Namoradinho inocente. (4)

Categoria: Grupal
Contém 5514 palavras
Data: 11/02/2026 22:27:09
Última revisão: 12/02/2026 08:05:53

Parte 4.

No quarto, já deitado, o Lírio pediu ao filho para voltar ao corredor e pegar quatro copinhos descartáveis junto ao bebedor de água. Quando ele saiu do quarto, o Lírio me disse:

— Agora vamos começar a provocar mais intimidade. Você deixa rolar.

Logo que o Giles regressou com os copinhos de plástico, trinta segundos depois, eu estava sentada na cama ao lado do Lírio. O tio Gatito esperou o Giles se sentar ao meu lado, ele e o irmão permaneciam completamente nus. Percebi que o Giles já estava ficando acostumado com aquilo. O tio abriu uma das garrafas de licor e servindo um pouco em cada copo, falou:

— Vamos brindar, e comemorar o aniversário do nosso querido Giles. Namoradinho da deliciosa Sérvia.

Cada um provou o seu licor, e fizemos “tim-tim”. E eu senti o quente da bebida descendo pela garganta. Comecei a cantar:

— Parabéns para você... e eles me acompanharam. “Nesta data, querida” … Cantamos os parabéns para o Giles e a seguir bebemos toda a dose de licor. Aí, o Lírio disse:

— Agora, outro brinde! Uma rodada, só para saudar a Sérvia, a linda namoradinha deliciosa do meu filho.

Mais uma vez o tio serviu licor nos copos. Tomamos um gole e o tio falou:

— Vai Giles, agora você puxa os parabéns!

O Giles começou a cantar os parabéns e nós o acompanhamos. Não cantávamos alto, mas em clima de alegria. Ele parecia adorar aquilo tudo.

Eu disse:

— Temos que brindar ao seu pai e ao seu tio que nos deram esse presente especial!

Assim, fizemos um brinde em nome de cada um ali presente, e com isso, tomamos quatro copinhos de licor. Eu já sentia meu corpo ficando quente. A seguir, eles disseram:

— Podem se despir. – Falou o Lírio.

— Como? – O Giles perguntou sem entender.

— Devemos ficar logo pelados, todos juntos, para nos acostumarmos. Estamos em família, nada melhor do que ter intimidade. – disse o Gatito.

Giles me olhou meio em dúvida, mas eu concordei:

— Por mim, tudo bem.

Retirei a saída de praia sem vacilar e me virei para ele pedindo:

— Pode soltar os lacinhos do meu biquíni, amor?

O Giles deu uma vacilada, por segundos. O Lírio disse:

— Vai, sem medo.

Giles esticou a mão e soltou o lacinho do sutiã. Retirei e deixei meus seios expostos. Os bicos estavam bem salientes. Esperei que ele desamarrasse a tanguinha de cada lado.

O Tio falou:

— Isso mesmo, garoto, despir a namorada é sinal de total confiança e intimidade.

O Lírio exclamou:

— Parabéns, norinha, assim que eu gosto de ver. Sem ter vergonha.

Aí, o tio falou, rindo:

— Isso, norinha sem-vergonha! Hahaha. Vai, Giles, agora, só falta você.

Naquele momento, ele muito corado, despiu a camiseta e em seguida a bermuda, que desceu junto com a cueca. Ele estava excitado, de pau duro. O pai dele falou:

— Assim mesmo, garoto! Parabéns! Nas primeiras vezes, você fica assim, o pau duro, excitado, mas depois se acostuma. Muito bem. Agora já estamos íntimos, sem vergonha nenhuma, e podemos ir dormir. Seus 18 anos começaram aprendendo muita coisa. E estamos aqui eu e o Gatito, para ensinar a vocês, o que precisarem.

Lírio me deu um beijo na face e deu boa noite, e o Tio fez a mesma coisa.

Eu e o Giles pegamos nossas roupas e fomos com elas nas mãos para o outro quarto, e percebi que ele estava um pouco envergonhado, sem jeito de dormir na mesma cama de casal. Eu disse:

— Estou muito contente de poder dormir com você na mesma cama. Seu pai está nos ajudando muito. Nos ensinando. Acho isso importante para fortalecer nossa relação. Não se sinta acanhado. Eu acho muito bom.

Giles ficou mais satisfeito. Quando ele ia se deitar, eu falei:

— Você e eu não precisamos dormir de roupa. Bem que o seu pai falou. Pode ficar pelado, sem problemas.

Reparei que ele estava ainda um pouco envergonhado. Mas muito excitado. Peguei a minha saída de praia e vesti, e somete com ela sobre o corpo, falei:

— Vou usar esta saída como se fosse uma camisola. Assim você fica mais relaxado.

Ao notar o Giles ainda parecia indeciso entendi que ele estava com vergonha porque ficou excitado e de pau duro. Cheguei ao lado dele e disse:

— Vou apagar a luz. Sei que você está com vergonha de ter ficado excitado e de pinto duro na minha frente. Não precisa ficar assim, eu acho isso bem normal, adoro saber que você se excita comigo. Gosto muito de ver como estamos aprendendo. Seu pai e seu tio ficaram um pouco excitados também, não viu? Sinal de que me admiram também.

Ele sorriu, fez que sim, quase agradecendo.

Eu apaguei a luz do quarto e fui logo me deitar.

Como a casa é de estilo antigo, a janela do quarto é daquelas altas, com vidros na parte de cima, o que permitia a entrada de uma luminosidade bem fraca que vinha de fora. Com isso, dava para ver na penumbra, depois que os olhos se acostumavam.

Vi o Giles pelado sentado na cama. Quando ele se deitou ao meu lado, sobre a cama, e puxamos o lençol, eu o abracei e dei um beijo, dizendo:

— Amor, estou tão feliz. Desejo que seu dia de aniversário seja o melhor possível.

Quando eu o abracei, senti que o pinto dele estava muito duro. Se encostou na minha barriga. Um pinto médio, até que bem legal, mas se comparado aos do pai e do tio, era menor. Conforme nos beijávamos ele foi ficando mais solto, o licor fazendo efeito, se entregando mais.

Eu falei:

— Você é virgem, mas já somos maiores de idade. Como você é inexperiente, não podemos fazer sexo ainda, para não ser ruim para nenhum dos dois. O começo é sempre complicado e temos que ter calma. Eu quero fazer só quando você estiver mais experiente. Para ser muito bom. Mas você pode aproveitar essa viagem e perguntar algumas coisas para seu pai e seu tio, eles podem nos ensinar, e ir aprendendo com eles, para a gente poder fazer sexo. Você não tem vontade?

Giles até tremia de tão excitado. Ele concordou e disse:

— Eu tenho muita vontade, mas não sei mesmo nada de sexo. Estava com medo de falar sobre isso, e você não gostar. Mas se você está de acordo, eu acho muito boa essa ideia.

Naquele momento a minha respiração estava ofegante e a dele também. Percebi que o Giles estava até tremendo de tanto tesão. Achei até que fosse gozar. Eu dei um beijo nele, um pouco mais intenso com a boca de lábios colados e falei em seu ouvido:

— Estou também com muito tesão.

Despi a saída de praia e fiquei nua. Falei:

— Olha só o bico dos meus seios. Durinhos. Não podemos transar ainda, mas se você quiser eu deixo você se aliviar junto comigo.

— Como? – Ele perguntou. A voz dele mal saía da garganta.

Eu disse:

— Você pega na minha mão, e se masturba com ela. Acho que vai ser bom para você e para mim. Eu vou adorar ver você gozar com a minha ajuda.

A tara havia tomado conta do seu corpo e embolava seus pensamentos, e o licor fazia o resto. Ele me olhou nos olhos, bem de pertinho e sussurrou:

— Ah, querida, acha que podemos? Não é errado?

— Não, somos namorados. – Respondi.

Ele perguntou;

— Como você sabe tudo isso?

— Minha mãe me explicou como é, como se faz no começo. – Disse.

Ele concordou:

— Se você quer, eu quero.

Eu peguei na mão dele e esperei que ele invertesse e pegasse na minha. Falei:

— Será nosso segredo. Nossa primeira noite juntos.

Ele entendeu na hora, levou a minha mão ao cacete dele fazendo o pinto duro pulsar. Eu segurei no cacete e ele deu uma ofegada. Estava muito excitado. Eu também. Falei:

— Seu pinto é quente e gostoso! Um dia vou experimentar...

Com a mão por cima da minha, ele foi se masturbando, no início bem de leve, meio desajeitado. Eu apertava suavemente o cacete, aumentando a sensação de ter uma outra mão no pau dele. Giles quase sem ar, gemia, exclamando:

— Ah, Sérvia, que gostoso isso, eu amo você! Como você é deliciosa!

Eu sussurrava:

— Eu também adoro você amor, e quero que você goze para mim! No dia do seu aniversário você vai gozar para mim, para a sua namorada que está ajudando. Vai ser inesquecível.

Beijei sua boca. Senti o pau dele dando uns solavancos e ele suspirando, gemeu abafado, se retesou inteiro, e logo começou a gozar.

Soltou vários jatos fortes que caíram sobre a cama e sobre a minha mão. Fiquei segurando e apertando o pinto dele até ele parar de estremecer. Tive que me controlar para não botar a boca e lamber. Ele ficou respirando muito ofegante.

Quando vi que ele relaxou, peguei o lençol de cobrir e limpei aquela porra que ele jorrou. Giles deitado de costas na cama respirava com dificuldade, ainda muito ofegante. Eu dei outro beijo nele e fiquei ali ao lado, esperando que ele recuperasse o fôlego.

E em menos de cinco minutos eu vi que ele apagou, estava ressonando num sono sereno e tranquilo. Naquela sensação de relaxamento após o orgasmo.

Cuidadosamente, me levantei, nua como estava, e saí do quarto. Quando entrei no outro quarto, na penumbra eu vi os dois homens que estavam de pau duro, deitados sobre os lençóis, e sorriram. O Lírio falou:

— Eu tinha certeza de que você viria logo.

O tio perguntou:

— O corninho dormiu?

Eu disse em voz baixa:

— O corninho gozou na minha mão, numa punhetinha, e logo depois apagou. Com os licores que tomou vai dormir bem pesado, eu acho.

— Vem cá, putinha, que eu passei o dia cheio de tesão por você. – Disse o Lírio.

Eu me sentei nua no lado da cama. O Lírio já me abraçou e me deu um beijo acariciando os meus peitos. Eu estava fervendo de desejo. Me deitei entre ele e o tio Gatito. Na mesma hora acariciei o pau do Lírio, bem duro e falei:

— Nossa, que tesão que eu estou. Fiquei louca com o corninho gozando na minha mão. Quase que eu montei sobre ele.

O Lírio alertou:

— Temos que ir bem calmos, passo a passo. Não pode quebrar esse encanto de uma só vez. O seu corninho tem que ser preparado e ensinado. Aí que vai ser gostoso.

Eu contei:

— Falei para ele que temos que aproveitar para aprender com vocês que são experientes.

O Gatito deu uma apertada na minha bunda, e eu suspirei. O Lírio falou para ele:

— Você espera a sua vez, mano. Já recebeu um belo boquete dentro do carro.

Eu me virei e segurando a rola do Lírio, dei um beijo, depois passei a língua sobre a cabeça, como havia aprendido a fazer com o primeiro namorado. O Lírio ofegou e exclamou:

— Mas que putinha safada! Sabe tudo!

Eu comentei:

— Se você falar com o Giles que vai nos ensinar, ele vai deixar eu fazer tudo com vocês, para ele aprender. O corninho é inocente e admira muito vocês dois.

— A safadinha já entendeu e vislumbrou tudo. – Disse o Gatito.

Fiquei chupando o pau do Lírio, enquanto o Gatito aproveitou que eu estava de bunda virada para o lado dele, e começou a beijar minhas costas, passar a mão na minha bunda, enfiava os dedos entre as coxas. Ele falava:

— Que putinha mais tesudinha! Acho que ainda nesta viagem vai dar para o sogrinho na frente do corninho.

Eu rebolava gemendo:

— Que gostoso! Adoro essas safadezas. Fico com mais tesão assim.

Eu me arrepiava toda com aqueles toques, e o tesão aumentou muito, o que me fez mamar com muito mais vontade a pica do Lírio. Ele gemia ofegante. Uns dois minutos depois ele estava quase gozando na minha boca. E eu também maluca de vontade de dar, com as lambidas e dedadas que recebia do Gatito por trás. De repente, ouvi a voz do Giles me chamar.

— Sérvia? Onde você está?

Na mesma hora me levantei da cama e voltei correndo para o quarto. A boca ainda toda melada das chupadas no cacete do pai dele. Quando entrei vi que o Giles estava acordado, ainda deitado, zonzo, por efeito dos licores que bebeu. Ele falou:

— Acordei com tudo girando em volta. Não devia ter bebido. Não vi você. Onde estava?

Na hora, eu podia dar a desculpa que fui ao banheiro, mas resolvi falar a verdade:

— Sabe, eu fui beber água, e na volta parei para falar com o seu pai e seu tio, que ainda estão acordados.

— Assim, pelada? – O Giles perguntou.

Respondi com naturalidade:

— Na hora que me levantei, nem liguei. Estou acostumada a andar sem roupa em minha casa. Então, com sede, fui pegar a água assim mesmo, sem penar em nada.

Ele parecia ainda meio confuso, talvez com efeito da bebida. Disse:

— E você ficou conversando com eles sem roupa?

— O que tem isso amor? Já ficamos pelados antes. – Perguntei com jeito inocente. Depois completei

— Eles já me viram sem roupa antes. Antes de dormir você tirou meu biquíni na frente deles. Eu não tenho nenhuma vergonha. Já falamos sobre isso.

Giles fez que sim com a cabeça, concordando. Como se estivesse voltando à realidade. Piscou um pouco como se quisesse aclarar os próprios pensamentos, e perguntou:

— O que é que vocês estavam conversando?

Reparei que uma ereção já ia se formando no pinto dele, então, deduzi que a ideia de que eu estava pelada conversando com o pai e o tio deviam excitá-lo. Eu achei que era hora de testar até onde ele era capaz de aceitar. Contei:

— Quando voltei de beber água, eu vi que os dois estavam na cama, de pinto duro. Nossa, que pintos grandes que eles têm, né amor?

— É, tem. Eles estavam de pau duro? – Ele parecia curioso e excitado.

Concordei e falei:

— Eu disse que nunca vi pintos tão grandes, e eles me perguntaram se eu queria ver melhor. Então eu me sentei na beirada da cama para ver bem de perto.

Naquele momento percebi que o pau do Giles já estava duro. Eu contei:

— Acho que eles estavam vendo um vídeo de sexo no celular quando eu cheguei. Eu contei que o seu pinto parece grande, mas não é grande como aqueles, e o seu pai falou que você precisa se masturbar mais, todo dia, para desenvolver o músculo, e crescer.

— Você falou do meu pinto? Meu pai disse isso? – Giles perguntou ofegante.

— Sim, contei que você gozou na minha mão. Aí o seu pai me falou que eu preciso aprender a masturbar melhor, para o seu pau crescer. Então, ele me mostrou como tenho que pegar no pinto, e eles estavam me explicando como fazer de um jeito que seja mais gostoso para você. Me ensinando como masturbar direitinho.

Giles até tremia um pouco:

— Meu pai? O tio também? Que louco isso! Pegou no pinto deles?

Eu fiz um carinho no ventre dele, e respondi:

— Ué, amor, como eu vou aprender sem pegar? Seu pai estava me explicando como masturbar você, quando você acordou e me chamou. Sente a minha mão, como ficou quente.

Coloquei a mão sobre o peito dele que suspirou. Perguntei:

— Quer que eu mostre como foi?

O pau dele estava bem duro e empinado. Eu fiquei de joelhos sobre a cama, bem ao lado dele, fui acariciando suavemente, passei a mão no saco, e falei:

— Olha aqui, amor, vou mostrar como ele estava me ensinando.

Segurei no pinto com a mão firme e apertei um pouco. Giles soltou um gemido.

Ele perguntou:

— Pegou assim no pau do meu pai?

— Isso, assim mesmo. Só que o dele é muito grosso. - Eu confirmei. — Ele que me explicou como fazer. - Respondi.

O pau dele é grande né? – Ele perguntou, cada vez mais excitado.

— Nossa, amor. É um pauzão grosso e grande. Minha mão nem fecha.

Giles parecia cada vez mais ofegante:

— Ele gostou de você pegar no pau dele?

— Acho que sim, estava suspirando excitado, igual você. – Confirmei.

Ele quis saber:

— E você, gostou de pegar no pintão dele?

Dei mais umas masturbadas apertando e afrouxando o cacete:

— Gostei, pois ele estava me explicando como fazer mais gostoso. Olha… Viu? É assim. É bom?

Mais ofegante ainda, ele respondeu:

— Ahhh, que gostoso! Sim, é muito bom. Ele ensinou?

Eu comecei a fazer movimentos muito suaves com a mão esticando bem a pele do pau para baixo, expondo toda a cabeça, e segurava esticada por segundos. Giles ofegou forte. Eu falei:

— Ele estava me ensinando a fazer isso. Você gosta?

— Gosto muito! – Ele gemeu.

Falei com voz sensual perto do ouvido dele:

— Acho que eu vou aprender muito com o seu pai e o seu tio, e poderei ensinar a você.

Eu já estava toda melada na xoxota. Giles com voz rouca avisou:

— É muito bom! Se você continuar com isso eu vou gozar novamente!

Meu corpo ferveu de tesão na hora, e eu falei com voz bem rouca em seu ouvido:

— Ah, amor, que delícia! Quero você com tesão, assim mesmo. Então goza de novo para a sua namorada! Eu vou adorar isso!

Bastou fazer mais umas cinco punhetas mais ritmadas e o Giles novamente teve um orgasmo intenso, jorrando porra em jatos. Ele se debatia sobre os lençóis, agitado pelas ondas do prazer. Dessa vez eu coloquei a outra mão na frente do pau e não deixei espirrar.

A porra que batia na minha mão pingava sobre o próprio ventre dele. Meu namorado se remexia sobre a cama, com espasmos de prazer. Minha xoxota até babava de ver aquilo. Quando ele finalmente sossegou, eu novamente peguei o lençol e enxuguei a porra da barriga dele. Depois eu dei um beijo em sua boca e ele nem comentou que tinha cheiro de pica no meu rosto. Ele correspondeu ao beijo, muito entusiasmado. Eu perguntei:

— Gostou do que eu aprendi com seu pai?

— Muito! – Respondeu. Ele respirava bem ofegante.

Eu me deitei ao seu lado e falei:

— Vamos dormir amor, que depois eu quero aprender mais. Seu pai e seu tio devem saber muito. Você deixa eu aprender para ensinar você?

Satisfeito e relaxado ele concordou:

— Hum-hum. Deixo.

Arrisquei perguntar:

— Você fica com tesão de saber que eu estou aprendendo essas coisas com eles?

Giles fez que sim com um movimento de cabeça. No início meio tímido. Depois conseguiu falar:

— Nossa! Eu fico sim, nunca pensei que a gente ia aprender desse jeito.

— Eu também estou amando esse aprendizado. Eles sabem muito. – Respondi.

Ficamos ali abraçados, e ele rapidamente foi relaxando e apagou novamente. Dessa vez parecia que embalou muito forte.

Esperei mais um pouco para ter a certeza de que ele embarcou no sono mais profundo, e me levantei. Saí do quarto e fui novamente para a cama dos dois machos que continuavam muito tesudos.

Quando voltei ao quarto, eu estava com a boceta toda melada e com um tesão alucinante. Já fui me deitando novamente entre os dois machos que me receberam com carícias e beijos. O Lírio quis saber o que o filho queria e eu falei:

— O danadinho acordou, ficou com tesão, e gozou de novo na minha mão.

Contei o que havia acontecido. O tio exclamou:

— Caralho, essa putinha safada é mais esperta do que nós dois juntos.

O Lírio me segurou pela cintura, me colocou montada a cavalo sobre o seu peito e foi me puxando até que minha bocetinha ficou ao alcance de sua boca. Ele falava:

— Que safada mais tesudinha! Sua boceta está toda melada.

Aí a língua quente e larga dele passou a me explorar a parte interna da xoxota, e eu fiquei muito louca de prazer. Com as mãos ele me apertava os seios e entre umas lambidas e enfiadas de língua na xoxota, ele sugava meu grelinho. Comecei a gemer, estremecendo, sentindo que o orgasmo estava próximo:

— Ah, sogrinho gostoso, tarado. Assim eu vou gozar.

O tio Gatito ficou de pé sobre o colchão e ficou batendo o cacete duro no meu rosto:

— Gosta de pica hein, putinha?

Eu abri a boca, coloquei a língua de fora e passei a lamber e chupar a cabeça daquela piroca enorme. Quando eu estava tremendo inteira, prestes a entrar em orgasmo, o Lírio agarrado com as duas mãos nas minhas ancas, me empurrou e eu entendi o que ele queria. Fui descendo o corpo e encontrei a rola dura esperando a minha xoxota que já estava totalmente melada de saliva e fluidos vaginais. Senti a cabeça da pica se enterrar na bocetinha e alargar completamente as paredes internas da vagina. Era uma delícia sentir aquilo. O pau foi se enterrando, lentamente, e eu ofegava a cada centímetro. Eu pedi:

— Ah, que delícia, sogrinho! Mete tudo na sua nora putinha.

À medida em que o pau ia se enfiando, alargando e atolando a minha xaninha, eu comecei a rebolar e senti que minha xoxota se contraía com os espasmos deliciosos que espremiam e ordenhavam aquela rola grossa. Meu corpo foi tomado por um calor inebriante e eu corcoveava, atolada na piroca do Lírio, enquanto sugava a rola do Gatito. Conforme o meu tesão aumentava eu sugava a caceta como uma alucinada, e no auge do prazer, coloquei a mão entre as pernas do tio e fui subindo o dedo até encontrar o cuzinho dele, como ele fizera comigo no carro. Bastou eu pressionar a ponta do meu dedo médio no cu apertado dele que o tio soltou um gemido profundo, grave e exclamou:

— Caralho, safada! Assim vou gozar muitooooo!

Senti o pau dando saltos na minha língua e a porra jorrando em jatos que inundaram minha boca e garganta. Chegou a escorrer um pouco para fora da boca, pelo queixo, mas um bom tanto eu engoli. Tinha um gosto meio agridoce, daquela geleia pastosa. Meu tesão naquele instante escapou do controle e minha boceta fazia contrações fortes no pau do Lírio. Passei a remexer freneticamente as cadeiras, em êxtase, e me esfregar na rola, conforme meu gozo me agitava também. Eu soltei um gemido mais alto:

— Ahhh, que delícia! Goza comigo sogrinho!

O Lírio dessa vez também não conseguiu segurar e gozou muita porra dentro da minha bocetinha, gemendo no meu ouvido. Eu sentia as gozadas fortes do Lírio dentro da vagina e o pau dele parecia ter vida própria, saltando com contrações do ventre dele.

O Gatito, exausto e com as pernas bambas, se deitou ao nosso lado. Ele falou:

— Mas que boca mais deliciosa! Que putinha mais tesuda!

Eu me deitei sobre o Lírio e senti o pau escorregando para fora da minha bocetinha, enquanto uma cascata de porra vazava sobre a virilha e o saco dele. Eu e ele estávamos muito ofegantes, parecendo que havíamos corrido uma maratona.

Ficamos deitados tentando normalizar a respiração. Menos de um minuto depois eu ouvi a voz do Giles, perguntando:

— Sérvia? Acordou de novo? Você está onde?

Na mesma hora eu me sentei na cama ao lado do Lírio e olhei em direção da passagem para o outro quarto.

Vi quando o vulto do Giles veio surgindo ali no escuro e deu um passo para dentro do quarto. Ele me viu na cama do lado do pai dele, e perguntou:

— O que é que vocês estão fazendo?

Eu falei:

— Acordou amor? Eu estava continuando as aulas, aprendendo com seu pai e o tio.

Giles me olhava meio zonzo. Ele exclamou:

— Ouvi o tio falar em boca mais deliciosa.

Eu fui rápida:

— Sim, eu estava aprendendo a usar os lábios e a língua para beijar melhor.

Giles ficou parado, meio sem saber como reagir. O tio explicou:

— Você vai ver como ela vai beijar você bem mais gostoso agora. Ensinei a ela um jeito muito bom, com a língua.

Giles olhou para o tio, não sabia se sentia ciúme ou se excitava. Percebi que o pau dele estava dando uns ligeiros saltos, querendo se erguer. Tratei logo de perguntar:

— Você também quer aprender, amor? Vem aqui que eu mostro como foi.

Eu me levantei da cama passando disfarçadamente a mão nos peitos, para limpar um pouco da porra que escorreu.

A minha sorte é que o quarto estava escuro, só com uma ligeira luminosidade filtrada da noite de luar, pelo vidro das janelas. Por isso, na verdade só víamos os vultos, e ele não reparou que eu estava melada de porra pelo queixo e nos peitos. E que também escorria porra do pai dele da minha boceta, descendo pelas minhas coxas.

Dei um beijo na boca do Giles e enfiei a língua, esperando que ele reagisse. Senti a língua do Giles, inexperiente, procurando o que fazer. Eu parei e sussurrei:

— Chupa a minha língua, amor. Aprendi isso com o tio.

Ele obedeceu e nosso beijo ficou muito mais intenso. Logo senti que ele já ficava de pau duro. Ele perguntou:

— Estava beijando o tio assim?

Respondi:

— Ele que estava me beijando e me ensinado. E eu aprendendo.

Perguntei:

— Sentiu como é bom?

Giles estremecia no meu abraço e o pau dele ficou dando pulos, encostado no meu ventre. Ele confirmou:

— Nossa! É bom! Parece beijo de novela! Mas você tem um cheiro diferente no rosto. E seu corpo está todo melado.

Eu falei:

— É cheiro de boca que beijou de língua, tem a saliva do tio. Beijei o seu pai e o seu tio. Fica o cheiro. E babei muito beijando e aprendendo.

O Gatito emendou:

— Ela aprende rápido, sobrinho. E tem essa boca deliciosa. Não tem?

Giles, ainda tímido, concordou com a cabeça, depois falou:

— Mas, eu fico com um pouco de ciúme da minha namorada beijar outro.

Tratei de contestar:

— Não é outro, querido. É o seu tio, e está apenas me ensinando. Você que é o meu namorado, ele é somente o professor. Ele beija muito bem, eu quero aprender para beijar você. Senão, não aprendemos. O tio não pode beijar você para ensinar. Tem que me mostrar como se faz.

O Lírio, resolveu se meter na conversa e explicou:

— Não tem como ensinar sem beijar, filho. Por isso que tem que ser conosco, com gente da família, de confiança, que só quer ajudar. Não vamos ficar com a sua namorada. Vocês dois vão aprender muito durante esta viagem com a gente. É a hora certa.

O tio completou:

— E tem que aproveitar agora. Não sabemos quando que podemos voltar aqui, então tem que ser enquanto estamos juntos.

Giles continuava com o pau duro, excitado, e eu falei:

— Você ficou excitado, de pinto duro, ao saber que eu estou aprendendo com eles?

Ele, sem jeito de admitir, não tinha como negar. Não respondeu de imediato, e eu dei outro beijo, dizendo:

— É assim mesmo, amor. Eu fico muito excitada de ver você com tesão e ciúme. Sinal de que gosta mesmo de mim. Mas estamos aprendendo e isso é que interessa.

O lado inocente dele ainda era bastante forte, pois ele estava cedendo aos argumentos. Concordou com a cabeça, sem falar, e me deixou tocar com a mão em seu pau. Para desviar a atenção do assunto, ele perguntou:

— Você não dormiu? Não teve sono?

— Dormi sim. – Respondi.

Depois de uma ligeira pausa, expliquei:

— Acordei com um sonho muito gostoso. Sonhei que a gente estava se beijando, mas, quando olhei na cama você dormia profundamente. E vi que o tio e o seu pai ainda estavam acordados, ouvi as conversas. Então, vim saber o que eles estavam fazendo. Eles assistiam um vídeo no celular. E resolvemos continuar as lições.

— Continuaram as aulas de pegar no pau e masturbar? – Giles perguntou.

Concordei e fui contando:

— Isso, só que depois, já aprendi umas coisas a mais. Bem gostosas. Você quer ver?

Giles, tarado, com a minha mão acariciando seu ventre, com a ponta das unhas, bem de leve, suspirou todo arrepiado e respondeu quase sem voz:

— Ah, que coisa boa, eu quero sim!

Peguei em sua mão e o levei para o outro quarto dizendo:

— Vem comigo, amor. Vou mostrar como é.

Chegando no outro quarto, voltei a beijar de língua, com muita lascívia, e ele foi ficando mais empolgado. Notei que ele estava gostando daqueles beijos e aprendia rápido. Eu parava, pegava a ponta da minha língua e lambia os lábios dele bem de leve. Ele se arrepiava. Eu falei bem abafado:

— Não é bom? O tio que ensinou isso.

— Hum-hum! Muito bom. – Ele confirmou. O pau dele dava solavancos.

— Agora faz o mesmo em mim. – Pedi.

Ele repetiu lambendo meus lábios e em volta deles. Ele comentou:

— Esse cheiro que fica na sua boca é muito provocante. Dá tesão.

— Isso mesmo. Dá tesão, não é? Então pode me lamber. – Respondi.

Giles foi lambendo a boca com a ponta da língua, mas logo havia perdido o receio e a timidez, e lambia minha face, em volta dos meus lábios. Eu ainda estava meio melada com a porra do Gatito e devia ser salgadinha. Eu falei sussurrado:

— Beija meu pescoço. O tio beijou muito aqui.

Ele obedeceu e eu fui ensinando como ele podia fazer que era muito gostoso. Depois eu me inclinei e beijei os mamilos dele, fazendo com que ele se arrepiasse inteiro. Ele exclamou:

— Nossa, que coisa! Como isso é bom!

Eu sorri, beijei de novo, e falei:

— Aprendi com o seu pai. Se você fizer em mim vou gostar muito.

— Meu pai beijou seus peitos? – Ele perguntou com voz abafada.

— Hum-hum. Me ensinando. – Eu fiz toda sensual.

Na mesma hora ele obedeceu e me beijou nos mamilos. Minha pele toda arrepiada era a prova de que eu me excitei demais com aquilo. Soltei um gemido abafado, e pedi:

— Que gostoso, amor! Pode beijar e sugar mais forte, como se fosse mamar. É muito bom. Seu pai que ensinou isso.

Quando eu disse aquilo, ele ficou mais excitado ainda, e sugou meus peitos com vontade. Eu comecei a gemer:

— Ah, amor, suga mesmo, assim que é bom. Eu adoro você. Aprendendo muito depressa.

Ao mesmo tempo em que ele me beijava e chupava meus peitos eu acariciava seu corpo com as pontas das unhas. Estávamos de pé ainda. Então, segurei em seus cabelos e fui fazendo com que ele se abaixasse até se sentar sobre a cama, na minha frente. Quando ele estava sentado, eu puxei seu rosto para a minha virilha e disse:

— Agora, vou mostrar outra coisa que o seu pai ensinou. Me beija aqui na minha pepekinha.

Giles me olhou assustado, como se fosse algo proibido, e perguntou:

— Meu pai ensinou isso? Beijou aí?

— Sim, amor, ele lambeu e beijou, ensinou, para eu mostrar a você como se faz.

Giles estava excitado e aproximou a boca da minha virilha. Ele exclamou:

— Está toda melada, amor. Um cheiro forte.

— Pode beijar querido. É cheiro de tesão. É que eu estou excitada desde que você gozou na minha mão, e minha pepeka fica toda melada, escorrendo esse mel.

— Mas não é sujo? – Ele perguntou.

Louca de vontade que ele me chupasse eu disse:

— Claro que não, é só gozo, amor, igual o seu. Seu pai lambeu e chupou e foi muito bom. Eu gozei muito. Ele também ficou com muito tesão.

Giles oscilava entre o tesão e o receio. Perguntou:

— Mas, como você sabe que ele ficou com tesão?

— Porque ele chupou muito a minha xoxota, me viu toda excitada gozando com aquilo e me mostrou o pinto duro. Disse que ao me deixar excitada também o deixava com tesão. E falou que você também vai ficar muito tarado.

Naquele momento, o tesão venceu o receio e o Giles deu um beijo sobre a minha pepekinha, bem em cima do grelinho. Soltei um gemido profundo e puxei os cabelos dele. Pedi:

— Uhhhhh, vai, amor, lambe e chupa igual seu pai fez.

Ele tentava lamber, mas meio sem-jeito, pois não tinha experiência.

— Meu pai fez assim? – Perguntou.

— Isso, lambe com tudo amor. Dá muito tesão. – Sussurrei.

Ainda escorria um pouco de porra do Lírio da minha xoxota e ele sentiu o gosto. Exclamou:

— Esse cheiro e esse gosto são do seu tesão?

Em vez de responder eu perguntei:

— Não está com tesão? Não vê que eu também estou?

Isso o convenceu, mas ele lambia sem saber direito como deveria fazer. Eu pedi:

— Você ainda não sabe direito, tem que aprender. Posso chamar o seu pai para ele ensinar como faz?

Giles não esperava aquilo, ficou meio indeciso, ainda deu uma lambida. Perguntou:

— Você quer? Quer chamar meu pai?

Eu falei sem receio:

— Você ainda não sabe como se faz, tem que ver ele fazendo, para aprender.

Giles concordou:

— Então chama.

Eu em voz alta:

— Sogrão, por favor, pode vir aqui ensinar o meu namorado como fazer para me chupar?

Segundos depois o Lírio entrou no nosso quarto, totalmente nu, e eu estava de pé com o Giles sentado na cama, o rosto perto da minha xoxota, mas olhando de lado para ver o pai dele. O Lírio tinha a pica toda empinada e dura.

Continua na parte 5 - Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com

A CÓPIA E A REPRODUÇÃO DESTE CONTO EM OUTROS SITES OU BLOGS ESTÁ PROIBIDA. É EXCLUSIVIDADE DO SITE CASA DOS CONTOS ERÓTICOS.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Leon-Medrado a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 419Seguidores: 942Seguindo: 218Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

Comentários

Foto de perfil de Almafer

Leon e muita sacanagem com o garoto quando ele cair na realidade o choque vai ser grande viu bom se ele não participar também dessa safadeza toda nota mil amigo parabéns

0 0