A Esposa Virou Puta Para Sustentar O Marido Falido - Parte 7

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 2424 palavras
Data: 03/02/2026 18:50:07

*Tapa! Tapa! Tapa!*

— Sim, vadia, seria estupro. Mas você acha que me importo? Acha mesmo que me importo com o que minha garotinha pensa?

*Tapa! Tapa! Tapa!*

— Ah sim, senhor, espero que se importe porque sua garotinha quer tanto agradá-lo com a boca e a bocetinha apertada...

*Tapa! Tapa! Tapa!*

— Então por favor, senhor, deixa sua garotinha te agradar. Pega a boceta de casada dela. Ah senhor, ela pertence a você, sempre vai pertencer... Ah senhor, p-por favor seja gentil...

A boceta de Camila ficava cada vez mais molhada conforme seus apelos se tornavam mais desesperados e ficava mais aparente que seria estuprada analmente.

*Tapa! Tapa! Tapa!*

— Ai, senhor! Ai! Você tá batendo forte demais. P-por favor, senhor, pega leve na minha bunda. Não bate tão forte, não estupra minha bunda. Senhor, por favor, por favor fode minha bocetinha... Ah senhor...

O General a ignorou e continuou punindo a bunda sofrida. Depois de um minuto ou mais, tendo deixado a bunda num tom vermelho profundo, o General subitamente parou. Tudo o que se ouvia agora eram os sons de respiração pesada e profunda emanando de ambos.

O General olhou para baixo e, vendo a bunda linda tão maravilhosamente abusada, e a maneira como ela implorou para não ser estuprada analmente o excitaram a tal ponto que mal conseguia se conter. Seu coração batia acelerado e, para um homem na casa dos 60 anos, se não estivesse em excelente condição física, a excitação poderia facilmente ter causado um ataque cardíaco.

Enquanto isso, para Camila, a dor irradiando de seu cu avermelhado e o estupro anal iminente a tinham transformado numa cadela ofegante. Ainda estava apavorada com a perspectiva de ser sodomizada, mas ao mesmo tempo a ideia do estupro anal causava uma sensação de queimação em sua boceta.

Foram alguns segundos antes do General finalmente falar. Era a hora.

— Vadia, seus sentimentos são irrelevantes. Você já devia saber disso. Seu corpo me pertence, pra eu fazer o que quiser. Você vai se vestir e fazer exatamente o que eu mandar e suas opiniões nem são pedidas, nem são necessárias.

— Então, por que não é uma boa garotinha, estica a mão pra trás, segura meu pau e coloca na entrada do seu cu? Você vai ser estuprada analmente agora.

O General mal conseguia falar, tamanha era sua excitação. Inicialmente, Camila não se mexeu. Estava um pouco chocada que o General estava pedindo que ela fosse cúmplice do próprio estupro. Pensou que ele faria, e deveria fazer, tudo sozinho. Mas então percebeu que isso era tudo parte dele humilhá-la e torná-la sua vadia subserviente.

Assim, Camila sabia que não tinha escolha a não ser obedecer. Sabia que vítimas de estupro raramente tinham escolhas. Então, com um pouco de relutância, mas ainda preparada para cumprir a fantasia de estupro dele, estendeu a mão direita para trás e segurou o pau duro como pedra. Quando o segurou, pensou que nunca o sentira tão duro antes. Parecia uma barra de aço. Claramente estupro era a excitação máxima para aquele animal. Então, tremendo de medo, colocou a cabeça poderosa da fera na entrada de sua minúscula abertura anal. Uma vez feito isso, o General substituiu a mão dela com a dele e assumiu o controle. Então, com muita força, forçou a cabeça de seu pau para dentro do cu dela.

Ela estava agora sendo estuprada analmente.

E quando o General rompeu o esfíncter apertado da pobre vadia, Camila soltou um grito enorme enquanto ondas quentes de dor percorriam seu corpo jovem.

— Agggghhhhhhh, tira! Tira! É grande demais! Dói! Oooh, senhor, por favor, tira seu pau grande da minha bunda. Dói! Dói!

A resposta do General foi de suprema indiferença, pois tudo o que fez foi deslizar mais 15 centímetros de sua vara de 28 centímetros no reto apertado da jovem esposa.

— Senhor! Para! Para... é demais, p-p-por favor, senhor, para de estuprar minha b-bunda. Dói! Dói! Senhor, sua garotinha tá sentindo muita dor... por favor tira seu pau grande da minha bundinha, p-por favor...

Enquanto falava, virou a cabeça para trás para mais uma vez encarar o General. Lágrimas escorriam por seu rosto enquanto sentia sua bunda sendo rasgada ao meio pela vara de aço do General. Ela parecia tão linda naquele estado desesperado e suplicante. E era preciso um homem de completa crueldade e indiferença para ignorar aqueles olhos azuis implorantes de bebê.

E o General era exatamente esse homem e em resposta, tudo o que fez foi se inclinar para frente, agarrar os grandes peitos dela, que pendiam pesadamente de seu corpo esbelto, e, choque dos choques, beijou sua boca aberta e ofegante pela primeira vez. A boca dela aceitou a língua do General enquanto rodopiava dentro de sua boca. Ela ainda ofegava de medo mas conseguiu responder ao ato surpreendente de afeição do General procurando a língua dele com a dela.

Enquanto se beijavam, o General apertou seus grandes peitos, beliscando rudemente seus mamilos, mas aproveitou essa oportunidade para deslizar os 13 centímetros restantes de seu pau no canal anal apertado dela. Enquanto ele forçava a entrada com força considerável, a pobre Camila soltou um grito abafado. Uma vez que o General alcançou seu objetivo de 28 centímetros de pau grande no canal anal virgem dela, parou de beijá-la, se endireitou e olhou para baixo para a bunda sofrida dela.

— Isso aí vadia, aguenta tudo! Aguenta todo o pau velho e grande no seu cu jovem e apertado.

*Tapa! Tapa! Tapa!*

O padrão familiar do General de punir sua vítima enquanto ela era forçada a se submeter à vontade maligna dele continuava sem parar.

Camila enquanto isso estava experimentando uma dor que nunca pensou ser possível.

— Aggghhhh, senhor, p-por favor! Tira! Tira! Dói. Ai meu Deus, dói tanto. Seu pau é grande demais, tá rasgando minha bunda. Senhor, p-por favor...

*Tapa! Tapa! Tapa!*

— Você quer que eu tire meu pau da sua bunda, né? Você quer que eu pare de te comer, né?

— Ah sim, senhor, quero, quero! Dói, dói, seu pau é tão grande. Por favor tira! Por favor para de estuprar minha bunda... — Camila respondeu, em dor genuína.

Claro que seus apelos desesperados só inflamaram mais a paixão do General enquanto ele lentamente começou a retirar seu pau poderoso do ânus dela. Camila, por um breve e tolo momento, pensou que o General poderia estar realmente ouvindo-a. Mas, quando apenas a cabeça de seu pau permaneceu dentro, numa estocada brutal ele enfiou o restante do pau enorme de volta na bunda apertada dela.

— Sim, vadia, tô estuprando sua bunda, então aguenta sua putinha suja!

*Tapa! Tapa! Tapa!*

— Ah senhor, p-por favor para! Você tá comendo minha bundinha. Ah, senhor, você tá estuprando minha bunda. Ah! Ah! Ah!

*Tapa! Tapa! Tapa!*

Então começou a foder lentamente o cu da pobre garota, o tempo todo batendo em cada nádega. Camila não podia fazer nada além de permanecer obedientemente de quatro, bunda empinada totalmente disponível para ele estuprar. E o General fez exatamente isso, estuprando a bunda dela, devorando as nádegas deliciosas, apertadas e de casada. Não conseguia se lembrar de uma vez em que sentira o pau tão duro nem uma bunda tão apertada.

*Tapa! Tapa! Tapa!*

*Fode! Fode! Fode!*

Foi só isso que aconteceu por alguns minutos. Foda anal brutal e palmadas. E não demorou muito antes que o cu dela começasse a se ajustar a ser forçado a servir tanto pau grande e, quando isso aconteceu, o General acelerou as estocadas, ansioso para obter tanto prazer quanto humanamente possível dessa forma maligna de sexo.

Camila enquanto isso apenas olhava para si mesma no espelho, que também servia como divisor entre o lado do passageiro e do motorista. E o reflexo que via teria chocado qualquer esposa de classe média normal e respeitável: o que ela via era exatamente isso, uma esposa respeitável de classe média, mas era onde qualquer senso de normalidade terminava, pois ela estava de quatro, sua camisa estava aberta e seus peitos sem sutiã balançavam para frente e para trás; sua saia estava enrolada em torno da cintura esbelta, revelando toda a sua bunda, que era enganosamente emoldurada por ligas brancas delicadas presas a uma cinta-liga branca e que segurava meias verde-oliva; seu rosto lindo estava em constante estado de choque; lágrimas escorriam por seu rosto e sua boca estava escancarada gritando as palavras "Ah! Ah! Ah!"

Camila também podia ver claramente a fonte de sua angústia, o General; ela era capaz de olhar para aquele homem bruto, velho e enorme, totalmente vestido com uniforme de General do Exército Brasileiro, seu corpo de 1,90m dominando seu corpo pequeno e que estava violentamente investindo para dentro e para fora de sua bundinha, estuprando-a; seu rosto tinha uma expressão de pura determinação maligna e estava coberto de suor, que agora pingava de seu rosto, e ele constantemente batia nela, punindo sua bunda como se ser estuprada analmente não fosse punição suficiente.

E embora Camila pudesse estar experimentando dor que nunca pensara ser possível, o General, é claro, estava experimentando o exato oposto: prazer que nunca pensara ser possível. Pois o cu de Camila era, simplesmente, o buraco mais apertado que ele já tinha fodido. E ele tinha fodido muitos buracos em sua vida. Era tão apertado que, no início, ele temeu que arrancasse a pele do pau. Mas logo se abriu permitindo que ele a fodesse cruelmente. E como ele a fodeu. Sua expressão de determinação maligna era na verdade de puro prazer e, tão imerso estava em fodê-la, a única coisa que importava para ele no mundo naquele momento particular era a bunda dela e o prazer que lhe dava. Não havia mais nada em que pudesse se concentrar. Não se importava, nem por um segundo, com a dor que estava causando a ela; seu prazer era tudo o que importava.

E ele batia, não por qualquer desejo geral de bater na bunda de uma esposa levada (o que ele frequentemente fazia), mas porque genuinamente queria puni-la. E por que ele queria puni-la quando ela estava permitindo que ele a estuprasse analmente? Porque sabia que, o que quer que acontecesse no futuro, nunca experimentaria prazer como o que estava experimentando naquele momento. Nenhuma mulher jamais poderia chegar perto de possuir uma bunda tão apertada quanto a dessa vadia. E mesmo se ele fodesse o cu de Camila novamente (como sem dúvida faria), sabia que nunca seria tão bom quanto a primeira vez. Então queria machucar a vadia, não só por lhe dar a maior fodida, mas também porque sabia que uma vez que você alcança o cume da montanha mais alta, todo o resto seria uma decepção.

Claro, esse tipo de tratamento repugnaria a maioria das mulheres normais. Mas não nossa Camila, pois, depois de alguns minutos de pura foda anal e palmadas, algo começou a mudar nela. Algo que ela nunca pensou ser possível. Ela começou a gostar de ser comida. A mudança nela surgiu do fato de que o pau grande em sua bunda tinha acendido nela sentimentos perversos ocultos que ela nunca soube que existiam. E enquanto seu cu parecia que ia se rasgar com cada estocada, sua boceta começou a ficar molhada. Isso por sua vez levou a uma mudança na resposta e, em pouco tempo, foram-se os gritos de protesto e, em vez disso, o que começou como um lento murmúrio de prazer, se transformou em gemidos de aprovação.

— Ooh, ooh, sim! Sim! Fode minha bunda com mais força. Ah! Ah! Isso aí, senhor, estupra minha bunda. Estupra minha bunda com seu pau velho e grande. Ah, senhor, você é tão forte...

Camila se viu dizendo essas coisas sem pensar. De fato, era de se perguntar se ela sabia o que estava dizendo, tamanha era a combinação de dor e prazer que estava experimentando. Era na verdade a combinação perfeita para qualquer puta.

— Você gosta, vadia, não gosta? Você gosta que eu estupre sua bunda, admite, sua puta suja! — o General disse, encantado que a vadia estava se adaptando a ser estuprada analmente (todas faziam). Ele então agarrou o cabelo loiro da pobre Camila e puxou a cabeça dela para trás a fim de infligir mais dor em sua pessoa pobre e jovem.

— Ai! Ah senhor, seja gentil, seja gentil... Ah senhor, você tá estuprando minha bunda, você tá estuprando minha bunda. Ah Deus sim, sim! Você tá estuprando minha bundinha de casada! Ai Deus, isso é tão bom...

Claro, seu "senhor" agora não estava fazendo nada disso, pois qualquer noção de que Camila não consentia em ser fodida analmente tinha ido completamente pela janela. Mas ela ainda queria continuar com a fantasia de ser "estuprada", já que derivava tanto prazer disso. E sentia que o General também.

— Sim vadia, tô "estuprando" sua bunda, mas você adora, não adora? Você adora ser dominada. E pelo meu pau velho e grande. Admite, sua vadia! Admite!

E enquanto falava as últimas palavras, ele bateu e fodeu a pobre esposa ainda mais forte, fazendo-a gritar.

— Ai! Ah, senhor. Isso dói! Ah, isso dói. Ah! Ah! Ah!

— Admite, vadia!

*Tapa! Tapa! Tapa!*

— E aguenta isso, sua puta suja.

*Tapa! Tapa! Tapa!*

— Pronto, aguenta todo o pau velho e grande no seu cu sujo de casada.

*Tapa! Tapa! Tapa!*

— Vamos, vadia, admite! Me diz o quanto você ama eu estuprar seu cu virgem!

*Tapa! Tapa! Tapa!*

Enquanto o General a fodia e batia mais forte, isso fez a pobre Camila chegar à beira de um orgasmo devastador. Mas justo antes de chegar lá, ela finalmente admitiu o que o General já sabia.

— Ah sim senhor, me estupra mais forte! Me estupra mais forte! Eu amo esse pau grande na minha bundinha. Ah! Ah! Ah! Me fode, senhor! Me bate, senhor! Ah, eu fui uma garotinha tão levada. Ah, senhor, eu fui uma garota levada... Isso aí, fode minha bunda! Fode minha bunda! Fode minha bunda... Me bate! Me bate! Ai, Deus, senhor, eu tô gozando. Não para, tô gozando...

Ao ouvir isso, o General não pôde evitar gozar também. Ele queria atrasar o inevitável o máximo possível, a fim de continuar saboreando a bunda dela. Mas ao ouvir a confissão suja da jovem esposa, não pôde evitar esvaziar o saco no cu dela.

— Aggggghhhhhhhhhh, sua vadia, aguenta minha porra no seu cu, sua putinha suja. Aggggggghhhhhhhh...

E ele gozou, emitindo quantidades copiosas de porra quente no reto outrora virgem dela, enchendo-a completamente.

E o pobre marido de Camila, sentado a apenas centímetros de sua esposa ofegante, também gozou. Ele gozou nas calças enquanto assistia outro homem gozar no cu de sua esposa...

Continua...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive contradio a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários