Era sexta-feira, no dia seguinte seria o primeiro sabado após a nossa viagem juntos, viagem da primeira vez que Carol deu para outro macho além de mim, primeira vez que minha namorada levou pau do meu melhor amigo e tambem primeira vez que a minha princesinha deu o cuzinho.
Lembro claramente da satisfação estampada na cara do negão ao dominar minha namoradinha, que bem submissa se entregou toda a ele.
Lembro tambem dele a elogiando constantemente, impressionado por Carol aguentar toda a rola dele, mesmo com uma xoxotinha tão pequenininha e o cuzinho resistente por ainda ser virgem.
Inclusive, Leo me confidenciou um tempo depois que quando eles sairam do quarto, o garçom ainda não parava de repetir que foi umas das melhores fodas da vida dele, que a Carolzinha era pequenininha, mas aguentava muita pica, que a maioria das mulheres inclusive mais velhas e mais cavalas, reclamavam muito de dor e o sexo não era bom com tanta frescura, que ele gostava mais bruto. Leo logico que concordou com ele, pois tambem tinha esse problema por ser avantajado e tambem vivia o mesmo dilema com algumas mulheres que ele transou.
Isso só me deixava mais orgulhoso dela e reforçava ainda mais meu desejo de vê-la sendo possuida por diferentes machos, de ver novamente o prazer que ela sentia refletido no seu lindo rostinho, quase angelical, transformado em expressões de dor e prazer que eu jamais tinha visto ate então.
Só me restava saber se ela continuaria a diante com essa loucura ou se tinha sido algo apenas de momento, daquelas loucuras que experimentamos apenas uma unica vez na vida para sabermos do que somos capazes e depois guardarmos na nossa memoria.
E não via a hora de coloca-la a prova.
Quando deu o horario, sai do serviço as pressas depois de um longo dia de trabalho, cansado fisicamente, mas cheio de energia para a minha conversa diaria com Carol pelo telefone.
Ela atendeu com voz de cansada e um pouco triste, dizia que um colega dela iria precisar trocar um plantão com ela e que seria nesse sabado. Então ela não poderia ir comigo na casa do Leo, pois tinha que trabalhar.
Eu disse que o importante é que entraria um dinheiro extra e que a gente poderia encontrar o Leo no domingo tambem, mas Carol me lembrou que domingo teriamos um aniversario de uma prima dela.
A tristeza de Carol acabou me contagiando, embora eu tenha tentado ao maximo não transparecer, ela percebeu.
Carol: Eu sei que você queria que eu fosse, Amor! Mas vai e curte a resenha com ele! Aposto que vocês devem ter bastante assunto de homem para falar agora! (rs)
Disse ela tentando me animar.
Ela desligou dizendo que o professor tinha entrado na sala e ela precisava encerrar a ligação rapidamente.
Carol sempre foi muito trabalhadora e esforçada, em tudo que ela fazia, fazia sempre com muita entrega. Ela era assim.
Se dedicava muito aos estudos e a faculdade era muito importante para ela. Diferente de mim, Carol era ambiciosa e queria muito crescer no serviço dela.
No sabado, passei a manhã jogando videogame e fui para a casa do Leo a tarde.
Cheguei na casa do Leo e ele estava com um amigo, jogando sinuca. Leo me apresentou ao amigo Gustavo e ficamos os três jogando e conversando.
A presença de Gustavo impedia que a conversa com Leo tivesse o tema que eu gostaria.
Gustavo era casado e quando escureceu ele disse que precisava ir, conversamos pouco, mas me pareceu um cara legal.
Assim que ele saiu, matei minha curiosidade com o Leo sobre o amigo.
Eu: De onde vocês se conhecem?
Leo: Quando entrei na empresa ele era meu colega de departamento, ele saiu algum tempo depois, mas não perdemos o contato, nos vemos de tempos em tempos.
Eu: Parece boa pessoa!
Leo: É sim, foi uma das pessoas que me tirou do buraco... E me colocou em outros! (rs)
Eu: Não entendi!
Leo: Ele que me levou para as festas de swing, conheci a Gi por causa dele!
Eu: Ah, tindi! (rs)
Leo: Não se engane com a fala mansa dele, isso aí é uma maquina de abater mulher casada!
Eu: Em outras epocas eu deixaria longe da Carol! Mas atualmente... (rs)
Leo: Não vai nessa ideia não, esse brother é tão bruto que as casadinhas apaixonam!
Eu: Mas a Carol não é assim não! Ela não gosta desse jeito, tão...
Leo: Irmão! Como não gosta? Eu vi ela com o garçom lá no quarto do hotel! Se aquilo não for bruto para você, garanto que para ela foi! (rs)
Disse ele se referindo ao sexo anal em que minha namoradinha estava de quatro toda empinada para o negão que montava nela como uma egua, cravando aquele pau comprido no cuzinho apertado dela e socando forte ao ponto dela não conseguir parar de gritar.
Eu fiquei quieto pensando.
Leo: A Carolzinha gostou irmão! Acredita em mim! Eu conheço bem quando a casadinha gosta de ser bem comida, eu e o Gustavo já fizemos muito disso! Fica facil de reconhecer quando a gente vê!
Eu: É, ela estava com muito tesão mesmo, deve ter gostado!
Leo: Se não tivesse gostado nem teria aceitado aquilo, teria pedido para parar! Ela pediu?
Eu: Não, não pediu!
Leo: Pois é, tava gostando sim!
Eu: Falando nesse assunto, você teve algum amigo proximo que compartilhou a namorada com você? Tenho medo de que isso vá adiante e acabe com a nossa amizade!
Leo: Mas já falamos disso quando a gente iria fazer a troca de namoradas, lembra?
Eu: Eu sei disso Leo, mas é que agora só você esta comendo a minha namorada, sacou?
Leo: Você quer que eu namore alguem para a gente fazer a troca e você não se sentir prejudicado? Pode falar irmão! Faço tudo por você irmão! Você sabe disso!
Eu olhava para ele, pensativo, não queria perder a oportunidade, o Leo só estava pegando mulher top.
Leo: Se quiser eu não como mais a Carol! Você que manda irmão!
Isso, com certeza eu não queria, o tesão de ver a minha princesinha se entregando para outro homem é algo que não tem como descrever em palavras, a carinha de prazer que ela faz quando é penetrada, o olhar que ela me faz ao ver que eu tambem estou tendo tesão em assistir ela assim. Quem já passou por isso deve saber do que eu estou falando. E como o Leo era de confiança, eu me sentia mais seguro em compartilhar minha namorada com alguem proximo.
Eu: Eu confio muito em você Leo e principalmente na Carol, se ela quiser dar para você por mim não tem problema, mas no momento que isso não estiver mais dando certo, como ficará a nossa amizade?
Leo: A hora que não der mais certo a gente para e voltamos a ser apenas amigos sem sexo! Simples meu camarada! Sem neuras!
Eu: Você falando assim parece simples mesmo, quero só ver!
Leo: Confia em mim irmão! Confia no pai aqui! (rs)
Disse ele com aquele jeitão de cafajeste.
Eu: E quando você namorar? Sua namorada tambem vai participar?
Leo: Se ela quiser, claro que sim!
Respirei fundo, duvidando da palavra dele.
Leo: Quer fazer o seguinte, vou procurar uma namorada que seja liberal, o que acha? Você vai ficar mais tranquilo?
Eu apenas sorri para ele, transparecendo que tinha ficado feliz com o que ele propôs.
Leo: Faço tudo pelo meu irmão!
Disse ele rindo e me dando um abraço.
Leo: O dia que você estiver incomodado com algo, só me fala irmão! Só me fala!
Ficamos ate tarde conversando, porem sobre outros assuntos, o mais estranho foi Leo nem ter perguntado porque a Carol não estava ali comigo hoje.
Voltei para a minha casa de madrugada.
Na manhã seguinte, acordei e me vesti mais arrumado, peguei a moto e fui para a casa da Carol, pois tinhamos o aniversario da prima dela.
Carol ainda estava dormindo quando cheguei.
Me sentei na cama, ao lado dela, fazendo carinho e passando a mão em seus cabelos. Ela abriu os olhos e abriu um sorriso lindo.
Carol: Bom dia meu Amor!
Eu: Bom dia!
Carol: Por que você esta me olhando assim?
Eu: As vezes eu ainda me surpreendo como você é linda até ao acordar!
Carol: Bobo!
Disse ela me dando um tapinha na perna.
Se levantou e foi ao banheiro se lavar.
Do box gritava, perguntando como tinha sido ontem na casa do Leo.
Fui falando que conheci um amigo do Leo do serviço, que jogamos sinuca ate tarde e que ficamos conversando depois.
Carol: Falaram sobre o que?
Eu: Ah, tudo né Amor! Colocamos a conversa em dia!
Carol: Sobre mim?
Eu: Tambem!
Escuto o registro do chuveiro fechando.
Sai ela enrolada na toalha e se senta na cama diante de mim.
Carol: E aí? O que vocês falaram?
Tive que contar tudo a ela, exceto pela parte da troca de casal com a futura namorada do Leo, mas contei sobre a questão da preocupação em perdermos a amizade quando não rolar mais as brincadeiras com ele, sobre o Gustavo e como ele conheceu o Leo, enfim, sobre tudo.
Parece que ela ficou excitada em ter sido maior parte da conversa da noite.
Levantou toda feliz da cama e foi se arrumar.
Colocou uma saia estampada que chegava ate proximo dos joelhos, mais justinha no quadril e mais soltinha na parte de baixo, uma blusinha tomara que caia verde e uma maquiagem leve, nos pés um sapato de salto alto bege com a parte de trás dos calcanhares aberta, com um laço que amarrava no tornozelo. Estava linda, mas nada muito ousado, afinal de contas era um aniversario de familia.
Chegamos na festa, cumprimentamos todos e nos sentamos em uma mesinha, dessas de plastico.
Fui ao banheiro e ao voltar vi Carol ali, sentada naquela cadeira, com as pernas cruzadas, conversando com uma tia e com algumas pessoas que eu não conhecia. A saia levemente levantada, com o tecido caindo sobre suas coxas, a pele ainda mostrava um leve bronzeado que constrastava com as cores claras da saia, os pézinhos delicados naquele salto alto, os biquininhos dos seios estavam durinhos, marcando o leve tecido do tomara que caia, evidenciando que não tinha usado sutiã naquele dia.
Ela me viu de longe e sorriu para mim.
Decidi ficar observando ela dali.
O movimento que ela fazia mexendo nos cabelos podia parecer natural para outras pessoas, mas eu sabia que ela só fazia isso quando estava excitada e queria seduzir.
Só não sei se era para o homem mais velho ou para o mais jovem, que parecia ser ate mais novo do que a gente.
Ela conversava animadamente com eles, inclusive com a senhora que estava ao lado do homem mais velho, mas parecia dar mais atenção aos homens, sorrindo mais quando eles falavam algo.
Aquele misto de mulher recatada e sensual sem ser vulgar com o que eu imaginava que ela faria com aqueles dois homens me deixava louco. Na oportunidade certa ela daria para os dois ao mesmo tempo.
Assim que eles terminaram de conversar e se afastaram eu chamei Carol para o canto onde eu estava, que era mais privado.
Ela se levantou e veio desfilando na minha direção.
Um leve sorriso que ela não conseguia desfarçar entregava o que se passava naquela cabecinha pervertida e recem liberada aos prazeres da vida.
Assim que ela chegou perto de mim eu segurei ela pela cintura e levei meus labios proximos ao seu ouvido, perguntando quem eram.
O casal mais velho eram primos do pai da Carol, mas que Carol foi acostumada a chama-los de tios desde que era pequena. O homem mais jovem era filho deles, um pouco mais novo que Carol.
Eu: Tava se mostrando toda para o titio ou para o priminho?
Ela me olhou assustada.
Carol: Ain, pára Amor! Deixa de ser bobo! Só estava conversando com eles!
Disse ela se mostrando indignada com o que eu disse.
Eu: Te conheço garota! Deixa disso!
Carol: Nada a ver! São da familia!
Disse ela tentando reforçar seu pensamento.
Eu: São da familia distante! Segundo que isso não impediria você de se sentir atraida por algum deles! Eu estava observando você falando com eles, não mente para mim! Agora... só me diz, é o mais velho ou o mais novo? (rs)
Disse eu sorrindo para ela, tentando quebrar a resistencia inicial.
Carol: Como você é bobo!
Disse ela tentando demonstrar seriedade, mas caindo na risada logo depois e me dando um tapinha leve no braço.
Eu: É o novinho né? Por causa do jeito que ele se veste?
Carol: Não, se fosse para escolher um... prefiro o tio Valdo...
Disse ela toda envergonhada, olhando para o chão.
Eu: O tio Valdo? Serio?
Carol: Ah vai, ele ainda é todo charmoso para a idade dele!
Eu: Talvez quando você era criança, mas hoje em dia... (rs)
Carol: É nada Mor, é um coroa com tudo em cima, mas quanto eu era mais nova ele era gato!
Disse ela se justificando.
Não sabia que ela gostava de coroa. Talvez ainda não soubesse muita coisa sobre ela.
Saimos da festa e tivemos que passar no motel, pois ela estava toda excitada.
Era tanto tesão que nem tirei a roupa dela, só levantei a saia, puxei a calcinha de lado e soquei na buceta melada dela.
Enquanto eu metia nela de quatro, segurei nos seus cabelos a curvando para trás, do mesmo jeito que o negão tinha feito com ela, socando forte. Carol gemeu alto.
Carol: Ain Mooor! Que bruto!
Disse ela com voz manhosa.
Eu: Tava toda oferecida para o titio né vagabunda?
Carol: Agora vai me castigar é? Vai castigar a sua namoradinha putinha?
Disse ela olhando para trás, para os meus olhos.
Eu: Merece castigo mesmo piranha!
Carol: Então me castiga, você não é meu macho? Castiga a sua namoradinha infiel, castiga!
O jeito que ela me falava aquilo me deixava enfurecido e ao mesmo tempo cheio de tesão. Meu pau endurecido que chegava a doer.
Dei uma palmada na sua bunda que ecoou o som do tapa pelo quarto.
Carol: Ain Mor! Minha bunda!
Eu: Esse é por dar mole para o seu tio!
Lasquei outro tapa na bunda, mas dessa vez aliviei um pouco na força.
Ela gemeu alto.
Eu: Esse é por dar mole para o seu primo!
Carol: Mais forte Amor! To quase gozando! Bate mais forte!
Dei outra palmada, dessa vez forte, sem segurar a mão, deixando a bundinha vermelha.
Carol: Ai! Isso, castiga a sua putinha! Mete forte Amor! Mete que to quase gozando! Mete!
Enquanto ela gozava eu puxava ainda mais o seu cabelo, arqueando seu corpo ao limite.
Eu: Goza puta! Goza!
Ela gemia alto durante o orgasmo.
Quando terminou de gozar, olhou para mim sorrindo.
Carol: Nossa Mor! Quando você me come assim falando essas sacanagens eu não consigo segurar!
A buceta ficou tão encharcada que meu pau deslizava com muita facilidade dentro dela.
Carol: Agora é sua vez de gozar!
Trocamos de posição para frango assado.
Os seios dela balaçavam dentro da blusinha tomara que caia, pois estava sem sutiã. Carol colocou os peitos para fora da blusinha e ficou apertando eles enquanto eu socava nela.
Eu segurava as pernas bem abertas, socando naquela bucetinha depiladinha e lisinha.
Ela me olhava com cara de puta.
Carol: Enquanto eu falava com o titio e o priminho eu vi sua cara Mor!
Eu: Viu?
Carol: Aham, vi que você estava morrendo de ciume e eu fiquei sensualizando para eles de proposito! Só para ver sua cara!
Eu: Como você é puta Carol!
Carol: O titio parecia o lobo mau Amor! Me olhava como se fosse me devorar!
Ela percebeu que eu estava quase gozando com ela falando daquele jeito.
Eu: E o priminho?
Carol: O priminho é super timido, mas uma vez eu ouvi uns menimos dizendo que ele estava batendo punheta no banheiro do clube, acho que foi porque ele me viu de biquini nesse dia! (rs)
Eu: Tá doida para foder com os dois né?
Carol: Vou deixar eles me comerem todinha! Vou dar bem gostoso para eles e vou deixar eles gozarem aqui!
Disse ela colocando o dedo na boca, simulando um boquete.
Carol: Vou beber todo o leitinho do titio e do priminho Amor!
Eu estava quase gozando.
Carol: Se você for um corninho bem obediente eu deixo eles comerem meu cuzinho tambem!
Não consegui segurar e acabei gozando com aquelas palavras.
Urrava jorrando porra dentro dela.
Carol: Ai que gostoso! Isso Amor! Goza para mim!
Ela olhou para mim, sorrindo e esperando alguma reação sobre a fala, mas fiquei com vergonha de admitir que aquilo me ofendia. A verdade dita desta maneira dói mais, mas era a minha realidade e só com o tempo fui aceitando, eu era corno da minha doce namorada e ficava com muito tesão de vê-la tendo prazer com outros homens.
Tomamos um banho e ficamos abraçados embaixo do chuveiro, trocando beijos e caricias.
Ao deixar ela na casa dela, nos despedimos com um beijo na boca cheio de paixão e Carol toda sorridente foi quase saltitando ate a entrada de sua casa.
O caminho de volta a palavra corno ecooava nos meus pensamentos, pensava em parar com todo esse lance de casal liberal, mas lembrava do tesão que dava e batia um tremendo arrependimento de tudo.
A noite toda fiquei pensando nisso e mal consegui dormir.
Mas por mais que minha mente dissesse que ser corno era ruim, meu corpo dizia o contrario e era imaginar o garçom, o Leo ou o tio Valdo enrabando minha princesinha que meu pau ficava duro e todo babado de pré-gozo.
Acordei com a cueca toda melada, acho que gozei no sonho.
Mais uma semana começa e eu ja ansioso pelo sabado na casa do Leo.
Porem, quando chega na quarta, Carol me liga dizendo que tinha pego plantão novamente no final de semana. Ela percebe na minha voz o quanto fiquei triste em ouvir aquilo, fica pensativa em silencio por alguns instante e então propõe algo.
Carol: Amor, e se a gente dormisse na casa dele amanhã a noite?
Eu: Se o Leo topar, mas para você não tem problema com seus pais?
Carol: Eu falo para eles que tive que cobrir plantão de algum colega!
Desliguei com ela e liguei imediatamente para o Leo, que confirmou sem ao menos esperar que eu terminasse de explicar.
Mandei mensagem para Carol avisando e ela ficou super feliz, enviou varios emojis, um deles era um diabinho e uma beringela.
No dia seguinte sai cedo para o trabalho, cabeça a mil, ansioso para chegar logo o final do dia. Tinhamos combinado que eu pegaria a Carol depois da faculdade e iriamos para a casa do Leo.
Sai do serviço no horario, cheguei em casa, tomei um banho demorado, me vesti e quando olhei o relogio, ainda faltavam mais de duas horas para buscar Carol.
Tentei jogar video game, mas minha cabeça estava em outro lugar e sempre acabava morrendo no jogo.
Olhava para o relogio de cinco em cinco minutos e o tempo não passava.
Decidi ver alguns videos pornô amadores para me distrair.
Em um video, a mulher dava para um coroa e um novinho, imaginei a Carol ali com o tio Valdo e o priminho dela, no filme a mulher fazia dupla penetração e aquilo me deixou com mais tesão ainda. Tive que me segurar para não tocar no meu pau, senão eu iria gozar.
Olhei no relogio e estava atrasado para buscar a Carol, sai correndo, subi na moto e fui busca-la.
Cheguei na porta da faculdade e lá estava minha namorada em trajes indescentes, toda maquiada, parecendo uma puta de luxo. O portão da faculdade já estava fechado e algumas luzes já tinham sido desligadas, deixando a fachada escura.
Carol estava ali sozinha, com os braços cruzados me esperando, mas para quem passava ali na frente, parecia uma puta esperando cliente.
Ela estava com os cabelos ondulados soltos, mas penteados de uma forma que nunca tinha visto, pareciam com mais volume do que o normal, os olhos esfumaçados e bem delineados que realçavam seus longos cilios, um batom vermelho escuro nos labios pequenos destacavam o tom de pele claro dela, usava uma jaquetinha de couro preta para tentar esconder um pouco a blusinha que usava por baixo, que era na verdade apenas um corpete daqueles de lingerie, todo rendado e decotado, deixando os seios dela bem sustentados e quem expostos. Na parte de baixo, uma saia cinza escura bem justa que chegava quase no meio das coxas, meias arrastão e sapato de salto alto preto do tipo scarpin agulha.
Parei a moto e ela veio na minha direção em passos firmes, pesados.
Carol: Poxa Amor! Tô te esperando a um tempão aqui sozinha! Onde você estava?
Eu: Desculpe Amor, acabei me distraindo e perdi a noção do tempo!
Carol: Não gosto que você me deixe esperando, ainda mais quando estou vestida assim! Tinha uns homens que vieram mexer comigo e só foram embora porque passou uma viatura!
Eu: Serio? Mas tambem, com você vestida assim...
Carol: Eu queria fazer uma surpresa para você!
Eu: Para mim ou para o Leo?
Carol: Para vocês dois!
Eu: Só não consigo acreditar que você teve coragem de assistir a aula vestida assim? Ninguem da sua sala falou nada sobre sua roupa?
Carol: Claro que não né Mor! Eu fui no banheiro me vestir só na saida! Ninguem da minha sala me viu!
Eu: Aposto que quem viu achou que você iria fazer programa! (rs)
Carol: Ai Mor! Não fala assim!
Eu: É que você esta muito gata Amor! E sair da faculdade as onze da noite vestida assim para mim só tem um motivo...
Carol: Sair com meu namorado para alguma festa?
Eu: Certo! Dois motivos! (rs)
Carol: Você que só pensa besteira!
Eu: Eu e todos os homens!
Ela sorriu com desdem, arrumou o cabelo e colocou o capacete.
Como a saia era muito justa ela teve que puxar bem para cima para conseguir abrir as pernas e subir na garupa da moto, deixando ainda mais sensual para quem via ela em cima da moto, com a bundinha bem arrebitada abraçadinha na minha cintura.
Tinha motorista que ate buzinava para ela no caminho para a casa do Leo.
Chegamos no predio do Leo, o porteiro que sempre abria o portão sem ao menos perguntar quem eramos nos barrou por não reconhecer a Carol. Depois nos pediu desculpas ao ver que era a minha namorada, nos deixando entrar no predio.
No elevador nos rimos da situação, pois com certeza o porteiro devia ter instruções do Leo para não deixar as acompanhantes subirem sem autorização.
E ao olhar para ela ai naquele elevador era isso que minha namorada parecia, uma acompanhante de luxo.
Eu estava muito excitado.
Agarrei Carol, pressionando o corpo dela contra a parede do elevador, segurando na sua nuca dei um beijo molhado cheio de desejo. Minha namoradinha dava umas reboladinhas sentindo o meu pau duro cutucando ela.
Fomos surpreendido pela porta abrindo.
Descemos no hall do elevador e ficamos nos recompondo.
Carol retocando e eu limpando o batom da minha boca.
Ela me olhava pelo reflexo e sorria de maneira maliciosa para mim.
Quando do nada a porta do apartamento abre e aparece o Leo ali em pé perguntando o que estava engraçado para ter tanta risadinha ali no hall.
Imediatamente respondemos, quase ao mesmo tempo, dizendo que não era nada.
Ele sorriu e mandou a gente entrar.
Carol passou por ele e o beijou na bochecha, deixando uma marca forte de batom.
Leo: Nossa Carol! Você esta linda hoje!
Carol: Só hoje? Quer dizer que nos outros dias eu estava uma baranga gorda e feia?
Leo: Credo Carol! Não falei nada disso! Você sabe que você esta sempre maravilhosa, é que especialmente hoje esta ainda mais maravilhosa! Tendeu? (rs)
Disse ele sorrindo.
Depois foi minha vez de passar por ele e cumprimenta-lo com um longo abraço.
Carol se sentou em um dos bancos altos do balcão do novo bar e deu aquela cruzada de pernas para matar qualquer um do coração. A saia dela deu aquela leve subida, quase mostrando a renda da meia arrastão. As coxas grossas e roliças destacavam aquelas belas pernas, finalizando com a elegância daquele salto alto fino no delicado pézinho de princesa.
Carol: E aí? O que uma mulher tem que fazer nessa casa para conseguir tomar um drink?
Embora parecesse oferecida para quem não nos conhecia, ela sempre brincou assim com Leo. Mas depois dos fatos ocorridos recentemente, essa brincadeira acabou pegando um tom mais sexual.
Leo me olhou e arregalou a sombrancelhas.
Eu percebia que ele queria muito responder a ela em algum tom de safadeza.
Leo: Só me dizer o que você quer beber madame!
Eu: Nossa! Madame! (rs)
Carol: Quero um aperol caprichado!
Leo: E para o patrão?
Eu: Falando assim esta me lembrando daquele garçom...
Leo: O da Carol?
Carol: Que meu o que, garoto! Você é louco?
Disse ela toda exaltada para o Leo.
Ele riu baixinho e fez sinal para mim que tinha passado do ponto. Abaixou a cabeça e continou preparando o drink dela.
Terminou de preparar e serviu a ela, dando aquela encarada no decote que discretamente aparecia sob a jaquetinha entreaberta.
Leo: Cerveja?
Disse ele apontando para mim.
Eu: Sim, bem gelada por favor.
Ele voltou com duas cervejas e todos brindamos.
Eu já estava arrumando a mesa de sinuca para uma partida.
Começamos a jogar, eu e Leo, Carol apenas assistia.
Conversavamos de maneira descontraida, nem parecia que a poucos dias atrás estavamos todos nús na mesma cama ouvindo minha namorada gemendo e gozando como louca na pica dele.
Talvez tudo isso só foi possivel graças a nossa amizade de longa data, mas realmente tudo parecia muito natural.
Carol já havia superado a timidez e o arrependimento que sentiu logo após se entregar ao meu amigo.
Agora ela olhava ele no olho, ria das suas piadinhas sem graça e fazia movimentos sensuais para provoca-lo.
Esse jogo de sedução entre eles era muito excitante para mim.
Ver minha garota se mostrando e tentando atrair o macho me deixava com ciumes e com tesão inexplicavel.
A saia era curtinha e sempre que mudava de posição ou se mexia no banco, acabava mostrando um pouco da sua calcinha de rendinha vermelha.
Carol: Ai meninos! Eu sei que vocês amam esse jogo, mas é tão chato!
Disse ela visivelmente entediada, mexendo no celular a todo instante. Parecia que esperava por uma iniciativa nossa, minha e do Leo.
Olhei para o Leo e pisquei para ele, afinal nós tinhamos ido ate a casa dele com um objetivo claro.
Eu: Ah é? Que tal apimentarmos um pouco esse jogo?
Disse eu olhando para a Carol.
Carol: Hummmmmmmm, apimentar como?
Disse ela largando o celular sobre o balcão.
Eu: Quem derrubar a branca ou errar a bola tira uma peça de roupa, tipo strip poker!
Carol: Ah, não vale né, eu não jogo tão bem quanto vocês, vou ficar pelada rapidinho! (rs)
Eu: Mas você vai querer jogar?
Carol: Achei que era para eu jogar junto! Não era?
Eu: Claro! Se você quiser podemos jogar todos, esse jogo da para ate três jogadores!
Leo riu percebendo que eu tinha inventado tudo.
Posicionei as bolas na mesa enquanto Carol descia do banco com um pulinho, ajeitou a saia que tinha subido muito e pegou um taco na parede.
Carol: Estou pronta! Eu começo?
Leo: Logico! Primeiro as damas!
Carol: Otimo! O que eu faço? (rs)
Disse ela rindo, pois não sabia como jogar.
Expliquei as regras do jogo e deixei ela iniciar, pois sabia que erraria.
Carol mirou e fez a tacada, mas errou a bola.
Leo: Ih Carolzinha, jogando desse jeito você vai ficar pelada rapidinho! (rs)
Disse Leo rindo dela.
Ela ficou rindo para ele e mostrando a lingua.
Eu: Azar no jogo e sorte no amor! Não é Carol?
Ela veio toda alegrinha e me beijou na boca.
Carol: Muita sorte no amor, né amorzinho?
Eu: É, mas regras são regras, bora tirar uma peça de roupa!
Minha princesinha não exitou e foi tirando a jaquetinha. Ficando com o corpete exposto junto com toda a sua transparencia. Muito sensual.
Leo se preparou para a tacada e acertou a bola, mas deixou cair a branca.
Carol saiu rindo apontando para ele.
Carol: Vai, fala de mim agora mané! (rs)
Leo tirou seu tenis e foi logo repreendido pela minha namorada.
Carol: Não! Não vale! Pode tirando uma peça de roupa ai mocinho! Tenis não vale!
Disse ela protestando.
Leo: Vale ou não vale?
Disse ele olhando para mim.
Eu: Não vale!
Nervoso por ser contrariado ele tirou a camiseta justa que usava, deixando o peitoral musculoso e barriga trincada a mostra para o deleite de Carol. Ainda ficou de shorts de futebol, daqueles tecidos bem leves, tão fino que revelava ate o formato do pinto levemente caido para o lado esquerdo.
Olhei para minha namorada e ela estava sorrindo encarando o volume dele.
Eu: Vai Carol, sua vez agora!
Disse eu ansioso para ver ela se despir na frente do meu amigo.
Ela deu um gole grande no drink e se posicionou na mesa para a tacada, desta vez sem a jaquetinha, o que fez os peitos quase cairem da taça do corpete, que não tinha alça.
Leo encarava os peitos dela e torcia silenciosamente para sairem da taça.
Carol percebeu os olhares e sorriu para ele, depois voltou a se concentrar na tacada e desta vez acertou a bola. Comemorando muito em seguida. Ficou pulando e apontando o dedo para o Leo. Os peitos balançavam e era possivel ver os mamilos rosados escapando.
Ela infelizmente arrumou eles novamente.
Carol: Oooops, quase fico pelada aqui! (rs)
Eu: Espera errar antes de ficar pelada, senão vai acabar com a graça do jogo menina!
Leo fez a sua jogada e derrubou a bola.
Vez de Carol, que novamente ficou bem inclinada e na direção do Leo para ele ter uma visão perfeita daqueles seios branquinhos e deliciosos.
Mas desta vez ela foi com muita vontade e acabou errando.
Nós olhavamos para ela esperando para ver qual peça tiraria.
Carol foi tentar tirar o sapato de salto alto e foi imediatamente repreendida pelo Leo.
Leo: Opa! Não vale para mim, então não vale para você tambem!
Carol: Amor, vale para mulher, não vale?
Eu: Claro que não mooor, pode tirar outra coisa!
Ela recolocou os sapatos e tirou a saia, bem devagarzinho, deixando ela cair sobre os seus pés. Depois chutou para perto de mim.
Carol: Pega para mim Amor? Por favorzinho?
Disse ela com voz meiga.
Lá estava minha namorada de corpete preto transparente, as meias 7/8 arrastão na verdade eram grudadas no corpete fazendo uma peça unica, usava uma calcinha vermelha minuscula que mal cobria a sua boceta e deixava a bunda toda exposta, só um pequeno triangulo que inclusive era menor do que a sua marquinha de biquini.
Carol: Vai Leo! Sua vez! Perde tambem que eu não quero ficar pelada antes de você! (rs)
Disse ela choramingando para ele.
Leo se preparou para jogar e para o desespero de Carol, acertou novamente.
Leo: Toma essa Carol! (rs)
Disse ele comemorando todo empolgado.
Carol se preparou para jogar, estava mais concentrada, mas mesmo assim não deixava de provocar.
Ela procurou uma bola de dificil acesso só para ficar bem empinada para o Leo, arrebitando bem o rabo socado naquela calcinha fio dental.
Minha vontade era ir lá e jogar aquela calcinha para o lado, socando tudo de uma vez naquela cadela sem vergonha.
Meu pau estourando de tão duro.
O volume no calção de Leo já ficava mais evidente.
Carol simulou diversas vezes a tacada, chegando bem perto da bola com o taco para mirar na direção correta, com a força correta, dando ainda mais tempo para apreciarmos aquela linda femêa.
Porem, errou novamente.
Leo vibrou.
Nesse momento minha namoradinha ficou pensativa, pois tinha duas opções, ou tirava todo o corpete e junto as meias que faziam a mesma peça, ou tirava a calcinha.
A vagabunda nesse momento mostrou a que veio e tirou a calcinha.
Leo tentava não demonstrar sua empolgação, mas seus olhos brilhavam quando a calcinha caiu ao chão toda enrolada e a bucetinha lisinha e depilada de Carol saltaram aos olhos.
Carol: Vai Leo, fica pelado tambem para dividir a vergonha comigo! (rs)
Ela se afastou da mesa para dar espaço ao Leo para a jogada dele.
Leo, obviamente passou por tras dela, entre o banco e Carol, dando aquela roçada na bunda dela com sua pica meia bomba.
Carol ate suspirou sorrindo para ele.
Leo foi tão confiante fazer a nova tacada que não só derrubou a bola dele como tambem a bola branca novamente.
Carol: Pode tirando duas peças de roupa agora! Regras são regras, né moooor?
Disse ela olhando para mim.
Eu: Sim, isso mesmo, pode tirando duas peças agora Leo!
Confirmei eu.
Leo: É, mas eu não tenho duas peças de roupa!
Disse ele tirando o shorts e deixando a pica meia bomba saltar para cima.
Eu: Cade a cueca irmão?
Leo: Não gosto de usar! (rs)
Carol estava quieta, olhei para ela e estava mordendo os labios.
Ela olhou para mim em seguida e piscou para mim.
Carol: Mooor, o que faz quando não tem mais roupa?
Eu: Tem que pagar uma prenda!
Leo: Que prenda?
Carol: Hummmm, deixa eu pensar...
Fui ate ela e cochichei algo no seu ouvido.
Ela riu muito e falou toda corada.
Carol: Quero fazer fio terra em você! (rs)
Disse ela rindo e segurando o taco com a mão de maneira sugestiva.
Leo: Jamais! Isso eu não faço! Vamos lá pessoal, tem que ser algo justo! Poxa irmão, para de dar ideia errada na sua mina!
Disse ele protestando.
Eu: Bom, então decide aí Carol, só tinha essa ideia!
Ela ficou pensativa, nos esperavamos ansiosos pelo que ela iria sugerir de prenda ao Leo, mas ela demorava a pensar em algo.
Depois de algum tempo ela se vira para a gente e solta.
Carol: Então você vai assistir o meu namorado me comer e não vai poder falar nada, nem bater punheta!
Leo: Ah! Tá suave então! Vai lá irmão, representa ai que só vou assistir o show!
Carol: Calma que não acabei!
Nos olhamos surpresos esperando ela concluir.
Carol: Em cima da mesa de sinuca, por trás!
Leo: Não senhor! Em cima da minha mesa de sinuca não!
Carol: Vai negar a prenda? Regra é regra, lembra?
Leo: Carol, vai estragar a minha mesa!
Eu olhei serio para o Leo, e só pelo olhar ele entendeu que eu queria muito isso, ele lembrou que eu nunca tinha comido o cú da Carol.
Leo: Vocês prometem não estragar a mesa?
Carol: Claro! Eu prometo! Me ajuda a subir?
Disse ela ao Leo.
Ele a pegou no colo, seu pau encostava no corpo dela, ele colocou ela sentada na beirada da mesa.
Carol se virou e ficou de quatro, bem empinadinha, a bundinha toda aberta mostrando o brilho em sua bocetinha, estava toda molhada.
Carol: Pega o KY e vem mooor! Esta na minha bolsa!
Ela tinha pensado em tudo.
Tirei minha roupa, peguei o KY e subi na mesa de sinuca.
Abri bem a bundinha dela e dei uma lambida que foi da boceta ate o cuzinho rosado, fazendo Carol fechar os olhos e gemer se arrepiando toda.
Nesse momento vi o quanto sua boceta estava molhada, o gosto dela era incrivel.
Carol: Amor, lambe meu cuzinho denovo? Foi tão gostoso!
Voltei a passar a lingua naquele cuzinho que enfim seria meu.
Tratei de mimá-lo bem antes de arregaça-lo. Assim eu imaginava que seria.
Carol: Vem, coloca agora, devagarzinho tá Amor?
Disse ela com voz manhosa.
Passei KY no pau e um pouco na entradinha do cuzinho.
Fui forçando devagar como ela pediu, mas parecia não ter muita resistencia, entrou mais facil do que eu imaginava. Acho que o negão deve ter tirado todas as suas pregas.
Mesmo assim, fui indo devagar como ela pediu. Como minha pica é pequena, já estava tudo dentro, ate as bolas.
Minha namorada gemia baixinho, mas gostoso. Os cotovelos apoiados na mesa davam o angulo certo para ela ficar bem arrebitada, bem puta.
Olhei para o lado e o Leo com a pica dura, latejando. Sem poder tocá-la, como o combinado.
Eu via a pica sendo engolida por aquele cuzinho que eu tanto desejava, a marquinha de biquini, a lingerie sexy que ela usava, tentava pensar em outra coisa para não gozar, mas estava muito gostoso e eu com muito tesão, acabei gozando na terceira bombada.
Carol: Nossa Amor, já?
Disse ela frustrada.
Eu: Desculpa Amor, tava muito bom!
Tirei a pica do cuzinho e fiquei olhando para ver o estrago, praticamente nenhum, o buraquinho fechou instantaneamente, nada parecido com o que o negão fez naquele dia que ficou um buraco imenso todo aberto.
Desci da mesa e peguei uma toalha para limpar meu pau.
Ela se levantou e sentou sobre a mesa, sobre os calcanhares. Os seios tinham saido da taça do corpete e estava expostos.
Carol olhou para o Leo e la estava ele com a pica dura, pulsando na direção dela. Ele ainda sem encostar no pau.
Leo: É serio Cá, vai explodir se você não deixar eu bater uma!
Carol riu.
Carol: Tadinho! Eu te ajudo com uma condição!
Leo: Qual?
Disse ele com medo do que ela iria falar.
Carol: Quero aqui em cima!
Meu amigo pensou por uns instantes e já foi logo subindo na mesa.
Carol: Ah bom! Se você preferisse a mesa eu iria pegar minhas coisas e iria embora agora mesmo!
Disse ela enfatizando seu ponto.
Carol ficou na mesma posição, sentada sobre a mesa, pegou o elastico de cabelo que estava no seu pulso e prendeu o cabelo em um rabo de cavalo.
Leo pulou sobre a mesa e ficou de pé com a pica a poucos centimetros do rosto angelical da minha princesinha.
Ela sorriu para ele, segurou no pau com uma mão para evitar de balançar por estar pulsando tanto, deu um beijinho na ponta da cabeça daquele pinto grande e grosso que apontava para cima.
Virou o rosto me procurando.
Eu estava limpando o pau.
Ela olhava para mim com cara de safada e lambia o pau todo dele.
Passou a lingua em tudo bem devagar ate chegar nas bolas.
Segurou a pica para o alto e passou a lingua nas bolas dele, fazendo Leo gemer de tesão.
Carol ate tentou colocar uma daquelas grandes bolas na sua boquinha, mas não conseguiu abocanhar tudo.
Segurou o pau com as duas mãos e abocanhou a cabeçona inchada.
Ela fazia um esforço gigante para conseguir colocar a cabeça dentro da sua boquinha pequena, era possivel ver os labios bem esticados em volta daquela grossura toda.
Com as mãos massageava o caralho e mamava na cabeça apenas.
Minha namorada mamava nele e me olhava para ver como eu a observava, sempre atento. Agora já segurando no pau, que estava ficando duro novamente, batendo punheta assistindo minha princesinha pagando boquete para outro macho.
Com jeitinho e sem ser rude, ele segurava ela pelo rabo de cavalo, forçando sua cabeça contra sua pica, tentando fazer ela engolir mais. Incentivando ela com palavras, dizendo que sabia que ela conseguia engolir mais.
Ela deixou o pau todo babado e cheio de marcas de batom.
Ele então desceu da mesa e colocou a Carol deitada sobre a mesa, puxou ela e deixo o quadril bem proximo da borda. Abriu suas pernas, segurando com as mãos fortes. Foi esfregando o pau duro sobre a bucetinha melada dela.
Carol gemia e mordia os labios cada vez que aquela vara grossa e veiuda esfregava seu clitoris inchado.
Leo continuava rebolando, apenas passando a vara sobre a bucetinha da Carol, fingia que iria penetrar cada vez que a cabeça apontava para a entradinha. Mas não continuava. Tirava dali e voltava a esfregar.
Carol: Ain! Mete logo!
Implorou ela.
Ele sorriu satisfeito e forçou aquela cabeçona na entradinha.
Carol: Ai safado! Devagar!
Disse ela com os olhos fechados e serrados, fazendo expressão de dor naquele lindo rostinho.
Leo: Ué? Não queria?
Carol: Quero! Mas vai com calma que é muito grande! Eu sou pequenininha!
Disse ela com voz manhosa.
A pica larga dilatava aquela pequena entrada, deixando a bucetinha bem aberta. Parecia que não havia espaço para aquele colosso e o quadril da minha namoradinha precisava expandir para conseguir comportar tudo aquilo.
Carol: Nossa!
Disse ela suspirando ao receber mais uma estocada e mais alguns centimetros dentro dela.
Eu: Ta machucando Amor?
Carol: Ta me abrindo toda! Mas é muito gostoso Amor!
Leo tirava um pouquinho e voltar a forçar novamente, fazia isso varias vezes ate entrar mais uns centimetros.
Parecia que a bucetinha já estava cheia, mas ele forçava contra o seu utero e entrava mais um pouco.
Minha princesinha gemia muito e arreganhava ainda mais as pernas para conseguir entrar tudo.
Dava para ver que ela estava gostando, pois com ponta dos dedos puxava a bunda do Leo contra o seu corpo.
Carol: Nossa Amor, é muito grande! Vou ficar toda arrombadinha denovo! Mas é tão gostoso!
Leo já conseguia colocar mais da metade da pica dentro dela e socava com mais vigor.
Quando a pica batia no fundo da bucetinha dela Carol soltava um "Ain" entre os gemidos, ainda não tinha se acostumado a dor, mas aos poucos a sua expressão foi alterando e ela se acostumou as proporções daquela pica que ainda por cima estava dura como rocha.
Meu amigo pegou ela no colo e começou a fuder em pé, com ela no colo.
Parecia cena de filme pornô.
Com os dois abraçadinhos, Carol quicava na rola dele, segurando na sua nuca.
Depois ele a desceu ao chão e colocou ela com as mãos apoiadas na mesa de sinuca, minha princesinha empinou bem a raba e Leo gravou a rola novamente em sua buceta, de uma vez, bem forte, fazendo Carol dar um berro bem alto.
Ele então segurou ela pelos seios e socava com muita força, os corpos se chocavam fazendo barulho alto, o gemido sofrido de Carol, os gritos de tesão dela, a imagem dela vestida toda sexy para ele, com ele ali a comendo de maneira tão brutal, tentei segurar a punheta, mas foi demais para mim e acabei gozando.
Carol abriu os olhos e sorriu para mim com aquela carinha de puta que ela faz.
Ficou me encarando por uns segundos, depois virou o rosto para trás e ficou olhando para o Leo.
Carol: Me fode caralho! Assim! Que pinto duro gostoso Leo! Me faz de puta!
Ele lascou um tapão na bunda dela e aumentou o ritmo.
Carol empinou ainda mais a bundinha ao apoiar os cotovelos sobre a mesa, abaixou a cabeça e rebolava na pica dele.
Carol: Assim! Mais forte!
Ela estava para gozar.
Leo suava para manter o ritmo forte.
Carol: Vou gozar! Vou gozar Amor!
Gritava ela.
Leo segurou forte em sua cintura e minha namorada explodiu em um gozo que se não fosse pelo Leo a segurar, tinha ido ao chão.
Mas ele mal esperou ela se recompor e já foi logo voltando a estocar fundo nela.
Carol pediu para ele se sentar na cadeira que ela queria calvagar na rola dele.
Ela soltou novamente o cabelo, se ajeitou de frente para ele e encaixou a rola na bucetinha, sentando devargarzinho ate entrar tudo, ate as bolas. Depois ficou lá rebolando no caralho dele enquanto trocavam beijos de lingua.
A visão que eu tinha ali de trás da rola sumindo dentro da buceta que a este momento ja estava toda inchada e vermelha, era demais. Como ela conseguia aguentar aquilo tudo era um misterio para mim.
Carol toda empinadinha quicava na pica monstruosa do meu melhor amigo, ali na minha frente. Eu tinha acabado de gozar e ja estava com o pau duro novamente vendo minha doce e ate então recatada namorada, bem putinha namorando outro macho. Ainda mais vendo que a iniciativa de beija-lo, foi dela.
Eles pararam de se beijar e Carol focou apenas em sentar nele, aumentando o ritmo das reboladas, parecia que iria gozar novamente.
Fui ate proximo deles e fiquei acariciando o corpo dela.
Passando a mão nos seus peitos, deslizando pelas suas costas, ela agarrou o meu pau com a sua mãozinha quente e ficou punhetando.
Toquei de leve no seu cuzinho e ela gemeu diferente.
Tentei introduzir um dedo, a safada não se opôs e ainda por cima apertou meu pau, dando sinais que gostou da investida.
Estava seco, mas o KY estava longe. Tirei o dedo do buraquinho dela, lambi e voltei a introduzir.
Ela me olhava atentamente. Talvez surpresa, pois acho que não imaginava que eu faria isso.
O dedo entrou mais facil e eu conseguia sentir a pressão vinda da rola dura do Leo dentro dela.
Carol empinou mais quase deitando sobre o Leo.
Carol: Vem Amor, mete no cuzinho!
Ela estava me propondo uma dupla penetração.
Me posicionei atras dela e fui penetrando no cuzinho apertado.
Carol delirava.
Estava amando aquilo, mesmo sendo apenas a cabeça do meu pau abrindo seu cuzinho. Eu queria por mais dentro dela, mas era curto, o rabo dela era grande e a posição não favorecia, me impedindo de entrar mais fundo.
Carol: Ai, assim vou gozar!
Disse ela enquanto eu e o Leo fodiamos sincronizadamente minha namorada.
Com a respiração ofegante, ela revirava os olhos.
Depois segurou o ar, com a boca aberta, não se ouvia nem mais o seu gemido, não saia nenhuma voz.
Quando soltou o ar gemeu alto, explindo em um novo orgasmo. Forte. Avassalador.
Caiu com o corpo mole sobre o Leo. Minha pica ate saiu do cuzinho.
Tentei continuar, mas ela me segurou com a mão, me impedindo de introduzir novamente no seu cuzinho.
Carol: Espera um pouco Amor...
Disse ela tomando ar.
A pica do Leo ainda estava cravada dentro dela, mas ele não se mexia. Esperando ela retomar as forças.
Quando retomou, saiu de cima dele, tirando a pica de dentro dela.
Se abaixou no meio das pernas dele e começou a mamar na sua rola.
Mamava devagar punhetando e mexendo nas bolas. Deixando o Leo louco, quase para gozar.
Carol percebeu a quantidade de pré-gozo na sua boquinha e se levantou, subindo novamente na mesa de sinuca, ficou de joelhos, sentada sobre os calcanhares, com as mãos sobre as coxas.
Carol: Tô pronta para você me dar leitinho Leo!
Disse ela com aquela carinha sapeca.
Sem protestar, Leo subiu na mesa e ficou de pé em frente a Carol, punhetando a piroca dura e inchada proximo do rosto dela.
Carol: Quero aqui na minha boquinha!
Disse ela abrindo a boquinha e colocando a lingua para fora.
Leo passava a cabeça da rola na lingua dela e esfregava a pica na cara dela.
Leo: Gosta disso né Carol?
Ela sorriu para ele, bem safada. Depois voltou a abrir a boca e colocar a lingua para fora.
Ele punhetava em ritmo lento, mas minha namorada foi surpreendida quando veio o primeiro jato, farto, acertando o seu rosto proximo ao olho. Ela ate foi um pouco para trás com o susto, pois acertou ela com muita força.
Em seguida veio mais um jato, forte, fazendo um trajeto que cobriu um rastro da sua bochecha ate os cabelos.
Os proximos ele mirou dentro da boca, atingindo o fundo da garganta da Carol, que engasgou com a porra grossa, fechando a boca involuntariamente.
Os ultimos atingiram os labios fechados, escorrendo pelo seu corpo.
Quando ela abriu novamente os olhos Leo estava espremendo a cabeçona inchada do pinto para tirar a ultima gota, oferecendo a Carol.
Ela ficou lambendo a pica ate limpar tudo, depois virou para mim mostrando a boca cheia de porra e engoliu.
Carol: Da para alimentar ate três com tanto leite assim! (rs)
Leo: Se quiser chamar suas amigas, eu topo alimentar elas tambem, mas tem que ser gata que bem você! (rs)
Disse ele brincando e elogiando-a.
Carol: Me ajuda a descer amor?
Disse ela para mim.
Peguei ela no colo e pude ver a quantidade de esperma no seu rosto. Escorrendo pelos seus peitinhos.
Ela sorria satisfeita.
A coloquei no chão.
Quando olho para o Leo, ele esta tentando limpar o tecido da mesa, que estava todo sujo com a sua porra.
Eu: Esquece isso irmão! Depois a gente limpa!
Ele me olhava com cara de sofrimento.
Depois saiu caminhando com a pica mole caida no meio das pernas ate o banheiro. Ficou mijando de porta aberta mesmo.
Carol foi ate o banheiro pegar uma toalha para se limpar.
Me sentei no sofa esperando por eles.
Lá do banheiro escuto Carol brincando com o Leo.
Carol: Não esquece de chacoalhar para não pingar no chão, hein! (rs)
Em seguida uns gritinhos e depois o Leo aparece na sala, sentando do outro lado do sofa com as pernas abertas e a rola mole caida para o lado.
Uns minutos depois, aparece Carol.
Se senta no meio, entre nós.
A puta nem tirou a lingerie suja de porra do Leo, tinha apenas tirado o salto alto.
Leo ficou olhando para os pezinhos dela.
Carol: Gostou?
Leo: Acho que agora eu posso falar né? Ja temos uma certa intimidade! (rs)
Carol: Oxi! Falar o que homi?
Leo: Eu tenho um tesão danado no seu pézinho Carol! Desde a epoca do colegio!
Carol: Tesão no meu pé?
Disse ela surpresa.
Leo: Eu sou meio podolotra, acho lindo pés femininos e o seu é a coisa mais linda que eu ja vi!
Carol: Obrigada!
Disse ela meio sem jeito e sem saber como responder.
Leo: Posso beijar eles?
Carol: Ah... pode! Se você quiser!
Disse ela me olhando assustada.
Ela se deitou no sofa com a cabeça no meu colo, esticando um pé para o alto, na direção do Leo.
Ele pegou o pezinho com a mão e ficou admirando, massageando.
Carol gemia baixinho, mas não dizia nada, parecia gostar daquilo.
Ate que Leo colocou proximo do seu rosto e deu uma cheirada.
Carol: Para de cheirar meu chulé menino!
Disse ela meio constrangida.
Leo: Esse pézinho tem um cheiro delicioso...
Disse ele antes de colocar na boca e chupar os dedinhos.
Minha namorada não se conteve e gemeu mais alto.
Carol: Pior que isso é ao mesmo tempo estranho, mas tão gostoso!
Quando olho para o pau do Leo, o monstro estava ganhando vida novamente, acho que seria uma longa noite.
Leo vendo que Carol estava gostando começou a incentiva-la.
Leo: Relaxa Carolzinha, se entrega... se entrega que eu vou te mostrar uma coisa...
Minha namorada fechou os olhos e ficou delirando com o toque do Leo no seu pézinho.
Depois pegou o outro e ficou fazendo o mesmo.
Depois pegou os dois e ficou revezando entre eles, ora lambia um, ora o outro.
Aos poucos ele foi se virando ate encaixar a pica entre as pernas da Carol, respousando sobre a sua barriguinha e mostrando o comprimento daquela tora que chegava ate depois do seu umbigo.
Ela nem abriu os olhos, manteve-os fechados, apenas esticou a mão e conduziu a rola ate a entrada da bucetinha e ela mesma foi introduzindo com a ajuda da sua mãozinha.
A pica ainda não estava completamente dura e ela ficou mexendo o quadril, rebolando, enquanto segurava com a mão, para a rola endurecer sem sair lá de dentro.
A rola inchada teimava em sair, mas minha namoradinha tratava de segurar e voltar a forçar para dentro.
Aos poucos a rola foi endurecendo e Carol gemia rebolando.
Leo esfregava os pezinhos no seu rosto, mordia, beijava, lambia e acariciava eles. Foi fazendo um movimento de vai e vem, cadenciado, colocando tudo ate o fundo e depois tirando.
A pica entrava toda dentro dela, mas era possivel ver que Leo forçava para caber tudo.
Carol sentia a rola pressionando o seu utero e dava gritinhos de dor.
Carol: Ai safado! Por que esta me maltratando assim?
Leo: Nem comecei ainda contigo! Confia!
Disse ele segurando firme do quadril dela.
Carol: Ain Leo!
Soltou ela com um gemido manhoso.
Carol: Que... pau... gos... toso!
Disse ela com a voz falhada entre as estocadas dele, que impunha um ritmo mais rapido.
Minha namorada tentou abrir as pernas em um movimento involuntario, mas ele as segurou com força, mantendo a posição.
Carol mordia os labios.
Estava pronta para gozar novamente.
Leo bombou mais forte e minha Carolzinha não aguentou a pressão e a brutalidade daquela foda, tendo outro orgasmo.
Carol: Nossa Leo! Para! Para!
Implorava ela enquanto tremia as pernas e revirava os olhos.
Depois que ela se recompos, ele colocou ela de quatro e socou novamente na boceta melada.
Minha namoradinha com o rosto apoiado no meu pau levava pica do meu melhor amigo, por trás.
Ela olhava para mim, nos olhos, ficava me encarando enquanto os cabelos balançavam com as estocadas firmes que projetavam seu corpo para a frente. Assim como os peitinhos, que pareciam bater palmas.
Carol não dizia nada, apenas me olhava e gemia.
Ele estava acabando com ela.
Seguei a cabeça dela e introduzi meu pau na sua boca.
Carol mamava no ritmo imposto pelo Leo, mas aquela posição estava ruim para ela e me pediu para sentar no braço do sofá, ficando com a pica na altura certa para ela chupar.
Leo me olhou e esticou seu punho para me cumprimentar com um largo sorriso no rosto.
Estiquei meu braço e o cumprimentei com um soquinho no seu punho.
Nós estavamos fodendo a mesma garota como bons amigos, parceiros de foda, e Leo estava gostando disso, era evidente. O unico porem é que essa garota era a minha namorada, minha doce namoradinha que eu namoro desde o colegio, que era super reservada e recatada, toda certinha, agora estava de quatro levando ferro de outro macho só para me satisfazer. Embora estivesse claro para mim que ela tambem estava gostando muito dessa nova vida que levavamos, dessa nova aventura que secretamente tinhamos com nosso melhor amigo.
Leo lascou um tapão na bunda durinha dela, tratando minha princesinha como uma puta qualquer.
Leo: Gostosa do caralho! Gosta de dar para dois é safada?
E lascou outro tapão nela.
Carol novamente gemeu com a pica na boca.
Leo: Responde puta!
Carol: Amo!
Disse ela soltando meu pau da boca e virando para olhar para trás.
Leo: Então quero ver você rebolando no pau dele!
Disse ele tirando o pau de dentro dela e sentando no outro braço do sofá.
Me deitei onde ela estava e ela veio por cima, encaixando a bucetinha larga e molhada sobre o meu pau. Eu podia sentir o calor emanando de dentro dela.
Ela sentou de frente para ele, inclinou o corpo para frente colocando as mãos nas minhas pernas, arrebitando a bem a bundinha para encaixar a sentada.
Rebolava e esfregava a buceta em mim, ora virava para trás e me olhava nos olhos, ora olhava para frente cavalgando e encarando o Leo nos olhos.
Se foi como ela faz comigo, meu amigo deve ter ficado louco com o olhar da minha namorada.
E a pica dura na mão dele não dizia o contrario. Ele punhetava o pauzão, apertando a cabeçona inchada, observando atentamente os movimentos de Carol que fazia o seu show para o nosso melhor amigo com caras e bocas. Gemendo manhosamente para os seus machos.
Nessa hora percebi a diferença entre o gemido falso e o gemido real dela, o real parecia que vinha de dentro, como que se tivesse explodindo dentro dela e ela tentasse segurar, mas não conseguia e saia forçadamente pela sua boca. Esse gemido real não ocorria comigo, só vi acontecer com o negão e com o Leo.
Naquela posição eu tinha a visão daquele cuzinho perfeito, delicado, apertadinho, fechadinho, rosado dela. Mesmo que eu tenha penetrado a poucos minutos atrás, era como se nada tivesse acontecido ali.
Eu abri ainda mais a sua bundinha com as mãos, passei o dedão sobre a beirada da bucetinha dela, lubrificando-o. Depois fui forçando a entrada no cuzinho apertadinho dela.
A safada olhou para trás e sorriu para mim.
Ela estava gostando de sentir o dedo abrindo o buraquinho, enquanto eu puxava o seu quadril para baixo, fazendo meu pau entrar o mais fundo possivel em sua bucetinha.
Devagar e de maneira bem gentil, fui introduzindo todo o dedão dentro. Conseguia sentir meu proprio pau lá dentro da ppk dela.
Ela parecia sentir mais prazer assim e foi gemendo mais gostoso, sua buceta ficou mais molhada.
Leo batia punheta assistindo minha namoradinha rebolando na minha pica, de olhos fechadinhos, sentido o cuzindo ser massageado.
Com a outra mão apalpou um dos seios dela, que caiam com o proprio peso e balançavam suavemente com o movimento do seu corpo, quase implorando para ser tocados.
Ficou massageando o peito dela, ora um, ora outro, movimentos lentos, suaves, eroticos.
Carol olhou bem para ele e ficou encarando a rola, salivando por ela.
Mas Leo se afastou novamente e ficou só observando.
O pauzão dele parecia que estava para explodir de tão duro e inchado, cheio de veias salientes, dava para ver a baba que brotava e molhava a cabeça do pau, provocando aquele som caracteristico de masturbação.
Eu sentia que estava para gozar e Carol rebolava muito gostoso em mim, eu não aguentaria muito.
Eu: Come o cú dela Leo!
Disse eu fazendo minha namorada levar um susto e me olhar assustada, assim como Leo.
Carol: O quê? Você esta louco? Olha a grossura dessa coisa!
Protestou ela, com medo de se machucar.
Eu: Ele vai fazer devargarzinho Amor, não é Leo?
Disse eu incentivando.
Carol: Não Amor, vai me machucar, é muito grande!
Eu: Mas você esta relaxadinha agora, vai ser mais facil! O Leo vai usar bastante lubrificante!
Meu dedo ainda estava dentro do seu cuzinho e agora eu sentia ele piscando, pressionando o meu dedo.
Leo seguia em pé, punhetando o pau, aguardando sua oportunidade, me olhava atento.
Tirei o dedo do seu cuzinho, que se fechou instantaneamente, mas pelo atrito deixou as bordas bem vermelhas, devido a sua pele ser bem branquinha.
Eu: Faz assim Amor, vira aqui de frente para mim!
Ordenei.
Ela se virou e encaixou novamente meu pau super duro dentro da sua bocetinha, mas seguiu protestando.
Carol: Ai Moor, não quero, a gente tenta outro dia...
Eu: Não Carol, vamos aproveitar que hoje seu cuzinho já esta laceado, vai entrar super facil Mooor! Confia!
Ela voltou a rebolar lentamente, parecia não querer meu pau amolecer dentro dela.
As mãos estavam apoiadas no meu peito, mas seu corpo estava elevado, sentada sobre mim, como se estivesse protegendo seu cuzinho.
Carol: Outro dia você me come Leo!
Disse ela olhando para ele, percebendo que não conseguiria me convencer do contrario, seria mais facil pedir a ele, pois sabia o quanto eu era persistente e teimoso quando tinha uma ideia fixa.
Leo: Tá com medo do que garota? Eu já vi você aguentando um quase do mesmo tamanho! (rs)
Disse ele com um sorriso bobo no rosto.
Carol: Mentira! Ele era bem menor!
Leo: Não era não, o meu é só uns dois ou três centimetros maior!
Carol: Só? (rs)
Leo: E um pouquinho mais grosso que o dele...
Carol: Que modesto você menino! (rs)
Comparando a pica do negão que tirou a virgindade do cuzinho da Carol, o Leo era realmente só um pouco mais comprido, mas a grossura era bem diferente. A pica do Leo era muito larga e era isso que preocupava Carol.
Fiz sinal para ele se aproximar, sem a Carol ver.
Ele foi chegando de mansinho.
Eu: Vamos tentar só um pouquinho Amor, se você não gostar a gente para... não vamos insistir! Tudo bem? Confia em mim?
Carol: Por que você não se contenta Amor? Eu ja dei meu cuzinho para você comer hoje, por que precisa ver outro macho comendo meu cú tambem?
Disse ela esbravejando.
Eu: É só um pouquinho Amor, o Leo gosta de anal e a Gi nunca fazia com ele...
Carol: Ah, coitadinho do Leo! Aquela mulher cruel não quis dar o cuzinho para você? (rs)
Disse ela com voz manhosa de forma bem sarcastica.
Leo: Não dava Carolzinha, eu pedia, implorava e ela nunca deu para mim...
Disse ele fingindo chorar.
Carol: Se ela que era a tarada por pinto grande não conseguiu, por que você acha que eu vou conseguir?
Disse ela olhando para trás, para os olhos do Leo, que já se posicionava atras dela com o frasco de lubrificante na mão.
Leo: Ela não gostava de anal, nem tentava fazer! Mas eu sei que você vai gostar e vai pedir mais depois!
Carol: Deixa de ser convencido garoto! Só porque tem essa ferramenta grande não quer dizer que você sabe usar!
Disse ela enfrentando ele.
Leo: Quer apostar que vai pedir mais depois?
Carol: Aposto nada não... Oxe, não te devo nada!
Disse ela emburrada.
Enquanto ela estava distraida com a discussão, estiquei o braço e puxei o celular da mesinha de centro, aproveitei para deixar filmando apoiado sobre a mesa.
Leo percebeu e piscou para mim discretamente.
Ela jogou os cabelos para o lado e arrumou sobre os ombros, deixando o pescoço exposto.
As mãos apoiadas sobre o meu peito faziam com que seus braços pressionassem os seios, deixando eles mais empinados e com os bicos mais pronunciados.
Leo que estava de joelhos sobre o sofa, posicionado logo atras de Carol, aproveitou e abraçou ela por trás, segurando nos seus seios e beijando seus ombros, foi subindo ate o pescoço, fazendo Carol gemer baixinho e se arrepiar toda.
Carol: Golpe baixo Leo, golpe baixo!
Disse ela.
A vara dura dele cutucava a bundinha da Carol, que ainda tinha a bucetinha preenchida com meu pau e tentava rebolar para mantê-lo duro.
Ela começou a movimentar mais rapido o quadril, para a frente e para trás.
Leo jogava o peso sobre o corpo dela, fazendo-a inclinar mais sobre mim.
Ajudei ele e fui envolvendo-a com meus braços, abraçando ela e puxando mais proxima do meu corpo. Estava quase deitada sobre mim, com o rabo bem aberto e exposto para ele.
Ela já parecia estar entregue e não protestava mais, só gemia com os olhos fechados, sentindo o Leo introduzir o dedo lambuzado de lubrificante no seu buraquinho apertado e massagea-lo lentamente enquanto espalhava o lubrificante.
Pelo menos ate sentir o segundo dedo do Leo esticar o seu anelzinho.
Carol: Ai Leo! Tira! Ta doendo!
Disse ela com voz manhosa.
Ele então parou de mexer, mas manteve a ponta dos dois dedos ainda dentro dela.
O Leo achou um espaço entre eu e a Carol, colocando sua outra mão para estimular o clitoris dela.
Inicialmente eu ate assustei, pois as vezes o dedo dele encostava no meu pau, mas deixei rolar, pois minha namorada precisava daquela estimulação e agora gemia como uma cadela no cio, permitindo que o Leo avançasse com os dedos no cuzinho dela.
Leo já tinha introduzido boa parte dos dedos dentro do cuzinho, deixando ele bem mais largo, mas com certeza não largo o suficiente para suportar a grossura da sua rola. Ficou uns minutos ali alargando e massageando o cuzinho da Carol, para ela tentar se acostumar.
Ele nem tentou colocar três dedos, acho que devia estar com muito tesão de inaugurar o cuzinho rosado da minha namoradinha puta. Tirou os dedos de dentro dela e já foi logo bezuntando aquela pica imensa, era tanto lubrificante que a pica ate brilhava.
Carol abriu os olhos e ficou me encarando. Parecia apreensiva, sentindo o que poderia estar por vir.
Leo encostou a cabeçona inchada no buraquinho da Carol e tentou forçar a entrada, mas ela inconcientemente recolheu seu quadril para tentar escapar da investida.
Leo: Segura aqui irmão!
Disse ele puxando minhas mãos para a lombar dela.
Leo: Empina essa bunda Carol!
Minha namorada obedeceu, mas empinou só um pouquinho.
Leo: Empina direito!
Disse ele lascando um tapão forte na bunda dela.
Carol: Ai! Amor!
Disse ela ainda me olhando nos olhos, esperando que eu fosse interceder em sua defesa.
Eu: Empina mais para abrir para ele Amor! Vai entrar mais facil!
Ela me olhou com raiva, mas nada falou.
Leo forçou a entrada novamente, mas a pica era muito larga e não entrava de jeito nenhum.
Carol serrava os olhos e gritava de dor.
Leo espremia a cabeça na tentativa de conseguir colocar algo dentro para evitar de ficar escapando toda hora, pois cada vez que escapava tinha que recomeçar e Carol voltava a protestar e reclamar que não cabia.
De tanto forçar a cabeça entrou, fazendo Carol encher os olhos de lagrimas junto com um berro desesperado com a voz embargada.
Com o pulo que ela deu meu pau ate escorregou para fora.
Com o negão não tinha sido dessa maneira, talvez Carol estava mais tensa dessa vez, o que poderia explicar tamanha dificuldade.
Ela me olhava com os olhos cheios de lagrima e cara de choro.
Eu: Entrou tudo Leo?
Perguntei eu, sem ter visão do que ocorria lá atrás.
Leo: Só a cabeça!
Carol: Ta doendo muito! Ta machucando Leo! Tira, por favor!
Implorou ela com voz de choro.
Fiquei com dó dela e pedi para ele tirar.
Ela continuou deitada sobre mim, mas largou totalmente o peso do corpo sobre o meu, se aconchegando nos meus braços, apoiou sua cabeça no meu peito e baixinho me pediu desculpas. Como se estivesse com vergonha de não ter suportado a penetração anal do Leo.
Confortei ela, dizendo que não tinha problema.
Ela então gemeu e fincou as unhas no meu peito.
Leo tinha aproveitado a posição e a vacancia em sua xoxotinha para socar a vara dura.
Ele abria a bundinha com as mãos e invadia a bucetinha dela aos poucos, deixando ela aproveitar a sensação daquela longa penetração.
Leo foi com tudo e eu pude sentir o peso do quadril dele sobre mim.
Meu amigo socava na minha namorada que ainda estava deitada sobre mim.
Minha princesinha gemia muito, pude perceber que ela estava quase gozando.
Carol: Ai Amor! o pinto dele é muito duro! É muito grande Amor! Que delicia sentir ele lá no fundo!
Leo: Buceta gostosa da porra!
Resmungou ele.
Meu pau estava duro embaixo dela, bem na altura do pubis. Carol ficou roçando o clitoris na minha rola com os movimentos que o Leo fazia ao socar nela.
As unhas entravam e cortavam a minha pele.
Leo socava cada vez mais rapido.
Carol gritou e gemeu gozando forte.
Logo na sequencia veio um urro do Leo, despejando toda a sua porra dentro da minha princesinha.
Leo ainda ficou mexendo o pau dentro dela, sentido ainda o orgasmo.
Minha namorada relaxou, assim como o Leo, que jogou seu corpo sobre o dela, me fazendo quase ficar sem ar.
Ele cochichou no ouvido dela o quanto ela era gostosa e o quanto ele gostava de comer ela. Mas na sequencia ameaçou ela dizendo que na proxima iria comer o cú dela de qualquer jeito.
Carol sorriu, mas não conseguia nem abrir os olhos, exausta.
Leo saiu de cima dela, tirando a pica ja quase mole de dentro, parecia uma cobra pendurada entre suas pernas. Ele foi andando ate o bar e fui acompanhando ele com os olhos, vendo aquela jeba de cavalo balançando.
Minha namorada não se movia, só sentia a sua respiração ofegante.
Quando ela se moveu um pouco, sentia algo quente sobre a minha virilha. Era a porra do Leo que escorria da sua bucetinha e pingava sobre mim em grande quantidade.
Ele me contava quando eramos adolescentes que era uma maquina de produzir esperma, pois batia umas dez punhetas por dia, que já tinha batido punheta para todas as meninas que estudavam com a gente, ate as que não eram tão gostosas. Nessa época a Carol devia estar nessa classificação, porque ela ainda não tinha encorpado, mas com cereza ele tinha batido para ela tambem.
Pelo que ele dizia era punheta para todas as mulheres, desde professoras ate diretora, auxiliares da limpeza, da coordenação, etc. Não deixava ninguem de fora.
Eu particularmente sempre duvidei que ele batia tanta punheta assim por dia, mas vendo ele gozar assim na minha namorada me fazia lembrar de tudo que ele dizia e talvez fosse tudo verdade mesmo.
Carol me despertou do transe pensativo quando senti sua mãozinha direcionando meu pau para a entrada da sua bocetinha.
Ela encaixou e ficou de cócoras, pulando e rebolando no meu pau. Queria me fazer gozar tambem.
Mas mesmo se esforçando, eu não estava conseguindo gozar novamente, acho que como segurei antes a vontade tinha passado e estava mais dificil atingir aquele pico de tesão que eu senti antes, com o Leo prestes a invadir o cuzinho dela.
A ppk tambem estava mais larga, o que tambem poderia estar contribuindo.
O suor escorria pelo corpo dela e pingava em mim. Ela parecia cansada tambem.
Pedi para mudarmos de posição e ela já foi se posicionando de quatro.
Carol: Soca Amor! Goza para mim! Goza!
Mirei no cuzinho, mas ela se esquivou e esticou sua mãozinha entre as suas pernas agarrando meu pau e colocando na bucetinha.
Carol: Ta machucado Mooor...
Empurrei tudo ate as bolas de uma vez, ela gemeu.
Segurei firme nas ancas e bombei forte, ultimamente ela gostava assim.
Ela jogou o cabelo para trás, convidando-me a segurar as redeás da égua.
Segurei com as duas mãos os longos cabelos ondulados dela, Carol serrou os dentes e implorou para eu foder mais forte.
Eu suava muito, mas continuava com o ritmo.
Na minha cabeça eu só pensava o quanto ela era uma puta dando para o meu melhor amigo e como ela estava gostosa com aquele conjuntinho de lingerie novo que ela comprou para usar com ele.
Leo apareceu na sala e ficou observando a gente trepando.
Eu já não conseguia manter o ritmo tão rapido e minha pica tambem não estava mais tão dura quanto antes e minha namorada percebeu.
Carol: Goza Amor! Goza dentro!
Pediu ela, talvez cansada de tanto dar.
Carol: Goza em cima da porra do Leo!
Insistiu ela, achando que isso fosse dar um incentivo extra para mim em lembrar que já tinha a porra do Leo dentro dela.
Notei de relance que ele fez um gesto discreto para Carol e não percebeu que eu tambem havia visto.
Minha namorada pareceu responder a ele, mas como eu não conseguia ver o seu rosto, não tenho como afirmar, mas ele sorriu discretamente para ela.
Carol: Vai corninho, goza na minha bucetinha arrombada! Ela ta toda larguinha por causa da piroca grande do Leo!
Involuntariamente eu retruquei.
Eu: Vadia!
E mais ainda, meu corpo respondeu da pior maneira possivel a isso, meu pau ficou tão duro que dava solavancos dentro dela.
Carol: Nossa Mooor, que pau duro gostoso! Me fode toda vai!
Disse ela virando para trás e me olhando nos olhos com um sorriso malicioso e ao mesmo tempo de satisfação.
Voltei a meter rapido e forte, porem agora, com raiva tambem.
Carol: Isso! Assim! Me fode corninho! Fode a sua puta!
Eu larguei seus cabelos e segurei forte em sua cintura, tão forte que ficou com as marcas vermelhas no formato dos meus dedos.
Eu puxava ela contra o meu corpo.
Carol: Ai! Assim Moor! Assim! Vou gozar!
Eu: Goza puta! Vadia! Goza no meu pau!
Quando senti ela contraindo a bocetinha eu gozei junto.
Gozei xingando ela.
Ela não parava de sorrir para mim, mas assim que soltei ela, Carol se recolheu no sofa e ficou me olhando meio desconfiada, não sei se achou que eu fosse agredi-la ou sei lá o quê, mas eu jamais faria isso com ela.
Minha namorada ajeitou os cabelos e ficou desembaraçando eles sentada com as pernas sobre o sofa.
Eu ainda em pé em frente a ela, a observava. Da bucetinha eu via os liquidos escorrendo.
Ainda muito ofegante fui para o banheiro lavar o rosto.
Carol me seguia com os olhos e quando entrei no banheiro, ela esperou para falar algo com o Leo, baixinho para que eu não pudesse ouvir.
Olhei escondido deles, ela estava debruçada sobre o encosto do sofa, falando algo com ele.
Joguei agua na cara e voltei para a sala, me sentando na poltrona, distante de Carol.
Ela se levantou e veio e se sentou no meu colo, me abraçando.
Carol: Nossa Amor, foi muito gostoso gozarmos juntos, não foi?
Eu: Foi sim!
Respondi seco.
Carol: Você esta bravo?
Eu: Claro que não, porque estaria?
Carol: Por algo que eu tenha falado enquanto estavamos transando?
Eu: Por ter me chamado de corno? Seja clara nas suas palavras Carol!
Esbravejei.
Carol: Isso te ofende? Se te ofende me desculpe, mas eu achei que era essa sua fantasia Amor! Me perdoa por favor!
Eu: A palavra não me ofende, mas esse joguinho que você esta fazendo com o Leo de ficar de segredinho, é sobre isso né? Eu percebi que ele fez sinal para você falar!
Leo: Irmão, não desconta nela...
Eu: Leo, fica na tua irmão deixa eu resolver isso com a minha namorada!
Leo: Calma, deixa eu explicar, a Carol me ligou na semana passada para falar sobre essa sua fantasia, dos videos que você assite na internet e disse que queria fazer uma surpresa para você...
Eu: Surpresa? Que maluquice é essa?
Leo: Deixa eu terminar... Então, ela queria fazer como nesses videos que você gosta de assistir, onde a mulher dá para outro cara e fica provocando o marido, chamado de corno para excita-lo ainda mais, sabe esse tipo de video? Mas a Carol não sabia o momento certo de falar e eu avisei ela que tem um momento mais apropriado, ou melhor, que eu achava que tinha o momento mais apropriado, mas parece que eu me enganei! Mas você gosta desses videos, não gosta?
Eu: Eu assisto sim! Gosto de assistir! Mas isso não justifica vocês tramando pelas minhas costas!
Leo: Me desculpa, não tive intenção, só quis ajudar a Carol!
Carol: Desculpa Amor! Só queria te agradar, mas não consegui! Sou uma pessima namorada mesmo!
Eu: Eu sei que você queria Amor, mas não faz isso pelas minhas costas! Nem fica de segredinho com o Leo e nem com ninguem! Você é minha!
Carol: Me perdoa Amor! Achei que você fosse gostar!
Disse ela visivelmente arrependida e triste.
Eu: Te perdoo sim...
Carol me beijou e o beijo tinha gosto salgado, das lagrimas que escorriam dos seus olhos.
Carol: Eu estraguei tudo hoje, era para ser um dia perfeito para a gente né Amor?
Eu: Deixa isso para lá Carol, você que romantiza tudo, eu só queria um pouco de diversão com a minha namorada e o meu melhor amigo! Só isso!
Enxuguei suas lagrimas, peguei ela no colo e levei para o quarto de hospedes, ajudei ela a terminar de se despir e fomos para o chuveiro quente.
Ela me abraçava com aquele olhar de arrependimento, parecia que iria chorar a qualquer instante.
Tentei minimizar para tentar fazer com que ela se sentisse melhor.
Olhei no fundo dos olhos dela e falei que a amava.
Ela tambem disse que me amava e me beijou apaixonadamente.
Carol: Faço qualquer coisa para reparar isso Amor, pode falar, eu faço!
Eu entendi muito bem o que ela quis dizer com isso, ela estava disposta a dar o cuzinho para o Leo se eu assim desejasse, mas eu não queria dar esse gostinho a ele agora, não era o momento certo.
Porem, estar disposta a isso já era otimo e eu já fantasiava com isso, ainda durante o banho com ela, mas eu já tinha gozado tanto que meu pau nem ficava mais duro, ficaria para outro dia.
Ajudei ela a se lavar, ensaboei suas costas, sua bundinha, seu cuzinho, aproveitando para passar o dedo sobre aquele buraquinho que foi judiado pelo meu amigo.
A bucetinha bem inchada tambem foi bem limpa.
Terminamos o banho e fomos nos deitar para dormir.
Fechei os olhos, mas só pensava nela dando e me chamando de corno, jamais tinha imaginado isso da minha recatada namoradinha, pelo visto não são mais a mesma pessoa, tamanha diferença e cada dia ela me surpreendia com algo novo.