Parte 4.
Naquele momento a Lizlene foi para o seu banho, enquanto eu fiquei esperando, e tomando o resto do vinho. Passados uns 15 minutos, ela saiu enrolada numa toalha, e me falou:
— Amor, eu estou insegura. Com receio de dar errado. Acho que não devemos levar adiante essa loucura. Não vale a pena. Eu o amo demais, e não sinto falta de nada. Tenho medo de colocar em risco tudo que temos, por um prazer momentâneo. Talvez nada justifique tal loucura.
Nessa hora, até eu fiquei em dúvida, assustado com a insegurança dela. Nunca poderia imaginar uma mudança tão forte, da noite para o dia. Não sabia o que poderia ter provocado aquela virada de chave. Perguntei:
— Mas, você não estava com vontade?
— Isso, quase todas mulheres têm, muitas vontades, fantasias, desejos contidos, sonhos reprimidos, mas acho que não compensa o risco que isso tudo envolve.
Ficamos calados, nos observando. Eu não conseguia entender. Perguntei:
— O que é que você vai dizer ao Sigmund? Ele veio somente para rever você.
Liz me olhou nervosa, e respondeu:
— Não sei, amor. Estou em pane. Me ajuda.
Tive uma ideia, e falei:
— Proponho de você mesma falar com ele. Seja sincera. Mande uma mensagem, diga que está se arrumando, se ele pode vir aqui até na nossa cabana, beber um pouco e conversarmos. Para quebrar o gelo e reatar nossa relação. Você, com ele aqui, explica tudo a ele. E ele vai entender.
Lizlene concordou. Mais tranquila, ela começou a se arrumar, se besuntou de creme hidratante para a pele, colocou uma lingerie sexy de renda preta com a calcinha fio dental. Depois, vestiu uma blusa de seda verde escuro, com decote em V bem pronunciado, sem sutiã, deixando quase seus seios saindo, e uma saia preta bem curtinha. Calçou sandálias pretas de salto. Colocou brincos e pulseiras douradas.
Quando ela já estava pronta, vi que ficou maravilhosa. Ela estava se maquiando e eu disse para ela enviar a mensagem ao Sigmund.
Lizlene pegou o telefone e digitou agilmente a sua mensagem. Digitou rápido com os dois dedos polegares, como ela sabe fazer.
Poucos minutos depois o Sigmund bateu na nossa porta.
Nos cumprimentamos formalmente, ele tentou dar um beijo na boca da Liz, e ela recuou deixando apenas face para ele beijar, e disse:
— Espere... Vamos conversar primeiro.
Ele se conteve e se sentou no sofá. Lizlene se sentou perto e eu fiquei na poltrona em frente. Já fui servindo vinho para todos. No começo, falamos um pouco sobre assuntos corriqueiros, quanto tempo havia passado desde a última vez que nos vimos, nossa vida, o trabalho de cada um, e chegamos na ideia de fazer aquele encontro na Pousada. Eu, para não enrolar muito, disse:
— A Liz ficou um pouco insegura, hoje. Está tensa, nervosa.
Sigmund olhou para ela meio intrigado, e a Liz estava sentada numa posição que revelava sua tensão, pernas juntas, mãos segurando os joelhos.
Ele, na mesma hora, disse que não iria querer fazer nada contra a vontade dela:
— Não tem problema se você não quiser, e desejar desistir...
Nesse momento, a Lizlene se levantou, sentou-se bem junto do Sigmund, e deu um beijo no rosto. Ela falou:
— Obrigada. Você é um amor.
Eu já havia servido uma taça de vinho para ele, e ele tomou um gole. Tinha servido também uma para a Liz e outra para mim. Todos bebemos naquele momento de silêncio.
Sigmund falou:
— Relaxem, vamos conversar. Quero entender melhor o que está acontecendo.
Ficamos ali, sentados na sala, bebendo, mas não tocamos na questão. Conversando como amigos que não se viam há muito, falávamos de nosso momento pessoal. Em busca de assunto, perguntei da ex-noiva que o abandonou e ele contou que ela havia se casado com o antigo namorado. Mas já havia traído o marido. Depois ele retomou o nosso encontro. Confessou que sempre teve vontade de nos procurar, mas como a Liz havia dito que não queria mais nada, ele respeitou, e nunca ligou.
A Liz estava esperando a chance de se explicar e disse:
— Eu amo meu marido, nossos filhos, nossa família. Gostei muito de ter conhecido você. Foi maravilhoso. Uma experiência inesquecível. Às vezes, sinto saudade.
Ela fez uma pausa, bebeu um gole de vinho.
— Agora, tenho muito medo de que possamos estar cometendo um erro que nos possa afetar e destruir. Meu casamento é o mais importante.
Para nossa surpresa, o Sigmund disse:
— Eu respeito muito o Mirno. Não quero ser o motivo de uma ruptura de vocês. Não se trata disso... Mas, tenho que confessar que mesmo tendo outras amantes nesse período, desde que conheci a Lizlene, fiquei muito encantado. Você me marcou muito Eu queria muito rever e estar com você.
— Que bonitinho! – Disse a minha mulher. Romântico!
— Amar é verbo intransitivo. – Ele disse. E continuou: — O fabuloso escritor Mário de Andrade já dizia isso. Aliás, um livro fantástico, modernista, revolucionário da moral conservadora da época. Ele deu uma pausa. Bebeu, e depois falou:
— E eu nada posso fazer se alimento uma paixão pela Liz... Assumo isso. Você me marcou demais. Tenho ciúme do Mirno. Mas não vou forçar a barra.
Aquela atitude dele, aberta e sincera, se declarando, tornou o clima mais leve e descontraído.
Estávamos bebendo, e eu brinquei:
— Liz, que amava Mirno, que amava Liz, que amava Sig, que amava Liz, que amava toda a família... Isso já foi letra de música.
Nós demos risada. O clima se tornou ainda mais leve.
Bebendo e conversando, fomos descontraindo. Eu devia estar aliviado pelo fato da minha esposa estar com vontade de cancelar tudo, mas em vez disso, estava bastante frustrado por ter acreditado que a Lizlene estava querendo reviver as emoções do passado. Eu sabia que ela sentia vontade, mas precisava entender se ela desistisse.
Perto das 16h, depois de muita conversa, o Sigmund, perguntou para a Lizlene qual o motivo concreto de sua insegurança e medo.
Ela respondeu as mesmas coisas ditas a mim. Mas naquele momento, a Lizlene já se mostrava totalmente à vontade, certamente pela ajuda do efeito do vinho que bebemos, que já ia na terceira garrafa, pois estava falante e alegre, sendo sincera como sempre. De repente, o Sigmund me perguntou:
— Você gostaria de ver a Liz novamente comigo? Você gosta disso?
Eu não contava com a pergunta, mas sabia que tinha que dar segurança à Liz:
— Se for vontade dela, sim. Claro. Eu quero que ela seja feliz. É ela que me estimula. Se ela sentir vontade eu vou gostar de ver minha esposa realizando um desejo.
Nessa hora, ele pediu:
— Você pode nos dar licença para falarmos, eu e ela sozinhos?
Antes que eu respondesse ele explicou:
— Acho que se falarmos apenas nós dois, francamente, permitirá que a Lizlene fique mais à vontade e me esclareça melhor. Se caso ela não quiser prosseguir com o plano, eu irei embora sem problemas.
Esse pedido dele, nos pegou de surpresa, e eu expliquei que estava de acordo, desde que ela concordasse. A Lizlene ficou sem saber muito o que dizer, mas aceitou abanando a cabeça. Eu disse que iria dar uma volta e em quinze minutos voltaria.
Quando saí da cabana, o meu coração disparou, pois deixei minha esposa com outro homem, que estava muito a fim dela, e ela se segurando para evitar se entregar novamente. Eu tinha ciúmes e tesão ao mesmo tempo. O fato de não saber o que poderia acontecer, sem minha presença, me deixava bastante nervoso.
Andei uns cinco minutos pelo bosque, circulando sem me afastar muito. Até que resolvi tentar encontrar uma maneira de espiar o que acontecia, e procurei andando ao redor da cabana.
Como eles estavam na sala, vi que tinha uma janela lateral, perto da porta, que ficou entreaberta e tinha uma cortina fininha. Me aproximei muito discretamente, até achar um ângulo de onde conseguia vê-los parcialmente. Com alguma dificuldade pude perceber que eles estavam ainda sentados lado a lado no sofá, ainda bebendo vinho e conversando.
Fiquei aliviado, mas tive receio de que eles saíssem dali para outra parte do ambiente, onde eu não conseguiria mais ver, mas, para minha sorte eles continuaram sentados. Vi quando o Sigmund, pegou na mão da Lizlene, mas foi um gesto carinhoso. Ele parecia explicar a ela algo que eu não conseguia escutar. Depois de um tempo, ele tentou passar a mão nos cabelos dela, fazer carinho, e depois tentou beijar, mas ela parecia irredutível. Liz não correspondeu, se mantinha séria, conversando de maneira bem equilibrada e segura.
Naquele ponto, senti até um certo alívio, pensando que não rolaria nada, e que a Lizlene não iria ceder. Já tinha passado os 15 minutos, eu fiquei na dúvida se voltava a entrar na cabana. Mas, notei que, de repente, num ato inesperado, o Sigmund se aproximou bem dela, os rostos quase se tocando, segurou a Liz pelos braços e a beijou com intensidade. Pensei que ela ia reclamar com ele, mas ela apenas o deixou beijar. Percebi que eles depois se olhavam nos olhos, por alguns segundos, e se beijaram novamente.
Dessa vez foi com cumplicidade dela, e ficaram trocando mais caricias suaves e beijos nos lábios, e no pescoço, já como verdadeiros namorados. Meu coração disparou novamente.
De súbito, a Lizlene, como se quisesse fugir, se levantou e ficou de pé. Encheu sua taça de vinho e bebeu tudo de uma vez em três goles. Ela parecia meia confusa, o Sigmund se levantou, e indo por trás dela, se encostou e acariciou a bundinha dela, e beijou o pescoço. Finalmente, ela se virou e ele a beijou na boca. Ela ficou totalmente de frente para ele, se beijam de novo, com vontade, enquanto ele com as mãos na bundinha dela ficou acariciando e a puxando contra si. Eles logo engataram um namoro mais forte, onde os beijos e as caricias ficaram constantes durante alguns minutos. Eles murmuravam coisas que eu não consegui ouvir.
Depois de um tempo assim, ele começou a retirar a blusa delicada dela, deixando-a com os seios expostos. Os mamilos estavam empinados indicando sua excitação. Ele passou a dar beijos entre os seios e ela apenas suspirando e apertando as costas dele com as mãos. Lizlene já estava visivelmente excitada e gostando dos toques.
Nessa hora eu pensei que era o momento de voltar, mas fiquei com receio de interromper e a Lizlene desistir novamente. Meu tesão ao ver os dois excitadíssimos, já era enorme. Esperei mais um minuto ou dois e resolvi voltar. Quando eles escutaram a porta se abrir, pararam e me olharam entrando. Vi a Lizlene sem sutiã, e com a saia erguida até na cintura. Ela não se assustou. Permaneceu como estava. Na mesma hora eu disse:
— Podem continuar. Vou apenas beber meu vinho em paz.
O Sigmund percebeu que tinha que tomar o controle, e puxou a Liz, dando outro beijo muito forte na boca. Minha esposa retribuiu, mas senti a Lizlene ainda insegura.
Embora correspondesse aos beijos, ficou um pouco tímida. Ela se virou para o meu lado e perguntou:
— Amor, tudo bem? Posso mesmo? Você tem certeza disso?
Eu respondi:
— Se está com vontade, tudo bem. Não se preocupem... Eu ficarei apenas apreciando.
Nesse momento, a Lizlene e o Sigmund voltaram a se sentar lado a lado no sofá, e eu fiquei numa outra poltrona ali defronte, bebendo o vinho. Sigmund pegou a garrafa, e serviu também as taças deles. Ele falou:
— Nós precisamos combinar umas regras antes.
Eu fiquei prestando atenção e ele perguntou:
— Você aceita ser citado durante o nosso encontro? Tem alguma restrição sobre comentários e expressões que fizermos?
Como eu não tinha nenhuma experiencia, além daquela noite do resort, nem sabia exatamente o que o Sigmund queria dizer, eu respondi:
— Não, tudo bem. Aceito… Sem restrições.
Ele perguntou:
— A Lizlene pode falar com você, também? Comentar o que sente? Provocar?
— Sim. - Eu disse.
A Liz, olhou para nós dois, meio intrigada, e questionou:
— Mas… como assim? O que eu vou falar?
O Sigmund respondeu:
— Relaxa, na hora certa você saberá o que tem de dizer.
A Lizlene, intrigada, me perguntou:
— Amor, você quer mesmo ficar junto? Não sei se consigo me soltar, vendo você presente. É meio constrangedor.
Eu disse:
— No resort você se soltou.
— Lá era uma primeira vez, éramos quase desconhecidos, estávamos experimentando... e pensei ser a única. Nunca imaginei repetir. – Ela explicou.
Eu respondi:
— Pense que está livre para ser como desejar. Não se preocupe comigo. Aproveite. Minha única exigência é ficar aqui, presente, vendo. O resto eu não coloco restrição.
Na mesma hora, o Sigmund falou para ela:
— Ele gosta, já falamos disso. Seu marido é corno. Tem prazer em ver você comigo. Senão ele nem estaria aqui. Não se preocupe, minha safadinha, hoje você vai conseguir se soltar, será maravilhoso para os três, basta fazer o que eu pedir.
Em seguida, ele puxou a Lizlene e retomou os beijos. O Sigmund colocou a mão dentro da tanguinha da Lizlene, tocando a bocetinha, e ela suspirou e fechou os olhos. Ele deu um puxão na saia dela e fez cair no chão aos pés da minha esposa, deixando-a apenas de tanguinha. Ela estava toda arrepiada, com os seios túrgidos na nossa frente. Era uma visão alucinante.
Lizlene estava ofegante, embora ainda tentasse se controlar. E justamente nesse momento o Sigmund começou a colocar sua habilidade sedutora em ação, falando com Lizlene, sobre sacanagens, provocando-a, mais do que havia feito na primeira vez.
— Está assumindo seu lado de putinha tesuda? Na frente do seu corninho?
Ele provocava, entre beijos e caricias. A Lizlene não gostava muito desse tipo de estímulo, pois sempre me disse que não gostava de falar nada durante o sexo. E diante as frequentes perguntas dele, sempre safadas, ela finalmente reagiu:
— Eu não gosto muito de falar, sou mais de sentir.
Ele, insistindo, respondeu:
— Confia em mim, putinha. Se solta. Assume seu lado mais devasso. Sei que está se travando. É importante isso. Todos sentirão muito tesão, se você aceitar e corresponder.
Enquanto falava isso, ele ficou atrás dela, em pé, encostado na bunda dela, beijando o pescoço. Ela mesma virou o rosto para ele e o beijou. Estava querendo.
As mãos do Sigmund estavam acariciando por cima da calcinha, às vezes penetravam dentro da calcinha ou apertavam os seios. O tempo todo ele continuou falando com ela:
— Está gostoso, putinha?
Pela primeira vez até então, ela soltou um gemido:
— Ahhhm... aí sim. Eu gosto…
O Sigmund se animou:
— Hummm, isso, fala comigo, safadinha, você quer ser minha putinha, hoje?
Ela:
— Haaham! Quero.
Sigmund insistiu:
— Diga, e quem é seu macho hoje?
Lizlene relutou:
— Ah, para com isso, vem…
Sigmund insistiu:
— Fala Lizlene, você sabe. Quem será seu macho hoje? O Mirno quer ouvir.
Naquele momento a tanguinha da Lizlene já estava no meio das coxas, e o Sigmund com os dedos tocando na bocetinha dela. A Lizlene, se contorcendo de tesão, enquanto o safado a beijava e falava com ela. Eu permanecia sentado na cadeira, olhando para os dois, de frente. Mas meu corpo fervia e meu pau duro queria romper minha cueca. Minha respiração ficou ofegante. Era incrível como eu me excitava ao ver minha esposa se entregando ao desejo.
Lizlene suspirou:
— Não, não preciso dizer isso não, vai…
Sigmund falava no ouvido dela:
— Sim, Lizlene, obedece ao seu macho. Diz o que pedi. É gostoso assumir a safadeza. Se quer ser minha putinha, tem que se soltar. E deixar seu corninho tarado também. Isso é cumplicidade.
Lizlene gemeu, quase se entregando:
— Ahhh... Eu não consigo… Estou maluca…
— Maluca por quê? – Ele perguntou baixinho.
— Maluca de tesão… – Ela respondeu.
— Tesão de fazer o quê? – Ele questionou.
— Tesão de ser bem putinha! Safada e dar gostoso para você! – Disse suspirando.
Sigmund foi mais incisivo:
— Vai, putinha, você já fez isso uma vez, e sentiu muito tesão. Se solta, provoca o safado, o seu corno quer ouvir você falar.
Lizlene me olhou por uns segundos, vendo que eu estava tarado, disse para ele:
— Meu corno gosta… E você…
Sigmund:
— Diz… Eu sou o quê?
Lizlene finalmente cedeu e gemeu:
— Você é meu macho! Meu macho mais tesudo!
Sigmund:
— Hummmm, assim, sim. Gostei…
Nesse momento, eu estava já com o pau tão duro, que a cueca me apertava. Estava tão tarado que não consegui me conter. A Lizlene me olhando, me viu retirar o pau duro para fora da cueca e comecei a me masturbar, lentamente.
Aquilo também provocou os dois. Eles começaram a gemer de tesão.
Percebi que a Lizlene ao me ver com o pau de fora, entrou finalmente no clima, se esfregava no Sigmund atrás dela, e sussurrava:
— Meu Macho tesudo! O meu corninho está gostando… Também estou com muito desejo!
— O que é que você deseja? – Sigmund perguntou:
— Desejo ser a sua putinha! Quero dar gostoso, foder bastante, gozar muito... Nesse seu pau delicioso! – Ela ofegava.
Parecia que finalmente ia acontecer algo realmente alucinante. Eu estava com tanto tesão que tive que parar a punheta e não pegar mais no meu pau, senão eu gozava.
Continua na parte 5.
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