Meu vovô, 19 anos da Cat - part 3

Um conto erótico de Cat
Categoria: Heterossexual
Contém 2445 palavras
Data: 03/02/2026 23:47:24

A volta para casa foi um silêncio carregado de tensão, o ar ainda pesado com o cheiro de suor e sexo. Meu corpo doía deliciosamente — o cuzinho latejava com cada movimento do carro, o gozo dele escorrendo pelas minhas coxas, deixando o banco do carona quente e pegajoso. Ele dirigia com uma mão só, a outra deslizando possessivamente pela minha coxa por baixo da saia, sentindo a pele nua e exposta, sem calcinha, como se estivesse marcando território.

— Tá quietinha agora, Cat? — ele perguntou, a voz rouca e sacana.

— Tô... Só lembrando do gosto do seu pau na minha garganta... — respondi, a voz baixa, ainda ofegante.

Ele riu, um som profundo e malicioso. Me puxou pela nuca com a mão livre e me fez lamber os dedos dele, um por um, enquanto o carro seguia pela estrada escura. O gosto salgado do meu próprio gozo misturado ao dele me fez tremer. "Vamos passar na minha casa. Quero te sentir de novo. Quero ver até onde vai essa sua boquinha de menina safada."

A casa dele era afastada, escondida entre árvores, com um cheiro antigo de madeira velha e luxúria acumulada. Ele trancou a porta atrás de mim assim que entramos, me empurrando contra a parede com força. Seus lábios atacaram meu pescoço, lambendo e mordendo, enquanto as mãos puxavam meus cabelos, me fazendo arquejar.

— Sobe. Agora. — ordenou, a voz firme.

No quarto, ele acendeu apenas uma luz vermelha fraca, que banhava tudo em um brilho pecaminoso. Me mandou tirar a roupa e deitar de bruços na cama. Obedeci sem hesitar, o coração acelerado.

— Sabe o que você é? Uma putinha nova, quente e sem vergonha. — ele murmurou, enquanto passava a língua devagar entre minhas nádegas, explorando cada centímetro. — Uma menina que finge pureza, mas nasceu pra isso aqui: ser usada, fodida, preenchida.

Senti os dedos dele abrindo meu cuzinho, lambendo, cuspindo, enfiando com força. Depois, o vibrador grosso e duro, vibrando intensamente, escorregando para dentro da minha boceta já inchada e sensível de tanto gozar. Cada vibração me fazia gemer, o corpo tremendo enquanto ele estocava o brinquedo mais fundo.

Enquanto o vibrador trabalhava meu grelinho, ele batia com a palma da mão no meu rabo, tapas firmes que deixavam a pele vermelha e quente, suada. Depois, trocou para um plug anal em formato de coração, gelado e pesado, que entrou com um estalo satisfatório, preenchendo-me completamente.

— Agora você vai ficar com os dois buracos ocupados. Quero ver você gozar assim, toda cheia. — disse ele, a voz carregada de desejo.

Me amarrou na cama, braços presos aos cantos, pernas abertas e vulneráveis. Pegou o celular e começou a filmar, o flash piscando na penumbra.

— Sorria, Cat. Sua carinha lambendo meu pau vai ser meu vídeo favorito.

Ele gravou tudo: minha boca engolindo o pau dele, gemendo, babando saliva que escorria pelo queixo. Depois, me encheu de porrada e tesão, estocando com força. Me virou de lado, colocou o pau de novo no meu cuzinho e foi entrando devagar, abrindo cada espaço milímetro por milímetro, até bater com a base. — Você nasceu pra ser fodida por mim, novinha. Esse cuzinho é meu. Vou gozar aqui, bem fundo, e você vai agradecer, entende?

— S-sim... goza dentro, por favor... — implorei, a voz entrecortada.

Quando senti o pau dele pulsando dentro do meu rabo, o corpo todo tremeu em espasmos. Gozo quente jorrando, enchendo-me, enquanto suas mãos cravavam na minha cintura, me segurando firme. Eu gozei junto, ondas de prazer me sacudindo, sentindo tudo escorrer — leite, saliva, suor, sujeira.

Fiquei deitada de lado, com o plug ainda encaixado, tremendo de exaustão. Ele me abraçou por trás, o pau ainda duro enfiado até a base, e cochichou no meu ouvido:

— No seu aniversário de 19, Cat... quero seu cabacinho. Sem camisinha. Na cama do seu pai. Quero que você faça tudo que eu mandar, sem questionar.

Aquela noite na casa dele mudou tudo. Os dias seguintes foram um vórtice de desejo insaciável. VovôZinho — como eu passei a chamá-lo em segredo, sentindo o tabu da palavra me excitar ainda mais — me bombardeava com mensagens quentes. Fotos do pau dele, grosso e veioso, latejando, com legendas como "Isso é pra você, putinha novinha". Eu respondia com selfies provocantes, pernas abertas, mostrando o cuzinho ainda vermelho dos tapas e das estocadas profundas. Ele me chamava de "minha safada", e eu mergulhava nessa nova identidade, uma fome voraz por ser dominada, usada, preenchida até o limite.

O aniversário de 19 anos se aproximava, e VovôZinho não parava de falar nisso, tornando cada conversa mais intensa. "No seu aniversário, Cat... quero seu cabacinho. Sem camisinha. Na cama do seu pai. Quero que você faça tudo que eu mandar, sem questionar." Eu tremia só de imaginar. Meu pai, um homem austero e distante, dono de uma casa grande na cidade onde eu ainda morava, trabalhava incessantemente e viajava o tempo todo. Ele raramente estava em casa, mas a ideia de profanar o quarto dele, de ser fodida ali sem proteção, com VovôZinho gozando dentro de mim... era proibido, sujo, excitante ao extremo. Eu concordava, claro. Tornara-se minha fantasia secreta, um desejo que me consumia.

Na véspera do meu aniversário, VovôZinho me surpreendeu na rua, me arrastando para o carro com um olhar faminto. "Treino pra amanhã, novinha", ele disse, rindo baixo. Me jogou no banco de trás, tirou minha calcinha com um puxão violento, e enfiou três dedos na minha boceta de uma vez, curvando-os para bater no ponto G sensível. "Tá tão molhada, putinha. Você nasceu pra ser usada por mim." Ele lambia meu pescoço enquanto os dedos estocavam fundo, abrindo-me, me fazendo gritar de prazer misturado à dor. Eu gozei rápido, leite jorrando nos dedos dele, mas ele não parou. Tirou o pau, duro como pedra, e me fez chupar ali mesmo, no carro parado em um beco escuro. "Engole tudo, Cat. Mostra pro VovôZinho como você é gulosa." Eu obedeci, engolindo até a garganta, sentindo o gosto salgado e amargo, enquanto ele me puxava pelos cabelos, fodendo minha boca com estocadas curtas e rápidas, o pau batendo no fundo da minha garganta, me fazendo engasgar e babar.

Ele me levou para um motel barato, o tipo com luzes neon piscando e cheiro de desinfetante barato. Me amarrou na cama com cordas grossas que arranhavam minha pele delicada, pernas abertas, braços presos acima da cabeça como uma oferenda. Acendeu velas vermelhas, o cheiro de cera derretida se misturando ao suor que já começava a brotar. Começou a me torturar devagar, prolongando o prazer. Primeiro, a língua dele no meu clitóris, lambendo em círculos lentos e torturantes, enquanto enfiava dois dedos no meu cuzinho, abrindo, esticando as paredes internas com precisão cruel. Eu gemia alto, implorando por mais, mas ele parava abruptamente, batia na minha coxa com a palma da mão, deixando marcas vermelhas que queimavam como fogo.

— Quieta, Cat. Você vai aprender a esperar. Hoje, você é minha boneca de teste. — ele rosnou, os olhos brilhando de luxúria.

Pegou um vibrador pequeno, o colocou diretamente no meu clitóris inchado e ligou no máximo. Vibrações intensas me faziam contorcer, o corpo arqueando contra as cordas, gozando em ondas sucessivas e avassaladoras, leite escorrendo pelas coxas em jatos quentes. Ele não parava, enfiando um plug anal maior, com contas que vibravam e se expandiam dentro de mim, preenchendo-me de forma implacável. "Sente isso, putinha? Amanhã, vai ser o meu pau." Me fez chupar o pau dele enquanto o brinquedo me fodia por trás, o gosto dele na minha boca, babando profusamente, engolindo o pré-gozo salgado misturado ao meu próprio suco. Ele me virou de quatro, tirou o plug com um estalo molhado, e entrou no meu cuzinho com o pau, sem aviso ou lubrificação extra. Foi fundo, duro, batendo com os quadris em um ritmo brutal, enquanto me puxava pelos cabelos, arqueando minhas costas.

— Isso é só o começo, novinha. Amanhã, na cama do seu pai, você vai sentir o que é ser minha propriedade de verdade. — ele gemeu, o pau pulsando dentro de mim.

Gozei três vezes naquela noite, o corpo todo tremendo incontrolavelmente, leite escorrendo pelas coxas em poças. Ele gozou na minha boca, me fez engolir tudo, o gosto amargo e espesso descendo pela garganta, e depois me abraçou, cochichando promessas sujas. "Amanhã, sem camisinha. Vou te encher até transbordar."

O dia do meu aniversário amanheceu chuvoso, gotas batendo na janela como um prenúncio. Meu pai ligou cedo, desejando feliz aniversário com uma voz distante, mas disse que estava em viagem e só voltaria à noite. Perfeito. Ele me deixou sozinha em casa, com a cama dele intacta, lençóis brancos imaculados, cheiro de colônia masculina e autoridade. Eu me preparei com cuidado: vesti uma lingerie preta transparente, calcinha fio dental que mal cobria, e esperei no quarto, o coração martelando. VovôZinho chegou às 8 da noite, com uma garrafa de vinho e um sorriso malicioso que prometia pecado. "Feliz aniversário, Cat. Pronta pra ser minha?"

Ele me empurrou contra a porta da sala, me beijando com força selvagem, a língua invadindo minha boca enquanto as mãos subiam pela minha saia, sentindo a calcinha já encharcada. "Tira tudo. Agora." Obedeci imediatamente, ficando nua ali mesmo, tremendo de excitação antecipada. Ele me levou para o quarto do meu pai, acendeu a luz fraca da cabeceira, lançando sombras eróticas, e me jogou na cama. "Deita de bruços, putinha. Hoje, você é minha noiva."

Eu me deitei, o rosto afundado no travesseiro que cheirava ao meu pai, o cheiro familiar misturado ao meu desejo proibido. VovôZinho tirou a roupa devagar, revelando o pau já duro, grosso, veias saltadas como raízes. Passou a mão nas minhas costas, descendo até o rabo, apertando, batendo leve para testar. "Esse cuzinho é meu, lembra? Hoje, sem nada entre nós." Ele cuspiu na mão, lubrificou o pau rapidamente, e começou a entrar devagar no meu cuzinho. Centímetro por centímetro, abrindo, esticando, cada veia dele roçando nas minhas paredes internas sensíveis, me fazendo gemer em agonia prazerosa.

— Ah, porra, Cat... tão apertada, tão minha. Você nasceu pra isso. — ele gemeu, a voz rouca.

Ele começou a estocar, primeiro devagar, saboreando, depois mais rápido, batendo com os quadris, o som de pele contra pele ecoando no quarto silencioso. Eu arqueava as costas, implorando por mais. "Fode mais forte, VovôZinho, por favor..." Ele riu, me puxou pelos cabelos, me fez olhar para trás. "Olha pra mim, novinha. Diz que ama ser fodida assim, na cama do seu pai."

— Amo... amo ser sua putinha... — gemi, a voz quebrada.

Ele aumentou o ritmo, o pau entrando e saindo com força, o gozo dele já começando a vazar. Sem camisinha, eu sentia tudo — o calor pulsante, a pulsação, o risco delicioso. Ele me virou de lado, uma perna levantada, e entrou de novo, mais fundo, a mão livre esfregando meu clitóris inchado, me fazendo gozar primeiro. Meu corpo convulsionou, leite jorrando em espasmos, molhando os lençóis brancos. "Boa menina. Agora, aguenta." Ele estocou mais forte, gemendo alto, e gozou dentro de mim, jatos quentes enchendo meu cuzinho, transbordando, escorrendo pelas coxas em fios viscosos.

Fiquei deitada, tremendo, sentindo o gozo dele dentro de mim, quente e pegajoso. Ele me abraçou por trás, o pau ainda semi-duro, e cochichou: "Isso foi só o começo. Agora, quero sua boquinha."

Ele me fez ajoelhar na cama, o pau na minha cara, ainda sujo com o nosso gozo misturado. "Lamba tudo, Cat. Mostra como você é safada." Eu obedeci, lambendo da base à ponta, chupando com avidez, engolindo o resto do leite dele, o gosto salgado e proibido me excitando mais. Ele me empurrou de costas, abriu minhas pernas e começou a lamber minha boceta, a língua girando no clitóris, enfiando fundo na entrada molhada. "Você tá cheia do meu gozo, putinha. Vou te limpar com a boca." Eu gozei de novo, as mãos dele apertando minhas coxas, deixando marcas roxas.

Depois, ele me virou de quatro, entrou na minha boceta dessa vez, sem camisinha também. "Quero te encher por todos os lados." O pau deslizava fácil, molhado, batendo no fundo com cada estocada. Ele pegou um vibrador pequeno, colocou no meu clitóris, e ligou. Eu gritava, gozando sem parar, o corpo todo em espasmos violentos. Ele estocava mais rápido, gemendo, e gozou de novo, enchendo minha boceta, o leite escorrendo para fora em cascata.

Mas ele não parou. Me amarrou na cama com as cordas que trouxe, pulsos e tornozelos presos aos cantos da cama do meu pai, me deixando completamente exposta. "Agora, você vai ficar assim. Vou te usar o quanto quiser." Ele pegou o celular, começou a filmar. "Sorria, Cat. Seu aniversário vai ser lembrado pra sempre."

Ele colocou um plug anal vibratório, ligou no máximo, e me fez chupar o pau dele enquanto o brinquedo me fodia, vibrações intensas me fazendo tremer. "Engole, novinha. Mostra pra câmera como você ama." Eu obedeci, babando, gemendo, o corpo tremendo com as vibrações. Ele tirou o plug, entrou no meu cuzinho de novo, estocando devagar, filmando tudo. "Olha pra câmera, putinha. Diz que é minha."

— Sou sua... fode meu cuzinho... — gemi, a voz rouca.

Ele aumentou o ritmo, batendo forte, o pau pulsando. Gozei mais uma vez, leite jorrando, e ele gozou dentro, enchendo tudo. Depois, me desamarrou, me fez montar nele, cavalgando o pau na boceta, rebolando freneticamente, enquanto ele chupava meus peitos, mordendo os mamilos até doer. "Mais rápido, Cat. Mostra como você é gulosa." Eu cavalgava, gozando, sentindo o pau dele bater no fundo. Ele me virou, me colocou de ladinho, entrou no cuzinho novamente, abraçando por trás, estocando lento, sussurrando no ouvido: "Você é perfeita, minha putinha de 19 anos."

Continuamos por horas, o quarto preenchido com gemidos e o cheiro de sexo. Ele me fez gozar com a boca, a língua explorando cada centímetro, enfiando dedos na boceta e no cuzinho ao mesmo tempo, curvando-os para bater nos pontos sensíveis. "Você tá tão molhada, cheia do meu gozo. Vou te foder até você não aguentar mais." Entrou na boceta de novo, sem parar, trocando buracos, usando brinquedos, um vibrador duplo que enchia os dois, me fazendo gritar de prazer avassalador. Eu gozei tantas vezes que perdi a conta, o corpo todo suado, marcado com mordidas e tapas leves, a pele vermelha e sensível.

No final, ele me abraçou na cama do meu pai, o gozo dele ainda escorrendo de mim, misturado ao meu. "Feliz aniversário, Cat. Você é minha agora, pra sempre." Eu sorri, exausta, feliz. Mas sabia que isso era só o começo de nossas noites sujas com VovôZinho.

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