Algumas semanas depois, o “horário extra” já era parte da minha rotina. Eu marcava com o Sr. Roberto quase todo dia útil agora, e meu marido só sorria na porta, dava um beijo demorado e sussurrava: “Vai lá, amor. Volta cheia pra mim”. Meu corpo já se acostumava à expectativa — a buceta formigando só de pensar no pau grosso dele me abrindo.
Naquela quinta-feira, o escritório estava vazio mais cedo. Ele me chamou para a sala dele, trancou a porta como sempre, mas dessa vez veio por trás enquanto eu ainda estava de pé, arrumando uns relatórios na mesa dele. Colocou as mãos nos meus quadris, apertou forte e colou o corpo no meu. Senti o pau já duro roçando na minha bunda por cima da saia.
— Vem cá, minha putinha — murmurou no meu ouvido, voz grave e rouca.
Ele levantou minha saia devagar, puxou a calcinha pro lado sem tirar, só afastando o tecido fino. Esfregou a cabeça grossa na entrada da minha buceta, que já estava melada de antecipação. Empurrou devagar, centímetro por centímetro, até entrar todo. Gemi alto quando senti ele preenchendo tudo, as veias roçando nas paredes internas. Ele começou a meter ritmado, devagar no começo, saindo quase todo e voltando fundo, a barriga batendo na minha bunda a cada estocada.
Eu empinei mais, apoiando as mãos na mesa, gemendo sem controle. Ele acelerou, segurando meus quadris com força, metendo mais fundo, os ovos batendo no meu clitóris a cada investida. O som molhado enchia a sala, misturado com nossos gemidos.
De repente, ele saiu inteiro. Senti falta na hora, mas antes que eu pudesse reclamar, ele cuspiu na mão, passou no pau e depois no meu cuzinho apertado. Sem aviso, sem falar nada, apenas pressionou a cabeça grossa contra meu cuzinho.
— Não… espera… o que você tá fazendo? — falei rápido, tentando me virar, o corpo tenso.
Ele segurou minha nuca com uma mão, me mantendo debruçada na mesa, e com a outra continuou pressionando.
— Shhh… relaxa. Vai ser bom.
— Não, por favor… eu nunca… não quero… — tentei me afastar, as pernas tremendo, mas ele era mais forte. Empurrou devagar, a cabeça forçando o anel apertado do cuzinho. Doeu na hora — uma ardência forte, pressão intensa. Eu gemi de dor, tentei fechar as pernas, mas ele abriu minhas nádegas com as mãos e empurrou mais.
— Para de lutar, caralho… solta esse cuzinho pra mim.
A cabeça passou com um estalo dolorido. Eu soltei um gritinho, as unhas cravando na madeira. Doeu pra cacete, senti ele me abrindo de um jeito que nunca imaginei. Ele parou um segundo, deixou eu respirar, mas não saiu. Depois continuou enfiando devagar, centímetro por centímetro, até estar todo dentro. A sensação era de plenitude absoluta, esticando tudo, preenchendo um lugar que ninguém nunca tinha tocado.
— Porra… que cuzinho virgem apertado… tá me esmagando — ele grunhiu, voz rouca de tesão.
Começou a mexer devagar, saindo um pouco e voltando, cada movimento fazendo a dor diminuir aos poucos e virar um calor estranho, intenso. Eu ainda relutava no começo, murmurando “não… por favor…”, mas meu corpo traía: a buceta pingava mel pelas coxas, o clitóris inchado latejava. Ele percebeu, desceu uma mão e começou a esfregar meu clitóris em círculos rápidos enquanto metia mais fundo no cuzinho.
— Viu? Tá gostando… goza com meu pau no seu cuzinho.
A combinação do pau grosso abrindo meu cuzinho e os dedos no clitóris me levou ao limite rápido. Gozei forte, o corpo tremendo inteiro, o cuzinho contraindo em espasmos violentos ao redor dele. A sensação era insana — orgasmo vindo de um lugar novo, mais profundo, me fazendo gemer alto sem parar.
Ele acelerou, metendo com força agora, os ovos batendo na minha buceta melada, a barriga colidindo na minha bunda. Grunhiu alto, segurou meus quadris com as duas mãos e gozou dentro do meu cuzinho. Senti jato quente atrás de jato, muito sêmen grosso enchendo tudo, pulsando enquanto ele ficava enterrado até o talo, esvaziando-se completamente. Ficou parado uns segundos, respirando pesado, o pau ainda latejando dentro de mim, até sair devagar. Quando tirou, senti o sêmen escorrendo devagar pela entrada dilatada do cuzinho, pingando pelas coxas e molhando a calcinha que ainda estava de lado.
Ele me virou de frente, beijou minha boca com força e disse baixo:
— Segunda a gente repete. Agora vai pra casa.
Saí dali com o cuzinho ardendo e latejando, a calcinha encharcada de porra escorrendo dos dois buracos, cada passo fazendo mais sêmen vazar pelas coxas.
Cheguei em casa ainda tremendo. Meu marido abriu a porta, viu minha cara corada e as pernas bambas, e já soube.
— Conta tudo — disse, voz baixa e excitada.
Entrei, fechei a porta e contei soluçando: que ele me comeu normal no começo, que de repente começou a colocar no cuzinho sem avisar, que eu disse não, tentei impedir, mas ele comeu mesmo assim, que doeu no início, mas que depois eu gozei forte, que ele gozou tudo lá dentro.
Ele não falou nada. Só me puxou pro quarto, me deitou de bruços na cama, levantou minha saia e arrancou a calcinha melada. Abriu minhas nádegas com as mãos e ficou olhando o cuzinho vermelho, dilatado, ainda vazando porra branca grossa que escorria devagar.
— Ele te abriu mesmo… — murmurou, tesão na voz.
Enfiou a língua direto no meu cuzinho. Lambeu devagar, sugando o sêmen que escorria, circulando a entrada sensível, chupando tudo com gemidos roucos na minha carne. Alternava entre o cuzinho e a buceta, lambendo cada gota, como se fosse o melhor sabor do mundo.
Depois se levantou, tirou a roupa rápido e se posicionou atrás de mim. Esfregou o pau na entrada do meu cuzinho ainda escorregadio de porra e saliva.
— Agora eu.
Empurrou devagar. Meu cuzinho já estava mais aberto, mas ainda apertado. Ele entrou inteiro com um gemido longo. Começou a meter ritmado, segurando meus quadris, batendo forte. Falava sacanagem no meu ouvido:
— Isso… seu cuzinho agora é nosso… ele abre, eu marco… gozar onde ele gozou…
Eu gozei de novo, apertando ele com força. Ele acelerou, meteu fundo e gozou dentro do meu cuzinho também, misturando o sêmen dele com o que ainda restava do Sr. Roberto. Ficou parado, pulsando, até sair devagar.
Depois me virou de costas, me beijou devagar e disse:
— Pode deixar ele te comer o cuzinho quando quiser. Sem avisar, sem pedir. Mas toda vez que voltar… eu chupo primeiro, e depois fodo você lá também. Entendeu?
Balancei a cabeça, ofegante.
— Entendi.
Desde então, o Sr. Roberto não avisa mais. Às vezes mete na buceta, às vezes vira de repente e força o cuzinho. E eu volto pra casa com os dois buracos cheios, melados, prontos pro meu marido lamber tudo antes de me foder de novo.
De tanto dar o cuzinho pro chefe — várias vezes por semana, sempre sem aviso, sempre forçando até o fundo —, meu corpo mudou. Hoje o cuzinho já nem fecha todo mais. Ficou arrombado, relaxado, com a entrada mais larga e macia. Quando o Sr. Roberto quer, basta encostar a cabeça grossa que já desliza pra dentro fácil, sem precisar cuspir ou forçar tanto. Entra inteiro de uma vez só, preenchendo tudo sem resistência. E quando chego em casa, meu marido percebe na hora: enfia o pau sem esforço, escorregando direto até o talo, gemendo de tesão ao sentir como ficou fácil me foder lá atrás agora.
E eu… eu vivo esperando a próxima vez, sentindo o cuzinho latejar só de pensar nos dois paus que entram e saem sem dificuldade nenhuma.