzinho molhado no chão, enganchei os dedos no elástico da minha calcinha de renda preta molhada e gemi:
— Hmmmmm sim, eu estou muito molhada — enquanto a empurrava para baixo e deixava cair nos meus pés.
Saí de dentro da calcinha, me movi para perto da esteira, peguei o pau semi-duro do Rique na minha mão e comecei a batê-lo para cima e para baixo.
— Hmmmmm deixa esse negócio duro, amor, eu preciso dele dentro de mim agora mesmo.
O Rique não me decepcionou. O pau dele ficou duro como pedra num instante. Inclinei-me e enfiei fundo na minha boca. O Rique gemeu alto:
— Ah, meu Deus, isso é tão bom.
Eu estava chupando a cabeça da rola agora super dura do Rique enquanto a bombeava para cima e para baixo com meu polegar e indicador em volta dela. Os quadris do Rique começaram a se mover no ritmo da minha punheta e eu sabia que não poderia manter aquilo por muito mais tempo ou ele estaria bombeando seu esperma quente na minha boca. E eu precisava do esperma quente dele dentro da minha buceta para apagar o fogo.
Para a decepção do Rique, parei de chupar o pau duro dele e joguei minha perna por cima dele, montando na cintura dele. Alcancei entre minhas pernas, peguei o pau duro e agora molhado do Rique na minha mão e o alinhei com minha entrada molhada. Assim que alinhei com o buraco quente e molhado da minha xana, desci devagar sobre ele. Quando estava todo dentro de mim, gemi:
— AI MEU DEUS, SIMMMMMM.
O Rique agarrou meus dois seios e começou a rodar meus mamilos duros enquanto eu começava a quicar para cima e para baixo no pau duro dele. DEUS, o pau dele parecia tão bom deslizando para dentro e para fora de mim.
O Rique gemeu:
— Puta que pariu, sua buceta está pegando fogo. Me diz que você não gostou de mostrar seus peitos para todos aqueles caras?
Ele então soltou um dos meus seios e moveu a mão para entre minhas pernas.
Eu quase gozei na hora quando os dedos do Rique começaram a brincar com meu clitóris duro. Eu gemi:
— Ah, sim, eu gostei. Me deixou com tanto tesão aqueles caras me olhando.
O Rique jogou lenha na fogueira quando disse:
— Você sabe que todos aqueles caras vão estar batendo punheta naquelas rolas pretas compridas hoje à noite pensando nesses seus peitinhos lindos.
Ai meu Deus, minha mente foi direto pensar em uma daquelas rolas pretas compridas deslizando fundo dentro de mim. Fechei meus olhos e comecei a imaginar que estava cavalgando numa daquelas rolas naquele momento.
O Rique então disse:
— Que tal você andar de topless como o resto das garotas por aqui? Você vai deixar esses caras malucos vendo seus peitos gostosos balançando por aí. Eu sei que você mostrando seus peitos vai me deixar com tesão. E olha para você agora; você adorou pra caralho eles vendo seus mamilos duros. A gente nunca mais vai ver nenhuma dessas pessoas depois que formos embora daqui. O que você me diz, a fim de dar um showzinho para esses caras amanhã?
Eu estava agora no ponto do orgasmo total. Pensando em uma daquelas rolas pretas compridas me fodendo. Pensando em andar por aí de topless para todo mundo ver. Eu estava agora quicando para cima e para baixo no pau duro do Rique a toda velocidade. Ele brincando com meu clitóris e toda aquela conversa suja me levaram ao limite.
Tentei não ser muito barulhenta enquanto gemia:
— AI SIMMMMMM, MEU DEUS SIMMMMMM, EU IA ADORAR MOSTRAR MEUS PEITOS PARA ELESSSSSS. AI MEU DEUS EU TÔ GOZANDOOOOOO.
Eu estava tremendo toda enquanto meu orgasmo percorria meu corpo. O Rique então agarrou meus quadris e me puxou com força contra o pau dele enquanto gemia hmmmmmm Deus, lá vem. O pau dele começou a pulsar dentro de mim enquanto ele me enchia com sua porra quente. Eu rebolava para cima e para baixo nele enquanto ordenhava toda aquela porra para fora.
Inclinei-me e disse obrigada, amor, eu precisava disso, e então dei um beijo longo e quente nele.
Sentei-me de volta com o pau do Rique agora amolecendo ainda dentro de mim. Eu podia sentir todo o esperma que ele tinha bombeado dentro de mim começando a escorrer entre o pau dele e os lábios da minha buceta. Tive o susto da minha vida quando olhei para a porta e vi que estava aberta e o Jameraka estava parado no batente olhando para mim nua, sentada no pau do meu marido. Como eu disse, fiquei em choque e não gritei, não tentei me cobrir nem nada, apenas fiquei sentada lá olhando de volta para ele. O Jameraka então fechou a porta e foi embora. Eu nem disse nada para o Rique, que não viu o que tinha acabado de acontecer. Aquilo me fez sentir toda estranha por dentro. Eu não sabia há quanto tempo ele estava nos observando. Tinha certeza de que esse homem tinha acabado de me ver ter um orgasmo enquanto o Rique e eu transávamos. Não tinha certeza se devia contar para o Rique o que tinha acabado de acontecer ou não. O que eu sei é que me senti toda sexy sabendo que o Jameraka tinha acabado de me ver totalmente nua e transando.
Fim da parte 1!