Contei Pro Papai Que Sou a Putinha Da Escola E Ele Me Puniu - Parte 2

Um conto erótico de FilhaProtetora
Categoria: Heterossexual
Contém 3062 palavras
Data: 05/02/2026 20:07:00

Fico parada na porta do quarto de hóspedes por três segundos exatos antes de entrar. Três segundos respirando fundo, ajeitando a máscara de filha preocupada no rosto, enquanto o espelho do corredor escuro me devolve a imagem que construí: cabelo castanho preso num rabo de cavalo desgrenhado, olheiras de quem estuda até a madrugada para o concurso da PM, camiseta branca do antigo colégio militar, o tecido fino marcando os mamilos porque dispensei o sutiã após o banho. Pareço inocente. Pareço boa. É exatamente o que ela precisa ver agora.

Quando entro, a luz amarelada do abajur de cerâmica com flores pintadas — relíquia do casamento feliz de 1998 — banha minha mãe num halo doentio. Ela está sentada na cama de solteiro, encostada na cabeceira de madeira barata, os olhos cinzentos e opacos fixos na janela fechada. Usa o pijama xadrez azul que comprei na C&A no Natal passado, numa tentativa falha de trazer alguma dignidade àquele corpo que foi bonito um dia, mas agora é um amontoado de ossos sob pele flácida e veias saltadas.

— Júlia? — a voz sai rouca, quebrada, como se cada sílaba custasse sangue.

— Sou eu, mãe. — Aproximo-me, o colchão rangendo sob meus passos leves. Sento na beirada e pego a mão dela — fria, úmida, os dedos deformados pela artrite apertando minha palma com o desespero de quem se afoga. — Trouxe seu remédio. E um chá de camomila.

Ela me olha, e naqueles olhos vejo o oceano de culpa que a engoliu nos últimos três anos. Desde a falência da construtora, desde o fim do dinheiro, desde que a depressão a transformou numa estátua de sal vestindo flanela barata.

— Você não precisa fazer isso, filha... — murmura, a mão livre indo ao rosto magro para esconder as lágrimas que brotam sem permissão. — Devia estar saindo... com amigas, namorando... não cuidando de uma velha inútil...

Sinto o estômago revirar, mas mantenho o sorriso doce, o tom de voz baixo e medicamentoso. Inclino-me e beijo a testa fria dela. O cheiro de remédio amargo misturado com shampoo neutro impregna meus sentidos. Afasto uma mecha grisalha do rosto pálido.

— Você não é velha, mãe. Tem quarenta e seis anos. — Seguro o rosto dela entre minhas mãos, obrigando-a a me encarar. — E não é inútil. Está doente. Depressão é doença séria, como diabetes, como câncer. Você não escolheu isso. Mas eu escolho cuidar de você. Eu escolho ficar aqui.

*E escolho fazer o que for necessário para manter o teto sobre nossas cabeças*, penso, enquanto meu polegar traça a linha dos lábios secos dela. *Se eu não der ao pai o que ele precisa, ele busca fora. E se ele trouxer uma amante para este apartamento, se você ouvir a cama bater com outra mulher no quarto ao lado, você não sobrevive, mãe. Você não aguenta a humilhação de ser trocada. Então eu carrego o fardo. Eu me sujo para você permanecer limpa na sua ignorância protegida.*

— Eu tenho medo... — confessa, a voz trêmula, o olhar vidrado. — Medo de que seu pai... que ele vá procurar outra... uma mulher que funcione... que não seja um cadáver ambulante como eu...

Sinto o coração apertar. Não é fingimento. Eu realmente a amo. Por isso a ferroada na consciência é tão doce e amarga ao mesmo tempo.

— Nunca. — Minha voz é firme, âncora para a deriva dela. — Eu garanto, mãe. O papai não vai te trair. Não vai te humilhar com nenhuma piranha da rua. Eu cuido disso. Eu cuido dele. Ele está sendo... satisfeito. Por mim. É nosso segredo de família. Eu sou a cola que segura vocês dois agora.

Ela me olha, confusa, mas tão sedenta por esperança que interpreta minhas palavras distorcidas da forma mais inocente possível. Pensa em afeição, em carinho filial. Não imagina que falo de fluidos, de carne, de transpiração e gemidos abafados.

— Você é meu anjo, Júlia... — sussurra, aceitando o comprimido azul que coloco em sua língua, bebendo o gole d'água que ofereço. — Meu anjo da guarda...

— Sempre, mãe. — Acaricio o cabelo ralo, observando as pálpebras pesarem, a química cruel e necessária fazendo efeito. — Durma. Sonhe com coisas boas. Ninguém vai te substituir. Ninguém vai te humilhar. Eu prometo.

Fico ali por vinte minutos, vigiando, até a respiração arrastada se transformar no ronco profundo do sono induzido. Quando tenho certeza absoluta de que ela apagou — que nem um terremoto a acordaria agora —, solto a mão dela devagar, beijo sua bochecha úmida e me levanto.

Meus passos no corredor escuro mudam de ritmo. Deixam de ser leves; tornam-se predadores. Sou uma missionária perversa. Uma santa puta. Caminho para o sacrifício, e cada fibra do meu corpo vibra na tensão entre o dever e o desejo imundo.

Ele está lá. Carlos Eduardo. Meu pai. Apoiado na parede do corredor, a silhueta maciça bloqueando a luz que vem do banheiro. Sem camisa, o peito largo e peludo brilhando de suor no calor da noite, a barriga chapada subindo e descendo. Segura uma *long neck* de Brahma na mão esquerda e a direita está dentro da calça de moletom cinza, massageando o que eu sei estar duro, pulsante, faminto.

— Finalmente? — A voz dele é lixa grossa, áspera de cigarro e uísque barato.

— Finalmente. — Sussurro, parando a um palmo, sentindo o calor do corpo dele irradiar sobre o meu. — Ela dormiu perguntando se você ainda a amava. Se ia traí-la.

Ele dá um gole longo na cerveja, o pomo de adão oscilando, e solta uma risada seca, sem humor.

— E o que você disse, sua putinha protetora?

— Disse que eu não deixava. — Caio de joelhos no carpete gasto, bem em frente à porta entreaberta do quarto dela. A posição é simbólica: estou entre os dois quartos, barreira física entre a inocência dopada e a luxúria acordada. — Disse que eu cuidava de tudo. Que nenhuma piranha de fora ia humilhar minha mãe. Que... que eu era suficiente.

Ele puxa o cordão da calça e o tecido cai aos tornozelos. O pau salta, quase roçando meu rosto. Está vermelho-escuro, veias grossas mapeando o eixo, a glande inchada e brilhante de pré-gozo, chorando fluido transparente. O cheiro é avassalador — almíscar de homem maduro, urina residual, sabonete barato e aquela essência inconfundível de testosterona acumulada. O cheiro da fome.

— Então cuida. — Ordena, agarrando minha nuca com a mão livre, os dedos grossos enterrando-se no meu rabo de cavalo. — Protege sua mãe da humilhação, Júlia. Chupa essa pica antes que eu vá pra rua caçar uma vadia qualquer.

Abro a boca e aceito metade do comprimento num movimento único. Minha garganta relaxa, treinada para a invasão. O som é obsceno — *gluck* — úmido, vácuo puro, enquanto minha língua trava contra a base da glande, castigando o freio sensível.

— Ahhhh... porra... — Ele joga a cabeça para trás, batendo na parede, a cerveja perigosamente inclinada. — Essa boca... essa boquinha de anjo...

Trabalho com a cadência de quem sabe o que faz. Não sou amadora; sou a especialista que ele criou. Uso a língua para circular a coroa da glande enquanto minha mão direita sobe para pesar as bolas — cheias, densas, meses de frustração conjugal armazenados ali. Minha mão esquerda segura a base, batendo uma punheta lenta em sincronia com a sucção.

— Olha pra ela... — Ele sussurra, olhando para baixo, para mim, e depois para a porta atrás das minhas costas. — Olha pra porta enquanto chupa. Imagina ela acordando e vendo a filha boazinha de joelhos mamando o marido...

Liberto-o com um estalo sonoro, um fio de saliva espessa conectando meus lábios inchados à cabeça vermelha do pau. Olho por cima do ombro, para a escuridão do quarto de hóspedes.

— Ela não acorda. — Sussurro, quase implorando, perdida na minha própria doença. — Mas se visse... entenderia. Saberia que tô protegendo ela. Que sou o escudo dela contra a traição.

— Você é doente. — Ele rosna, mas há admiração perversa na voz. A mão na minha nuca empurra com violência, forçando o pau até o fundo da garganta, fazendo-me engasgar, os olhos lacrimejando. — Doente e perfeita. Continua. Me protege, sua vadia de estimação. Chupa até eu esquecer que ela existe no quarto ao lado.

Engasgo, a garganta contraindo em espasmos ao redor dele, e ele geme alto — *nnngh* — aproveitando a fricção interna. Agarro as coxas musculosas dele, sentindo os pelos grossos e a pele quente, e movimento a cabeça num ritmo frenético, criando o vácuo, sugando como se minha vida dependesse disso. Porque na minha lógica quebrada, depende. Se eu não sugar bem, se não o esvaziar, ele sai. E traz a vergonha para dentro de casa.

— Levanta. — Ele puxa meu cabelo, arrancando alguns fios, obrigando-me a soltá-lo. — Vamos pro quarto. Se quer substituir a corna, vai ser na cama dela. Na cama do casamento. No trono da rainha inútil.

Levanto-me, as pernas trêmulas, a boca melada. O pijama curto já subiu até a cintura, expondo a calcinha de renda branca que escolhi — estilo conservador, parecida com as que ela usava quando jovem. Caminho à frente dele em direção à suíte principal, mas paro na porta do quarto de hóspedes uma última vez. Olho para dentro. Ela está deitada de lado, boca entreaberta, vulnerável, entregue. Sou sua guardiã. Sua sentinela devassa.

— Durma, mãe. — Sussurro, sentindo a ereção do meu pai pressionando minhas nádegas através do tecido. — Eu tô aqui. Cuidando de tudo.

Fecho a porta devagar. O clique da maçaneta soa como uma sentença.

O quarto do casal cheira a estagnação e memórias. A cama *queen size* está desfeita, lençóis bege amassados. O perfume barato de baunilha dela ainda impregna o travesseiro esquerdo. O pai me empurra e caio sobre o colchão, sentindo as molas cederem, o tecido gasto contra minhas coxas.

— Tira essa roupa. — A voz dele é comando puro, o pau apontando para mim como uma arma carregada. — Quero você como ela nunca mais foi. Disponível. Aberta. Puta.

Sento-me e puxo a camiseta pela cabeça, expondo os seios pequenos e firmes, mamilos cor-de-rosa endurecidos pelo ar frio e pela excitação. Desço a calcinha, chutando-a para longe, ficando completamente nua na cama onde fui concebida. A ironia não me escapa; eu a transformo em combustível.

— Deita no travesseiro dela. — Ele caminha até a cama, a sombra imensa cobrindo meu corpo pálido. — Deita e cheira o travesseiro da corna enquanto eu te como.

Obedeço. Deito de costas, viro o rosto e enterro o nariz no travesseiro frio da minha mãe. O cheiro me invade — a fragilidade, a ausência dela. Ao mesmo tempo, sinto o peso do meu pai montando entre minhas pernas, a cabeça do pau batendo na minha entrada, que já está encharcada de tanto tesão e culpa.

— Conta. — Ele esfrega a glande na minha fenda, molhando-se no meu lubrificante natural, torturando, negando a entrada. — Conta quantos machos comeram a "protetora da família" essa semana. Quanta pica estranha entrou na minha filha boazinha pra me manter em casa?

— Doze... — Grito abafado contra o tecido, o cheiro dela misturando-se com o suor dele que pinga nas minhas costas. — Doze militares, pai. O Sargento Costa me comeu três vezes. Na biblioteca, no capô do carro, no banheiro dos fundos. Gozou dentro todas as vezes, disse que queria me emprenhar pra eu aprender a ser mulher... O Cabo Pereira me arrombou o cu sem cuspe, disse que eu gemia igual a uma puta de estrada. O Soldado Andrade e o pelotão... dei pra eles em grupo, pai... chupei dois enquanto outros dois me fodiam... era necessário... era pra me cansar... pra eu não trazer ninguém pra cá...

— Mentira! — Ele estala um tapa violento no meu seio esquerdo, fazendo a carne vibrar e avermelhar instantaneamente. — Você gosta! Gosta de ser a boqueteira oficial do quartel!

— Gosto! — Admito, erguendo o rosto, encarando-o com olhos marejados de luxúria e dor. — Gosto de ser usada! Mas é por você, pai! É pra proteger a mãe! Se eu não me esgotasse com eles lá fora, eu traria o tesão pra casa, e você... você podia buscar uma amante... alguém que risse dela...

Ele agarra meus tornozelos e abre minhas pernas num V brutal, expondo tudo. A luz da lua ilumina minha buceta raspada, brilhante, pulsando em antecipação.

— Proteção... — Ele ri, posicionando-se. — Você acha mesmo que tá me protegendo? Ou tá querendo ser o centro do mundo, Júlia? A putinha que é tudo pro papai — filha, amante, esposa?

— As duas coisas! — Grito, unhas cravadas no lençol. — Eu sou tudo! Sou sua filha e sua puta! Mas fico aqui, pai! Não deixo você sair!

Ele empurra com força animal, enterrando-se até o fundo numa única estocada. Minha visão fica branca, o grito sai estrangulado — *aaaaah* — enquanto sinto a carne esticar, preenchida pela espessura dele. Ele é maior que os militares. Mais grosso. Mais real.

— Tão apertada... caralho... — Ele geme, parando fundo, o púbis esmagando o meu. — Apertada apesar de tanta rola... sua putinha insaciável...

Ele começa a bombear. Devagar no início, arrancando gemidos graves da minha garganta a cada descida profunda, depois rápido, violento. O som de pele contra pele — *plec-plec-plec* — mistura-se com o ranger rítmico da cama e os grunhidos que escapam dele.

— Ela é uma corna! — Ele grita, olhando para a porta fechada. — Uma corna inútil que dorme enquanto eu fodo a filha na cama dela! Enquanto a minha garotinha toma pica no lugar da mãe!

— Ela é corna! — Repito, perdida no delírio, saliva escorrendo pelo canto da boca. — Mas não sabe! Não sente! Porque eu tô aqui, pai! Eu absorvo tudo! Eu sou o filtro!

Ele me vira de bruços com brutalidade, puxando meu cabelo para arquear minha coluna. Caio de cara no travesseiro dela novamente. Ele levanta meu quadril e cospe na minha entrada anal.

— Vou te arrombar. — Avisa, sem preliminares, sem piedade. — Vou te marcar por dentro pra você lembrar que é minha propriedade. Não dos militares. Minha.

— Fode! — Grito, empurrando a bunda contra ele. — Marca! Faz eu lembrar! Mas fica aqui! Não vai pras outras!

Ele invade meu ânus numa estocada seca, dolorosa, deliciosa. Grito no travesseiro da minha mãe, o som abafado pelo algodão que guarda o cheiro dela. Ele estoca com força, cada investida profunda fazendo meus olhos verem estrelas.

— Abre mais! — Ordena, estalando tapas na minha bunda, deixando as marcas dos dedos que durarão dias. — Abre esse cu pro dono da casa! Pro homem da família!

Relaxo o esfíncter, deixando-o entrar mais fundo, até sentir a base dele colidir com minhas nádegas. O prazer e a dor fundem-se numa onda elétrica que sobe pela espinha.

É quando ouvimos.

A maçaneta do quarto de hóspedes range.

Não o nosso. O dela.

Passos arrastados no corredor. O som inconfundível da porta se abrindo.

Eu congelo. Meu coração falha uma batida. Meu ânus contrai involuntariamente ao redor do pau do meu pai, apertando-o num espasmo de terror. Ele também para, petrificado dentro de mim, suor frio brotando na nuca.

— Carlos...? — A voz da minha mãe, sonâmbula, pastosa, vem do corredor escuro. — A cama... tá rangendo... barulho... dói minha cabeça...

O pai não sai de dentro de mim. Permanece enterrado até as bolas, corpo tenso como corda de violino. Ele olha por cima do ombro, para a fresta de luz da porta da suíte, onde a silhueta dela se desenha — magra, o pijama pendendo, olhos abertos mas cegos, pupilas dilatadas pelo remédio.

— É o vento, Ana. — A voz dele sai estranhamente calma, controlada, enquanto sinto o pau dele pulsar dentro do meu reto, excitado pelo perigo iminente. — Volta a dormir. É pesadelo.

— Tá fedendo... — Ela murmura, tombando a cabeça, farejando o ar sem processar a realidade. — Cheiro de... bicho... de sexo...

— É o remédio novo. Gosto ruim na boca. — Ele mente, e, num ato de loucura, empurra o quadril sutilmente, uma estocada lenta e profunda dentro de mim. Mordo o travesseiro para não gritar. — Você tá alucinando. Vai deitar, Ana. Vai dormir enquanto eu... conserto a cama.

— Consertar... — Ela repete a palavra, o cérebro desligando. Ela dá as costas, cambaleante, e desaparece na sombra do corredor.

A porta do quarto de hóspedes fecha com um baque suave.

O pai espera dez segundos. Dez segundos eternos, o pau latejando dentro do meu cu, ambos ouvindo o som distante das molas da cama dela rangendo quando ela se deita novamente.

Então, a violência explode.

— A corna quase pegou a gente! — Ele rosna, voz rouca, frenético. — Quase viu o marido com a pica no cu da filha! Sua puta dissimulada!

Ele volta a bombear com força triplicada, animal, desesperado. Puxa meu cabelo, obrigando minha cabeça a erguer, forçando-me a olhar para o espelho da cômoda. A cena refletida é grotesca e sagrada: ele, suado, musculoso, dominador; eu, de quatro, arrombada, rosto contorcido em êxtase e pânico.

— Olha! — Ordena, martelando meu interior. — Olha no espelho! Quem é você, Júlia?

— Sou sua puta! — Grito, a voz falhando, o orgasmo vindo como uma marretada. — Sua filha puta! A protetora da casa! A boqueteira do papai!

— Vou gozar! — Avisa, o corpo inteiro rígido, coxas tremendo contra as minhas. — Vou encher teu cu e você vai dormir comigo vazando! Amanhã vai pro cursinho com a minha porra na bunda, lembrando quem manda!

— Goza, pai! — Imploro, esfíncter pulsando, ordenhando-o. — Enche seu sacrifício! Marca sua propriedade!

Ele ruge, um som gutural — *aaaaaaargh, Júlia, vadia do caralho, toma tudo* — e transborda. Sinto o jato quente, denso, hirviente, inundando meu reto, preenchendo cada espaço vazio. Ele continua estocando durante o orgasmo, injetando meses de abstinência dentro da própria filha, enquanto eu gozo junto, contraindo em espasmos rítmicos, sugando cada gota.

Quando termina, ele desaba sobre mim, o peso esmagando meu corpo contra o colchão da cama deles. O pau, ainda semiduro, escorrega para fora com um som úmido, deixando um rastro de sêmen e lubrificante entre minhas nádegas.

— Amanhã... — Ele ofega, lambendo o suor salgado das minhas costas. — Amanhã você vai me contar tudo de novo. Cada sargento. Cada cabo. E eu vou te punir de novo. E você vai continuar me protegendo, não vai?

— Sim, pai. — Murmuro, sentindo a porra dele escorrendo quente por dentro das minhas coxas, manchando o lençol matrimonial da minha mãe. — Sempre. Sou sua. Só sua. E a mamãe... ela nunca vai ser humilhada por outra. Só por mim.

Ele ri, um som cansado e possessivo, e morde minha nuca, marcando território.

— Minha boa filha. Minha putinha de estimação. Minha protetora.

E lá fora, no quarto de hóspedes, a mãe ronca baixinho, dopada, segura em sua ignorância, enquanto a filha transborda do sêmen do marido, certa, em sua doença, de que acabou de salvar a família.

***

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