Fui traída e me vinguei virando Hotwife (capítulo #2)

Um conto erótico de Gabihotwife
Categoria: Homossexual
Contém 1580 palavras
Data: 09/02/2026 12:03:14

Eu sabia que meu corpo era um imã. Na academia, os olhares eram constantes, mas eu queria algo que ofendesse a "pureza" que Fábio achava que eu possuía. Eu queria o extremo.

Na frente da academia, havia o Zé. José era um morador de rua, um homem que eu sempre ignorei com um misto de pena e nojo. Negro, magro, de barba branca desgrenhada e um cheiro forte de abandono e cachaça. Naquela sexta-feira, Fábio mandou a mensagem de sempre: "Vou chegar tarde, amor".

Ao chegar no carro, Zé se aproximou.

— Boa noite, seu Zé — eu disse, minha voz tremendo levemente.

— Boa noite, moça... tem um trocado? — ele perguntou, o hálito exalando álcool.

— Não tenho, seu Zé.

Ele resmungou algo enquanto se afastava: "A putinha nunca tem nada".

Meu sangue ferveu. A audácia daquele homem, no estado em que estava, me chamando de puta... era exatamente o que eu precisava.

— Mas eu tenho algo melhor para o senhor — eu o chamei de volta.

— O quê? Cachaça? — ele sorriu, revelando dentes amarelados e falhos.

— Não. Um banho. Higiene. E... companhia.

Zé não hesitou. Abriu a porta do passageiro do meu carro de luxo e entrou. O cheiro dele impregnou o couro dos bancos instantaneamente, mas eu não me importei. Eu estava em uma missão. Fomos para um motel de beira de estrada, um lugar onde ninguém me reconheceria.

No quarto, a tensão era palpável. Eu mantinha a fachada de "caridade", mas meus olhos não paravam de percorrer aquela figura decrépita.

— Quem diria... eu num motel com uma loiraça dessas — Zé comentou, agora mais sóbrio pela adrenalina. — Pena que é só caridade, né?

— É o que vamos ver, Zé — respondi, minha voz agora mais firme. — Vá tomar seu banho. Use tudo o que tem direito. Eu vou te esperar aqui.

Eu usava minha roupa de academia: uma legging branca, tão justa que revelava cada curva da minha bunda, e um top que deixava meus mamilos marcados contra o tecido fino. Enquanto ele estava no chuveiro, o demônio no meu ombro sussurrou mais alto. Eu tirei cada peça de roupa. Fiquei nua, sentindo o ar condicionado do quarto arrepiar minha pele bronzeada.

Caminhei até o banheiro e abri a porta de vidro. O vapor tomava conta do ambiente, mas o que eu vi me fez perder o fôlego.

— Caralho... — o sussurro escapou dos meus lábios.

Zé estava de costas, mas ao se virar, revelou uma arma que Fábio jamais sonharia possuir. Entre as pernas daquele homem magro e sofrido, pendia um membro colossal. Devia ter uns vinte e cinco centímetros, escuro, latejante e tão grosso quanto uma lata de refrigerante. Ele estava se masturbando, os olhos fixos na porta, claramente imaginando a "patroa" que o trouxera ali.

— Oi? Moça? — ele perguntou, a voz rouca.

— Pode me chamar de Gabi, Zé — eu disse, entrando no box, a água quente batendo nos meus seios. — Eu vim ver se você precisava de ajuda.

— Preciso... — ele sorriu, um sorriso que não tinha nada de respeitoso. — Preciso que você lave as minhas costas. E quem sabe... você não me ajuda a lavar isso aqui também?

Ele segurou o próprio pau, exibindo-o para mim como um desafio. Eu olhei para aquela peça de carne bruta, tão diferente de tudo o que eu conhecia, e soube que não havia mais volta. Fábio tinha a sua secretária. Eu teria o mundo. E começaria por aquele homem que ele desprezaria até para dar uma esmola.

Hesitei por um segundo, o vapor do chuveiro embaçando não apenas a minha visão, mas também a minha moral. Juntei-me a ele sob a água quente. Peguei o sabonete, pretendendo manter a fachada de "ajuda", mas antes que eu pudesse sequer tocar as suas costas, a mão áspera e calejada de Zé agarrou o meu pulso com uma força que me fez estremecer. Ele não pediu; ele comandou, levando a minha mão diretamente para aquele membro colossal que pulsava entre as suas pernas.

— Esqueça as costas — Zé rosnou, a voz agora carregada de uma autoridade primitiva. — Lava só o meu pau, safada.

O nojo e o desprezo que eu cultivara por anos pareciam estar sendo levados pelo ralo, junto com a água e o sabão. Minha mão, pequena e delicada, mal conseguia envolver a circunferência daquela peça de carne bruta.

— É... é tão grande — balbuciei, meus dedos percorrendo as veias saltadas que desenhavam o corpo do seu membro.

— Nunca viu algo assim, cadela? — ele provocou, aproximando o rosto do meu, o hálito ainda com resquícios de álcool, mas os olhos agora focados com uma lucidez predatória.

— Não me chama de cadela! Meu nome é Gabi! — tentei impor um respeito que eu mesma já havia jogado fora. — E não... nunca vi nada desse tamanho. Deve ser o dobro do meu marido.

Zé soltou uma risada rouca, um som que vibrou no box estreito.

— Sabia que a cadela... ops, a Gabi... tinha um marido. Uma gostosa dessas não ia estar sobrando. — Ele se inclinou mais, pressionando o pau latejante contra a minha barriga. — Por que você não vê mais de perto? Por que não cai de boca nesse pauzão?

— Não. — Minha voz falhou levemente. — Eu nunca fiz isso... nunca chupei ninguém, e não vai ser hoje. Hoje você vai ter outra coisa. Eu vou te dar a minha buceta, Zé. Mas você precisa usar camisinha.

Eu não queria apenas prazer; eu queria ser preenchida por algo que apagasse a imagem de Fábio da minha mente. Saí do banho, o corpo gotejando, e peguei o preservativo sobre a cama. Voltei para o box, o coração disparado. Tentar colocar aquela camisinha no pau do Zé era como tentar enfiar um elefante em uma jaula de pássaro. O látex esticava até o limite, cobrindo apenas a metade daquela tora escura, parecendo que ia explodir a qualquer momento.

Zé não esperou por preliminares. Com uma brutalidade que me fez soltar um arquejo, ele me virou de costas, colando minhas palmas contra a parede fria e úmida do box. Ele me inclinou para frente, forçando minha bunda para trás, deixando-a empinada e exposta.

— Abre essas pernas, Gabi... — ele ordenou, a voz no meu ouvido. — Quero te sentir por inteira.

— Mas vai com calma... por favor... — pedi, sentindo um medo excitante percorrer minha espinha.

Em vez de responder com palavras, Zé cuspiu na palma da mão e esfregou a saliva entre as minhas nádegas, deixando que o líquido escorresse até o encontro dos meus lábios íntimos. Ele posicionou a cabeça do pau, que parecia uma granada pronta para detonar, e começou a empurrar.

— Ai, caralhooo! — O grito escapou da minha garganta, ecoando nos azulejos. — É enorme! Eu sinto que você está me rasgando por dentro!

— Grita mesmo, cadela! Geme no meu cacete! — Zé estocava com vontade, cada centímetro que entrava parecia alargar a minha alma. — Aposto que você nunca gritou assim com o seu marido!

— Isso... meu negão! Me come gostoso! Me deixa toda aberta! — Eu já não era mais a psicóloga respeitada; eu era apenas carne, desejo e vingança.

Ele começou a penetrar cada vez mais fundo, ignorando meus protestos iniciais, até que cada centímetro daquele pauzão estivesse dentro de mim. A dor inicial foi rapidamente sufocada por uma onda de prazer elétrico. Minhas pernas começaram a formigar, e eu sentia um fogo devorador dentro da minha buceta, que tentava desesperadamente abraçar aquela enormidade. Eu estava gozando, e nem sabia o que era aquilo.

— Acho... acho que estou tendo um orgasmo! Filho da puta! — eu gemia alto, a cabeça jogada para trás. — Que pau gostoso... continua! Me fode com mais força!

— Você acha? Nunca gozou, vagabunda? — Zé riu, aumentando o ritmo das estocadas, o som da carne batendo com força contra a minha bunda preenchendo o banheiro. — Aguenta aí, putinha... agora sou eu quem vai gozar!

Eu aguentava firme, as pernas trêmulas e os dedos cravados no rejunte dos azulejos. Senti a pulsação do pau dele dentro de mim, uma vibração intensa que precedeu uma descarga massiva. O sêmen quente preencheu a camisinha em um volume que eu nunca imaginei ser possível. Senti o calor inundando o meu interior, mas, de repente, senti algo diferente. Algo líquido e quente escorrendo por entre as minhas coxas, para fora do látex.

Na hora, o pânico substituiu o prazer. Dei um tranco para frente, livrando-me daquele pau de uma vez só.

— Meu Deus! — exclamei, olhando para trás com os olhos arregalados.

A camisinha estava totalmente estraçalhada, reduzida a farrapos de borracha pendurados na base do pau do Zé. O sêmen dele, denso e abundante, escorria livremente pela minha pele bronzeada, misturando-se à água do chuveiro.

— Não acredito... a camisinha estourou! — Eu estava em choque. — Eu não tomo anticoncepcional, Zé!

O tesão desapareceu instantaneamente, substituído por um desespero frio. A imagem daquela "caridade" transformando-se em uma gravidez indesejada de um morador de rua me fez tremer de pavor.

— Sai! Vai se arrumar! Agora! — ordenei, saindo do box e me enrolando na toalha.

Saímos do motel às pressas. O silêncio no carro era pesado, quebrado apenas pelo som do motor. Deixei Zé perto da academia, o mesmo lugar onde tudo começou, e voei para a farmácia mais próxima. Comprei a pílula do dia seguinte com as mãos trêmulas, rezando para todos os deuses em que eu não acreditava mais, implorando para que aquele batismo na sujeira não deixasse uma marca permanente no meu ventre.

Mas, no fundo, eu sabia. A marca já estava lá. Não no meu útero, mas na minha mente. Eu nunca mais seria a mesma Gabi.

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