Namoradinho inocente. (1)

Categoria: Grupal
Contém 7496 palavras
Data: 10/02/2026 22:18:12

Parte 1.

Sou a Sérvia. Minha mãe me colocou esse nome porque achava bonitos os jogadores loiros e altos da seleção da Sérvia e Montenegro, antiga Iugoslávia, na copa do mundo de 2006, quando eu nasci. Eu não conheci meu pai. Ele desapareceu quando soube que engravidou minha mãe, ainda muito nova. Ela me criou sozinha com muita dedicação e esforço. Mas isso me ajudou a ser uma menina precoce e bem resolvida.

Quando eu fiz 18 anos, eu namorava em segredo, por três meses, um homem mais velho, com mais de 40 anos, que antes disso tinha sido casado, mas se divorciou. Eu o conheci quando foi fazer um serviço de eletricista, trocando toda a fiação elétrica da nossa casinha de dois quartos, na zona periférica de uma cidade do interior, onde eu vivo com minha mãe. Por conta disso, ele passou uns dias trabalhando lá.

Eu ficava em casa de tarde, depois das aulas do colégio, e minha mãe passava o dia fora de casa pois é funcionária do mesmo colégio onde eu estudo. Assim, fui mantendo conversa com ele, gostei do jeito atencioso e brincalhão e acabei aceitando namorar com ele em segredo. Namorar um homem maduro era para mim uma coisa do outro mundo. Quem não teve pai, como eu, sente atração por homem mais velho. É viciante.

[Nota do autor] – Recebi esta história por mensagem de e-mail. Estava apenas rascunhada, cheia de erros, e tive que refazer quase todo o texto. Troquei os nomes como sempre faço, para evitar expor alguém. Tentei dar uma boa estrutura na trama e criar uma narrativa excitante. Espero que gostem.

Para me encontrar com esse namorado eu tinha que sair escondida da minha mãe. E foi com esse homem que perdi a virgindade e durante os três meses de namoro secreto, aprendi com ele muita coisa boa de se fazer no sexo.

Eu sou uma moça de pele clara, com 1,69 m de altura e 56 kg, mas estou sempre bronzeada, porque adoro tomar sol no nosso quintal. Tenho cabelo castanho bem claro, quase cor de mel, na altura dos ombros, seios redondos de tamanho médio, coxas grossas e uma bunda bem empinada que chama a atenção dos homens por onde eu passo.

Eu adoro ver como eles me olham e me desejam, e aproveito para rebolar, bem sensual. Isso me deixa muito excitada também. Na verdade, adoro ser desejada, e gosto de ser assim.

Eu sempre gostei muito de sexo e esse namorado gostava ainda mais. Como ele mesmo disse, com a experiência que ele me passou, fazendo sexo quase todas as tardes, virei uma verdadeira putinha. Me chamava de putinha safada do papai. Até que um dia, minha mãe descobriu aquele namoro escondido. Demorei para saber como foi isso, mas depois, outra hora eu conto. E ela ficou muito brava. Quando ela soube que eu não era mais virgem, ficou maluca, quase me colocou interna num colégio de freiras. Disse que se soubessem daquilo na cidade eu nunca mais ia achar alguém para casar comigo.

Vivemos numa cidade do interior e onde ainda existe muito preconceito. Mas, ela me orientou para não contar para ninguém que eu já não era virgem. Disse que ninguém ia querer me namorar se soubesse. E eu guardei segredo e segui assim.

Foi depois desse caso que eu conheci o Giles, um rapaz que já ia fazer 18 anos, que estudava no mesmo colégio. Ele é um jovem baixo, tem 1,68 m, um pouco mais baixo do que eu, é magro, branco de pele, mas com cabelos pretos, e um rosto muito bonitinho. Se parece de rosto com o Justin Bieber, quando fez 18 anos, só que de cabelo escuro. Eu acho ele lindo. Aliás, as garotas do colégio também acham. Educado, filho único de pais separados, também vive só com a mãe.

Giles é bem tímido, sossegado, mas eu notei que ele me olhava muito, sempre atento ao que eu fazia, ficava me admirando de longe, mas nunca veio falar comigo. Eu jogo no time de vôlei do colégio e ele sempre ia assistir aos jogos. Certo dia, no intervalo das aulas, encontrei-o no pátio, puxei conversa com ele e gostei do seu jeito educado e bonzinho. Ele é bom aluno e bastante disciplinado, tem ótimas notas.

Ao chegar em casa, comentei com minha mãe sobre ele. Ela já o conhecia, pois trabalha no colégio. Aí, ela sorriu contente. Falou que esse era o tipo de garoto que eu deveria mesmo namorar, pois era muito educado, disciplinado e estudioso. Então, fui ficando mais simpática, ele passou a me procurar na escola, dava atenção a ele, nos encontrávamos todos os dias no pátio e ele correspondia, sempre muito atencioso. Em uma semana, como ele não tomou a iniciativa, perguntei se ele queria namorar comigo, e ele se mostrou muito alegre e aceitou. Falou que era tudo que ele desejava. Começamos a namorar naquele mesmo dia. Trocamos dois beijinhos de leve, escondidos.

Nosso namoro era bem inocente, pois ele era muito inocente mesmo.

Inicialmente a gente se encontrava na escola, no intervalo de aulas, íamos para o bosque interno, sentávamo-nos em um banco, tomávamos nosso lanche, conversávamos, ele me mostrava desenhos que faz, muito bonitos, e trocávamos uns beijinhos. Mas eram beijinhos bem inocentes, porque percebi que ele não sabia ainda beijar de língua.

Quando chegava o final das aulas, a gente saía, ia cada um para sua casa, e mais tarde nos encontrávamos na frente da minha casa onde ficávamos conversando.

No jardim da frente da minha casa tem um banco de madeira. Não entrávamos em casa. Eu queria que a minha mãe percebesse que eu estava me comportando, confiasse em nós, e nos desse mais liberdade.

Só depois de umas duas semanas de namoro bem-comportado, que entramos para o jardim interno da nossa casa, onde tem uma varanda, e outro banco, embaixo de uma goiabeira, e ficávamos ali dando uns beijos mais fortes. Como estávamos somente nós dois, não tinha nada que nos impedisse de fazer mais coisas, mas o Giles é muito tímido e respeitador, sem malícia nenhuma, e nada aconteceu.

Na escola, tem uma garota dois meses mais velha do que eu, muito bonita, que também gostava dele, e por ciúme, tentou falar mal, queria me prejudicar dizendo a ele que eu era bem safadinha. Para ele não namorar comigo.

Eu não liguei quando ele me contou o que ela lhe disse. Apenas disse que que era inveja dela. O Giles estava encantado comigo, e muito apaixonado por ser a sua primeira namorada. Então eu disse que ele não devia acreditar em fofocas de pessoas ciumentas. Isso acalmou seu coração e ele se afastou da outra, não querendo nem mais amizade.

Nesse tempo, ele me contou que sua mãe estava recebendo mensagens do pai dele, que vivia em outra cidade. O pai queria vir ver o filho no aniversário de 18 anos. No dia seguinte, ele confirmou que a mãe concordou, e o pai dele, que se chama Lírio, avisou que ia chegar na véspera do aniversário. O Giles parecia muito feliz pois gostava bastante do pai e sentia muita saudade dele. A mãe havia se separado dele há dois anos.

No outro dia, o Giles me contou que além do seu pai, que era dono de uma academia de fisiculturismo e ginástica, viria o irmão dele, seu tio Gatito, que é seu padrinho. Um instrutor de MMA, que ele admira demais.

Durante dois dias, o Giles teve que ajudar sua mãe, nos preparativos para receber o ex-marido e o cunhado, e não tivemos tempo para namorar. Trocávamos mensagens pelo aplicativo do celular. E na sexta-feira à noite, eles chegaram. Eu me preparei, vesti um vestido de verão, bem bonito, de alcinha, de malha branca estampada de motivos florais cor de laranja.

Não coloquei sutiã, pois eu realmente não gosto de usar, meus seios já são bem desenvolvidos, de tamanho médio, muito empinados e firmes, e coloquei uma calcinha branca sem costura, tipo tanguinha, bem pequenina e cavadinha. Calcei sandálias rasteirinhas brancas, e usei uma maquiagem suave realçando os olhos. Olhei no espelho e me achei atraente. Queria causar boa impressão na família do meu namorado. Usei o perfume Glamour, que ganhei da minha mãe no meu aniversário de 18 anos.

Eu estava junto dele quando o pai e o tio chegaram de carro. Ficaram bem alegres com aquele reencontro.

O pai do Giles, o Lírio, é um homem maduro de seus 45 anos, instrutor de educação física, dono de academia, muito bonito, forte, e com um jeitão de homem brincalhão.

Abraçou o filho e já foi dando tapas fortes nas costas dele, dizendo que ele precisava fazer mais exercício, que parecia estar meio fraco. O Giles sorria, achando graça no jeito brincalhão do pai. O tio, Gatito, muito parecido com o irmão, é um pouco mais novo, e bem mais forte, tem umas tatuagens no braço musculoso, e zoava bastante também o sobrinho, mostrando que estava muito contente de rever o Giles.

Reparei que a dona Lourdes, mãe do Giles, se mantinha mais discreta, foi apenas cordial com eles, sem grandes abraços, indicando que ainda não havia resolvido os problemas da separação. Mulher sempre repara nesses detalhes. Quando o tio perguntou quem era eu, o Giles me apresentou como a sua namorada. O tio Gatito abriu os braços, me deu um abraço forte, apertado, e exclamou:

— Mas que linda! Você, Giles, realmente tirou a sorte grande! Mó gata!

O pai dele também me abraçou e falou que estava admirado e orgulhoso do filho ter uma namorada tão bonita. Eu reparei que eles me observavam com aquele olhar de homem que tem desejo na mulher. Estou acostumada a sentir isso, mas disfarcei. Dei uma olhada na dona Lourdes e ela estava séria, parecendo que não simpatizava muito com os dois homens e só fazia aquilo pelo filho.

Logo a seguir, a dona Lourdes nos chamou para o jantar, e entramos na casa. Ela foi servir a comida na cozinha e o Giles foi ajudar e trazia as travessas para colocar na mesa. Eu fiquei na sala fazendo companhia para o Sr. Lírio e o irmão dele que bebiam uma cerveja. Eles, sem testemunhas, me olhavam com aquele olhar de desejo, que eu já estava acostumada a ver em muitos homens. Gostei daquilo, notando que eu havia mesmo agradado aos dois.

Eu não era mais uma garotinha inocente, por isso, senti meu corpo aquecido e os meus seios latejando com os bicos salientes marcando o tecido fino da malha do vestido.

Vi que eles notaram minha reação e o tio deu uma piscadela disfarçada para o Sr. Lírio. Ele deu um sorriso malicioso, mas vendo que eu havia percebido, comentou:

— Muito gostosinha é você, Sérvia. Eu acho até que é muita areia para o caminhãozinho do meu filho.

Sorri e agradeci como se tivesse sido um elogio, mas percebi a malícia daquele jeito dele de falar, e o tio, deu outro sorriso malicioso e exclamou:

— Também achei. Ela é uma “teteia”.

Durante o jantar, o Sr. Lírio abriu uma garrafa de vinho que trouxera, e serviu um copo para cada um, dizendo que era para brindarmos, e comemorar aquele reencontro.

Depois, ficamos conversando sobre a delícia da comida, sobre nosso último ano no colégio, que estava terminando, e como seria a festa de aniversário no dia seguinte.

Dona Lourdes pouco falou, se mantinha atenta, mas discreta, servindo a todos, e ouvindo a conversa. Giles contou ao pai e ao tio algumas das suas conquistas com as notas mais altas nas provas, o que lhe deu uma bolsa de estudos para se preparar para o ENEM. Eles pareciam admirados com o que ouviam. Ao final do jantar, eu e o Giles retiramos os pratos e as travessas da mesa, levando para a cozinha.

Quando vimos, já estava ficando tarde e o Giles disse que iria me levar em casa. Mas, o Sr. Lírio falou que o Giles podia ficar ajudando a mãe com a louça na cozinha que ele me levaria de carro, assim, seria mais fácil e voltaria.

Como a dona Lourdes estava separada do marido, naquela noite o Giles iria dormir com a mãe no quarto dela, e deixaria seu quarto e cama para o pai, e o tio, dormiria num colchão no chão.

Eu fui até à cozinha para me despedir da dona Lourdes, agradeci o jantar, e comentei que achei que ela ficou muito calada. Questionei se estava contrariada com algo. Foi quando ela disse:

— Eu não perdoei ainda esse safado do Lírio, que me traiu com umas garotas da academia. Por isso nos separamos. Mas não falo para não ofender na frente do Giles.

Arregalei os olhos, fiz que sim. Não falei nada para ela, me despedi educadamente agradecendo o jantar, dei um selinho de boa noite no Giles e saímos da casa. Quando estávamos entrando no carro, o tio Gatito veio para a rua e disse que iria junto para o Sr. Lírio não voltar sozinho. Então, seguimos os três.

Eu fui na frente, no banco do carona, ensinando o caminho da minha casa. O tio Gatito, foi no banco traseiro.

No trajeto, que levava uns quinze minutos de carro, o Sr. Lírio perguntou como foi que eu conheci o filho, e quando tínhamos começado a namorar. Eu falei a verdade:

— Faz pouco tempo, estamos bem no começo. Estudamos no mesmo colégio e eu gostei do Giles, pois ele é muito bonito, atencioso e inteligente. Gosto muito dele.

O pai falou que eu estava certa, e o tio, mais descontraído, perguntou:

— Vocês já fizeram sexo, ou ainda são virgens?

Eu estava meio alegre por ter bebido vinho, o que não estava acostumada, e talvez por isso, respondi com sinceridade:

— Não, ainda não fizemos. Virgem eu não sou, mas o Giles eu sei que ainda é. Ele é muito educado, tímido e respeitador, e não tem muita malícia. Em dois meses, não fizemos nada, só trocamos uns beijos.

Nisso, estava chegando perto da minha casa e eu apontei onde era. O Sr. Lírio tocou o carro mais um pouco adiante, dizendo:

— Não vou parar em frente da sua casa, para não dar problema, e você ter que explicar como veio de carro com dois desconhecidos.

Gostei daquela preocupação. Ele estacionou mais adiante na mesma rua, e falou:

— Pode me contar como é isso? Você não é virgem? Ele que é? Já fez sexo com outro?

Não tinha mais como negar. Meio sem-graça, eu tentei resumir:

— Eu namorei um outro, antes do Giles, escondida da minha mãe. Ele era mais velho, um eletricista, e me ensinou tudo no sexo. Mas minha mãe descobriu e deu um fim no namoro. Mas eu aprendi bem com ele.

Houve um momento de silêncio dentro do carro, e na hora, eu meio sem jeito, pedi:

— Mas, por favor, não digam isso para ninguém. Minha mãe me pediu para não falar isso, nunca a ninguém. Eu contei sem querer.

O sr. Lírio, passou a mão carinhosamente pelos meus cabelos e disse com voz tranquila:

— Não se preocupe com isso, filha. Não falaremos. Será um segredo nosso. Mas o meu filho sabe?

Eu agradeci, e expliquei:

— Não sabe. Minha mãe me recomendou nunca contar isso a nenhum namorado. Agora, deixei escapar sem pensar. Por favor, ainda não quero falar para ele, pois o Giles não tem malícia. E pode não querer ficar comigo.

Na mesma hora o tio Gatito falou:

— Tudo bem. Não vamos dizer nada. Mas já que será um segredo nosso, você pode nos contar como foi que aprendeu?

Eu olhei um pouco insegura ainda. O Sr. Lírio perguntou:

— Você gostou? Diga se foi bom. Sexo é bom não é?

Na hora que ele perguntou, eu também senti uma certa excitação de poder compartilhar com alguém experiente, sobre o que eu havia feito e que eu tinha gostado tanto. O Sr. Lírio disse:

— Fique tranquila, eu jamais vou trair a confiança da namoradinha do meu filho. Pode confiar. Só quero saber como foi. Pode contar.

Então, antes que eu começasse a falar, ele saiu com o carro dali e disse:

— Vou dirigir para um lugar mais tranquilo, para você poder contar com calma. Depois a gente volta.

Ele foi andando com o carro, eu observava, pensando como ia contar, e de repente, reparei que ele colocou a mão na virilha e deu uma ajeitada em seu pinto que estava fazendo volume sob a calça. Eu olhei aquilo e vi que fazia um volume grande bem do lado da sua coxa. Eu não era mais uma menina inocente. Sabendo que ele sentiu tesão, fiquei um pouco excitada. Um homem bonito e excitado comigo era muito gostoso. Eu comecei a contar de forma resumida a história do eletricista que havia feito obras na minha casa, como foi que ele me seduziu, mostrando seu pinto duro enquanto eu tomava sol de biquíni no jardim.

O tio perguntou:

— Nossa, você viu o pinto dele duro e sentiu tesão?

Concordei, sorri meio envergonhada, e respondi:

— Ele falava que eu era muito linda e gostosa, e que ficava tarado o dia inteiro só de me ver de biquíni. Me mostrou o pinto, se masturbava de leve, me chamou para ver de perto, e eu, curiosa, fui. Acabou que ele me provocou, me despertou o desejo, de deixou pegar o pinto dele, ele me tocou com os dedos, fiquei muito excitada. No dia seguinte foi a mesma coisa, eu o deixei me provocar, fiquei com mais vontade ainda, aprendi a masturbar, e ele foi me ensinando, e por fim, me comeu, tirando a minha virgindade.

O tio Gatito soltava exclamações de admiração ao ouvir. Ele falou:

— Mas que bonito que foi. Adorei essa história. Me excitou também. Você gostava dele?

Na hora, eu já estava contando tudo, então, não custava responder. Pensei no que é que eu sentia na altura, e tentei explicar:

— No começo eu gostava dele, porque me fazia sentir importante, e muito admirada e desejada. Eu gosto de ser desejada por homens. Mas eu gostava mais é de aprender e fazer sexo com ele. Era muito bom. Tudo era gostoso. Eu não gostava dele a ponto de ficar apaixonada, era mais o prazer do sexo. Hoje sei que eu gosto mesmo é do Giles. Com o outro foi somente muito tesão e sexo gostoso por três meses.

Naquele ponto, o Sr. Lírio havia encostado o carro numa rua mais distante, onde havia alguns terrenos vazios. Era um lugar bem deserto e só tinha um poste de iluminação ali perto. Reparei que ele acariciava o pinto duro sob a calça. Aquilo me excitou. Ele então perguntou:

— E como foi sua primeira vez? Doeu, sangrou?

Ele apalpava o pau duro já sem disfarçar. Eu olhava aquilo e meu corpo foi ficando quente, me arrepiando toda. Estava gostando de ver que ele ficou excitado com a minha história. Olhei para o banco traseiro e o tio Gatito também apalpava o pau. Eu, animada com aquela situação, contei:

— Não, ele primeiro foi me ensinando a relaxar, a gostar daquilo, me tocava, enfiava a ponta do dedo, depois me chupava. Nossa adorei aquilo, e aprendi a gozar com ele me chupando. Ele me deixou com muito desejo. Enfiou um dedo inteiro, esperou eu me acostumar com ele, depois enfiou dois, acho que assim eu já estava meio abertinha. E só depois que eu me acostumei com os dois dedos dele entrando na minha pepeka, e que gozei duas vezes, que ele colocou o pinto. Foi enfiando bem suave, e não doeu quase nada.

Nessa hora o Tio Gatito soltou uma exclamação, admirado:

— Nossa! Que tesão que deu. Uma delícia foi isso. Fiquei até de pau duro.

Eu também sentia uma excitação grande de poder contar aquilo para eles e ver que eles estavam muito excitados. Meus peitos latejavam e os bicos queriam furar o tecido do vestido. Eu suspirei e disse:

— Eu também senti.

O Sr. Lírio reparou e perguntou:

— Você ficou excitada de lembrar?

Concordei com a cabeça, e depois expliquei:

— Fiquei excitada porque vi que os vocês dois também sentiram tesão, quando eu contei.

O tio exclamou:

— Nossa! É isso mesmo! Fiquei com muito tesão, ouvindo.

O Sr. Lírio comentou:

— Sexo é sempre bom. E esse namorado tinha pinto grande ou pequeno?

Eu dei de ombros, e respondi:

— Não sei. Acho que era grande, mas eu nunca vi outro de perto, para saber.

O tio Gatito disse:

— Se na primeira vez que você deu para ele, não sangrou e não doeu, ele não devia ter um pinto muito grande.

Naquele momento, o Sr. Lírio retirou o pau dele para fora da calça, estava bem duro, e mostrou, perguntando:

— É como este? Ou era menor?

Quando eu vi o pinto dele, enorme, com aquela cabeça que parecia uma ameixa vermelha, eu até assustei. Olhei admirada e disse:

— Não, era muito menor. Esse seu parece ter o dobro daquele pinto. É bem grande.

Eu fiquei ali olhando admirada e ele com o pau duro, me mostrando, exibindo a cabeça toda esticada e vermelha. Nunca tinha visto um pinto como aquele. Era muito bonito. Eu disse:

— Que pinto bonito, Seu Lírio!

Naquele momento o tio Gatito retirou também o pau para fora da calça e mostrou, perguntando:

— E este, o que você acha?

Assustei novamente! O pinto do tio era ainda maior e mais grosso do que o outro. Fazia até uma curva suave para cima.

Meio emocionada, com a respiração ofegante, falei:

— Nossa! Que pintão, é bonito mesmo, e ainda maior. Nunca vi iguais.

Na hora, me excitei muito de ver os dois com o pinto duro, para fora das calças. Eu sentia a minha bocetinha inchada e ficando toda melada. Tinha saudade de ter novamente um pinto duro de verdade, dentro dela. Meu corpo estava quente e o desejo de sexo foi ficando muito forte. Fazia tempo que eu não fazia nada. Exclamei:

— Eu estava com saudade de ver pintos de verdade. São muito bonitos. Eu fico até excitada.

O Sr. Lírio perguntou:

— Quer pegar nele? Sentir como é?

Na hora nem pensei muito, pois estava cheia de vontade. Fiz que sim e estiquei a mão, segurei naquele pau duro que pulsava. Meus dedos não se encontravam de tão grosso. Falei meio abafada pela emoção:

— Que gostoso!

O Sr. Lírio perguntou:

— Gostou?

Eu confirmei em voz baixa, quase sem fôlego:

— Gostei sim. É bem quente e grosso.

Ele quis saber:

— Ficou com vontade?

Eu não conseguia falar, estava com tanto tesão sentindo o pinto duro pulsando na minha mão que só suspirava. Mas, em vez de falar, fiquei ali masturbando o cacete dele que ficou ainda mais cheio, minha mão mal conseguia abraçar a grossura. Eu respirava intensamente e ouvi o tio dizer:

— A putinha safada está tarada só de pegar no seu pau. Deve estar com saudade de uma boa foda.

Eu soltei um gemido mais alto, e confirmei:

— Ahhh, é sim, tio! Isso mesmo! Ele me chamava assim mesmo. Putinha safada. Eu gostava de ouvir ele me chamar desse jeito. Ele que me ensinou a gostar de sexo de verdade. Estou cheia de saudade. Faz tempo que eu não sinto um pinto duro.

O Sr. Lírio então, esticou a mão e acariciou meus seios. Os bicos latejavam. Disse:

— Se você tiver saudade, aproveite, faz o que tiver vontade. Será segredo.

Eu, tímida, falei:

— Mas, eu não quero trair o Giles. Não acho certo.

Ele respondeu abanando a cabeça em negativa:

— Você não está traindo, filha. Estamos apenas nos conhecendo melhor. Você não é a minha namorada, é somente a namorada do meu filho, eu sou apenas o seu sogro e você minha futura nora. Eu deixo você matar sua saudade.

Fiquei olhando para ele, e minha expressão devia ser de muito excitada.

Ele deu uma pausa, e com voz bem suave, falou:

— Sabe, não me custa nada deixar você matar a saudade de uma pica gostosa. Depois que prova uma pica, a mulher sente muita vontade. Não pode ficar sem. Você pode aproveitar. Não é traição com o Giles, é apenas um agrado, a nossa intimidade em família. E nós guardamos nosso segredo.

Olhei para ele ainda admirada. Me sentia ainda dividida, mas a vontade que eu estava de sentir novamente os prazeres do sexo com um pau de verdade, era enorme. Nos últimos meses eu vivia apenas me masturbando, lembrando das vezes em que dei para o outro namorado. Estava muito necessitada. Perguntei:

— O Sr. Jura?

— Claro que juro. Meu filho é o mais sagrado para mim. Só quero o vosso bem.

Eu disse baixinho:

— Eu tenho vontade. Acha que não será traição?

O Sr. Lírio, respirando com dificuldade, respondeu:

— Olha, o Giles é virgem, você sabe. E para ele, você também é, pois ainda não deu para ele, não é assim?

— É isso. – Confirmei.

Ele falou:

— O certo é que vocês não façam nada apressado, porque ele não sabe nada, não tem malícia. E pode entender e fazer tudo errado. E não vai ser bom para ele e nem para você.

Confirmei balançando a cabeça, sem largar a pica dura que parecia ferver na minha mão. Estava cheia de tesão com aquilo e o pau se mexia sozinho dando saltos.

Ele continuou falando:

— Ele é um menino criado só pela mãe, e acho que não sabe quase nada sobre sexo. Penso que a Lourdes, mãe dele, não ensina nada sobre sexo ao filho, pois é muito certinha com ele. Meu filho é muito inexperiente. Acho que você vai ter que ir ensinando o Giles com calma. Bem lentamente. Nós podemos até ajudar nisso. Vou deixar você aproveitar que tem dois homens experientes, eu e o Gatito, o pai e o tio dele, nós podemos ajudar você também a se satisfazer, e com calma ensinar vocês dois. Satisfazemos os seus desejos, sem que o Giles saiba, e com isso, vamos com calma criar as condições e dar as lições que o meu filho precisa para perder a virgindade com você de uma forma tranquila. O que acha?

Eu nunca esperava aquela proposta dele, e na hora, pareceu que era uma boa ideia. Como não sabia ainda o que dizer, e nem o que ele propunha, mas não queria recusar, respondi:

— Não sei Sr. Lírio. Tenho que pensar melhor. Estou confusa.

— Não me chame de senhor, me chame de sogrinho, ou de Lírio. Não sou senhor, me trate por você. – Ele falou.

— Sim, desculpe. - Respondi concordando, e ele perguntou:

— Você está segurando meu pau duro, e sente tesão com isso?

Eu estava muito excitada e concordei:

— Sim, sinto. Adoro sentir o pau duro repuxando.

Ele perguntou:

— Quer pegar no pau do Gatito também?

Olhei para aquele pau duro, enorme, parecia um salame, ali no banco traseiro. Ele balançava o pau de um jeito provocante, a cabeça bem exposta, e minha xoxota chegou a se contrair. Quem aprendeu a gostar de sexo, como eu, sem medo do pecado, sabe como esse tipo de coisa é excitante. Minha pele estava toda arrepiada. Eu fiz que sim com a cabeça e ele estimulou:

— Vai, pode pegar. Segura na pica do tio, vejo que está cheia de tesão. Será o nosso segredo. Com a gente você pode ficar à vontade. Confiança total.

Larguei do pau do meu sogro e estiquei o braço para trás entre os dois bancos e segurei na pica grossa. O Tio veio um pouco para a frente no banco traseiro e exclamou:

— Vai, safadinha, está tesuda, sei que está com desejo, pode pegar e bater uma punhetinha. Eu vou adorar.

Meu corpo parecia todo arrepiado, meus peitos latejavam. Minha xoxota estava totalmente melada. Eu respirava muito ofegante. Ele perguntou:

— Está com muito tesão?

Eu fiz que sim, sem falar, e ele disse para o irmão:

— A safada precisa mesmo da nossa ajuda Lírio. Está louca para dar a bocetinha, sentir um pau dentro dela, deve estar na seca faz tempo.

Eu não tinha mais o que esconder. Segurado bem forte o pau dele, confirmei:

— É verdade. Estou na seca faz tempo! E com muita vontade.

O Gatito falou:

— Não custa nada a gente ajudar. Quer dar agora? Vai ser o nosso segredo.

Naquele momento eu estava masturbando o pau do Gatito com mais vontade, e louca para sentir novamente uma rola dura na minha pepekinha. Meu corpo todo pedia aquilo. O Lírio falou:

— Se você quer dar, a gente pode mesmo satisfazer a sua vontade. Tudo em segredo.

Eu não estava aguentando mais de vontade, e respondi:

— Eu quero, quero dar, mas tem que ser mesmo um segredo. O Giles não pode saber. Não quero trair meu amor, tenho medo de que ele termine comigo e eu o adoro.

Nisso, o Lírio confirmou:

— Pode confiar. Não vai trair, apenas aliviar sua necessidade. Não falaremos nada para o seu corninho. Garanto que vamos ajudar.

Eu estava convencida pois o tesão na hora já falava mais alto, e respondi:

— Está bem. Então eu quero.

Estiquei o outro braço e peguei no pau do Lírio com a outra mão, ficando com um cacete em cada uma das mãos. Ter dois machos ali de pau duro era delicioso.

O Lírio esticou o braço, e com mão direita soltou as alcinhas do meu vestido, que desceu, deixando meus dois seios à mostra. Estavam até inchados de tanto que latejavam. O Gatito falou:

— Que peitinhos lindos. Firmes e perfeitos. Posso acariciar? Seios muito tentadores.

Eu acenei que sim com a cabeça pois minha garganta estava travada. Meu corpo fervia, estava deixando dois homens maduros cheios de tesão me desejar. Era algo que me deixava louca. Me lembrei do eletricista que dizia que bastava acariciar e chupar os meus peitos que eu ficava louca para dar a boceta. Ele tinha razão.

O tio começou a acariciar meus seios, apertava um pouco, alisava o mamilo, e eu sentia que poderia até gozar, tamanho o prazer que aquilo me dava. Eu falei:

— Nossa, que saudade que eu estava de fazer isso! Estou cheia de tesão!

O Lírio exclamou:

— Pois então, aproveite, querida. Seja bem safadinha. Com a gente você pode ser bem putinha safada o quanto quiser. Está liberada.

Senti a mão do meu sogrinho entrar por baixo da minha saia e acariciar a minha xoxotinha por cima da calcinha que já estava bem melada. Soltei um gemido:

— Ah, que gostoso, assim eu vou gozar.

Ele afastou a calcinha e passou o dedo grosso sobre a minha rachinha que parecia alagada de meus fluidos. As mãos do Gatito me apertavam os peitos e eu punhetava os dois cacetes. Ficamos assim um pouco, o cheiro de sexo começou a se espalhar pelo interior do veículo, e eu me lembrei de quando dava gostoso para o meu namorado eletricista. Aquele cheiro era muito bom. Comecei a gemer alucinada de tesão, e exclamei:

— Ah, assim eu vou gozar. Estou louca para dar minha pepekinha de novo!

O Lírio na mesma hora recuou o assento onde estava, para dar mais espaço, e falou:

— Retira a calcinha, safadinha. E vem matar a saudade de uma rola com o seu sogrinho.

Na mesma hora eu me ergui no assento e baixei a calcinha, depois me sentei novamente e retirei a peça pelos pés. Eu perguntei:

— Jura que não é traição com o meu namorado?

— Claro que não, pense que somos professores. É somente uma ajuda nossa, para que você se prepare melhor para ensinar o meu filho. – Disse o Lírio.

O Gatito explicou:

— Você precisa ter intimidade e confiança com a gente, para podermos criar as condições de você ensinar o seu namoradinho inocente. Ele não sabe nada, e você não pode querer ir apressada com ele. Tem que matar sua vontade antes.

Na hora, aquilo fazia muito sentido, pois eu estava movida pelo desejo, e sabia que não ia conseguir esperar o Giles aprender tudo que eu já sabia.

Eu falei:

— Faz tempo que eu só me masturbo, e gozo com um tubo de desodorante. Sinto falta de um pinto.

Lírio chamou:

— Vem, norinha putinha, senta-se a cavalo aqui no meu colo, de frente, e cavalga na minha rola. Você precisa muito é gozar numa pica de verdade.

Eu estava tomada pelo tesão, meu corpo percorrido por arrepios e ondas de calor, e fiz o que ele pediu. Montei a cavalo sobre suas coxas, de frente para ele, com a bunda encaixada junto ao volante, fui tentando colocar o pau dele na xoxota. Ele apertava meus peitos com as duas mãos e perguntou:

— Quer meter gostoso?

— Quero! – Respondi ofegante.

— Então vem, putinha. Engole a minha pica com a sua bocetinha melada.

Eu estava tentando fazer com que o pau se enterrasse na xoxotinha, mas parecia nem caber de tão grosso. A bocetinha era apertadinha. Eu disse:

— Esse pau é muito grande! Não vai entrar.

Ele sussurrou no meu ouvido:

— Você quer dar agora, putinha? Quer engolir minha pica?

— Quero, quero sim! – Gemi com voz rouca de tesão.

— Então vem, vem chegando para cima da pica, com calma. Lentamente e vou atolar sua bocetinha. Pede para eu meter.

Meu corpo se arrepiou todo com a cabeça da rola abrindo espaço na minha xoxota. Fazia meses que eu não sentia aquela sensação deliciosa.

Alucinada de vontade fui me aproximando mais dele e forçando a pica a me penetrar. Parecia um salame que foi me arreganhando a boceta. Gemi ofegante, e pedi:

— Enfia, sogrinho! Enterra gostoso! Quero sentir essa pica aqui dentro.

Parecia que não ia caber, mas eu estava louca de desejo e rebolava com o pau já meio enfiado. Ele segurou nas minhas nádegas com as duas mãos, me ergueu um pouco e firmou o cacete. Minha xoxota escorria muita lubrificação. Senti quando a rola, de repente, passou a entrada e se afundou como se estivesse rasgando minha xoxota. Como se eu perdesse o cabaço de novo. Soltei um gritinho abafado:

— Ahhhh, fodeu meu cabaço. Entrou tudo!

Eu sentia aquele pau enorme ajustado na minha boceta até encostar no útero, e o prazer daquela invasão me fez gozar quase de imediato, sem controle, eu gemia, tremia toda, exclamando:

— Ah, sogrinho, que pau grosso! Está gostoso! Me fode inteira! Fode a putinha. Assim, bem atolado! Já estou gozando!

Passei a rebolar intensamente, com a rola enterrada, gemendo, tendo orgasmos seguidos e prolongados, como nunca tivera antes. Eram orgasmos interligados e seguidos. Meu sogro me beijou e eu delirei pois nunca tinha recebido beijos tão gostosos, nossas línguas enroscadas. Meu gozo não parava, vinha em ondas seguidas.

Eu já estava adaptada, indo para frente para trás, naquele pau duro e grosso. Acho que ficamos ali fodendo por uns dois minutos ou três, e eu gozei quase o tempo todo, seguidas vezes, sem parar. Meu corpo se agitava inteiro. Até que eu dei uma estremecida mais forte e quase desmaiei de prazer. Meu sogro me abraçou e sussurrava no meu ouvido:

— Pronto, putinha safadinha, agora você já sabe como é bom gozar na pica do seu sogro. Pode fazer isso sempre que tiver vontade. Eu fico muito feliz de dar esse prazer a você, pois ainda vai demorar para que o meu filho aprenda uma parte do que eu já sei.

Fiquei abraçada nele, mais um minuto e trocamos mais alguns beijos.

Eu sussurrei:

— Que sogrinho gostoso que eu tenho! Adorei nosso segredo. Vou dar sempre que eu puder.

Então, o Lírio disse:

— Agora sou eu que preciso gozar. Vem me chupar um pouco, putinha.

Na mesma hora, eu saí do colo do Lírio e fiquei de quatro sobre o assento do passageiro. Mergulhei o rosto na virilha do meu sogro, lambendo e chupando aquele pau que estava todo melado dos meus orgasmos.

Eu já havia aprendido com o meu namorado eletricista a chupar bem uma pica. E eu gostava muito. Naquele momento no carro eu estava totalmente entregue ao desejo e queria muito satisfazer o macho que havia me fodido tão gostoso. Eu disse:

— Agora eu que quero fazer você gozar, sogrinho.

Ele gemeu, exclamando:

— Isso, putinha safada. Gosta de uma rola. Pode me mamar à vontade. Vai beber meu leite.

Em poucos segundos eu estava lambendo, chupando, engolindo aquela rola até bater na minha garganta. Meu sogro ofegava e exclamava:

— Isso, que delícia mais safada! Já chupa muito bem, como uma bezerrinha.

Naquele momento, o tio Gatito que estava ali assistindo a tudo, passou a mão pela minha bunda, me alisou as nádegas e foi com o dedo médio deslizando por dentro do rego, até encontrar no meu cuzinho. Eu me arrepiei toda novamente quando senti seu dedo sobre as minhas pregas do ânus, e soltei um gemido mais alto. Ele perguntou:

— Gosta?

Eu fiz:

— Huuumm-Hummm! - Só gemendo:

Nem tirei o pau do Lírio da boca. Então, o tio pediu:

— Vem, putinha, passa aqui para trás, que eu quero meter na sua bocetinha também, enquanto você mama no Lírio.

Na mesma hora eu reclinei um pouco o encosto do assento, passei uma perna por cima do banco e as mãos fortes do Gatito me pegaram pela cintura, suspensa, e me ajudaram a passar para o banco de trás. Eu já estava sem a calcinha e ele arrancou o meu vestido pela cabeça, me colocou nua de costas para ele, em seu colo. Senti o pau duro entre as minhas coxas e abri um pouco as pernas, ajudando com a mão a direcionar a rola para minha bocetinha. Minha xoxota estava sensível e latejava. Senti que o cacete era ainda mais grosso e maior do que o do Lírio. Aquilo em vez de me assustar me deu ainda mais tesão. Fui direcionando a rola e me rebolando, ajudando o pau a se encaixar e ir se atolando.

Exclamei:

— Ah, que pau grosso tio, assim vai me arregaçar. Acho que nem entra.

O tio não aliviou, deu um tapa estalado na minha bunda e exclamou:

— Não é isso que você quer, putinha? Não quer a pica grossa do tio arregaçando a sua bocetinha?

Nem consegui responder, pois ele segurava nos meus peitos, e me puxava para cima do pau que foi se enterrando. Em total volúpia, ofeguei:

— Nossa, isso tio, me fode! Atola minha xoxota. Que tesão que me dá isso!

Ele me puxou mais forte e eu desci de uma vez. Pareceu ter havido um estalo. O cacete se enterrou, acabando de entrar tudo, a xoxota ardia por fora, e foi até empurrar o útero. Exclamei:

— Ah, me rasgou, entrou inteiro! Estou sentindo o pau empurrando meu útero!

Ele reagiu perguntando:

— Isso mesmo! Gosta assim? Está atoladinha?

Soltei um suspiro profundo e confirmei:

— Estou! Atolada e arregaçada!

O Tio falou:

— Agora, rebola, putinha. Vem se afundar na minha pica até gozar.

Nessa hora, o Lírio ficou de joelhos sobre os assentos da frente, e colocou o pau próximo da minha face. Eu nem precisei que ele falasse nada. Tratei de abocanhar aquela cabeça rubra e grande como uma ameixa roxa, e passei a lamber e chupar, enquanto com uma das mãos eu punhetava. O Lírio exclamou com o irmão:

— Essa putinha gosta mesmo de pica, e adora foder. Olha só que safadinha! Aguentou a sua rola toda. Como eu disse, é muita areia para o caminhão do meu filho. Ele nunca vai dar conta dessa putinha.

O Gatito me beijava na nuca, me fazendo empinar ainda mais o rabo e sussurrou:

— Nós vamos ajudar. Temos muita coisa para ensinar a eles.

Eu fui rebolando, me fodendo com a pica enfiada na boceta, sentindo o clímax chegar como uma onda incontrolável de prazer, e exclamei:

— Ah, tio, vou gozar, de novo, vou gozar gostoso nessa rola grossa!

O tio apertava meus peitos e a sensação era alucinante. Comecei a gemer com o pau do Lírio na boca, chupando, sugando e vi que ele estava estremecendo e avisando que ia gozar. Senti os jatos na boca, batendo direto na garganta, fartos, espessos, e enquanto tentava engolir aquelas golfadas de porra, que vazavam e escorriam pelo meu queixo, tive meu outro orgasmo forte, atolada na vara do tio Gatito. Meu corpo inteiro fervia. Nunca tivera uma foda como aquela.

Estremeci inteira, minha xoxota se contraía, fiquei tesa, me empinei por mais de um minuto, e depois fui amolecendo.

O tio me ergueu um pouco, retirando o pau da minha boceta, e deixou de fora, raspando na xoxota. Ele me fez fechar as pernas, juntando os joelhos, e ficou ali me fodendo com o pau prensado entre as coxas. Eu entendi que ele queria gozar ali fora e ajudei, indo para frente e para trás, masturbando aquela rola grossa prensada nas minhas coxas, até que ele me apertou mais os dois peitos e estremeceu também, muito retesado, e avisou:

— Vou gozar, putinha! Vou gozar nas suas coxas.

Começou a jorrar jatos de porra nas minhas coxas e que espirravam até no meu peito. Fiquei toda melada pois espirrou porra bem alto e escorria pela barriga e ventre.

Por uns dois minutos ficamos ali, ele me abraçando por trás, eu com a pica prensada entre as coxas. O Lírio voltou a se sentar no banco da frente. Ele também respirava com dificuldade. Ouvi o sogrinho exclamar:

— Você tem razão mano. A sorte desses garotos é que estamos aqui para ajudar.

Ele perguntou:

— Você gostou, putinha?

Eu tinha adorado e não precisava mais esconder:

— Sim! Adorei. Estava mesmo com saudade. O Giles ainda nem sabe beijar direito.

O Lírio comentou com calma:

— O seu corninho vai aprender. Saberemos como ensinar.

Naquele momento eu me lembrei que estava demorando para chegar em casa e disse:

— Preciso voltar para casa. Está ficando muito tarde.

O Lírio respondeu:

— Se veste que nós já vamos. Mas antes, vamos combinar. Tive uma ideia. Amanhã, fazemos o churrasco lá na casa da Lourdes, mas depois, de tarde, eu vou dizer que quero dar de presente uma surpresa para vocês dois.

Eu fiquei olhando para ele, admirada e ele explicou:

— Vou dar de presente um dia numa pousada de águas minerais, que tem na subida da serra. Podemos levar vocês de carro, passar a tarde, dormimos a noite e voltamos no domingo de tarde. O que você acha?

Eu ouvi aquilo e fiquei muito animada. Era uma coisa que eu não teria outra chance tão cedo. Tratei de confirmar que adorei a ideia. O Lírio então, enquanto dirigia, foi dando umas dicas:.

— Amanhã, você já leva uma mochila com muda de roupa e biquíni. Mas deixa aqui na mala do carro. No churrasco, quando eu falar da surpresa, você finge que não sabe de nada. Mas diz que acha uma boa oportunidade. E será nessa pousada na serra que teremos a chance de ir ensinando algumas coisas para o meu filho. Que tal?

Eu fiquei muito animada, concordei, e quando ele parou a vinte metros da minha casa, eu dei um beijo em cada um deles, agradeci e me despedi. Peguei a minha calcinha que estava no assoalho do carro e saí. Eles partiram e eu entrei em casa sem fazer barulho para não acordar minha mãe. Minha bocetinha estava toda inchada e vermelha por ter sido fodida por dois cacetes grandes, grossos e deliciosos. Mas, eu me sentia saciada. E fui tomar um banho, pois meu corpo parecia todo melado de porra. Só de lembrar do prazer que eu tive já fiquei novamente com meus mamilos empinados.

Tomei meu banho, passei creme no corpo, na bocetinha vermelha, e fui me deitar. Quando peguei a minha bolsinha, vi que havia umas ligações do Giles no meu celular. Eu tinha deixado sem som e não ouvi vibrar. Pela hora da chamada, devia ser quando eu já estava desfrutando gostoso com o pai dele e com o tio. Saber que ele estava me ligando e eu fazendo sexo, me deixou meio excitada. Não via nenhum tipo de culpa, no que eu fizera, pois não coloquei maldade naquilo. Pelo menos era o que eu sentia.

Para não ligar de volta, que podia acordar a mãe, digitei uma mensagem:

“Oi, amor. Meu telefone descarregou e eu não vi. Me desculpe”.

Em menos de trinta segundos ele respondeu:

“Tudo bem, Sérvia? Fiquei preocupado. O pai e o tio ainda não chegaram”.

Eu fiquei aliviada ao saber e respondi:

“Tudo ótimo. Seu pai é muito simpático e o tio também. Eu cheguei já faz um tempo. Tomei um banho. Não sei para onde eles foram”.

Depois, demos boa noite e trocamos emojis de coração. Me deitei ainda excitada, lembrando do que aconteceu no carro. Pensei que, de fato, eu precisava da ajuda dos dois para ensinar o Giles. Então, fiquei contente com o que estava acontecendo. Apaguei, e dormi me sentindo o máximo. Tinha satisfeito dois machos adultos, fortes e viris, ao mesmo tempo. Minha xoxotinha inchada e bem vermelha era a prova. Aquilo tinha sido bom demais. Estava ardida e inchada, mas satisfeita. Dormi profundamente.

Continua na parte 2 - Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 416Seguidores: 934Seguindo: 218Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

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