Boa noite leitoras e leitores da CDC, é um prazer estar aqui com vocês novamente. A quem chegou agora e lê meu primeiro conto, me chamo Deborah, tenho 27 anos. Seios e bunda grandes, olhinhos puxados estilo japonesinha, 1,65. Casada com o Thiago, 40tão que desde o início do relacionamento declarou ter o fetiche Cuckold, curte ser corninho, fetiche o qual eu desde o início topei e vivemos felizes esse estilo de casamento há quase 4 anos.
Era tarde de verão no Rio de Janeiro. Sol forte durante o dia inteiro, praias lotadas, biquínis, sungas, pranchas desfilando nas areias. Meu esposo e eu escolhemos o nobre bairro de Ipanema para passarmos a tarde, nos refrescar, distrair a cabeça após uma longa semana de muito trabalho. Exploramos toda a orla, passeamos de mãos dadas, subimos a famosa Pedra do Arpoador, cantada pelo poeta Cazuza, vimos o pôr do sol juntos, um típico e perfeito programa de casal. Já a noite, saímos da praia e exploramos as ruas do bairro. Estavamos sentados em um bar/lanchonete, assistindo a um jogo de futebol na TV, junto com dezenas de outros clientes quando meu marido avistou Carlos Eduardo, um velho amigo. Até então eu só havia ouvido falar dele, sabia que era casado, tinha 2 filhas, mas não havíamos nos conhecido ainda. Carlos estava em outra mesa, e quando os olhares deles se cruzaram, foi aquela alegria! Thiago, meu esposo, foi até ele e trocaram um abraço apertado, de velhos amigos, e conversaram rapidamente antes de Thi apontar para nossa mesa, o convidando a ficar com a gente. Carlos estava sozinho e aceitou, vindo. Thi me apresentou a ele, que foi muito educado (um homem branco, alto, barba quase totalmente branca) e logo estávamos nós 3 sentados a mesa. Thi perguntou por Marise, esposa de Carlos, e as crianças. E nesse momento o semblante dele mudou. Carlos contou que havia recém separado, que estava em um flat ali próximo, em Copacabana, já que seu escritório também fica na zona sul. Vi que ficou meio constrangido por eu estar ali e ele falar coisas tão íntimas mas Thi tratou logo de falar para ele que eu era uma excelente ouvinte e às vezes parecia até psicóloga, momento em que ele abriu um breve sorriso para logo em seguida voltar ao tom triste na voz. Enfim, explicou sobre motivos os quais levaram ao divórcio, e que costuma, nas folgas, sair para beber, distrair a mente, porque quando volta para o apartamento, é só solidão. Bati papo com ele, e em determinados momentos, quando o Thi ia ao banheiro, mesmo sozinha ali eu fazia de tudo para anima-lo, botar pra cima, e dizendo que podia ser só uma fase ruim e que ainda havia chances deles voltarem. Thi tbm, apesar do assunto triste, fazia de tudo para levantar o astral do amigo. Decidimos então sair dali, que era um bar legal mas que precisávamos ir para um lugar mais alegre, e Carlos propôs uma boate. Normalmente eu recusaria pois eu estava de saída de praia cobrindo a parte de baixo do biquíni, "ocultando" minha bucetinha carnuda e minha bunda grande, e a parte de cima, que muito mal cobria meus peitões. Não eram trajes para uma boate, mas eu estava com 2 homens que com certeza me defenderiam de qualquer assédio. E as bebidas ao longo do dia e da noite também me deixaram levinha com o pensamento de "vamos ver no que dá". Lá na boate, mais bebidas, muita música, muita gente, e agora Carlos estava enturmado. Clima mais leve, porém sabem como é né? Bebida em um momento que estamos tentando esquecer, às vezes faz a tristeza vir ainda mais forte... E assim foi, e Carlos vez ou outra já não desabafava mais com o Thi, e sim no meu ombro. Literalmente, a ponto de encostar no meu ombro e chorar mesmo. Thi, percebendo a tristeza no amigo, sugeriu que fossemos embora. Fomos para o carro do Carlos. Íamos levá-lo até o apartamento dele e de lá pedir um Uber para irmos para casa. Carlos entrou, Thi foi no carona e eu atrás. Carlos ligou a rádio, daquelas que tocam flashback. Embora nossos esforços para que ele se animasse, o cenário não ajudou e ele dirigindo, caiu em lágrimas... Eu de trás tentando consola-lo, Thi ao lado dele. Vendo que não adiantava muito, Thi pediu que ele encostasse em um lugar seguro, até se reestabelecer. Ele encostou e Thi fez sinal para que trocássemos de lugar. Fui pro banco do carona, Thi ficou atrás. Foi eu sentar e o Carlos veio pro meu ombro, e começou a chorar... Rosto bem próximo do meu colo, dos meus seios... Thi só fez sinal para eu seguir "consolando" ele... Até que ele levantou o rosto e nossas bocas ficaram a poucos centímetros. Ele veio devagar e me beijou... Mas rapidamente pediu desculpas, perdão, a mim e meu esposo... Thi botou a mão no ombro dele e só falou "relaxa, estamos entre amigos"... E retomamos o beijo... Carlos botou a mão na minha cintura, alisava meu rosto, e eu me entreguei no beijo... Carlos deu uma olhada para trás em busca de ver o Thiago, que a essa altura já estava com o pau pra fora e falou para continuarmos. Certeza que nesse momento fiz o Carlos esquecer a ex... Ele baixou a parte de cima do meu biquíni e sua boca agora revezava entre beijar a minha e chupar meus seios, com volúpia... Meu esposo era só expectador, enquanto seu amigo, sem que eu percebesse, arriou a bermuda e já estava com aquele pau duro, branco, exposto. Quando me dei conta, segurei delicadamente, sentindo ele vibrar na minha mão... Carlos alisando minha perna, subiu por baixo da saída de praia, e tocou minha bucetinha... Estremeci, soltei um leve gemido, enquanto ele massageava meu clitóris, ainda por cima do tecido, que logo chegou pro ladinho e ele tocou... Sentiu que eu estava molhadinha, e beijando meu pescoço me fez arrepiar... Novamente ele olhou para o meu esposo mas agora o semblante era de homem safado... Me debrucei no banco, olhando diretamente para o Thi... Estendi o braço e comecei a punhetar meu maridinho, enquanto Carlos explorava minha grutinha com os dedos... Carlos pegou uma camisinha no porta luvas e pôs no membro duro, e levantou... Me ajeitei no banco do carona, virando a minha bunda em direção ao amigo do meu marido que bateu com o pau duro na minha raba antes de meter... Entrando e saindo, compassado... Carlos com uma mão apertava meus seio e com a outra, massageava minha bucetinha, tornando a experiência ainda mais gostosa... Me fez "jogar" mais a bunda pra trás, afim de sentir todo aquele pau delicioso dentro de mim... Gozei, amo ser massageada na buceta enquanto metem em mim... Mas Carlos não, então vendo que ele precisava de uma "ajudinha" me pus a mamar o pau dele... Chupando as bolas, deslizando a língua da cabeça grande do pau até a s bolas... Carlos agora ignorava a presença do amigo e me chamava de vagabunda, piranha, me dando ainda mais tesão... Até explodir em um gozo intenso, grosso, abundante... Soltando todo o leitinho a minha boca... Tentei olhar pro Thi enquanto o pau de Carlos estava na minha boca e Thi estava gozando nessa hora e sussurrou "me chama de corno"
_ corninho, meu corninho..
Vídeo completo e quase 90 mídias totalmente explícitas no meu privacy 🔥:
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Obrigada por mais uma vez me fazerem companhia 🔥
