O calor de dezembro em Brasília estava abafador, e a mansão no Lago Sul transbordava com a nata da igreja. Era a confraternização de Natal, aquele tipo de evento regado a suco de uva, conversas sobre moralidade e a presença sufocante da família da minha ex-namorada. Mas, para mim, o foco era um só: os pés da Tia Ellen.
Eu já vinha alimentando esse fetiche há meses. Nos ensaios do coral e nas reuniões de domingo, eu passava o tempo todo hipnotizado, olhando para baixo. Eu já a tinha visto com aquele tamanco transparente da Zara várias vezes. O salto agulha de 15cm forçava o pé dela a um arqueamento pornográfico, e as duas tiras de vinil pareciam prestes a estourar sob a pressão daqueles pezões 38 deliciosos e carnudos. Eu sabia que, sob o calor do Planalto Central, aquele plástico criava uma estufa perfeita para o suor, gerando o chulé de "patty crente" mais excitante do mundo.
Enquanto os crentes discutiam passagens bíblicas e comiam rabanada, vi a Tia Ellen se esquivar para a área de serviço. Ela estava exausta de circular e, num momento de privacidade, tirou os saltos e os deixou escondidos atrás de uma poltrona no corredor dos quartos, calçando um chinelinho baixo para descansar. Foi a minha deixa.
Cravei a mão naqueles tamancos e me enfiei no primeiro quarto vazio, trancando a porta. O cheiro que exalou das palmilhas de acrílico quando as aproximei do rosto foi como um soco de prazer. Era um chulé potente, abafado, com o toque salgado do suor de horas de uso intenso, misturado ao aroma de hidratante de baunilha.
Meu pau de 19cm saltou para fora como uma mola, a cabeçona já roxa e transbordando um lubrificante transparente. Eu não batia apenas uma punheta; eu tinha um ataque de fúria sexual. Enfiando o nariz dentro da tira de vinil da frente, eu aspirava o odor da Tia Ellen até meus pulmões queimarem. Esfreguei o salto agulha no meu saco e passei a palmilha quente — ainda com o calor do corpo dela — por toda a extensão da minha rola.
— "Meu Deus, Ellen... que chulé... que solinha gostosa você tem, sua safada," — eu sussurrava, masturbando-me freneticamente, enquanto lambia o vinil onde o suor estava mais concentrado.
A porta se abriu com um solavanco. A Tia Ellen entrou, parando bruscamente. Ela estava sem o chinelo, descalça sobre o tapete, exibindo as solonas 38 rosadas e suadas, com as unhas em uma francesinha perfeita. O choque no rosto loiro de olhos azuis durou apenas cinco segundos. Ao ver meu pau gigante, babado, e eu com o rosto enterrado no sapato dela, a "irmã" deu lugar à mulher insaciável.
— "Você... o tempo todo me olhando na igreja... era por isso?" — Ela sussurrou, trancando a porta atrás de si com um clique metálico. — "Você é um tarado por esse chulé, é? Um fetichista imundo."
Ela caminhou até mim, pegou o tamanco da minha mão e, com um movimento sensual, calçou-o ali mesmo. O pé dela, úmido, deslizou para dentro do vinil, fazendo aquele som de sucção que me deixou louco. — "Se quer o meu pé, vai ter que aguentar o serviço completo do novinho."
Ela me empurrou para a cama e caiu de boca. O boquete da Tia Ellen era algo de outro mundo; ela usava a língua para massagear o freio da minha cabeçona enquanto segurava meus testículos com uma mão e, com a outra, trazia o próprio pé calçado no tamanco para perto da minha boca. Eu lambia a sola do sapato enquanto ela me sugava com uma voracidade que faria o pastor desmaiar.
— "Agora me fode. Quero sentir essa sua rola de tarado rasgando meu cuzinho," — ela ordenou, virando-se de costas e levantando o vestido de festa.
Eu não pensei duas vezes. O contato foi pele a pele, sem nenhuma barreira. Entrei no sexo anal dela com uma estocada profunda que a fez gritar contra o travesseiro. O rabo daquela MILF era apertado e quente, uma pressão constante que massageava cada milímetro do meu pau de 19cm. Eu a possuía com selvageria, as mãos cravadas nos quadris dela, enquanto via os saltos de 15cm apontados para cima, vibrando a cada impacto. O cheiro de sexo e o odor de chulé que subia dos pés dela no auge do esforço físico criaram uma atmosfera de pura depravação.
O prazer era tanto que minha visão começou a turvar. Eu sentia as paredes do rabo da Ellen tendo espasmos, o que me levava ao limite. — "Eu vou gozar, Ellen! Vou te inundar toda!"
— "NÃO TIRA! NÃO TIRA! QUERO TUDO NO MEU RABO!" — ela berrou, mas eu sabia que queria marcar os pés dela também.
No último segundo, puxei meu pau para fora e a torneirinha abriu com uma pressão absurda. Foi uma gozada farta e monumental. O primeiro jato atravessou o espaço e atingiu em cheio o vinil transparente do tamanco no pé dela. O segundo e o terceiro jatos foram rajadas grossas de porra quente que cobriram os dedos da Tia Ellen, escorrendo pelas laterais da palmilha e se misturando ao suor acumulado.
Eu continuava bombando, jatos e mais jatos de leite disparando sobre a panturrilha dela, o calcanhar e, por fim, uma descarga final que inundou o salto agulha. Era tanta porra que o sapato da Zara parecia ter sido mergulhado em um balde de tinta branca.
A Ellen se virou, ofegante, olhando para a carnificina de sêmen sobre seus pés e sapatos. — "Meu Deus... quanto leite... você é um poço de luxúria, garoto."
Ela pegou o tamanco ensopado, calçou-o novamente e sentiu o líquido viscoso e quente se espalhar entre os dedos, criando aquele som de "splash" a cada pressão do pé. — "Vou voltar para a ceia de Natal agora. Vou abraçar a sua ex e a família dela sentindo o seu leite grudar no meu pé a cada passo que eu der."
Ela me deu um tapa estalado na cara, um beijo melado de baba e saiu do quarto com seu clokt-clokt abafado pela viscosidade da porra, deixando-me ali, vazio e em êxtase total na mansão do Lago Sul.
A atmosfera na sala de jantar da mansão no Lago Sul era de uma hipocrisia sufocante. Enquanto o pastor fazia uma oração de agradecimento pelo ano que passava, todos estavam de cabeças baixas e olhos fechados. Todos, menos eu e a Tia Ellen.
Eu estava sentado na frente dela, a poucos metros de distância. Ellen, com aquele ar de "serva do Senhor", mantinha uma expressão serena, mas por baixo da mesa, o jogo era outro. Ela cruzou as pernas e começou a fazer um dangling perverso com o tamanco da Zara. Eu via o salto agulha de 15cm balançando, preso apenas pela ponta dos dedos, e o brilho do meu sêmen ainda viscoso refletindo a luz do lustre de cristal. O cheiro da minha porra, aquecida pelo calor do corpo dela e misturada ao chulé ácido do vinil, subia em ondas que só eu parecia notar. Ela me olhou fixamente, lambeu os lábios devagar e deu um sorriso de canto que dizia: "ainda não terminei com você".
Antes da saída, quando todos se organizavam para levar os restos da ceia, Ellen me fez um sinal discreto. Eu a segui até a despensa nos fundos da cozinha. Assim que a porta fechou, ela se ajoelhou com uma agilidade impressionante para uma mulher daquela classe.
— "Acha que eu vou te deixar ir embora com essa torneirinha cheia?" — ela sussurrou, já abrindo meu zíper.
Ela abocanhou meu pau de 19cm com uma fúria renovada. O boquete era barulhento, úmido, as bochechas dela sugando com tanta força que eu sentia a pressão nos meus testículos. Ela usava as mãos para massagear a base, enquanto o rosto dela, ainda com vestígios da maquiagem perfeita, ficava vermelho de esforço. Eu gozei ali mesmo, uma leitada farta que ela fez questão de aparar com as mãos, esfregando o excesso nas próprias pernas e nos braços, como se fosse um hidratante proibido, antes de limpar o resto na palmilha do tamanco.
O ápice da audácia aconteceu no caminho de volta para Águas Claras. O carro da minha ex-sogra era um SUV espaçoso, mas a configuração era perigosa: a sogra dirigindo, a mãe dela (uma senhora de 80 anos) no carona, e atrás, espremidos, estávamos eu, minha ex-namorada na janela direita e a Tia Ellen no meio, colada em mim.
O trajeto pela EPTG estava escuro. Minha ex, cansada da festa, encostou a cabeça no vidro e fechou os olhos. Foi o sinal verde para a Ellen. Sob o pretexto de estar com calor, ela tirou os tamancos da Zara. O cheiro de chulé de patricinha inundou o interior do carro instantaneamente.
— "Nossa, que cansaço nos pés..." — ela disse alto para as outras ouvirem, enquanto, por baixo do pano que cobria nossas pernas, ela guiava minha mão direto para as suas solonas 38.
O toque era surreal. A pele da sola dela estava quente, levemente úmida e macia como seda. Eu comecei a massagear o arco do pé dela, sentindo as dobrinhas do calcanhar, enquanto ela, com uma audácia divina, enfiava um dos tamancos na minha cara, forçando-me a cheirar o fundo do sapato enquanto minha ex dormia ao lado. O odor era uma mistura inebriante de plástico, suor e o sêmen seco da despensa.
Ellen não parou por aí. Com a mão livre, ela abriu minha calça discretamente. A sogra comentava sobre o sermão do domingo enquanto a Ellen segurava meu pau e começava uma punheta rápida e rítmica. Ela usava os próprios pés para apertar minhas pernas, criando um sanduíche de carne e prazer.
— "Olha aquela decoração de Natal ali, mãe," — comentou a sogra, distraída.
Nesse momento, a pressão explodiu. Eu tive que morder o lábio para não berrar. Foi uma gozada farta e descontrolada, a "torneirinha" jorrando jatos quentes que ensoparam minha cueca e o interior da minha calça jeans. Ellen não soltou; ela continuou apertando até a última gota, sentindo o calor do meu sêmen através do tecido.
Ela recolheu a mão, discretamente limpou os dedos na palmilha do tamanco transparente e o calçou de volta, sentindo o novo "grudentinho" se acomodar entre os dedos enquanto o SUV entrava em Águas Claras.
— "Chegamos, graças a Deus," — disse a sogra.
Ellen saiu do carro primeiro. Ao se despedir, ela se inclinou na janela, o cheiro de porra e chulé exalando do seu corpo, e sussurrou apenas para mim: — "Feliz Natal, novinho. Meus pés nunca estiveram tão bem cuidados."
Ela caminhou em direção ao prédio dela, o clokt-clokt dos saltos gozados ecoando no silêncio da noite, deixando-me ali, com as calças pesadas de leite e a mente completamente destruída por aquela MILF.
O sábado em Águas Claras estava abafado, típico do verão brasiliense. O culto na igreja tinha sido uma eternidade de sermões monótonos, mas a promessa de um "café da tarde" na casa da Tia Ellen era o que me mantinha em pé. O apartamento dela era amplo, sofisticado, com aquele cheiro de lavanda e móveis caros.
A sala estava cheia: minha ex-namorada, a mãe dela (minha ex-sogra), o pastor e mais dois diáconos com suas esposas. Todos sentados em volta da mesa farta, discutindo a escola bíblica, enquanto eu sentia o suor frio do nervosismo e do tesão descendo pelas minhas costas.
Ellen estava radiante. Ela usava um vestido justo de linho azul-claro que realçava seus olhos. Nos pés, para meu delírio, ela não estava com o tamanco da Zara, mas sim com uma plataforma Schutz de cortiça e tiras de acrílico cristal, salto 16cm. O pé 38 dela ficava absurdamente arqueado, as solonas rosadas aparecendo totalmente através da transparência.
Enquanto servia o café, ela passou por trás da minha cadeira. Senti o roçar proposital da bunda dela no meu ombro e o cheiro inebriante que subia dos seus pés — um chulé de patricinha concentrado, abafado pelo calor da tarde.
— "Novinho, por que não me ajuda a pegar mais algumas xícaras na cozinha?" — ela disse, com aquela voz de santa que escondia um demônio.
Na cozinha, longe dos olhos de todos, mas com o som das vozes dos crentes logo ali no cômodo ao lado, ela me prensou contra a pia. — "Gostou da coleção hoje? No meu quarto tem mais... mas aqui é mais perigoso, não acha?"
Ela levantou a perna e apoiou o salto agulha da Schutz direto na minha braguilha. O acrílico estava quente do calor do corpo dela. Eu já estava com o pau de 19cm latejando, quase rasgando a calça.
— "Tia, eles estão na sala... se alguém entrar..." — eu sussurrei, enquanto ela já abria meu zíper.
— "É isso que te deixa duro, né? O pecado," — ela respondeu, ajoelhando-se rapidamente.
Ela abocanhou meu pau com uma voracidade insana. O barulho do boquete — aquele som úmido de sucção — parecia ecoar pela cozinha inteira. Eu olhava para a porta a cada segundo, ouvindo o pastor comentar sobre a "pureza dos jovens", enquanto a Tia Ellen engolia minha cabeçona até o fundo da garganta. Ela fazia questão de usar uma das mãos para tirar o próprio tamanco e forçar a palmilha suada contra o meu nariz, me obrigando a respirar o chulé ácido dela enquanto ela me mamava.
— "Ellen? Está tudo bem aí? Precisa de ajuda?" — a voz da minha ex-sogra veio da sala, cada vez mais próxima.
Ellen não parou. Ela apenas acelerou, os olhos azuis fixos nos meus, cheios de deboche. No último segundo, antes da sogra entrar na cozinha, ela levantou-se, limpou a boca com as costas da mão e apontou para o armário. Eu estava de costas, com o pau latejando, escondendo a ereção.
Voltamos para a sala. Sentei-me em um pufe baixo, bem de frente para onde ela se acomodou na poltrona. Ellen, com uma audácia que me fazia tremer, chutou os tamancos para debaixo da mesa. Descalça, ela esticou as pernas e posicionou as solonas 38 suadas e carnudas direto no meu colo, escondida pela toalha de mesa comprida.
Enquanto o pastor falava sobre "evitar as tentações", eu sentia os dedos dos pés da Ellen explorando meu pau por baixo da mesa. Ela usava o dedão para massagear a coroa da minha rola, enquanto os outros dedos apertavam minhas bolas com uma precisão cirúrgica. O cheiro de porra seca da cozinha, misturado ao cheiro dos pés dela que exalava debaixo da mesa, era uma tortura deliciosa.
O tesão chegou ao ponto de não retorno. Eu via a Tia Ellen bebendo chá calmamente, conversando com a minha ex, enquanto os pés dela trabalhavam freneticamente no meu pau.
— "Eu vou gozar, Ellen..." — eu balbuciei, fingindo tossir para disfarçar.
Ela deu um sorriso angelical para o pastor e aumentou a pressão. O aperto das solas dela, a textura da pele e aquele calor proibido fizeram a torneirinha abrir. Foi uma gozada farta e silenciosa. Eu sentia os jatos de porra quente explodindo na minha cueca, ensopando o tecido e escorrendo pelas minhas coxas.
Ellen não parou até sentir que eu estava completamente vazio. Ela deslizou os pés para dentro dos tamancos da Schutz, sentindo o sêmen que tinha passado das minhas mãos para as solas dela agora se misturar ao suor da palmilha de acrílico.
— "Que café maravilhoso, Ellen," — disse o pastor, levantando-se para ir embora.
— "O prazer foi todo meu, Pastor," — ela respondeu, levantando-se também.
Ao passar por mim para levar as visitas até a porta, ela deixou o tamanco cair "sem querer" perto do meu pé. Ao me abaixar para pegar, senti o cheiro de porra e chulé exalando do calçado. Ela sussurrou no meu ouvido, enquanto a família da minha ex se despedia: — "Leva esse pra casa. Quero ele bem lambuzado até o culto de amanhã."
Ela voltou para a sala com o seu clokt-clokt grudentinho, deixando-me ali, com o pau melado e a mente escravizada por aquela "serva" de Águas Claras.
A noite em Águas Claras foi um mergulho profundo na luxúria solitária. Com o tamanco de acrílico da Schutz no meu quarto, eu não conseguia pensar em outra coisa. O salto de 16cm brilhava sob a luz do abajur, ainda carregando as marcas do suor da Tia Ellen e os vestígios da porra que ela tinha espalhado na palmilha com os pés.
Passei horas com aquele salto. Eu enfiava o nariz na tira de acrílico, aspirando o chulé de milf que parecia ter ficado impregnado no material. Era um cheiro viciante, de pele quente e couro, que me fazia bater punhetas repetidas. Em cada uma delas, eu mirava na palmilha, deixando o sêmen acumular até que o sapato estivesse transbordando. Eu queria que, ao calçá-lo no domingo, ela sentisse o peso da minha obsessão. Dormi com o tamanco ao lado do travesseiro, inebriado pelo odor daquela mulher.
O culto de domingo na igreja de Águas Claras estava lotado. O coral cantava, o pastor clamava, e a família da minha ex ocupava um banco inteiro. Eu estava logo atrás deles. A Tia Ellen chegou um pouco atrasada, atraindo todos os olhares. Ela estava com um vestido de renda branca, parecendo um anjo, mas nos pés... ela usava apenas um dos tamancos da Schutz; no outro pé, um chinelo simples, alegando ter "machucado o calcanhar".
Ela sentou-se na ponta do banco, bem ao meu lado no corredor. Durante a primeira oração, quando todos fecharam os olhos, eu deslizei a sacola de papel por baixo do banco.
— "Aqui está o que você esqueceu, Tia," — sussurrei.
Ela pegou a sacola e, com uma audácia que desafiava qualquer lei divina, tirou o tamanco ali mesmo, sob o banco. O sapato estava ensopado de porra fresca que eu tinha disparado antes de sair de casa. Ao calçá-lo, o som foi um squelchúmido, audível apenas para nós dois. Eu vi os dedos dela mergulharem na viscosidade branca, a porra escorrendo pelas laterais do acrílico e sujando o tapete da igreja. Ela me olhou de soslaio, os olhos azuis faiscando de prazer ao sentir o "grudentinho" gelado e farto entre os dedos enquanto o pastor falava de santidade.
Após o culto, enquanto os irmãos se cumprimentavam no pátio, Ellen me fez um sinal. Ela entrou em uma pequena sala nos fundos, usada para guardar as batinas e materiais do coral. Tranquei a porta e, antes que eu pudesse dizer algo, ela me prensou contra os armários de madeira.
— "Você me trouxe o salto todo sujo, novinho... agora vai ter que limpar com a língua," — ela ordenou, já puxando meu pau de 19cm para fora.
Ela sentou na mesa de madeira, abriu as pernas e levantou o pé com o tamanco da Schutz. — "Primeiro, o serviço de boca. Quero ver se essa torneirinha ainda tem pressão para a Tia."
Ela começou um boquete desesperado, profundo, a cabeça do meu pau batendo no fundo da garganta dela enquanto ela fazia um barulho de sucção que ecoava na salinha. Ao mesmo tempo, ela esfregava o pé calçado — todo lambuzado de porra e suor — na minha barriga, subindo até o meu peito.
— "Agora me fode, seu tarado! Enche a Tia de novo aqui dentro da casa de Deus!"
Eu a virei de costas na mesa. O sexo anal foi imediato e brutal. O pele a pele no cuzinho da Ellen era como entrar em um forno de prazer. Eu via o reflexo das luzes nos tamancos de acrílico dela, que batiam ritmicamente contra a madeira da mesa: clokt, clokt, clokt. O cheiro de chulé, porra e incenso criava uma atmosfera profana.
Eu sentia que ia explodir. A pressão era tanta que eu mal conseguia respirar. Puxei a Ellen pelos cabelos loiros e a virei de frente para mim, ainda de quatro, para que ela visse o estrago.
— "Lá vem! Olha a torneirinha, Ellen!"
Eu retirei e comecei a disparar. Foi uma gozada monumental, a mais farta da minha vida. Jatos grossos e potentes de porra quente voaram direto no rosto da Tia Ellen. Um jato pegou no olho azul dela, outro cobriu o nariz e o resto se espalhou pela boca e pelo decote do vestido branco. Mas eu não parei; eu mudei o alvo e mirei nos pés.
O leite continuava saindo em rajadas, inundando os tamancos da Schutz, cobrindo as tiras de acrílico e fazendo a porra escorrer pelo chão da sacristia. Era tanto sêmen que a Ellen parecia ter tomado um banho de clara de ovo.
— "Meu Deus... quanto leite... você é um animal do pecado," — ela disse, ofegante, limpando o olho com o dedo e provando a própria sujeira.
Ela se levantou, ajeitou o vestido manchado e calçou os tamancos que agora faziam um barulho de sucção a cada passo. — "Vou sair assim. Vou cumprimentar o pastor e a sua ex sentindo o seu rastro em cada fibra do meu corpo."
Ela saiu da sala com um sorriso vitorioso, deixando o cheiro da nossa depravação para trás.
A tensão no pátio da igreja era palpável. Enquanto a minha ex-namorada se aproximava, franzindo o nariz e perguntando que "cheiro estranho de perfume misturado com algo forte" era aquele, a Tia Ellen apenas observava de longe, encostada no seu carro, com um olhar de quem detinha todos os segredos do mundo. Eu sentia o sêmen secando na minha cueca, mas o peso da mochila — onde o outro par da coleção dela, um tamanco de salto agulha em acrílico neon, estava escondido — parecia queimar minhas costas.
Dois dias depois, Ellen me mandou uma localização: uma casa de campo nos arredores de Brasília, pertencente a um diácono que estava viajando. Quando cheguei, ela estava na varanda, usando apenas um hobby de seda preta e os tamancos neon que eu tinha levado para "cuidar".
— "Você deixou eles brilhando, novinho. Mas agora eu quero que eles fiquem opacos de tanto leite," — ela disse, com a voz rouca.
Ela me levou para o quarto principal. O fetiche ali atingiu o ápice. Ellen se deitou de costas, levantando as pernas e deixando os pés 38, com o arco tensionado pelo salto de 16cm, bem na altura do meu rosto. O chulé de milf exalava de forma agressiva, um cheiro quente de pele e plástico que me fez abrir a calça em segundos. Meu pau de 19cm saltou, latejando como se tivesse um coração próprio.
Ela não quis preliminares longas. — "Cala a minha boca com essa sua rola de tarado. Agora!"
Ela abocanhou meu pau num boquete desesperado, as mãos apertando minhas coxas enquanto os tamancos batiam um no outro, criando um som rítmico de acrílico. Logo em seguida, ela se virou, oferecendo o cuzinho rosado e convidativo. Entrei sem cerimônia, no pele a pele mais intenso da minha vida. A cada estocada, eu via o reflexo dos tamancos neon no espelho do teto. Eu a fod*a com uma fúria animal, sentindo o suor dela pingar no lençol, enquanto ela gemia palavras desconexas sobre pecado e redenção.
O prazer subiu como uma maré incontrolável. Eu sentia que a "torneirinha" ia explodir com uma pressão nunca antes vista.
— "VOU GOZAR, ELLEN! VAI SER MUITO!" — berrei, perdendo o controle.
— "NOS PÉS! NOS SALTOS! ME INUNDA, SEU TARADO!"
Retirei meu pau do cu dela no auge do espasmo. Foi uma gozada monumental, jatos fartos e intermináveis de porra grossa. O primeiro jato atingiu em cheio a sola do pé esquerdo dela, cobrindo o calcanhar. O segundo atravessou o ar e ensopou a tira de acrílico neon do pé direito. Eu continuava bombando, a porra saindo em rajadas rítmicas que cobriram os dedos, as unhas em francesinha e escorreram pelo salto agulha, formando uma poça branca no tapete de luxo.
Era tanto leite que a Ellen começou a rir, em êxtase, vendo os próprios pés sumirem sob a camada de sêmen farto. — "Olha o que você fez... você é uma máquina de porra..."
Ela se levantou, caminhando sobre a porra, sentindo o "grudentinho" definitivo. Ela pegou os tamancos ensopados e os guardou em uma caixa de veludo.
— "Nossa história de igreja termina aqui, novinho. Vou me mudar para o Rio mês que vem. Mas esses sapatos... eles vão comigo. Sempre que eu os calçar e sentir o relevo do seu leite seco na palmilha, vou lembrar do cheiro do meu chulé te deixando louco."
Ela me deu um último beijo, com gosto de suor e desejo, e saiu do quarto. Eu fiquei ali, ofegante, olhando para as marcas dos pés dela no chão, sabendo que nunca mais olharia para um banco de igreja da mesma forma. A "torneirinha" finalmente descansava, mas Brasília nunca mais seria a mesma para mim.