Sem querer vi umas fotos da minha cunhadinha parte final

Um conto erótico de Daniel Malin
Categoria: Heterossexual
Contém 1964 palavras
Data: 27/02/2026 11:05:03

Depois daquela noite em que as palavras “te amo” escaparam dos lábios dela como um sussurro carregado de emoção, entre os lençóis bagunçados e o ar pesado de tesão e cumplicidade, tudo mudou de uma forma que eu nunca imaginei. O que começou como um fogo proibido, uma faísca acidental de desejo, transformou-se em algo mais profundo, mais real – um sentimento que crescia devagar, nutrido por toques carinhosos, olhares longos e noites inteiras de prazer compartilhado.

Luiza, minha cunhada, a mulher branquinha de 1,67 de altura, com o corpo todo no lugar – bundinha média durinha, peitinhos pequenos e firmes, bucetinha perfeita com aqueles pelinhos aparados formando um caminhozinho tentador – virou o centro do meu mundo. Ela chegava na minha casa no condomínio sempre discreta, de roupão ou vestidinho simples, os olhos castanhos cheios de uma mistura de medo, culpa e um desejo que brilhava como uma estrela no céu noturno.

Eu a recebia com um abraço apertado, daqueles que envolvem não só o corpo, mas a alma, e a levava pro quarto, onde o tempo parecia parar. E o mundo lá fora – com o marido dela, Roberto, mergulhado nos turnos exaustivos da empresa – desaparecia.

Naquela primeira semana após a declaração, cada encontro era uma descoberta mútua. Luiza era como uma flor que nunca tinha sido regada direito – anos de casamento frio com meu irmão a deixaram reprimida, cheia de dúvidas sobre o próprio corpo e o prazer que ele podia dar. Roberto via o sexo como uma rotina mecânica, rápida, sem explorar os cantos escondidos dela, sem dar o carinho que uma mulher merece. Eu, por outro lado, queria mostrar tudo com firmeza, mas sempre com paciência e afeto.

Eu sempre falava pra ela; “Lu, teu corpo é feito pra ser adorado, pra sentir cada pedacinho vivo e desejado”, eu sussurrava, voz baixa e rouca, enquanto beijava o pescoço dela devagar, sentindo o cheiro suave de lavanda que ela passava após o banho, um aroma que se misturava ao cheiro natural da pele dela, doce e convidativo.

Uma noite, ela chegou mais cedo do que o habitual, ainda com o uniforme do trabalho – uma blusinha branca simples e uma saia jeans que marcava as curvas suaves dos quadris. Os olhos estavam vermelhos, como se tivesse chorado no caminho.

“Cunhado… brigamos de novo… ele disse que tô sendo chata com as reclamações…”, murmurou ela, voz tremendo. Eu a abracei forte, sentindo o corpo dela se encaixar no meu, os peitinhos firmes pressionando contra o meu peito. “Vem cá, Lu… aqui você é rainha… deixa eu te mostrar o quanto você é desejada.” Levei ela pro sofá da sala, sentei e puxei ela pro colo, pernas abertas sobre as minhas. Beijei a boca dela devagar, língua dançando com a dela num ritmo suave, como uma valsa lenta. As mãos dela foram pro meu peito, explorando a pele por baixo da camiseta, unhas arranhando de leve, inocentes mas cheias de curiosidade.

“Você é tão forte… tão carinhoso… me faz esquecer tudo”, murmurou ela entre beijos, voz baixa e entrecortada.

Eu desci as mãos pela barriga lisa dela, abrindo o zíper da saia devagar, sem pressa. “Deixa eu te tocar… te fazer sentir quentinha por dentro…”, sussurrei. Ela assentiu, mordendo o lábio inferior, olhos semicerrados de expectativa. Tirei a saia, revelando a calcinha preta simples, de renda linda. já com uma manchinha úmida no meio. “Olha como você tá molhadinha… teu corpo sabe o que quer, Lu…”, eu disse, dedo roçando por cima do tecido, sentindo o calor da bucetinha através da calcinha. Ela gemeu baixinho, um gemido sensual e tímido: “Ai… cunhado… isso faz cosquinha boa… me deixa todinha arrepiada, nossa que delicia…”

— Quer que eu tire a calcinha? Vou te massagear devagar… só pra relaxar… — perguntei, voz firme mas carinhosa, pra não assustar.

Ela corou, mas assentiu: “Pode… mas vai devagar… tô com vergonha… mas curiosa…”

Tirei a calcinha devagar, expondo a bucetinha perfeita – lábios grandes delicados como pétalas de rosa, pequenos fechadinhos mas inchados de tesão, clitóris saltadinho rosado, pelinhos aparados formando aquele caminhozinho preto tentador. O mel já escorria levemente pela parte interna das coxas branquinhas. “Você é linda aqui embaixo, Lu… uma obra de arte…”, sussurrei, beijando a coxa interna devagar, subindo até o clitóris. Lambi suave, língua plana da entrada até o topo, saboreando o mel doce. Uns minutos depois ela arqueou as costas, com a mão na minha cabeça: “Ai… que delícia… tua língua amor, me faz sentir quentinha… to gozando … hummm, ainnn …”

Enfiei um dedo devagar, curvando pra cima, massageando por dentro com paciência, enquanto sugava o clitóris. Ela tremia toda, gemidos baixos e suaves escapando: “Ai cunhado… tô subindo… gozando… me faz gozar de novo na tua boca…” ela Gozou forte, a buceta tava pulsando no meu dedo, o mel escorrendo na minha língua. Eu lambi tudo, limpando com carinho, beijando a bucetinha depois, como se fosse um tesouro.

— Viu, Lu? Teu corpo é perfeito… voce merece sentir prazer, carinho… — eu disse, subindo pra abraçar ela.

Ela chorou de leve, abraçada em mim: “Nunca ninguém me fez sentir assim… amada… desejada… teu irmão só metia rápido, sem isso…”

— Agora você tem isso todo dia, se quiser. Eu te amo, Lu. Vou te tratar como merece. Aquela noite, não paramos aí. Uma ideia veio à mente – eu tinha um óleo de massagem aromatizado que usava pra relaxar, com cheiro de baunilha. “Deixa eu te massagear toda… pra você sentir o corpo inteiro vivo.” Ela deitou de bruços, nua, bundinha durinha empinada. Untei as mãos, massageei as costas devagar, descendo pros ombros, depois pra cintura, apertando com firmeza mas carinho. “Ai… tua mão aí… me faz formigar na bucetinha…”, murmurou ela, voz trêmula. Desci pras coxas grossas, abrindo devagar, meus dedos foram roçando o cuzinho rosadinho e apertado.

Ela tremeu: “Cunhado… aí é sensível… nunca toquei…”

— Relaxa, Lu… é só carinho… teu cuzinho é lindo, rosadinho como uma florzinha… quer sentir meu dedo aí, devagar? Vou ser carinhoso

Ela assentiu tímida, mordendo o lábio: “Pode… mas vai com calma… tô curiosa rsrsrs …”

Untei o dedo, alisei e enfiei um pouco e devagar no cuzinho, enquanto massageava a bucetinha com a outra mão. Ela arqueou as costas: “Ai… tá entrando… que estranho… mas é bom… é uma sensaçao gostosa por dentro… ainnnn amor… to gozando assim…” Gozou de novo, cuzinho apertando meu dedo, bucetinha pulsando na palma da minha mão. Depois, virou pra mim, olhos cheios de lágrimas de prazer: “Você me mostra tudo com tanto carinho… me faz sentir segura…”

— Porque te amo, Lu. Teu corpo merece ser explorado assim… devagar, com respeito. Ela se ajoelhou na cama, botou a mão no meu pau: “Agora eu quero te dar prazer… me ensina a chupar direito… quero te fazer sentir bem como você me faz.”

Guiando com paciência, ela chupou devagar, passava sua língua na cabecinha, engolindo mais a cada tentativa, seus olhos nos meus o tempo todo. “Assim, Lu… suga devagar… usa a língua…” Gozei na boca dela, ela engolindo com uma curiosidade tímida: “Teu gozo é gostoso… quente… me faz sentir cheia…”

O conflito emocional veio como uma onda. Uma tarde, ela mandou mensagem: “Cunhado… tô com culpa de novo. E se Roberto descobrir? Ele é teu irmão… a gente tá traindo ele…”

Eu respondi: “Lu, eu também sinto culpa. Mas olha o que ele fez com você – te ignorou, te machucou. Você merece ser feliz. Se quiser parar, paramos. Mas eu não quero. Quero você pra mim, de verdade.”

Luiza: “Não quero parar… mas tô com medo de perder tudo. E se ele brigar, se a família se dividir?”

Decidi ser firme, mas carinhoso. Liguei pra ela: “Lu, ouça minha voz. Eu te amo. Vou falar com ele. Perco a amizade do irmão, mas ganho você. Você vale mais que qualquer coisa. Vamos construir algo nosso, com prazer, carinho e respeito.”

Ela chorou ao telefone: “Você faria isso por mim? Me ama tanto assim?”

— Sim, Lu. Porque você me faz sentir completo. Teu sorriso, teu corpo, tua alma… tudo é meu agora.

Uma noite, ela veio, mas Roberto ligou no meio de um beijo longo na sala. Ela atendeu, voz normal, enquanto eu descia devagar, abrindo as pernas dela no sofá, lambendo a bucetinha com carinho. “Sim, roberto… tô no sofá vendo TV… nada demais…” Gemido abafado quando enfiei a língua dentro, sugando o mel. “Ai… tô bem… só um pouquinho cansada…” Gozou na minha boca, corpo tremendo, mão tapando a boca pra não gemer alto.

Ela Desligou rindo baixo, ofegante: “Quase me pegou gozando na tua boca… que loucura…”

No outro dia fizemos sexo no carro, no estacionamento subterrâneo do condomínio, num cantinho escuro. Ela me esperou no carro dela, vestidinho florido sem calcinha por baixo. Sentei no banco de trás, ela montou no meu pau devagar: “Mete devagar… aqui é perigoso… mas tô louca pra sentir você dentro…”

Meti fundo, carro balançando de leve com o ritmo carinhoso, risco de alguém passar e ver. Ela rebolava suave, peitinhos balançando: “Ai… teu pau me enche tão gostoso… goza dentro… me faz tua…” Gozamos juntos, coração acelerado, nosso suor misturado, nossos beijos longos depois. “Isso me faz sentir viva, mais amada”, sussurrou ela. Ela se abriu mais sobre as inseguranças, nos momentos pós-sexo, deitados nus, e nossos corpos colados. “… meu corpo é bom pra você? Roberto dizia que sou seca, que meus peitinhos são pequenos demais…”

Eu beijava cada parte dela e dizia: “Lu, teu corpo é perfeito. Teus peitinhos bicudos me enlouquecem – olha como endurecem no meu toque…” Chupava devagar, mordendo de leve. “Tua bundinha durinha é deliciosa de apertar…” e a minha mao na bundinha dela massageando. “E tua bucetinha… molhadinha, rosadinha… é o paraíso.” Lambia de novo, fazendo ela gozar mais uma vez.

Massagens com óleo viraram ritual diário quando possível: untava o corpo dela todo, massageava o cuzinho e a bucetinha com dedos lubrificados, fazendo ela descobrir orgasmos anal-vaginal. “Ai… teu dedo no cuzinho… me faz gozar diferente… bom demais…” Ela gemia sempre suave, corpo tremendo.

O confronto veio inevitável. Roberto descobriu mensagens antigas no notebook que eu usara – esqueci de apagar o histórico. Me Ligou furioso: “Você e minha mulher? Seu traidor! Como pôde fazer isso comigo cara?”

Eu firme, mas calmo: “Roberto, escuta. Você a machucou anos. Ignorou os desejos dela, tratou como se não valesse nada. Eu a amo. Ela merece ser feliz, ser desejada. Perco tua amizade, mas não perco ela. Se quiser brigar, brigue. Mas ela é minha agora.”

Ele gritou, e desligou na minha cara.

. Depois disso claro, deu o maior rolo, a familia ficou dividida – pais chateados, mas eu e Luiza mais unidos.

Ela se mudou pro meu apartamento no mesmo dia, aproveitamos que o roberto saiu pra trabalhar logo apos tudo acontecer e ajudei ela a pegar as coisas dela e levar pra minha. Agora divorciada. Morando comigo, nossas noites sao inteiras de sexo amoroso.

Esses dias ela deixou um bilhete na mesa junto do café da manha, que ela fez pra mim, antes de sair pra trabalhar. Era uma poesia, um poema, ou algo assim. E pra finalizar esse conto vou deixar aqui para a leitura de voces:

“Na cama, nossos corpos entrelaçados como raízes de árvores antigas, seu pau dentro dela devagar, como um rio fluindo pro mar, gozando juntos em ondas suaves de prazer eterno. Nosso amor nasceu no pecado, na traição e no erro, mas floresceu como uma rosa no deserto – puro, sutil, envolto em sussurros eróticos que ecoam na eternidade, onde o desejo se transforma em amor e poesia viva.” Com amor Luiza…

Obrigado a todos que curtiram bastante essa historia. Quem quiser ver as fotos dela, peçam no email daniel.malin.m@gmail.com mais só estou respondendo quem está tambem contribuindo com alguma troca de fotos.

Até a proxima.

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