Parte 2.
No dia seguinte, tinha acabado de me levantar, quando vi que o Giles mandou mensagem:
“Já acordou amor”?
Respondi:
“Acabei de acordar. Bom dia. Feliz aniversário”.
O Giles respondeu, agradeceu e depois me mandou um aviso:
“Estou ajudando na preparação do churrasco. O meu pai me disse que quando você estiver pronta, ele pode ir buscar”.
Agradeci e falei que iria avisar. Tomei um café da manhã meio rápido, com frutas e um copo de leite com chocolate, e depois eu fui me arrumar. Tomei outro banho, e escolhi uma tanguinha branca bem delicada, de malha fina sem costura. Vesti uma sainha branca, bem curta, e uma blusinha de malha justa cor de salmão, com alcinhas, e que deixava meu corpo muito delineado e os seios, sem sutiã, como gosto de ficar, com os biquinhos levemente demarcados. Me sentia bem sendo mais atraente e sensual. Como era sábado, minha mãe não trabalhava, mas saiu cedo para ir ao salão, ajeitar o cabelo. Avisei a ela que teria o churrasco de aniversário do Giles, e que depois o pai dele ia nos levar num passeio surpresa. Ela ficou tranquila pois sabia que estava com gente de confiança e se despediu desejando que eu desse parabéns ao meu namoradinho.
Calcei sandálias pretas de salto alto, fiz minha maquiagem, escovei os cabelos. Depois, coloquei um biquíni amarelo de lacinhos numa mochila, uma camisolinha cor de pêssego de um tecido bem delicado, um micro short de malha branca, outra blusinha curta de lycra vermelha, outra calcinha fio dental cor da pele, um necessaire com coisas de higiene, um perfume, batom e estojo de maquiagem, e mandei mensagem que já estava pronta.
Logo o Giles respondeu que o pai dele já estava a caminho. Peguei minha bolsinha, coloquei o celular, documentos, um pouco de dinheiro, e esperei. Não demorou quase nada, ouvi a buzina do carro e saí, vendo o pai do Giles estacionado bem defronte da casa. Quando eu entrei no carro, recebi um elogio:
— Nossa! Que delícia minha norinha! Está muito gostosinha.
Agradeci orgulhosa e ele me disse:
— Me dá um beijo gostoso, agora. Depois, lá em casa vai ser mais difícil.
Dei um beijo no rosto e ele reclamou:
— Assim não, beija gostoso, na boca. Deixa o seu sogro com tesão.
Fiquei arrepiada, e excitada com aquele pedido. Era muito bom saber que eu fazia homens maduros sentirem desejo por mim. Mas, expliquei:
— Aqui não, em frente de casa eu não posso!
Na hora ele deu a partida e seguiu com o carro, e no primeiro sinal vermelho em que paramos ele cobrou o beijo.
Dei um beijo na boca, gostoso, e fiquei inteira arrepiada. O coroa beijava muito gostoso mesmo. Eu percebi que também estava aprendendo. Eu falei:
— O senhor beija gostoso!
— O senhor, não, me trate por você.
Sorri e falei:
— Você é um sogro que beija muito gostoso a namorada do seu filho.
— Meu filho ainda é inocente, e é nosso corninho. Vamos ensinar tudo com calma.
Questionei meio invocada:
— Não é corninho. Você disse que não era traição.
Ele sorriu, e explicou:
— E não será uma traição. Na verdade, estamos somente preparando você para saber ensinar a ele, e vamos também, aos poucos, fazer ele acabar gostando de tudo isso. Quando ele aprender vai saber de tudo, e entenderá que não foi traição mas uma preparação.
Eu estava confusa, e não entendi. Perguntei:
— Pode me explicar melhor?
— Claro! – Ele confirmou. Passou a contar:
— Meu filho é inocente, não tem malícia nenhuma, então, não sabe fazer nada. Nós não podemos dar aula abertamente, quebrar a inocência de uma só vez, pois seria muita coisa de uma só vez. Concorda?
Fiz que sim e ele prosseguiu:
— Então, tudo que a gente fizer será como se fosse uma brincadeira, para meu filho aprender. Mas vamos dar a chance de ele ver como se faz, aos poucos, para saber fazer também. Mas sem explicar isso a ele. Tem que ser natural. Vamos apenas deixando que ela vá aprendendo, sem explicar muito, pois pode ficar constrangido. Entende?
Eu achei que tinha entendido, mas não tinha muita certeza. Como já estávamos quase chegando, ele parou o carro um pouco antes, numa travessa e pediu:
— Vem, tira meu pau para fora da calça e dá uma chupadinha.
Eu quis saber o motivo, e ele disse:
— Estou com saudade. Mas tem outra coisa. Quando você chegar, vai dar um beijinho nele, e estará com cheiro da minha pica na sua boca. Vamos ver se ele percebe o que se passa. Se ele não disser nada, e não achar estranho, sabemos que ele é mesmo muito inocente.
Eu entendi que era um momento em que podia perguntar mais coisas e quis saber:
— Por que é que você e a dona Lourdes se separaram? Ela parece não ficar à vontade com você por perto.
Ele ficou um tempinho, pensando, e resolveu falar:
— Vou contar, mas será outro segredo nosso.
— Prometo. – Respondi.
Ele contou:
— Eu sempre fui safado, e gosto de muita safadeza. Eu achava a Lourdes muito gostosa desde que namorei, e ainda acho uma delícia, e ela finge que não, mas gosta de sexo como eu também. Sempre foi uma putinha. Só que ela tinha ciúme das garotas da academia. Eu pegava algumas de vez em quando. Ela implicava muito por causa disso. Para mudar isso, eu arranjei com o Gatito, meu irmão, um jeito dele seduzir a minha esposa.
Quando o Lírio contou aquilo, fiquei admirada, olhando, sem acreditar. Ele continuou:
— O Gatito ficou uns dias hospedado em nossa casa, pois a casa dele estava em obra. O Gatito dava aulas de tarde e eu na parte da manhã e ficava com ela, que na época não trabalhava fora, em casa algumas horas. Foi seduzindo a Lourdes. E acabou que num dia de folga do trabalho dela, quando o Giles estava na escola e eu na academia, a Lourdes foi assediada por ele. Ela não aguentou o assédio e deu para ele.
— Nossa! Exclamei.
Ele continuou:
— Ela gostou daquela pegada forte. Nos dias seguintes repetiu e deu mais outra vez. Acabou que gostou de dar para o meu irmão.
Eu ouvi aquela história, admirada, já ficando excitada, imaginando a dona Lourdes dando para o cunhado de pau grande, escondida do marido. Eu perguntei:
— E então? Por isso vocês brigaram?
Ele negou. E foi contando:
— Eu já sabia de tudo, pois eu que deixei o meu irmão provocar o desejo na Lourdes. Sabia que ela é fácil de seduzir, gosta muito de sexo, e sempre teve um certo tesão no Gatito. Eu queria que ela experimentasse o meu irmão. Mas fiquei quieto e deixei rolar. Aí, esperei que ela ficasse arrependida de ter feito aquilo escondido e viesse me confessar.
Ele parou de contar e viu que meus peitos estavam eriçados de tanto tesão.
Gostou? – Perguntou.
— Estou gostando demais – Eu falei.
Ele continuou:
— Quando ela me confessou, em vez de brigar, eu disse que não tinha problema, que entendia ela ter ficado com vontade. Argumentei que, se ela gostava, se tinha tesão no cunhado, eu não tinha ciúme do meu irmão. No começo ela ficou aliviada com a minha reação. Depois, com meu consentimento, ela aproveitou, ainda deu para ele umas outras vezes. Eu ficava cheio de tesão de saber que era corno dela com meu mano. Assim, a safada foi aprendendo a ser putinha, e uma vez, até fodeu com nós dois ao mesmo tempo. O Gatito, maluco, gravou isso com o celular. No dia eu nem imaginei que podia dar merda. Mas, o tarado do meu irmão também fodia uma safadinha da academia, que eu também comia.
Ele fez um gesto com a mão como se ficasse admirado:
— Não sei como, essa safada pegou o celular do Gatito com vídeos da Lourdes dando para ele, e contou para as outras garotas. A história se espalhou rápido. Quando a Lourdes ficou sabendo que tinha vazado vídeos dela dando para o cunhado, e várias pessoas souberam, ficou puta da vida, pegou o Giles e as coisas dela, fez duas malas e se mudaram para cá. Aqui, no interior ninguém a conhecia. Ficou revoltada, quis se separar, não quis mais nada comigo. Ela disse que eu estraguei a vida dela, mas não é verdade, estávamos muito bem. Eu gosto dela, e ela também, só que ficou com raiva de saber das minhas safadezas e de termos deixado as imagens vazarem.
— Mês ela teve razão não teve? – Perguntei.
Ele explicou:
— No fundo, ela adoraria voltar comigo, mas tem medo de que aconteça de novo, sabe que eu gosto de safadeza, e teme que o Giles uma hora fique sabendo dessa história.
Excitada com aquela narrativa, peguei no pau do meu sogro que estava duro dentro da calça, e perguntei:
— Você foi corno do seu irmão. E gostou?
Ele riu divertido e explicou:
— Ser corno é muito bom, ter cumplicidade com a esposa, poder ser safado junto com ela. Ver a mulher gozando com outro é ótimo. Eu quero que o Giles aprenda assim mesmo.
Excitada, abri a braguilha, retirei o pau dele da cueca. Estava duro e pulsava. Eu me abaixei no assento e chupei um pouco. Tinha aquele cheiro gostoso de pau babado que sente tesão. Foi rápido, mamei por menos de um minuto, para provocar desejo, nem deu para ele gozar, mas nos deixou com vontade. Minha pepekinha ficou até quente. Logo que eu parei e guardei o pau dele, nós retomamos o caminho. E chegamos na casa.
Na entrada encontrei o Giles me esperando e ao sair do carro dei um beijo nele, rápido, na boca, e vi que ele ficou um pouco envergonhado por ser na frente da mãe e do pai. Mas não disse nada, ninguém se afetou e percebi que ele gostou. Estava provada a sua inocência. Logo fomos preparar o churrasco.
Eu estava ajudando a dona Loures na cozinha, picando tomate, cebola e pimentão para fazer o vinagrete. Foi quando chegaram duas amigas da dona Lourdes, da escola, e um senhora mais velha, vizinha deles, que se portava como se fosse a avó do Giles, pois sempre ajudou a dona Lourdes desde que ela chegou na cidade. Elas me pediram que queriam ajudar a amiga na preparação do vinagrete e eu deixei.
Com isso, me liberaram para ir para fora da casa, nos fundos, onde ficava a churrasqueira. Lá no quintal estavam o Sr. Lírio e o tio Gatito, acendendo o fogo, e preparando os espetos.
O Giles estava colocando mais gelo na caixa com cervejas. Me aproximei e perguntei se tinha alguma coisa em que podia ajudar. O Sr. Lírio falou:
— Senta-se aqui com a gente, norinha, e nos faça companhia. Só a sua presença, linda, simpática, já faz a gente ficar bem contente.
Olhei para o Giles e ele fitava o pai admirado, orgulhoso de ver que ele havia simpatizado comigo. O tio Gatito, aproveitou e disse:
— Rapaz, se aonde o meu sobrinho encontrou essa teteia de moça tiver mais alguma como ela, eu já estou com vontade de me mudar para esta cidade.
Eu sorri e agradeci, dizendo:
— Obrigada, tio, tenho certeza de que você aqui vai encontrar moças lindas que vão se interessar. Você é um homem muito atraente.
Percebi que o Giles, sorria muito feliz, notando que eu estava sendo elogiada e elogiando o tio que ele gostava. Tratei de falar o que eu sentia de verdade:
— O que vocês não sabem é que quem teve que ir atrás dele fui eu. O Giles tem as garotas mais bonitas do colégio interessadas nele. Eu que fui puxar conversa.
Os dois me olhavam admirados e eu prossegui:
— Um rapaz muito gato, educado, inteligente, respeitador. Quem não quer um namorado assim? Eu tive que ir atrás dele antes que outra chegasse.
O Giles, ao me ouvir, veio todo feliz, me abraçar, e me deu um beijo rápido, enquanto o tio caçoava com ele:
— Aí, “muleke”! Mamãe passou açúcar ni mim? Hahah! Aí Lírio, seu filho é o maior pica-doce do colégio!
Todos deram risada e o clima ficou bem descontraído. O Sr. Lírio falou:
— Isso aí, garoto! Assim que se faz. O melhor é quando elas querem e vão atrás da gente. Quando a pica é doce elas mesmas fazem a propaganda!
Rimos novamente, e eu senti que o Giles ficou muito feliz com as reações do pai e do tio, e com a minha atitude afirmativa.
Eu falei:
— Mas não sei nada dessa tal de pica doce.
Eles riram e o Gatito disse:
— Tenha calma, minha sobrinha, que tudo tem a sua hora.
O fogo já estava vivo no braseiro e as carnes começavam a cheirar, assando na grelha. As mulheres estavam na cozinha preparando as comidas e fiquei ali junto dos três na varanda interna, perto da churrasqueira. Tomei uma cerveja que o tio me ofereceu.
As carnes iam assando, e o vinagrete e a farofa ficaram prontos. A dona Lourdes, e as duas colegas da escola ficaram sentadas na sala conversando com a velha vizinha.
Quando eu fui lá levar um prato de carnes já cortadas, elas me pediram para chamar o Giles. Ele foi para a sala conversar com elas, e eu voltei para fora. Preferi ficar ajudando o pai e o tio do Giles na preparação e cortes das carnes que iam ficando prontas.
Eu tomei a cervejinha toda e como não estava acostumada a beber, senti que me animou bem. Pouco depois, o Giles veio buscar mais um pouco de carnes prontas cortadas e disse que a mãe pediu que ele ficasse um pouco mais na sala, conversando com as visitas. Eu concordei que ele podia ficar à vontade que eu faria companhia ao pai e ao tio dele. Quando ficamos somente os três, o tio Gatito falou:
— Quer dizer que a putinha safada já fez um boquete no sogrinho hoje?
Eu ia dizer que foi rápido, só como um sinal de bom dia, mas o Lírio respondeu:
— Foi só uma provinha de nada. Só para ela sentir o gostinho da rola e ficar com vontade. Mais tarde ela vai chupar mais gostoso. Vou gozar de novo nessa boca.
— Ah, eu também quero. - Disse o Gatito.
Eu fiquei um pouco receosa de que as mulheres escutassem aquilo, mas tinha música tocando numa caixinha de som, e dentro de casa elas também tinham a TV ligada. O Gatito puxou a minha cadeira para perto da dele e ficou acariciando as minhas coxas, dizendo que eu estava muito deliciosa. Eu gosto de ser elogiada. Já fiquei arrepiada.
Ele disse:
— Olha só a putinha, fica toda arrepiada de sentir a mão de um macho acariciando as coxas dela.
— Não fala assim, tio. Fico com vergonha. – Eu respondi.
Pouco depois, quando já tinha uma nova travessa com vários pedaços de carne já cortada, com picanha, lombinho de porco e linguiças, o Lírio pegou e disse que ia levar na sala, para se mostrar simpático. Ele deu uma piscada para o Gatito e para mim, dizendo:
— Aproveitem o momento, seus safados, se vier alguém eu aviso antes.
Ele saiu e na mesma hora o Gatito pediu:
— Vem aqui, putinha. Vem me dar uns beijos que eu fiquei com saudade.
Eu fui, e me sentei de lado no colo dele, dizendo que também senti saudade. Demos um beijo gostoso, e ele já enfiou a mão por baixo da minha blusa e apalpou meus peitinhos. Ele sussurrava:
— Estou cheio de tesão na minha putinha.
Aquilo me arrepiou na mesma hora e deu um tesão gostoso. Falei:
— Que gostoso que você faz, tio. Me dá muito tesão.
Ele é um homem forte e bem musculoso. O sorriso safado e olhos muito bonitos. Mas, ainda receosa das consequências daquilo eu falei:
— Eu não quero fazer nada que seja traição ao meu namorado.
O Gatito respondeu:
— Sérvia, você precisa entender que para chegar ao ponto do seu namoradinho inocente aprender a ter um pouco mais de malícia, e aceitar ter intimidades com você, num nível razoável, sem achar que você é safada, vai levar um bom tempo. Você não pode chegar e ir logo partindo para os amassos com ele, pode?
Concordei com a cabeça e ele prosseguiu:
— Percebemos que você, sendo mais experiente e gostando de sexo como gosta, precisa ser atendida, satisfeita desde agora, com pessoas de confiança, que manterão tudo em segredo.
Eu olhava curiosa querendo saber até onde ele queria chegar. Ele me acariciava e falava bem sedutor:
— Enquanto a gente vai tendo mais intimidade, inclusive com o Giles junto, para ele se acostumar com isso, vamos ensinar o seu namoradinho a perder os princípios conservadores que ele tem. Vai aprender a ser corninho. É isso que queremos fazer. É uma ideia do pai dele. Você não quer?
Eu entendia que, de fato, não podia revelar ao Giles, a garota experiente que eu já era, pois teria que contar como foi que eu aprendi. Ele talvez nem soubesse nada sobre fazer sexo com uma mulher. Eu concordei:
— Eu acho que você tem razão. O Giles não sabe nada e não tem mesmo malícia. Não posso quebrar isso de uma vez. Nem sei como começar.
O tio completou:
— Então, safadinha, o Lírio teve uma ideia boa. A gente vai levar vocês para um passeio, uma pousada na serra, e ficaremos lá o resto do final de semana, ou até mais um pouco. Vocês já terminaram o terceiro ano, estão de férias, já tem maior idade. Será a oportunidade de começar a criar mais intimidade com a gente junto do Lírio, e onde você terá a chance de ensinar muita coisa para o seu namorado corninho inocente.
Ao ouvir a ideia, me pareceu mesmo muito boa e eu achei que seria uma ótima oportunidade. Mas, meio incomodada com o termo que ele usou, falei:
— Ele não é meu corninho. Já falei isso.
O Gatito sorriu e explicou com confiança na voz:
— Só é corninho se ele concordar que você foda com a gente. Mas, é isso que queremos. Ele vai ser seu corninho, pois vamos mostrar para ele como se faz, você dá para a gente, enquanto ensinamos vocês dois, e ele vai adorar, ver e aprender. Pode apostar.
Gatito deu uma pausa, e sussurrou:
— Já pensou em foder com a gente com a aprovação do namoradinho? Por enquanto ele ainda não sabe, mas vai saber. Não queremos que seja enganado. Aos poucos, conforme você for ensinando a ele, vai ver que o Giles vai gostar muito de tudo, e com isso, ficará até muito excitado com toda a situação de intimidade que poderemos ter. Vocês já são maiores de idade e nada impede de aprenderem sexo com quem tem experiência.
Eu fiquei muito excitada com aquela conversa, e mais ainda com os mamilos acariciados por ele. O tio me beijou e eu retribuí com um prazer enorme. Ficamos num beijo de língua por quase um minuto, e minha respiração ficou ofegante. O tio me sussurrou no ouvido:
— Estou louco de tesão de meter novamente em você, minha putinha.
— Eu também estou com vontade de dar de novo, tio. Foi muito bom ontem. – Respondi com sinceridade.
Nisso, eu ouvi o Lírio falar em voz alta lá dentro:
— Vai lá fora, Giles, e traz mais carne e bebidas para cá, meu filho.
Me levantei rapidamente do colo do tio e fiquei de pé cortando carnes perto da mesa e em poucos segundos o Giles veio para perto da churrasqueira com a travessa vazia. Meus peitos com os bicos salientes acusavam meu estado de excitação, e minha boca vermelha de beijar, também. Mas ele, comprovando sua inocência e falta de malícia, chegou do meu lado, olhou aquilo e não disse nada. Eu virei de frente para ele, para mostrar como eu estava, e dei um abraço dizendo:
— Estou com saudade, querido. Reparou como eu fico arrepiada quando você me abraça?
Foi quando ele reparou melhor nos meus seios marcando a blusinha e minha expressão de excitada. Giles sorriu, vi que seus olhos brilharam de alegria, me abraçou, muito satisfeito, me beijou e disse:
— Que bom! Eu adoro você assim. Vou levar mais carne e bebidas e já volto para ficar com vocês.
O Lírio já estava voltando para perto da churrasqueira e disse:
— Daqui a pouco, podemos dar uma saída para comprar uns potes de sorvete para a sobremesa.
Achamos boa a ideia. O Giles pegou as carnes e foi levar para dentro. O tio comentou:
— O corninho é bem inocente mesmo. Sem nenhuma malícia.
Não dissemos nada. Não deu tempo. Logo o Giles retornou. Foi a nossa vez de atacarmos as carnes. Comemos bastante, conversando coisas triviais, mas o pai do Giles sempre arranjava um jeito de me elogiar para ele. Teve uma hora que ele me pediu para mostrar o pé calçado na sandália de salto. Quando eu ergui a perna e mostrei o pé, ele disse:
— Olha para esse pezinho mais lindo, muito bem cuidado com unhas de francesinha. É uma princesinha, com um pé de cinderela mesmo. Uma delícia essa minha norinha.
Giles sorria muito contente, sem ver maldade no comentário, e o tio se curvou na cadeira, esticou a mão e segurou meu pé que eu havia levantado um pouco, e disse:
— Coisinha mais mimosa. Deve calçar uns 37, não é?
— Não tio, eu calço apenas 35, tenho pé pequenino para a minha altura. Puxei a minha mãe.
O tio fez uma expressão de admiração e falou:
— Hum, será que sua mãe é gostosinha como você? Tem uma técnica de massagem que eu aprendi, que se faz com os pés, que é muito estimulante. Se você quiser eu posso ensinar, para você fazer no Giles.
Eu sorri satisfeita e disse que queria sim. Virei para o Giles e perguntei:
— Você vai gostar, amor? Uma massagem com os pés?
Ele confirmou, achando tudo muito interessante. O tio segurando meu pé pelo calcanhar, me fez uma carícia suave com a outra mão, subindo pela barriga da perna até em baixo na dobra do joelho. Eu me arrepiei toda com aquela carícia e exclamei:
— Ai, tio, assim me arrepiou toda!
— Viu? Essa massagem é mesmo de arrepiar. – Ele falou, sorrindo enquanto continuava alisando minha perna.
Eu olhava para ele com os bicos dos seios novamente furando blusinha e a penugem dos braços bem arrepiada. O Giles me observava encantado com tudo aquilo, sem mostrar ciúme do tio, e eu falei:
— Ah, amor, eu vou querer aprender massagem com o tio. Posso?
Giles fez que sim e vi o Lírio piscando um olho maroto para o irmão dele.
O churrasco estava delicioso, e o Giles se mostrava muito feliz com a presença do pai e do tio. Quando todos estavam bem satisfeitos, o Lírio perguntou se queríamos ir junto com ele ao supermercado para comprar uns potes e sorvete. Claro que eu disse que queria, porque adoro sorvete, e o Giles também se animou. O tio se levantou e falou:
— Pode deixar que eu vou junto e pago. É a minha contribuição para esse maravilhoso churrasco.
O Giles avisou a dona Lourdes do que faríamos, e saímos para pegar o carro.
O Lírio chamou o Giles para entrar na frente do lado dele e eu fui atrás com o tio Gatito. Logo que partimos, o Lírio perguntou ao Giles se ele aceitaria, mais tarde, ir visitar uma cidade próxima que tem um parque muito bonito.
Na mesma hora o Giles disse que adoraria isso, mas só se eu pudesse ir junto. O pai respondeu que certamente eu podia ir. Giles ficou animado e combinamos que depois do sorvete a gente poderia sair. No trajeto, ele ficou contando para o filho como era a cidade no início da serra, onde havia uma comunidade incrível de artesãos. E uma pousada na serra, com um parque das águas. Enquanto isso, o tio Gatito pegou na minha mão e colocou sobre a coxa dele onde dava para sentir o volume do pau duro. Fiquei toda arrepiada e um pouco tensa, pois o namorado estava bem ali na frente. Mas, reparei que como o tio estava sentado atrás do assento do carona, o Giles não podia ver o que acontecia. Aproveitei e apertei um pouco para sentir a firmeza do cacete. O Lírio sempre falando com o Giles, mantinha meu namoradinho atento na conversa, e logo o tio retirou o pau para fora da cueca e da calça, e me deixou ficar masturbando. Nossa! Mesmo levando um susto, a emoção de fazer aquilo ali no carro com o Giles no banco da frente, me deixou muito excitada.
Eu apenas exclamava palavras de admiração, como se estivesse ouvindo a conversa do Lírio:
— Nossa! … É? Puxa! … Que delícia!
O Giles atento ao pai, não prestava atenção no que acontecia ali atrás.
O safado do tio passou o braço por trás das minhas costas, desceu a mão e foi enfiando por baixo da minha bunda. A saia curta estava mais repuxada. Eu dei uma ligeira levantada para frente e ele acabou de encaixar a mão entre as minhas nádegas. Me sentei sobre a sua mão e com isso, o dedo médio dele podia me tocar sobre a xoxotinha, por cima da calcinha. Eu já estava toda arrepiada, minha respiração ofegante, melando a minha calcinha de tão excitada. Eu nem prestava mais atenção na conversa do Lírio com o Giles, e tentava segurar para não soltar um gemido. Até que o tio afastou a beirada da minha calcinha e colocou o dedo grosso na entrada da minha pepekinha. Eu já estava toda melada. Aí, eu não consegui segurar e dei uma suspirada forte:
— Huuussshhhh...
Na mesma hora o Giles deu uma olhada para o meu lado e para disfarçar eu falei:
— Que coisa deliciosa que deve ser esse passeio!
— Não é? Eu estou animado para ir logo! – Giles falou.
— Eu também, já estou muito ansiosa! – Completei.
Eu fiquei tão excitada com o dedo médio do tio meio enfiado na minha xoxotinha que comecei a mexer o corpo suavemente sobre o banco. Aproveitando o movimento do carro, fui fazendo com que o dedo me provocasse ainda mais. Sentia que ele podia enfiar a pontinha. Minha pele estava toda arrepiada até na nuca e minha respiração ofegante. Eu até soltava uns gemidinhos. Mas o ruído do carro e da conversa do Lírio ajudava a disfarçar. Eu apertava o pau do tio, masturbando bem lentamente, e só não gozei no dedo dele porque logo chegamos ao supermercado.
O Lírio procurou uma vaga no estacionamento e nessa hora o tio retirou a mão. Foi quando eu pude respirar mais calma. Larguei do pau dele e ele guardou dentro da cueca e fechou a calça. Eu estava muito excitada com aquelas provocações.
Depois de parar o carro em uma vaga, todos descemos, eu já não perdia mais a excitação. Quando eu saí do carro, meus peitos ainda estavam latejando e meus mamilos pontudos marcavam minha blusinha. O Giles notou e ficou olhando. Eu dei um abraço nele, falando:
— Estou tão feliz e muito excitada de passarmos esse dia juntos com o seu pai e o seu tio.
Ele concordou confirmando que se sentia igual. Entramos de mãos dadas, Giles todo feliz, sem desconfiar que a namorada putinha dele estava cheia da safadeza com o tio e o pai. Fomos comprar o tal sorvete.
Escolhemos os sabores, chocolate e flocos, compramos e voltamos ao carro.
No caminho de volta, o tio Gatito pediu para dar uma parada numa farmácia. Quando o Lírio estacionou na vaga para clientes da farmácia, o tio desceu, disse que já voltava e ficamos no carro conversando. Passados uns cinco minutos o tio estava demorando e o Lírio mandou o Giles sair e ir atrás dele. O filho obedeceu sem achar ruim.
Bastou ele entrar na farmácia o Lírio saiu do lugar do piloto e veio se sentar no banco de trás, ao meu lado. Logo abriu a calça e ficou com o pau duro para fora da cueca, dizendo:
— Vem, putinha, vem dar uma sentada aqui na rola do sogrão.
Eu falei:
— Mas, é arriscado, eles podem chegar.
O Lírio respondeu:
— Vai demorar um pouco. O Gatito vai enrolar, que eu sei. Dá tempo de uma rapidinha. Vem, vamos brincar um pouco.
Era excitante demais aqueles momentos. Na mesma hora eu me sentei de pernas abertas, de costas em seu colo.
Ele puxou minha calcinha de lado, encaixando a cabeça da rola na minha xoxotinha. Senti a cabeça rombuda da pica se esfregando na boceta e deu uma vontade louca de deixar ele me comer. Queria ser penetrada. Exclamei:
— Ah, sogrinho, que tesão que eu fico com isso! Vontade de dar minha pepekinha!
— Gosta de pica, né putinha? – Ele me sussurrou ao pé do ouvido.
— Gosto! Quero sentir ela entrando aqui! – Respondi.
Por mais que eu tentasse, não entrou fácil, a pica era grossa e a nossa posição, ainda com calcinha não ajudava. Eu fiquei ali me esfregando, enquanto ele me dava beijos no pescoço e me acariciava nos peitos. Só a cabeça da pica se esfregava na boceta, mas não entrou. Meu corpo fervia de tesão. Logo senti que meu gozo estava chegando com o pau só encaixado na entrada da xana. Passei a rebolar e gemer:
— Vou gozar, sogrinho, vou gozar no seu pau! Enfia tudo!
Acho que não passou nem um minuto, a pica entrou de um só golpe na boceta, eu já estava gozando, estremecendo toda, quando o telefone celular do tio tocou. Ele parou, me pegou pela cintura, me retirou de cima do colo, me deixou sentada ao lado dele e tratou de guardar a pica apressadamente.
Eu estava afogueada, um pouco suada devido ao calor, com o pescoço lambido, a xoxota toda melada, a saia curta erguida, deixando minhas coxas de fora.
Quando vi o Giles e o tio já vinham saindo da farmácia e se aproximando do carro. Quando o Giles chegou e viu o pai no banco traseiro ao meu lado perguntou o que houve e ele disse:
— Estava conversando com a Sérvia, vocês demoraram, e eu tinha que virar o pescoço toda hora para olhar para ela, achei melhor me sentar aqui do lado dela.
Em seguida ele pediu:
— Vai dirigindo Gatito, que agora eu vou aqui atrás. Se demorar mais os sorvetes vão derreter.
Eles dois entraram no carro, e partimos de volta. Chegando à casa, eu estava suada, com o cabelo desarrumado e a blusa muito colada no corpo. Havia um cheiro forte de sexo entre as minhas pernas. Mal descemos e eu disse que estava apertada para fazer xixi e fui correndo para o banheiro, precisava me recompor. Aquilo me deixou mais tarada.
O Giles foi levar o sorvete para ser servido para as visitantes e o Lírio e o Gatito voltaram para a varanda do quintal, perto da churrasqueira.
Me limpei, lavei o rosto, fiz xixi. Minha bocetinha estava mais vermelha e a tanguinha toda melada. Quando eu saí do banheiro, as duas amigas de dona Lourdes já haviam terminado seus sorvetes. Elas agradeceram muito a todos, desejaram felicidades para o Giles, e foram embora alegando que ficaria tarde para elas voltarem para casa. Fui tomar sorvete com o Giles, na varanda interna, acompanhados pelo Gatito e pelo Lírio.
Logo depois a vizinha mais velha ajudou a Dona Lourdes a lavar a louça suja, e eu tratei de ajudar a enxugar. Em cinco minutos nós guardamos tudo, e foi quando o pai do Giles chamou dona Lourdes na sala para conversar. A vizinha velhinha, aproveitou para se despedir e foi para a casa dela.
O Lírio explicou o plano de dar um presente para o filho, levando-o para conhecer uma cidade próxima, com uma pousada na serra, informando que eu poderia ir junto. A dona Lourdes concordou, agradeceu o convite, disse que não iria, mas pediu que nós fizéssemos fotos para depois ela ver como era o lugar. Pareceu muito aliviada, pois ficaria com a casa livre dos seus dois hóspedes não tão desejados. O Lírio pediu ao Giles para pegar uma mochila e uma troca de roupas. Logo que o Giles voltou com sua mochila, nos despedimos de dona Lourdes e partimos. Os dois homens já colocaram suas bagagens no porta-malas, e a mochila do Giles junto. A minha já estava lá.
Continua na parte 3 - Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com
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