Meu nome é Marina. Dezenove anos. Tudo começou na tarde daquela sexta-feira, quando mamãe arrumou a mala na sala, rodinhas clicando no piso frio. Ela estava animada com a viagem de trabalho — uma conferência em São Paulo que duraria até domingo à noite. Beijou minha testa como sempre fazia, demorou um pouco mais no beijo que deu em Thiago na boca, sussurrando algo sobre “cuidar da casa e da menina”. Ele assentiu, mão na cintura dela, sorriso calmo de quem já sabe o que vai fazer quando a porta fechar.
— Qualquer coisa me liga, tá? — mamãe disse pra mim, pegando as chaves do carro. — Thiago fica aqui até eu voltar. Ele é de confiança.
Eu forcei um sorriso.
— Tá bom, mãe. Boa viagem.
Ela saiu. A porta bateu. O som do motor do carro se afastando foi sumindo devagar até virar silêncio absoluto. A casa, que sempre pareceu grande demais, de repente ficou pequena, sufocante, cheia de possibilidades que eu não queria admitir.
Thiago ficou na sala por uns minutos, fingindo arrumar a mesa do café que ainda estava suja. Eu subi pro quarto rápido, coração batendo forte, dizendo pra mim mesma que era só paranoia. Tomei um banho demorado, passei creme no corpo todo, vesti um short de moletom cinza folgado e uma camiseta larga velha, sem sutiã, sem calcinha por baixo — só porque estava calor, repeti mentalmente como se isso explicasse tudo.
Desci pra cozinha achando que ele já teria ido pro quarto deles ou ligado a TV. Mas não. Ele estava lá, encostado na bancada, garrafa de cerveja na mão, camisa social desabotoada até o meio do peito, barba por fazer, olhos cravados em mim como se eu fosse a única coisa que existia no mundo.
O silêncio durou uns segundos eternos. Ele deu um gole lento na cerveja, sem desviar o olhar.
— Sua mãe foi embora — disse, voz baixa, quase casual. — Agora somos só nós dois.
Eu parei na porta da cozinha, braços cruzados sobre o peito, tentando parecer firme.
— Eu vou subir de novo. Boa noite.
Ele largou a garrafa com força na pia. O barulho ecoou. Veio direto pra cima de mim antes que eu pudesse recuar direito. Bati as costas na geladeira.
— Thiago, para. Não vem.
Ele não parou. Segurou meu pulso com uma mão, apertou forte o suficiente pra doer um pouco, me puxou contra o corpo dele.
— Você acha que pode ficar me olhando desse jeito o dia inteiro, vestindo essas roupas em casa, e depois fugir agora que ela saiu?
— Eu não tô olhando nada! Me solta!
Tentei puxar o braço. Ele me girou de costas num movimento rápido, me prensou contra a geladeira fria, peito dele colado nas minhas costas, pau já duro pressionando minha bunda por cima da roupa. A outra mão subiu rápido por baixo da camiseta, agarrou o seio com força, apertou o mamilo entre os dedos até eu soltar um gemido de dor misturado com tesão.
— Para! — gritei baixo, tentando me soltar.
Ele riu rouco no meu ouvido.
— Para você mesma. Seu corpo tá tremendo de tesão desde que ela falou que ia viajar.
Tentei empurrar ele com o cotovelo. Ele segurou meus dois pulsos com uma mão só, levantou meus braços acima da cabeça e os prensou contra a geladeira. Com a mão livre, desceu o short e a calcinha até os tornozelos num puxão violento. Abriu minhas pernas com o joelho, me forçando a ficar de quatro contra a porta fria.
— Thiago, por favor… não faz isso… eu não quero… me solta, vai embora…
— Cala a boca — ele grunhiu, voz grossa, impaciente. — Primeiro você vai me chupar. Depois eu fodo você cru. Vou gozar bem fundo nessa bucetinha apertada até você sentir escorrendo o dia inteiro.
Ouvi o zíper descer rápido. Ele me virou de frente com brutalidade, segurou meu cabelo na nuca com um punho firme e puxou minha cabeça pra baixo.
— De joelhos. Agora.
Eu resisti, negando com a cabeça, lágrimas nos olhos. Ele apertou mais o cabelo, forçando meu rosto pra perto do pau dele. Estava duro, grosso, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo.
— Abre essa boca, Marina. Ou eu abro pra você.
Tentei virar o rosto. Ele bateu com o pau pesado na minha bochecha — uma, duas vezes —, o som molhado ecoando na cozinha. A pele quente e dura contra meu rosto me fez fechar os olhos forte. Uma terceira batida, mais forte, bem na boca. O cheiro dele invadiu minhas narinas: suor limpo, macho, tesão puro.
— Abre.
Eu abri a boca devagar, tremendo. Ele não esperou. Enfiou a cabeça entre meus lábios, segurando minha cabeça com as duas mãos agora, fodendo minha boca devagar no começo, depois mais fundo. Eu engasguei, saliva escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando. Ele gemia baixo, empurrando até bater no fundo da garganta.
— Isso… chupa direito, sua putinha… engole mais.
Eu tentava respirar pelo nariz, língua involuntariamente circulando a cabeça enquanto ele mexia. Quanto mais ele batia na minha cara com o pau entre uma estocada e outra — tapa molhado, quente, humilhante —, mais eu sentia algo estranho acontecendo entre minhas pernas. Uma quentura crescendo, um formigamento que virou umidade. Minha buceta começou a pulsar, molhada de um jeito que eu não conseguia negar. Escorria devagar pela coxa interna, pingando no chão da cozinha.
Ele percebeu. Riu baixo, triunfante.
— Olha só… tá pingando no chão. Você tá molhada pra caralho só de eu bater na sua cara e foder sua boca.
Eu gemi em volta do pau dele, um som abafado, envergonhado. Ele tirou da minha boca de repente, bateu mais duas vezes forte na minha bochecha, deixando marcas vermelhas, depois me puxou pra cima pelos cabelos.
— De quatro de novo. Abre essa bucetinha pra mim.
Me virou de costas, me prensou na geladeira outra vez. Empurrou com força. A cabeça entrou de uma vez, esticando tudo, queimando. Gritei baixo, mordendo o lábio até sangrar.
— Isso… grita baixo… ninguém vai ouvir.
Ele avançou mais, sem parar, sem piedade. Entrou todo de uma vez, fundo, cru. Senti cada veia pulsando dentro de mim, o pau grosso me preenchendo completamente. Doeu pra caralho no começo, mas a dor virou uma onda quente que subiu pela barriga — ainda mais forte agora, depois de ter chupado ele e sentido aquelas batidas na cara.
Ele começou a foder forte logo de cara. Estocadas brutas, rápidas, batendo no fundo a cada vez. A geladeira tremia atrás de mim. Eu tentava me soltar, empurrar as mãos dele, mas ele segurava firme, uma mão no meu pescoço agora, apertando de leve, controlando.
— Para de fugir. Você quer isso. Tá pingando mais ainda.
Era verdade. A umidade escorria em fios pelas coxas, o som molhado alto demais. Eu mordia o braço pra não gritar, mas gemidos escapavam mesmo assim.
— Mais forte… — saiu da minha boca sem eu querer.
Ele riu triunfante.
— Isso. Pede direito.
Acelerou ainda mais. Segurou meus quadris com força bruta, batendo fundo, ritmado, me fazendo quicar contra a geladeira. Eu sentia ele batendo no colo do útero, uma pressão deliciosa e dolorida ao mesmo tempo.
— Vou gozar dentro dessa bucetinha — rosnou no meu ouvido. — Vou encher você até transbordar. Toma tudo, caralho.
Gozei primeiro. Corpo inteiro tremendo violento, apertando forte em volta dele, pernas fraquejando. Gritei abafado no braço, unhas cravadas na geladeira. Ele não parou. Empurrou mais fundo, mais rápido, grunhiu rouco e gozou. Senti os jatos quentes explodindo dentro de mim, pulsando forte, enchendo tudo. Muito. Escorreu pelas coxas, pingou no chão da cozinha enquanto ele ainda estava enterrado.
Ele ficou parado uns segundos, ofegante, pau amolecendo devagar dentro de mim. Depois saiu devagar. O sêmen escorreu em fios grossos pelas minhas pernas. Ele pegou com a mão, esfregou na minha bunda, depois levou os dedos sujos à minha boca de novo.
— Chupa. Prova o que você me fez fazer.
Eu chupei, salgado, quente, humilhada e excitada ao mesmo tempo. Ele sorriu, beijou minha nuca com possessividade.
— Boa menina. Agora limpa isso antes que sua mãe volte.
Depois daquela noite, virou rotina violenta e escondida.
Quando mamãe entrava no banho — vinte minutos de chuveiro, cabelo, creme —, ele subia. Trancava meu quarto. Me jogava de bruços na cama, batia o pau na minha cara algumas vezes pra me deixar molhada de novo, depois entrava de uma vez, cru, forte. Fodia rápido, mão na minha boca, gozava fundo e saía pingando antes do chuveiro desligar.
À noite, quando ela dormia, ele descia. De conchinha, levantava minha perna e entrava devagar, mas fundo. Mexia lento, sussurrando: “Aperta… sente meu pau te enchendo de novo”. Gozava em silêncio, deixando tudo escorrendo.
Na cozinha, novela alta na sala, ele me prensava na geladeira de novo. Batia na minha cara com o pau antes de entrar, me deixando pingando, depois fodia forte, gozava dentro e me mandava voltar pra sala com as coxas molhadas.
Nunca mais camisinha. Ele queria me marcar, me deixar cheia dele o tempo todo. E eu deixava. Porque cada vez que sentia aquele calor escorrendo enquanto conversava com mamãe na mesa, meu corpo pedia mais — e lembrava daquelas batidas quentes na cara que me faziam molhar sem querer.
Era errado. Era bruto. Era viciante.
E eu não queria que parasse.