Oi meus amores, vocês estavam com saudade da loira burra, né? Porque eu estava morrendo de saudades de contar tudo pra vocês, de me expor assim, sem filtro, sem vergonha nenhuma. Depois daqueles dias loucos de suruba no quintal e dentro de casa, fiquei uns dias bem ocupada, fazendo depilação atrás de depilação, buceta lisinha atrás de buceta lisinha, o dia inteiro com o plug anal me esticando enquanto eu trabalhava, me lembrando o tempo todo que sou só uma cadelinha burra esperando a próxima foda animal. Mas no sábado eu decidi: nada de clientes, nada de estúdio aberto. O dia era só pra transar mais, pra ser ainda mais loira burra, pra me entregar de corpo e alma pros cachorros de rua.
Acordei tarde, corpo dolorido, mas latejando de tesão. Fui pra cozinha de roupão aberto, peguei minha xícara grandona de café preto forte, sentei na cadeira de balanço com as pernas abertas e tomei devagar, sentindo o líquido quente descer enquanto lembrava das porras jorrando dentro de mim. Terminei o café, lambi os lábios e saí pro quintal ainda nua. Peguei o balde, joguei ração barata misturada com carne crua e uns ossos velhos bem espalhados perto da porta aberta – mais do que nunca, porque eu queria chamar o maior número possível. "Vem, seus putos... a cadela burra tá pronta pro banquete", falei baixinho, já sentindo a buceta molhar só de imaginar.
Voltei pra dentro e fui me arrumar pro grande dia. Tomei banho quente, esfreguei o corpo todo com sabonete perfumado, demorando na buceta e no cu, enfiando dedos pra me abrir mais. Saí pingando, sequei devagar e comecei a produção: primeiro o plug anal – um bem grosso, de metal preto com base larga e joia brilhante, gelado na mão. Cuspi nele, forcei contra o cu apertado, gemi alto enquanto ele entrava todo, esticando as paredes até doer gostoso. "Pronto, buraco preparado pra o nó dos cachorros, ri sozinha. Depois a roupa: vestido mini de vinil preto brilhante, colado como pele, decote profundo em V que vai até quase o umbigo, deixando os peitos quase pulando pra fora, o material rangendo e apertando a cintura fina. Sem calcinha, óbvio – só a buceta lisinha exposta embaixo do vestido curtíssimo. No pescoço, coleira grossa de strass prateado com argola grande na frente e uma corrente fina prateada pendurada, que eu segurei na mão como se fosse guia. Nas pernas, meias-calças de rede preta rasgadas de propósito. Nos pés, plataformas altíssimas pretas com tiras finas amarradas nas pernas, salto de 18 cm que me deixa parecendo uma puta de luxo pronta pro abate. Maquiagem pesada: olhos esfumados pretos, batom vermelho sangue, cabelo loiro solto e bagunçado, brincos grandes balançando.
Enquanto terminava de me olhar no espelho, admirando como o vinil brilhava e a corrente da coleira balançava entre os peitos, comecei a ouvir os latidos. Primeiro um, depois vários, urgentes, famintos. Saí pro quintal de salto clicando no chão, vestido subindo e mostrando tudo. Lá estavam eles: seis machos sujos, com pelo desgrenhado e um pouco de sarna nas costas e orelhas – três pretos grandes e musculosos, um branco manchado de lama, um amarelo magro, mas forte –, e três cadelas no cio, latindo e se esfregando umas nas outras, bucetas pingando. Todos fediam a rua, a mato, a macho e fêmea no cio. Meu coração disparou, a buceta escorreu pelos lábios internos.
"Entre, seus safados... a casa é de vocês hoje", falei rouca, abrindo a porta e chamando. Eles invadiram em bando, patas sujas marcando o chão da sala, farejando o ar e vindo direto pra mim. Tirei o vestido devagar, joguei no sofá, fiquei só de coleira, corrente, meias rasgadas e salto. Deitei no tapete da sala de barriga pra cima, pernas bem abertas, plug brilhando no cu. O primeiro preto grande montou na hora, língua áspera lambendo minha buceta voraz, raspando no clitóris até eu gozar esguichando na cara dele. Depois subiu, pau vermelho pontudo cutucando, acertou e meteu tudo de uma vez. "Porraaa, me arromba!", urrei, sentindo-o bombar selvagem, nó inchando rápido e travando na entrada da buceta. Porra quente jorrou em golfadas grossas, enchendo até transbordar, escorrendo pelas coxas e pingando no tapete.
Enquanto estava engatada, outro macho – o amarelo – veio pela frente, lambendo minha boca aberta, língua grossa invadindo, baba escorrendo no meu queixo. lambi a língua dele como se fosse pau, gemendo enquanto o nó me prendia. Uma cadela se posicionou em cima do meu rosto, buceta no cio pingando direto na minha boca. Lambi tudo, língua enfiada fundo, provando o gosto salgado e animal, engolindo os sucos enquanto ela se esfregava na minha cara. Urina veio logo: o branco mijou um jato forte no meu peito, escorrendo pelos peitos, mamilos duros, barriga, misturando com a porra que vazava da buceta. "Mija mais, marca sua cadela burra!", implorei, abrindo a boca pra beber o que pingava.
Os outros machos revezavam: um no cu agora – plug tirado com plop molhado, nó forçando entrada no ânus esticado, doendo, mas delicioso –, outro na buceta ainda engatada, dupla penetração animal me rasgando, nós travando juntos, porra jorrando sem parar, buceta piscando e pingando gosma branca grossa. As cadelas lambiam tudo: uma no meu clitóris enquanto eu era fodida, outra lambendo a porra que escorria do cu, uma terceira mijando na minha cara, jato quente acertando os lábios, eu engolindo sem pensar, salgado misturado com sêmen. Fiquei engatada por horas, com os nós me prendendo um atrás do outro, corpo coberto de porra seca e fresca, urina grudenta, pelos sujos colados na pele, cheiro forte de sarna, animal e sexo nojento invadindo a casa inteira.
Gozei incontáveis vezes, gritando rouca, corpo tremendo em espasmos, barriga inchada de porra, buceta e cu latejando abertos, vazando sem parar. Quando finalmente os cães começaram a sair, latindo satisfeitos, lambendo as próprias bolas e se afastando em direção à porta que estava aberta, eu fiquei ali estirada no tapete, corrente da coleira enrolada no pescoço, salto torto, meias rasgadas, corpo destruído e pingando de tudo quanto é gosma. O silêncio caiu pesado por uns segundos, só minha respiração ofegante e o gotejar lento da porra no chão.
Foi aí que escutei passos rápidos na entrada da casa. A porta – que eu tinha deixado escancarada o dia inteiro – rangeu levemente.
"Isa? Isa, caralho, você tá aí? Eu bati, mas ninguém atendeu, então entrei... puta que pariu, o que aconteceu aqui?!"
A voz da Carol, minha amiga de anos, veio tremendo, alta demais, cheia de choque e algo que parecia... medo misturado com curiosidade doentia. Ela parou no batente, silhueta contra a luz do quintal, olhos arregalados fixos em mim: nua, coberta de porra branca e urina amarela, pelos grudados na pele, buceta e cu abertos e vazando, coleira brilhando no pescoço, corrente caída no peito melado. Atrás dela, um dos machos pretos ainda rondava a porta, latindo baixo, como se sentisse o cheiro novo. Carol deu um passo pra trás, mas não saiu. Seu olhar desceu devagar pelo meu corpo destruído, parou na poça fedorenta no tapete, subiu de novo pro meu rosto sujo de baba e mijo.
"Isa... isso... isso é real? Você... você deixou eles...?"
Ela não terminou a frase. Sua mão subiu instintivamente pro peito, como se quisesse se proteger, mas os olhos não desgrudavam de mim. O macho preto deu um passo pra dentro, farejando o ar, olhando pra ela agora. Meu coração disparou mais forte. Carol congelou. Eu, ainda deitada, ofegante, consegui só sussurrar rouca:
"Carol... fecha a porta... ou entra de vez."
Ela não se mexeu. O cão latiu mais alto, avançando devagar. O ar ficou pesado, elétrico. O que ela ia fazer? Fugir gritando? Ou... algo pior... algo que eu nunca imaginei?
Mas isso, meus amores... isso fica pra outro capítulo. E dessa vez, a tensão tá só começando a ferver de verdade.
Querem saber o que a Carol fez em seguida? Rsrs, fiquem ligados que a loira burra aqui vai contar tudo na próxima – e pode ser que a amiga não saia tão inocente assim. Boa tarde, meus safados.