Leitada nas solinhas da Jô e amigas

Da série Jô Patty
Um conto erótico de Tarado em Patricinha
Categoria: Heterossexual
Contém 4180 palavras
Data: 07/02/2026 10:31:12

Alguns meses haviam se passado desde aquela noite em que a Jô me deixou a calcinha de lembrança. Minha namorada tinha viajado a trabalho, e eu estava em casa, sozinho, quando recebo uma mensagem dela: “Tô aqui perto, precisando de um drink e de alguém que saiba apreciar um bom salto. Tá em casa?”.

Meu coração disparou. Eu sabia exatamente o que aquilo significava. Quando abri a porta, o impacto foi imediato. A Jô estava impecável: usava um vestido de vinil preto curtíssimo, que moldava cada curva daquela bunda que ela tanto treinava na academia. Mas o que me deixou paralisado foram os pés. Ela estava com um tamanco de salto agulha altíssimo, inteiramente de acrílico transparente, daquelas que fazem o pé parecer estar flutuando. As unhas estavam com um esmalte vermelho sangue, e o pé 37, arqueado pela altura do salto, exibia cada veia e a curva deliciosa do arco.

Não demorou dez minutos. Estávamos no sofá, a TV ligada apenas como ruído de fundo. Ela se recostou, abriu as pernas sutilmente e, com um sorriso de canto, tirou o tamanco direito, deixando-o pendurado apenas pela ponta dos dedos — aquele dangling que me levava à loucura.

— "Ainda está com aquele tesão acumulado, né?" — ela disse, sentindo meu volume através da calça.

Sem esperar resposta, ela esticou a perna e posicionou a solinha do pé descalço, ainda quente e levemente úmida do suor do plástico, direto na minha braguilha. Ela começou a massagear minha rola por cima do tecido, usando o calcanhar para pressionar a base e os dedos para apertar a cabeça do pau. O cheiro sexy que subia dos pés dela, misturado ao perfume importado, era inebriante.

Eu não aguentei. Tirei o pau para fora, pulsando, e ela soltou um gemido baixo. A Jô então posicionou os dois pés, um de cada lado da minha rola, e começou um footjob frenético. As solinhas macias, com aquela textura de quem acabou de sair da manicure, apertavam meu pau enquanto ela olhava fixamente nos meus olhos.

O Boquete e o Pele a Pele

Ela parou de repente, deslizou do sofá para o tapete e ficou de joelhos entre as minhas pernas. — "Quero sentir o gosto do que você guardou pra mim."

Ela não usou as mãos de imediato. Primeiro, passou a língua por toda a extensão, desde as bolas até a cabeça, recolhendo o lubrificante natural que já escorria. Depois, abocanhou tudo de uma vez. O boquete era intenso, profundo, ela fazia um vácuo com as bochechas que parecia que ia sugar minha alma. O batom vermelho dela começou a borrar, sujando a base do meu pau, criando uma cena de pura luxúria.

Quando eu estava prestes a explodir pela primeira vez, ela parou. — "Nada de desperdiçar agora. Eu quero sentir você dentro, sem nada atrapalhando. Pele a pele."

Ela se virou de costas no sofá, empinando aquela bunda de academia na minha direção. O vestido de vinil subiu até a cintura. Ela ainda mantinha o tamanco de acrílico em um dos pés, o que deixava a postura dela ainda mais provocante.

Eu não usei camisinha. A sensação do calor da pele dela, o contato direto, era algo de outro mundo. Comecei a foder a bucetinha dela, que já estava ensopada, mas a Jô queria mais. Ela olhou por cima do ombro, os olhos injetados de tesão: — "Hoje eu quero que você marque meu cuzinho. Enfia com tudo."

Passei um pouco da baba dela e fui entrando devagar no sexo anal. O aperto era surreal. A cada estocada profunda, eu via o pé dela, ainda calçado no tamanco, se contrair e os dedos se agarrarem ao estofado do sofá. Eu alternava entre foder aquele rabo delicioso e puxar o cabelo dela, enquanto ela gritava meu nome.

A primeira gozada veio como uma avalanche. Eu não tirei. Gozei tudo dentro do cuzinho dela, sentindo as paredes dela contraírem em volta do meu pau. Foi uma gozada farta, profunda, que nos deixou ofegantes por minutos.

Mas a Jô não estava satisfeita. Ela se virou, me empurrou de volta no sofá e começou a me estimular novamente com os pés, passando as solinhas meladas de suor e fluido sexual no meu pau ainda sensível. Em questão de segundos, eu estava duro de novo.

— "Agora eu quero ver o estrago nos meus pés." — ela desafiou.

Ela começou a se masturbar na minha frente, abrindo a buceta com as mãos, enquanto eu batia uma punheta rápida, focado exclusivamente naquelas solinhas deliciosas e nos saltos de acrílico. Quando o orgasmo veio, foi ainda mais forte que o primeiro. Jatos e mais jatos de porra grossa voaram, cobrindo os pés da Jô, sujando o tapete e escorrendo pelo brilho do acrílico do tamanco.

Ela pegou um pouco do gozo com os dedos, levou à boca, deu uma piscadinha e disse: — "Acho que agora você tem assunto pra se divertir sozinho por um bom tempo, né?"

Antes de sair, ela calçou os tamancos, sentindo a porra ainda fresca escorregar entre a sola do pé e a palmilha transparente. — "Vou embora assim, sentindo seu leite grudar a cada passo."

Minha namorada ainda estava viajando, e a Jô, no auge da sua safadeza, decidiu que não viria sozinha. Quando a campainha tocou, eu já estava de pau duro só de imaginar o que viria. Mas a realidade superou qualquer fantasia.

Ao abrir a porta, lá estavam elas: Jô, Bruna, Dessa e Raquel. O corredor do prédio parecia uma passarela de fetiche. O som era uma sinfonia de clokt-clokt no piso de madeira: tamancos de acrílico, saltos agulha transparentes e plataformas de cortiça.

A sala logo ficou esfumaçada com o cheiro de maconha e perfume caro. A Bruna, aquela ruiva magrinha e abusada, sentou-se na poltrona principal. Ela usava um micro-short que deixava as polpas da bunda de fora e um tamanco de salto altíssimo com tiras de silicone. Suas unhas das mãos e dos pés estavam longas, com uma francesinha impecável que brilhava sob a luz baixa.

— "A Jô me contou que você é o especialista em cuidar dos nossos pés," — disse a Bruna, já chutando os tamancos e esticando os pés no meu colo.

A Dessa, a loira que mantém a pose de "crente" na rua mas que eu já havia destruído o cuzinho na despedida de solteira, estava num canto, bebendo vinho. Ela usava um vestido branco casto, mas nos pés, um scarpin de bico fino transparente que mostrava seus dedos suadinhos e espremidos. Já a Raquel, a japonesinha dos seios fartos, não perdeu tempo: ajoelhou na minha frente e já foi abrindo meu zíper.

A cena era um delírio. A Raquel começou a me dar aquele punhetão que só ela sabia fazer, usando as mãos pequenas e firmes, enquanto a Bruna massageava meu saco com as solinhas dos pés.

— "Olha como ele fica louco com as nossas unhas," — zombou a Bruna, passando a ponta da francesinha bem no meu períneo, me fazendo saltar do sofá.

A Jô, vendo que eu já estava no limite, ordenou: — "Dessa, mostra pra ele que a igreja não tirou sua sede de leite."

A loira "santa" largou a taça, ajoelhou-se ao lado da Raquel e as duas começaram um boquete duplo. A japonesa focava na cabeça do pau, enquanto a Dessa lambia minhas bolas e enfiava o dedo no meu cu, preparando o terreno. A sensação de pele a pele, sem camisinha, das línguas quentes contrastando com o frio dos pés da Bruna no meu peito, era demais.

— "Chega de brincar com a boca, eu quero sentir o preenchimento," — gritou a Raquel.

Ela se posicionou de quatro na mesa de centro. Os seios fartos balançavam enquanto ela se apoiava. Eu fui por trás, mirando direto no cuzinho dela, que já estava dilatando de ansiedade. Entrei de uma vez, sem lubrificante além da baba das outras. O aperto da japonesinha era lendário.

Enquanto eu a possuía, a Dessa — a crente safada — deitou-se embaixo de nós, pedindo para eu gozar nela. A Jô e a Bruna não ficaram paradas: elas pegaram meus pés e começaram a lamber meus dedos, enquanto eu enterrava meu pau no fundo do intestino da Raquel.

A primeira gozada foi violenta. Eu tirei de dentro da Raquel no último segundo e mirei no rosto da Dessa. Foi um jato tão forte que pegou no olho dela e escorreu pelo cabelo loiro. Mas eu não parei. A Jô veio por trás e começou a masturbar meu pau sensível com as solinhas suadas do seu tamanco de cortiça.

Em menos de dois minutos, o segundo round estava pronto. — "Nos meus pés! Agora!" — ordenou a Bruna, a ruiva.

Eu segurei meu pau com força e comecei a descarregar. Foi uma gozada farta, jatos grossos e amarelados que cobriram as unhas francesinhas da Bruna e inundaram a palmilha do tamanco de acrílico dela. A Jô e a Raquel se aproximaram para ver, e eu continuei expelindo leite, sujando as coxas da Bruna e o vestido branco da Dessa.

— "Olha o tanto de leite desse animal," — disse a Jô, rindo e passando o dedo na porra que escorria do tamanco da Bruna para levar à boca.

A noite estava longe de acabar. Eu estava exausto, mas as quatro estavam cobertas de fluido, com os pés lambuzados de gozo e os saltos de acrílico escorregadios. A Dessa, ainda com o olho vermelho da porra, se virou de costas: — "Ainda tem o meu cu, e eu não saio daqui enquanto você não encher ele até transbordar."

A atmosfera na sala estava densa, carregada com o cheiro de sexo, suor e o aroma sintético do plástico dos tamancos. A Dessa, com aquela pele branquinha contrastando com o rosto todo sujo da primeira gozada, já estava de quatro no tapete, bem no centro do círculo formado pelas outras. O vestido branco dela estava todo amarrotado na altura da cintura, revelando a bunda redonda e o cuzinho rosa que piscava de ansiedade.

— "Você sabe que eu só peco se for pra valer, né?" — ela sussurrou, com a voz embargada de tesão, enquanto olhava para trás.

Eu não esperei. Aproximei-me por trás, sentindo o calor que emanava dela. O meu pau estava latejando, vermelho e inchado, ainda melado com a baba da Raquel e o perfume dos pés da Bruna. Sem qualquer proteção, o pele a pele foi imediato. A cabeça do meu pau encostou no anel do cuzinho dela e ela deu um solavanco, as mãos espalmadas no chão, as unhas bem feitas cravando no tapete.

Fui entrando devagar, sentindo cada prega do sexo anal dela se moldando à minha rola. Era um aperto absurdo, quente e seco no início, mas logo a lubrificação natural e o resto dos fluidos da noite facilitaram o caminho. A Jô e a Raquel se aproximaram, cada uma de um lado. A Jô pegou o pé direito da Dessa, que ainda estava com um tamanco de salto agulha cristal, e começou a massagear a solinha dela, enquanto a Raquel fazia o mesmo no outro pé.

A cada estocada profunda que eu dava, a Dessa soltava um grito abafado. Eu via os dedos dos pés dela se contraírem dentro do acrílico transparente. A Bruna, a ruiva safada, sentou-se na minha frente, de frente para a Dessa, e esticou as pernas. Ela posicionou as solinhas dos pés dela, com aquelas unhas longas de francesinha, bem no meu saco, apertando minhas bolas com força a cada vez que eu entrava no cu da loira.

— "Vai, fode o cuzinho da santinha! Quero ver esse rabo transbordar!" — a Bruna provocava, aumentando a pressão dos pés no meu saco.

O ritmo ficou frenético. Eu segurava a Dessa pelos quadris, sentindo o impacto da minha pelve contra a bunda dela. O barulho do meu pau entrando e saindo do cu dela, um som úmido e constante, se misturava aos gemidos e ao cloc-clocdos saltos que as outras batiam no chão para me instigar.

Eu senti a pressão subir. O aperto da Dessa no meu pau ficou insuportável, as paredes do reto dela começaram a ter espasmos, sinal de que ela também estava chegando lá.

— "Eu vou gozar... vou encher tudo!" — eu avisei, a voz saindo num rosnado.

— "Tudo lá dentro! Não tira! Eu quero sentir o seu leite me entupindo!" — a Dessa gritou, empinando ainda mais a bunda.

Nesse momento, a Bruna apertou minhas bolas com os pés com uma força magistral, e a Jô puxou o cabelo da Dessa. Eu descarreguei. Foi uma gozada farta e violenta, jatos e mais jatos de porra quente disparando direto no fundo do intestino dela. Eu sentia cada jato pulsando dentro dela, o volume era tanto que eu sentia o meu pau boiar dentro do cuzinho da loira.

Eu não tirei de imediato. Continuei bombando, forçando até a última gota de leite para dentro do rabo da Dessa. Quando finalmente retirei, o espetáculo foi de pura luxúria: o cuzinho dela ficou escancarado por alguns segundos, e uma cachoeira de porra grossa e branca começou a escorrer pelas coxas branquinhas dela, caindo direto em cima dos tamancos de acrílico que estavam jogados no chão.

A Dessa caiu deitada, ofegante, enquanto a Jô se aproximava com os dedos para recolher o excesso que vazava do cu da amiga. — "Olha o desperdício, Dessa... seu rabo não deu conta de segurar tudo," — zombou a Jô, levando o dedo melecado de porra e suco anal para a própria boca.

A Bruna, rindo, aproximou seus pés cobertos de francesinha da poça de gozo que se formou no chão: — "Agora limpa o resto nos meus pés. Quero sair daqui com as minhas solinhas brilhando com o seu leite."

A cena na sala estava um caos de fluidos e fetiche. A Dessa ainda estava arqueada, recuperando o fôlego enquanto o leite escorria pelo seu rabo, mas a Jô não ia deixar o clima esfriar. Ela se levantou, ajeitou o vestido de vinil que agora brilhava com os respingos da noite, e caminhou até mim com aquele rebolado de quem manda em tudo.

Ela parou na minha frente e, com um movimento rápido, agarrou meu pau de 19cm que ainda estava latejando, vermelho e com a cabeça latejando de tanto sangue. A Bruna e a Raquel se aproximaram, formando um círculo de adoração e deboche em volta da minha rola.

— "Olha o tamanho dessa cabeçona... tá toda babada e pronta de novo," — disse a Raquel, passando a ponta da língua na base do meu pau. — "Esse tarado não cansa, né? É uma verdadeira torneirinha de porra."

A Bruna soltou uma risada alta, esfregando o calcanhar do seu tamanco de acrílico no meu peito: — "É um viciado em patricinha. Sabe que a gente é cara, que a gente é cheirosa, mas ele adora o nosso chulé de salto, né? É um cheirador de chulé assumido!"

A Jô ajoelhou-se, ficando com o rosto na altura da minha cintura. Ela pegou meu pau com as duas mãos, medindo a grossura, e olhou para cima com aquele olhar de safada que destrói qualquer homem.

— "Eu quero ver se essa torneirinha ainda tem pressão," — a Jô desafiou. — "Quero o meu rosto marcado por esse seu pau de tarado. Abre as pernas, Bruna, deixa ele olhar bem pras suas solinhas enquanto eu mamo."

A Bruna obedeceu, sentando-se no sofá e abrindo as pernas, mantendo os tamancos de tiras transparentes bem na altura do meu nariz. O cheiro sexy e abafado dos pés dela, que estavam suados dentro do plástico o dia todo, atingiu meu cérebro como uma droga. Eu comecei a bater uma punheta frenética, olhando para o chulé delicioso da Bruna e sentindo a boca da Jô envolver minha cabeçona.

A Jô fazia um boquete agressivo, usando as mãos para apertar minhas bolas, enquanto a Raquel e a Dessa (já recuperada) massageavam meu corpo com os pés. Elas me xingavam de "tarado", "escravo de salto" e "leiteiro", rindo do estado em que eu me encontrava.

O prazer atingiu um nível insuportável. A combinação do visual daquelas quatro pattys, o cheiro dos pés e a boca quente da Jô me levaram ao limite. Eu senti o sêmen subindo com uma força absurda.

— "Vai! Vai esporrar na Jô! Mostra o quanto você é tarado por ela!" — gritou a Raquel.

Eu tirei o pau da boca da Jô no último segundo. Ela ficou de olhos bem abertos, com a língua para fora e um biquinho de "duck face" pronto para receber o impacto.

— "VAI, ME SUJA TODA! DÁ LEITINHO PRA PATRICINHA!" — ela berrou.

A primeira rajada foi como um tiro. Um jato grosso, branco e quente atingiu direto o olho direito da Jô e se espalhou pela testa. Eu não conseguia parar; era a torneirinha aberta no máximo. A segunda e a terceira rajadas cobriram o nariz e a boca dela, escorrendo pelo gloss vermelho e pingando no colo do vestido de vinil. Eu continuava bombando, e a porra voava com tanta pressão que atingiu o cabelo loiro da Dessa que estava atrás dela.

— "Meu Deus, olha o tanto de porra!" — a Bruna exclamava, maravilhada. — "É muito leite! Você é um animal!"

A Jô fechou os olhos, saboreando os jatos que continuavam vindo. Eu dei as últimas pulsadas, e o leite escorreu pelo queixo dela, formando uma poça no chão, bem em cima dos tamancos de acrílico que ela tinha acabado de tirar.

Ela abriu os olhos, toda lambuzada, com a porra escorrendo pelas bochechas, e deu um sorriso vitorioso. — "É por isso que eu amo esse tarado. Ninguém tem uma torneirinha tão gostosa quanto essa."

Ela passou o dedo no rosto, recolhendo a porra farta, e levou à boca, engolindo com prazer diante das amigas. — "Agora, quem vai ser a próxima a ser batizada pelos pés?"

A sala já não tinha mais volta: o cheiro de sexo, suor e o odor característico de chulé das palmilhas de acrílico tomava conta de tudo. A Jô ainda estava com o rosto todo branco e brilhante pela minha última leitada, mas a Raquel, a japonesinha de seios fartos, decidiu que era a vez dela de provar por que era a favorita quando o assunto era depravação.

— "Sai daí, Jô, que agora eu vou mostrar como se trata uma torneirinha de verdade," — disse a Raquel, empurrando a amiga e se ajoelhando.

Ela pegou o meu pau de 19cm, que ainda pulsava vermelho e sensível, e começou a fazer um boquete com uma técnica absurda. Ela usava as mãos pequenas para apertar a base com força, enquanto a boca trabalhava na cabeça, sugando com tanta pressão que parecia que ia arrancar tudo.

Enquanto ela mamava, a Bruna e a Dessa não me davam descanso. Elas sentaram nos braços do sofá, uma de cada lado, e colocaram os pés direto na minha cara. A Bruna esfregava a solinha suada do seu tamanco de cortiça no meu nariz, me obrigando a respirar aquele cheiro de patricinha que passou o dia de salto.

— "Cheira, seu tarado! Sente o cheiro do meu pé enquanto a japa te esvazia!" — a Bruna provocava, rindo enquanto a Raquel fazia um barulho úmido e profundo de garganta, engolindo meu pau quase inteiro.

A Raquel tirou o pau da boca, deixando um rastro de baba e resto de porra da Jô escorrer, e se virou de costas no tapete. Ela levantou a bunda, que era redondinha e firme, e olhou para trás com um sorriso malicioso.

— "Enfia nesse cuzinho, vai. Quero ver se esse seu pau de tarado consegue chegar no fundo."

Eu me posicionei e, num movimento bruto, entrei no sexo anal dela sem camisinha. A sensação do pele a pele no reto apertadinho da japonesa foi um choque elétrico. Ela deu um grito agudo, e a Jô, ainda toda lambuzada de porra no rosto, se aproximou para segurar os seios da Raquel por baixo, enquanto eu bombava com força.

— "Olha o rabo dessa japa como engole o pau dele," — dizia a Jô, incentivando.

A cada estocada, a Raquel gemia mais alto. Eu via os pés dela, com as unhas pintadas de francesinha, se contorcerem e buscarem apoio nos meus ombros. O ritmo era de pura selvageria. Eu era um escravo daquelas quatro pattys, e elas sabiam exatamente como tirar cada gota de leite de mim.

Quando eu senti que a pressão ia explodir de novo, a Bruna e a Dessa pegaram seus tamancos de acrílico e cortiça e os colocaram no chão, bem embaixo da bunda da Raquel.

— "Não para! Goza dentro dela e deixa transbordar pros nossos saltos!" — ordenou a Bruna.

Eu não aguentei. A visão daquelas quatro mulheres, o cheiro de chulé, a boca da Jô no meu pescoço e o cu da Raquel me apertando foram o gatilho. Comecei a descarregar mais uma gozada farta e violenta. Eu sentia os jatos de porra quente inundando o interior da Raquel, uma quantidade absurda de leite que ela tentava segurar, mas não conseguia.

— "Lá vem a torneirinha de novo! Olha o tanto!" — gritou a Dessa.

Eu continuei enterrando o pau no fundo do cuzinho dela enquanto gozava. Quando finalmente retirei, o espetáculo foi degradante e delicioso: o leite começou a jorrar do rabo da Raquel como uma cascata, caindo direto em cima dos tamancos de acrílico da Bruna e da Jô.

A Raquel caiu de lado, ofegante, enquanto a Bruna usava os pés para espalhar a minha porra por toda a palmilha do seu salto. — "Olha só... meu tamanco agora tá todo hidratado com o leite do nosso tarado," — disse a Bruna, calçando o sapato melado e sentindo o "grudentinho" entre os dedos.

A Jô se aproximou, pegou o seu próprio tamanco todo sujo e passou no meu rosto: — "Limpa o que você fez, torneirinha. Beija esse chulé misturado com a sua porra."

Eu, completamente dominado, obedeci, lambendo o acrílico e a palmilha suada, enquanto as quatro riam, vitoriosas, prometendo que aquela era só a primeira de muitas noites.

A sala estava um cenário de completa degradação, mas para aquelas quatro pattys, a diversão estava apenas começando. A Dessa, a loira crente que já não tinha mais nada de santa, levantou-se do chão, limpando o resto de porra que escorria das coxas com a mão, e olhou para mim com um olhar de autoridade.

— "Você acha que vai descansar agora, torneirinha? Eu ainda não recebi meu dízimo completo," — ela zombou, me puxando pelo braço em direção ao quarto, enquanto as outras três a seguiam, fazendo o clokt-clokt dos tamancos melados de leite no piso.

Ela se deitou na beirada da cama, abrindo as pernas e deixando os tamancos de acrílico cristal pendurados nos dedos. A Jô e a Raquel se posicionaram atrás de mim, cada uma segurando um dos meus braços, enquanto a Bruna ajoelhou-se na minha frente, usando as unhas de francesinha para arranhar meu abdômen e guiar meu pau de 19cm direto para o alvo.

Eu entrei na Dessa de uma vez, um pele a pele seco e bruto. Ela gritava, mas não era de dor, era de puro êxtase. Eu sentia as paredes do rabo dela me espremendo, enquanto a Bruna colocava o pé direito, com o tamanco todo lambuzado de gozo, dentro da minha boca. O gosto do meu próprio leite misturado ao chulé da ruiva me deixou louco.

O ritmo era insano. Eu via o rosto da Jô, ainda sujo de porra seca, rindo da minha cara de desespero e prazer. Eu estava no meu limite físico, mas meu pau de tarado parecia ter vida própria.

— "Lá vem! A torneirinha vai abrir de novo!" — gritou a Raquel, sentindo os espasmos da minha rola.

Eu puxei a Dessa pela cintura com tanta força que ela arqueou as costas. O jato veio com uma pressão que eu nunca tinha sentido. Foi uma gozada monumental, a mais farta da noite. O leite disparou dentro do cuzinho da loira, mas era tanto volume que começou a transbordar imediatamente. A porra escorria pelo meu pau e pelas coxas dela, criando uma poça branca no lençol.

— "MEU DEUS! OLHA O TANTO DE LEITE!" — a Bruna exclamava, maravilhada, enquanto eu continuava pulsando jatos grossos que não pareciam ter fim.

Eu retirei o pau, que ainda cuspia o resto de porra, e a Jô rapidamente colocou o seu tamanco de cortiça embaixo da minha rola para colher as últimas gotas. O salto ficou inundado.

— "Agora, a regra é clara," — disse a Jô, olhando para as amigas. — "Ninguém sai daqui com o pé seco."

As quatro se sentaram em volta de mim. A Jô, a Bruna, a Raquel e a Dessa começaram a passar as solinhas dos pés umas nas outras, espalhando toda a porra que eu tinha disparado nelas. Elas calçaram seus saltos de acrílico e cortiça, sentindo o líquido quente e viscoso entre os dedos.

— "Obrigada pelo presente, torneirinha," — disse a Jô, levantando-se e caminhando até a porta, deixando pegadas de porra e suor pelo chão. — "Amanhã a gente volta pra você encher o resto dos nossos sapatos."

Elas saíram rindo, deixando-me exausto, vazio e completamente viciado naquelas patricinhas e em seus tamancos de cinderela. Eu sabia que, a partir daquele dia, meu único propósito seria manter aquela torneirinha sempre pronta para elas.

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