Uma semana após o jantar de reconciliação pornô na minha casa, a teia de traições pulsava como veia exposta. Mensagens codificadas no WhatsApp trocavam fotos de marcas roxas desbotando, bucetas dilatadas ainda sensíveis e paus meia-bomba implorando mais. "Sábado, 20h, nossa casa. Garagem dupla selada, pó ilimitado, plugs no cu das putas e câmera ligada pra rever arrombando sem dó", mandou Marcelo na quinta. Respondi com selfie da buceta rosada piscando mel grosso: "Chego encharcada e gulosa, cornos. Preparem uísque Grey Goose e coca pura pro banquete eterno."
Chegamos pontuais, portão da garagem subterrânea dupla ecoando como tumba profana — Leonardo dirigindo meu carro atrás do dele, mãos suadas no volante já latejando tesão. Subimos pra sala ampla de Adriane e Marcelo, minimalista com sofá modular de couro preto, mesa de mármore negro laqueado e janela panorâmica pro breu curitibano. Adriane abriu a porta em robe de seda vermelha solto, curvas pilates expostas: seios 36C firmes com mamilos rosados de 0,8cm eretos perfurando tecido fino, buceta depilada visível úmida (lábios externos carnudos mel 3,5cm, internos evertidos vermelhos 2,5cm reluzindo pré-mel viscoso, clitóris 1cm proeminente latejando, ânus rosado 1,2cm piscando logo abaixo). "Entrem, traidores safados. A putaria já começou sem vocês", ronronou rouca, beijando-me com língua invasora misturando gosto de uísque antecipado.
Na sala, Marcelo esperava com garrafas de Grey Goose geladas e sachê ziplock de pó branquinho puro na mesa de centro de vidro fumê — linhas já montadas, quatro grossas e reluzentes como trilhas de neve suja sob LED frio. Copos lowball tilintavam gelo, vapor alcoólico subindo acre. "Brindem à foda sem freios, putos nojentos", grunhiu ele, aspirando primeiro: choque nasal flamejante dilatando pupilas em buracos negros, corpo tremendo em euforia elétrica, pauzão 21cm já semi-rígido esticando calça jeans surrada com veias pulsantes visíveis. Passamos o canudo: eu funguei duas linhas de uma tacada, fogo líquido subindo narinas ardendo como ferro, coração explodindo 180bpm, pele formigando hipersensível onde ar-condicionado virava choque erótico; Leonardo, Adriane e Marcelo seguiram, gemidos guturais ecoando enquanto sentidos explodiam — cheiros amplificados, toques como faíscas.
Uísque desceu queimando gargantas, gasolina pura aquecendo peitos. "Tirem tudo agora, vadias taradas. Plugs no cu antes do primeiro pau", mandei grossa, abrindo a gaveta secreta de Adriane: dois plugs anais de aço inoxidável pretos, 4cm diâmetro base cônica brilhante, 10cm inserção vibratória com controle remoto. Cuspi generoso no meu ânus piscante rosado 1,5cm, dilatando com dedos duplos giratórios untados de saliva espessa — plug forçado devagar, orifício esticando ao limite em queimação deliciosa, vibrando baixo preenchendo intestinos quentes e contrácteis. Adriane gemeu animalesco enfiando o dela, bunda empinada tremendo, ânus dilatado roxo ao redor da base preta. "Caralho, sentem isso vibrando no cu das putas, cornos? Agora liguem as câmeras", ordenei. Marcelo ativou tripé com GoPro 4K, luzes vermelhas piscando gravando tudo em 60fps ultra-HD.
Ação explodiu maníaca: joguei Leonardo no sofá modular, rasgando calça social com unhas vermelhas cravando coxas peludas — pauzão 19cm saltou livre, glande roxa 5,8cm bulbosa pingando pré-esperma viscoso em fios 12cm longos, tronco veiado 0,7cm pulsando sob pele fina, escroto assimétrico 4cm exalando almíscar denso. "Mama esse pau traidor primeiro, Adriane, sua rameira gulosa! Engole até as bolas sujas no nariz", rosnei empurrando a cabeça dela pro colo dele. Ela mergulhou voraz: dentes no zíper rasgante, língua plana serpenteando bolas enrugadas sugando vácuo barulhento salgado, depois garganta aberta engolindo total — gorgolejos obscenos ecoando, baba copiosa melando virilha e seios, nariz enterrado pelos pubianos roçando base grossa, mão punhetando próstata por baixo com pressão firme. Leonardo urrou rouco, quadris fodendo boca dela como buceta, veias latejando na garganta contraída.
Eu e Marcelo colamos na parede: rasguei camiseta justa dele expondo abdômen 6-pack suado veiado, pauzão ereto 21cm x 6cm glande inchada brilhando pré-lub cristalino. "Fode minha boca agora, pauzudo sádico do caralho! Arromba garganta até eu engasgar baba", exigi ajoelhando, dentes agarrando zíper jeans estalando metálico — engoli glande primeiro, gosto salgado explodindo na língua hipersensível da coca, descendo ritmada até bolas baterem queixo, garganta dilatada roçando veias como cabos vivos pulsantes, baba escorrendo tetas 38D balançantes em cascatas pegajosas. Ele agarrou cabelos castanhos puxando violento, fudendo face em pistões 200/min, "pop" molhado a cada saída esticando bochechas, pré-esperma viscoso melando palato.
Câmera capturando close-ups insanos: trocamos — Marcelo pra Adriane de quatro no sofá (ela ainda mamando Leonardo), alinhando pauzão na buceta exposta pingando mel grosso (lábios evertidos 2,5cm sugando glande, entrada rosada 2cm dilatando pra 6cm num fundão seco que esticou paredes quentes); Leonardo pra mim de costas na mesa mármore gelado, pernas escancaradas no ar — plug vibrando no cu amplificando tudo, pauzão mergulhando vaginal com baques carnudos ecoando tiros, bolas estalando ânus plugged piscante. "Fode mais forte, corno traidor! Sente o plug vibrando no cu apertado enquanto me arrombas, porra!", gritei cravando unhas nas costas dele rasgando pele até sangue fino escorrer suado. Adriane cavalgava Marcelo insana, quadris rebolando círculos dilatando entrada, seios balançando palmadas sonoras, unhas marcando peitoral dele roxo — "Toma pauzão no cu agora, vadia! Alterno buceta-cu sem dó!", ele grunhiu ativando vibração alta no plug dela, penetrando anal seco dilatando orifício roxo 3cm ao redor veias pulsantes.
Mais pó urgente: seis linhas grossas na mesa, aspiramos fungando desesperados como viciados — fogo nasal eterno, coração 200bpm, clitóris meus latejando 1,5cm como mini-pau sob lábios carnudos pingando squirt arco 35cm no piso taco. Posições cascatearam caos filmado: DP duplo em Adriane no sofá (eu com strap-on 18cm vibratório arrombando cu plugged dela enquanto Marcelo vaginal bombava 300/min, Leonardo mamando tetas mordendo mamilos roxos); mim de quatro no tapete persa com Leonardo anal plugged (pauzão forçando ânus dilatado 4cm em queimação insana, veias roçando paredes intestinais massageando próstata anal, Marcelo na boca gorgolejando baba); 69 triplo no chão (Adriane chupando minha buceta melada+plug vibrante, eu lambendo dela squirt jorrante, maridos punhetando próstatas próprias assistindo câmera handheld).
Clímax coletivo detonou: "Goza dentro das putas agora, cornos pauzudos! Encham úteros de porra quente e transbordante, merdas!", ordenei rouca. Leonardo rugiu em Adriane vaginal, jatos densos 18ml alvíssimos inundando colo útero, overflow cremoso escorrendo coxas trêmulas; Marcelo em meu cu plugged, sêmen escaldante 22ml pulsando paredes dilatadas, vibrando amplificando espasmos expelindo bolhas leitosas. Eu e Adriane gozamos sincronizadas — visão branca nuclear, corpos convulsionando arqueados, bucetas esguichando jatos quentes 45cm alagando paus+escrotos+tapete em poças fedendo sexo cru, unhas rasgando costas maridos sangrando leve.
Sem trégua, sugamos paus pós-gozo lambuzados: eu na mistura anal de Marcelo (língua recolhendo sêmen cremoso+mel anal salgado das veias), Adriane na vaginal de Leonardo (gorgolejos bebendo overflow leitoso grosso). Beijo final trocando cargas: cuspi tudo na boca dela, golfadas viscosas salgadas-doces engasgando-nos em fios elásticos, engolindo dividindo prêmio duplo quente enquanto câmeras piscavam.
Desabamos pilha melada e crostada, plugs ainda vibrando baixo, uísque final nos lowballs sujos. "Vídeo pronto pra rever fudendo eterno. Próxima: motel com correntes e mais pó, putos insaciáveis?", ri gutural lambendo porra residual do queixo de Adriane. Assentimos exaustos, teia virando vício irrompe — colisão total selada pra sempre.