Usei minha escrava na frente da filha dela

Um conto erótico de O Libertino
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 938 palavras
Data: 08/02/2026 23:59:56

Conheci a Cláudia por intermédio de um vizinho do andar de baixo. Resumindo a história, ela tem quase a minha idade, e precisava de um lugar para morar por 3 meses. Fizemos um acordo: ela poderia morar comigo por três meses, e seria minha escrava sexual. Eu até dei a ela uma coleira para o período do nosso arranjo, para mostrar que ela pertencia a alguém. Na maior parte do tempo, ela é extremamente obediente, a menos que esteja querendo ser punida.

No momento em que ela cruzava o limite da porta, o mundo lá fora deixava de existir e ela passava a ser um objeto de mobília — mas uma mobília que respirava e reagia. A dinâmica da casa era regida por um silêncio absoluto e uma nudez obrigatória. Salvo raras exceções, Cláudia circulava pelos cômodos montada em saltos agulha, com o corpo exposto e a pele sempre pronta para o toque.

Minha rotina era usá-la sempre que quisesse, como quisesse. Se eu estava sentado no sofá vendo TV, ela deveria estar aos meus pés, pronta para que eu abrisse seu rosto e enfiasse meu pau em sua garganta a qualquer momento, sem aviso, sem preliminares. Muitas vezes, eu nem tirava os olhos da tela enquanto sentia os dentes dela rasparem de leve, o som do engasgo ritmado sendo a única trilha sonora da sala. Ela aprendera a engolir tudo — o gozo, o orgulho e o cansaço.

Na cozinha, enquanto eu preparava um café, a regra era a submissão física: ela se debruçava sobre a mesa ou o balcão, oferecendo a bunda para que eu a usasse enquanto a água fervia. Eu a fodia por trás, sem pressa, sentindo o impacto seco do meu púbis contra as nádegas dela, enquanto ela apertava as bordas da mesa até os nós dos dedos ficarem brancos. Se ela ousasse soltar um gemido mais alto que um sussurro, o castigo era dobrado.

Havia uma disciplina de privação. Eu controlava seus orgasmos como quem controla o fluxo de uma torneira. Passava dias fazendo-a beirar o ápice, usando os dedos, a língua ou brinquedos, apenas para parar no último segundo e ordená-la que se vestisse e fosse dormir com o corpo em brasa, frustrada e úmida. O sexo era a minha linguagem de poder; ela era apenas o território ocupado. E se em algum momento ela demonstrava um traço de rebeldia — um olhar mais altivo, uma resposta atravessada — eu sabia que era o seu corpo implorando pela mão pesada, pelo tapa que estala na carne e deixa a pele latejando em um tom de escarlate.

Um dia, cheguei e a encontrei com a filha na sala. Pela norma da casa, Cláudia deveria estar nua, usando apenas a coleira e os saltos agulha que eu lhe comprava. Estava vestida, sem minha ordem. Decidi que o acerto viria depois. Naquela manhã, eu a fiz vestir uma saia mínima, sem nada por baixo. Enquanto servia bebidas para a garota, passei por trás de Cláudia e enfiei a mão sob o pano, apertando a carne da bunda com força, sentindo o calor que já emanava dali.

A filha era simpática, mas o ar estava carregado. Parei atrás de Cláudia. Com os saltos, o corpo dela se oferecia na altura exata. Enrolei os dedos nos cabelos loiros, puxando a cabeça dela para trás com um solavanco, expondo a garganta. Colei meu corpo ao dela e soprei no ouvido:

— Qual é o seu propósito?

A garota viu o tremor da mãe, o arquejar do peito. Cláudia engoliu em seco. Repeti a pergunta, a voz agora como um chicote.

— Dar prazer aos homens com os meus buracos, Senhor — disse ela, a voz sumindo no ar.

— Boa menina. – Dei-lhe um beijo na testa.

Vi os olhos da filha dela se arregalarem, mas ela não disse nada. Sua linguagem corporal parecia intrigada. Levantei e fui para a cozinha fazer um café, deixando-as a sós. Do fogão, eu ouvia o sussurro das duas na sala.

Uma hora depois, o desejo cobrou o preço. Cláudia estava debruçada no balcão da cozinha, conversando com a filha. A posição era um convite. Cheguei por trás dela, avancei, empurrando o tronco dela contra o mármore frio. Com o pé, chutei seus calcanhares para que abrisse as pernas. Levantei a saia, prendendo-a na cintura para deixar tudo exposto. Ela tentava manter o nexo da frase com a filha enquanto eu apertava sua bunda, deixando a marca vermelha dos meus dedos na pele clara.

Arranquei o pau para fora, latejando, e o enterrei nela de uma vez. Cláudia deu um grito abafado, o corpo saltando, mas minha mão no pescoço a manteve pregada ao balcão. Estava encharcada. Eu a vinha torturando há cinco dias, levando-a ao limite e negando o alívio. Comecei a foder com força, o som da carne batendo contra a carne preenchendo o silêncio da cozinha.

A filha assistia, os olhos fixos, a conversa morrendo na garganta. Enfiei meu polegar na boca de Cláudia, que o chupava com desespero, babando nos meus dedos. Quando senti que ela ia quebrar, enfiei o dedo com violência no cu dela, apertando a nádega com a outra mão.

— Pode gozar — rosnei.

Ela explodiu. Foi um espasmo violento, um jorro que inundou o balcão e escorreu pelas pernas. Continuei estocando, cada vez mais fundo, até que o prazer me cegou. Segurei-a pelos cabelos, obrigando-a a olhar diretamente para a filha, olho no olho, enquanto eu despejava meu gozo dentro dela, sentindo as contrações de sua carne.

Limpei o pau na sua saia e dei o veredito, olhando para a poça no chão:

— Parece que você tem uma sujeira para limpar. Limpe. Agora.

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