Depois do retorno de meu cunhado, agora fodendo com meu cunhado e meu pai juntos

Um conto erótico de Paizão incestuoso
Categoria: Gay
Contém 3549 palavras
Data: 03/02/2026 21:48:29

Eu pai me avisou que meu cunhado chegaria de viagem, a surpresa, era que viria sozinho, sem a minha irmã!!! E foi ai que tudo começou....

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Alexandre segura meus cabelos com uma mão e com a outra, arregaça a cabeça da rola, que brilha sob a luz e esfrega em meus lábios e em meu nariz.... foi o cheiro mais forte que ja senti.... Cheiro de macho.... olho pro meu pai e ele acena positivamente com a cabeça e então, abro a boca e deixo o cacete deslizar pra dentro, arrancando um gemidão rouco e grosso de meu cunhado.... a cabeça da rola desliza até minha goela e meu nariz, se afunda nos pentelhos fartos, suados de meu cunhado... meu pai ao seu lado, bate uma punheta forte, deixando a mostra a uretra melada, ja escorrendo seu liquido...

Alexandre segura meus cabelos, olha em meus olhos, enquanto seu cacete cheio de veias pulsantes, invade minha boca, quase me sufocando... seus fartos pentelhos se afundam em meu rosto e meu nariz mergulhado em meio aquela mata.... Ouvia sua voz e seus gemidos;

_Ahhhhhhhhhh moleque!!! Que boca boa de meter a rola.... Suga a cabeça da minha pica.... Ele dizia isso, enquanto incrédulo, eu observava meu pai aproximar a barba de seu pescoço e roçar os dentes em sua pele....

_Sogrão safado!!!!! Alexandre gemia com o contato da barba e da boca de meu pai e em menos de dois minutos, suas barbas se fundiam em uma só, e o som que se ouvia, era de suas línguas se chupando e o som da troca de salivas... Meu pai e meu cunhado, estavam trocando um beijo quente e safado.... Meu cunhado fodia minha garganta, sentia a cabeça azeda daquela rola, liberar mais líquido na minha boca e preencher fundo minha goela... me fazia quase suforcar, engasgar.... Meu pai segurando a sua rola melada, esfregava a cabeça em meus lábios enquanto os dois se beijavam!!!!

-Vamos ter bastante tempo pra dividir esse putinho!!!! Dizia meu pai pro meu cunhado....

Eu de joelhos em meio a sala, com os dois machos pelados, de pau duro em minha frente... alexandre metia com força a rola na minha garganta, enquanto meu pai o beijava e acariciava meus cabelos e minhas costas.... De repente, Alexandre senta no sofá, me fazendo ficar de quatro em meio as suas coxas peludas, deixando meu rabo empinado, exposto, pra que meu pai se colocasse atrás de mim e ja viesse enfiando aquela língua quente e úmida em meu canal.... ainda estava lambuzado por sua porra, mas isso não o impedia de sugar meu cu, meter a língua lá dentro e me fazer gemer de prazer...

_ta gostando do cheiro e do sabor da rola do teu cunhado filho????

_Anhan.... só conseguia responder assim, com a boca totalmente preenchida....

_Hoje tu vai sentir todo o cheiro e todo o gosto da minha rola Lipinho.... Dois dias sem lavar e sem trocar de cueca pra ti meu putinho... a cueca melada ta no caminhão, depois vou esfregar ela nessa tua carinha de puto....

Meu pai chupava meu cuzinho, mordia as bandas do meu rabo, lambia meu cuzinho, deixando bem molhadinho, pra em seguida, esfregar a cabeça melada de sua rola e forçar a entrada....

A cabeça grande, quente e melada, forçava a entrada de meu cuzão, que ja estava laciado de tanto levar aquela chibata.... Urrei quando a cabeça rompeu a resistência e escorregou pra dentro... Meu pai agarrado em meus quadris, forçava o corpo, até suas bolas peludas baterem na minha bunda e eu sentir seus pentelhos roçando na minha pele.... Ele gemia e cravava fundo, me dando tapas na bunda, deixando a pele clarinha, com marcas vermelhas no formato de suas mãos.... Alexandre tirava o cacete da minha boca e dava cuspidas la dentro, mandando eu engolir e depois socava a piroca toda novamente... Me sentia minúsculo em meio aqueles dois machos, ambos coxudos, peludões, parrudos... pentelhudos... os dois com quase dois metros de altura, e eu ali, sendo jogado de u lado pra outro, com suas rolas cravadas em mim, se movimentando dentro de mim...

Alexandre se levantou, me fazendo o acompanhar, meu pai deixou o cacete escapar de dentro de mim e também ficou de pé, e eu, entre os dois.... meus lábios na altura dos peitos deles... Alexandre ergue o braço, aquele cheiro forte e natural de seu sovaco suado, invade o ambiente, então ele segura minha cabeça e afunda meus nariz em seus pelos suados.... Aquele odor ácido penetra em minhas narinas e aquele aroma salgado de seu suor invade meus lábios... suas mãos fortes faziam movimentos, em que movimentavam meu rosto de encontro a seus pelos, esfregando os pelos molhados em minha pele, impregnando minha pele com eu cheiro..... Meu pai repetiu o gesto e assim eu fiquei, em meio aos dois machos, cheirando, lambendo e sugando os pelos de seus sovacos, onde o desodorante a muito deixara de fazer efeito... O único efeito que fazia, era inebriar e enlouquecer meus sentidos.... os dois se beijavam, a saliva escorria por suas barbas e suas mãos deslizavam por minhas costas... Dedos grossos e nervosos alcançavam a entrada de meu rabinho e o fazia piscar, prendendo a ponta de seus dedos com força... eu gemia e nem conseguia acreditar no que estava acontecendo...

_Vamos pro quarto Lipinho.... Lá tu vai servir a teus dois machos seu putinho!!!!

Olhava pra meu pai, que ria da situação... parecia se divertir e compactuar com cada palavra de Alexandre... Eu, moleque indefeso, só restava obedecer aos dois e me preparar, pra ser bem fodido por eles....Entramos no quarto de meu pai, a cama ainda desarrumada por todas as fodas que tivemos durante aqueles dias, o cheiro de suor, de porra e do sexo forte que tivemos, era presente no ar.... Alexandre deu uma risada e disse:

_Porra sogrão, não poupou o cu desse moleque durante esses dias todos hein!!!! O cheirão de leite e de cu nesse quarto ta foda tche!!!!

_Alexandre, te disse, passamos essas duas semanas fodendo, né filho!!!!! E esse moleque é viciado no cheiro de um macho, tu sabe disso!!!

Eles conversando e eu olhando os dois, de pé, pelados, suados, com as rolas duras sendo alisadas por suas mãos e babando....

_Hoje esse moleque vai sentir mais que cheiro tche.... vai sentir gosto de macho, de uma maneira que ele nunca imaginou sentir na vida...

Do jeito que fez com aqueles molequinhos no posto de gasolina em São Paulo?

_Isso ai sogrão!!!!!

Alexandre falava essas putarias com meu pai e olhava com cara de tarado pra mim.... Eu ali, imaginando, deixando a mente viajar naqueles dois safados aprontando nas estradas desse Brasil...Minha mente vagava e não entendia como eles cgeram naquele ponto de intimidade.. Alexandre era casado com minha irmã e como podia ter toda aquela intimidade com meu pai??? os beijos entre os dois, não eram apenas putaria de dois machos pegando putas ou viadinhos... era bem mais que isso....Os dois de repente me olharam e acho que entenderam ali, que tinham de me dizer alguma coisa, pois apesar da pouca idade, eu ja entendia as coisas e acho que merecia saber a verdade... meu pai olhou pra Alexandre e disse:

_Acho que ta na hora do Lipinho saber de tudo, até porque, ele ja está fazendo parte disso agora!!!

_Ta certo sogrão, tambem concordo...

Meu pai então, sentou na beirada da cama, pernas arregaçadas, caralhão ainda duro, me puxou e me fez sentar em sua perna...

_Filho, o pai vai te contar como isso começou, tu precisa saber, ja que agora, nós somos os tres safados da familia... mas olha!!!! Isso não pode sair daqui...

_Pai, acha que eu contaria o que pra alguém??? Que meu próprio pai ta fodendo meu cu?

_Seguinte, quando tua mãe morreu, a mãe do Alexandre era muito nossa amiga, fiquei desolado, e ela sempre deu uma baita força pra mim, mas principalmente pra tua irmã, que precisava se virar, estudar e cuidar de ti... Ela era muito novinha... O Alexandre na época, tinha a mesma idade dela e vinha sempre aqui pra casa, ajudava a cuidar de ti.. Com o passar dos meses, o tesão foi cada vez aumentando mais, eu viuvo... até que um dia, comecei a conversar com o moleque e e convenci ele a me dar uma chupada em troca de uns trocados e doces... e ai começou... o tempo passou, o moleque ficou adulto e quiz namorar tua irmã, deixei na condição de sempre ser meu o cuzinho desse safado e assim é até hj.... Casou com tua irmã, é macho dela, mas aqui, é meu putinho..... na estrada, descobri que ele tambem gosta de putinho novo e começamos a foder os molequinhos juntos e depois, que descobri, que tu cheirou e lambeu, minha cueca, pensando que era a dele, ai ficou perfeito... agora, temos tu filhão, nosso putinho dentro de casa... Quer ser nosso putinho filho??? cheirar nossas rolas rolas, nossas cuecas, receber nossos leites nesse cu e e nessa boquinha????

Não sabia o que responder!!! A historia era muito maluca, mas nada poderia ser mais maluco, do que tudo que eu ja estava vivendo, fodendo com meu próprio pai!!!

Os dois se aproximaram de mim, me mantendo entre seus corpos peludos e gigantes... me abraçaram e começaram a beijar minha pele...

_Vamos te ensinar tudinho Lipinho!!!! E nunca vamos deixar tu sem um macho pra te satisfazer... Disse meu cunhado....

Os corpos grandes e peludos, roçavam no meu, seus pelos arranhavam minha pele e e eu sentia as suas picas grossas e meladas, deslizarem sobre meu corpo....

_Vem cá filho!!!! Disse meu pai, se deitando de costas sobre a cama e me puxando para o meio de suas coxas... Sua rola dura e babona pulsava em riste e ele segurava o corpo do caralho e esfregava a cabeça em meu rosto.... Senti o cheiro do melado que escorria da uretra do meu pai... era agridoce e ácido ao mesmo tempo... cor translúcida, que parecia uma gelatina incolor escorrendo pelo corpo da pica... Meu corpo ficou exposto, com certeza, fora proposital a atitude de meu pai, pra que meu rabo, ficasse a mercê de meu cunhado... Logo senti as mãos grandes e fortes agarrarem as bandas de minha bundinha redonda e afastá-las , deixando meu reguinho livre pras investidas da lingua quente e molhada de Alexandre... Ele deslizava a língua no meu rego, até encostar a ponta na entrada de meu cuzinho... Me fazia gemer e piscar o rabo, querendo muito sentir seu cacete, da mesma forma que senti o cacete de meu pai...

Eu arqueava o rabo, tentando aproximar o máximo meu rabo de sua boca, enquanto meu pai, acariciava meus cabelos e segurava meu rosto, esfregando sua rola na minha pele....

_Engole o cacete do pai!!!! Ele dizia forçando a cabeça melada de encontro a meus lábios.... Abri a boca e deixei deslizar pra dentro, aquela rola com sabor ácido e amargo, que já foi penetrando minha garganta, afundando toda sua extensão dentro de minha goela... Meu ái segurava minha cabeça, forçando meu rosto de encontro a seus pentelhos, me fazendo sentir o cheiro forte de suor e mijo, que ali estavam depositados... o mais estranho, é que aquele cheiro, em momento algum me causou repulsa, bem ao contrário... me fazia arrepiar e querer sentir mais.... Ele segurava minha cabeça, na direção de minhas orelhas e fazia movimentos de cima pra baixo com seus quadris, entrando e saindo de minha garganta, me fazendo salivar e escorrer de meus lábios, aquela cascata de baba e saliva....

Enquanto isso, Alexandre recolhia minhas pernas em direção a seus ombros, deixando meu rabo completamente exposto, pra ser descoberto, explorado... Seus dedos grossos, afastavam as bandas de minha bunda e brincavam nas minhas preguinhas rosadas e avermelhadas, me fazendo contrair o cuzinho... Sentia sua barba roçar minha ele e seu hálito quente, queimar minhas entranhas abertas por seus dedos... meu corpo sofria espasmos a cada toque seu... sua língua quente e úmida se aprofundava dentro de meu cuzão arreganhado por seus dedos, deixando a pele interna vermelha, completamente a mercê do toque de sua língua... Meus gemidos eram abafados pela rola do meu pai, enterrada na minha goela... Meus ouvidos, ouviam seus gemidos e suas respirações ofegantes... Então escuto meu pai dizer:

_Mete no cu dele.... Arregaça esse cuzinho!!!! Quero ver tu judiar do cu dele, do mesmo jeito que judio do teu, sem pena safado!!!!

Alexandre sorria... percebi seu corpo se erguer sobre a cama e senti a cabeça quente e melada de sua rola, encostar em minha entrada.... Estava melada, babada e forçava....

_Abre esse cu pra mim cunhadinho!!!! Vou te arrombar moleque e depois, vou te dar o que tu ta querendo a muito tempo.....

Ele forçava a cabeça da rola de encontro a meu rabo, e eu comecei a sentir as pregas do meu cu cederem, uma a uma dando passagem praquele cogumelo vermelho e melado...

O caralho do meu cunhado, era diferente do caralho do meu pai... a cabeça da rola do pai, era fina e ia engrossando, o que facilitava na hora de entrar... mas a cabeça da rola do Alexandre, era um grande cogumelo avermelhado e redondo, que forçava, me fazendo parecer estar sendo rasgado ao meio.... Eu grunhia e gemia, mas com o cacete do meu pai na garganta, meus gemidos eram abafados e tudo que restava, era me contorcer e sentir meu corpo ser aberto, rasgado por aquele trabuco...

Alexandre segurava minhas pernas em torno de seus ombros, , enquqnto forçava o cacete pra dentro do meu rabo... a cabeça rasgava minhas pregas e fazia em sentir, como se uma espada incandescente estivesse entrando dentro de mim... Seu ssuor escorria sobre meu corpo e apesar da dor, sentir meu pau pular e babar, sentindo aquele macho entrando... Abria os olhos e via sobre mim, o corpo parrudo e peludo de meu pai, seus pentelhos fortes e acima, as barbas dos machos se unindo e a saliva de seus beijos escorrendo por entre seus pelos... A rola do meu progenitor enfiada em minha garganta e meu cunhado, com as bolas pentelhudas encostadas em minha bunda... sentia seus cacetes se movimentarem dentro de mim, de forma cadenciada, como se quisessem se encontrar no meu interior...Eu estava entregue, estava sendo usado pra que aqueles dois, pudesses se satisfazer em meu corpo... Meu cu ardia e quando Alexandre tirava o cacete melado de dentro de mim, sentia o ar fresco penetrar minhas entranhas e deseja ardentemente me sentir preenchido novamente... Meu pai, tirava a rola de dentro de minha boca e junto com ela, uma cascata de baba rolava por meu queixo, me deixando com a boca aberta, querendo sentir o ar entrar e junto com o ar, recebia cuspidas daquele macho, que deveria me proteger, mas que naquele momento, me usava como objeto pra satisfazer a sua perversão....

Meu corpo estava entregue... os gemidos e urros dos dois, preenchiam o ambiente, junto com o odor e cheiro de rola, saco, cu, suor e porra... a cena era digna de entalhe em mármore feito na Grécia antiga... um Eromenos, sendo doutrinado por dois Erastes...realmente, tinha muito o que aprender com esses dois, e o prazer que este aprendizado me trazia, só me fazia querer sentir mais...

Alexandre segurava meus quadris e metia a rola em meu cu, entrava e saia sem pena, sem dó, fazendo eu sentir meu interior arder, queimar, sendo preenchido por aquele membro grosso, cheio de veias pulsantes e quentes.... meu pai, segurava minha garganta, pra sentir a passagem do próprio cacete, que deslizava pra dentro de mim, me engasgando e me sufocando, deixando claro o prazer que sentia em possuir o próprio filho e fazer dele, o seu putinho, o seu deposito de prazer....

Apesar de cansado, me sentia realizado, servindo a aqueles dois machos, sentindo seus caralhos potentes me usando e se satisfazendo em meu corpo juvenil.... Queria mais... Queria mais daquele aroma de macho... queria mais daquele sabor que escorria por minha goela... Queria mais daquele suor ardido, que pingava sobre meu corpo....

Não tínhamos como contabilizar o transcorrer do tempo... apenas o corpo nos dizia o quenato estávamos exaustos e o quanto precisávamos explodir nosso prazer...

Nossas respirações, pareciam que iam fazer nossos peitos explodirem, tamanha a força que faziam pra se manter... de repente, sinto os dedos de meu pai pressionarem mais fortes minha garganta... sinto seu cacete engrossar, suas veias pulsarem e junto com isso, sinto seu cacete explodir em minha goela... O leite quente e espesso, amargo e ácido escorre por minha garganta, preenche minha boca, deixando aquela sensação de dormente em minha mucosa bucal... a porra se funde com minha saliva e meu corpo, faz um esforço desumano pra que nenhuma gota seja desperdiçada... sinto seu caralho pulsando, liberando os últimos jatos de seu leite na minha goela... Sua respiração ofegante, como se or ar fosse lhe faltar a qualquer momento... minha boca inundada com sua porra amarga e cremosa, não consegue sorver tamanha quantidade e deixa escorrer pelos cantos... Os gemidos do meu pai, pareciam de urso faminto, devorando o mais delicioso dos salmões...

Meu cunhado vendo toda a situação, não ageunta mais tempo... abraça minhas pernas e coxas de encontro a seu peito peludo e suado e puxa meu rabo de encontro ao eu ventre, fazendo seu cacete penetrar ainda mais dentro do meu rabo..., aquele calor intenso, se funde em minhas entranhas e sinto o volume aumentar... o calgo pulsa e de repente, meu cunhado berra rouco:

_Toma no cu cunhadinho!!!! Toma meu leite putinho!!! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

Enquanto seus lábios berravam frases mundanas, meu rabo se inundava com sua porra quente e viscosa, que me preenchia, como lava quente de um vulcão em erupção!!!! o cacete pulsava e deixava escapar os jatos quentes e fortes de sua porra, que escorriam por dentro de mim....Suas unhas se cravavam na minha pele e seu suor escorria sobre meu corpo, pingando como chuva ácida, que fazia queimar a pele... meu pau pulsava, sentindo os espasmos do caralho de Alexandre dentro de mim e bastou sentir o toque da pele da mão do meu pai, pra que eu explodisse no ar, liberando meu leite quente e cremoso, melando nossos corpos... meu pai, lambia a própria mão melada com minha porra...

Aos poucos, nossas respirações foram se acalmando... meu pai, se deixou escorregar de encontro a cabeceira da cama, tenho minha cabeça apoiada entre suas coxas, fazendo seus pentelhos fartos e fedidos de travesseiro... meu cunhado, aos poucos deixou o cacete escorregar de dentro de mim, deixando seu leite farto escorrer de minhas entranhas e se deixando quedar ao meu lado.... O silêncio, era quebrado apenas, pelo som de nossas respirações, que ainda se recuperavam de tanto esforço que nossos corpos fizeram...

Sentia meu rabo arrombado, aberto, sem forças de controlar e fechar... senti o liquido quente escorrer de dentro e melar minhas coxas...

Não sei quanto tempo se passou!!! Sei que que por alguns momentos, a razão deu lugar a morbidez a sensação de sono, que fez nossos corpos recuperarem um pouco nossas energias...

Era inacreditável, mas era real... eu havia acabado de ser fodido pelos dois homens que mais desejei na vida e eles estavam ali, deitados ao meu lado, nus, exalando seus odores masculinos....

Meus pensamentos, foram interrompidos pela voz máscula do meu pai:

_Ta tudo bem filho????

Olho em sua direção, e encontro seu olhar, ao mesmo tempo, o olhar do macho perverso e depravado, mas também, o olhar do pai amoroso e carinhoso...

_ta pai.... ta tudo bem!!!!

_vai ficar melhor agora!!!!! Ouço meu cunhado falar, olhando pra nos dois, apoiado em um de seus braços....

Os dois pareciam que tinham uma cumplicidade muito grande... parecia que sabiam o que o outro estava pensando... percebi isso, olhando o sorriso safado em seus lábios....

Meu pai, se ergueu na cama e segurou meu braço:

_vem ca filho!!!! Tu gosta de cheiro de macho né!!!!

Olhei pra ele ainda sem sabener o que responder, mas era inegável que sim e ele sabia disso...

_Então vem moleque, que hoje, tu vai ficar com cheiro de macho impregnado na pele.... Disse Alexandre ja de pé, comm o cacete meia bomba, ainda escorrendo a gala da uretra....

Os dois mepegaram pelas mãos, acariciando meus ombros e em alguns momentos minha bunda eme levaram pro banheiro da suíte.... No box, me fizeram ficar de joelhos e com sorrisos em seus lábios, seguravam seus cacetes mirando em minha direção... Nada precisava ser dito... Eu nunca havia tido e nem imaginado aquela experiência, mas por alguma razão, sabia o que viria e me preparava pra isso!!!

_Aproveita o que os teus machos tem pra ti Lipinho!!!! Nunca mais tu vai ficar sem nosso cheiro!!!! Disseram meu cunhado e meu pai, antes de eu sentir o líquido quente e alcalino que alcançou meu corpo... Sentia escorrer por meu peito, meu rosto, molhar meus cabelos e por várias vezes, senti o sabor dentro de minha boca....

Realmente, o cheiro dos dois machos, estava sendo impregnado na minha pele e aquele, era um momento, em que ficara claro, que a partir daquele dia, eu seria deles e que eles, poderia fazer o que quisessem comigo...

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Foto de perfil de Paizão IncestuosoPaizão IncestuosoContos: 75Seguidores: 119Seguindo: 14Mensagem Sou paizão, 55 anos... Curto muitos fetiches,especialmente o incesto entre pai e filho..Também, machos parrudos, peludos, pentelhudos... Gosto do cheiro natural do corpo do macho, aquele cheiro sem perfume, sem desodorante, sem trocar a cueca pir alguns dias...Cheirar o sovaco suado, os pentelhos suados e tb, o sabor da rola, suada, com aquele sebinho gostoso e aquele mijo de macho...

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