Fodida Por Um Cachorro de Rua e um Estranho ( e mais… muito mais) - parte 2

Da série Zoo
Um conto erótico de Cat
Categoria: Zoofilia
Contém 2311 palavras
Data: 05/02/2026 22:09:12

Eu me chamo Cat, e aquela noite com o vira-lata e João não foi o fim – foi o começo de algo selvagem, proibido e viciante que me consumiu por completo. Acordei na manhã seguinte com o corpo dolorido, coberto de marcas de patas e mordidas leves, o cheiro de sêmen animal e humano impregnado na minha pele e nos lençóis embolados. João já tinha ido embora, deixando um bilhete com seu número: "Ligue se quiser mais diversão. Eu posso trazer amigos... ou cachorros." O vira-lata, que João batizou de Rex na hora, dormia no chão, ofegante, como se nada tivesse acontecido. Mas para mim, tudo tinha mudado. Eu me sentia viva, elétrica, como se tivesse descoberto um lado meu que sempre existiu, mas que o álcool e a loucura haviam liberado. Minha buceta ainda latejava, inchada e sensível, e eu passei a mão entre as pernas, sentindo o resíduo viscoso de sêmen canino e humano misturado. Era errado, eu sabia, bestialidade era tabu, ilegal em muitos lugares , mas isso só tornava mais excitante. Eu queria mais. Muito mais.

Nos dias seguintes, eu não conseguia pensar em outra coisa. Durante o dia, no trabalho, eu me distraía imaginando línguas ásperas lambendo minha buceta, paus pulsantes de cachorros me esticando, o peso de um animal em cima de mim. À noite, eu saía de casa preparada: saia curta preta que mal cobria minha bunda, sem calcinha, blusa fina que deixava meus mamilos duros visíveis, e um frasco de tequila no bolso para manter a coragem. Eu passeava pelas ruas desertas do bairro, parques vazios onde as sombras das árvores dançavam ao luar, procurando por cachorros soltos ou pessoas curiosas. Meu coração acelerava a cada latido distante, a cada sombra que se movia. Eu me sentia como uma puta em caça, exposta e molhada de antecipação, o ar noturno roçando minha buceta nua, fazendo-me tremer de excitação.

A primeira noite depois daquela, eu encontrei um cachorro pequeno, um pug gordinho que farejou minhas pernas e lambeu minha mão. Eu me agachei, abrindo as pernas ligeiramente, e ele foi direto para minha buceta, sua língua curta e molhada explorando minhas dobras inchadas. "Bom garoto", murmurei, arqueando as costas enquanto ele lambia vorazmente, sua respiração quente contra minha carne rosada. Eu esfreguei meu clitóris, gozando rápido, ondas de prazer me inundando enquanto ele continuava, lambendo o suco que escorria pelas minhas coxas. Mas ele era pequeno demais para montar, então eu o afastei, frustrada, e continuei caminhando.

Nas noites seguintes, eu refinei minha técnica. Passeava por parques desertos, sentando em bancos com as pernas abertas, fingindo olhar o celular enquanto esperava. Um labrador preto me encontrou uma vez, grande e musculoso, olhos brilhando na escuridão. Ele se aproximou devagar, farejando o ar, e eu estendi a mão. "Vem cá, garoto", sussurrei, minha voz rouca de desejo. Ele lambeu minha mão, depois desceu, sua língua larga e áspera deslizando pela minha buceta exposta. Eu gemi alto, sem me importar se alguém ouvia, minhas mãos no pelo dele, guiando-o mais fundo. Ele lambia com fome, separando meus lábios, tocando meu clitóris sensível, penetrando minha entrada com a língua quente. Eu estava encharcada, meu corpo tremendo, e quando ele tentou montar, eu o deixei. Seu pau vermelho e inchado saiu da bainha, grande e pulsante, e ele empurrou contra minha entrada molhada. Entrou com um impulso, esticando-me, preenchendo-me completamente. "Ah, porra, sim!", gritei, sentindo cada estocada selvagem, suas ancas batendo contra as minhas, o nó na base inchando, trancando-nos juntos. Eu gozei violentamente, meu corpo convulsionando, suco jorrando enquanto ele ejaculava dentro de mim, jatos quentes enchendo minha buceta. Ele se afastou depois, ofegante, e eu sentei ali, pernas abertas, sentindo o sêmen escorrer, sorrindo para a noite.

João ligou alguns dias depois, e eu o convidei para uma "passeata". Ele veio com Rex, e nós três caminhamos pelo parque. Eu estava sem calcinha, saia curta, e logo Rex começou a farejar. João riu, vendo meu olhar excitado. "Quer repetir, puta?", ele disse, e eu assenti. Nos escondemos atrás de uns arbustos, e Rex montou em mim enquanto João assistia, seu pau duro na mão. Eu gemia, sentindo o pau canino me penetrar fundo, e João se aproximou, colocando seu pau na minha boca. Chupei ele com avidez, sentindo o gosto salgado, enquanto Rex me fodia sem piedade. João gozou primeiro na minha boca, engolindo tudo, e depois tirou Rex, lambendo minha buceta vazia enquanto o cachorro observava. Era intenso, mas eu queria mais…mais cachorros, mais loucura.

Eu comecei a frequentar parques e ruas mais isoladas, sempre à noite, sempre preparada. Encontrei um golden retriever uma vez, seu pelo dourado brilhando ao luar. Ele me seguiu até um beco escuro, e eu me inclinei contra a parede, saia subindo, pernas abertas. Ele lambeu minha buceta imediatamente, sua língua longa e molhada explorando cada dobra, lambendo meu clitóris inchado, penetrando minha entrada. Eu esfregava meu peito, beliscando os mamilos duros, gozando enquanto ele continuava, seu focinho pressionado contra minha carne. Quando ele tentou montar, eu o guiei, sentindo seu pau grosso entrar em mim, esticando-me ao limite. Ele fodia rápido, selvagem, suas patas nas minhas costas, e eu gritava de prazer, minhas unhas cravando na parede. O nó inchou, trancando-nos, e ele ejaculava dentro de mim, enchendo-me com sêmen quente. Eu senti tudo: o pulsar do pau dele, o calor se espalhando, o transbordar pelas minhas coxas. Era viciante, e eu queria mais cachorros, mais intensidade.

João trouxe amigos uma noite, dois caras que ele conhecia de um bar, curiosos e pervertidos. Nós quatro caminhamos pelo parque, e eu estava molhada só de pensar. Encontrei um rottweiler solto, grande e ameaçador, e os caras riram quando eu me agachei, abrindo as pernas. O cachorro farejou, lambeu minha mão, depois desceu para minha buceta. Sua língua era áspera e larga, lambendo vorazmente, separando meus lábios, tocando meu clitóris, penetrando fundo. Eu gemia, arqueando as costas, e os caras assistiam, paus duros nas calças. "Chupa ele, vadia", um deles disse, e eu virei, tomando o pau de João na boca enquanto o rottweiler lambia. O outro cara se aproximou, lambendo minha bunda, sua língua no meu cu enquanto o cachorro explorava minha frente. Era demais, sensações triplas me levando ao êxtase. O rottweiler tentou montar, e eu o deixei, seu pau enorme entrando em mim, esticando-me dolorosamente bom. Os caras se revezaram: um na minha boca, outro lambendo minha buceta ao redor do pau do cachorro, depois trocando para anal. João entrou no meu cu, lubrificado pelo sêmen, enquanto o rottweiler me fodia pela frente, e o outro cara chupava o pau do cachorro, lambendo o gosto da minha buceta. Eu gozei sem parar, ondas após ondas, meu corpo tremendo, suco e sêmen escorrendo. Eles gozaram dentro e fora de mim, cobrindo-me, e o rottweiler ejaculou jatos grossos, enchendo-me até transbordar.

Mas nada se comparava ao que aconteceu naquela pista de skate às três da madrugada. Eu tinha ouvido falar de um lugar deserto no bairro industrial, uma pista abandonada cercada por prédios vazios, onde cachorros de rua se reuniam. Eu fui lá preparada, coração acelerado, saia curta sem calcinha, blusa fina, tequila no sangue para coragem. O ar estava fresco, o luar fraco iluminando o concreto rachado. Eu sentei na borda da pista, pernas abertas, esperando. E então ouvi: latidos baixos, aproximando-se. Uma matilha de quatro cachorros, três vira-latas grandes, musculosos, pelagem marrom e preta, e um pitbull branco e musculoso, olhos amarelos brilhando como fogo. Eles me cercaram, farejando o ar, sentindo meu cheiro de excitação feminina misturado com álcool.

"Vem cá, garotos", murmurei, minha voz rouca, estendendo a mão. O pitbull se aproximou primeiro, farejando minha buceta exposta, sua língua larga e áspera deslizando pela minha carne rosada. Eu gemi, arqueando as costas, sentindo o arrepio subir pela espinha. Ele lambeu vorazmente, separando meus lábios inchados, tocando meu clitóris sensível, penetrando minha entrada com a língua quente e molhada. Os outros três assistiam, latindo baixinho, seus paus começando a sair das bainhas, vermelhos e inchados. Eu estava encharcada, meu corpo tremendo de antecipação. "Bom garoto", sussurrei, minhas mãos no pelo dele, guiando-o mais fundo. Ele lambia sem parar, explorando cada dobra, cada centímetro, sua respiração quente contra minha pele, o cheiro musgoso de animal misturado com meu aroma de excitação.

Um dos vira-latas, o maior, se aproximou, farejando minhas coxas, e eu abri as pernas mais, oferecendo-me. Ele lambeu também, sua língua áspera roçando a do pitbull, criando uma dança molhada na minha buceta. Era intenso, duas línguas lambendo simultaneamente, uma no clitóris, a outra penetrando minha entrada. Eu esfregava meu peito, beliscando os mamilos duros, gozando pela primeira vez, ondas de prazer me inundando, suco escorrendo pelas minhas coxas. "Ah, porra, sim, lambem a minha xota, seus cachorros safados!", gritei, minha voz ecoando na pista vazia.

O pitbull tentou montar primeiro, suas patas dianteiras batendo no meu peito, derrubando-me de costas no concreto frio. Eu caí com um baque, saia embolada na cintura, pernas se abrindo instintivamente. Ele se posicionou, seu pau vermelho e pulsante, grande como um pau humano médio, veias saltadas, ponta bulbosa pingando pré-sêmen, roçando minha entrada molhada. Empurrou com um impulso animal, entrando em mim, esticando minha buceta apertada, preenchendo-me completamente. "Ahhhh, foda-se!", gemi, sentindo a dor misturada com prazer, seu membro canino quente e grosso batendo fundo no meu útero. Ele começou a foder rápido e selvagem, ancas batendo contra as minhas, o som de carne contra carne ecoando. Eu arqueei as costas, minhas unhas cravando no pelo dele, incentivando-o. "Vai, fode a minha buceta, cachorro!", berrei, bêbada de luxúria.

Enquanto ele me penetrava, um dos vira-latas se aproximou, farejando minha buceta esticada ao redor do pau do pitbull. Sua língua lambeu minhas dobras expostas, tocando meu clitóris inchado, lambendo o suco que escorria, misturado com pré-sêmen. Era surreal, ser fodida por um cachorro enquanto outro lambia minha buceta, sua língua áspera e molhada explorando cada centímetro, sugando meu clitóris, penetrando ao lado do pau pulsante. Eu sentia tudo multiplicado: o esticamento interno, a fricção externa, o calor das línguas e do pau. Meu corpo tremia, gozando de novo, ondas violentas me sacudindo, suco jorrando enquanto o pitbull acelerava, seu nó inchando na base, trancando-nos juntos. Ele ejaculou dentro de mim, jatos quentes e grossos enchendo minha buceta, transbordando pelas minhas coxas, e eu convulsionava, gritando de êxtase.

O pitbull se afastou, ofegante, seu pau ainda pingando, e o vira-lata que lambia tomou seu lugar, montando em mim. Seu pau entrou fácil na lubrificação animal, deslizando fundo, esticando-me mais. Ele fodia com força, ancas batendo, e outro cachorro se aproximou, lambendo minha buceta ao redor do pau dele, sua língua tocando meu clitóris, penetrando minha entrada junto com o membro. Eu estava perdida no prazer, pernas enroladas em torno do vira-lata, empurrando contra ele. "Sim, lambem e fodam, seus animais!", gemi, minhas mãos acariciando suas costas. O terceiro cachorro se juntou, farejando minha bunda, sua língua lambendo meu cu, penetrando o anel apertado, molhando-o com saliva. Era demais, três cachorros me estimulando simultaneamente: um no cu, outro lambendo a buceta, o terceiro fodendo-me pela frente. Eu gozei explosivamente, meu corpo arqueando, suco escorrendo, e o vira-lata ejaculou dentro de mim, enchendo-me mais.

Mas eles não pararam. O quarto cachorro, o último vira-lata, montou, seu pau grosso entrando no meu cu agora, lubrificado pela saliva do outro. Era anal puro, doloroso e delicioso, esticando meu anel apertado ao limite. "Ah, porra, fode meu cu, cachorro!", gritei, sentindo cada estocada profunda, seu pau pulsante batendo fundo. Enquanto isso, o pitbull voltou, lambendo minha buceta vazia agora, sua língua áspera explorando minhas dobras inchadas, tocando meu clitóris sensível, penetrando minha entrada. E o vira-lata que tinha fodido minha buceta se aproximou, seu pau semi-duro na minha mão, e eu o guiei para minha boca. Chupei ele com avidez, sentindo o gosto amargo de sêmen animal e minha própria excitação, minha língua lambendo a ponta bulbosa, engolindo-o até a garganta.

Era a cena perfeita: um pau na boca, outro no cu, e outro lambendo a buceta. Eu sentia tudo, o esticamento anal, a fricção na boca, a língua molhada no clitóris. O cachorro no meu cu acelerou, suas ancas batendo contra minha bunda, o nó inchando, trancando-nos. Ele ejaculou dentro do meu cu, jatos quentes enchendo-me, transbordando, e eu gozei de novo, vibrando em torno do pau na boca, sugando mais forte. O pitbull lambia sem parar, sua língua penetrando fundo, sugando meu suco, e eu convulsionava, ondas de prazer me inundando. O cachorro na boca endureceu, ejaculando de novo, sêmen quente escorrendo pela minha garganta, engolindo tudo enquanto gemia.

Eles se revezaram por horas, naquela pista de skate deserta. Um depois do outro, fodendo minha buceta, meu cu, minha boca, lambendo cada centímetro do meu corpo. Eu perdi a conta dos orgasmos, pelo menos dez, meu corpo coberto de sêmen, tremendo de exaustão e êxtase. Eles me viraram de quatro, um fodendo meu cu enquanto outro lambia minha buceta, sua língua tocando meu clitóris, penetrando junto com o pau. Outro na boca, chupando com fome, e o quarto lambendo meus peitos, sua língua áspera nos mamilos duros. Era uma orgia animal, literal, o cheiro de sexo no ar, latidos e gemidos ecoando.

Quando acabou, eu deitei ali, exausta, pernas abertas, sêmen escorrendo de todos os orifícios. Os cachorros se deitaram ao meu redor, lambendo meu rosto e corpo com línguas ásperas. Eu sorri, ainda bêbada, sentindo o gosto na boca, o cheiro na pele. Aquela noite foi o ápice, uma matilha inteira, proibida e selvagem. E eu sabia que queria mais. Muito mais. Cat, a mulher que se tornou a puta dos cachorros, e amava cada segundo.

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