⚠️ Aviso de gatilho, esse conto têm uma cena de Boa Noite Cinderela.
Pois é, eu viajei para a praia com um plug no meu bumbum, achando que ninguém ia reparar, achando que estava sendo super-discreta e no final, só servi de show, para o meu namorado que disse ter percebido, inclusive, ele disse que o irmão dele também percebeu, os dois devem ter se divertido…
Eu estou lá olhando para ele abismada, o meu cérebro fazendo as últimas conexões de tudo o que aconteceu nas últimas horas, meu bumbum ultra-sensível depois da viagem, com o plug enterrado dentro dele, eu sorrio completamente, sem jeito, meus olhos azuis focados nele, minhas bochechas branquinhas e cheias de sardas, deveriam estar tão vermelhas quanto meus cabelos.
E então… Ele repete a ordem, “Raquel me deixa ver o plug!”, é a terceira vez que ele fala, eu abro a boca, mas não respondo, a autoridade dele dessa vez foi colocada no tom de voz, eu sinto o frio na barriga de quem sabe que a punição vem e o frio na espinha de quem sabe que vou adorar cada segundo.
Eu olho um último segundo saindo do personagem, falo sem som, “eu te amo.”, ele me responde também sem som, “te amo”, e aí eu volto para o personagem. “Sim senhor…”, me viro e apoio a mão esquerda no capô do carro, olhando em volta e percebo que ele estacionou em um lugar bem distante e escuro… Ele planejou tudo…
Com a mão direita eu baixo a calça cargo, liberando minha bundinha redondinha e lisinha, com a joiazinha azul redondinha separando de leve as bandinhas do bumbum, agora empinadinho para ele e é claro, o fiozinho dental com letrinhas logo acima do bumbum, não aguento e olho para trás para ver a cara dele, ao conseguir ler ‘HOJE TEM CU’ logo acima do meu bumbum.
Eu imaginava que ele ia ler isso no escuro do nosso quarto, mas no escuro do estacionamento está servindo também… O queixo caído dele, foi o meu maior presente de natal com 5 meses de atraso da minha vida, ele ficou literalmente paralisado, senhoras e senhores, foi o momento dessa submissa se sentir nas nuvens, essa peste conseguiu tirar seu dome do controle.
Eu levo um belo tapa na bunda, ao ponto dos meus joelhos falharem pior, o plug se move e eu quase grito de prazer, ele me segura pelos cabelos e me puxa para colar no peito dele, “Cala a boca… Você conteve seus gemidos a viagem toda, agora vai gozar em silêncio.”, faço que sim com a cabeça, enquanto fala isso, ele está com o indicador apoiado na joia do plug, movendo ele em mim, me fazendo quase revirar os olhos.
Ele começa a estimular minha menininha e a fazer o plug, girar, mover para cima, para baixo, me enlouquecendo, acelerado minha respiração, eu mordo minha mão choro, sentindo o pêndulo dentro de mim, “Goza vagabundinha, não é para segurar não, é para gozar, só é para gozar em silêncio”, eu gozo, eu estremeço toda, eu mordo minha mão, eu sinto minhas pernas falharem pelo esforço de aguentar, quase não aguento.
Ele me apoia de forma um pouco bruta no capô do carro e puxa a calcinha de lado, ele enfia bruto, forte, o pêndulo se move na hora, eu quase gritei, aguentei, mas gritei sem som, eu senti ele pulsar na hora ao ver meu grito sem som, o tesão que isso deu nele, eu senti atravessar meu corpo como eletricidade.
Ele me fode bem gostoso, apoia o dedão no plug e continua movendo, brincando, o que me faz gozar rápido e depois de novo e de novo, eu gozei umas quatro vezes, antes dele finalmente gozar na minha menininha toda molhada e sensível… Toda esgotada, da viagem e agora também desse sexo, sinto um tapa no bumbum.
“Vai descansar da viagem, mas vou cobrar o que está escrito aí. Ainda hoje, esse cuzinho será meu!”, eu sorri e fiz que sim com a cabeça, “Sim senhor.”, subi para o quarto… Após um banho eu dormi profundamente, eu havia passado por uma tortura sexual de literalmente horas, (quem leu o conto anterior), além dessa foda intensa, eu merecia dormir…
Quando acordei já mais tarde nós fomos na praia, finalmente tive tempo de conhecer a Roberta, a Paloma também tinha decido, então tivemos tempo de sair as três, demos um perdido nos meninos e fomos caminhar no calçadão, as três de biquíni, conversando animadas, compramos um sorvete.
“Os meninos gostam muito de você, o Alam e o Alessandro.”, quem diz é a Roberta, eu fico toda vermelha e faço que sim, “Sim Alê é um namorado incrível, não trocaria ele por nada, e meu cunhado é muito próximo do irmão, uma vez ele me disse que gosta que eu faço o Alê feliz, então temos um pacto, eu não magoo o Alê e tenho um amigo.”...
“Resolveu aquilo com o Alê Raquel.”, fiz que não com a cabeça, a Roberta olhou curiosa, eu resolvi explicar resumidamente, “Eu estou com um problemas no trabalho, mas não quero envolver ele.”, Roberta pareceu ter entendido e aceitado a explicação, compramos o sorvete e continuamos conversando até ficar só eu e a Paloma.
Paloma percebeu que eu desconversei e não insistiu, mas quando ela pôde ela me puxou de canto, “Você precisa falar com seu namorado.”, “É complicado dizer para uma pessoa que a mãe dele fez isso mulher, ele pode nem acreditar em mim.”, ela respira fundo, “Você está subestimando o quanto ele te ama, mas também têm um ponto, dos dois ele é o mais apegado a mãe.”.
“Pois é, não dá para falar e eu não preciso conviver com ela.”, “Justo. Você têm um ponto.”... O bom é que nos demos bem com a Roberta, ela é uma boa garota e completamente louquinha pelo Alam, bem vindo ao clube das namoradas completamente apaixonadas e loucas pelos seus namorados maravilhosos, simplesmente nem uma das três têm motivos para reclamar, acredite, nós sabemos. ;)
A noite fomos há um jantar, os três casais juntos, foi divertido, tive mais chance de conversar com as meninas, houve piadas, houve conversas, estava tudo muito gostoso, vinho, pasta no final, um bar, dança, drinks, à beira, mar, eu sei que no final da noite, voltávamos para casa, cada casal se fechou no seu casulinho.
No meu caso, isso significava voltando para casa, abraçada com o braço do Alê, a cabeça apoiada no seu ombro, caminhando do seu lado, com uma calça legging de couro preta, botinhas de cano curto e salto na parte de cima uma blusinha batinha com os ombros de fora e os cabelos em um rabo de cavalo.
Eu nem prestava atenção nos outros nesse momento, só prestava atenção no Alê, eu já falei em outros contos, como para mim ele é quase um vício, eu estava sentindo seu cheiro, ouvindo sua pulsação, sentindo seu braço quente alojado contra meu peito, exatamente o cheiro que eu gosto de sentir no meu travesseiro desde quando a gente começou a namorar.
Exatamente a pulsação que me faz fechar os olhos e sorrir, ao sentir o calor do corpo dele me envolvendo, caminhando ao lado dele, mas com a mente no paraíso por estar ao lado dele, pela sua presença, pelo seu carinho. Entramos em casa, todos nos despedimos e fomos cada um para seus quartos… Quando entramos no quarto, ele me dá um belo de um beijo antes de seugurar meu rosto e dar sua ordem, “Em silêncio…”, eu faço que sim com a cabeça.
Ele me beija com carinho e cuidado, fazendo seus lábios explorarem meu corpo, a cada peça de roupa removida, começando pela blusa, seus lábios, tocam, beijam, chupam, mordem, me enlouquecendo tornando o ato de se manter em silêncio, mais e mais difícil, ele tira minhas botinhas, dos pés com unhas feitas e perfeitinhas para ficar de sandalha na praia.
Ele beija meus pés, morde, chupa meus dedos, me fazendo contorcer de prazer, depois é a vez de tirar a calça, seus lábios exploram minhas coxas, minhas pernas, arrancam a minha calcinha com os dentes, eu já tremendo toda, quando sua cabeça mergulha entre minhas pernas e quase me faz gritar.
Seus lábios, língua, movimentos, precisão, ele faz um caminho tão gostoso que em segundos já está na posição correta no tempo correto, regendo meu corpo como uma sinfonia, enquanto eu agarro as cobertas com uma mão e os cabelos dele com a outra com dificuldade, para não gemer, até que explodo, consigo não gritar por pouco, mas o gemido baixinho saiu.
Suas mãos que me agarravam pelas coxas com força, não me deixa mover, segura, seus lábios insistem no que ele sabe e eu gozo de novo e uma terceira, acumulando meus orgasmos múltiplos, somente, quando sente minha mão empurrando a cabeça dele é que sabe que acabou, não vai ter um quarto e começaria a incomodar… Ainda assim ao se afastar um beijinho surpresa me arranca um suspiro manhoso.
Logo após isso ele sobe em cima de mim, eu abro as pernas e os braços para recebe-lo, nos beijando, ele começa a entrar em mim o que me arranca um suspiro, me faz sorrir de prazer, olhando para ele com fogo e desejo, seus movimentos são firmes e cadenciados, seus beijos quentes e molhados, suas mão exploram e apertam meu corpo enquanto me entrego a ele.
Eu puxo ele com força para mim com pernas e braços, sentindo que ele vai gozar, sentindo ele pulsar e eu gozo tremendo inteira, me contorcendo na cama, arqueando minhas costas, enquanto ele continua dentro de mim fundo, quando eu finalmente esgoto a energia, depois de um duplo sob o peso dele, ele me ajeita na cama.
Deitadinha do lado dele com a cabeça no seu peito, ouvindo seu coração, sentindo a mão dele alisando minhas costas, sinto a mão dele descer para o meu bumbum e um de seus dedos, faz um carinho diferente, descendo pelo bumbum, bem no meio roçando ali, sem avançar, seguindo a curva do bumbum.
“Agora eu quero o que sua calcinha prometeu.”, eu senti um baita frio na barriga, pensando que ia acontecer, definitivamente, era hoje que meu namorado comia meu cu… Estremeço de leve arrepiada, olho para ele, ele percebe a indecisão alisa meus cabelos, “Se não quer mais, tudo bem.”, eu fico ainda mais vermelha, “Quero sim amor, sou toda sua, para o quê… Você… Quiser...”.
Aliso o membro dele após falar isso e sinto ele pulsar, vibrar e se animar com cada palavra dita lentamente no final da sentença, “Vem aqui.”, ele me leva para a varanda o vento do mar, olho para trás ele fechando a porta, o isolamento acústico de fora para dentro é bem melhor, mesmo assim o indicador nos lábios dita a regra.
“Aliás, olha o que eu achei na sua mala quando me pediu para pegar o maiô.”, eu tinha esquecido o colar tailandês… “Você sabe que isso vai doer como o inferno né?”, eu pergunto deixando transparecer um pouco o medinho, ele sorri, “Eu sei que você já está molhada, só de se imaginar nesse inferno.”, e ele não estava errado.
Eu dou uma risadinha sapeca e apoio as mãos na grade… “Então faz o seu pior.”, eu falo maldosa, provocando toda nua, com as mãos na grade, dando uma reboladinha, ele se aproxima, abre meu bumbum e coloca sua língua para trabalhar de novo, me fazendo suspirar de prazer, tremendo de leve arrepiada.
Após estar satisfeito, vem o lube e a primeira bolinha, um ai mais alto escapa, mas ok, só então lembro o quão sensível estou por causa do plug… Agora é tarde… A segunda bolinha entra fácil e indolor, agradeço mentalmente por ter comprado de tamanho uniforme, ele começa a tocar minha menininha ainda assim pela quarta já estou respirando acelerado, na quinta, já estou quase chorando, minha menininha tão molhada, que escorre por minhas coxas.
Ele dá os dedos que estavam na minha menininha para eu chupar, sentir meu gosto, fecho os olhos curtindo, mas quando ele me vê toda entregue, manhosa, o castigo vem, sua mão tapa minha boca e seu membro, invade minha menininha até o fundo, triunfante, dono do meu corpo, me fazendo sentir os 5 pezinhos reagirem mesmo tempo com as bolinhas sendo empurradas, eu literalmente dei um berro, que ainda bem que ele me calou com a mão.
E assim ele começa a me foder, sem pena, tão pouco piedade de sua submissa, se não fosse a mão dele me calando eu teria gritado, quando ele vê que já consigo me controlar, um tapa arde na minha bunda, “Em silêncio, lembra.”, eu engulo os próximos gritos, suspiros, gemidos, gritos sem som.
Eu me sinto tão sensível que devo ter gozado ao menos umas duas vezes antes dele e com ele o mais violento de todos os orgasmos, ele colocou a mão na minha boca e socou com tanta vontade que quase me tirou do chão quando começou a gozar e ao mesmo tempo, puxou o colar todo de uma vez, me fazendo dar outro berro e ficar toda molinha imediatamente, quase desmaiei na hora.
Chorando nos braços dele, “Acho que vou parar por aqui, essa princesa parece que não aguenta.”, eu sinto meu corpo todo estremecer, “Eu aguento Alê, eu juro que aguento, por favor, não desiste.”, veja como é meu namorado? Literalmente, me fez implorar para tomar no cu… Mas… Eu realmente não cheguei até aqui para desistir.
Ele me coloca de quatro com o corpo apoiado na espreguiçadeira e sinto ele se posicionar, colocando na entradinha de trás o seu membro o que faz bater o medinho, por que eu sei não vai ser fácil, veja, Alê, é grossinho e cumprido, mas nada de mais, é um bom mediano vamos colocar assim.
Só que fazia mais de 3 anos que eu não fazia anal, além disso, meu plug é p, as bolinhas também p, eu propositalmente, deixei minhas pregas para ele e agora, me arrependia um pouquinho por saber que vai doer… Ele empurrou a cabecinha, eu gemi manhosa, por reflexo dei um pulinho para frente, mas ele me segurou pela cintura.
Empurra, meu bumbum trava, ele espera… Empurra, meu bumbum trava, ele espera… Empurra, meu bumbum trava, ele espera… Movimento que se repetiu algumas vezes, minha respiração acelerada, meus olhos lacrimejando, dobrei meus joelhos levantando o pé, lidando com a dor, aguentando a invasão.
Por fim acabou, estava todo dentro, “Devagar amor, por favor.”, eu peço quase com voz de choro, “Claro minha princesa, claro..”, ele começa bem devagar, com paciência e carinho, um lento vai e vem, até sentir que relaxei por inteira, até meu corpo se lembrar como é ter um pau no bumbum.
Aí eu mesma começo a rebolar, enquanto começo a tocar a minha menininha, ele aumenta só um pouquinho, fodendo meu bumbum, socando para dentro, me fazendo gritar sem som, me fazendo tremer inteira chorando e tocando minha menininha mais e mais molhada, toda arrepiada de dor e prazer, até que ele goza, eu estremeço inteira, arregalando os olhos, um grito congelado nos meus lábios a mão apoiada na minha menininha e segundos depois eu gozo tremendo toda, gemendo baixinho.
Quando ele sai de mim, eu solto um gemido manhoso, antes de ganhar abraço e colo e o feriado prolongado estava só começando…
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Depois do feriado, veio o trabalho e as coisas começaram a ir por caminhos que eu não imaginava…
Eu cheguei na empresa bem leve, de terninho branco, a blusa folgadinha social de seda, chamava menos atenção para os gêmeos, comprimento o segurança e vou para a minha sala, me sento de ladinho, meu bumbum foi bem fodido no feriado e ainda dói um pouco, foi assim que passei aquela semana, comendo leve, sentando de ladinho e sorrindo com cada pontadinha de dor, por ser uma lembrança de como ficou dolorido.
Minha rotina estava perfeitinha, trabalho, quarta feira vou ver meus pais de ônibus com o Cleiton, porque vamos para o mesmo lado, sexta saio com o meu namorado, um memorando chegou, avisando que como a empresa iria definitivamente passar para as mãos japonesas, teria uma festa de confraternização, das equipes, quem ficou da velha e o povo da nova, somente alto-escalão.
Plus one, presença obrigatória no sítio do Diretor Geral Marcos, eu fiquei bastante abalada, estava evitando ir para tal local fazia meses, literalmente, mas ok, plus one, levaria o Alê comigo, esse foi o combinado… Mas o Alê teve um compromisso de família de última hora e teve que desmarcar tudo, segundo ele, seria a última vez, porque ele ia usar a semana para garantir que nunca mais acontecesse.
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Era um sábado, um vestidinho de cetim, ombros de fora, batinha, ombros de fora, todo folgado, meia calça, isso faria meu corpo chamar um pouco menos de atenção, sapato meia patinha de salto, maquiagem como sempre, brincos, cabelos soltos e volumosos, uma aliança de compromisso que eu tinha comprado com o Alê e lá fui eu para a festa…
Nesse dia dei corda para o papo do Uberista, estava um pouco chateada de estar indo sozinha, mas também um pouco preocupada com seja lá o que manteve o Alê ocupado por uma semana inteira, o motorista vendo a aliança também respeitou então, deu para conversar sobre a família dele, os filhos meu namorado, se pretendo ter filhos e etc…
Finalmente chegando na festa, já encontro o Cleiton e sorrio, ao menos um rosto amigo, as vezes até esqueço que ele também trabalha para a companhia, o ciúmes das mulheres, o olhar mal disfarçado de maridos e noivos, colar no Cleiton foi um ato de segurança, “Está sozinho hoje.”, “Sim eu não consegui ninguém e não estou namorando.”, “Ok justo.”, foi nossa rápida conversa.
Eu estava até curtindo a festa, acabei junto com o Cleiton, (empurrada por ele na verdade), me enturmando com outras pessoas jovens da festa, jovens como nós, entre os vinte e cinco e trinta e poucos anos, ao contrário dos diretores gerai, todos acima dos quarenta, casados e etc…
Eu lembro de ter ficado soltinha, alegre, meio sem filtro, eventualmente, soltinha de mais, mais ciúmes, mais desejo, mais inveja, foi quando percebi que algo estava errado comigo, mas minha coordenação estava começando a falhar, de resto as memórias são confusas…
Beijando alguém do lado de fora da festa, seu peito nu colado no meu corpo, minhas mãos arranhando seu peito, antes de levar um tapa ardido no rosto… Andando sozinha e chorando pela rua de terra de acesso sem os sapatos… Alguém que me passa segurança me pega no colo… Dentro de um carro… Sendo carregada até a cama… Luzes no meu rosto… Algo doído no braço… E então, tudo escuro…
Acordei nua no meu quarto, as roupas jogadas pelo chão, minha bolsa em algum lugar no sofá, minha cabeça doía, meu corpo todo doía, meu rosto ardia com a certeza de que ter levado o tapa não foi imaginação, eu me levanto chorando, tentando juntar as peças, tentando entender como e o que aconteceu.
Preciso falar com a única pessoa que estava lá comigo, começo a me arrumar, tento mandar mensagem para o Cleiton e ele não responde, então resolvo ir na casa dele, ao menos poderei conversar com meus pais…
=== === === … … … FIM … … … === === ===
É isso meus amores, chegou mais um capítulo, agora as coisas vão começar a seguir a linha do drama que eu montei.
Traições foi dividida em três partes, onde muita coisa é revelada e nossa história dá uma mudada de direção, espero que gostem.
Por favor, votem, comentem, façam uma escritora feliz, muito obrigada.
